Nacional - Rede Energia

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Nacional - Rede Energia

Relatório de Responsabilidade Socioambiental 2011


sumário

Apresentação

CAPÍTULO 1

6 DIMENSÃO GERAL

8 Mensagem da Administração

11 A Empresa - Perfil, Missão, Visão, Valores, Organização e Gestão

19 Responsabilidade com Partes Interessadas

22 Indicadores de Desempenho Operacional e de Produtividade

CAPÍTULO 2

26 DIMENSÃO GOVERNANÇA CORPORATIVA

28 Valores, Transparência e Governança

CAPÍTULO 3

32 DIMENSÃO ECONÔMICO-FINANCEIRA

34 Indicadores Econômico-Financeiros

CAPÍTULO 4

40 DIMENSÃO SOCIAL E SETORIAL

42 Indicadores Sociais Internos

55 Indicadores Sociais Externos

76 Indicadores do Setor Elétrico

CAPÍTULO 5

86 DIMENSÃO AMBIENTAL

88 Indicadores Ambientais

CAPÍTULO 6

98 ANEXOS

100 Balanço Social

102 Metas do Milênio

104 Grupo de Trabalho

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

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6

CAPÍTULO 1

Dimensão Geral


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

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8

mensagem da

Administração

A Companhia Nacional de Energia Elétrica

(Nacional), distribuidora da Rede Energia em São

Paulo, conquistou o prêmio Medalha Eloy Chaves

pelo trabalho com a segurança de seus eletricistas.

Esta é a sexta vez que a Nacional conquista o

prêmio concedido pela Associação Brasileira de

Concessionárias de Energia Elétrica (ABCE), tendo

ficado em segundo lugar em 2010.

A Nacional foi finalista da 13ª edição do Prêmio da

Associação Brasileira de Distribuidores de Energia

Elétrica (Abradee) 2011, entre as empresas com

até 500 mil consumidores. A distribuidora foi finalista

em quatro categorias: nacional, melhor

avaliação pelo cliente, evolução no desempenho e

responsabilidade socioambiental. Estes resultados

demonstram a satisfação dos 103 mil clientes atendidos

pela empresa.

Para manter e melhorar a qualidade do atendimento

de seus clientes, a Nacional investiu R$ 9,20 Milhões

na instalação de dois novos transformadores

em duas subestações, melhoria das redes elétricas

e em outras obras. A busca pela melhoria do servi-

PARA MANTER E MELHORAR A

QUALIDADE DO ATENDIMENTO DE

SEUS CLIENTES, A NACIONAL

INVESTIU R$ 9,20 MILHÕES NA

INSTALAÇÃO DE DOIS NOVOS

TRANSFORMADORES EM DUAS

SUBESTAÇÕES, NA MELHORIA DA

REDE ELÉTRICA E EM OUTRAS OBRAS.

mENsAGEm DA PrEsiDêNCiA

ço prestado ao cliente levou a empresa a implantar

algumas inovações tecnológicas ao longo de 2011.

Uma delas foi o atendimento por meio de mensagem

de celular. Desde novembro de 2011, os

clientes da Nacional têm acesso a quatro serviços

por meio de mensagens: informar falta de energia,

solicitar informações sobre contas, pedir religação

comum e religação de urgência. Todas as mensagens

são gratuitas para o cliente.

A equipe da Nacional participou do 3º Rodeio de

Eletricistas da Rede Energia, realizado em Belém

(PA). Equipes de eletricistas das nove distribuidoras

participam do evento anual que, além de integrar

os colaboradores, tem o objetivo de aperfeiçoar

as técnicas de segurança na realização do trabalho

diário dos eletricistas. As equipes que vencem

o torneio representam a Rede Energia no Rodeio

Nacional dos Eletricistas, realizado pela Abradee a

cada dois anos. O evento é uma forma de a Rede

Energia prestigiar os eletricistas, que são 50% da

força de trabalho da empresa.

Conhecimento foi o mote do Concurso de Programas,

Projetos e Ações (PPA), proposto pelo Comitê

de Sustentabilidade da holding e realizado em todas

as empresas controladas pela Rede Energia. O

objetivo foi disseminar a existência do banco de

práticas de sustentabilidade entre todos os colaboradores

das nove distribuidoras da Rede Energia.

Além de incentivar o registro de programas, proje-


CARMEM CAMPOS PEREIRA

Presidente da Rede Energia

tos e ações que atendam a Política de Sustentabilidade

da empresa.

Quase cinco mil pessoas foram beneficiadas pelos

projetos culturais e educacionais apoiados pela

empresa. Desta forma, a Nacional atende alguns

dos oito Objetivos do Milênio, estabelecidos pelo

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

(PNUD) e algumas metas do movimento Todos

pela Educação.

A Nacional sabe que distribuir energia é distribuir

desenvolvimento social, crescimento econômico,

qualidade de vida em harmonia com o meio ambiente.

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

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10

DimENsão GErAl


A Empresa - Perfil,

missão, Visão, Valores,

organização e Gestão

Perfil

A Companhia Nacional de Energia Elétrica - Nacional,

é uma concessionária de distribuição de

energia elétrica, de capital fechado, cuja sede regional

localiza-se em Catanduva – SP. É uma das

subsidiárias da Rede Energia S.A., sediada em São

Paulo - SP, que também controla mais 8 concessionárias

distribuidoras de energia que atuam nas

regiões dos estados de São Paulo, Paraná, Minas

Gerais, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do

Sul e do Pará.

Sucessora da Empresa Elétrica de Catanduva, a Nacional

utilizava moto geradores a óleo diesel nos

primeiros anos de atividade, o que debilitava a qualidade

do serviço prestado. Em 1921, a Nacional

iniciou as suas atividades e colocou em execução o

projeto para construção de uma usina hidrelétrica

no rio Ribeirão dos Porcos, na divisa entre os municípios

de Itápolis e Borborema. Após a inauguração

da usina, batizada de Reynaldo Gonçalves, em

1923, a área de atuação da Nacional se expandiu e

a empresa adquiriu concessão para o fornecimento

de energia elétrica para outras cidades.

A Nacional possui uma área de concessão de 4.500

Km² e, em 2011, foi responsável por beneficiar

com energia elétrica 103.218 consumidores, equivalente

a uma população de aproximadamente

400 mil habitantes, em 15 municípios das regiões

de Catanduva e Novo Horizonte (interior do Estado

de São Paulo).

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

NEGÓCIO

O principal negócio da Nacional é a distribuição de

energia elétrica às diversas classes de consumidores

de sua área de atuação, na qual predominam

as atividades econômicas de serviços, comércio, indústrias

sucroalcooleiras, suco-cítricas, alimentícias

e de ventiladores.

Estrutura societária

DENErGE

EEVP

rEDE (*)

CNEE

*63,50%

**53,14%

*82,87%

**68,24%

*14,83%

**11,79%

*99,99%

**98,69%

* Capital Volante

** Capital Total

(*) Ações Negociadas na Bolsa de Valores de são Paulo

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12

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

DimENsão GErAl

A Nacional possui uma sede administrativa em Catanduva

(SP), e uma gestão corporativa na cidade

de Presidente Prudente. Apesar de grande parte

das áreas e departamentos da empresa estarem

concentradas na sede e em Presidente Prudente,

para distribuir energia é necessário, do ponto de

vista operacional, que a Nacional tenha uma estrutura

organizacional descentralizada. Por essa

razão, a empresa está presente por meio de 8 Uni-

dades de Serviços, ligadas à Gerência Regional em:

Catanduva, Tabapuã, Itajobi, Novo Horizonte, Urupês,

Borborema, Sales e Mendonça.

Esses escritórios descentralizados possuem foco

nas atividades técnico-operacionais e de atendimento

ao cliente. Dentre os serviços oferecidos,

destacam-se: atendimentos emergenciais, ligação,

corte, religação, fiscalização de serviços terceirizados,

inspeções, atendimento nas unidades consumidoras,

manutenção e construção de redes


MISSÃO

Prestar serviços de energia elétrica com responsabilidade

social e ambiental, visando à satisfação dos

clientes, colaboradores, fornecedores e acionistas,

contribuindo para o desenvolvimento do País.

VISÃO

Ser reconhecida como empresa de excelência no setor

de energia elétrica pelo serviço prestado, tecnologia

empregada e qualificação dos colaboradores.

PRINCÍPIOS E VALORES

Integridade: respeito à moral, aos bons costumes, às

leis, a si próprio e ao próximo;

Competência: saber fazer, poder fazer e querer fazer;

Excelência: fazer com grau de qualidade que o diferencie;

Responsabilidade: bem cumprir os deveres para

com a sociedade, a família e a empresa;

Criatividade: buscar soluções alternativas, inovadoras

e originais (novos paradigmas).

POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE

A Nacional, considerando a importância dos públicos

com os quais se relaciona (acionistas, poderes

públicos, investidores, comunidade, clientes, fornecedores,

público interno) e o ambiente no qual

está inserida, cumpre o seu papel de empresa cidadã

e adota o conceito de responsabilidade socioambiental

em sua gestão, assumindo os seguintes

compromissos:

VALORES, TRANSPARÊNCIA E GOVERNANÇA:

• Disseminar valores, políticas e manter canais de

comunicação abertos com nossos stakeholders;

• Prestar contas de nossas ações e respectivos impactos

de forma clara e transparente;

• Estabelecer uma relação de confiança e considerar

as expectativas e opiniões de nossos

stakeholders.

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

GOVERNO E SOCIEDADE

• Ao interagir com todos os nossos públicos,

adotar padrões éticos, fundamentados em

princípios de honestidade, integridade e

transparência;

• Contribuir, sempre que pertinente e possível,

com políticas, programas e projetos que colaborem

para o desenvolvimento sustentável

de nossa área de concessão;

• Cumprir a legislação ambiental, a legislação

de saúde e segurança do trabalho e demais

normas vigentes.

FORNECEDORES

• Assegurar a equidade, a isenção e a integridade

na relação com fornecedores e parceiros,

contribuindo para o seu desenvolvimento

por meio do compartilhamento de

conhecimento, diretrizes e valores, estimulando

seu envolvimento em práticas de responsabilidade

socioambientais.

CLIENTES E CONSUMIDORES (QUALIDADE)

• Atender às expectativas dos nossos acionistas,

colaboradores, parceiros, do órgão regulador

e consumidores, por meio do comprometimento

constante com a melhoria da

qualidade da energia fornecida e dos serviços

prestados, contribuindo para o desenvolvimento

socioeconômico e ambiental;

• Buscar a melhoria contínua no tratamento

das reclamações registradas por consumidores,

por meio da gestão eficaz dos processos

e indicadores relacionados;

• Promover a melhoria contínua de nossos sistemas

de gestão.

COMUNIDADE

• Atuar como agente de melhorias socioambientais,

maximizando os impactos positivos

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14

DimENsão GErAl

e minimizando os impactos negativos de

nossas atividades, viabilizando investimentos

socioambientais que promovam o desenvolvimento

regional, a geração de renda, o esporte

e a educação, respeitando a cultura,

os valores e costumes das comunidades que

atendemos;

• Respeitar os direitos humanos e apoiar o

cumprimento das “Metas do Milênio”, incentivando

nossa rede de relacionamento a

fazer o mesmo.


PÚBLICO INTERNO

• Valorizar e respeitar o colaborador, adotando

práticas de trabalho que promovam a

segurança e a saúde, proporcionando um

ambiente seguro e adequado, estimulando a

participação na gestão do negócio, garantindo

o direito à associação e à negociação coletiva,

respeitando a diversidade; motivando

a construção de uma harmonia interna e a

melhoria da qualidade de vida.

MEIO AMBIENTE

• Promover a preservação do meio-ambiente,

a prevenção da poluição e o consumo consciente;

• Estimular a educação ambiental dos colaboradores,

fornecedores e da comunidade;

• Apoiar entidades de pesquisas, a inovação

tecnológica e do setor elétrico associadas ao

meio-ambiente, à saúde e à segurança do

trabalho.

organização e Gestão

GESTÃO DE RISCOS

CONTROLES SÃO PREVENTIVOS

A Nacional, assim como as demais empresas controladas

pela Rede Energia, mantém procedimen-

tos de controles preventivos que monitoram a

exposição aos riscos operacionais, em modelo

descentralizado de gestão. Esse monitoramento

é supervisionado pelos executivos das respectivas

empresas.

A área corporativa de Gestão de Riscos foi formalmente

implementada no segundo semestre de

2011, tendo como base metodológica o COSO-

-ERM e a Norma ISO 31000, com atuação norteada

por aspectos da sustentabilidade dos negócios,

para aperfeiçoar ainda mais os instrumentos em

ação. Os procedimentos devem atender ao Princípio

da Precaução, pelo qual a ausência da certeza

científica formal e a existência de risco de dano sério

ou irreversível requerem a implementação de medidas

que possam prever e evitar esse dano.

Desta forma, a área de Gestão de Riscos atua em

parceria com as áreas e gestores responsáveis pelo

gerenciamento dos riscos aos quais a organização

está exposta, agindo preventivamente, de forma a

contribuir para o crescimento sustentável da organização,

atendendo aos seus objetivos estratégicos.

A Nacional deve estar comprometida com seus

consumidores, acionistas, parceiros de negócios e

com a sociedade em que atua, focando esforços

em reduzir os riscos existentes e/ou os que possam

se manifestar no futuro e também na maximização

das oportunidades de negócio. Para tanto, é necessário

conhecer os riscos que afetam os negócios

e seus impactos sobre os stakeholders.

A Gestão de Riscos auxilia a Administração na

tomada de decisões e possibilita que a empresa

atinja seus objetivos estratégicos com eficiência e

eficácia, fortalecendo sua imagem junto a investidores

e mercado financeiro. Além de preservar e

aumentar o valor da organização, o gerenciamento

de riscos promove maior transparência e melhora

os padrões de Governança Corporativa, provendo

o alinhamento da estratégia da empresa com o seu

apetite a riscos, em consonância com o posiciona-


mento dos acionistas e a cultura da organização.

Além de introduzir uma uniformidade conceitual

em todos os níveis da organização, seu conselho

de administração e acionistas.

Com base nesse modelo, foi definida uma matriz

de riscos única para todas as empresas da Rede

Energia, em que estão elencados os principais riscos

aos quais as empresas estão expostas. Com

a elaboração de uma política de gestão de riscos

corporativa, foram definidos princípios, diretrizes e

responsabilidades para cada um dos envolvidos no

gerenciamento de riscos.

RISCOS DE CRÉDITO

Para evitar perdas financeiras, decorrentes da dificuldade

de recebimento de valores faturados de

clientes e permissionárias inadimplentes, é realizado

o monitoramento contínuo das contas a receber,

bem como ações de cobrança e de corte no

fornecimento dos serviços. Contribui para minimizar

esse risco, a grande quantidade de clientes da

empresas controladas, pulverizados nas áreas de

concessão.

RISCOS DE MERCADO

Esses riscos são mitigados em dois campos. De um

lado, por meio da constante avaliação da exposição

dos ativos e passivos e pela contratação de hedge

junto a instituições financeiras de primeira linha

(em finanças, chama-se cobertura – hedge, em inglês

– o instrumento que visa proteger operações

financeiras contra o risco de grandes variações de

preço de determinado ativo). Essas providências

mitigam riscos relacionados, principalmente, à

possibilidade de que taxas de juros, de câmbio e de

inflação afetem negativamente o valor dos ativos

financeiros, os fluxos de caixa e os rendimentos futuros

da companhia, causando perdas financeiras e

perdas operacionais não técnicas.

De outro lado, são colocadas em prática ações de

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

combate a perdas técnicas e, também, as que promovem

a regularização de ligações elétricas clandestinas.

POLÍTICA DE UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS

DERIVATIVOS

O uso de derivativos tem o propósito de atender às

necessidades da Nacional no gerenciamento de riscos

de mercado – principalmente riscos de variação

cambial que possam resultar em perda financeira

– decorrentes dos descasamentos entre moedas e

indexadores. A Nacional realiza apenas operações

de swap, sem outros instrumentos derivativos. As

operações são conduzidas pela superintendência

financeira da empresa, de acordo com estratégia

previamente aprovada pelos gestores da companhia.

Os contratos são fechados em mercado de

balcão, diretamente com instituições financeiras

de primeira linha. As operações com derivativos da

Nacional não possuem verificadores nem chamada

de margens, sendo liquidadas integralmente no

vencimento.

RISCOS OPERACIONAIS

Esses riscos podem ser de naturezas diversas, como

a interrupção de fornecimento de energia elétrica

por fatores imprevisíveis e acidentais; as fraudes no

uso da energia fornecida e nos cabos do sistema

elétrico; e o desvio de energia da rede das distribuidoras,

sem passar pela ligação técnica.

A prevenção e a mitigação dessas situações são

realizadas com investimentos em sistemas de vigilância;

com a melhoria da tecnologia que realiza a

blindagem das redes de distribuição de energia; e

com o trabalho de conscientização da população,

articulado com os órgãos de segurança pública.

As receitas operacionais da Nacional também podem

ser afetadas ou não por decisões da Aneel

em relação às tarifas praticadas. A mitigação desse

risco ocorre pelo monitoramento contínuo de

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16

DimENsão GErAl

normas e procedimentos definidos pelo órgão regulador

e por criterioso gerenciamento dos custos

operacionais.

RISCO DE ESCASSEZ DE ENERGIA

Níveis insuficientes de água em estações hidrelétricas

e preços inacessíveis do petróleo e gás natural

levam à escassez e racionamento de energia elétrica.

A não diversificação de fontes alternativas de

geração de energia elétrica contribui para a escassez

e racionamento em casos de crises de geração

de energia elétrica.

Considerando os níveis atuais dos reservatórios das

usinas hidrelétricas e as últimas simulações efetuadas,

o Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS

não prevê para os próximos anos um novo programa

de racionamento do uso de energia elétrica.

RISCOS RELACIONADOS A MUDANÇAS

CLIMÁTICAS

A Nacional vem incorporando, progressivamente,

o conceito de governança climática no processo

de governança corporativa. Esse processo envolve

ponderação sistêmica de riscos e oportunidades,

estratégias corporativas de sustentabilidade,

formatação de políticas de mitigação de riscos e

avaliação estratégica de vantagens competitivas.

A Nacional aplica o Princípio da Precaução nesse

aspecto, ao analisar e quantificar os custos e as

medidas preventivas para reduzir as emissões de

Gases do Efeito Estufa – GEEs gerados por suas

atividades operacionais.

No contexto geral, as práticas de governança climática

vão além do Cumprimento das exigências

legais e regulatórias. A Nacional identifica preventivamente,

por meio de sistema de informação

adequado, os principais riscos inerentes às mudanças

climáticas e adota medidas de contenção e mitigação

desses riscos em planos de ação.

DISPONIBILIDADE E SEGURANÇA NA OFERTA

DE ENERGIA

O sistema elétrico de distribuição nas áreas de

concessão da Rede Energia e controladas dispõe,

atualmente, de capacidade física instalada total de

9.710 MVA nas suas subestações, plenamente suficiente

para suprimento da demanda máxima do

mercado consumidor. Através dessas subestações e

dos sistemas de linhas de transmissão são disponibilizados

os montantes de energia adquiridos pela

Rede Energia. Cabe destacar, ainda, que a energia

suprida pela companhia é advinda de contratos de

longo prazo, com duração de 15 a 30 anos, originados

em leilões regulados, realizados com três ou

cinco anos de antecedência; ou advinda de contratos

bilaterais de longo prazo.

