APRENDIZAGEM COOPERATIVA NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA ...
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<strong>APRENDIZAGEM</strong> <strong>COOPERATIVA</strong> <strong>NA</strong> <strong>EDUCAÇÃO</strong> A <strong>DISTÂNCIA</strong> ON-LINE<br />
Hélio Dias de Araújo<br />
Capitão do Serviço de Intendência, Bacharel em Ciências Militares (AMAN/1996),<br />
Mestre em Operações Militares (EsAO/2004) e Especialista em Metodologia do Ensino Superior<br />
(UNIGRAN/2007). Atualmente, é o Fiscal Administrativo do 28º Batalhão Logístico – Dourados-MS.<br />
RESUMO: O artigo aborda conceitos e características da aprendizagem cooperativa na<br />
educação a distância on-line. Detalhando o e-learning, destacam-se as peculiaridades das<br />
teorias de Piaget e Vygotsky, o papel do professor e os obstáculos encontrados no caminho<br />
da aprendizagem cooperativa realizada em ambientes virtuais.<br />
PALAVRAS-CHAVES: Educação a Distância, Aprendizagem, Aprendizagem Cooperativa.<br />
ABSTRACT: The article in the distance approaches concepts and characteristics of the<br />
cooperative learning in the education on-line. Detailing e-learning, the peculiarities of the<br />
theories Piaget and Vygotsky, the paper of teacher and the obstacles found in the way of the<br />
carried through cooperative learning in virtual environments are distinguished.<br />
KEY WORDS: Education in the distance, Learning, Cooperative Learning.
1 INTRODUÇÃO<br />
O ensino a distância assentado na internet surge como uma modalidade de educação<br />
extremamente adequada às novas demandas educacionais que caracterizam o mundo<br />
globalizado e a sociedade alicerçada em informações dinâmicas.<br />
Nos dias atuais, tanto as empresas quanto as universidades investigam como fazer o melhor<br />
uso do ensino a distância com o objetivo de minimizar custos e a distância entre os atores<br />
envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Todavia, romper os paradigmas da<br />
educação tradicional e implementar caminhos seguros para a nova realidade educacional<br />
tem sido tema de estudo para muitos pesquisadores na área educacional e tecnológica<br />
(ZAI<strong>NA</strong>, 2002).<br />
Os recursos tecnológicos disponíveis possibilitam ambientes de ensino virtuais agradáveis<br />
que favorecem a troca de idéias, o compartilhamento de experiências, a inclusão de<br />
biblioteca, uso do bate-papo (chat), permuta de mensagens eletrônicas e realização de<br />
fóruns (conferência).<br />
Nesta vertente, cabe ressaltar que a aprendizagem on-line deve enfatizar a interação,<br />
cooperação (colaboração) e a construção do conhecimento, ou seja, o discente passa a ser<br />
individuo ativo na edificação do seu saber e do grupo ao qual pertence.<br />
O artigo busca oferecer uma reflexão construtiva sobre proposta pedagógica da<br />
aprendizagem cooperativa associada ao processo de ensino e aprendizagem realizado na<br />
educação a distância on-line.
2 <strong>APRENDIZAGEM</strong> <strong>COOPERATIVA</strong> <strong>NA</strong> E-LEARNING<br />
Educação a distância on-line ou e-learning (e - aprendizagem) pode ser entendida como<br />
aquela que faz um uso mais intensivo das ferramentas síncronas e/ou assíncronas e de<br />
ambientes virtuais educativos criados na internet para o desenvolvimento do processo de<br />
ensino e aprendizagem.<br />
Palloff e Pratt (2002 apud NUNES e VILARINHO, 2006, p. 111) “chamam de aprendizagem<br />
eletrônica àquela que se efetiva por meio de comunicação eletrônica, apoiada em<br />
dispositivos mediáticos, dentro os quais se destacam e-mail, fóruns eletrônicos e chats”.<br />
Para Barilli (2006, p. 155) o e-learning (e - aprendizagem) “pode ser considerado como uma<br />
nova forma de aprender, que traz como habilidades básicas: compreender minimamente o<br />
funcionamento da Internet e o seu potencial; aprender o manuseio das ferramentas virtuais;<br />
e lidar com a palavra oral e escrita, entre outras”.<br />
Hardin e Ziebarth (1995 apud CAMPOS et al, 2003, p. 25) “entendem que a aprendizagem<br />
baseada na internet deve aproveitar o que há de melhor nas redes de computadores – a<br />
possibilidade de comunicação e cooperação entre os pares”.<br />
Palloff e Pratt (2002 apud KOSLOSKY, 2004, p. 72) afirmam que:<br />
[...] o uso da tecnologia abre novos horizontes para que os alunos<br />
construam novos conhecimentos, aprendam sobre si próprios, sobre seus<br />
estilos de aprendizagem e sobre como trabalhar em conjunto em equipes<br />
distribuídas geograficamente. Todas essas habilidades são transferíveis ao<br />
mundo do trabalho e adquiridas da participação em comunidades de<br />
aprendizagem virtuais.<br />
Cooperar, de acordo com Argyle (1991 apud CAMPOS et al, 2003, p. 25), “é atuar junto, de<br />
forma coordenada, no trabalho ou relações sociais para atingir metas comuns. As pessoas<br />
cooperam pelo prazer de repartir atividades ou para obter benefícios mútuos”.
