ESAQ - USP 18/11/2010

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AULA INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA (SEMANA12).pdf

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ

SETOR DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS

DEPARTAMENTO DE FITOTECNIA E

FITOSSANITARISMO

PROCEDIMENTOS PARA O CONTROLE DE

PLANTAS DANINHAS - ILPF - PISA

ESAQ - USP 18/11/2010

PROFº. ADELINO PELISSARI –UFPR - PR


Abordagem

Conceitos básicos para o controle

de plantas daninhas em ILPF;

Evolução e pressupostos para

estratégias de controle de plantas

daninhas em ILPF;


Abordagem

Métodos de controle de plantas

daninhas;

Plantabilidade de culturas de

inverno e verão ;

Fisiologia e tecnologia de

aplicação.


Categoria Animal

Densidade Espaçamento Cultivar

População

Doenças

Insetos

Alelopatia

Espécie

Pressão de

Pastejo

Período de

Convivência

CULTURAS

Grau de Interferência

Plantas Daninhas

Clima

Solo

Populações

Doenças

Insetos

Ecótipos

Alelopatia

Banco de Sementes do Solo

Distribuição Densidade

Espécies


RESPOSTA DA CULTURA NA PRESENÇA DE PLANTAS

DANINHAS

PERÍODO DE COMPETIÇÃO DE CULTURAS

PLANTIO

COLHEITA

PERÍODO MÍNIMO INICIAL SEM MATO OU

PERÍODO TOTAL DE PREVENÇÃO DA

INTERFERÊNCIA

PERÍODO MÍNIMO INICIAL COM MATO OU PERÍODO

ANTERIOR A INTERFERÊNCIA

PERÍODO CRÍTICO DE COMPETIÇÃO OU

PERÍODO CRÍTICO DE INTERFERÊNCIA

VARIANDO CONFORME O SISTEMA DE PRODUÇÃO

... J F M A M J J A S O N D...


BIOLOGIA DE PLANTAS DANINHAS

CICLO DE VIDA DE PLANTAS DANINHAS EM

ÁREAS AGRÍCOLAS

FATORES

FÍSICO/QUÍMICO

BIOLÓGICO

CULTURAL

CONTROLE

ENTRARÃO EM

COMPETIÇÃO

RESPOSTA

DIFERENCIAL DO

AMBIENTE

AO SER IMPLANTADA UMA

CULTURA E EM FUNÇÃO DO

POTENCIAL DE

PROPÁGULOS DE PLANTAS

DANINHAS QUE

COHABITARÃO

CICLO DE VIDA

NA ENTRESAFRA

POTENCIAL DE INFESTAÇÃO

DO PRÓXIMO ANO

AGRÍCOLA COMUNIDADE

INFETANTE ALTERADA

MAIOR PRODUTIVIDADE

DA CULTURA

BALANÇO COMPETITIVO

CULTURA - MATO

(MODIFICADO DE BANTILAN et al.,1974)

MENOR CAPACIDADE

REPRODUTIVA DO MATO

POTENCIAL DE

PROPÁGULOS

DESTE ANO

AGRÍCOLA

POTENCIAL REMANESCENTE

DO SOLO (BANCO DE SEMENTES))

PROPÁGULOS

IMPORTADOS


Área ocupada pelas principais culturas

nos Estados do PR,SC e RS (safra 2006/2007)

Período

Verão

Invern

o

Cultura

Soja

Milho

Arroz

Feijão

Total

Trigo

Aveia

Outra

Total s

PR (milhões ha)

3,968

1,318

0,056

0,401

5,741

0,880

0,237

1,567

2,684

SC (milhões ha)

0,377

0,706

0,156

0,100

1,339

0,060

0,018

0,012

0,090

RS (milhões ha)

3,890

1,385

0,931

0,098

6,304

0,693

0,065

0,069

0,827

FONTE: CONAB - Avaliação da Safra Agrícola 2006/2007 -Levantamento - Junho/2007


Linha de Pesquisa: Sistemas Integrados na Produção Vegetal

Luz, Radiação Solar,

Temperatura, Água

Animal

Carga animal

X

Ganho/animal

Manejo

do pastejo:

