suturas
¡Convierta sus PDFs en revista en línea y aumente sus ingresos!
Optimice sus revistas en línea para SEO, use backlinks potentes y contenido multimedia para aumentar su visibilidad y ventas.
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
R E S U M O
Suturas
@ Q U E R O R E S U M O S
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
Suturas
SUMÁRIO
1. Introdução.....................................................................1
- História das suturas………………………………………….1
2. Fases da Cicatrização ...............................................1
- Fase de maturação……………………………………………2
3. Materiais de Sutura ...................................................3
- Características dos fios de sutura…………..………..3
- Propriedade dos fios....................................................3
- Fios monofilamentares……………………………………..4
- Fios multifilamentares……………………………………..4
- Diâmetro/Calibre do fio……………………………………5
- visibilidade em campo cirúrgico………………………5
- Características do fio ideal………………………………5
- Agulhas……………………………………………………………..6
- Suturas………………………………………………………………6
- classificação das suturas …………………………………7
- Condições para uma Boa Sutura ……………………..7
- Técnica Anestésica Ideal ………………………………….7
- Técnica de sutura …………………………………………….8
- Suturas Descontínuas ……………………………………..8
- Suturas continuas ……………………………………………9
4. Cuidados Pós-Sutura ..............................................10
Referências Bibliográficas ........................................11
@ Q U E R O R E S U M O S
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
Introdução
A sutura constitui a aproximação das bordas de
tecidos lesionados ou seccionados. Tem como
propósito a manutenção de uma correta contigui-
dade dos tecidos, visando orientar e facilitar as
fases iniciais do processo de cicatrização, ao
mesmo tempo em que fornece uma força tênsil
neces- sária à união destes tecidos, até que este
processo se conclua.
Suturas
FASES DA CICATRIZAÇÃO
Pode ser dividido em três etapas: inflamatória,
regenerativa (proliferativa) e fase de maturação
(ou de remodelamento).
Quero resumos
História das suturas
A fase inflamatória:
Egito Antigo
Primeiros relatos de fechamento de feridas
Século VIII
Albucasis introduz o uso de ferro em brasa
para cauterização de feridas
Século XIII
Guglielmo Salicetti e Guido Lanfranchi
abordam o tema sutura em seu livro Chirurgia
Magna
Século XIV
Mondeville preconiza a limpeza das feridas
para melhor cicatrização
caracteriza a reação imediata do tecido à lesão,
na qual ocorre hemostasia e inflamação. Esta
fase representa a tentativa de limitar o dano
mediante parada do sangramento, selamento da
superfície da ferida e remoção de qualquer tecido
necrótico, resíduos estranhos ou bactérias
presentes.
Século XVI
Ambroise Paré substitui a cauterização por
sutura com fios
Século XIX
Joseph Lister desenvolve suturas absorvíveis
estéreis
Apresenta maior permeabilidade vascular, migração
de células para a ferida por quimiotaxia,
secreção de citocinas e fatores de crescimento.
01
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
Logo que se completa a síntese da ferida, poucas
horas após a aproximação de suas bordas, já
ocorre um vedamento desta por um coágulo de
fibrina, constituindo uma barreira protetora
contra a entrada de agentes infecciosos.
Suturas
Quero resumos
reparo da ferida por meio da angiogênese,
A partir do quinto dia, à medida que as respostas
agudas de hemostasia e inflamação começam a
desaparecer, a estrutura da malha aguarda o
fibroplasia e epitelialização. Dá- se então início a
fase proliferativa.
FASE de maturação
A fase de maturação, que tem início no décimo
quarto dia, se caracteriza por uma constante
remodelação do tecido conjuntivo.
Neste instante, a ferida apresenta
aproximadamente 10% da resistência de um
tecido sadio, o que já é o suficiente para garantir
uma sustentação.
A partir de então, a ferida começa a sofrer um
processo contínuo de remodelação e moldagem
que culmina em ganho de força tênsil, evoluindo
progressiva- mente por até 2 anos.
Obs:
também chamada de fase de granulação, na qual
a ferida passa a ser povoada por fibroblastos,
macrófagos e mononucleoses, formando o tecido
de granulação e gerando intensa de- posição de
colágeno, fibronectica e àcido hialurônico,
conferindo à ferida um rápido ganho de força
tênsil.
Após as considerações sobre as fases da
cicatrização se torna mais fácil entender a
necessidade de utilização de materiais de sutura
que mantenham forsa tênsil por um período
adequado de acordo com cada tecido.
02
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
FIOS:
Materiais de sutura
Para que o procedimento de sutura realizado seja
bem sucedido é necessário fazer uma boa escolha
em relação ao fio a ser utilizado, uma vez que eles
serão os responsáveis pela junção dos tecidos que
sofreram lesão ou diérese.
Suturas
Absorção: Os fios são classificados em
absorvíveis e inabsorvíveis.
ABSORVÍVEIS:
Propriedades dos Fios
Os fios absorvíveis são aqueles que, ao passarem
por processos de fagocitose, hidrólise ou reações
de proteólise, se desintegram e não deixam
resíduos no organismo.
