Revista de Dezembro 2011 - Aciro

aciro.pt

Revista de Dezembro 2011 - Aciro

Sorteio Natal

Torres Vedras

p. 5

fórum

Revista da aciro | distribuição trimestral gratuita | nº 206 | Dezembro 2011

Protocolo de Prestação de Serviços

p. 13


2 Editorial

Ficha Técnica

Propriedade:

Associação Comercial, Industrial

e Serviços da Região Oeste

Director:

Mário Neves Silva Reis

Edição:

Gabinete de Informação e

Relações Públicas

Praceta Dr. Afonso Vilela, 2

2560-293 Torres Vedras

Tel.: 261 330 830

Fax: 261 330 839

geral@aciro.pt

www.aciro.pt

Colaboraram nesta edição:

Ana Pereira

Angelo Teodoro

Bernardo Alves

Carlos Bernardes

Daniel Leonardo

Francisco Ramalho

Helena Reis

João Vieira Lopes

José Gameiro

Júlia Alfaiate

Luís Santos

Mário Reis

Paula Louro Sousa

Raquel Fonseca

Paginação e Impressão:

Grafivedras - artes gráficas, Lda.

Estr. Nac. 247, Km 36, n.º 11

2560-191 S. Pedro da Cadeira

Tel.: 261 85 84 64

Fax: 261 85 84 69

E-mail:

grafivedras@mail.telepac.pt

Tiragem:

3000 exemplares

Os autores dos artigos

assinados são responsáveis

pelas opiniões expressas, as

quais não coincidem

necessariamente com as da

Direcção da ACIRO.

Neste momento difícil,

é imprescindível a união,

presença e participação

de todos, para que juntos

possamos contribuir

para a resolução dos

problemas que muito

nos afetam e preocupam.

SERVIÇOS de SECRETARIA

da ACIRO

PERÍODO DE FUNCIONAMENTO:

de Segunda a Sexta-Feira

ABERTURA: às 09:00 horas

DESCANSO DIÁRIO: das 12:42 às 14:00 horas

ENCERRAMENTO: às 17:30 horas

Caros colegas,

Editorial

Que gratificante seria, em plena Quadra

Natalícia, poder dirigir-me aos associados

e colegas desta prestigiada e quase

centenária associação empresarial, com

boas notícias em relação à saúde económica

da nossa região. Infelizmente, pelas

razões sobejamente conhecidas por todos,

tal não me é possível, mas Também

não vou entrar em detalhes nesta pequena

mensagem.

Contudo, posso garantir-vos que termino

o exercício do ano de 2011 com o orgulho

em alta, por liderar uma equipa de homens

e mulheres com muita competência,

frontalidade, espírito de equipa, amor

à região, resiliência e honestidade. Tudo

fizemos (o que esteve ao nosso alcance),

tanto internamente como nas instituições

onde estamos representados (e são muitas),

mantendo uma presença assídua e

ativa, contribuindo assim com a experiência

e o conhecimento que temos da realidade

das pessoas, das empresas e da

região.

Neste momento difícil, é imprescindível a

união, presença e participação de todos,

para que juntos possamos contribuir para

a resolução dos problemas que muito nos

afetam e preocupam.

Feliz Natal e um Bom Ano 2012 !

O Presidente da Direcção

AVISO

Mário Reis

• Avisamos os associados que ainda não pagaram

as suas quotizações, de que elas se encontram a

pagamento nos locais do costume.

• Lembramos a todos que para a sustentação

da máquina administrativa esta Associação

não pode prescindir das receitas das

quotizações.

• Também não queremos deixar de lembrar

que quanto maiores forem as possibilidades

económicas da Associação tanto maior será

a sua capacidade de acção no campo das

iniciativas que se impõem tomar.


Comércio 3

“Excessiva concentração”...

…na distribuição provoca “encerramento

maciço” de Estabelecimentos Comerciais

O presidente da CCP foi no dia 22 de novembro a Belém alertar Cavaco Silva para as consequências da excessiva

concentração no área da distribuição alimentar, que está a provocar o “encerramento maciço” de pequenas empresas.

“Portugal, nos últimos anos, desregulou uma série de setores da economia. As consequências foram a excessiva concentração

de operadores que, ainda por cima, hoje são dos principais importadores, em contra ciclo com as necessidades do país”,

disse o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal, João Vieira Lopes, no final de uma audiência

com o Presidente da República. Vieira Lopes esclareceu a seguir que é este o caso do setor da distribuição alimentar,

onde “neste momento dois operadores representam mais de 50 por cento do mercado” ao mesmo tempo que estão entre

os dez maiores importadores nacionais. “Neste momento, as consequências da crise e da concentração revelam-se no

encerramento maciço de pequenos operadores do comércio e serviços com consequências brutais no desemprego”, disse

Vieira Lopes, acrescentando que em muitos casos se trata de pessoas excluídas do acesso aos subsídios de desemprego

ou outras prestações sociais. “Gostaríamos que houvesse maior regulação em termos do funcionamento global [do setor], da

concorrência saudável, das práticas desleais”, disse ainda. Vieira Lopes voltou a apontar números que a CCP tem revelado

nas últimas semanas: diariamente encerram 100 estabelecimentos comerciais ou de serviços ao mesmo tempo que abrem

apenas 20 a 30, estimando que este ano o setor tenha perdido entre 20 a 30 mil postos de trabalho.

Outras das preocupações que a direção da CCP transmitiu a Cavaco Silva foi o impacto que terá na restauração um aumento

do IVA como o que está previsto no Orçamento do Estado de 2012 que o Governo enviou à Assembleia da República. Para a

confederação, esta medida levará também a encerramentos no setor e ao aumento do desemprego. Quanto à possibilidade

do aumento da jornada de trabalho em meia hora, a CCP transmitiu ao Presidente que não se opõe à medida, mas que

considera “preferível” a abolição de alguns feriados, das pontes e de três dias de férias.

Segundo a CCP, estas medidas teriam “o mesmo efeito” e seria mais fácil um acordo a nível da concertação social. Vieira

Lopes ressalvou, porém, que o aumento do horário de trabalho “interessa a vários setores” que a CCP representa, onde

há muita mão-de-obra ou que pagam muitas horas extraordinárias e, por isso, “se o Governo avançar, não se oporá”. O

presidente da CCP explicou que comunicou ainda a Cavaco Silva as preocupações que tem em relação ao financiamento da

economia: “Temos empresas viáveis que têm de encerrar as portas por falta de capacidade de terem dinheiro para as suas

tesourarias e, muito menos, para investimentos”.

Esta questão, acrescentou, é “extremamente preocupante” para a confederação porque “sem a economia a funcionar, em

particular o mercado interno”, haverá grandes dificuldades para o setor. Por outro lado, “grande parte dos países” para onde

Portugal exporta está também em crise e por isso a CCP está “muito cética” em relação à estratégia de se apostar nas

exportações “a 100 por cento” para recuperar a economia.

Gabinete de Apoio ao Empresário na Lourinhã

Delegação da ACIRO / GAE

2.ª, 4.ª e 5.ª feira

Telef./Fax.: 261 414 877

e-mail: lourinha@aciro.pt

Praça Marquês de Pombal, EMAJ, 1.º andar

2530-127 LOURINHÃ

Gabinete de Apoio ao Empres. no Sobral M. Agraço

Delegação da ACIRO / GAE

3.ª e 6.ª feira

Telf. / Fax.: 261 943 244

e-mail: gae@cm-sobral.pt

Estação Central de Camionagem

Avenida Marquês de Pombal, 1.º andar, Gab. 4

2560-041 Sobral M. Agraço

TVPar no Paul

InPar - café

Foi Inaugurado no mês de Julho, dia de aniversário da empresária Sandra

Cunha, a cafetaria, com serviço de pequenos-almoços e almoços (refeições

ao alcance de todos), aberto de segunda a sábado.