A entrega física da energia comprada é garantida

pelo ONS, que é o órgão responsável pela operação

de atendimento aos requisitos da carga, supervisão

e controle da geração e pela otimização

de custos e garantia da confiabilidade do Sistema

Interligado Nacional. Esse Sistema garante o transporte

(transmissão) da energia comprada de norte

a sul do país, levando-a até as subestações e redes

de distribuição das concessionárias, como é o caso

das concessões da Rede Energia.

A estratégia de compra de energia elétrica da Nacional

e demais empresas Rede Energia visa à minimização

do custo da energia comprada, contribuindo

dessa forma para a redução da tarifa de

energia elétrica. O modelo de contratação utilizado

pelas distribuidoras considera prováveis cenários

de mercado e contempla todos os mecanismos de

redução e acréscimo de contratos, indicando assim

qual a melhor contratação para os anos futuros, o

que possibilita assegurar plenamente a disponibilidade

e a oferta aos seus mercados.


MEDIDAS DE CONTINGÊNCIA EM CASOS DE

CATÁSTROFES OU EMERGÊNCIAS

Estão sendo consolidadas, de forma corporativa,

medidas preventivas que atualmente são adotadas

para mitigação dos riscos relacionados a eventuais

problemas de infraestrutura, no âmbito da tecnologia

da informação e em processos críticos e

estratégicos da Nacional e demais empresas Rede

Energia. Essa consolidação inclui o desenvolvimento

de testes para a implementação de novas medidas

de contingência.

Essas medidas preventivas serão reunidas em um

único documento, que passará pela aprovação da

alta administração da Rede Energia e será divulgado

aos colaboradores e parceiros relacionados a

essas atividades operacionais.

PRÁTICAS PARA GARANTIR SEGURANÇA NO

USO DA ENERGIA

A Nacional promove campanhas para instruir os

usuários a utilizar a energia elétrica de maneira

consciente e segura. São abordados temas como:

soltar pipas longe da rede elétrica; uso correto e

seguro da energia elétrica; cuidados ao construir

nas proximidades da rede elétrica; perigos e ilegalidade

do furto de energia. Também são realizadas

palestras em escolas sobre o uso seguro da energia

elétrica.

SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE (SGQ)

O Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ) é uma

ferramenta de gestão implantada em toda a Rede

Energia, que auxilia os gestores do negócio nas tomadas

de decisão e está focado na satisfação do

cliente e na melhoria contínua de seus indicadores,

processos e serviços.

O Sistema de Gestão da Qualidade da Nacional

foi implantado e certificado em 2004 com base na

NBR ISO 9001:2000, com o seguinte escopo: rela-

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

cionamento com clientes (por meio da Ouvidoria) e

o órgão regulador e sua agência estadual; coleta,

apuração, envio e gestão dos indicadores técnicos

e comerciais junto ao órgão regulador e sua agência

estadual, e atividades de apoio relacionadas. O

SGQ foi auditado já de acordo com a edição 2008

da norma NBR ISO 9001 no ano de 2009 e em

2010 foi recertificado pela Fundação Carlos Alberto

Vanzolini, demonstrando total aderência, mais

uma vez, aos requisitos da NBR ISO 9001:2008.

A Nacional, em cumprimento ao requisito legal estabelecido

na resolução normativa REN 414/2010,

estruturou e executou projeto para a implantação

da norma ISO 10002:2005 e certificação na norma

NBR ISO 9001:2008 dos processos de atendimento

e tratamento de reclamações em todas as

suas distribuidoras. O objetivo foi alcançado e em

dez/2011 foram concluídas as auditorias de certificação

com a recomendação para a certificação na

Nacional e demais empresas Rede Energia. Hoje, a

Nacional atua de maneira sistêmica e organizada

para entender e tratar as manifestações recebidas,

o que de fato contribui para uma melhoria sustentável

de seus processos de negócio.

Para garantir a melhoria contínua do Sistema de

Gestão da Qualidade, a Nacional mantém uma

equipe que, entre outras responsabilidades, busca

certificar todos os processos relacionados à distribuição

de energia elétrica da empresa. Para atingir

esse objetivo, existe um planejamento de atividades

a fim de que o escopo do SGQ seja aumentado

gradualmente.

ESTRATÉGIA EM REDE

A Rede Energia, após a definição do direcionamento

estratégico, detalhou a sua estratégia por meio

de um projeto de mobilização e mudança intitulado

“Estratégia em Rede”, que contemplou a criação

do mapa estratégico da Rede Energia e a defi-

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DimENsão GErAl


nição, em 2011, das metas para os indicadores da

Nacional e demais empresas do grupo. Um modelo

de gestão da estratégia também foi implementado,

com a estruturação do Núcleo de Gestão e das

Reuniões de Análise da Estratégia – RAEs, que têm

a participação do Vice-Presidente Executivo da Nacional

e da alta direção da Rede Energia.

SUPRIMENTO E LOGÍSTICA

São uns dos objetivos permanentes da área de

Suprimentos e Logística da empresa implementar

procedimentos atualizados com as “melhores práticas

de mercado”, que norteiem o atendimento

à “Estratégia em Rede”, aos “Negócios da Rede

Energia” com observância aos “preceitos do Setor

Elétrico”, “questões Legais, Fiscais e de Regulação

da ANEEL”, bem como de “Sustentabilidade”.

Assim, fazendo parte do Comitê de Sustentabilidade

da Rede Energia, a equipe esta empenhada

no alinhamento das ações de Sustentabilidade ao

Planejamento Estratégico. Recentemente, pactuou

metas de Cobertura dos Estoques mais agressivas

objetivando o uso racional dos recursos, menor geração

de resíduos e destinação adequada destes.

COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE

A Rede Energia, controladora da Nacional, dispõe

de um Comitê de Sustentabilidade composto por

representantes de todas as áreas e empresas por

ela controladas. Os trabalhos realizados por este

Comitê vêm contribuindo para o aperfeiçoamento

das metas e das estratégias da Companhia.

responsabilidade com as

Partes interessadas

Para a Nacional, ser transparente é tão importante

para todos os envolvidos no negócio quanto gerar

lucro ou alcançar metas. E esta importância vem se

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

tornando cada vez mais evidente, principalmente

após as alterações na Legislação Societária, advindas

com a Lei nº 11.638/2007, que trouxe exigências

de apresentação de informações cada vez mais

detalhadas.

Sendo assim, ao se relacionar com todas as partes

interessadas, a Nacional segue as diretrizes de um

dos compromissos assumidos em sua Política de

Sustentabilidade (Valores, Transparência e Governança):

“Disseminar valores, políticas e manter canais

de comunicação abertos com os stakeholders;

prestar contas de suas ações e respectivos impactos

de forma clara e transparente; e estabelecer uma

relação de confiança e considerar as expectativas e

opiniões dos stakeholders”.

Para isso, estabeleceu mecanismos de relacionamento

que incluem políticas, canais de acesso, comitês,

bem como a forma de relacionamento, que

podem ser verificados no quadro a seguir.

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Acionistas e Investidores Rede Energia S.A. 98,69%

Outros 1,31%

Total 100,00%

Clientes Residencial 85.642

Industrial 3.001

Comercial 9.219

Rural 4.083

Poder Público 874

Serviço Público 218

Iluminação Pública 158

Consumo Próprio 23

Total 103.218

Fornecedores Fornecedores de Materiais e Serviços Reuniões, e-mail’s e correspondências

Colaboradores Próprios 208

Colaboradores Terceirizados 53

Estagiários 5

Menores Aprendizes 3

Total 269

Eletrobrás

ARSESP - Agência Reguladora de

Saneamento e Energia do Estado

de São Paulo

Agência Nacional de Energia

Elétrica - Aneel

Ministério de Minas e Energia - MME

Ministério Público Federal

DER - Departamento de Estradas

e Rodagem

DPRN – Departamento de Recursos

Naturais Renováveis

DimENsão GErAl

PArTEs iNTErEssADAs DETAlHAmENTo PráTiCAs DE iNTErAÇão

Empregados,

colaboradores,

estagiários,

parceiros

Órgãos e

programas

públicos

Órgão de Defesa do Consumidor

PROCON

Secretaria de Recursos Hídricos e

Meio Ambiente

Secretarias Municipais de Obras

Secretarias Municipais de Cultura,

Esporte e Lazer da concessão

da Empresa

Secretarias Municipais de Educação

Assembléia Geral Ordinária e

Assembléia Geral Extraordinária

- Envio de revista Notícias em Rede

Reuniões com clientes, correspon

dências diversas (fatura, cartas,

e-mail’s, comunicados), CAC,

Ouvidoria, Agência WEB e o site da

empresa

diversas

Reuniões com os colaboradores,

Pesquisa de Clima Organizacional,

Intranet e Informativos Internos

Reuniões, e-mail’s e correspondências

diversas, telefone, site,

eventos, Relatório de Responsabiliade

Socioambiental e outros


PArTEs iNTErEssADAs DETAlHAmENTo PráTiCAs DE iNTErAÇão

Organizações sociais,

ambientais e

comunidades

Secretarias Municipais de Assistência

Social

Prefeituras Municipais

Polícia Militar e Florestal

FATEC – Faculdade de Tecnologia do

Estado de São Paulo

CDHU – Companhia de

Desenvolvimento Habitacional do

Estado de São Paulo

Polícias Rodoviária e Federal

Promotoria de Justiça

Fórum

Tiro de Guerra APAE de Catanduva

Instituto Municipal de Ensino Superior

de Catanduva

Sociedade Beneficente Delfino de

Oliveira

Sociedade Espírita Boa Nova

Lar dos Pobres Joanna Darc

Associação Assistencial São Vicente

de Paula

Sindicato Rural

Defesa Civil de Catanduva

Hospital Santas Casas de Catanduva,

Borborema, Itajobi e Novo Horizonte

Guarda Municipal

Corpo de Bombeiros de Catanduva

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

Ouvidoria, Conselho de Consumidores

e publicações diversas, campanhas

em veículos de comunicação, apoio a

projetos e parcerias com associações

entre outros

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22

Nesta Dimensão, foram detalhadas as práticas de

gestão da empresa, o aprendizado sistematizado

por meio de ferramentas de atuação socioambiental

e a maneira que a empresa vem se remodelando

para atuar cada vez mais com transparência e

competência, além de se preparar para atender as

mudanças do mercado de energia.

Em seu relacionamento com o público interno, a

Nacional utiliza o Programa de Participação dos

Resultados como uma ferramenta importante para

a gestão estratégica, pela qual recompensa o desempenho

dos colaboradores no alcance de metas

e resultados estabelecidos pela organização em determinado

período de tempo.

As atividades de relações sindicais demonstram

que a relação da empresa e colaboradores é desenvolvida

com profissionalismo e transparência,

sustentada por diretrizes alinhadas à estratégia da

organização. A Segurança utiliza Programas bem

estruturados, com ferramentas de melhoria nas

condições de trabalho dos colaboradores da empresa.

A Comunicação da empresa segue as diretrizes

corporativas, com destaque para os compromissos

assumidos na Política de Sustentabilidade, e é voltada

para o atendimento das expectativas de seus

clientes e consumidores. As ações de comunicação

promovem o relacionamento transparente com os

públicos interno e externo e buscam a fixação da

marca através da realização de atividades que visam

o desenvolvimento regional de maneira equilibrada

entre os aspectos econômico, ambiental e

social.

As estratégias de comunicação são elaboradas a

partir das expectativas identificadas nas pesquisas

de satisfação do cliente, realizadas em março

(Abradee) e em agosto (Aneel). A empresa não registrou

nenhuma reclamação ou processo com relação

às suas ações de comunicação e publicidade,

nem tampouco processos judiciais com relação a

práticas de concorrência desleal.

A Nacional não destina contribuições financeiras a

partidos políticos ou outras instituições relacionadas.

“ao interagir com todos os nossos públicos,

adotar padrões éticos, fundamentados em princípios

de honestidade, integridade e transparência”.

Esse compromisso norteia o relacionamento da Nacional

com todos os seus stakeholders.

indicadores de

Desempenho operacional

e de Produtividade

MERCADO

A Nacional atendeu, no ano de 2011, 103.218 consumidores.

Neste ano foram distribuídos 488.289

MWh, o que resultou em uma retração de 1,7%

no ano.

A classe residencial apresentou uma evolução de

1,5%. A comercial teve um incremento de 5,8%,

e os setores de comércio varejista, comunicação e

serviços de manutenção foram os que mais contribuíram

para a alta de 2011.

Já a classe industrial registrou uma redução no

consumo de 16,1%, causada por cogeração da

empresa Agro Industrial e forte queda nos setores

de produtos alimentícios, Couros e Similares, Material

Têxtil e Madeira.

DEC/FEC

A Nacional realizou, no ano de 2011, um DEC global

de 8,58 horas sendo que, a meta ANEEL para

esse ano, foi de 10,92 horas. Apesar de se encontrar

dentro do limite estabelecido pelo regulador, o desempenho

desse indicador foi 4,9% maior do que o

observado no ano anterior. Caracteriza-se ainda que,

70% do indicador tiveram suas causas originadas no

sistema de Média Tensão e 18% dele foi realizado

em desligamentos programados para expansão e/ou


manutenção preventiva do sistema elétrico.

Nesse mesmo período, a empresa realizou um FEC de

9,23 vezes contra uma meta ANEEL de 11,73 vezes.

Além de se encontrar dentro do limite estabelecido

pelo regulador, o desempenho desse indicador foi

19,4% menor do que o observado no ano anterior.

65% do indicador tiveram suas causas originadas no

sistema de Média Tensão e 8% dele foi realizado

em desligamentos programados para expansão e/

ou manutenção preventiva do sistema elétrico.

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

PERDAS ELÉTRICAS

Na Nacional, o índice de Perda Global no ano de

2011 foi de 8,23% apresentando uma queda de

0,47%, em relação ao ano de 2010 e 8,14% abaixo

da meta estratégica da empresa para 2011.

Durante o ano, ocorreram ações de intensificação

das inspeções para detectar irregularidades tanto

Técnicas como, Comerciais, devido aos desvios,

fraudes, e ligações a revelia. Houve instalação de

medidores e eliminação de perdas geradas nos

processos administrativos.

23


24

iNDiCADorEs oPErACioNAis E DE ProDuTiViDADE

a) Dados técnicos (insumos, capacidade

de produção, vendas, perdas) 2011 2010 2009

Número de Consumidores Atendidos - Cativos 103.218 100.668 97.680

Número de Consumidores Atendidos - Livres 3 0 0

Número de Localidades Atendidas ( municípios ) 15 15 15

Número de Empregados Próprios 208 135 158

Número de Empregados Terceirizados 53 85 63

Número de Escritórios Comerciais 15 2 2

Energia Gerada ( GWh ) 0 0,062 1.543565

Energia Comprada ( GWh )* 608,2 572,5 547,0

1) Itaipu 115,2 90,4 61,9

2) Contratos Iniciais 0,0 - -

3) Contratos Bilaterais 0,0 - -

3.1) Com Terceiros 177,0 150,3 165,0

3.2) Com Parte Relacionada - - -

4) Leilão - 35,0 -

5) PROINFA 13,5 14,4 11,9

6) CCEAR 300,4 278,9 306,4

7) Mecanismo de Comercialização de Sobras e

Déficits - MCSD 2,0 2,0 1,9

Perdas Elétricas Globais ( GWh ) 46,5 49,5 43,7

Perdas Elétricas - Total (%) sobre o requisito de energia 8,23% 8,70% 8,33%

Perdas Técnicas - (%) sobre o requisito de energia 6,64% 7,80% 7,34%

Perdas Não Técnicas - (%) sobre o requisito de energia 1,59% 0,90% 0,99%

Energia Vendida ( GWh )** 492,587 500,9 484,7

Residencial 191,255 188,3 180,2

Industrial 96,61 115,2 107,7

Comercial 100,7 95,2 87,6

Rural 40,7 40,2 49,7

Poder Público 13,7 13,2 125

Iluminação Pública 28,6 27,9 27,1

Serviço Público 21,1 21,0 19,8

Subestações ( em unidades ) 16 16 15

Capacidade Instalada ( MVA ) 338,9 311,0 311,0

Linhas de Transmissão ( em km ) 161,47 161,47 161,47

Rede de Distribuição ( em km ) 3000,54 2.942,77 2.908,91

Transformadores de Distribuição ( em unidades ) 3829 3.628 3.517

Venda de Energia por Capacidade Instalada

(GWh/MVA*Nº horas/ano) 0,00016594 0,000184 0,000178

***Energia Vendida por Empregado ( MWh ) 2.368 3.710 3.068

***Número de Consumidores por Empregado 496 746 618

Valor Adicionado / GWh Vendido 217 176 127

DEC 8,58 8,18 7,29

FEC 9,23 11,45 9,58

*Inclui energia de curto prazo não listada

** Não inclui consumo próprio

*** A redução desses números em 2011, deve-se a primarização pela empresa de Leituristas e Eletricistas de serviços comerciais.


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

25


26

CAPÍTULO 2

Dimensão

Governança

Corporativa


NACIONAL rede ENERGIA RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE DE SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2010 2011

27


28

A Companhia Nacional de Energia Elétrica adota

práticas de governança corporativa, tendo como

objetivo principal transparência das informações

financeiras e operacionais, bem como, a eficiência

do relacionamento entre a sociedade e seus administradores,

acionistas e parceiros.

VALORES, TRANSPARÊNCIA E GOVERNANÇA

Dentro das práticas de governança corporativa

estabelecidas pela Nacional, qualquer divergência

entre gestores passaria, primeiramente, pelos gestores

de recursos humanos; na sequência, pela diretoria;

e, em última instância, pelo presidente do

Conselho de Administração da controladora, Rede

Energia S.A.

Ainda faz parte das práticas estabelecidas pela Nacional,

a avaliação, pela presidente da Companhia,

do desempenho econômico, social e ambiental, e

do cumprimento das metas por parte dos integrantes

da diretoria executiva. São realizadas reuniões

mensais nas quais apresentam os avanços e desafios

nas respectivas áreas de atuação. As estratégias

são construídas com base nessas reuniões.

ADMINISTRAÇÃO

A Nacional é administrada por um Conselho de

Administração e uma Diretoria Executiva que têm

mandato de dois anos, podendo ser reelegíveis, e

os respectivos mandatos terminarão na data da Assembleia

Geral que examinará as contas relativas

ao último exercício de suas gestões.

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

O Conselho de Administração é responsável por

estabelecer as políticas e diretrizes gerais do negócio,

eleger os membros da Diretoria e fiscalizar seu

funcionamento, além das atividades definidas em

lei e no Estatuto Social.

O Conselho de Administração da Nacional é composto

por no mínimo três e no máximo cinco mem-

DimENsão GoVErNANÇA CorPorATiVA

bros, eleitos pela Assembléia Geral de Acionistas,

nos termos da Lei 6.404/76 e do Estatuto Social da

Companhia.

As reuniões do Conselho de Administração são

realizadas para aprovação das Demonstrações

Contábeis, eleição e/ou substituição dos membros

da Diretoria Executiva, aprovação das operações

financeiras e/ou contratações cujos valores sejam

superiores a 5% do valor total dos ativos da Companhia,

e ainda, sempre que os interesses da sociedade

as exigirem.

