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Soror Marianna, a freira portugueza. 2. ed. illustrado, correcta e ...

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Soror Marianna, a freira portugueza. 2. ed. illustrado, correcta e

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    48 Caetano do Vencimento, seu eolle

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    , ;o O leitor não nos leva a mal,

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    52 mulher escrevendo afflicta, n'um

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    54 Mas, toda a impugnação do sr.

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    ;ío ferença ou não ser tão desa

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    58 grato e inconfidente, ao mesmo t

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    60 o livro de Loyson parecera dever

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    62 terio para os primeiros editores

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    li'. tos da Inglaterra, 110 século

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    68 eiles que simplesmente registava

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    70 qual direito de determinar estas

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    72 Quem se lembrara então de que e

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    74 das Cartas, dá como seu destina

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    TC. Sousa Botelho não acha prováv

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    80 diz A. Barbier, na sua magnifica

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    82 já então nos interessava vivam

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    84 poder accrescentar informação

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    86 forado, estabelecida do lado do

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    88 sariamente verdadeiro e eterno,

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    90 quena historia que continuava a

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    94 conde, não escreveu taes cartas

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    capitular, sr. Matta Veiga, da resp

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    100 A idéa era prematura, consider

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    Marianna Alcoforado,— ou Marianna

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    105 «Não se acha nas historias o

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    107 Os Alcoforados ramificam-se em

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    109 Alcoforado, de Cortiços, que c

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    111 Francisco Mendes fez morgado de

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    113 fado de Beja. cargo importante

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    H5 Do seu testamento, feito em 30 d

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    117 Ainda naquelle anno é ordenada

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    119 nas nossas primeiras investiga

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    121 No seu testamento, em 30 de set

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    1-23 É somente em 1669,— por cur

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    125 convento da Conceição. Deve s

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    127 sando moço,— pouco depois da

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    129 noticias, não existindo já em

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    131 Chamilly,— e Peregrina Maria,

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    433 do se de liquidar a casa e de c

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    135 tada para isto que a tenha & en

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    •i:i7 egreja de S. João de Beja,

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    139 sando, antepoz ao nome o de Per

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    Hl instruída. Escreve facilmente,

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    143 O nome de Peregrina Maria, como

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    145 ciado sob o seu abbadessado,—

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    147 A vida em Beja não tardaria em

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    149 composta do governador de Beja,

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    151 Desde o começo da campanha, o

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    453 da villa de Mertola», em 31 de

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    155 muito provavelmente com a do re

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    157 badia de Juvigny, junto a Stena

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    159 Este incidente approxima-nos j

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    161 geiros que se distinguem pelos

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    165 mallograda n'aquella batalha, d

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    167 Tendo de ir a Extremoz. Schombe

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    169 gueza com o capitão francez de

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    II OS AMORES DA RELIGIOSA E como da

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    Wi O edifício, muito arruinado, e

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    176 Christo Crucificado ao fundo, c

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    178 ção d'elle confundiu com a fi

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    180 hortas, que parece allegavam as

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    182 e illudir a vigilância e fisca

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    184 miradouro, ao balcon, como trad

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    186 xassem de as ter as casas moná

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    188 E por baixo de tudo isto:— a

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    190 episodio das Cartas que razoave

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    192 em todas as clausuras, de extra

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    194 elogiosa homenagem, o resistir

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    190 ticulares favores», na pessoa

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    202 mezes. Item mandamos ás Abbade

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    204 nossa primeira visita. Alli se

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    200 estreita reja de madeira, e dan

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    208 ticores, outros ostentando os b

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    209 Marianna Alcoforado tinha já e

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    211 temperamento peninsular, tem a

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    213 ciosa:— a de que «vae por es

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    215 gente me fallava em seu abono.

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    227 apparece, de que solicitasse e

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    231 VI Sobre a desolada Marianna é

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    233 lução se operou, vae feita e

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    243 A pobre religiosa vê claro na

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    245 do seu erro, com toda a altiva

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    247 mente na «diflerença dos term

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    249 que no fim de contas pode bem t

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    Considera, meu amor, como foste exc

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    257 Mil vezes ao dia te procuram me

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    267 Costumei-me ás suas tribulaç

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    269 Fui, e logo me assaltou uma lem

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    271 rasoavel. . . É verdade que eu

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    273 Convenço-me muitas vezes de qu

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    275 III Que será de mim? e que que

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    299 Costumei-o logo a uma grande pa

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    301 Como hei de regalar-me em poder

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    BIBLIOGRAPHIA

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    \) Letíres/PORTVGAISES/TRADVITES/E

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    307 tugaises, durante o tempo & esp

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    309 4) Lettres portugaises/ Seconde

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    313 Çirito em que a paixão e o co

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    315 bliotheca de Stuttgart. Compreh

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    317 22) Lettres d'amour d*une relig

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    319 sendo por isso a primeira (Test

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    London. 1693. (In-16.°) 321 Exempl

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    329 51) Nouveau recueil de lettres

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    335 64) Briefwechsel einer Portugie

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    343 83) Encyclopedia Intructiva e A

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    349 — Composição lithographica

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    OUTRAS OBRAS DO MESMO AUCTOR A Senh

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