Altura

Oferta

Diferimento

Pastagem

Biomassa Total

Manejo

Cultural

Rotações

Lavouras

Biomassa Total

Suplementação

Genética

Espécie animal

Categoria animal

Sanidade

Pisoteio

Excreções

Biomassa

Residual

Biomassa

Residual

Índice de

colheita

Ambiente

biológico

Ambiente

físico

Solo

Adubação

Ambiente

químico

Produção

Animal/ha

Produtividade

do Sistema

Grãos


A CONSTRUÇÃO DO SOLO COMO

COMPONENTE BÁSICO NO SISTEMA

LAVOURA-PECUÁRIA -FLORESTA


Evoluções nos Sistemas e Procedimentos

Agronômicos

Preparo convencional de solos


Preparo mínimo


Plantio direto


Plantio direto com rotação de cultivos


Integração Lavoura – Pecuária - Floresta

Plantio direto / Rotação de cultivos / Produção de Grãos e derivados animais

PI$A – PRODUÇÃO INTEGRADA DE SISTEMA

AGROPECUÁRIO

Sistema agro-ambiental e economicamente sustentável


PILARES DE SUSTENTAÇÃO

Organização

SAPI

ILPF

Bem-Estar Animal

Boas Práticas

Agropecuárias

Gestão e

Monitoramento

PISA

Sustentabilidade

Orgânicos

Indicação

Geográfica

Plantio Direto na Palha

Desenvolvimento e

Inovação

Outros

ARK


PRESSUPOSTOS BÁSICOS PARA A

CONVIVÊNCIA COM PLANTAS DANINHAS

NA INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-

FLORESTA E / OU PASTAGEM PERENE

• PLANTIO DIRETO

• ÉPOCA DE GERMINAÇÃO DAS ESPÉCIES

• PLANTABILIDADE E PRESSÃO DE PASTEJO

• FERTILIDADE (FÓSFORO NA LINHA DE

PLANTIO)

“DOIS INDIVIDUOS NÃO OCUPAM O

MESMO LUGAR NO ESPAÇO”.


DISTRIBUIÇÃO DO BANCO DE SEMENTES

NO SOLO

MAIOR

CONCENTRAÇÃO

5 cm

3 cm

DISTRIBUIÇÃO

+ OU – 20 CM

90-95% DAS

SEMENTES

GERMINAM

NESTA

PROFUNDIDADE


PROCEDIMENTOS AGRONÔMICOS PARA A PLANTABILIDADE

DE CULTURAS E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS

DISTRIBUIÇÃO DOS FLUXOS DE EMERGÊNCIA

Sonchus oleraceus

100

% Germinação

90

80

70

60

50

40

30

20

10

0

OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR

Sem Revolvimento

Com Revolvimento

(BLANCO, 1988 – Trabalho não publicado)


MANEJO DO SOLO PARA A PLANTABILIDADE DE

CULTURAS E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS

DISTRIBUIÇÃO DOS FLUXOS DE EMERGÊNCIA

Richardia brasiliensis

60

50

% Germinação

40

30

20

Sem Revolvimento

Com Revolvimento

10

0

OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR

(BLANCO, 1988 – Trabalho não publicado)


MANEJO DO SOLO PARA A PLANTABILIDADE DE

CULTURAS E CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS

DISTRIBUIÇÃO DOS FLUXOS DE EMERGÊNCIA

Ageratum conyzoide

90

80

Sem Revolvimento

Com Revolvimento

70

% Germinação

60

50

40

30

20

10

0

OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR

(BLANCO, 1988 – Trabalho não publicado)


BILOGIA DAS PLANTAS DANINHAS

DURAÇÃO DO CICLO E MESES DE FLORESCIMENTO

Espécies

MESES

SET OUT NOV DEZ JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO

Brachiaria

plantaginea 130

Digitaria

horizontalis 90

Eulesine indica

Setaria

geniculata 60

120

Amaranthus

hybridus 110

Galinsoga

parviflora (+) * * * 60 – 70 * * *

Acanthospermum

australe * * * 120

Ageratum

conizoides (+) * * * * * * 60 - 80

Raphanus

raphanistrum 90 – 120 * *

Raphanus

sativus * * * 110

* ÉPOCAS DE FLORESCIMENTO

(+) DOIS A TRÊS CICLOS NO MESMO ANO

FONTE: PLANTAS INVASORAS DE CULTURAS, 1972,1982,1984


COBERTURAS VERDES DE INVERNO

PRODUÇÃO DE MASSA SECA

9000

8000

7000

6000

5000

4000

3000

2000

1000

2

9

7

9

3

8

4

3

3

9

0

4

3

9

1

3

4

4

3

2

4

6

5

6

5

5

3

1

5

5

7

0

5

7

2

8

5

9

7

5

8

2

2

4

Kg/ha

Pousio

*Trevo ves.