COMPOSIÇÃO DO CONSELHO DE ADMINIS-

TRAÇÃO COM MANDATO A ENCERRAR-SE EM

ABRIL/2012:

JORGE QUEIROZ DE MORAES JUNIOR

Presidente do Conselho

CÉLIA SASSOON COSTA

Conselheira

LUIS OTÁVIO ARTIGAS GIORGI

Conselheiro

DIRETORIA

A Nacional é administrada por uma Diretoria Executiva

composta de no mínimo três e no máximo

nove membros, acionistas ou não, residentes no

país, sendo um Diretor Presidente, um Diretor Vice-

-Presidente e os demais Diretores sem designação

específica, todos eleitos pelo Conselho de Administração.

A Diretoria Executiva é responsável por administrar

os negócios e praticar os atos necessários à consecução

do objeto social da Nacional, bem como

executar as deliberações do Conselho de Administração.

A Diretoria é composta por executivos com

larga experiência profissional.


COMPOSIÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA COM

MANDATO A ENCERRAR-SE EM ABRIL/2012:

CARMEM CAMPOS PEREIRA

Diretora Presidente

JORGE QUEIROZ DE MORAES JUNIOR

Diretor Vice-Presidente Executivo

ALEXEI MACORIN VIVAN

Diretor

ARLINDO ANTONIO NAPOLITANO

Diretor

PLÁCIDO GONÇALVES MEIRELLES

Diretor

ISMAR AUGUSTO PROCÓPIO DE OLIVEIRA

Diretor

CARLOS EDUARDO MOREIRA FERREIRA

Diretor

GRUPOS DE TRABALHO

A Nacional, por intermédio de sua controladora

Rede Energia, conta, ainda, com grupos de trabalho,

de caráter permanente, compostos por

superintendentes, Diretores e Vice-Presidentes,

estatutários ou não. A composição é feita por

designação do Diretor Vice-Presidente responsável

pela área de atuação do grupo. Os grupos de

trabalho reportam-se à Presidência por intermédio

dos Vice-Presidentes, nas respectivas áreas de

atuação.

De finalidade técnica, os grupos de trabalho, também

denominados internamente como Comitês,

têm por finalidade análises técnicas, levantamentos

das execuções e de propostas cujo objetivo final

é apresentar as análises relativas ao cumprimento

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

dos planos de trabalho e das metas estabelecidos

pela Diretoria Executiva.

Os grupos de trabalho atuam nas respectivas áreas

do grupo: Administrativa e Financeira, Regulatória,

Jurídica e de Gestão de Pessoas, Distribuição e

Gestão de Energia, sendo presididos pelos respectivos

Vice-Presidentes, os quais podem receber contribuições

de terceiros. As reuniões são realizadas

sempre que os interesses da sociedade os exigirem

e os trabalhos são apresentados à Presidente.

Aos Vice-Presidentes compete apresentar os resultados

das tarefas realizadas pelo grupo de trabalho

à Presidente que, após os alinhamentos necessários,

poderá apresentar sugestões e propostas ao

Secretário do Conselho de Administração da Controladora,

Rede Energia, para eventual deliberação

pelo Comitê de Gestão da Rede Energia.

Uma vez que as sugestões e propostas do grupo de

trabalho são apreciadas pelo Comitê de Gestão da

Rede Energia, este poderá recomendar que sejam

estas deliberadas pelo Conselho de Administração

da controladora, Rede Energia, caso necessário.

COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE

Desde 2008, a Nacional possui um assento no

Comitê de Sustentabilidade composto por representantes

de todas as áreas e empresas da controladora,

o qual objetiva o melhor alinhamento e

consolidação das práticas socioambientais e econômicas

em todo o grupo, e é responsável pela

elaboração do Relatório Anual de Responsabilidade

Socioambiental da Companhia e das demais

controladas da Rede Energia.

Esse comitê opera de acordo com o modelo de

gestão da estratégia adotado, pela Rede Energia,

por meio da realização de reuniões mensais que

discutem o alinhamento de programas, projetos e

ações de responsabilidade socioambiental – PPAs

– com os objetivos estratégicos da holding e suas

distribuidoras. Nele é avaliado o índice de aderên-

29


30

cia à política de sustentabilidade, que é um indicador

estratégico que mede o fortalecimento da

responsabilidade socioambiental na Rede Energia.

Portanto, a contribuição com o alcance dos objetivos

estratégicos é o que norteia as decisões tomadas

pelo Comitê de Sustentabilidade na busca pelo

“Crescimento com Sustentabilidade”.

PRÊMIO CONCURSO PPA – PROGRAMAS,

PROJETOS E AÇÕES

Criado pelo Comitê de Sustentabilidade, o PPA

(Programa, Projetos e Ações), um formulário implantado

em 2008, é uma forma de registrar ações

socioambientais desenvolvidas em todas as distribuidoras

que compõem a Rede Energia e formar

um banco de práticas para troca de informações.

Em 2011, a ação passou a compor o planejamento

estratégico da Rede Energia e se tornou uma

ferramenta do indicador de aderência à Política de

Sustentabilidade, que está relacionado ao objetivo

estratégico de fortalecer a Responsabilidade Socioambiental.

Para difundir ainda mais a existência do PPA e do

Banco de Práticas, a Rede Energia realizou, no segundo

semestre de 2011 o Prêmio Concurso PPA,

que aconteceu em todas as nove distribuidoras. A

primeira etapa foi à escolha das três melhores práticas

descritas até agosto de 2011 e que compõem

o Banco de Práticas. Os PPAs foram votados pelos

membros do Comitê de Sustentabilidade, que elegeram

para participar do concurso os PPAs finalistas

das empresas, sendo que a Nacional concorreu

junto com as empresas da Rede Energia, localizadas

nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

A votação aconteceu de 17 a 23 de novembro, e a

escolha foi feita através do voto pela intranet e por

meio de cédulas para os colaboradores sem acesso

à internet. Os responsáveis pelos PPA’s vencedores

ganharam uma viagem, e os responsáveis pela inscrição

do projeto vencedor, um notebook.

DimENsão GoVErNANÇA CorPorATiVA

SOCIETÁRIO

A Nacional dispõe de uma área especializada no

atendimento aos acionistas, administradores e parceiros,

a qual é responsável pelo envio e disponibilização

de informações periódicas e eventuais, tais

como: editais de convocação, avisos aos acionistas,

atas dos órgãos da administração, comunicados e

fatos relevantes.

AUDITORIA INDEPENDENTE

A auditoria independente das demonstrações contábeis

constitui o conjunto de procedimentos técnicos

que tem por objetivo a emissão de parecer

sobre a adequação com que estas representam a

posição patrimonial e financeira, o resultado das

operações, as mutações do patrimônio líquido e

as origens e aplicações de recursos da Companhia,

consoante às Normas Brasileiras de Contabilidade

e a legislação específica no que for pertinente.

O Conselho de Administração da empresa escolhe,

periodicamente, a empresa de auditoria independente,

nos termos da Instrução nº 308/99 da

CVM, conforme alterada pela Instrução nº 509/11

da CVM.

INFORMAÇÕES FINANCEIRAS E RELATÓRIOS

GERENCIAIS

Faz parte das práticas de Governança Corporativa

da controladora Rede Energia e de suas controladas,

a disponibilização aos stakeholders, no site

corporativo da controladora, http://redeenergia.

riweb.com.br, das Demonstrações Financeiras e

Relatórios Gerenciais trimestrais, por meio do qual

são apresentados os resultados financeiros da Rede

Energia e Consolidado, bem como resultado financeiro

e operacional desta Companhia.


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011 2010

31


32

CAPÍTULO 3

Dimensão

Econômico

Financeira


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

33


34

Desempenho Econômico-

Financeiro

RECEITA OPERACIONAL BRUTA

A receita operacional bruta da CNEE apresentou

um acréscimo de 19,0% (ou R$34,5 milhões),

passando de R$181,4 milhões, em 2010, para

R$216,0 milhões, em 2011, principalmente devido

ao (i) aumento de 2,5% no mercado consumidor;

(ii) aumento de 10,9% no preço médio de venda

ao consumidor final e (iii) aumento de R$14,9 milhões

na receita de construção. Vale acrescentar

que essa receita é parte dos efeitos da adoção do

IFRS (International Financial Report Standard), Normas

Internacionais de Contabilidade, e não constitui

efeito real, uma vez que esses mesmos valores

(tanto para 2010 quanto para 2011) aparecem no

custo de operação, resultando em efeito zero no

resultado operacional.

receita operacional Bruta

r$ milhões

181 216

2010

19,0%

2011

CUSTOS E DESPESAS OPERACIONAIS

O custo do serviço de energia elétrica passou de

R$74,6 milhões, em 2010, para R$76,9 milhões

em 2011, representando um aumento de 3,1% (ou

R$2,3 milhões), devido principalmente ao aumento

do encargo de uso do sistema de transmissão e

distribuição no valor de R$2,8 milhões. O custo de

operação aumentou de R$19,3 milhões, em 2010,

para R$35,0 milhões em 2011, representando um

aumento de 81,3% (ou R$15,7 milhões) principalmente

devido a (i) aumento de R$14,9 milhões no

DimENsão ECoNômiCo FiNANCEirA

custo de construção que, como explicado em parágrafo

anterior, não constituindo efeito real sobre o

resultado operacional da companhia; e (ii) aumento

de R$2,5 milhões no custo de pessoal referente

ao custo não recorrente do exercício de 2010, da

mão de obra alocada nos investimentos do período.

O efeito real no custo de operação pode ser

apurado deduzindo-se o custo de construção. Assim,

retirando-se esse efeito, o aumento passa a

ser de 5,3% (ou R$0,7 milhão).

As despesas operacionais passaram de R$17,6 milhões

em, 2010, para R$20,3 milhões em 2011,

representando um aumento de 15,5% ou R$2,7

milhões. Essa variação é resultado do aumento de

R$0,7 milhão nas despesas com vendas e aumento

de R$0,9 milhão nas despesas gerais e administrativas,

principalmente em decorrência das rubricas

pessoal e administradores. Outro item que também

contribuiu para o aumento das despesas operacionais

foi a perda na alienação e desativação de

bens e serviços, que registrou um incremento de

R$1,3 milhão entre os períodos analisados.

EBITDA

Por conseguinte, o EBITDA da companhia foi de

R$24,0 milhões, em 2011, e R$17,4 milhões em

2010, representando um aumento de 37,7% ou

R$6,6 milhões, pelas razões já comentadas nos parágrafos

anteriores.

17

2010

EBiTDA

r$ milhões

37,7%

24

2011


RESULTADO LÍQUIDO

O resultado financeiro passou de uma receita de

R$0,8 milhão, em 2010, para uma despesa de

R$2,6 milhões em 2011, representando uma variação

de R$3,4 milhões, principalmente devido ao

aumento de R$4,8 milhões em juros e multas. Essa

variação, no entanto, foi positiva e parcialmente

compensada pela redução de R$1,0 milhão no encargos

de dívida, em razão da redução do saldo

devedor dos empréstimos e financiamentos. Com

isso, o resultado líquido do exercício de 2011 foi

um lucro de R$8,8 milhões, em relação ao um lucro

de R$7,4 milhões registrado em 2010.

7

resultado líquido

r$ milhões

18,3%

2010 2011

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

9

35


36

DimENsão ECoNômiCo FiNANCEirA

iNDiCADorEs ECoNômiCo-FiNANCEiros - DETAlHAmENTo DA DVA *

a) Geração de riqueza

(r$ mil) (r$ mil)

2011 2010

% % (r$ mil) %

RECEITA OPERACIONAL (Receita bruta de

vendas de energia e serviços) 215.986 19,04% 181.444

Fornecimento de Energia 185.576 100,0% 8,7% 170.745 100,0%

Residencial 80.811 43,5% 9,6% 73.750 43,2%

Residencial baixa renda 487 0,3% -28,2% 678 0,0%

Comercial 39.445 21,3% 14,0% 34.608 20,3%

Industrial 39.391 21,2% 3,0% 38.237 22,4%

Rural 8.123 4,4% 3,5% 7.851 4,6%

Iluminação Pública 5.757 3,1% 10,7% 5.201 3,0%

Serviço Público 5.969 3,2% 10,5% 5.403 3,2%

Poder Público 5.593 3,0% 13,5% 4.927 2,9%

Energia de Curto Prazo 1.752 149,9% 701

Receita de uso da rede elétrica 4.925 301,1% 1.228

Serviços

Outras receitas, fornecimento não

1.094 26,8% 863

faturado, etc

(-) Provisão para créditos de liquidação

22.639 186,3% 7.907

duvidosa

Outros

(-) INSUMOS (Insumos adquiridos de

terceiros: compra de energia, material,

467 45,5% 321

serviços de terceiros etc.) (108.258) 15,4% (93.846)

resultado Não operacional (1.106) (13.925,0) 8

(=) VALOR ADICIONADO BRUTO

(-) QUOTAS DE REINTEGRAÇÃO

107.089 21,8% 87.927

(depreciação, amortização) (6.864) 3,4% (6.636)

(=) VAlor ADiCioNADo lÍQuiDo

(+) VAlor ADiCioNADo TrANsFEriDo

(Receitas financeiras, resultado da

100.225 23,3% 81.291

equivalência patrimonial) 13.066 0,5% 12.997

(=) VAlor ADiCioNADo A DisTriBuir 113.291 20,2% 94.288


) Distribuição de riquezas

por partes interessadas

c) Distribuição de riquezas

governo e encargos sociais

(r$ mil)

(r$ mil)

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

2011

2011

%

%

(r$ mil)

(r$ mil)

2010

EMPREGADOS 13.312 11,8% 8.946 9,5%

GOVERNO (impostos, taxas e

contribuições e encargos setoriais) 75.234 66,4% 65.292 69,2%

FINANCIADORES 15.976 14,1% 12.634 13,4%

ACIONISTAS 8.769 7,7% 7.415 7,9%

(=) VAlor ADiCioNADo DisTriBuÍDo

(ToTAl) 113.291 100,0% 94.287 100,0%

2010

TriBuTos/TAXAs/CoNTriBuiÇÕEs 59.227 78,7% 52.754 80,8%

ICMS 34.155 45,4% 30.592 46,9%

PIS/PASEP 3.215 4,3% 2.882 4,4%

COFINS 14.807 19,7% 13.273 20,3%

ISS - 0,0% - 0,0%

IRPJ a pagar do exercício 3.329 4,4% 2.959 4,5%

CSSL a pagar do exercício 1.085 1,4% 1.050 1,6%

Outros impostos e taxas 2.636 3,5% 1.998 3,1%

ENCArGos sEToriAis 16.007 21,3% 12.538 19,2%

RGR 879 1,2% 417 0,6%

CCC 8.185 10,9% 5.912 9,1%

CDE 5.471 7,3% 4.788 7,3%

CFURH - 0,0% - 0,0%

TFSEE 285 0,3% 237 0,4%

ESS - 0,0% - 0,0%

P&D 1.187 1,6% 1.184 1,8%

Outros encargos e contribuições

(=) VAlor DisTriBuÍDo (ToTAl)

- 0,0% - 0,0%

Governo 75.234 100,0% 65.292 100,0%

%

%

37


38

d) inadimplência setorial

e) investimentos

(r$ mil)

Retificado ano de 2009. A distribuidora atua na Distribuição Baixa, Média e Alta Tensão

DimENsão ECoNômiCo FiNANCEirA

2011

(r$ mil)

2011

2010

% (r$ mil)

%

ENErGiA ComPrADA (discriminar) 2.904 30,8% - 0,0%

ENCArGos sEToriAis - 0,0%

RGR 92 1,0% - 0,0%

CCC 3.901 41,4% - 0,0%

CDE 2.536 26,9% - 0,0%

CFURH - 0,0% - 0,0%

TFSEE - 0,0% - 0,0%

ESS - 0,0% - 0,0%

P&D - 0,0% - 0,0%

Total (A) 9.433 100,0% - 0,0%

Percentual de inadimplência % - 0,0%

Total da inadimplência (A)/receita

operacional líquida 6,4% 0,0% 0,0%

%

2010

(r$ mil)

Expansão da Distribuição / Transmissão

( expansão reforço ) 3.276,62 46,7 2.234

Renovação da Distribuição / Transmissão** 2.990,22 -63,1 8.104

Subtransmissão** - - -

Outros - - -


f) outros indicadores

“** “ Distribuição e Subtransmissão =69 KV

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

(r$ mil)

2011 2010

%

(r$ mil)

Receita Operacional Bruta (R$ mil) 215.986 19,00% 181.444

Deduções da Receita (R$ Mil) (68.067) 14,80% (59.309)

Receita Operacional Líquida (R$ Mil) 147.919 21,10% 122.135

Custos e Despesas Operacionais do

Serviço (R$ Mil) (132.145) 18,50% (111.540)

Receitas Irrecuperáveis (R$ Mil) 1.080 19,00% 907

Resultado do Serviço (R$ Mil) 15.774 48,90 10.595

Resultado Financeiro (R$ Mil) (2.591) (412,90) 828

IRPJ/CSSL (R$ Mil) (4.414) 10,10 (4.008)

Lucro Líquido (R$ Mil) 8.769 18,30% 7.415

Juros sobre o Capital Próprio (R$ Mil) 1.200 100,00 600

Dividendos Distribuídos (R$ Mil)

Custos e Despesas Operacionais por MWh

1.063 0,0% -

vendido (R$ Mil)

Riqueza (valor adicionado líquido) por

0,25 13,50% 0,22

Empregado (R$ Mil)

Riqueza (valor a distribuir) por Receita

482 (6,30) 515

Operacional Líquida (%) 76,6 (0,80) 77,2

EBITDA ou LAJIDA (R$ Mil) 23.968 37,20% 17.475

Margem do EBITDA ou LAJIDA (%) 16,2 13,30% 14,3

Liquidez Corrente 0,33 (20,90) 0,42

Liquidez Geral

Margem Bruta (lucro líquido/receita

1,35 2,20% 1,32

operacional bruta) (%)

Margem Líquida (lucro líquido/receita

4,06 (0,70) 4,09

operacional líquida) (%)

Rentabilidade do Patrimônio Líquido

5,93 (2,40) 6,07

(lucro líquido/patrimônio líquido) (%) 10,84 8,80% 9,96

Estrutura de Capital 95.641 (1,10) 96.727

Capital Próprio (%)

Capital de terceiros oneroso (%) (empréstimos

84,6 10,00% 76,9

e financiamentos)

Inadimplência de clientes (contas vencidas até

90 dias / Receita Operacional bruta nos

15,4 (33,30) 23,1

últimos 12 meses) 1,8 (23,10) 2,4

39


40

CAPÍTULO 4

Dimensão

social e setorial


NACIONAL rede ENERGIA RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE DE SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2010 2011

41


42

indicadores sociais

internos

CLIENTE INTERNO

Empresa que visa à satisfação dos seus clientes

e acionistas, que dissemina ações socioambientais

responsáveis e que busca o aprimoramento e a inovação

tecnológica, além de zelar pelo bem-estar de

seu principal patrimônio, o colaborador. Assim é a

Nacional, uma das empresas mais tracionais do setor

elétrico brasileiro e que acredita no futuro do país.