Quero resumos
caracteristica dos fios de
sutura
INABSORVIVEIS
permanecem um tempo maior em contato com o
organismo humano e, desse modo, podem ser
definidos como fios que apresentam maior força
tênsil e durabilidade maior que 60 dias.
•Configuração: Os fios podem ser monofilamentares
ou multifila mentares.
03
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
caracteristica dos fios de
sutura
fios monofilamentares
Fios monofilamentares possuem apenas um
filamento e, por este motivo, são menos maleáveis
e possuem maior memória, o que torna
mais difícil o seu manuseio e diminui a
segurança de seus nós.
Suturas
Origem: Os fios podem ter origem biológica
(animal ou vegetal) ou sintética.
FORÇA TÊNSIL:
Termo utilizado para definir a força necessária
para que o fio sofra algum rompimento. Ao
escolhermos um fio de sutura, devemos ter em
mente que a sua força tênsil não deve ser menor
ou maior que à do tecido no qual será utilizado,
deverá ser equivalente.
Quero resumos
ELASTICIDADE:
têm como vantagem o fato de causarem menos lesões
durante sua passagem pelos tecidos.
Elasticidade: É a capacidade de um fio se alongar
quando está sob tensão e retornar ao seu comprimento
habitual após o fim desta.
fios multifilamentares
possuem vários filamentos trança- dos ou
torcidos entre si, conferindo maior flexibilidade,
porém causam maiores traumas ao tecido e
possibilitam maior adesão bacteriana entre seus
filamentos.
MEMÓRIA:
É definida como acapacidade do fio em retornar
a sua forma original após ser manipulado. É uma
propriedade não desejada nos fios de sutura,
uma vez que permite que os nós se desfaçam com
mais facilidade.
04
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
COEFICIENTE DE FRICÇÃO:
É a capacidade que o fio apresenta de deslizar
através do tecido e dos nós.
• SEGURANÇA DOS NÓS:
Suturas
Diâmetro/Calibre do fio:
Está intimamente relacionada ao coeficiente de
fricção de um fio. Fios com baixo coeficiente de
fricção, como os monofilamentares, afrouxam
com mais facilidade.
Quero resumos
visibiliDade em campo
cirúrgico
É importante que os fios tenham alguma
coloração para que haja maior visibilidade no
campo cirúrgico.
REAÇÃO TECIDUAL
Os fios monofilamentares inabsorvíveis são os
que possuem menor resposta inflamatória. Já
entre os fios absorvíveis, os de origem biológica
são os que desencadeiam maior reação tecidual,
sendo que esta atinge seu pico máximo no sétimo
dia após a realização da sutura.
CRESCIMENTO BACTERIANO
A infecção constitui a complicação mais frequente
nas suturas e seu surgimento depende de algumas
variáveis como o grau de contaminação
da ferida, a técnica de sutura e os materiais
utilizados.
CUSTO:
É importante que olhemos o custo dos fios,
contudo o mais importante é adequar o fio ao
pro- cesso cirúrgico que será realizado.
caracteristica do fio ideal
• Grande resistência à tração e à torção;
•Calibre fino e regular;
•Mole, flexível e pouco elástico;
•Ausência de reação tecidual;
•Esterilização fácil;
• Resistente a esterilizações repetidas;
•Baixo custo.
05
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
agulhas:
As agulhas são o principal agente traumático em
suturas, tem por função promover a passagem
do fio pelo tecido com o menor trauma possível.
Dividem-se em fundo ou olho (região em contato
com o fio), corpo e ponta. Podem ser classificadas
em trau- máticas e atraumáticas.
Além disso as agulhas também podem ser
classificadas em cilíndricas, triangulares
(cortantes) ou espatuladas.
Suturas
Quero resumos
Seu corpo varia entre retangular, redondo e
espatulado, fazendo uma transição entra a
ponta e a inserção do fio. Agulhas cortantes
facilitam a técnica cirúrgica em tecidos
resistentes, como a derme, por exemplo. Porém,
tecidos nobres como fígado ou córnea podem
exigir menos trauma local, sendo indicada a
utilização de agulhas rombas e espatu- ladas
nesses tecidos.
Quanto ao seu formato, podem ser retas ou
circulares. As circulares têm curvatu- ra
relacionada à fração de um círculo (1/4, 3/8, 1⁄2,
5/8). Diferentes curvaturas facilitam
determinado movimento durante sua utilização.
SUTURAS
Todas as suturas promovem em maior ou menor
grau três efeitos básicos nos tecidos vivos onde
são aplicadas.
• síntese - (aproximação)
em que a tensão da sutura terá o efeito de
propiciar a cicatrização primária da ferida.
Secundariamente, ocorrerá o recobrimento das
estruturas em planos anatômicos
imediatamente
abaixo dessa, estejam eles adequadamente
tratados ou não.
06
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
classificação das suturas
• Absorvíveis (temporárias) ou inabsorví- veis
(permanentes);
• À técnica, em sutura descontínua ou sutura
con- tínua;
• Aos planos, em planos separados ou planos
conjuntos;
• À posição das bordas, em coaptante, eversante
ou inversante.