Este equipamento de hotelaria serve de apoio os clientes e utentes do parque

industrial


4 Lourinhã

“Natal é no Comércio

Tradicional”

O Município da Lourinhã, em parceria com a ACIRO, vai realizar um sorteio de Natal que irá premiar os participantes com 10

vouchers “A Vida é Bela – Refúgio de duas noites para duas pessoas”.

O sorteio do concurso “Natal é no Comercio Tradicional” será efectuado no dia 6 de Janeiro, Até lá, de 1 a 31 de Dezembro,

por cada 15,00 E de compras no Comercio Tradicional, os concorrentes receberão um cupão deverá ser colocado na

tômbola que se encontra no Centro Cultural Dr. Afonso Rodrigues Pereira, na rua João Luis de Moura.

Para que os pais possam estar tranquilos enquanto fazem as suas compras, será disponibilizado um espaço com serviço

de babysitting que funcionará nos dias 3, 10 e 17, no Jardim de Infância do Polo Escolar da Lourinhã, das 09h00 às 13h00

e das 15h00 às 19h00.

Pelas ruas da Lourinhã, nos dias 10, 17 e 24, os mais pequenos encontrarão diversas atividades nas sempre divertidas

“Animações de Rua “.

Os estabelecimentos de comércio que pretendam aderir a esta iniciativa apenas necessitam de se dirigir ao GAEL - Gabinete

de Apoio ao Empresário da Lourinhã, no antigo Edifício dos Paços do Município, na praça Marquês de Pombal, para proceder

ao levantamento dos cupões.

Com estas iniciativas, o Município

visa fomentar o Comercio Tradicional,

I

NATAL

num ano em que a conjuntura

não permitiu a concretização da

tradicional Iluminação de Natal,

alinhando esta decisão com a

redução anunciada ao nível da

Iluminação Pública.

é no COMÉRCIO

I

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O

O

SORTEIO NO DIA 6 DE JANEIRO

FAÇA AS SUAS COMPRAS TRANQUILO

temos serviço de babysitting

Nos dias 3, 10 e 17

deixe os seus filhos

no Jardim-de-Infância

do Polo da Lourinhã

das 09h00 às 13h00

e das 15h00 às 19h00

saiba como participar em www.cm-lourinha.pt,

www.aciro.pt ou nos estabelecimentos aderentes

TRADICIONAL

I

Campanha válida de

1 a 31 de Dezembro

GAEL

Gabinete Apoio Empresário da Lourinhã

ganhe comprando no comércio

tradicional e habilite-se aos

10 prémios do Sorteio de Natal

I

ANIMAÇÃO DE RUA

dias 10, 17 e 24

Concurso autorizado pelo Governo Civil de Lisboa, com o n.º 218/2011

Caros associados,

Dado que cada vez mais o uso do

correio electrónico é fundamental

para o estabelecimento de uma

comunicação rápida, fácil e eficaz,

a ACIRO está a utilizar muito essa

forma de contacto com os seus

associados.

Nesse sentido, solicitamos a todos

os que ainda não nos enviaram

o seu contacto de e-mail, ou que

tenham um novo contacto, o façam,

para terem acesso a todo o tipo de

informação actual.

Alertamos também para o facto

de que muitos dos contactos

que procuramos estabelecer por

correio electrónico acabam por não

acontecer, pois as mensagens vêm

devolvidas ou simplesmente não são

lidas pelos nossos associados.

Sugerimos que adicionem o

nosso email:

geral@aciro.pt

nos v/ contactos.

A ACIRO cada vez

mais perto de si…


Campanha de Natal

“Este Natal... Ganhe

com o Comércio tradicional”

Para que o seu Natal seja mais alegre

a Câmara Municipal, em conjunto com

parceiros locais, organizou para este

ano a campanha “Este Natal… Ganhe

com o Comércio Tradicional”. Durante

o mês de Dezembro há muitos motivos

para visitar a cidade de Torres Vedras

e deixar-se invadir pelo espírito desta

Quadra.

Admire a Árvore de Natal que dá cor

à Praça da República e faça as suas

compras ao ritmo de músicas que

fazem parte de uma “banda sonora”

típica desta época. Para tornar o centro

histórico da cidade mais dinâmico e

divertido, foram instalados 55 postos

de iluminação com tecnologia laser

que vão criar efeitos de bolas coloridas

nas fachadas dos edifícios.

Habilite-se a ganhar um fantástico automóvel!

Por cada 10 euros em compras no comércio tradicional do

concelho de Torres Vedras e no Mercado Municipal receberá

um cupão que o habilita a ganhar um automóvel Opel Corsa

Stripes. Para tal basta que deposite o cupão, correctamente

preenchido, na tômbola instalada para o efeito, no piso 1 do

Mercado Municipal até às 10h00 do dia 24 de Dezembro.

Poderá ainda depositar nos estabelecimentos comerciais

aderentes até ao final do dia 23 de Dezembro. O vencedor

será conhecido no dia 24 de Dezembro, às 11h00, no

Mercado Municipal.

Este concurso é uma organização da ACIRO, Câmara

Municipal e tem o patrocínio oficial da STA Auto – Distribuidor

Opel. O regulamento encontra-se disponível para consulta

em www.aciro.pt

MONTRARTE

Montras com Arte

Convidamo-lo a descobrir as intervenções artísticas que

cerca de 20 criadores apresentam nas montras de vários

estabelecimentos comerciais do centro histórico de Torres

Vedras. O objectivo deste concurso, organizado pela

Cooperativa de Comunicação e Cultura – Centro de Cultura

Contemporânea, é o de dinamizar o comércio tradicional

utilizando a criatividade de criadores cuja matéria-prima são

os próprios produtos comercializados. Esta iniciativa decorre

de 8 a 24 de Dezembro.

Neste Natal há muita alegria no Mercado Municipal!

Além de se habilitar a ganhar um automóvel, ao fazer as

suas compras nos operadores do Mercado Municipal, que

tal oferecer também produtos tradicionais? A Feira de Doces

de Colher, Mel e Licores Caseiros realizar-se-á nos fins-desemana

de Dezembro até ao dia 24 de Dezembro.

Os mais novos podem contar com a visita do Pai Natal, dos

seus Duendes e do EME, a mascote do mercado da cidade.

As crianças podem entregar a sua carta e tirar uma fotografia

de recordação.

Os adultos podem participar nos workshops de decoração

de bolos e de decoração de mesas de Natal.

Mas o espírito de Natal passa sobretudo por dar. Neste

sentido, o MM vai sortear dois carrinhos de compras, um

atribuído a um cliente do MM, outro para uma instituição de

solidariedade do concelho.

Se procura uma prenda original vamos baralhar-lhe as voltas

e apresentar-lhe o KIT de Carnaval, um kit digno de um

verdadeiro folião, que garante participação nesta grande

festa da nossa terra e que pode ser adquirido neste espaço.

Visite ainda a Mostra de Brinquedos de Torres Vedras

– Colecção de Octávio Neves, patente até ao dia 31 de

Dezembro, em diversos espaços públicos da cidade.

5


6

CCP

Perspectivas Sociais e

Económicas para 2012

Os últimos anos foram

seguramente dos mais

difíceis e atribulados da

nossa história recente.

