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1 História, gênero e trajetórias biográficas. ST 42 Rosane Schmitz ...

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1 História, gênero e trajetórias biográficas. ST 42 Rosane Schmitz

Anais do VII Seminário Fazendo Gênero 28, 29 e 30 de agosto de 2006 História, gênero e trajetórias biográficas. ST 42 Rosane Schmitz Fernandes Universidade do Estado de Santa Catarina/UDESC Palavras-chave: formação feminina, história da educação e sociologia da educação. Escola Profissional Feminina e as Relações de Gênero: Florianópolis, 1935 – 1960. A Escola Profissional Feminina de Florianópolis serve como análise histórico - sociológica da educação de Santa Catarina, a contribuir na investigação desta realidade que até então estava encoberta. Entendi que o sistema de ensino dualista, apesar de causar desigualdades, as quais já estavam presentes desde o princípio das práticas pedagógicas em nosso país 1 Trouxe também benefícios para as camadas populares pobres que não foram relegadas pelas autoridades catarinenses mas existiu um esforço de suprir as necessidades educacionais dos mais desprovidos. Em Santa Catarina a primeira iniciativa implantada ocorreu na gestão do Governador Nereu de Oliveira Ramos, com o projeto “Educação Popular” em 1935. A abordagem histórico-sociológica a qual me proponho a explicitar é baseada não somente em campo teórico de conceitos e idéias mas, principalmente, no campo das experiências ou vivências, ou seja, buscar de um sujeito social de um determinado contexto à compreensão de suas práticas e representações. Este sujeito social o qual me refiro é o público freqüentador da Escola Profissional Feminina de Florianópolis, que produz suas práticas no contexto de relações entre o sistema de ensino estabelecido que é dirigido para um determinado gênero e classe social. Uma das técnicas utilizadas para compreensão destas experiências foi a aplicação de algumas entrevistas com ex-alunas desta escola. Penso ser relevante esclarecer a importância de se olhar para o sujeito social, ou melhor, para o ator social que interage e compõe uma grande cena social de um teatro do mundo social onde as práticas e representações se entrelaçam e constroem sentidos, subjetividades que estão inseridas em uma determinada formação social condicionada ao gênero e classe. Assim sendo, creio que não pode ser ignorado este olhar individual para o ator social, com suas particularidades, construindo um determinado espaço ou formação social, ou seja, ocorrendo então a socialização entre outros atores sociais. Sendo assim possível de comparar- 1

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