Suturas
Quero resumos
Condições para uma Boa Sutura
a ausência de tensão entre as bordas, por
aproximação de planos profundos, quando
necessário, evita deiscências por erro técnico e
propicia cicatrizes com melhor qualidade;
Técnica Anestésica Ideal
No realização de suturas, o anestésico
geralmente utilizado é a lidocaína com
vasoconstritor em extremidades proximais (ex:
couro cabeludo) e sem vasoconstritor em
extremidades distais (ex: dedos).
Algumas condições contribuem para o sucesso do
procedimento de sutura dos tecidos:
•lavagem com solução salina para retirada de
corpos estranhos;
A técnica mais adequada é o bloqueio de campo,
no qual a infiltração local de anestésico é
realizada delimitan- do uma área circunscrita
em torno da lesão a ser tratada.
• A antissepsia ao redor da lesão evitará a
deiscência da sutura devido a processos
infecciosos;
• Apresentação adequada das bordas da ferida
permite uma sutura sem irregularidades ou
falhas de aproximação;
• A hemostasia prévia diminui a possibilidade de
infecções e infiltração dos tecidos, além de evitar
a perda da sutura por formação de coleções
(hematomas);
introduzir a agulha obliquamente até os planos
mais profundos repeitando a área circunscrita.
Aspira-se a seringa previamente à
administração do anestésico local para verificar
se há retorno de sangue e se certificar que o
anestésico não está sendo injetado na corrente
sanguínea.
07
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
técnica de sutura
para que se tenha uma sutura ideal, existem
cinco pré requisitos que devem ser respeitados:
• Realizar tração adequada.
• Não permitir que as bordas fiquem sob tensão.
• Simetria entre um ponto e outro e entre o ponto
e a borda da ferida.
• Evitar nós sobre a ferida.
• Fios e agulhas adequados.
Suturas
Ponto Donati (“longe-longe, perto-perto”):
Permite aproximação uniforme das bordas
mesmo quando for uma incisão incorreta ou
quando as bordas forem irregulares, apesar de
ter uma execução mais trabalhosa.
Suturas
Quero
Descontínuas
resumos
Ponto Simples Separado:
é a técnica mais utilizada, pois é fácil e rápida. É
o ponto ideal para uma aproxima- ção correta
das bordas de uma ferida. Utiliza-se agulha
curva, portanto sua introdução na pele deve
acompanhar seu círculo.
Ponto em X:
Utilizada em regiões com grandes resistências
submetidas à tensão. O fio é passado em um lado
da incisão e, após, a um nível abaixo nas duas
bordas, iniciando pela borda
08
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
Ponto em U Horizontal:
Na sutura em U horizontal, ou ponto de Gillies, a
agulha penetra a pele de forma intradérmica na
fase inicial, em uma das bordas. Na borda
contralateral a passagem do fio é totalmente
intradérmica, de forma horizontal, em U.
Suturas
Quero resumos
agulha retorna verticalmente e ao lado de sua
O fio não é exposto nessa borda. Depois da
confecção do U horizontal intradérmico, a
entrada, também intradérmica
Ponto Contínuo Ancorado (chuleio festonado):
Realizado da mesma forma que a sutura simples
contínua, porém com o cruzamento do fio entre
os nós.
Ponto em U Horizontal Contínuo (barra grega ou
colchoeiro):
Suturas continuas
É indicada em casos que há uma maior extensão
para suturar e é necessário ganhar tempo,
porém seus resultados deixam a desejar.
Sutura realizada em U, horizontalmente,
transfixando a pele em suas bordas.
A entrada e saída dos fios são realizadas lado a
lado, de forma contínua.
Ponto Simples Contínuo (chuleio simples):
É a confecção de pontos simples, seriados e sem
interrupção. O nó é realizado no início e no final
da sutura. Possui técnica rápida e de fácil
execução.
09
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
Sutura Intradérmica:
É realizada por passagem do fio de forma
horizontal, em plano mais superficial possível. A
passagem do fio contra lateral deve ser realizada
no mesmo nível do término da passagem
imediatamente anterior.
Suturas
Quero resumos
Nós Cirúrgicos:
O nó verdadeiro da sutura é dado com 3 seminós:
1- contenção;
2- fixação;
3- segurança.
cuidados pós sutura:
Deve ser coberta com curativo adequado e, se for
necessário, devem ser prescritas as profilaxias
determinadas. Devem ser também prescritos
analgésicos para controle da dor e orientados os
cuidados gerais com a higienização da ferida,
como lavagem com água e sabão e troca dos
curativos.
Os fios de sutura devem ser mantidos apenas
enquanto úteis. Sendo assim, devem ser retirados
o mais breve possível, logo que a cicatriz adquira
resistência.
10
Licenciado para - Thiago Braga Portes - 06310305654 - Protegido por Eduzz.com
Quero Resumos
Por:
ALEF CARVALHO
SAMYA MARIA
Referências bibliográficas
DOCERO. Sanar suturas e fios, 26 mai. 2021. Disponivel em:
https://docero.com.br/doc/exxx55e. Acesso em: 11 de jul. 2022.