Em 2011, num contexto

económico recessivo

traduzido por uma

acentuada contracção

do consumo e do investimento (privado e público), a

evolução do volume de negócios do comércio volta a ser

mais desfavorável, tendo-se vindo a assistir a um contínuo

decréscimo do volume de negócios no comércio automóvel

e no comércio a retalho e, embora mais tardiamente e de

forma menos intensa, também no subsector grossista. No

comércio a retalho, a evolução desfavorável do volume

de negócios é bastante mais acentuada no subsector não

alimentar, bem como nos estabelecimentos especializados.

A aprovação do Orçamento de Estado para 2012, contendo

um conjunto de medidas de carácter recessivo, sem

quaisquer contrapartidas ao nível de medidas de estímulo

SALDOS

(28 de Dezembro a 28 de Fevereiro)

Publicado o Decreto-Lei n.º 70 de 26 de Março de 2007, que regula

as práticas comerciais com a redução de preços (vendas em

saldos, promoções e liquidação de produtos) nas vendas a retalho

praticadas em estabelecimentos comerciais, com vista ao

escoamento das existências, ao aumento de volume de vendas

e a promover o lançamento de um produto não comercializado

anteriormente pelo agente económico.

Destacamos os seguintes aspectos:

1 – Dois períodos anuais permitidos para venda em saldos:

• 15 de Julho a 15 de Setembro;

• 28 de Dezembro a 28 de Fevereiro.

2 – Exclusão do âmbito da aplicação do diploma, das vendas

directas ao consumidor efectuadas pelas empresas industriais

de produtos que não passam no controlo de qualidade;

3 – Direito à informação dos consumidores no que respeita a:

• venda de produtos com defeito;

• utilização dos meios de pagamento habitualmente

disponíveis;

• substituição do produto adquirido, mediante acordo

com o comerciante;

à economia terá um impacto muito forte nas empresas

com especial enfoque nos sectores muito dependentes do

mercado interno.

Assim, as perspectivas económicas, e consequentemente as

perspectivas, sociais para 2012 são resultado de um conjunto

de condicionantes internas e externas, designadamente:

• A ausência de uma resposta efectiva da União

Europeia, e que tem por consequência o agravamento

da situação de muitos países numa escalada sem

fim, que rapidamente atingirá as principais potencias

europeias;

• A degradação da situação económica e social do País,

a qual atingirá valores históricos em 2012, (teremos uma

recessão na ordem dos -4% do PIB e o desemprego

atingirá um valor muito próximo de 1 milhão de

desempregados), mas que perdurará por muito tempo,

sendo ainda muito incerto o ritmo de crescimento (ou

de estagnação) do conjunto da União Europeia, o que

poderá agravar significativamente o desenvolvimento

económico de Portugal.

4 – É proibida a venda em saldos de produtos expressamente

adquiridos para esse efeito presumindo-se, em tal situa-ção,

os produtos adquiridos e recepcio-nados no estabelecimento

comercial pela primeira vez ou no mês anterior ao período de

redução.

5 – Os produtos anunciados com redução de preço devem estar

separados dos restantes produtos à venda no estabelecimento.

6 – As promoções podem ocorrer em qualquer momento considerado

oportuno pelo comerciante, desde que não se realizem

em simultâneo com uma venda em saldos.

7 – Os produtos à venda em saldos não podem ter sido objecto,

no decurso do mês anterior (30 dias anteriores) ao

início do período, de redução de qualquer oferta de venda,

com redução de preço ou de condições mais vantajosas.

8 – A venda sob a forma de liquidação fica sujeita a uma declaração

emitida pelo comerciante dirigida à Direcção Geral da

Empresa ou à direcção regional da economia da localidade

onde se situa o estabelecimento comercial, 15 dias antes da

data prevista para o início da liquidação.


• A “perda de soberania” resultante da assinatura do

Plano de Assistência Financeira 2011-2013, o qual

condiciona inevitavelmente a margem de intervenção

do Governo e limita as escolhas possíveis em termos

de Governação.

Será neste quadro que a intervenção da CCP assume

uma responsabilização acrescida, seja na defesa do que é

nuclear para a sobrevivência das nossas empresas e para a

retoma de um novo ciclo de crescimento que não podemos

adiar indefinidamente, seja promovendo e executando

acções que contribuam para dotar as empresas de melhores

instrumentos organizacionais e de factores competitivos

que assegurem um desempenho mais competitivo.

A CCP tem-se batido e continuará a bater-se por uma

mudança no rumo da nossa economia, assente num

modelo de base industrialista e num sistema bancário muito

orientado para a política do betão, que consideramos,

em grande medida, ultrapassado e que nos conduziu à

actual crise. A compreensão do papel da procura interna,

dos serviços e do tecido das micro pequenas e médias

empresas, continua muito pouco presente nas políticas

públicas. Esta é uma oportunidade única para alterar esta

situação, demonstrando que o caminho a seguir não nos

permite encetar um novo ciclo de crescimento.

Em paralelo, e apesar das dificuldades inerentes ao

enquadramento existente e já referidas, a CCP não

deixará de propor um conjunto de medidas que considera

importantes e de manter um diálogo construtivo com todos

os actores políticos e sociais. O problema da dificuldade

de acesso ao crédito pelas empresas, continuará a ser um

CCP 7

tema central em 2012, mesmo que, entretanto, venham

a ser adoptadas algumas medidas que retirem a pressão

actual existente sobre os bancos.

As questões relativas à redução dos custos de contexto

e o aprofundamento da reforma da legislação laboral

continuarão a fazer parte da agenda da CCP, enquadradas

numa problemática mais vasta de reafirmar a necessidade

de refundar o modelo de desenvolvimento económico do

País.

Finalmente, a questão fiscal. São várias as alterações

necessárias a uma política fiscal mais amiga do investimento

e do emprego, designadamente. agilizar os processos de

compensação de créditos sobre o Estado com dívidas

fiscais; Instituir um sistema de colecta mínima; Reduzir os

prazos de caducidade e de prescrição; Impor um quadro

indemnizatório ágil para os casos em que a Administração

Tributária viole as garantias fundamentais dos contribuintes.

Trata-se de alterações que não tendo grandes repercussões

ao nível da receita cobrada contribuiriam para melhorar a

situação das nossas empresas.

Em síntese, acreditamos que com as políticas adequadas

é possível minimizar os efeitos do actual contexto sobre as

empresas. Indispensável é que o Governo não se limite a

cumprir os compromissos existentes, esquecendo que há

um trabalho de fundo que ninguém fará por nós.

João Vieira Lopes

Presidente da CCP


8 Prevenção e Segurança

No auditório da ACIRO

Segurança no Comércio

e nas Ruas

A ACIRO promoveu no final do mês de Novembro, uma

sessão de esclarecimento sobre a “Segurança no Comércio

e nas Ruas” que teve lugar no seu auditório.

Lamentávelmente, à chamada respondeu um reduzido número

de comerciantes. Todavia, os que se dignaram comparecer

não deram por perdido o tempo em que ali permaneceram

para escutar os prelectores da noite. Foram eles: a

tenente Ana Pereira, comandante do destacamento territorial

da GNR; o subcomissário Daniel Leonardo, comandante

da esquadra da PSP, de Torres Vedras e o vice-presidente da

Câmara Municipal, Carlos Bernardes.