As boas práticas da Nacional não se restringem a

atender as exigências do órgão regulador, a Agência

Nacional de Energia Elétrica – ANEEL, mas busca

expandir benfeitorias à comunidade e sociedade,

preocupar-se com o desenvolvimento intelectual

e cultural de seu público interno e com a modernização

de sistemas que terão impacto direto aos

clientes e consumidores. Suas freqüentes premiações

em diversas áreas são uma constatação do

reconhecimento, valorização e conquista de todos.

PROGRAMA EVOLUIR

Pessoas é um dos projetos do Programa Evoluir e,

em 2011, houve a continuidade das suas ações, as

quais estão em fase de estruturação e evolução na

implantação. As ações que compõem este projeto

são as seguintes:

ESTRUTURAÇÃO DOS PROCESSOS DE GESTÃO DE

PESSOAS (EPGP) – Visa reformular a área de Gestão

de Pessoas por meio da estruturação de seus

processos de gestão, obtendo ganhos de eficácia

e sinergia, alinhar padrões, políticas e práticas e

definir um plano diretor de gestão de pessoas para

os próximos 03 anos. Após vários levantamentos,

foram eleitas como prioridade para os próximos 2

anos, a melhoria dos processos, procedimentos e

a implantação do Sistema Rhevolution que trará

DimENsão soCiAl E sEToriAl

maior eficiência e eficácia nas informações relacionadas

à área de Gestão de Pessoas.

PROGRAMA DE QUALIDADE DE VIDA – Este programa

visa ampliar o tratamento de questões relativas

à prevenção e promoção da saúde, permitindo

o alcance do bem-estar físico, emocional e social

dos colaboradores, além de trazer benefícios para

a organização, visto que seres humanos saudáveis

produzem mais e melhor. Com ações voltadas à

prevenção e promoção da saúde dos colaboradores,

o programa realizou atividades de intervenção

motivacional, reflexologia, quick massage, pirâmide

nutricional, yoga laboral e avaliação da massa corpórea

(IMC) – Bioimpedância.

DIVULGAÇÃO DO PLANO DE CARGOS – Em 2011,

foram realizadas palestras de divulgação do plano

de cargos na Nacional, com o objetivo de ampliar o

nível de conhecimento dos colaboradores em relação

às linhas de acesso à carreira, bem como os critérios

para evolução, fazendo com que as ações tenham

imparcialidade, clareza e aplicações com base

em regras conhecidas e unificadas na organização.

EDUCAÇÃO CORPORATIVA – Tem como objetivo

desenvolver e treinar os colaboradores para o exercício

de sua função, além da formação da liderança

e possibilitar a criação de um modelo de educação

continuada para a empresa. A estrutura do novo

modelo é composta por: Academia Funcional, com

foco no desenvolvimento dos colaboradores técnicos,

operacionais, comerciais e administrativos;

Academia de Gestão e Liderança, voltada para o

aprimoramento das lideranças e o Núcleo de Ensino

à Distância, que permite a utilização de ferramentas

tecnológicas a fim de facilitar e ampliar o aprendizado.

O novo modelo de Educação Corporativa iniciou

sua implantação e acontecerá de forma gradativa e

no médio prazo.


GESTÃO DE PERFOMANCE – Possibilitará através

de um processo formal o desenvolvimento e avaliação

dos colaboradores esclarecendo os papéis e

responsabilidades de cada profissional, definindo

o desdobramento de metas e proporcionando aos

avaliados e avaliadores um claro alinhamento de

expectativas. O acompanhamento do desempenho

individual e dos resultados obtidos ao longo

do ano, identificará as competências a serem desenvolvidas

e fornecerá subsídios aos processos

de aproveitamento e recrutamento interno, movimentação

de pessoas e plano de treinamento e desenvolvimento,

além de fortalecer a comunicação

entre gestores e equipe.

O modelo de Gestão Performance contém uma

etapa de metas, que estará alinhada ao Planejamento

Estratégico da Nacional e outra etapa de

Avaliação das Competências definidas para a empresa.

O Modelo a ser implantado foi aprovado na

Diretoria Executiva. O Sistema que suportará este

Programa foi parametrizado e para o ano de 2012

está previsto a formação dos avaliados e avaliadores,

implantação do primeiro ciclo e seu acompanhamento.

PROGRAMA DE MELHORIA DO CLIMA – Visa à melhoria

da motivação e percepção dos colaboradores

em relação à empresa e o fortalecimento do engajamento

atrelado a resultados. Também objetiva

gerar uma imagem positiva da empresa para com

o público externo por meio do acompanhamento

das Ações do Projeto Pessoas, além do estudo de

viabilidade de implantação de outras ações contidas

no plano de ação do Programa de Clima.

GESTÃO DE PESSOAS

DESENVOLVIMENTO E CAPACITAÇÃO DOS

COLABORADORES

A Nacional investe no desenvolvimento cultural e

intelectual dos seus colaboradores, por meio de:

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

PROGRAMA DE BOLSA DE ESTUDOS - Nos últimos

anos priorizou-se o subsídio de cursos técnicos e

de graduação por serem as modalidades aonde a

empresa possui uma maior oportunidade de formação

e também de atendimento de um maior

número de colaboradores. No ano de 2011, contudo,

o Programa foi bastante abrangente, visto que

cursos de Especialização e de Pós Graduação foram

contemplados.

PALESTRAS – Eventualmente, a empresa contrata

profissionais renomados de mercado e promove

eventos voltados à atualização e ao aprimoramento

profissional de seu quadro de colaboradores de

diversas áreas e diversos níveis de atuação.

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO - Uma vez compondo

o quadro de colaboradores, todos passam pelo

Programa de Integração, no qual a ambientação

ao novo contexto se torna primordial. Esta iniciativa

visa facilitar a adaptação do novo colaborador

à empresa, capacitando-o a conhecer a cultura e

filosofia da organização.

SEMANA DA SUSTENTABILIDADE – Evento tem

como objetivo disseminar a Política de Sustentabilidade

e fomentar que o dia a dia dos colaboradores

seja um reflexo dos compromissos assumidos. O

evento conta com palestras, workshops, vivências

e laboratórios, sempre conduzidos por profissionais

capacitados.

SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE – A empresa

possui dois Sistemas de Gestão da Qualidade, um

certificado para Nacional e demais distribuidoras

da Rede Energia, e o outro para a Rede Comercializadora.

Em ambos os casos, a Nacional se configura

como uma das primeiras empresas do setor

de energia certificada pela ISO 9000, fator este que

possibilita melhor visibilidade dos seus colaborado-

43


44

res junto ao mercado de trabalho, denotando a possibilidade

de melhoria contínua de seus processos.

REMUNERAÇÃO, RELAÇÕES SINDICAIS,

BENEFÍCIOS E DESENVOLVIMENTO

A Nacional acredita que, através de suas práticas

de benefícios, contribui para a qualidade de vida

e bem estar de seus colaboradores. Em seu amplo

pacote de benefícios, que envolve muitas vezes

seus dependentes, é reforçado o respeito e a valorização

ao colaborador.

Por meio da ampla rede credenciada de Assistência

Médica e Odontológica, a empresa consegue proporcionar

ao colaborador a prevenção e a manutenção

de sua saúde e de seus dependentes. Neste

item, uma ação que merece destaque foi à concessão

de um padrão de assistência médica diferenciada

a partir do nível Gerencial conforme prática

de mercado, fortalecendo assim, seu compromisso

com uma melhor qualidade de vida.

Os benefícios Vale Alimentação e Refeição, ampliados

desde 2010, sendo pagos em dobro no mês de

aniversário do colaborador, visam valorizar e motivar

o empregado, resultando numa política cada

vez mais competitiva.

O Auxílio Creche beneficia as crianças de 0 até 2

anos de idade, permitindo assim, que a colaboradora-mãe

garanta condições apropriadas aos cuidados

dos seus filhos.

A Licença-Maternidade de 120 (cento e vinte) dias,

podendo ser prorrogada por mais 60 (sessenta)

dias, perfazendo um total de 180 (cento e oitenta)

dias, garantindo assim que a colaboradora-mãe

dedique o maior tempo possível na companhia do

seu filho e fortaleça os laços afetivos com seus familiares.

O Vale-transporte, praticado nos termos da lei, beneficia

o colaborador no deslocamento residênciatrabalho-residência.

A cada ano, a Nacional concede para o Natal de

DimENsão soCiAl E sEToriAl

seus colaboradores, cestas e brinquedos aos filhos

de até 12 anos, garantindo nesta ação, a valorização

e a satisfação das pessoas. Em 2011, foram

concedidas 195 cestas e 98 brinquedos.

O Programa de Participação dos Resultados é uma

importante ferramenta estratégica de remuneração

para a empresa e reflete o desempenho do colaborador

no alcance de metas e resultados estabelecidos

pela organização em determinado período

de tempo.

Respeitando a diversidade, a valorização de seus

colaboradores e a transparência de seus processos,

a área de Remuneração possui como foco a imparcialidade.

Um dos importantes projetos ocorridos

na Nacional e iniciado em 2007, foi o desenvolvimento

e a implantação do Plano de Cargos e Salários,

através da contratação da HayGroup, consultoria

reconhecida mundialmente em Projetos de

Remuneração e detentora de profundo conhecimento

do setor elétrico brasileiro. O projeto tem

como objetivo estabelecer um Plano de Cargos

alinhado às práticas de mercado, tornando-se uma

ferramenta de suporte à gestão, possibilitando que

a empresa seja competitiva e que os colaboradores

visualizem as linhas de acesso à carreira e possam

atuar no auto-desenvolvimento para sua evolução

profissional.

As políticas de gestão que regem os assuntos da

área de Remuneração, Benefícios e Relações Sindicais

são padronizadas. Para fortalecer este conceito,

foram criadas duas ações que contribuíram

sobremaneira na evolução dos assuntos da área.

São elas: Divulgação do Plano de Cargos e o EPGP

(Estruturação dos Processos de Gestão de Pessoas),

no Projeto Pessoas do Programa Evoluir.

As atividades de Relações Sindicais demonstram

que a relação capital x trabalho é desenvolvida com


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

45


46

profissionalismo e transparência, sustentada por

diretrizes alinhadas à estratégia da organização.

VALORIZAÇÃO DO COLABORADOR

A Nacional aproveita todas as oportunidades para

enaltecer seus colaboradores por meio de programas

específicos por tempo de serviço, bem como

mantendo eventos relacionados a datas comemorativas

nas quais os colaboradores são diretamente

mobilizados e contemplados com ações e demonstrações

de zelo da empresa para com cada um de

seus profissionais.

PROGRAMA DE RECONHECIMENTO POR

TEMPO DE EMPRESA

Ao completar cinco anos de atuação como colaborador

efetivo, há uma homenagem com a entrega

de um diploma contendo uma frase de agradecimento

assinada pelos representantes da alta

direção de cada localidade e que é entregue pelo

gestor imediato no local de trabalho. O objetivo é

reconhecer e agradecer pela dedicação e contribuição

do colaborador à empresa, durante seu contrato

de trabalho. Os colaboradores efetivos que

completarem 10, 15, 20, 25, 30, 35 anos e acima,

recebem um brinde simbólico e homenagem na

Festa de Confraternização de Final de Ano.

DATAS COMEMORATIVAS

Algumas datas são destacadas para serem celebradas

na empresa junto aos colaboradores. Estas são

extensivas não apenas aos colaboradores efetivos,

mas aos temporários, estagiários, empreiteiros,

consultores e demais prestadores de serviços. Visando

contemplar e prestigiar a todos a empresa

publica um e-mail marketing, além de atrações específicas

por datas.

DIA DO TRABALHO – tradicionalmente, para celebrar

o dia 1º de Maio é organizado um evento es-

DimENsão soCiAl E sEToriAl

pecífico, que proporciona uma grande interação e

favorece a integração dos colaboradores. Esta data

é celebrada para homenagear todas as profissões

que atuam na Nacional.

DIA DAS MÃES – Na véspera do 2º domingo do

mês de maio é realizada a homenagem a todas colaboradoras-mães

dentro do ambiente de trabalho,

com a entrega de um singelo presente.

DIA DOS PAIS – Na véspera do 2º domingo do mês

de agosto é realizada a homenagem a todos os colaboradores-pais

dentro do ambiente de trabalho,

com a entrega de um singelo presente.

DIA DO ELETRICISTA – visto ser o eletricista, o

profissional de atuação fundamental na empresa,

esta data foi eleita como destaque e, anualmente,

organiza-se o Rodeio de Eletricistas, sendo que o

objetivo do rodeio é que o eletricista execute suas

atividades atendendo todos os procedimentos de

segurança para realização do seu trabalho. A cada

ano uma das distribuidoras da Rede Energia é a

sede deste evento.

FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO – visando o encerramento

do ano, realiza-se a festa de confraternização

que, além de promover uma integração

entre os colaboradores, representa uma forma de

comemorar os resultados atingidos e a contribuição

de trabalho à empresa.

TREINAMENTOS

Em 2011, destacam-se os seguintes treinamentos

realizados:

PROTEÇÃO DE SISTEMAS ISOLADOS - No dia 31 de

março, engenheiros e técnicos do Departamento

de Operações do Sistema da empresa participaram

do treinamento sobre “Proteção de Sistemas Isolados”,

ministrado pelo Engenheiro Ricardo Abboud,

da Schweitzer Engineering Laboratories Comercial.

A equipe teve a oportunidade de conhecer novas

tecnologias e metodologias, além da troca de experiências.


TREINAMENTO SOBRE A NR 17 - Os colaboradores

do CAC (Centro de Atendimento ao Cliente) participaram,

nos dias 28 de abril e 6 de setembro, de

treinamentos sobre a Norma Regulamentadora - NR

17, que trata especificamente do estabelecimento

das condições mínimas de conforto físico e mental

dos trabalhadores da área de telemarketing.

SISTEMA DA QUALIDADE – O Ciclo de Palestras Reciclagem

do Sistema de Gestão da Qualidade (SGQ)

da empresa teve início em 16 de maio. As palestras

foram ministradas por representantes da qualidade

na empresa, com o objetivo de reciclar o conhecimento

e treinar novos colaboradores para adoção

dos procedimentos do sistema da qualidade.

WORKSHOP IMPLANTAÇÃO DOS SERVIÇOS DE

SMS - Realizado no dia 5 de dezembro, o evento

foi desenvolvido especialmente para apresentar a

nova ferramenta de comunicação do cliente com a

empresa – Serviço de Mensagem SMS (via celular).

Líderes das Unidades de Serviços (US) e coordenadores

de atendimento ao consumidor conheceram

o novo canal de comunicação da empresa com o

cliente.

CURSO NR 10 - No dia 26 de dezembro, foi realizado

o curso sobre a Norma Regulamentadora - NR

10, para os novos colaboradores contratados da

área operacional e também para àqueles que fizeram

o treinamento há dois anos, ou que participaram

do curso em outras empresas. No treinamento

é destacado o comportamento seguro no dia a

dia, como sendo este o elemento principal para a

segurança do trabalhador. A finalização do curso

será em 2012.

GINÁSTICA LABORAL

Com o objetivo de prevenir problemas de saúde

ocupacional e promover momentos de interação e

integração entre os colaboradores, a Rede Energia

mantém em sua sede, em São Paulo, um programa

de Ginástica Laboral e Orientação Postural, na qual

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

são realizadas sessões de alongamentos, de fácil

execução e curta duração, realizados no próprio

local de trabalho. Essas atividades são monitoradas

por profissionais especializados que coordenam e

acompanham os colaboradores.

SAÚDE

CAMPANHAS DE VACINAÇÃO

A campanha de vacinação faz parte das ações de

prevenção e tem como objetivo facilitar o acesso

dos colaboradores ao serviço, disponível somente

nos postos de saúde. Desta maneira, consegue-se

imunizar um número considerável de colaboradores

quanto às doenças típicas da região e demais

doenças combatidas pelo Sistema Único de Saúde.

Com esse tipo de ação, a empresa contribui também

com as campanhas nacionais. São realizadas

palestras de conscientização e prevenção sobre

DST/AIDS, hipertensão, saúde bucal, stress e campanhas

de doação de sangue.

A empresa também editou em 2011, dez Informativos

“Fique Por Dentro – Dicas de Saúde e Bem

Estar”. Os temas tratados foram: Como matar

mosquitos sem agredir o meio ambiente; Cuide

bem do seu mundo, não desperdice água; Como

evitar o AVC; Xô Preguiça!; Suco de Frutas ajuda

no combate a doença de Alzheimer; Ergonomia e

Dia Mundial do Coração.

SEGURANÇA

PROGRAMA SEGURANÇA EM 1º LUGAR

A Nacional possui o “Programa Segurança em 1º Lugar”

com o objetivo de promover pró-ativamente a

segurança do trabalho com foco em cinco projetos:

1) Projeto Líder em Ação;

2) Projeto Conscientização e Capacitação;

3) Projeto Monitoramento Compartilhado;

4) Projeto Procedimentos e Padronizações;

5) Projeto Ações Pró-Ativas.

47


48

O escopo do “Programa Segurança em 1º. Lugar”

consiste principalmente:

INTEGRAÇÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRA-

BALHADOR: Apresentar aos colaboradores próprios

e contratados a Rede Energia e a Nacional,

sua Política de Segurança, seus Valores, os Riscos

das Atividades e os procedimentos de segurança a

controlar ou eliminar os riscos, além da verificação

das capacitações e exames médicos exigidos para a

atividade. Público Alvo: todos que trabalham direta

ou indiretamente para a Nacional.

DIÁLOGO DE SAÚDE E SEGURANÇA: palestras realizadas,

no mínimo, semanalmente, onde são abordados

assuntos de serviços relacionados à Segurança

e Saúde dos colaboradores, de maneira que

evitem acidentes e trabalhem com maior ênfase na

prevenção de acidentes.

MONITORAMENTO COMPARTILHADO: Consiste

nas inspeções de Segurança realizadas pelo SESMT

e pelas áreas contratantes, objetivando multiplicar

esforços para controlar os riscos de acidentes.

CARTA DE AUTORIZAÇÃO: Documento formal, no

qual o Engenheiro Responsável pelo setor ou pela

empreiteira, autoriza o colaborador a desenvolver

suas atividades, somente após atender os requisitos

de Qualificação e Capacitação do colaborador.

Cada operacional recebe um selo para ser colocado

no capacete, conforme sua capacitação/qualificação.

ANJO DA GUARDA: O Centro de Operações do

Sistema e da Distribuição faz perguntas às equipes

operacionais para verificar o atendimento aos

requisitos de segurança antes do início das atividades

e depois do término dos serviços, mas antes da

energização.

DimENsão soCiAl E sEToriAl

NAS ONDAS DO RÁDIO: Mensagens diárias de segurança

passadas pelo sistema de rádio do Centro

de Operação aos operacionais de campo. Normalmente

são lidas por vozes femininas para chamar a

atenção dos operacionais.

PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRÕES

(POP’S): Padronizações dos POP’s na Nacional.

LÍDER EM AÇÃO: Consiste em reforçar a “Cultura

de Segurança” aos líderes, buscando maior envolvimento

destes e consequentemente de todos na

segurança, através de palestras sobre responsabilidades

e comportamento seguro, além de orientações

através de manuais e procedimentos.

