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Em que sentido está(ria) a verdade? Uma análise discursiva ... - Latu

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Em que sentido está(ria) a verdade? Uma análise discursiva ... -

Em que sentido está(ria) a verdade? Uma análise discursiva do efeito de objetividade jornalística no rádio Wagner Roberto Lopes Cantori Resumo: As palavras objetividade, isenção e imparcialidade são sempre evocadas quando se trata de jornalismo e de ciência. Jornalistas e cientistas na interseção das duas áreas – a divulgação científica – pensam materializar suas utópicas “objetividades”. Tendo como arcabouço teórico a análise do discurso francesa, a investigação parte da preocupação com a notícia de ciência no rádio, levando em consideração o modo como é significada a identidade e a construção da cidadania. O presente projeto mostra como funcionam na/pela língua as marcas e propriedades discursivas que produzem um efeito de objetividade tanto para quem produz, quanto para quem recebe. Introdução No século XVI, quando a imprensa surgiu no Brasil, como resultado de uma iniciativa oficial portuguesa, trouxe consigo a tradição do sistema de censura estatal do país. Durante os séculos XVIII e XIX, a imprensa buscou formas de apenas “informar” os fatos e nunca “opinar” sobre eles, ficando assim livre de opressões por parte da censura portuguesa. Segundo Mariani (1993), no século XIX, um jornal confiável do ponto de vista do Estado é aquele que, aceitando as regras do jogo, se coloca num lugar de transparência. Ao assumir-se como transparente, o discurso jornalístico encontrou uma forma de escapar ao controle político. Portanto, palavras como objetividade, imparcialidade, isenção usualmente atribuídas à atividade jornalística e que acabam por sustentar a noção de informação, só existiam na época porque o ato de informar em jornais era controlado, produzindo um efeito de transparência. A construção do discurso jornalístico foi, durante séculos, cultivando essa imagem de um discurso que se supõe isento de pré-julgamento, um discurso suporte para fatos que falam por si. Atualmente o cenário não é diferente, Martins (1997) diz no Manual de Redação do jornal O Estado de São Paulo que os textos jornalísticos devem ser feitos de forma imparcial e objetiva. Não deve expor opiniões, mas fatos, para que o leitor tire deles as próprias conclusões. Para Authier-Revuz (1998) a divulgação científica é classicamente considerada como uma atividade de disseminação, em direção ao exterior, de conhecimentos científicos já 1

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