Magdalena e Costa (2003 apud PRIMO, 2006, p. 43) advogam que a aprendizagem é mais<br />
eficaz quando, ao trabalhar conjuntamente em certo problema, os aprendentes “defrontam-<br />
se com conflitos ou dificuldades e se envolvem em argumentações, contra-argumentações e<br />
negociações para produzirem uma solução conjunta”. Todavia, a problematização deve<br />
envolver algo significativo, valoroso e relacionado com a realidade vivida pelos aprendizes<br />
naquele instante da aprendizagem. Questionamentos vagos, superficiais e não imbricados<br />
com temas relevantes para o aluno não estimulam a participação e, consequentemente, a<br />
cooperação.<br />
A aprendizagem cooperativa na concepção de Campos et al. (2003, p.26) “é uma técnica ou<br />
proposta pedagógica na qual estudantes ajudam-se no processo de aprendizagem, atuando<br />
como parceiros entre si e com o professor, com o objetivo de adquirir conhecimento sobre<br />
um dado objeto.” Neste prisma, a cooperação busca alavancar a participação ativa e a<br />
interatividade tanto dos alunos quanto dos professores, por conseqüência, facilitando a<br />
participação social em ambientes virtuais que propiciem a interação, a colaboração e a<br />
avaliação. (CAMPOS et al, 2003).<br />
Morris e Hayes (1997 apud CAMPOS et al, 2003, p. 30) “entendem que a aprendizagem<br />
cooperativa gera benefícios para os alunos, pois eles precisam aprender a interagir com os<br />
outros membros do grupo, a exercitar a tomada de decisão e desenvolver habilidades de<br />
trabalho em grupo, tornando-se mais confiante em expor publicamente seus pontos de<br />
vista.” Esta característica da aprendizagem cooperativa desenvolve a competência do<br />
trabalho em grupo e as relações interpessoais.<br />
A abordagem da aprendizagem colaborativa se sustenta em seis pontos fundamentais de<br />
acordo com Woodbine (1997 apud CAMPOS et al, 2003, p. 27):<br />
- responsabilidade individual pela informação reunida pelo esforço do grupo;<br />
- interdependência positiva, de forma que os estudantes sintam que<br />
ninguém terá sucesso, a não ser que todos o tenham;
- melhor forma de entender um dado material, tendo que explicá-lo a outros<br />
membros de um grupo;<br />
- desenvolvimento de habilidades interpessoais, que serão necessárias em<br />
outras situações na vida do sujeito;<br />
- desenvolvimento da habilidade para analisar a dinâmica de um grupo e<br />
trabalhar com problemas – forma comprovada de aumentar as atividades e<br />
envolvimento dos estudantes; e<br />
- um enfoque interessante e divertido.<br />
Detalhando as especificidades da interdependência positiva e da responsabilidade individual<br />
na aprendizagem cooperativa, observa-se a necessidade de criar ambientes que<br />
possibilitem o compartilhamento de materiais elaborados pelos aprendizes. Na esteira desta<br />
idéia, uma excelente possibilidade é determinar a cada membro do grupo a elaboração de<br />
um estudo sobre um tema relevante e que, posteriormente, através de um artigo cientifico,<br />
compartilhe o que pesquisou e aprendeu com os demais membros do grupo. Estas<br />
contribuições serão componentes da avaliação do discente.<br />
O professor no contexto da aprendizagem cooperativa passa a ser um facilitador. Para<br />
Campos et al. (2003, p. 30) a mudança no papel docente se processa quando “em lugar de<br />
atuar como especialista que fornece informações, como nas aulas expositivas, o professor<br />
estrutura um ambiente cooperativo de forma a incentivar a interação entre alunos.” Com<br />
efeito, fica evidente que o intercâmbio de informações ocorre também entre docente e<br />
alunos. Os incentivos efetuados pelo docente buscam estimular os fatores motivacionais<br />
intrínsecos do aprendente de maneira que a participação cooperativa ocorra de forma<br />
eficiente. No mesmo foco do raciocínio anterior, usando uma metáfora teatral, Belloni (2006,<br />
p. 82) afirma o seguinte sobre a missão do docente:<br />
o professor não mais terá o prazer de desempenhar o papel principal numa<br />
peça que ele escreveu e também dirige, mas deverá sair do centro da cena<br />
para dar lugar a outros muitos atores – os estudantes – que<br />
desempenharão os papéis principais em uma peça que o professor poderá<br />
até dirigir, mas que foi escrita por vários outros autores<br />