Após a introdução efectuada pelo presidente da ACIRO,

Mário Reis, todos os presentes ouviram a tenente Ana

Pereira, da Guarda Nacional Republicana (esta foi a primeira

vez que esteve em contacto com o publico torriense, vindo

do destacamento de Mafra, agora a comandar Lourinhã,

Sobral de Monte Agraço e Torres Vedras), que começou por

afirmar que o Natal é uma “época apetecível para os amigos

do alheio”. Aquela responsável passou então a dar alguns

conselhos práticos aos comerciantes que atentamente a

escutavam.

Falou ainda sobre o policiamento de proximidade, tendo

em conta a crescente solicitações que são feitas às forças

de segurança decorre de uma iniciativa conjunto do

Ministério da Administração Interna com a GNR e PSP, um

programa que tem como objectivo colmatar necessidades

mais pessoais de grupos específicos que são o “Comércio

Seguro” e também de um policiamento virado e orientado

mais específico e mais especializado que é o programa da

“Escola Segura”.

O programa “Comércio Seguro” materializa-se com o

patrulhamento intensivo junto das zonas comerciais que

abarcam também feiras e mercados. Referiu ainda que

“neste programa pretende também desenvolver-se acções

de sensibilização com os comerciantes para recolha e

transmissão de formação junto dos mesmos”.

Aquela responsável adiantou que “comparativamente

com o ano transacto houve uma ligeira descida de cerca

de cinco por cento relativo a criminalidade em furtos nos

estabelecimentos”.

Alguns alertas feitos pela tenente Ana Pereira vão para

reforçar as janelas e portas, colocando se possível grades de

segurança e fechaduras extra, boa iluminação e visibilidade

no interior da loja, porque são através destes meios que

os amigos do alheio utilizam para assaltar durante a noite;

ter-se uma boa e eficaz localização de videovigilância;

nunca deixar chaves facilmente acessíveis, por vezes por

descuido isso acontece; no interior dos estabelecimentos

deve existir boa iluminação e espaços com boa visibilidade

para um melhor controlo por parte dos comerciantes;

devem ter a atenção redobrada quando grandes grupos

entram nos estabelecimentos, muitas vezes tentam distrair o

comerciante, para consumarem o furto sem que o mesmo se

aperceba; evite contar dinheiro na zona de atendimento, deve

depositar os valores no banco, diariamente evite a rotina de

ser sempre à mesma hora do dia ou ir pela mesma rua fazer

os depósitos; em caso de assalto não oponha resistência,

porque não sabemos com quem estamos a lidar, para além

destes conselhos focou muitos outros.

Ana Pereira deixou ainda a mensagem que “a prevenção da

criminalidade é responsabilidade de todos. Ajude a ajudar!”

Por sua vez, o subcomissário Daniel Leonardo iniciou a

sua intervenção dando conta de boas notícias, com uma

diminuição significativa de processos crimes em relação ao


ano passado, em igual período do

ano. Mas alertou de seguida que

esta tendência poderá aumentar,

dadas as dificuldades económicas

e a crise que o país atravessa.

Todavia, continuam a existir

furtos, há registo de dois crimes,

no passado mês, com recurso a

arma de fogo, que ocorreram na

Agriloja e na estação dos CTT.

Este ano houve 15 tipos de

burlas numa estatística que

mais contraria relativamente ao

ano anterior. O subcomissário

revelou entretanto que está aumentar o novo tipo de crime,

envolvendo as burlas informáticas, como já tinha referido na

sessão de esclarecimento no ano anterior.

Por sua vez, o comandante da PSP, adiantou que para todos

estes abaixamentos de criminalidade contribuíram vários

factores, um deles foi o Contrato

Local de Segurança (CLS) da

cidade de Torres Vedras. O CLS

veio melhorar o sentido de segurança,

dos comerciantes e das

pessoas, concretamente na zona

histórica, onde existem muitos

estabelecimentos. Para além da

própria segurança que acaba por

dar aos comerciantes permitiu

sinalizar muitas outras situações

que também relacionadas com a

própria segurança, foram encerradas

muitas portas de prédios

abandonados evitando a ocupação por pessoas de perfil

duvidosa e “esvaziar” a presença de indivíduos em zonas ermas

e degradáveis. “Nunca foram identificados tantos indivíduos

como agora. É de louvar o trabalho dos quatro agentes,

neste serviço”, sublinhou o subcomissário.

Este responsável adiantou ainda que “a criminalidade está

em constante movimento e conforme já falamos em anos

anteriores, conforme as acessibilidades são boas para muita

gente, ou para a sociedade em geral, também trás uma parte

negativa com ela, porque permite que o crime tenha outra

mobilidade”.

A R T E S G R Á F I C A S , L D A .

Deseja aos seus clientes e amigos

um Feliz Natal e um Próspero Ano de 2012

Prevenção e Segurança

Aquele responsável, deu ainda vários conselhos e exemplos

para que os comerciantes estejam atentos às burlas e

promovam mais seguranças nos seus estabelecimentos.

Também ele corroborou pelo facto da cooperação entre as

forças de segurança a dar “excelentes resultados” no que ao

controle da criminalidade diz respeito, baixando inclusive os

números dos registos de ocorrências durante o corrente ano.

No final teve lugar a intervenção do vice-presidente da Câmara

Municipal, Carlos Bernardes, também responsável pelo

sector da Protecção Civil,

adiantou que a prevenção é

das prioridades da autarquia.

Perante um conjunto de fenómenos

que tem vindo a

surgir a nível nacional, também

no nosso território, hoje

podemos tirar um conjunto

elações que no passado não

conseguiríamos se não fosse

o CLS, para além de um

conjunto de medidas de prevenção

tendentes a minimizar

uma série de situações que

ocorrem todos os dias, são elas provocadas por assaltos,

acidentes de viação, este “é um projecto que tem vindo a

dar os seus frutos”.

A tenente Ana Pereira e o subcomissário Daniel Leonardo

focaram aqui vários pontos de situações e alertaram para

os cuidados a ter com “os amigos do alheio”, são muito

importantes para a prevenção e protecção de todos. Também

se referiu às operações de stop realizadas pela PSP e GNR,

que são muito importantes, para melhor controle de quem

circula no nosso território e não como muita gente pensa que

são operações de “Caça à multa”.

O autarca falou de outros fenómenos relacionados com a

vida nocturna que têm vindo a ser trabalhados com muita

intensidade, eles são associados ao álcool, à droga, de

distúrbios e vandalismos na nossa cidade e sua envolvente.

“Tivemos uma situação muito complicada na rua França

Borges que posso adiantar que hoje está resolvida”, sublinhou

o vice-presidente.

Carlos Bernardes no final endereçou um agradecimento a

todas as forças de segurança, pelo seu trabalho.

Damos cor às suas ideias!

9


10 Entrevista

Grandes Dificuldades

Empresariais

Este ano Torres Vedras vai ter iluminações de Natal?

Infelizmente, devido à conjuntura económica, este ano não

haverá iluminações de Natal em Torres Vedras.

E em relação ao sorteio de Natal, haverá alguma

iniciativa?

Sim. A Câmara Municipal irá novamente sortear um carro,

com a colaboração da ACIRO e o respectivo apoio do

Comércio Tradicional.

À semelhança do ano passado, será entregue uma senha por

cada 10€ de compras no comércio tradicional do concelho.

O sorteio será realizado no Mercado Municipal de Torres

Vedras, no dia 24 de dezembro, às 11 horas.

Crise… é infelizmente a palavra de ordem que nos

contempla diariamente.

Como vê a situação empresarial da região?

Vejo a situação empresarial na região não muito diferente

do que se passa no resto do país, nesta difícil conjuntura

económica. No entanto, é uma região com grande potencial

sendo, apesar de tudo, uma das menos afetadas.