Mellilotus

Serredela

Ervilhaca

A.Branca

Tr. Azul

*Canola

A.Preta

Nabo Forr.

Triticale

* Média de 3 anos

CONVÊNIO BATAVO 89/94


MANEJO MECÂNICO DE COBERTURAS VERDES

Nº de plântulas de B. plantaginea.m- 2

3000

2500

2000

1500

1000

500

2508

2368

2088 2092

1288

10 6 0

428 432 436 436

280

12 0

Nº de plântulas/m 2

Serradela

Trevo ves.

A.Preta

A.Branca

Nabo forr.

Canola

Triticale

Ervilhaca

Tr. Azul

Pousio

0

Mellilotus

CONVÊNIO BATAVO - 94 TRITON - Avaliação 35 DAM


MANEJO MECÂNICO DE COBERTURAS VERDES

Nº de plântulas de B. plantaginea.m- 2

800

632 656 756

700

600

500

400

300

200

100

Nº de plântulas / m 2

180

88 96 100

32 52 76

8 8

Triticale

A.Branca

Serradela

Pousio

Tr. Azul

Mellilotus

A.Preta

Trevo ves.

Nabo forr.

Ervilhaca

0

Canola

CONVÊNIO BATAVO - 94 ROLO FACA - Avaliação 35 DAM


COBERTURAS VERDES DE INVERNO

Produtividade de Feijão

3000

2500

2000

1500

1000

1

5

6

0

1

7

6

6

1

8

3

6

1

9

2

3

1

9

3

7

1

9

6

0

2

0

0

4

2

0

9

6

2

4

5

7

2

6

0

7

2

7

9

7

2

8

7

4

Kg / ha

Canola

Ervilhaca

Mellilotus

Serradela

Tr. Azul

Pousio

Trevo ves.

A.Preta

Triticale

Nabo forr.

A.Branca

CONVÊNIO BATAVO - 94 Cultivar Carioca


COBERTURAS VERDES DE INVERNO

Produtividade de Milho

11000

Kg / ha

10000

9000

8000

7000

8

9

8

4

9

2

7

2

9

2

9

6

9

3

4

9

9

3

5

3

9

4

6

6

9

5

8

7

9

9

1

0

9

9

1

5

9

9

9

2

1

0

2

3

6

6000

5000

Triticale

*Trevo ves.

Ervilhaca

Nabo forr.

A.Preta

*Canola

Tr. Azul

A.Branca

Serradela

Mellilotus

* Média de 3 anos

BATAVO 89/94

Híbridos: P3210; C525; ZA911;

P3230; P3099


COBERTURAS VERDES DE INVERNO

Produtividade de Soja

4000

3500

3000

2500

2

8

5

7

3

2

2

8

3

2

3

3

3

3

6

8

3

3

8

4

3

4

1

6

3

4

6

3

3

4

9

0

3

5

0

1

3

5

7

4

3

7

1

4

Kg / ha

Tr. Azul

Triticale

Ervilhaca

A.Branca

Nabo Forr.

*Canola

Trevo ves.

Serradela

Mellilotus

A.Preta

2000

* Média de 3 anos

BATAVO 89/94

Davis, Iguacu e Abyara


PRESSUPOSTOS BÁSICOS PARA A PRESENÇA

DE PLANTAS DANINHAS NA INTEGRAÇÃO

LAVOURA-PECUÁRIA E / OU PASTAGEM

• FERTILIDADE

• PRESSÃO DE PASTEJO

“DOIS INDIVIDUOS NÃO OCUPAM O

MESMO LUGAR NO ESPAÇO”.


INTEGRAÇÃO LAVOURA - PECUÁRIA

PRESSÃO DE PASTEJO E O SURGIMENTO DAS

PLANTAS DANINHAS.

• ADEQUADO: Ausência de plantas daninhas, ou quando

presentes em níveis de perfeita convivência, sem qualquer

prejuízo à pastagem, somando a este o efeito regenerador na

compactação do solo pelas raízes.

• INADEQUADO: Com o excesso de pastejo, ocorre em muitos

lugares a exposição do solo nu, viabilizando desta forma a

germinação de diferentes espécies de plantas daninhas. E, numa

forma de defender a natureza, cobrirão este solo para evitar sua

degradação.

“A NATUREZA É SÁBIA, PRECISAMOS ESFORÇAR-NOS PARA

COMPREENDERMOS OS DIFERENTES FENÔMENOS QUE

ALI SE PROCESSAM.”