SPOTS DE RADIO: Inserção de Dicas de Segurança

em Emissoras de Rádio de diversas localidades da

concessão da empresa, de maneira que a população

se conscientize sobre os riscos da eletricidade e

saiba se prevenir.

PALESTRAS DE CONSCIENTIZAÇÃO COM A COMU-

NIDADE EM GERAL: Realização de palestras com

dicas de segurança com eletricidade em Escolas, Associações

de Bairros, Entidades de Classe e Etc.

IMPLANTAÇÃO DO CONHECER A REDE: Distribuição

de Folder’s e Cartazes junto à comunidade e

casas de materiais de construção, relacionado à segurança

com eletricidade.

IMPLANTAÇÃO DE MENSAGENS DE SEGURANÇA

NAS FATURAS DE ENERGIA ELÉTRICA de maneira

que o consumidor receba orientações de segurança

tanto na Zona Urbana como na Rural.

E estão programados para serem implantadas em

2012, as seguintes ferramentas do Programa Segurança

Em 1º Lugar:


RANKING DOS CRS’s (CENTRO REGIONAL DE SER-

VIÇOS): Nivelamento dos Indicadores de Segurança

Preventivos do CRS, em grandeza numérica, onde

os CRS’s da empresas Rede Energia localizadas nas

regiões Sul e Sudeste são nivelados, de maneira

que exista uma competição saudável, com relação

à segurança no trabalho.

RANKING DAS EMPREITEIRAS: Somatório das Inspeções

de Campo e Documental das empreiteiras

dentro do mês, em grandezas numéricas, nivelando

as empreiteiras dentro do ranking, de maneira

que sejam evidenciados pontos a melhorar.

SIPAT

A semana interna de Prevenção de acidente do

trabalho SIPAT é realizada anualmente pelo Setor

de Segurança e Saúde do Trabalho e pela CIPA da

empresa.

CONFIABILIDADE DOS EQUIPAMENTOS DE

SEGURANÇA

A Nacional, comprometida com a segurança de

seus colaboradores, somente faz homologação de

seus equipamentos de proteções individuais e coletivos

após estudos detalhados, testes e verificação

da eficácia dos mesmos. Todos os equipamentos

com características dielétricos são ensaiados por

laboratórios próprios e por empresas especializadas

para estas atividades, atendendo às normas da

Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT e

Norma Internacional.

O trabalho é contínuo através dos re-ensaios estabelecidos

na Norma Regulamentadora nº 10 do

Ministério do Trabalho e Emprego - MTE. Esse trabalho

possibilita um controle rigoroso do equipamento,

pois além de habilitá-lo para o uso, com

uma margem maior de segurança, consegue-se fazer

sua rastreabilidade, através do vínculo entre o

equipamento e o colaborador usuário.

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

RODEIO DE ELETRICISTAS DA REDE ENERGIA

O III Rodeio de Eletricistas da Rede Energia, realizado

em 2011, aconteceu no Parque de Exposições

do Entroncamento, na cidade de Belém (PA),

no mês de outubro, e reuniu as equipes das nove

distribuidoras da Rede Energia: Tô Ligado, da Nacional

(SP); Jalapão, da Celtins (TO); Poraquê, da

Celpa (PA); Apoena, da Vale Paranapanema (SP);

Potência, da Enersul (MS); Lobo Bravo, da Força e

Luz (PR), Tropa de Elite, da Caiuá (SP); Águias da

Serra, da Bragantina (SP e MG); e Xomanos, da Cemat

(MT).

O Rodeio de Eletricistas se firmou como a maior

festa da Rede Energia. Uma competição que celebra

o Dia do Eletricista (17 de outubro), o principal

profissional do setor elétrico. O evento reuniu 63

eletricistas que na arena de competição realizaram

sete tarefas, todas relacionadas às atividades que

desenvolvem no dia a dia, tendo como foco principal,

a segurança em primeiro lugar.

Durante as provas, 18 juízes realizaram a avaliação

das equipes. Além deles, nesta edição do rodeio

auditores independentes foram contratados para

acompanhar todo o processo de consolidação do

cálculo das pontuações e das penalidades.

COMUNICAÇÃO COM COLABORADORES

A comunicação interna é ferramenta indispensável

e estratégica na Nacional. Para manter os colaboradores

informados sobre os acontecimentos da

organização e estabelecer uma relação de transparência

e proximidade entre a empresa e seu público

interno, a Nacional segue as diretrizes da Comunicação

Corporativa da Rede Energia, que estabeleceu

os seguintes canais de comunicação:

49


50

REVISTA NOTÍCIAS EM REDE – Publicação mensal,

corporativa, entregue nas residências de todos os

colaboradores com o objetivo de mantê-los informados

sobre os acontecimentos de todas as empresas

do grupo;

INFORMATIVO ELETRÔNICO NOTÍCIAS EM REDE

ON-LINE – Publicação sem periodicidade definida,

utilizada para informar os colaboradores sobre os

acontecimentos importantes da organização. O

Notícias em Rede On-line é enviado por e-mail para

os colaboradores de cada empresa. Além do informativo

Corporativo, há também uma edição do

Notícias em Rede On-line Sul/Sudeste, com notícias

de destaque das empresas localizadas nas regiões

sul e sudeste;

INTRANET – Canal de comunicação com os colaboradores,

onde são publicadas notícias de interesse

do público interno e outras informações que proporcionem

a integração entre os funcionários da

empresa.

INFOBANHEIRO – Informativo interno, corporativo,

sem periodicidade definida, aborda diversos assuntos

como saúde, qualidade de vida e notícias nacionais,

atuais, sendo fixado nos banheiros de toda

a empresa.

MURAL – localizados em todos os prédios da empresa,

os Murais são utilizados para divulgar comunicados

das áreas: Administrativa, Gestão de

Pessoas, Comunicação e outras informações de

interesse do colaborador;

INFORMATIVO ELETRÔNICO FIQUE POR DENTRO

Publicação sem periodicidade definida, editado

pela área de Gestão de Pessoas, aborda assuntos

sobre saúde e bem-estar do trabalhador.

DimENsão soCiAl E sEToriAl


iNDiCADorEs soCiAis iNTErNos

EmPrEGADos / EmPrEGABiliDADE / ADmiNisTrADorEs

a) informações gerais 2011 2010 2009

Número total de empregados 208 158 158

Empregados até 30 anos de idade (%) 36,1% 25,32% 25,32%

Empregados com idade entre 31 e 40 anos (%) 29,3% 27,22% 26,58%

Empregados com idade entre 41 e 50 anos (%) 24,0% 31,64% 32,28%

Empregados com idade superior a 50 anos (%)

Número de mulheres em relação ao total de

10,6% 15,82% 15,82%

empregados (%)

Mulheres em cargos gerenciais - em relação ao

18,8% 17,09% 18,35%

total de cargos gerenciais (%)

Empregadas negras (pretas e pardas) - em relação

0,0% 0,00% 0,00%

ao total de empregados (%)

Empregados negros (pretos e pardos) - em relação

0,96% 0,63% 0,60%

ao total de empregados (%)

Empregados negros (pretos e pardos) - em cargos

11,54% 10,13% 8,20%

gerenciais em relação ao total de cargos gerenciais (%) 33,3% 0,00% 0,00%

Estagiários em relação ao total de empregados (%)

Empregados do programa de contratação

2,9% 3,80% 0,63%

de aprendizes (%) 1,0% 1% 1,27%

Empregados portadores de deficiência 4 5 4

b) remuneração, benefícios e carreira (r$ mil)

Remuneração

2011 2010 2009

Folha de pagamento bruta 15,572 10.204 9,878

Encargos sociais compulsórios

Benefícios

2.510 1.832 1.823

Educação 13 4 36

Alimentação 1.047 793 791

Transporte 64 14 13

Saúde 891 583 396

Fundação

Outros (Segurança no Trabalho, Cultura,

256 130

Auxílio-Creche e Outros) 158 117 145

c) Participação nos resultados

Investimento total em programa de participação

2011 2010 2009

nos resultados da empresa (R$ MIL) 1.159 187 148

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

51


52

DimENsão soCiAl E sEToriAl

Valores distribuídos em relação à folha de

pagamento bruta (%) 6,75% 1,83% 1,50%

Ações da empresa em poder dos empregados (%)

Divisão da maior remuneração pela menor

remuneração em espécie paga pela empresa

0,00% 0,00% 0,00%

(inclui participação nos resultados e bônus)

Divisão da menor remuneração da empresa

pelo salário mínimo vigente (inclui participação

10,44 10,44 9,42

nos resultados e bônus)

d) Perfil da remuneração - identificar a

percentagem de empregados em cada

1,62 1,61 1,63

faixa de salários* Faixas (r$) 2011 2010 2009

até 3 salários mínimos 55,77% 42,41% 38,60%

de 3 a 5 salários mínimos 31,73% 42,41% 43,00%

de 5 a 10 salários mínimos 9,62% 11,39% 14,80%

Acima de10 salários mínimos

Por categorias (salário médio no ano corrente) - R$

2,88% 3,80% 3,80%

Cargos de diretoria ND N/D N/D

Cargos gerenciais 11.028,57 6.195 5.678

Cargos administrativos 1.607,49 1.551 1.983

Cargos de produção 1.627,27 1.791 1.704

e) saúde e segurança no trabalho 2011 2010 2009

Média de horas extras por empregado / ano

Número total de acidentes de trabalho

8,44 6,19 6,3

com empregados

Número total de acidentes de trabalho com

3 0 0

terceirizados / contratados

Média de acidentes de trabalho por

1 0 2

empregado / ano

Acidentes com afastamento temporário de

1,59% 0,000 0,020

empregados e/ou de prestadores de serviço (%)

Acidentes que resultaram em mutilação ou

outros danos à integridade física de empregados

e de prestadores de serviço, com afastamento

1,23% 0,00% 100,00%

permanente do cargo (incluindo LER) (%)

Acidentes que resultaram em morte de

0,00% 0,00% 0,00%

empregados e de prestadores de serviço (%) 0,00% 0,00% 0,00%

Índice TF (taxa de frequência) total da empresa no

período, para empregados 5,33% 0,00 0,00


Índice TF (taxa de frequência) total da empresa

no período, para terceirizados/contratados

Investimentos em programas específicos para

9,06 0,00 8,330

portadores de HIV (R$ Mil)

Investimentos em programas de prevenção e

0 0 0

tratamento de dependência (drogas e álcool) (R$ Mil) 0 0 0

f) Desenvolvimento profissional

Perfil da escolaridade - discriminar, em %, em

relação ao total dos empregados

2011 2010 2009

Ensino fundamental 19,2% 24,05% 23,40%

Ensino médio 65,4% 60,13% 57,60%

Ensino superior 14,4% 15,19% 18,40%

Pós-Graduação (especialização, mestrado, doutorado) 1,0% 0,63% 0,60%

Analfabetos na força de trabalho (%)

Valor investido em desenvolvimento profissional e

0% 0% 0,00%

educação por folha de pagamento bruto (%)

Quantidade de horas de desenvolvimento

0,08% 0,03% 0,38%

profissional por empregado/ano 53,58 14.42 3,12

g) Comportamento frente a demissões 2011 2010 2009

Número de empregados ao final do período 208 158 158

Número de admissões durante o período

Reclamações trabalhistas iniciadas por total de

69 14 15

demitidos no período (%)

Reclamações trabalhistas

Montante reivindicado em processos

5% - 10%

judiciais (R$ Mil) 762.056 720579 682

Valor provisionado no passivo 580 530 108

Número de processos existentes 11 12 12

Número de empregados vinculados nos processos 10 3 5,0

h) Preparação para a aposentadoria 2011 2010 2009

Investimentos em previdência complementar (R$ Mil)

Número de beneficiados pelo programa de

349 256 130

previdência complementar

Número de beneficiados pelo programa de

202 155 144

preparação para a aposentadoria 0 0 0

i) Trabalhadores Terceirizados 2010 2009 2008

Número de trabalhadores terceirizados / contratados 53 85 63

Custo total (R$ Mil)**

Trabalhadores terceirizados/contratados em

9.756 2,922 3.190

relação ao total da força de trabalho 20,3% 22,6% 28,5%

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

53


54

Perfil da remuneração - Identificar a percentagem

de empregados em cada faixa de salários*

até 3 salários mínimos N/D N/D N/D

de 3 a 5 salários mínimos N/D N/D N/D

de 5 a 10 salários mínimos N/D N/D N/D

Acima de10 salários mínimos

Perfil da escolaridade - em relação ao total de

terceirizados - discriminar (em %):

N/D N/D N/D

Ensino fundamental N/D N/D N/D

Ensino médio N/D N/D N/D

Ensino superior, pós-graduação

Índice TG (taxa de gravidade) da empresa no

N/D N/D N/D

período, para empregados

Índice TG (taxa de gravidade) da empresa no

82,63 0 0

período, para terceirizados / contratados

j) Administradores

272 0 250

Remuneração e/ou honorários totais (R$ Mil) (A) N/D N/D N/D

Número de diretores (B) 7 8 7

Remuneração e/ou honorários médios A/B

Honorários de Conselheiros de Administração

N/D N/D N/D

(R$ Mil) (C) N/D N/D N/D

Número de Conselheiros de Administração (D) 3 3 3

Honorários médios C/D N/D N/D N/D

* salário mínimo vigente no ano

** Retificado ano de 2009.

DimENsão soCiAl E sEToriAl


indicadores sociais

Externos

CLIENTES E CONSUMIDORES

A Nacional estruturou-se de forma organizacional

para atender seus clientes agrupando-os em:

Grandes Clientes, Poder Público e Baixa Tensão.

Para gestão de todo o relacionamento com os

clientes, a área Comercial da empresa dispõe de

coordenadorias, direcionadas para cada classificação

de clientes.

GRANDES CLIENTES

O atendimento aos grandes clientes localizados em

alta tensão (Grupo A - autoprodutores, cogeradores

e clientes livres) é responsabilidade da Gerência de

Grandes Clientes, que por meio dos “gestores de

clientes”, recebem tratamento personalizado. Pertencem

a este grupo, os consumidores industriais e

comerciais denominados Grupo A. O atendimento

é personalizado, possibilitando um contato mais estreito.

Além do contato direto, estes clientes contam

com um telefone exclusivo (0800 723 3320).

Eles são divididos em regiões, caracterizados pelas

áreas de concessões existentes e por níveis de tensão.

Os Grandes Clientes realizam contatos diretos

com a Nacional por meio dos gestores de contas,

seja por e-mail, fax ou telefone ou ainda através

de visitas periódicas. As visitas programadas aproximam

a empresa de seus clientes, estreitando o relacionamento

e garantindo troca de conhecimentos

dos processos produtivos de cada empresa, além de

oferecer esclarecimentos relacionados à gestão do

contrato de energia elétrica.

A maioria dos grandes clientes atendidos pela Nacional

pertence ao segmento da agroindústria. As

atividades estão relacionadas às indústrias suco-

-cítricas, sucroalcooleiras, alimentícias e de fabricação

de ventiladores.

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

Em 2011 foi lançado um projeto específico para

atendimento aos grandes clientes. Trata-se do P&D

Segmentação de Clientes em Nichos de Mercado

não Tradicionais, em que estão inseridas todas as

empresas da Rede Energia. O projeto previa a realização

de palestras com orientações aos grandes

clientes sobre a Resolução Normativa Aneel 414 e

a implementação da segmentação dos clientes em

nichos não tradicionais.

TREINAMENTO

Ainda em 2011, foi realizado um treinamento para

o aperfeiçoamento dos colaboradores que atuam

na recepção do canal exclusivo do Atendimento

Telefônico. A atualização e o aperfeiçoamento por

meio dos treinamentos refletem diretamente na

satisfação dos clientes e na melhoria da qualidade

dos serviços prestados.

CICLO DE PALESTRAS

Visando esclarecer e minimizar os impactos com

as mudanças trazidas pela Resolução 414, de 09

de setembro de 2010, da Aneel, Agência Nacional

de Energia Elétrica, o Departamento de Grandes

Clientes da Nacional (DGC), promoveu no mês de

março, o Ciclo de Palestras, um encontro com representantes

da classe de consumidores denominada

Grandes Clientes.

A Resolução Normativa 414 dispõe sobre as Condições

Gerais do Fornecimento de Energia Elétrica.

Ela substituiu a Resolução Nº 456, que vigorou durante

10 anos. Grandes indústrias atendidas pela

Nacional participaram do Ciclo de Palestras realizado

na cidade de Catanduva, no dia 24 de março.

Os clientes do Grupo A, geralmente indústrias e

estabelecimentos comerciais de médio ou grande

porte, conheceram as principais mudanças da Resolução

414, entre elas:

RESCISÃO CONTRATUAL - a partir de 1º de março

de 2011, os consumidores do Grupo A passam a

55


56

solicitar o serviço dentro de um prazo pré-estabelecido

em contrato, evitando–se multas.

CONTRATO DE DEMANDA ÚNICA – antes podia

escalonar a contratação com a resolução 414, a

demanda passou a ser única, na maioria dos casos.

REDUÇÃO NO PERCENTUAL DE TOLERÂNCIA PARA

ULTRAPASSAGEM DA DEMANDA CONTRATADA -

passou de 10% para 5%.

PODER PÚBLICO

Esta área é especializada no atendimento às prefeituras,

câmaras municipais, órgãos públicos federais

e estaduais. A Coordenadoria de Relacionamento

com Poderes Públicos trabalha para atender as

necessidades deste grupo, beneficiado por canais

de comunicação exclusivos, como telefone, e-mail,

carta ou ainda programas de visita.

O objetivo desta proximidade é auxiliar na gestão

dos serviços públicos nos municípios atendidos pela

Nacional. O resultado da implantação deste canal

de relacionamento com os poderes públicos foi a

redução da inadimplência dessa classe de consumo

BAIXA TENSÃO

Os clientes do Grupo B (comerciais, industriais, rurais,

e residenciais) são tratados pela Coordenadoria

de Atendimento ao Cliente. O principal canal

de atendimento aos clientes deste grupo é o Centro

de Atendimento ao Cliente (CAC), através do

telefone 0800 70 10 329. O CAC conta com um

sistema que permite observar todos os aspectos de

atendimento visando à satisfação dos clientes. O

procedimento de monitoria do CAC da Nacional

está inserido no Sistema de Qualidade da empresa,

com o objetivo de oferecer atendimento padronizado

e isonômico aos clientes.

PESQUISAS | SATISFAÇÃO DO CLIENTE

RESIDENCIAL

Para fortalecer os compromissos assumidos em sua

DimENsão soCiAl E sEToriAl

Missão de “Prestar serviços de energia elétrica com

responsabilidade social e ambiental, visando à satisfação

dos clientes, colaboradores, fornecedores

e acionistas, contribuindo para o desenvolvimento

do País”, a Nacional utiliza, como ferramenta

de aprimoramento de seus serviços, as pesquisas:

IASC Aneel – Índice Aneel de Satisfação do Cliente

Residencial; e a Pesquisa Abradee – Associação

Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica.