Há muitas dificuldades agravadas pelo facto de não haver

financiamento para expandir as empresas para uma maior

produção e apoio à exportação.

Verificam-se também grandes dificuldades no comércio,

sendo necessário um enorme esforço para manter, inovar e

tornar atrativa a excelência do comércio de rua.

A ACIRO tem ferramentas de trabalho no apoio às

empresas.

Quer descrever algumas delas?

É muito importante que os nossos associados tirem o

máximo partido e usufruam das vantagens que têm ao

seu dispor, pois a ACIRO presta um conjunto alargado de

serviços que podem, sem dúvida alguma, constituir um forte

apoio à atividade das empresas, nomeadamente: consultoria

jurídica; consultoria económica; formação profissional;

Como presidente da ACIRO, há cerca de seis anos, Mário Reis

foi entrevistado pela nossa revista, dando a conhecer algumas

realidades empresariais.

Uma das preocupações vai para as grandes dificuldades que

enfrenta o comércio, sendo necessário um enorme esforço para

manter as portas abertas.

Por outro lado existem dificuldades agravadas pelo facto de não

haver financiamento para expandir as empresas para uma maior

produção e apoio à exportação.

processamento de salários; horários de trabalho; contratos

de trabalho; licenças e requerimentos; todo o tipo de

informações relacionadas com a atividade empresarial; entre

muitos outros.

E quanto a parcerias e protocolos…

Sim, temos vários protocolos, alguns deles muito vantajosos

para os nossos associados, nas áreas do sistema HACCP

(Qualabe-Alimentar); Segurança, Higiene e Saúde no

Trabalho (Pretrab); Banca (Banif) e Seguros (Zurich).Iremos

ter também, brevemente, um protocolo com a SOERAD com

benefícios especiais na área da saúde.

Não significa isto que, no caso da banca, as coisas sejam

fáceis, pois há sempre que apresentar uma ideia de


investimento bem fundamentada e eventualmente um estudo

de viabilidade, para além de algumas garantias que possam

ser exigidas.

Este Governo decidiu aumentar o IVA e outros impostos.

Estes aumentos vêm agravar muito as dificuldades das

empresas?

Como é óbvio, as dificuldades são cada vez maiores. IVA

mais elevado é sinónimo de redução do poder de compra, e

no que diz respeito à restauração e produtos alimentares é

sem dúvida um descalabro total.

As grandes superfícies e lojas dos chineses, neste

caso até se fala que não pagam impostos, têm vindo a

prejudicar o comércio tradicional. O poder local e central

não podem intervir nestes casos?

Todos sabemos que isso é uma realidade, desde que se

começaram a instalar as grandes superfícies e os chineses

que o comércio tradicional teve uma grande quebra.

Isto tudo são normas comunitárias e estamos na União

Europeia, há leis em relação às quais não podemos fazer

nada, infelizmente.

Como se encontra a segurança?

Em Torres Vedras, como é sabido, existe o Contrato Local de

Segurança que tem funcionado muito bem e tem dado frutos.

A entrada em vigor deste projeto tem constituído um alívio

para o comércio, pois não se têm registado casos de maior,

Lembramos os Associados com pessoal ao seu serviço,

que deverão ter organizado o dossier do pessoal, com os

seguintes documentos:

• Mapa(s) de Horário de Trabalho

• Mapa de Quadro do Pessoal

• Mapa de Férias

• Folhas de Remunerações da Segurança Social

• Recibo(s) de Retribuição do(s) Trabalhador(es)

• Registo de Pessoal (Livros ou fichas)

• Apólice de Seguros de Acidentes de Trabalho e último recibo

pago

• Comunicação obrigatória do Inicio de Actividade à Inspecção-Geral

do Trabalho;

• Registo de Trabalho Suplementar

• Fichas de Aptidão dos Exames Médicos dos Trabalhadores

(D.L. nº 26/97)

• Relatório Anual das Actividades dos Serviços de Segurança,

Higiene e Saúde no Trabalho (Modelo nº 1714 – INCM)

RENDAS PARA 2011

Entrevista 11

de qualquer forma a

segurança continua a

ser uma preocupação

constante.

Quer fazer uma síntese

das actividades

como presidente à

frente do destino da

ACIRO durante estes

anos?

Seria impossível recapitular

aqui todas as

atividades que a ACI-

RO tem desenvolvido

ao longo dos últimos

anos, em prol dos associados

e da região.

O que posso dizer é

que temos tido uma

actividade bastante intensa, temos trabalhado muito, dando

sempre o nosso melhor, apesar das circunstâncias adversas.

Depois, é claro que não estamos sozinhos, temos a força e

o apoio de várias entidades, nomeadamente: a CCP, cujos

órgãos sociais integramos e onde temos uma participação

muito ativa; a ADRO, na qual fazemos parte do Conselho de

Direção; o CAERO, que presidimos; a ESCO, onde somos

sócios maioritários; a TV-PAR da qual somos sócios e estamos

representados na Assembleia geral; a AIP e a CIP onde

participamos em várias ações.

Foi publicado em Diário da República na II Série de 15 de Novembro a Portaria nº. 295/2011, que fixa em 1,0319 o coeficiente

da actualização das rendas para vigorar no ano 2012.

EMPRESAS COM PESSOAL AO SERVIÇO

• Notificação sobre as modalidades adoptadas na organização

dos serviços de segurança, higiene e saúde no

trabalho (modelo 1360 – INCM)

• Contratos de Trabalho a Termo dos Trabalhadores

• Registo do número de horas de trabalho prestadas pelo(s)

trabalhador(es), por dia e por semana, com indicação da

hora de inicio e de termo do trabalho (artigo 162º da Lei nº

99/2003 de 27/08) (Registo de Ponto)

• Formação Profissional

• Relatório Anual de Formação Profissional

• Livrete Individual de controlo (DL. 237/2007 – Viaturas

Ligeiras de Mercadorias)

Notas:

- Existem actividades específicas que necessitam de outros

documentos.

- Para qualquer esclarecimento, consulte os nossos Serviços

de Secretaria.


12 Adega da Ventosa

Boa Colheita e Qualidade

A elaborar desde 1956, a Adega cooperativa da Ventoso, este foi mais um ano de

excelência, quer de quantidade, quer de qualidade.

Dos cerca de 580 associados foram entregues 21 milhões de quilos de uvas (igual

quantidade da vindima de 2009).

Para Luís Santos, presidente da Adega Cooperativa, este foi novamente um bom ano

de colheita, apesar da quebra de 19% em relação à campanha anterior, destacando

a excelente qualidade da uva. Tudo isto é se deve às novas vinhas plantada com

castas mais adequadas à região, uma planta de ciclo mais curto, que produzem

vinhos de excelente qualidade.

Quanto à área comercial, Luís Santos, sublinhou que a exportação continua a ser o

destino do vinho que produzem em cerca 93%, o restante é para o mercado nacional.

Este ano a Adega deu uma nova imagem e reestruturou os seus produtos com

novos rótulos, garrafas e caixas, para além de uma nova imagem da própria

unidade, apostando assim de um novo design. Também no que diz respeito a novas

tecnologias, foi instalada uma nova linha de engarrafamento. Ainda para próximo

ano esperam ter concluído um novo pavilhão para armazenamento dos produtos

acabados e estágio dos vinhos.

