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Edição 29 - Revista Algomais

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Capa Usando a cabeça

Capa Usando a cabeça Para driblar a inflação dos alimentos, o consumidor deve redobrar a atenção na hora de ir à feira. Segundo os economistas, a saída é comprar de forma inteligente, ou seja, planejar o que vai ser consumido. Mãos a obra, a dica da professora de economia doméstica da Universidade Federal Rural de Pernambuco Fátima Massena é simples. “Como o grupo alimentos foi o item fundamental para a alta da inflação, a feira deve ser o principal ponto de análise dos custos. Para economizar o máximo possível é necessário planejar e isso pode ser feito programando o que será servido durante as refeições, quantas pessoas irão comer e assim elabora-se a lista de compras.” Inflação de índices INPC|Índice Nacional de Preços ao Consumidor Avalia a inflação das famílias com rendimentos mensais entre um e seis salários mínimos. IPCA|Índice de Preços ao Consumidor Amplo É o índice oficial da inflação do país porque oferece a variação dos preços para o consumidor final. IPCA-E|Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo Especial É um balanço trimestral da inflação. IPCA-15|Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 É uma prévia do IPCA. IGP|Índice Geral de Preços Registra a inflação de preços desde matérias-primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais. É formado pela média do IPA, IPC e INCC. 40 > > agosto Pequenas despesas e compras a prazo também devem ser evitadas, principalmente para bens básicos, comprados mensalmente. Nesse caso o endividamento acaba virando uma bola de neve. Gastos de um ou dois reais são vistos pelos analistas como um dos principais contribuintes para a elevação dos orçamentos. Outro fator essencial para essa alta são os cartões de crédito, por isso o consumidor deve ter em mente que o à vista acaba saindo mais barato. “A ilusão de que não estamos pagando na hora nos permite acabar passando mais coisas e perdendo o controle dos custos”, disse a professora. Outro ponto que não deve ser esquecido nem no momento atual, nem nunca, é a IGP-10|Índice Geral de Preços 10 É uma das versões do Índice Geral de Preços (IGP). IGP-DI|Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna É obtido a partir da média do IPA-DI (Índice de Preços por Atacado - Disponibilidade Interna), IPC-DI (Índice de Preços ao Consumidor - Disponibilidade Interna) e INCC-DI (Índice Nacional do Custo da Construção - Disponibilidade Interna). IGP-M|Índice Geral de Preços do Mercado Formado pelo IPA-M (Índice de Preços por Atacado - Mercado), IPC-M (Índice de Preços ao Consumidor - Mercado) e INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção - Mercado) é uma das versões do IGP. IPC-S|Índice de Preços ao Consumidor Semanal Reflete o custo de vida de famílias com renda mensal de 1 a 33 salários mínimos. Como o cidadão pode se defender da alta dos alimentos 1. Comprar corretamente 2. Procurar bens substitutos 3. Pesquisar bens 4. Evitar desperdícios lista de compras e a máquina de calcular. O estoque de alimentos ainda é um ato que, dependendo da forma que ocorra, pode ser condenado. Para o economista Jorge Jatobá, a saída ainda pode ser a procura de bens substitutos. Já Fátima Massena defende a prática de estoque a partir do momento que o cidadão tenha recursos disponíveis, local adequado para o armazenamento e se a validade for suficiente para alcançar o uso. Mas, ainda vai um alerta: se todos correrem para estocar, pode faltar alimentos, pois a crise também é motivo da diminuição da oferta. n Alexandre Albuquerque n Bens básicos, como feijão e arroz, devem ser comprados à vista

Publicidade O sucesso do turismo começa em casa Nos últimos anos, o turismo vem se tornando extremamente competitivo, tanto pelo aumento da demanda, hoje segmentada em motivações e interesses os mais heterogêneos, como pelo incremento da oferta de destinos. A cada nova estação, uma ampla gama de produtos chega às prateleiras, na ânsia de atrair visitantes. Entretanto, a experiência vem demonstrando que apenas vai ter sucesso junto aos mercados emissores a localidade que souber planejar suas ações, dinamizar a sua oferta e estimular o convívio constante entre o turista e a população local, reconhecendo as múltiplas vantagens dessa troca de experiências. Vai longe o tempo em que o turista era o único alvo do planejamento turístico. A certeza de que alguns dos importantes diferenciais de competitividade de um destino são a sua cultura, a dinamização de seus atrativos e o envolvimento de sua população no processo de bem conhecer, receber e informar está mudando o perfil da atividade. Em síntese, primeiro é preciso preparar o destino para sua população e estimular as pessoas a redescobrir e praticar a sua cidade. Só assim o turismo se consolida como atividade democrática, não apenas pela capacidade de gerar emprego e renda, mas por ser um agente de inclusão geográfica, cultural e social. Não menos relevante ao planejamento é a sua construção compartilhada. A idéia de que o turismo é uma atividade de gabinete, onde estudiosos criam estratégias de ação, é, no mínimo, equivocada, e certamente comprometeu o desempenho de vários destinos mundiais. O planejamento turístico deve ser participativo. Para sua formulação é preciso ouvir e envolver os vários atores que direta ou indiretamente interferem na atividade, indo desde os hoteleiros, agentes de viagens e empresários do setor de alimentação e lazer à ponta da cadeia produtiva, alcançando guias de turismo, recepcionistas, motoristas de táxi e um sem número de outros profissionais. A história recente do turismo no Recife é uma mostra do quanto é importante estar sensível e atento a esses princípios básicos. Formatado com a participação dos mais diversos segmentos da sociedade, o Plano Turístico da cidade foi lançado em dezembro de 2006, e já apresenta resultados surpreendentes, contribuindo, por exemplo, para assegurar uma média de ocupação hoteleira de 80% no primeiro semestre de 2008, recorde na história da cidade e hoje uma das melhores do país. Aliado a estratégias estruturadoras e promocionais, um planejamento turístico para um destino deve contemplar iniciativas voltadas a envolver a população em todo o processo. Foi assim que no Recife, por exemplo, surgiram projetos como O Fuçador, estimulando universitários a propor iniciativas para aprimoramento turístico da cidade, e o Turismo na Comunidade, que requalifica espaços culturais distribuídos nos diversos bairros do Recife, com ênfase nos populares, de modo a ampliar a oferta de atrativos e distribuir territorialmente os múltiplos benefícios econômicos e sociais da atividade. Para que o recifense eleve sua alta estima e viva pra valer a sua cidade, o Plano também incluiu o projeto Recifense Praticante, com a realização, ao longo do ano, de caminhadas turísticas dramatizadas que percorrem ruas e valorizam espaços turístico-culturais. À luz dessas percepções, o Recife e outros importantes destinos mundiais vêm construindo um futuro que promete mais sustentabilidade. Isto porque, no novo contexto, todos estão envolvidos, população e profissionais do turismo. O planejamento passa a ser o reflexo da experiência e do desejo de todos, induzindo à responsabilidade e ao compromisso. Samuel de Oliveira Neto é Secretário deTurismo do Recife agosto > > 41

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