Além de conhecer o grau de satisfação dos clientes

residenciais com a qualidade do produto e dos

serviços prestados pela distribuidora, as pesquisas

geram índices que possibilitam comparar o desempenho

da empresa com as demais distribuidoras de

sua região e/ou de mesmo porte. Na 13ª edição da

Pesquisa Abradee 2011, a Nacional obteve 88,7%

no Índice Satisfação com a Qualidade Percebida -

ISQP, ficando muito acima da média Abradee, que

foi de 76,7%,

A Pesquisa Abradee avalia os seguintes atributos:

fornecimento de energia, informação ao consumidor,

conta de energia, atendimento ao cliente

e imagem da empresa. No IASC Aneel, os clientes

residenciais avaliam cinco atributos: Qualidade Percebida,

Satisfação, Confiança, Fidelidade e Valor.

No desdobramento do item “Qualidade Percebida”

os clientes avaliam itens, como acesso à empresa,

acesso à informação e confiabilidade dos serviços.

EMPRESA FINALISTA

A Nacional foi finalista da 13a edição do Prêmio

Abradee 2011, entre as empresas com até 500

mil consumidores nos quesitos: Nacional, Melhor

Avaliação pelo Cliente, Evolução no Desempenho

e Responsabilidade Socioambiental.

“PARABENIZO TODA A EQUIPE DA

NACIONAL, POIS SÃO OS GRANDES

RESPONSÁVEIS POR LEVAR A EMPRESA A

MAIS UMA FINAL. ESTE ÓTIMO


RESULTADO DEVE-SE AO EMPENHO E À

DEDICAÇÃO DE TODOS!”

ERICK GUSTAVO BORGES SAMPAIO

- GERENTE REGIONAL DA NACIONAL.

CANAIS DE RELACIONAMENTO

A qualidade do atendimento na prestação de serviços

é missão de todos os departamentos da Companhia

Nacional de Energia Elétrica. A empresa

trabalha visando o cumprimento da legislação vigente

e satisfação do cliente. Em 2011, a Nacional

aprimorou o relacionamento com o consumidor

instalando novos postos de atendimento ao cliente

e disponibilizando ferramentas como o SMS para

maior interação do cliente com a empresa:

CALL CENTER

Com atendimento gratuito e 24 horas por meio

do telefone 0800 70 10 329, do Centro de Atendimento

ao Cliente – CAC, os consumidores da

Nacional têm à sua disposição todos os serviços da

empresa. A Empresa também oferece um canal de

comunicação exclusivo para Deficientes Auditivos

e de Fala, por meio do telefone gratuito: 0800 64

81 785.

PORTAL DA INTERNET

Para proporcionar um atendimento de melhor qualidade

e garantir acessibilidade às informações da

concessionária de maneira prática e rápida, o site

da Nacional, www.cnee.com.br, foi totalmente reformulado

entre os anos de 2010 e 2011. Através

do portal da Nacional na web, o cliente acessa ainda

os serviços on line da Agência Web e informações

da empresa e do setor elétrico.

AGÊNCIA WEB

A Agência Web disponibiliza os seguintes serviços:

consultar débitos, autoleitura, cadastramento da

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

conta no débito automático, solicitar e imprimir a

segunda via de conta, alterar a data de vencimento,

por meio da opção Data Certa, fazer a solicitação

de entrega alternativa, trocar a titularidade e

solicitar a religação.

AGÊNCIAS E POSTOS DE ATENDIMENTO

AO CLIENTE

A comodidade do atendimento presencial, de segunda

a sexta-feira, facilita o entendimento do

consumidor em relação aos serviços da empresa.

A partir de 2011, a Nacional estabeleceu o atendimento

presencial em toda a sua área de concessão,

se adequando ao Artigo 180, da Resolução Normativa

Aneel nº 414, de 09 de setembro de 2010, que

estabelece as condições gerais de fornecimento de

energia elétrica de forma atualizada e consolidada.

Segundo a Normativa, as cidades com até 2 mil

unidades consumidoras terão atendimento presencial

da concessionária, sendo estabelecido: 8 (oito)

horas semanais em municípios com até 2.000

(duas mil) unidades consumidoras; e 4 (quatro) horas

diárias em municípios com mais de 2.000 (duas

mil) e até 10.000 unidades consumidoras.

Foram abertos 13 novos Postos de Atendimento ao

Cliente, beneficiando milhares de consumidores.

Nas cidades de Borborema, Itajobi, Urupês, Irapuã,

Tabapuã, Sales, Catiguá e Nova Aliança os clientes

passaram a contar com o atendimento presencial

de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h. Já em Marapoama,

Novais, Adolfo, Elisiário e Mendonça, os

Postos de Atendimento funcionam das 12h às 14h.

Os clientes ainda contam com as Agências de

Atendimento da Nacional em Catanduva, com

atendimento das 8h às 17h, e na cidade de Novo

Horizonte, aberta das 8h às 11h e das 13h às 17h.

SMS

Desde 21 de novembro de 2011, os consumidores

da Nacional passaram a contar com as facilidades

57


58

do serviço de SMS. Para saber mais sobre a conta

de luz, pedir religação ou religação de urgência, o

cliente envia uma mensagem do seu celular para o

número 27382 e a empresa responde instantaneamente.

A mensagem é gratuita, atende a todas as

operadoras de telefonia móvel e pode ser utilizada

24 horas por dia.

O processo de mensagem via celular é simples e

rápido: o cliente deve enviar o SMS com a palavrachave

referente ao serviço, dar um espaço e depois

colocar o número da Unidade Consumidora (UC),

que consta na parte superior da conta de luz. Os

serviços disponíveis são:

LUZ/tecla espaço/número da Unidade Consumidora:

para informar falta de energia. A Nacional responde,

via SMS, se já sabe o motivo da falta de luz,

se há ou não previsão de retorno e um número de

protocolo.

CONTA/tecla espaço/número da Unidade Consumidora:

para saber sobre sua conta de luz. A Nacional

responde, com até três mensagens, se há faturas

vencidas ou a vencer, data prevista de corte (se for

o caso), código de barras para pagamento e número

de protocolo.

RELIGA/tecla espaço/número da Unidade Consumidora:

para solicitar religação comum. A Nacional

informa, via SMS, o prazo para o serviço e avisa

para que o cliente apresente as faturas pagas no

ato da religação. Se a religação já tiver sido solicitada

por outro meio, o cliente recebe a informação

de que a Ordem de Serviço está em andamento.

RELIGAURGENTE*/tecla espaço/número da Unidade

Consumidora: para pedir religação de urgência.

A Nacional informa o prazo para o serviço ser

executado e avisa para que o cliente apresente as

faturas pagas no ato da religação de urgência. Se

a religação de urgência já tiver sido solicitada por

outro meio, recebe a informação de que a Ordem

de Serviço está em andamento.

DimENsão soCiAl E sEToriAl

ANÚNCIOS E MENSAGENS NA FATURA

A conta de energia da Nacional permite a publicação

de mensagens em, pelo menos, dois locais

diferentes. Essas mensagens são usadas principalmente

para a veiculação de informações sobre o

uso racional de energia, segurança, direitos e deveres

do consumidor. Podem ser usadas também

para a divulgação de assuntos relacionados à cidadania,

ao meio ambiente e a campanhas de interesse

público.

AVISOS DE DESLIGAMENTO PROGRAMADO

Para divulgar as interrupções programadas do fornecimento

de energia, o principal veículo de divulgação

utilizado pela Nacional é o jornal.

CAMPANHAS PUBLICITÁRIAS

Para divulgar campanhas orientativas, sobre consumo

consciente, segurança, serviços e outras informações

de interesse do consumidor, a Nacional

também utiliza o rádio como o principal meio de

comunicação.

FORMULÁRIO DE SUGESTÕES, SOLICITA-

ÇÕES E CRÍTICAS

Visando dar maior transparência ao processo de

tratamento das manifestações dos clientes, foi desenvolvido

em 2011 o “Formulário de Sugestões,

Solicitações e Reclamações”, em substituição ao

“Livro de Críticas e Sugestões” e em atendimento

ao Procedimento da Qualidade – PQ. 7.040.

O Formulário de Sugestões, Solicitações e Reclamações

fica disponível ao consumidor nas Agências

e Postos de Atendimento ao Cliente da empresa.

Segundo o PQ. 7.040, o consumidor que deseja se

manifestar preenche todos os campos do formulário,

destaca a parte destacável, dobra-o e deposita

numa urna. A outra parte do formulário que não

foi depositada na urna, o consumidor deve apresentar

ao Atendente da Agência, para que seja in-


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

59


60

serido a data, a cidade e o nome do atendente,

e este será o protocolo do cliente. Para todos os

registros, a empresa responde ao cliente, por contato

telefônico, e-mail ou carta. Este Formulário é

uma ferramenta de gestão importante, no qual a

empresa identifica a satisfação ou insatisfação do

consumidor com seus serviços.

OUVIDORIA

Quando o cliente procura o CAC, através do 0800,

ou mesmo as agências de atendimento presencial

e, por algum motivo o atendimento não satisfaz

suas expectativas, existe ainda a Ouvidoria. Através

do telefone exclusivo, 0800 70 10 324, gratuito,

ou pelo e-mail, ouvidoria.redesul@redenergia.

com, a empresa recebe as manifestações e as direciona

para a área responsável pelo processo, com

o compromisso de responder ao cliente.

Todas as reclamações são analisadas e aplicadas as

ações corretivas necessárias quando é o caso. Esse

atendimento é disponibilizado independente da

classificação do cliente.

CONSELHO DE CONSUMIDORES

O conselho dos consumidores é um elo entre cliente,

concessionária e o poder concedente. Seu objetivo

é orientar, analisar e avaliar tarifas e fornecimento

de energia elétrica ao consumidor final,

adequando o serviço de distribuição aos usuários.

O órgão é formado por um representante de cada

classe consumidora: residencial, industrial, comercial,

rural e poder público, além de representantes

do PROCON, Ministério Público. Ao todo são 12

membros entre titulares e suplentes.

Criado a partir da Lei 8.078 de 11 de setembro de

1990, o Conselho dos Consumidores foi novamente

regulamentado pela Aneel por meio da Resolução

138 de 10 de maio de 2000, que estabelece as

condições gerais para formação, funcionamento e

operacionalização dos mesmos. Foram estabeleci-

DimENsão soCiAl E sEToriAl

das alterações com o objetivo de torná-lo mais ágil.

Desde então, a Nacional disponibiliza um espaço

exclusivo para o Conselho, que é considerado uma

extensão das agências reguladoras e fiscalizadoras

do setor elétrico.

ATENDIMENTO ITINERANTE

A população de Marapoama, Sales, Irapuã, Novais

e Nova Aliança recebeu no primeiro semestre de

2011, o Atendimento Itinerante da Nacional. Nesta

ação, foram oferecidos aos clientes serviços como

orientações sobre a conta de luz, informações sobre

débito automático, troca de titularidade, alteração

da data de vencimento da conta e outros.

Em todas as localidades, a maior parte das solicitações

foi sobre a Tarifa Social de Energia elétrica. O

cliente que já contava com este benefício e atendia

aos critérios para manter o desconto na conta

de luz pode, ainda, recadastrar-se, garantindo a

manutenção da Tarifa Social. A Nacional também

aproveitou os atendimentos para orientar a população

sobre uso seguro e consciente de energia

elétrica.

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO COMERCIAL

Transparência, ética e respeito aos seus stakeholders.

Estes são valores que norteiam o relacionamento

da Nacional com seus diversos públicos. A

empresa adota as diretrizes do órgão regulador, a

Aneel, e atua segundo as Normas e Resoluções vigentes

do setor elétrico, buscando sempre compreender

e atender às expectativas de seus clientes.

Ao aprimorar seus serviços, a empresa orienta o

consumidor quantos aos seus Direitos e Deveres.

Diariamente, técnicos da empresa trabalham para

regularizar o atendimento às famílias, combatendo

o furto de energia por meio de fiscalização, e incentivando

a adimplência através da negociação e

parcelamento de débitos.


Os clientes inadimplentes são avisados do possível

corte de energia por falta de pagamento através da

conta de luz. A falta de pagamento da conta mensal

configura descumprimento de obrigação contratual,

que retira do consumidor, seja particular ou

órgão público, o direito de exigir da concessionária

a continuidade do fornecimento, o que pode levar

a descontentamentos dos consumidores, fato que

a distribuidora busca evitar a todo custo.

Utiliza como sistema de cobrança o Serviço de Proteção

ao Crédito (SPC), atuando de acordo com

o Código de Defesa do Consumidor. Segundo o

artigo 43 do Código, o nome do devedor pode ser

inscrito no cadastro de inadimplentes, desde que

cientificado antes.

Para o pagamento da conta, os clientes da Nacional

contam com opções que lhe oferecem comodidade

e segurança. Para isso, mantém convênio com toda

a rede bancária do país, que oferece várias modalidades

de pagamento: Home Bank, boca do caixa,

auto- atendimento e débito automático. E ainda,

firma convênios de arrecadação com vários estabelecimentos

comerciais em sua área de atuação.

A conta de luz é o principal canal de relacionamento

da empresa com seus clientes. No verso da conta

são veiculadas campanhas orientativas e sociais,

como dicas de uso seguro e econômico de energia,

direitos e deveres do consumidor, entre várias

outras orientações. É utilizada ainda para divulgar

mensagens de interesse dos poderes públicos e instituições.

Além das campanhas diárias nas emissoras de rádios,

a empresa disponibiliza em suas 15 Agências

e Postos de Atendimento ao Cliente, material informativo

– Folhetos sobre: Uso Correto de energia,

Casa Segura, Construindo com Segurança,

Seus Direitos e Deveres, Segurança no Campo, Solte

Pipas com Segurança, Furto de Energia e Queimadas,

dentre outros.

O Centro de Atendimento ao Cliente da Nacional

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

(Call Center), telefone gratuito, recepciona as demandas

do consumidor e as envia para tratamento

das áreas relacionadas na empresa, objetivando

atender não somente os prazos e critérios determinados

pelo órgão regulador, mas a satisfação do

cliente. Para isso, é feito o monitoramento diário

dos atendimentos, sinalizando aos gestores a necessidade

de treinamento dos profissionais e/ou

melhorias nos processos.

A empresa prioriza o atendimento aos pedidos de

visitas em suas instalações e a promoção de palestras

em escolas municipais, estaduais e técnicas,

assim como entidades, empresas e universidades a

fim de disseminar o conhecimento sobre seu produto

e seus serviços.

Por meio de seu site, reformulado entre 2010 e

2011, a Nacional também fala com o cliente, e disponibiliza

serviços gratuitos através da denominada

Agência Web (conforme descrito anteriormente).

Promove ainda, o envio de sugestões de pautas

à imprensa de sua concessão para as quais fornece

sugestões de temas a serem divulgados e informações

de interesse da comunidade. O monitoramento

das matérias positivas e negativas, assim como

seu tratamento, é feito pela área de comunicação,

que responde as demandas dos leitores dos veículos.

A Nacional ressalta o compromisso de agir com

comprometimento, transparência e respeito a todos

os seus consumidores. Diretrizes essas que são

lembradas diariamente por meio das reuniões de

trabalho e todas as ferramentas de comunicação.

QUALIDADE TÉCNICA, CONTINUIDADE E

SEGURANÇA DOS SERVIÇOS PRESTADOS;

Para medir a qualidade, a continuidade e a segurança

de seus serviços, a empresa conta com canais

de registro, avaliação e tratamento das demandas.

Envolvidos neste processo estão diversas áreas

como a de manutenção do sistema (redes, linhas

61


DimENsão soCiAl E sEToriAl

62 rede ENERGIA RELATÓRIO DE SUSTENTABILIDADE 2011 62


e subestações), o Centro de Operação da Distribuição

(COD), Call Center, e os próprios eletricistas.

A melhoria contínua dos serviços e dos indicadores

que medem a qualidade do atendimento da empresa,

pode se confirmar por meio de seu Sistema

de Gestão da Qualidade, SGQs, de acordo com a

NBR ISO 9001:2008. A Nacional conquistou, em

2011, a re-certificação de seu SGQ. E ainda, por

meio das pesquisas de satisfação do consumidor

residencial, Abradee e IASC, são avaliados itens de

qualidade, confiabilidade e continuidade da energia

elétrica.

Indicadores como o DEC (Duração Equivalente de

Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência

Equivalente de Interrupção por Unidade

Consumidora) são monitorados diariamente, permitindo

a avaliação das condições de qualidade do

sistema da empresa, assim como diversos outros

indicadores de qualidade e desempenho, todos

monitorados principalmente pelo órgão regulador,

os quais são passíveis de multa, caso haja violação

das metas estabelecidas.

No que diz respeito aos Fornecedores de Produtos

e Serviços, a empresa conta com um processo estruturado

descrito no item Fornecedores desta Dimensão.

A Nacional entende que, modificar seu padrão de

construção de redes e linhas, e incentivar fornecedores

de materiais e serviços a desenvolverem

materiais e alternativas construtivas, contribui para

minimizar os impactos de seu produto na sociedade.

Desta forma, reafirma seu compromisso de disponibilizar

produtos e serviços de forma eficiente,

segura e com qualidade.

ORIENTAÇÕES SOBRE SEGURANÇA

SEMANA NACIONAL DE SEGURANÇA COM

ELETRICIDADE

Durante a VI Semana Nacional de Segurança com

Energia Elétrica, promovida pela abradee em parce-

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

ria com a concessionária, realizada de 21 a 25 de

novembro, a Nacional esteve com mais de mil pessoas

em sua área de concessão, orientado-as sobre

os riscos de acidentes com eletricidade. Durante

a semana, o técnico de segurança do trabalho da

empresa visitou escolas e realizou blitz em lojas de

materiais elétricos e canteiros de obras.

PREVENÇÃO DE ACIDENTES NOS CANA-

VIAIS

A preocupação da Nacional com o manuseio inadequado

de maquinários agrícolas em áreas de cultivo

de cana de açúcar levou técnicos da empresa

a desenvolverem um plano de ação para minimizar

os riscos de acidentes com energia elétrica nos canaviais,

durante a safra da cana.

No período de safra, a empresa distribui folhetos

orientativos sobre a prevenção de acidentes e realiza

campanhas nas emissoras de rádio da região, reforçando

a mensagem sobre os cuidados especiais

ao manusear equipamentos próximos às redes de

energia elétrica. Em 2011, o trabalho de conscientização

começou no mês de abril, com a veiculação

de mensagens de segurança nas rádios e distribuição

de folhetos nas fazendas.

TREINAMENTOS NA COMUNIDADE

A Nacional promoveu no mês de agosto, o curso

de poda para as equipes da Prefeitura de Novo

Horizonte e podadores autônomos da cidade, que

executam o serviço. Os profissionais receberam

orientações sobre a poda técnica e ainda sobre a importância

de usar os equipamentos de proteção individual

durante as atividades, para evitar acidentes.