Destacam-se como vinhos premiados com medalha de ouro o “Alma Vitis” tinto

DOC e com medalha de prata o “Alma Vitis” branco DOC, no Festival de Vinhos

de Portugal, no Bombarral, obtendo ainda outras medalhas de vinhos, em outros

festivais.

A Adega Cooperativa dá empregos a 33 colaboradores, do concelho de Torres

Vedras.

Luis Santos


Protocolo 13

Protocolo de Prestação

de Serviços

A CLINICA SOERAD celebrou com a ACIRO no passado dia 09/12/2011 um protocolo de prestação de serviços

no âmbito das consultas e Meios Auxiliares de Diagnostico.

A realização deste protocolo visa oferecer aos associados da ACIRO e seus familiares directos a possibilidade de usufruir de

um serviço de excelência para a realização de consultas médicas de Clínica Geral ou Especialidades, bem como um vasto

leque de Meios Auxiliares de Diagnostico, em condições muito vantajosas.

A Clínica Soerad oferece a todos os associados 20% de desconto a aplicar na sua tabela de preços particulares.

Dado a conjuntura actual em que o Serviço Nacional de Saúde tende a aumentar os cuidados básicos em alguns casos acima

dos 50%, esta é uma forma de ter um serviço privilegiado

numa clínica privada a um valor acessível.

Como cada vez mais o tempo é dinheiro, também na

Clínica Soerad os associados da ACIRO têm vantagens

pois o nosso atendimento personalizado permite que

cada utente realize num só local e de uma só vez um

vasto numero de exames quer de rotina quer específicos,

podendo efectuar também as respectivas consultas em

urgência ou programada.

Na Clínica Soerad tem ao seu dispor Consultas de

Atendimentos Permanente (Urgência); Clínica Geral e 30

Especialidades.

Meios Auxiliares de Diagnostico, nomeadamente, Analises

Clínicas; Radiologia Digital Geral; Mamografia Digital;

Ecotomografia; Urofluxometria; Densitometria Óssea;

TAC; Ressonância Magnética; Doppler; Galactografia; EEG (eletroencefalogramas); ECG simples e com Prova de Esforço;

Ecocardiograma; Biopsias e Endoscopias.

Cumprimentos,

Rui Silvério.

IRS – DECLARAÇÕES MODELO 3 – PRAZOS DE ENTREGA

Em suporte de Papel:

- De 1 de Fevereiro até 15 de Março, quando os sujeitos

passivos apenas hajam recebido ou tenham sido colocados

à sua disposição rendimentos das categorias A e H;

(1.ª fase)

- De 16 de Março até 30 de Abril, nos restantes casos. (2.ª

fase)

Via Internet:

De 10 de Março até 15 de Abril, quando os sujeitos passivos

apenas hajam recebido ou tenham sido colocados

à sua disposição rendimentos das categorias A e H; (1.ª

fase)

- De 16 de Abril até 25 de Maio, nos restantes casos. (2.ª

fase)


14 ADRO

10 anos a certificar

competências no Oeste

O Centro Novas Oportunidades da Agência de Desenvolvimento

Regional do Oeste comemorou, no passado dia 28

de Novembro de 2011, o seu 10 º aniversário. Trata-se de

um marco representativo do seu significativo percurso e do

importante papel que tem desempenhado na qualificação da

população da Região Oeste.

O CNO da ADRO regra a sua actividade no sentido de

assegurar uma resposta adequada aos cidadãos maiores

de 18 anos que procuram uma nova oportunidade para dar

continuidade ao seu percurso de formação e/ou qualificação

No Centro existe uma equipa que apoia e acompanha o

candidato na definição de um percurso de qualificação

adequado ao seu perfil, expectativas e motivações; que

valoriza os conhecimentos e aprendizagens, adquiridos

em diferentes contextos de vida, através da realização do

Processo de Reconhecimento, Validação e Certificação de

Competências e, consequentemente, promove a empregabilidade,

incentiva a formação e aprendizagem ao longo da

vida e impulsiona uma participação mais activa do candidato

na sociedade.

Centro Novas Oportunidades

da Agência de Desenvolvimento

Regional do Oeste

Inscreveram-se no CNO da ADRO, ao longo dos 10 anos da

sua actividade, 10 114 adultos e foram certificados 3 336

candidatos - 2 789 de nível básico (equivalente so 4º, 6º e 9º

ano de escolaridade) e 547 de nível secundário (equivalente

ao 12º ano de escolaridade).

Também a rede de parceiros foi crescendo, ao longo dos

anos, através da assinatura de protocolos de colaboração

com diversas instituições, empresas e outras entidades, o

que potenciou a intervenção do Centro. Este crescimento

permitiu, com a colaboração de diversas entidades, uma

maior sensibilização da população para a necessidade de

aumentar as suas qualificações, a mobilização de um maior

número de candidatos, chegar às populações mais afastadas

através de itinerâncias e ter uma maior disponibilidade de

ofertas e respostas formativas que sejam alternativas ao

Processo RVCC.

Salienta-se que a actuação e a continuidade do Centro

se deve ao indispensável envolvimento dos Municípios da

Região Oeste que, no âmbito da actividade da Agência,

participam com uma verba de apoio ao funcionamento (nos

últimos 3 anos contribuíram com o valor de 183.059,46 €).

Realça-se igualmente o apoio e contributo dos restantes

associados da ADRO.

Por todo o trabalho realizado e pelo impacto positivo que tem

tido no aumento da qualificação da população do Oeste, o

Centro Novas Oportunidades faz um balanço muito positivo

dos seus 10 anos de actividade.


No dia 26 de Outubro pelas 14h30m deu-se início a mais

uma festa de aniversário da ESCO - Escola de Serviços

e Comércio do Oeste. “Passaram 19 anos de vivências,

de ver pessoas a crescer (…)”, “(…)19 anos de alegrias,

de profissionalismo e de amizade” foi assim que alguns

dos nossos alunos descreveram a ESCO e lhe deram os

parabéns. E é especialmente nesta atitude de ver pessoas

a crescer que a ESCO se tem empenhado ao longo destes

quase vinte anos. Nesta tentativa de dar asas aos alunos e

fazê-los crescer por si, despertando o empreendedorismo

e a iniciativa empresarial, a professora Marta Matos e

a professora Ana Marta Pedro estão a desenvolver na

ESCO o Projeto ROE - Rede Oeste Empreendedor, que foi

apresentado aos alunos na sessão solene, no auditório. A

sessão abriu com o Hino da ESCO interpretado pela turma

AI4 e foi possível contar com vários convidados, entre eles:

o Dr. Carlos Bernardes da Câmara Municipal de Torres

Vedras, o Dr. Hernâni Miranda, representante da ACIRO,

a Dra. Marina Rodrigues da AERLIS e a ex-aluna Susana

Antunes. Todos os convidados reforçaram a dinâmica da

escola, a importância dos estágios (formação em contexto

de trabalho) dos cursos profissionais na vida dos alunos, e

toda a ação da ESCO para além dos cursos profissionais,

nomeadamente a sua formação para activos.

Foi também feita a já habitual entrega de diplomas aos

alunos que finalizaram o ciclo escolar no ano letivo anterior

(2010/2011) e, este ano, houve algo verdadeiramente novo,

um passatempo, que se intitulou “Dá os Parabéns à ESCO”.

Ao longo de três semanas os nossos alunos podiam dar os

parabéns à ESCO através da plataforma “Moodle”. Várias

foram as mensagens e algumas delas com muita emoção

e sentimento à mistura. Dois alunos saíram vencedores, o

aluno Bernardo Morgado da CP2 e a aluna Márcia Vieira

também da CP2, que receberam um voucher para um jantar

ou almoço no Restaurante MIDI, em Torres Vedras.