INTEGRAÇÃO LAVOURA - PECUÁRIA

CONSIDERANDO DENTRO DA DINÂMICA DO

BANCO DE SEMENTES DO SOLO, DENTRE

TODOS OS FATORES ESTUDADOS,

ESPECIALMENTE:

• ÉPOCA DE GERMINAÇÃO DAS ESPÉCIES

• EFEITO DA COBERTURA


ESPÉCIES PREFERENCIAIS


DISTRIBUIÇÃO MENSAL DA PRODUÇÃO DE

M.S. DE CENTEIO , AVEIA E AZEVÉM

Adaptado de POSTIGLIONE, 1982.

% da produção total de M.S.

40

35

30

25

20

15

10

5

0

Azevém Aveia Centeio

0 MAI JUN JUL AGO SET


COM VISÃO DE SISTEMAS DE PRODUÇÃO


MÉTODOS DE CONTROLE DE PLANTAS

DANINHAS

CONTROLE PREVENTIVO

CONTROLE LEGAL

CONTROLE MECÂNICO

CONTROLE CULTURAL

CONTROLE BIOLÓGICO

CONTROLE QUÍMICO

CONTROLE FÍSICO

CONTROLE

INTEGRADO

PREVENIR,

ERRADICAR OU

LIMITAR A

PRESENÇA DAS

PLANTAS

DANINHAS

ASSEGURAR QUE A

CULTURA POSSA

EXPRESSAR O SEU

MÁXIMO POTENCIAL

GENÉTICO


DIFERENTES CENÁRIOS


FISIOLOGIA DE TRANSLOCAÇÃO DE

HERBICIDAS E CONTROLE

VARIAÇÃO ANUAL DAS RESERVAS

ALIMENTARES DAS PLANTAS DANINHAS

10

9

8

7

6

5

4

3

2

1

CHUVOSA

VERÃO

SECA

INVERNO

CHUVOSA

VERÃO

PERENE VERÃO

PERENE INVERNO

ÉPOCA

DO ANO


TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO E

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

PRODUÇÃO DE GOTAS POR LITRO DE

CALDA PULVERIZADO, COM UMA

PONTA DE PULVERIZAÇÃO 8003 E

PRESSÃO DE TRABALHO DE 40 lb. pol -2

PRODUZ:

• 2,2 BILHÕES DE GOTAS;

• GOTAS MENORES QUE 100 MICRA:

SÃO GOTAS PASSÍVEIS DE PERDAS

POR EVAPORAÇÃO E DERIVA;


TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO E

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS

• VOLUMETRICAMENTE

REPRESENTAM 17% DO TOTAL DO

VOLUME LÍQUIDO PULVERIZADO;

• O NÚMERO DE GOTAS

PULVERIZADAS, SIGNIFICA QUE 82%

DESTAS GOTAS ESTÃO ABAIXO DE

100 MICRA.


TEMPO DE DURAÇÃO DE GOTAS DE

ÁGUA ANTES QUE EVAPORE, EM

RELAÇÃO A TEMPERATURA E A

UMIDADE RELATIVA DO AR

TEMPERATURA E UMIDADE

RELATIVA DO AR

20 0 C 80% 30 0 C 50%

DIÂMETRO (micra) 200 100 50 200 100 50

EVAPORAÇÃO

(segundos)

227 57 14 65 16 04

MATTHEWS, 2000


10 cm 20 cm

30 cm 40 cm


MÉTODOS DE CONTROLE

CONTROLE QUÍMICO


FISIOLOGIA DE TRANSLOCAÇÃO DE

HERBICIDAS E CONTROLE

QUEBRA DE DORMÊNCIA APICAL

Brotos

dormentes

Roçadura

Desenvolvimento

dos brotos


MÉTODOS DE CONTROLE

CONTROLE QUÍMICO

APLICAÇÃO FOLIAR DE HERBICIDA


MÉTODOS DE CONTROLE

CONTROLE QUÍMICO

APLICAÇÃO DE HERBICIDA NO TOCO E

NA FOLHA


FINAL DO PERÍODO DE PASTEJO

DESSECAÇÃO DAS PLANTAS PARA

O PLANTIO DA CULTURA DE VERÃO.


Média > 3200 kg / ha

Cultivar > produtiva - 4200 kg / ha


Bem-estar animal...


ATIVIDADESDE

GRADANTES

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