Percebe-se que a força motriz que baliza a aprendizagem cooperativa atua no sentido da<br />
construção do conhecimento pelo aluno através da sua participação ativa no processo
edificação do saber individual e coletivo. Assim, conclui-se que as teorias construtivistas de<br />
Piaget e Vygotsky norteiam e alicerçam esta forma de aprendizagem.<br />
Campos et al. (2003) explicam que, no construtivismo, o saber é elaborado pelo aprendiz<br />
nas interações com o ambiente externo. O discente é sujeito ativo no processo de<br />
aprendizagem, por meio da experimentação, da pesquisa em grupo, do estímulo à dúvida e<br />
ao desenvolvimento do raciocínio. “Os conceitos são formados no contato com o mundo e<br />
com as outras pessoas.” (CAMPOS et al, 2003, p. 32). Portanto, arremata Piaget (1998, p.<br />
142 apud PRIMO, 2006, p. 43) ao afirmar que “foi pelo atrito incessante com outrem, pela<br />
oposição das vontades e das opiniões, pela troca e pela discussão, pelos conflitos e pela<br />
compreensão mútua que todos nós aprendemos a nos conhecer”.<br />
Para Piaget, a idéia de cooperação é antagônica à de coação:<br />
Na coação trata-se, portanto, de 'fazer como os outros', seguindo-se o<br />
critério da semelhança. Na cooperação, no entanto, o critério é outro: é o da<br />
reciprocidade, o que não significa 'fazer igual ao outro', mas, sim, coordenar<br />
o ponto de vista próprio com o ponto de vista do outro. O bem, a respeito do<br />
qual cada indivíduo chega com uma perspectiva pessoal, é redefinido na<br />
relação de cooperação pela mútua coordenação das diferentes perspectivas<br />
em jogo.<br />
[...] Em uma palavra: enquanto a coação fornece um modelo (um conteúdo)<br />
a ser seguido, a cooperação fornece um método (uma forma). O bem não é<br />
definido de antemão, mas poderá nascer ou se renovar a cada experiência<br />
de cooperação. (LA TAILLE, 1992 apud SOUZA, 2005, p. 88).<br />
No contexto da teoria socioconstrutivista de Vygotsky, a aprendizagem se processa<br />
gradualmente através do nível de interação social a que é exposto o individuo. Vygotsky<br />
identificou três zonas de desenvolvimento para o aprendente: zona de desenvolvimento real<br />
que pode ser definida como aquilo que o individuo é capaz de fazer sozinho; zona de<br />
desenvolvimento potencial que é conceituada como aquela onde o aprendiz necessita de<br />
ajuda para elaborar uma determinada tarefa e, por fim, a zona de desenvolvimento proximal<br />
que é expressa como a diferença entre aquilo que o aluno realmente já possui condições de<br />
executar e as ações para quais ele necessita de guia. É nesta última zona de<br />
desenvolvimento que o educador deve atuar para desenvolver as habilidades desejadas nos
aprendentes. Lopes (1996 apud BARILLI, 2006, p. 158) afirma que “a vivência em sociedade<br />
é essencial para a transformação do homem de ser biológico em ser humano. É pela<br />
aprendizagem nas relações com os outros que construímos os conhecimentos que<br />
permitem nosso desenvolvimento mental”.<br />
Com efeito, não se pode imaginar que a aprendizagem cooperativa na educação a distância<br />
on-line esteja livre de problemas. Dentre alguns obstáculos encontrados no caminho da<br />
aprendizagem cooperativa é possível enunciar a falta de habilidade com a comunicação<br />
escrita pelos alunos e professores que não dominam completamente a tecnologia virtual. De<br />
acordo com Campos et al (2003) muitas das causa de insucesso nesta forma de<br />
aprendizagem reside no fato de que os membros dos ambientes cooperativos não sabem<br />
trabalhar em grupo, possuem heterogeneidade cultural acentuada e os cenários virtuais<br />
educativos são mal elaborados não favorecendo a interação entre os aprendizes.<br />
Um outro vetor que não pode ser desprezado na educação on-line são os conflitos<br />
interpessoais, pois se eles acontecem nas situações tradicionais de educação não haveria<br />
de ser diferente no mundo cibernético. Neste contexto, Nunes e Vilarinho (2006, p. 112)<br />
explicam que:<br />
Embora saibamos que os conflitos surgem tanto em situações presenciais<br />
de ensino quanto nas online, admitimos que nestas tendem a ser mais<br />
fortes, se levarmos em consideração que as pessoas constrangem-se<br />
menos por não estarem face a face. Mensagens de indignação, insatisfação<br />
e mal-estar revelam-se com freqüência no contexto cibernético, e são<br />