Para além da sessão solene no auditório, fez parte da festa

o hastear da bandeira ECOEscolas, a realização da alma

ESCO 15

Escola de Serviços e Comércio do Oeste – 19 Anos

da ESCO, por alguns alunos das turmas do ano lectivo

2009/2010, uma exposição do jornal ECOS desde o primeiro

número até ao último, no átrio da escola, e uma pequena

actuação da turma A11. Por volta das 17 horas, alunos,

professores, pessoal não docente e restantes convidados

foram encaminhados para o átrio para que se pudesse cantar

os parabéns e partir o bolo. Mais um ano passou e, citando

um dos nossos alunos, “(…) podemos dizer com orgulho,

Parabéns ESCO!”

Raquel Fonseca

Gabinete de Comunicação da ESCO


16 Adega Mãe

Investimento de cinco milhões de euros

Grupo Riberalves aposta em projecto pioneiro vitivinícola

e de enoturismo denominado Adega Mãe

O Grupo Riberalves inaugurou no passado dia 23 de Novembro, na presença da

Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território,

Assunção Cristas, e do Presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras,

Carlos Miguel, a sua nova área de negócio, a Adega Mãe – um projecto

vitivinícola pioneiro com uma forte componente de enoturismo,

situado na freguesia de S. Mamede da Ventosa, que contou com um

investimento de cinco milhões de euros.

A aposta no sector vitivinícola vem reforçar a carteira de negócios

do Grupo Riberalves — na qual se destaca a marca de bacalhau

Riberalves, a Novo Dia Cafés e a Riberalves Imobiliária — em duas

áreas estratégicas para o futuro do país, âncoras da economia

portuguesa: a agricultura e o turismo.

Implantada em 4500 metros quadrados dos 40 hectares de vinha

da Quinta da Archeira, freguesia de Ventosa, a Adega Mãe tem uma

capacidade de produção de 1,2 milhões de litros por ano. Na vindima

de 2011 foram produzidos desde já 400 mil litros que se encontram

agora em estágio. Inserida na região vitivinícola de Lisboa, a Adega

Mãe conta com a experiência de mais de três décadas em enologia

de Anselmo Mendes, que ocupa o cargo de enólogo consultor.

Preparada para produzir uma completa gama de vinhos, o primeiro

vinho da Adega Mãe é o DORY Tinto 2010, já disponível no canal

Horeca e com lançamento no mercado previsto para o início de

2012 na moderna distribuição. O nome escolhido dos vinhos

“DORY”, que funcionará como marca umbrella dos vinhos da Adega Mãe,

tem origem na pesca antiga do bacalhau, que era feita nos mares gelados do Atlântico por

frotas portuguesas, em pequenas embarcações – os dóris –, fazendo assim um paralelismo com o core business do Grupo

Riberalves: o comércio de bacalhau.

Depois do DORY Tinto 2010, irá surgir em Janeiro de 2012 o primeiro

vinho branco DORY Branco 2011. No segundo trimestre do próximo

ano, será então lançado o DORY Tinto Reserva 2010.

Os vinhos da Adega Mãe estarão no mercado nos diversos canais

de distribuição nacionais (on e off trade), sendo que o Grupo

Riberalves irá também fazer uma forte aposta na exportação,

sobretudo em países como Angola, Brasil e Moçambique. Os EUA,

Inglaterra, Escandinávia e China são igualmente mercados-alvo da

internacionalização da marca.

Este projecto inovador do Grupo Riberalves, que foi hoje inaugurado

pela Ministra da Agricultura, Assunção Cristas, o Presidente da

Câmara Municipal de Torres Vedras, Carlos Miguel, e o Presidente do

Grupo Riberalves, João Alves, integra ainda um plano de actividades

de enoturismo, como visitas e provas de vinho, actividades agrícolas

e programas integrados com outros operadores da região. A Adega Mãe, um espaço de excelência projectado pelo

arquitecto Pedro Mateus, contempla ainda espaços sociais, desde auditório a uma sala de workshops, passando por salas

de degustação e de experiências interactivas.

“A Riberalves tem sido uma empresa empreendedora ao longo dos

mais de 25 anos de história, com investimentos em várias áreas

de negócio. O Grupo sabe que os tempos que o país atravessa

não são fáceis, mas acredita na sua capacidade de criar projectos

inovadores e diferenciadores com sucesso. Cremos que a Adega

Mãe será, com certeza, uma mais-valia para a região em que se

enquadra o projecto e também para o País”, sublinhou João Alves,

Presidente do Grupo.

“O país precisa que se acredite nele, no seu futuro, não podemos

parar. Pensamos que com projectos como este que agora

lançamos podemos transmitir uma boa imagem de Portugal,

tanto a nível interno como para o exterior”, rematou o Presidente

do Grupo Riberalves.


CONSULTÓRIO

ECONÓMICO

Informamos os empresários que podem consultar a nossa

técnica Dra. Helena Reis para estudos de viabilidade e

elaboração de candidaturas aos programas de Apoio para

o Comércio, Indústria e Serviços, no seguinte horário:

3.ª, 4.ª e 5.ª feiras

das 9,00 às 12,30 horas

CONSULTÓRIO JURÍDICO

Consultório Económico 17

Princípios a Ter em Conta

nas Relações Humanas

(Comerciais, Laborais, ...)

Helena Reis

Consultório Económico

Cada vez mais, com a correria do dia-a-dia e as mil e uma

coisas que há para fazer, vão-se perdendo alguns princípios

fundamentais, que acabam por ser esquecidos, como se a

falta de tempo fosse desculpa para tudo…

Contudo, no que toca ao relacionamento com os outros,

há princípios que não devemos descurar, caso seja nossa

intenção criar e manter bons relacionamentos, sejam eles

pessoais, laborais ou comercias.

Nesse sentido resolvi, talvez também inspirada pelo Quadra

que se aproxima, trazer alguns princípios de relações

humanas que podem e devem ser aplicados no contexto

empresarial, nomeadamente no relacionamento com os

clientes e com os colegas de trabalho. São princípios muito

fáceis de aplicar, não custam dinheiro e podem fazer toda a

diferença, melhorando o estado de espírito e o ambiente no

local de trabalho e podendo definir uma fonteira entre perder

ou fidelizar clientes:

Eis então alguns exemplos:

• Valorizar os outros – todos gostam de ser apreciados,

valorizados, sentir-se importantes e/ou especiais. Por

vezes basta um pequeno elogio.

• Não censurar - a censura só gera mau estar, ressentimento

e não resolve nada;

• Vestir a pele alheia – Se nos colocarmos do lado do outro,

é mais fácil percebermos o que sente e o que pretende,

sendo assim possível despertar-lhe o interesse, falandolhe

do que deseja;

• Interessar-se genuinamente pelos outros – É mais fácil

“fazer amigos” em dois meses interessando-se pelos

outros, do que em dois anos tentando que se interessem

por si;

• Sorrir – Não há ninguém que fique indiferente a um sorriso

simpático e sincero (não confundir com riso ou gargalhada).

Mesmo que o interlocutor não esteja nos melhores dias,

o seu sorriso fá-lo-á mudar de estado de espírito e

certamente o diálogo será muito mais fácil e tranquilo.

• Tratar o outro pelo nome – As pessoas gostam de

ser tratadas pelo nome, pois sentem-se valorizadas e

especiais.