63


64

iNDiCADorEs soCiAis EXTErNos

CliENTEs / CoNsumiDorEs

DimENsão soCiAl E sEToriAl

a) Excelência no Atendimento 2011 2010 2009

Perfil de consumidores e clientes

Venda de energia por classe tarifária

( GWh ): % Total

Residencial 37,5% 36,27% 35,88%

Residencial baixa renda 1,4% 1,31% 1,30%

Comercial 19,6% 19,00% 18,08%

Industrial 20,4% 23,00% 22,22%

Rural 8,3% 8,03% 10,25%

Iluminação pública 2,8% 5,56% 5,59%

Serviço público 5,8% 4,19% 4,09%

Poder público

satisfação do cliente

Índices de satisfação obtidos pela Pesquisa

4,3% 2,64% 2,58%

IASC - ANEEL

Índices de satisfação obtidos por pesquisas de

64,14% 65,47%

outras entidades ( ABRADEE)

Atendimento ao consumidor

88,70% 89,20% 89,50%

Total de ligações atendidas ( Call Center ) 187.428 157.747 133.684

Número de atendimentos nos escritórios regionais 26.046 22.332 26.544

Número de atendimentos por meio da Internet

Reclamações em relação ao total de

69.752 16.268 14.892

ligações atendidas ( % )

Tempo médio de espera até o início de

7,2% 8,32% 17,16%

atendimento ( min. ) 01:11 00:38 00:23

Tempo médio de atendimento ( min. )

Número de reclamações de consumidores

encaminhadas

05:28 04:24 03:32

À Empresa 20.301 16.353 25.714

À ANEEL - agências estaduais / regionais 24 19 7

Ao PROCON 2 2 1

À Justiça

reclamações - Principais motivos

Reclamações referentes a prazos na execução

11 12 4

de serviços ( % )

Reclamações referentes ao fornecimento

0,56% 0,25% 1,24%

inadequado de energia ( % ) 7,45% 11,61% 3,69%


Reclamações referentes a interrupções ( % ) 84,56% 80,97% 40,98%

Reclamações referentes à emergência ( % ) *NA NA NA

Reclamações referentes ao consumo / leitura ( % ) 2,80% 1,78% 7,34%

Reclamações referentes ao corte indevido ( % ) 0,03% 0,02% 0,01%

Reclamações por conta não entregue ( % ) 1,66% 2,23% 2,85%

Reclamações referentes a serviço mal executado ( % ) 0,25% 0,00% 0,00%

Reclamações referentes a danos elétricos ( % )

Reclamações referentes a irregularidades na medição

1,90% 2,57% 0,36%

( fraude / desvio de energia ) ( % ) 0,06% 0,00% 4,00%

Outros ( especificar ) ( % )

reclamações solucionadas

0,72% 0,57% 43,57%

Durante o atendimento ( % ) NA NA NA

Até 30 dias ( % ) 98,08% 90,00% NA

Entre 30 e 60 dias ( % ) 1,02% 5,00% NA

Mais que 60 dias ( % )

Reclamações julgadas procedentes em relação ao total

0,90% 5,00% NA

de reclamações recebidas ( % )

Reclamações solucionadas em relação ao número

75,93% 85,00% 84,65%

de reclamações procedentes ( % )

Quantidade de inovações implantadas em razão da

interferência do ouvidor e/ou do serviço de

99,83% 100,00% 107,12%

atendimento ao consumidor 2 ND ND

b) Qualidade técnica dos serviços Prestados

Duração Equivalente de Interrupção por Unidade

2011 2010 2009

Consumidora ( DEC ), geral da Empresa - Valor Apurado

Duração Equivalente de Interrupção por Unidade

8,58 8,18 7,29

Consumidora ( DEC ), geral da Empresa - Limite

Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade

9,54 11,10 11,88

Consumidora ( FEC ), geral da Empresa - Valor apurado

Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade

9,23 11,45 9,58

Consumidora ( FEC ), geral da Empresa - Limite 11,76 12,12 13,18

c) segurança no uso final de energia do consumidor

Taxa de Gravidade ( TG ) de acidentes com terceiros por

2011 2010 2009

choque elétrico na rede concessionária.

Número de melhorias implementadas com o objetivo

0,04 0 2.019

de oferecer produtos e serviços mais seguros. **ND 3 ND

* “Número total de reclamações e críticas de consumidores(as)”, entrantes na Empresa, seguem o parâmetro estabelecido na Resolução Normativa nº 373, de 18/08/2009.

ND = Não Disponível

NA = Não se Aplica

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

65


66

Fornecedores

A Empresa possui uma estrutura de Suprimentos

e Logística Corporativa para a aquisição de bens e

serviços de forma corporativa, olhando para todas

as empresas do grupo como um todo. Esta estrutura

não esta apenas centrada na aquisição, incorpora-se

nas suas atribuições a disseminação das

boas práticas entre as empresas no tocante a sustentabilidade

e responsabilidade socioambiental.

Também faz parte de suas ações, a participação de

fóruns como a FUNCOGE entre outros e encontros

freqüentes com principais FORNECEDORES para o

alinhamento de ações que visem à uniformidade

destas ações. O ERP SAP (Enterprise Resource Planning

- Systems, Applications, and Products in Data

Processing), agora presente em todas as empresas

da Rede Energia, bem como a visão comprometida

e ampla do negócio dos profissionais desta área

com a Responsabilidade Social, são as ferramentas

essenciais para fomentar resultados duradouros.

CRITÉRIOS DE SELEÇÃO E AVALIAÇÃO

Desde 2006, a Nacional realiza visitas aos principais

fornecedores, seguindo o critério de participação

de faturamento, estratégico e novos fornecedores.

Durante as visitas são feitas avaliações da estrutura

fabril, de processos e documental, de capacidade

de produção, organização, controle de RH, treinamento,

saúde financeira, atendimento ao cliente,

de forma a registrar a situação do fornecedor atualizada,

para garantir entregas de produtos ou serviços

com qualidade, nos prazos solicitados e de

acordo com as leis trabalhistas vigentes.

A cada contratação, o Departamento de Suprimentos

firma os contratos utilizando as minutas padrão

da Rede Energia, onde estão definidas as cláusulas

que dão resguardo quanto aos quesitos de gestão

da qualidade, saúde e segurança do trabalho, meio

ambiente e responsabilidade social. As minutas são

DimENsão soCiAl E sEToriAl

validadas pelas áreas que detêm a competência em

cada um desses quesitos.

CADASTRAMENTO DE FORNECEDORES

Desde 2010 a Rede Energia mantém no seu site

(www.redenergia.com.br) um link onde os fornecedores

podem efetuar cadastro ou renovação

cadastral. Atendidas as políticas de cadastramento

os fornecedores são homologados e passam a integrar

a base de dados da Rede Energia para futuras

participações em processos de tomada de preços

para aquisição de materiais e contratação de serviços.

Desde então, o processo de cadastramento se tornou

mais célere, menos burocrático e mais transparente

para todas as partes interessadas.

PRINCIPAIS FORNECEDORES

Os principais prestadores de serviços são convidados

a participar de reuniões periódicas, onde são

discutidos assuntos de segurança e medicina do

trabalho, meio ambiente, responsabilidade social

e contratos. Os frutos dessas reuniões são compartilhados

com todas as empreiteiras e servem

de orientação para todos os envolvidos sobre as

melhores práticas, de maneira a evitar acidentes e

assegurar a saúde dos trabalhadores.

MONITORAMENTO

A área de segurança do trabalho da Nacional também

promove treinamentos direcionados aos colaboradores

das empreiteiras, abordando diversos

temas relacionados às rotinas de trabalho. Da mesma

forma, periodicamente, as áreas operacionais

realizam reuniões de trabalho com as Empresas, no

intuito de discutir e aperfeiçoar as técnicas e procedimentos

de trabalho.

O desempenho dos prestadores de serviços é avaliado

periodicamente por meio de procedimento

que foi criado durante a renovação dos contratos.


São avaliados itens relativos à qualidade dos ser-

viços, postura dos funcionários perante o cliente,

obrigações fiscais e trabalhistas, condições de trabalho

oferecidas aos funcionários (inclusive equipamentos

de segurança) e acidentes de trabalho.

A não conformidade de alguns desses quesitos,

dependendo da gravidade e reincidência, poderá

gerar desde planos de ação corretivos até o cancelamento

do contrato e substituição do fornecedor.

POLÍTICAS DE RELACIONAMENTO

A Nacional proíbe seus prestadores de serviços,

por meio de cláusulas expressas nos contratos, de

utilizar trabalho infantil e trabalho forçado, e por

meio de sua área de segurança do trabalho e das

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

áreas operacionais, realiza fiscalizações em campo,

buscando coibir essas práticas.

Em reforço às diversas formas de fiscalização,

orientação e controle, antes de efetuar qualquer

pagamento, a Empresa exige dos prestadores de

serviços a apresentação de comprovantes de pagamento

salário e recolhimento de tributos. Em todas

as cotações de mercado e cadastramento de fornecedores,

tanto para contratação de serviços quanto

para a compra de materiais e equipamentos, a

Nacional adota procedimentos uniformes, dando

oportunidade a todos, nas mesmas condições,

demonstrando o compromisso formal de coibir a

corrupção.

ForNECEDorEs

QUANTO AO TRABALHO INFANTIL, TRABALHO FORÇADO E CONDIÇÕES DE SAÚDE E SEGURANÇA NO

TRABALHO ETC.

a) seleção e avaliação de fornecedores

Fornecedores inspecionados pela empresa/total de

2011 2010 2009

fornecedores (%)

Fornecedores não qualificados (não conformidade

com os critérios de responsabilidade social da

ND ND ND

empresa) / total de fornecedores (%)

Fornecedores com certificação SA 8000 ou

ND ND ND

equivalente / total de fornecedores ativos (%) ND ND ND

b) Apoio ao desenvolvimento de fornecedores 2010 2009 2008

Número de capacitações oferecidas aos fornecedores

Número de horas de treinamento oferecidas

0 0 0

aos fornecedores 0 0 0

*ND - Significa Não Disponível

67


68

Comunidade

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

Inspirada em sua Política de Sustentabilidade de

“Atuar como agente de melhorias socioambientais,

maximizando os impactos positivos e minimizando

os impactos negativos de nossas atividades,

viabilizando investimentos socioambientais que

promovam o desenvolvimento regional, a geração

de renda, o esporte e a educação, respeitando a

cultura, os valores e costumes das comunidades

que atendemos; Respeitar os direitos humanos e

apoiar o cumprimento das Metas do Milênio, incentivando

nossa rede de relacionamento a fazer o

mesmo.” A Nacional atua de forma que suas ações

e resultados econômicos, ambientais e sociais estejam

em equilíbrio e contribuam efetivamente para

o desenvolvimento das regiões em que está presente.

Contribui, assim, para consolidação de um

país mais justo e igualitário. Com esta convicção, a

Nacional investiu em projetos socioambientais nas

comunidades, que visam o desenvolvimento regional,

a geração de renda, o incentivo ao esporte e à

educação.

Conheça a seguir alguns dos os principais Investimentos

socioambientais da Nacional, que fazem

parte de práticas estratégicas de responsabilidade

econômica, social e ambiental, junto à comunidade.

PROJETOS INCENTIVADOS

Projeto patrocinado por meio da Lei Rouanet de

Incentivo à Cultura em 2011:

PROJETO LELÊ E TRIX - Editado pela escritora Patrícia

Engel Secco, com patrocínio da Nacional, o

livro infantil “Um, Dois e Click!”, quarto livro da

série das irmãs gêmeas Lelê e Trix trouxe à tona a

questão da arborização, convívio harmonioso com

o crescimento das cidades e com a rede elétrica. O

DimENsão soCiAl E sEToriAl

livro e trata da conservação do planeta e da importância

do consumo consciente e seguro.

Também fez parte do Projeto Lelê e Trix, a edição

do livro “Lelê e Trix - Livro de Aprendizagem e Experiências”,

uma cartilha elaborada especialmente

para os educadores, contendo diversas atividades,

jogos e brincadeiras tendo como tema os livros: “A

incrível Viagem do Imperador” (2008); “O Laboratório

de Lelê e Trix” (2009), “O Gigante Monstruoso

do Lixo” (2010) e “Um, Dois e Click!” (2011).

Todos editados em parceria com a empresa.

A Nacional fará a doação dos livros à rede pública

de ensino de sua área de atuação, em 2012.

A Nacional apoiou em 2011, projetos culturais

através do Programa de Ação Cultural do Estado

de São Paulo – PROAC. São eles:

PROJETO ITINERÂNCIA LAMÍNIMA - Com dois espetáculos

gratuitos, Reprise e Luna Parke, a Nacional

reuniu dezenas de jovens e famílias no Bosque

Municipal de Catanduva, no dia 06 de fevereiro. As

duas montagens integram o “Projeto Repertório”

e são verdadeiros clássicos da companhia LAMÍNI-

MA, que ao longo de 13 anos de trajetória, tem

fundamentado seu processo criativo a partir das

expressões artísticas que unem a dupla de artistas,

Domingos Montagner e Fernando Sampaio: o circo

e o palhaço, com base no humor físico e nas paródias

acrobáticas.

PROJETO RABIOLA DE PIPA – Com patrocínio da

Nacional, o Grupo Pasárgada esteve nas cidades de

Catanduva e Novo Horizonte nos dias 25 e 26 de

maio, com o espetáculo “Até onde o Vento Levar”,

baseado no livro homônimo de José Geraldo Rocha.

A história se passa dentro de um saco plástico

de lixo; o personagem, que recebe o orgulhoso e

chato vidro de perfume francês, o intelectual “jornalão”

de domingo, a moderna lata de refrigeran-


te e o caipira caroço de manga. Ao final do espetáculo,

todos são reciclados e o saco plástico que

abriga os personagens se transforma numa rabiola

de pipa.

Em Catanduva, foram duas apresentações realizadas

no Teatro Municipal que beneficiaram aproximadamente

500 estudantes. Em Novo Horizonte,

as duas apresentações foram na Escola Hebe Cardoso

e contaram com um público de aproximadamente

700 alunos.

PROJETO PARANGOLÉ - Nos dias 18 e 19 de agosto,

a cidade de Catanduva recebeu o espetáculo

Parangolé, da trupe Armatrux. O Projeto Parangolé,

por meio do universo lúdico do teatro, ensina

crianças a utilizarem a energia elétrica sem desperdiçá-la,

e ainda oferece oficinas que transformam

o lixo em bonecos teatrais.

Além da peça, Armatrux ofereceu ainda uma programação

integrada. As oficinas “Dramaturgia do

Lixo” buscam educar para o tratamento adequado

do lixo. Através de materiais que seriam descartados

frequentemente, como garrafas Pet, caixas

de leite e papéis de bala, o grupo mostra que é

possível realizar todo o processo de criação teatral

desde a confecção de bonecos e criação de texto,

até a encenação.

Seis apresentações da peça teatral foram realizadas

no Teatro Municipal Aniz Pacha e reuniram mais

de mil estudantes. Já as oficinas para professores

e arte educadores beneficiaram aproximadamente

100 pessoas, e foram realizadas na EMEF. Professor

Waldemar Aydar e na Secretaria Municipal de

Educação.

Por meio das empresas Rede Energia foram patrocinados

ainda outros três projetos pelo PROAC,

que serão realizados na concessão da Nacional, no

ano de 2012. São eles:

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

CIRANDAS, PARLENDAS E BRINCADEIRAS DE

RODA

Incentivo a iniciação musical nas escolas através da

revalorização de canções e brincadeiras de roda.

Prevê a produção de um CD, com 15 canções infantis

cantadas por crianças, e uma cartilha com

textos, partituras e coreografias, que funcionam

como material pedagógico de fácil implementação

para professores e educadores sociais. E ainda,

oficinas aos professores e educadores, nas quais,

além do ensino de todo conteúdo e potencialidade

do material distribuído, há um trabalho de sensibilização

para a importância da preservação do folclore

brasileiro.

I EXPERIMENTO CLOWNBINATÓRIO

O projeto “I Experimento Clownbinatório” prevê

a circulação do espetáculo e realização de oficinas

para professores e arte-educadores do ensino fundamental.

Serão realizadas apresentações gratuitas

aos estudantes de escolas públicas, entre 7 e 12

anos e 2 oficinas (com 4 horas de duração para

15 participantes). A peça aborda o tema água, e

entre os tópicos está a sua relação com a energia

como a água se transforma em energia; qual seu

caráter simbólico, como definiu modos de viver das

civilizações, sua importância sócio econômica, ambiental,

cultural e para a vida no planeta.

DESENHO ANIMADO AO ALCANCE DE TODOS

Este projeto visa estimular a produção de Desenho

Animado, através da realização de Oficinas nas Escolas,

com tema voltado para consumo consciente

e segurança com energia elétrica. Os filmes vão

utilizar as técnicas de animação 2D, animação de

bonecos, animação de recortes, sombra chinesa e

Técnicas Digitais e serão exibidos para as comunidades

das localidades beneficiadas com o projeto.

Elaboração de 50 filmes de 1 minuto e meio de

animação 2D, gerados nas oficinas, com produção

e distribuição de DVDs com os filmes.

69


70

Entre os projetos de apoio direto à comunidade em

2011, destacam-se:

EDUCAÇÃO

FESTIVAL DE PIPAS - No dia 28 de agosto, a Nacional

participou do Festival de Pipas de Novo Horizonte.

A Igreja “Ministério Pentecostal Jesus Cristo

é a Resposta” organizou um Festival de Pipas no

Centro de Lazer do Trabalhador. O evento uniu a

Prefeitura da cidade, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros

e a Nacional, que distribuiu folhetos com

orientações de como soltar pipas com segurança.

PORTAS ABERTAS - O uso racional e seguro de

energia elétrica foram destaques em palestras realizadas

na comunidade. Em 2011, a Nacional promoveu

palestra: na Secretaria de Meio Ambiente

de Novo Horizonte, com foco para os cuidados

com a poda e uso de equipamentos de proteção

individual para podadores de árvores autônomos

e equipe da prefeitura; nas Usinas São José da Estiva

de Novo Horizonte e Santa Isabel; nas Escolas

Hebe Almeida, Pedro Teixeira de Queiroz, CAIC de

Catanduva, Nelson Macedo Musa, Gastão Silveira,

Gabriel Hernandes Ferreira, Ângelo Caraná, José

Oliveira Barreto e na Escola Antonio Maximiano

Rodrigues.

DOAÇÃO AO FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS

DA CRIANÇA E ADOLESCENTES - Em 2011, a

Nacional destinou recursos do imposto de renda

devido para o Conselho Municipal dos Direitos da

Criança e Adolescentes de Catanduva.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL

- GERAÇÃO DE RENDA

MERCOCENTRO - De 13 a 16 de setembro, a cidade

de Catanduva foi sede do Mercocentro 2011

- Feira de Negócios do Centro Norte Paulista, que

reuniu empresários de vários segmentos do mer-

DimENsão soCiAl E sEToriAl

cado (industrial, comercial e agrícola), instituições

bancárias, como o BNDES - Banco Nacional de

Desenvolvimento Econômico e Social, associações

comerciais e instituições locais. A iniciativa visa o

fomento de novos negócios, permitindo aos participantes

conhecerem vários potenciais clientes,

fornecedores e parceiros comerciais.

A Nacional marcou presença no Mercocentro 2011

com um stand, no qual atendeu o público com informações

sobre os principais serviços prestados,

principalmente para o Grupo A, também chamado

de Grandes Clientes.

DESENVOLVIMENTO REGIONAL – OUTROS

ARRECADAÇÃO SOCIAL - A Nacional participa ativamente

da vida da comunidade, promovendo a

arrecadação de doações financeiras da população

por meio da conta de luz para hospitais e Santas

Casas da nossa área de concessão.

AJUDA FINANCEIRA - Além da arrecadação através

da conta de luz, mensalmente a Nacional beneficia

entidades filantrópicas com doações financeiras.

Os recursos ajudam na manutenção de duas entidades

em Catanduva e Tabapuã.