difíceis de resolver, daí a relevância do estabelecimento de papéis e da<br />
definição clara de normas, contando-se com a participação de todos os<br />
envolvidos.<br />
As interações cooperativas na educação a distância on-line podem ser realizadas pela<br />
utilização das ferramentas síncronas ou assíncronas.<br />
- Síncronas – é o tipo de comunicação que se processa quando os membros estão se<br />
comunicando em tempo real. Emissor e receptor de informações devem se conectar ao<br />
mesmo tempo para que a transmissão ocorra com sucesso. Todavia, faz-se necessário
perceber as limitações impostas pela tecnologia quando esta conexão se processa pela<br />
internet (velocidade de conexão, por exemplo) de tal forma que situações desagradáveis<br />
não venham a desmotivar o aprendiz. (ZAI<strong>NA</strong>, 2002). Esta categoria engloba o chat<br />
(debates), videoconferência e whiteboard.<br />
- Assíncronas – é o tipo de comunicação que se configura pela não necessidade dos atores<br />
envolvidos no processo de ensino-aprendizagem estarem conectados no mesmo instante. O<br />
emissor e receptor não precisam trabalhar no mesmo espaço temporal. (ZAI<strong>NA</strong>, 2002). Este<br />
grupo de ferramentas abarca o correio eletrônico, fórum (conferências), biblioteca para<br />
depósito de colaborações dos aprendentes e o portfólio.<br />
Portanto, os ambientes educacionais virtuais devem ser moldados de forma a disponibilizar<br />
o maior número possível de instrumentos síncronos e assíncronos que favoreçam a<br />
interação contínua entre o docente-aluno e aprendiz-aprendiz.<br />
3 CONCLUSÃO<br />
A educação a distância vem passando por um processo evolutivo constante ao longo da sua<br />
história. Nos dias atuais, a necessidade de qualificação de recursos humanos e o<br />
desenvolvimento das tecnologias virtuais, particularmente, a internet, vêm contribuindo para<br />
alavancar este processo de ensino-aprendizagem.<br />
Contudo, a caminhada rumo a excelência é árdua e repleta de paradigmas que colocam em<br />
suspeição a eficiência e a eficácia da educação a distância. Porém iniciativas<br />
implementadas em vários países ratificam o sucesso da educação a distância on-line como<br />
uma maneira de democratizar o saber.<br />
Evidente que neste novo modelo de ensino, professores e discentes devem possuir papéis<br />
bem definidos e não simplesmente transpor as aulas expositivas e a situação passiva,<br />
respectivamente, do ensino tradicional para o ambiente virtual. É imperioso o uso das
ferramentas síncronas e assíncronas para desenvolver a colaboração, a interação, os<br />
embates de idéias e, por conseguinte, a construção do conhecimento.<br />
REFERÊNCIAS<br />
BARILLI, Elomar Christina Vieira Castilho. Avaliação: acima de tudo uma questão de opção.<br />
In: SILVA, Marco; SANTOS, Edméa. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação<br />
online. São Paulo: Loyola, 2006, p.153-170.<br />
BELLONI, Maria Luiza. Educação a distância. 4. ed. São Paulo: Autores Associados, 2006.<br />
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DP&A, 2003.<br />
NUNES, Lina Cardoso; VILARINHO, Lúcia Regina Goulart. Avaliação da aprendizagem no<br />
ensino online em busca de novas práticas. In: SILVA, Marco; SANTOS, Edméa. (Org.).<br />
Avaliação da aprendizagem em educação online. São Paulo: Loyola, 2006, p.109-121.<br />
PALLOFF, Rena M.; PRATT, Keith. Construindo comunidades de aprendizagem no<br />
ciberespaço: estratégias eficientes para a sala de aula on-line. Tradução Vinícius Figueira.<br />
Porto Alegre: Artmed, 2002.<br />
PRIMO, Alex. Avaliação em processo de educação problematizadora online. In: SILVA,<br />
Marco; SANTOS, Edméa. (Org.). Avaliação da aprendizagem em educação online. São<br />
Paulo: Loyola, 2006, p.37-49.<br />
SOUZA, Alba Regina Battisti de. Movimento didático na educação a distância: análises e<br />
prospecções. 2005. 223 f. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) – Universidade<br />
Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005. Disponível em:<br />
. Acesso em: 30 jul. 2006.<br />
ZAI<strong>NA</strong>, Luciana Aparecida Martinez. Acompanhamento do aprendizado do aluno em<br />
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(Mestrado em Engenharia) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo,<br />
2002. Disponível em: . Acesso em: 30 jul. 2006.