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Edição 29 - Revista Algomais

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Política PAULISTA A

Política PAULISTA A outra cidade de grande contingente populacional em que a prefeitura será disputada por três grandes partidos políticos é Paulista, mas com uma particularidade: os três candidatos mais competitivos pertencem a partidos da Frente Popular: o atual prefeito Yves Ribeiro (PSB), o ex-prefeito Antonio Speck (PTB) e o deputado estadual Sérgio Leite (PT). O Palácio tentou de várias formas tirar o petista da disputa para apoiar Yves Ribeiro, porém não houve jeito. Com isso, o governador vai para o palanque de Yves, Armando para o de Speck e João Paulo para o de Sérgio Leite. E, seja quem for o vitorioso, estará junto com os outros dois, daqui a dois anos, apoiando a reeleição do atual governador. Os principais partidos de oposição ao governo estadual não têm qualquer chance no município. O DEM lançou Geraldo de Souza Pinho Alves, filho do ex-prefeito Geraldo Pinho Alves, mas sua chance de vitória é zero, o PMDB indicou o vice do PT (Nena Cabral) e o PSDB o vice de Yves (Duffles Pires). Em Igarassu, apesar de a disputa ser bastante acirrada, quem vencer vai trabalhar pela reeleição de Eduardo Campos em 2010 24 > > agosto IGARASSU Disputa acirrada deverá ocorrer em Igarassu entre o candidato Jesimário Baracho (PSB) e o empresário Mário Ricardo (PSL). Baracho tem o apoio do prefeito Severino Ninho (PSB) e do ex Yves Ribeiro, além de um punhado de pequenos partidos e, Ricardo, que foi o candidato do PMDB em 2004, do ex-prefeito Jurandir Bezerra e do presidente da Assembléia Legislativa Guilherme Uchoa (PDT). Qualquer dos dois que for vitorioso estará com Eduardo Campos em 2010. Em São Lourenço da Mata, Camaragibe, Moreno, Abreu e Lima, Itapissuma e Itamaracá a prefeitura será disputada por um candidato “palaciano” e outro da oposição. Em São Lourenço, o favorito é Ettore Labanca (PSB) cujo principal opositor é Tito Pereira (PSDB), tio Em Paulista, os três candidatos mais competitivos pertencem a partidos da Frente Popular do prefeito Jairo Pereira. Em Camaragibe, o prefeito João Lemos (PCdoB) concorre à reeleição tendo como principais opositores Demóstenes Meira (ex-DEM) e Jairo Pereira (PSDB). Em Moreno, o prefeito Edward Bernardo (PMDB), ligado a Jarbas Vasconcelos, enfrenta Alfredo Costa (PT) e o ex-prefeito Vavá Rufino (PSDB). Em Abreu e Lima, o prefeito Flávio Gadelha (PMDB), também ligado ao senador, concorre com o ex Jerônimo Gadelha (PDT), do grupo de Guilherme Uchoa. Em Itapissuma o prefeito Clóvis Cavalcanti (PDT), também do grupo de Guilherme, enfrenta o vereador Cau Volia (DEM) e, em Itamaracá, o prefeito Paulo Volia (DEM), pai de Cau, vai para a disputa com o petista Rubinho Catunda, cujo vice, Cláudio Gadellha, pertence aos quadros do PSB. n

Polêmica Alexandre Albuquerque n Sítio Histórico da Capunga (Fundição, Casa de Manuel Bandeira e Hospital) é descaracterizado pela padronização da cor A ditadura do amarelo ABUSO | Faculdade Maurício de Nassau pinta imóveis antigos da mesma cor e processa cronista e presidente de associação por críticas lei 5.250/67, mais conhecida como Lei A de Imprensa, foi recentemente alvo de uma polêmica nacional, causada por disputas judiciais entre a Folha de São Paulo e a Igreja Universal do Reino de Deus. Sentindo-se prejudicada por uma matéria publicada no jornal, a instituição patrocinou o ingresso de diversas ações. No Recife, sem o mesmo alarde, tramitam quatro ações na Justiça, uma delas penal, com base na citada lei, que a Faculdade Maurício de Nassau ingressou contra o cronista Joca Souza Leão. “Não é possível que ainda vivamos sob a égide de uma lei da época da ditadura militar. Eu acho que a liberdade de imprensa foi ameaçada, foi golpeada,” contesta Joca. A origem da controvérsia foi uma crônica publicada no Jornal do Commercio, no dia 23 de setembro de 2006, sob o título: “Era uma vez uma cidade”. No texto (leia a íntegra na página 27) o cronista discorre sobre a descaracterização do Sítio da Capunga. “... É de doer. Os caras compraram ou alugaram, não sei, a centenária Fundição Lucena e tacaram azul e amarelo. O hospital psiquiátrico, tacaram azul e amarelo. E aí, meus amigos, eles ocuparam a casa do poeta Manuel Bandeira e, acreditem, tacaram azul e amarelo. (Vandalismo não é só pichar paredes, que se apaga. Vandalismo maior é esse, de quem tem dinheiro, que pinta tudo, picha tudo, destrói tudo e fica por isso mesmo.)” A indignação demonstrada no texto devese ao fato do Sítio Histórico da Capunga estar localizado em Zona de Preservação Rigorosa, protegido pelo Decreto 11.884 de 1981. “Na época que aqueles imóveis foram construí- dos as cores berrantes não existiam, era tudo pintado em tons pastéis. Não se pode descaracterizar o patrimônio histórico dessa forma; vira uma Disneylândia. Isso vai contra todas as leis que existem”, explica Carla Andrade Reis, diretora administrativa da Agência de Estudos e Restauro do Patrimônio – AERPA. Na época, reconhecendo a procedência das críticas, a faculdade repintou os imóveis, em tons de amarelo claro e branco, porém tudo padronizado. A resposta, no entanto, não parou por aí. No próprio Jornal do Commercio, Janguiê Diniz, diretor-geral da Faculdade Maurício de Nassau, publicou no dia 1 de outubro, uma carta aberta aos pernambucanos. “... O que você define como “pichação” e “vandalismo”, tipificados como crime no Art. 65 da Lei n 9.605/1998, trata-se de um agosto > > 25

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