• Dar atenção ao que outro diz – A atenção exclusiva à

pessoa que está a falar é mesmo muito importante, nada

a pode lisonjear tanto. Não receba ou envie mensagens de

telemóvel enquanto falam consigo…

• Ser simpático/educado – A simpatia e a educação são

sempre bem-vindas, sendo inclusivamente geradoras de

respeito e harmonia.

• Procurar consensos – Procure obter um sim logo de

início. Comece pelos assuntos em que sabe estarem de

acordo. Não comece por discutir os assuntos em que

divergem.

• Teatralizar q.b. – Utilize exemplos, seja criativo, faça

demonstrações, mas não exagere, não se torne demasiado

teatral e aborrecido;

• “Ocupar Espaço” sendo modesto – Deve procurar estar

bem informado e falar com convicção e segurança, mas

sem exibicionismo. Quanto mais se vangloriar dos seus

conhecimentos ou do que tem de bom, menos credível se

torna.

• Não discutir – Evite as discussões, pois o único meio de

se sair bem delas é mesmo evitá-las.

• Acreditar sempre no que se defende – Ganhe confiança

merecendo-a. Deve estar primeiro convencido, antes de

tentar convencer os outros.

• Ser sucinto – Procure ser claro e direto nos assuntos que

tem a tratar, caso contrário correrá o risco de tornar-se

maçador e confuso.

A falta de tempo não pode mesmo servir de desculpa….

Boas Festas!

Lembramos os nossos associados que podem consultar a nossa técnica,

Dra. Paula Louro Sousa, para questões jurídicas relacionadas com a

actividade empresarial, nos seguintes dias:

Segundas-feiras

da primeira e terceira semana de cada mês.

Horário: das 10,00 às 12,00 horas.


18 Calendário Fiscal

Calendário Fiscal - Dez. 2011

Dia 10

CALENDÁRIO FISCAL – DEZEMBRO 2011

IRS – Declaração Modelo 11

Entrega da Declaração modelo 11, por transmissão de dados, pelos notários e outros

funcionários ou entidades que desempenhem funções notariais, bem como as entidades

ou profissionais com competências para autenticar documentos particulares que titulem

atos ou contratos sujeitos a registo predial, ou que intervenham em operações previstas nas

alíneas b), f) e g) do n.º 1 do artigo 10º das relações dos atos praticados no mês anterior,

suscetíveis de produzir rendimentos.

Dia 12

Segurança Social – Declaração de remunerações (Novembro)

A entrega da declaração de remunerações referente ao mês de novembro de 2011 tem

qu ser feita obrigatoriamente através da Segurança Social Direta até ao dia 12 de

Dezembro de 2011 (considerando que o dia 10 calha a um sábado).

As entidades contribuintes que sejam pessoas singulares e que tenham ao seu serviço

apenas um trabalhador podem optar pelo envio da declaração em suporte de papel ou

através da transmissão eletrónica de dados, sendo a opção por esta última irrevogável.

Dia 15

IRC – Pagamento por conta

Terceiro pagamento por conta do IRC para entidades residentes que exercem, a título

principal, atividade de natureza comercial, industrial ou agrícola e para não residentes

com estabelecimento estável, com periodicidade coincidente com o ano civil.

IMT – Declaração Modelo 11

Os notários e outros funcionários ou entidades que desempenham funções notariais, bem

como as entidades e profissionais com competência para autenticar documentos

particulares que titulem atos ou contratos sujeitos a registo predial, devem submeter, até ao

dia 15 de cada mês, à Direção-Geral dos impostos, os seguintes elementos:

a) Em suporte eletrónico (Modelo 11), uma relação dos atos ou contratos sujeitos a IMT,

ou deles isentos, efetuados no mês antecedente, contendo, relativamente a cada

um desses atos, o número, a data e importância dos documentos de cobrança ou

os motivos da isenção, nomes dos contratantes, artigos matriciais e respetivas

freguesias, ou menção dos prédios omissos;

b) Cópia das procurações que confiram poderes de alienação de bens imóveis em

que por renúncia ao direito de revogação ou cláusula de natureza semelhante, o

representado deixe de poder revogar a procuração, bem como dos respetivos

substabelecimentos referentes ao mês anterior;

c) Cópia das escrituras ou documentos particulares autenticados de divisões de coisa

comum e de partilhas de que façam parte bens imóveis.

IRC – Pagamento adicional por conta da derrama estadual

Terceiro pagamento adicional por conta da derrama estadual devido por entidades

residentes que exercem, a título principal, atividades de natureza comercial, industrial ou

agrícola e por não residentes com estabelecimento estável que tenham no ano anterior

um lucro tributável superior a €2.000.000, com periodicidade coincidente com o ano civil.


DIA 10 – DIA 20

Segurança Social – pagamento de contribuições (novembro)

Pagamento das contribuições e quotizações relativas ao mês de novembro – a efetuar

entre os dias 10 e 20 de dezembro.

DIA 20

IRC – Retenções na fonte

Entrega das importâncias retidas, no mês anterior, para efeitos de IRC

SELO – Retenções na fonte

Entrega das importâncias retidas, no mês anterior, para efeitos de Imposto de Selo.

IRS – Retenções na fonte

Entrega das importâncias retidas, no mês anterior, para efeitos de IRS.

IRS – Pagamento por conta

Terceiro pagamento por conta do IRS de titulares de rendimentos da categoria B.

Calendário Fiscal 19

IVA – Declaração recapitulativa

Entrega da declaração recapitulativa, por transmissão eletrónica de dados, pelos sujeitos

passivos do regime normal mensal que tenham efetuado transmissões intracomunitárias de

bens e/ou prestações de serviços noutros Estados Membros, no mês anterior, quando tais

operações sejam aí localizadas nos termos do artigo 6º do Código do IVA, e para os sujeitos

passivos do regime normal trimestral quando o total das transmissões intracomunitárias de

bens a incluir na declaração tenha no trimestre em curso (ou em qualquer outro trimestre)

excedido o montante de € 100.000

DIA 23

IRS – Retenção na Fonte

Prazo limite para a entrega dos montantes retidos para efeitos da sobretaxa extraordinária,

nos locais de pagamento habituais. Para o efeito, deverá ser utilizada a atual declaração

de Retenção na Fonte de IRS, IRC e Imposto de Selo, à qual foi acrescida a rubrica 112 –

Sobretaxa extraordinária, igualmente repartida por cada uma das áreas geográficas

(Continente, Açores, Madeira).

As entidades que procedam à retenção na fonte nos termos do disposto no artigo 99º-A do

Código do IRS, devem fazer constar essas importâncias, em separado:

a) Na declaração modelo 10 a entregar até ao final do mês de Fevereiro de 2012;

b) No documento comprovativo a entregar aos sujeitos passivos até ao dia 20 de

janeiro de 2012, respeitante às importâncias pagas e importâncias retidas a

qualquer título.

DIA 31

IUC – Pagamento

Liquidação, por transmissão eletrónica de dados, e pagamento do Imposto Único de

Circulação – IUC, relativo aos veículos cujo aniversário da matrícula ocorra no presente

mês. As pessoas singulares poderão solicitar a liquidação em qualquer Serviço de Finanças.

IVA – Pedido de restituição do IVA

Entrega, por transmissão eletrónica de dados, do pedido de restituição de IVA pelos sujeitos

passivos cujo imposto suportado, no próprio ano, noutro Estado Membro ou país terceiro

(nesse caso em suporte de papel), quando o montante a reembolsar for superior a €400,00

e respeitante a um período de três meses consecutivos, tal como refere o Decreto-Lei n.º

186/2009 de 12 de agosto.

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