ComuNiDADE

a) Gerenciamento do impacto da empresa na

comunidade de entorno

Número de reclamações da comunidade - impactos

2011 2010 2009

causados pelas atividades da empresa.

Número de melhorias implantadas nos processos da

ND ND ND

empresa a partir das reclamações da comunidade.

b) Envolvimento da empresa em sinistros

ND ND ND

relacionados com terceiros 2011 2010 2009

Montante reivindicado em processos judiciais (R$ Mil) 326 548 38

Valor provisionado no passivo (R$ Mil) 6,3 23 0

Número de processos judiciais existentes 13 12 3

Número de pessoas vinculadas nos processos 13 12 3

c) Tarifa de Baixa renda

Número de clientes/consumidores com tarifa de

2011 2010 2009

baixa renda.

Total de clientes/consumidores com tarifa de baixa

renda em relação ao total de clientes/consumidores

2.799 5.624 5.948

residenciais (%). 3,3% 6,69% 7,26%

d) Envolvimento da empresa com ação social 2011 2010 2009

Recursos aplicados em educação (R$ Mil) 0 0 0

Recursos aplicados em saúde e saneamento (R$ Mil) 0 0,0 0

Recursos aplicados em cultura (R$ Mil) 0 69 25

Outros recursos aplicados em ações sociais (R$ Mil)

Valor destinado à ação social (não incluir obrigações

legais, nem tributos, nem benefícios vinculados à

34 46 43

condição de funcionários da empresa

Do total destinado à ação social, percentual

34 115 58

correspondente a doações em produtos e serviços (%)

Do total destinado à ação social, percentual

0,00% 0,00% 0,00%

correspondente a doações em espécies (%)

Do total destinado à ação social, percentual

correspondente a investimentos em projeto

100,00% 100,00% 100,00%

social próprio.

Empregados que realizam trabalhos voluntários na

0,00% 0,00% 0,00%

comunidade externa à empresa / total de empregados (%)

Quantidade de horas mensais doadas (liberadas do

horário normal de trabalho) pela empresa para

ND ND ND

trabalho voluntário de funcionários. ND ND ND

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

71


72

DimENsão soCiAl E sEToriAl

Consumidores cadastrados no Programa Bolsa

Família/Número de consumidores do segmento

“baixa renda” (%).

e) Envolvimento da empresa em projetos

97,57% 27,72% 30,31%

culturais, esportivos, etc. (lei rouanet) 2011 2010 2009

Montante de recursos destinados aos projetos (R$ Mil) 0 95 37

Número de projetos beneficiados pelo patrocínio

Montante de recursos destinados ao maior

0 4 2

projeto (R$ Mil) 0 54 25

Governo e sociedade

LIDERANÇA EMPRESARIAL

A Nacional participa ativamente em associações,

sindicatos e fóruns empresariais, impulsionando

a elaboração conjunta de propostas de interesse

público e de caráter social podendo ser destacadas

as participações por meio da Rede Energia nos

seguintes Comitês: de Responsabilidade Socioambiental

da Abradee - Associação Brasileira de Distribuidores

de Energia Elétrica, da CIESP, nas Comissões

Interinstitucionais de Educação Ambiental

e de Meio Ambiente da FIESP.

Também participa do Comitê de Sustentabilidade

da Fundação COGE, que tem como objetivo trocar

experiências entre as empresas do setor elétrico,

mais especificamente para:

a) O entendimento da sustentabilidade como uma

forma de gestão empresarial que integra as dimensões

social, ambiental e econômica.

b) Estruturar um processo de educação para a sustentabilidade,

preparando seus gestores.

c) Reforçar o importante papel das empresas do

Setor Elétrico no que se refere às práticas sustentá-


veis, destacadas atualmente no Relatório Socioambiental

da ANEEL.

E ainda, a gerência regional da Nacional atua como

membro das seguintes instituições: Conselho Municipal

de Meio Ambiente de Novo Horizonte; Secretário-executivo

do Conselho de Consumidores

de Energia Elétrica da empresa, Membro do Conselho

Fiscal da Diretoria da Associação Comercial

e Empresarial de Catanduva – ACE, e Comitê de

Sustentabilidade da Rede Energia.

INDICADORES ETHOS – 3ª GERAÇÃO

A Nacional por meio da Rede Energia, participou

do processo de revisão dos Indicadores Ethos de

Responsabilidade Social Empresarial, iniciado em

outubro de 2010, para a construção dos Indicadores

Ethos - 3ª Geração, cujo lançamento está previsto

para outubro de 2012. Os Indicadores Ethos

de Responsabilidade Social Empresarial são uma

importante ferramenta de gestão para a Nacional,

que a utiliza visando o aperfeiçoamento de suas

práticas de responsabilidade social.

O processo de construção da terceira geração dos

Indicadores Ethos contempla duas etapas. A primeira

corresponde à Versão Intermediária para

Aplicação - Piloto, lançada na Conferência Ethos

2011, cuja proposta apresenta a convergência entre

os Indicadores Ethos, as Diretrizes da Global

Reporting Initiative (GRI) e a Norma ABNT NBR

ISO 26000; e a segunda aos Indicadores Ethos –

3ª Geração, resultado de um processo estruturado

participativo entre diversas partes interessadas,

momento que a Nacional, representada pela sua

controladora, esteve presente debatendo ideias

para o aprimoramento e a atualização da ferramenta

de gestão.

PARTICIPAÇÃO EM PROJETOS

GOVERNAMENTAIS

A Nacional apóia políticas públicas, como a Tarifa

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

Social Baixa Renda e Universalização. Por meio da

parceria com os governos federal e estadual, a empresa

vem ao longo de sua história diminuindo as

distâncias sociais existentes no país. Além de atender

às leis e às normas que regem o setor elétrico,

investir na melhoria da qualidade da energia fornecida,

na gestão do negócio, na formação e valorização

do colaborador, a empresa trabalha como

agente de mudanças que possibilitam o exercício

da cidadania dentro de sua área de concessão.

Ou seja, contribuir para o desenvolvimento das

comunidades em seus múltiplos aspectos sempre

esteve presente na base dos valores da Nacional,

através de sua conduta empresarial, ou por meio

do desenvolvimento, adesão e apoio a projetos

que promovam o desenvolvimento regional, a educação

e o esporte.

COMPROMISSO TODOS PELA EDUCAÇÃO

O Compromisso !Todos Pela Educação!, uma aliança

de representantes da sociedade civil, da iniciativa

privada, organizações sociais, educadores e

gestores públicos de Educação, norteia as ações

educacionais desenvolvidas pela Nacional.

Visando contribuir para a participação dos pais

colaboradores na educação de seus filhos, assim

como aumentar o interesse na gestão da educação

oferecida pela escola, em sua comunidade, a

Nacional editou, em 10 de março, o Notícias Em

Rede on-line especial sobre o Programa Todos Pela

Educação, e ainda disponibilizou o acesso a quatro

Cartilhas orientativas.

Conforme descrito no Item Comunidade, a empresa

apoiou vários projetos educacionais que contribuíram

para a melhoria da formação de crianças

e jovens, proporcionando especialmente aos estudantes

da rede pública de ensino, acesso a bons

projetos educacionais e culturais.

• Apoio a Projetos Municipais Estaduais e Fe-

73


74

derais através do Fundo da Criança e do

Adolescente;

• Projetos de Incentivo ao esporte através da

Lei do Esporte;

• Projetos Culturais através da Lei Rouanet,Lei

do Áudio Visual e Programa de Ação Cultural

do Estado de São Paulo - PROAC;

OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO

MILÊNIO

Por meio de ações concretas e divulgação sistemática

a Nacional colabora com o cumprimento das

metas dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio,

(ODM), firmados entre lideres de 191 países

membros das nações unidas, entre eles o Brasil, na

maior reunião de dirigentes nacionais de todos os

tempos, a Cúpula do Milênio, realizada em 2000.

• Acabar com a fome e a miséria;

• Educação básica de qualidade para todos;

• Igualdade entre sexos e valorização da mulher;

• Reduzir a mortalidade infantil;

• Melhorar a saúde das gestantes;

• Combater a AIDS, malária e outras doenças;

• Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente;

• Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

sustentável dos povos.

Ao aprovar seu apoio a um projeto cultural ou social,

a Nacional leva em consideração os 8 Objetivos

de Desenvolvimento do Milênio para um Mundo

Melhor. Essas diretrizes ajudam no fortalecimento

das parcerias firmadas pela empresa na execução

dos projetos, ampliando assim, os resultados esperados

em cada ação desenvolvida.

Por meio deste Relatório de Responsabilidade Socioambiental,

em todas as suas Dimensões, será

possível identificar os programas, projetos e ações

DimENsão soCiAl E sEToriAl

desenvolvidos pela empresa que contribuem para

o cumprimento das Metas do Milênio assim como

na planilha ao final deste.

PROGRAMA DE CONSUMO CONSCIENTE

Como formadora de cultura, a empresa, através

da arte educação, sensibiliza as comunidades no

que se refere ao consumo consciente da energia

elétrica, e oferece apoio técnico para redução de

consumo, especialmente para a população de baixa

renda, em ações que atendem simultaneamente

ao interesse do negócio e da sociedade.

LIDERANÇA

WORKSHOP PLANO DE VERÃO 2011/2012

Na presença de representantes da Defesa Civil,

Polícia Militar, de Prefeituras Municipais, Corpo de

Bombeiros, de empresas parceiras e de seus colaboradores,

a Nacional realizou no dia 30 de novembro,

no Auditório da Associação Comercial e

Empresarial de Catanduva a apresentação do Plano

de Verão 2011/2012. Aproximadamente 50 pessoas

estiveram presentes ao encontro. A Nacional

ressaltou a importância da parceria e atuação de

cada um dos órgãos envolvidos no Plano de Verão,

durante os atendimentos emergenciais em decorrência

das tempestades de verão, que afetam o

sistema elétrico. Também foram apresentados os

investimentos realizados pela empresa para tornar

mais confiável seu sistema elétrico, assim como

também o emprego de tecnologias de comunicação

que agilizam o atendimento e contribuem para

a melhoria do atendimento.

Um dos destaques do evento foi a apresentação

da estrutura da Nacional existente nas 15 cidades

atendidas pela empresa, como se dá o recebimento

e tratamento das anomalias, como são acionadas

as equipes, as diferenças num atendimento em dia

normal e dias excepcionais, entre outros aspectos.


“TODA A POPULAÇÃO DEVERIA

TOMAR CONHECIMENTO DA

ESTRUTURA E DAS AÇÕES QUE

SÃO REALIZADAS QUANDO

OCORRE A FALTA DE ENERGIA

MOTIVADA PELA QUEDA DE

ÁRVORES OU VENTOS FORTES, QUE

CHEGAM ATÉ A DERRUBAR POSTES.

TEMOS QUE TER CONSCIÊNCIA

QUE, OS ELETRICISTAS

ENFRENTAM A CHUVA, A DISTÂNCIA

E MUITAS DIFICULDADES, E QUE

POR ESTES MOTIVOS, ÀS VEZES, A

ENERGIA DEMORA UM POUCO

MAIS PARA SER RESTABELECIDA”.

SARGENTO EDILSON CROCO

- COMANDANTE DA POLÍCIA AMBIENTAL

DE NOVO HORIZONTE.

GoVErNo E soCiEDADE

a) Gerenciamento do impacto da empresa na

comunidade de entorno

Recursos alocados em programas governamentais (não

obrigados por lei) federais, estaduais, e

2011 2010 2009

municipais (R$ Mil)

Número de iniciativas/eventos/campanhas voltadas para

o desenvolvimento da cidadania (exercício de voto,

consumo consciente, práticas anticorrupção, direito

ND ND ND

das crianças etc)

Recursos publicitários destinados a campanhas

institucionais para o desenvolvimento da

12 6 7

cidadania (R$ Mil)

Recursos investidos nos programas que utilizam

incentivos fiscais/total de recursos destinados aos

ND ND ND

investimentos sociais (%) 0 82,9% 63,8%

NA = Não se Aplica

ND = Não Disponível

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

DOAÇÃO

A Nacional contribui, em 2011, com a APAE de

Borborema ao doar materiais elétricos destinados

à construção e finalização da obra da sede da instituição.

“AGRADECEMOS IMENSAMENTE A

NACIONAL PELA COLABORAÇÃO.

TENHA CERTEZA QUE O GESTO DE

DOAÇÃO E COLABORAÇÃO DA

EMPRESA FOI MUITO IMPORTANTE.

OS ALUNOS, FAMILIARES, FUNCIONÁRIOS

E DIRETORES DA APAE DESEJAM

QUE DEUS SEMPRE LHE DÊ EM

DOBRO TUDO AQUILO QUE FAZES

DE CORAÇÃO AO TEU PRÓXIMO”.

CARLOS EDUARDO ORRE - PRESIDENTE

DA APAE DE BORBOREMA-SP.

75


76

indicadores do setor

Elétrico

UNIVERSALIZAÇÃO

A partir do ano de 2003, a energia elétrica passou

a ser um bem acessível a todo cidadão que precise

ou queira o serviço público, esteja ele no meio

urbano ou rural. Por meio do Programa de Universalização,

a Nacional já levou eletricidade para

16.154 famílias localizadas na área urbana e outras

387 na zona rural, de sua concessão.

A ANEEL, através da Resolução nº 223, de

29/4/2003, com as alterações contidas nas Resoluções

nº 52 de 25/3/2004, nº 73 de 9/7/2004, nº 79

de 30/8/2004 e nº 175 de 28/11/2005, estabeleceu

as condições gerais para a elaboração dos Planos

uNiVErsAliZAÇão 2011 2010 2009

Metas de atendimento*

Atendimentos efetuados ( nº )**

Cumprimento de metas ( % )

Total de municípios universalizados

Municípios universalizados ( % )

ProGrAmA luZ PArA ToDos 2011 2010 2009

Metas de atendimento

NA NA NA

Número de atendimentos efetuados ( A )

NA NA NA

Cumprimento de metas ( % )

NA NA NA

NA = Não se Aplica

* Universalizado desde 2007

** Todos atendimentos efetuados (urbano e rural)

*** Não executou LPT nos anos de 2009, 2010 e 2011.

DimENsão soCiAl E sEToriAl

de Universalização de Energia Elétrica, visando ao

atendimento de novas unidades consumidoras, regulamentando

o disposto nos artigos 14 e 15 da

Lei nº 10.438 de 26/4/2002, com as alterações

contidas na Lei nº 10.762 de 11/11/2003 e fixou as

responsabilidades das concessionárias e permissionárias

de serviço público de distribuição de energia

elétrica, no atendimento à parcela da população

localizada nas áreas urbanas e rurais, que não tinham

acesso a esse serviço público.

Através da Nota Técnica nº 126/2005-SRC/ANEEL,

de 19/9/2005, a ANEEL concluiu que o Plano de

Universalização elaborado pela Nacional indicava

a viabilidade do pleno atendimento da Concessionária

ao Programa de Universalização de Energia

Elétrica até 2006.

0

3.373

100%

15

100%

0 0

3.233 2.618

100% 100,00%

15 15

100% 106,67%


PROGRAMA LUZ PARA TODOS

Para promover ainda mais a universalização do

acesso à energia elétrica, o Governo Federal iniciou

em 2003, através do Decreto Presidencial nº 4.873,

de 11/11/2003, o Programa Luz para Todos com o

objetivo de levar energia elétrica para mais de 12

milhões de pessoas até 2008.

O Contrato ECFS nº 041/2004 assinado em

24/8/2004 com a ELETROBRÁS, tendo como valor

total R$ 2.072, composto em 73,67% pela Reserva

Global de Reversão (RGR) no valor de R$ 1.526

milhão; 11,33% pela Conta de Desenvolvimento

Energético (CDE) no valor de R$ 235 mil; e 15%

por recursos próprios da Concessionária no valor

PROGRAMA LUZ PARA TODOS

oriGEm Dos rECursos iNVEsTiDos ( r$ mil ) 2011 2010 2009

Governo Federal - Conta de Desenvolvimento Energético - CDE

Reserva Global de Reversão - RGR

Governo Estadual

Próprios

Outros

Total dos recursos aplicados ( B )

O&M

Custo médio por atendimento ( B/A )

NA = Não se Aplica

TARIFA SOCIAL BAIXA RENDA

A Tarifa Social - “Baixa Renda” foi instituída através

da Lei Federal no. 10.438, de 26 de abril de 2002,

e regulamentada pelas resoluções ANEEL (Agência

Nacional de Energia Elétrica) nos. 246 e 485. Mas

em 27 de julho de 2010, a Aneel aprovou nova Resolução

Normativa que regulamenta as mudanças

determinadas na Lei Nº 12.212/2010 sobre a Tarifa

Social de Energia Elétrica.

Por meio da nova normativa passaram a ter direito

à Tarifa Social de Energia Elétrica, todos os consumidores

de energia com renda familiar mensal per

capita de até meio salário mínimo e que estejam

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

de R$ 311 mil, previa o atendimento até junho de

2006 a 530 ligações na sua área rural.

As obras executadas durante os anos de 2005 e

2006 totalizaram 387 ligações, a um custo global

de R$ 2.402 milhões, tendo como média de custo

R$ 6,2/cons. Foram instalados 1.455 postes, 324

transformadores e acrescidos 3.400 kVA ao seu sistema

elétrico.

Nos anos de 2007, 2008, 2009, 2010 e 2011, não

houve ligações realizadas pelo Programa Luz para

Todos pela Nacional, sendo que a demanda existente

nesse período foi atendida pelo Plano Nacional

de Universalização.

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

NA

incluídos no Cadastro Único para Programas Sociais

do Governo Federal (CADÚnico).

Também pode receber o benefício a unidade consumidora

habitada por família inscrita no CADÚnico

e com renda mensal de até três salários mínimos,

que tenha entre seus membros pessoas com

doenças ou patologias, cujo tratamento exija uso

contínuo de aparelhos, equipamentos ou instrumentos

que dependam do consumo de energia. E

ainda, quem recebe o Benefício de Prestação Continuada

da Assistência Social.

As novas regras também incluíram índios e quilombolas

inscritos no CADÚnico. Eles passaram a ter

77


78

desconto de 100% para os primeiros 50 kWh/mês

consumidos. A Norma também trata das habitações

multifamiliares, os conhecidos cortiços, sendo

que nos locais onde não há condições de instalar

mais de um medidor, a distribuidora deverá manter

medição única para as habitações. O desconto nesse

caso é aplicado de forma cumulativa multiplicado

pelo número de famílias que usam a mesma

unidade consumidora.

Através da Tarifa Social, os consumidores que se

enquadram nos critérios estabelecidos, são bene-

DimENsão soCiAl E sEToriAl

TAriFA DE BAiXA rENDA 2011 2010 2009

Número de Domicílios atendidos como “baixa renda”

Total de domicílios “baixa renda” do total de domicílios atendidos ( clientes /

consumidores residenciais ) ( % )

Receita de faturamento na subclasse residencial “baixa renda” ( R$ Mil )

Total da receita de faturamento na subclasse residencial “baixa renda” em

relação ao total da receita de faturamento da classe residencial %

Subsídio recebido ( ELETROBRÁS ), relativo aos consumidores “baixa renda” ( R$ Mil )

* Universalizado desde 2007

** Todos atendimentos efetuados (urbano e rural)

*** Não executou LPT nos anos de 2008, 2009 e 2010

PROGRAMA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA – PEE

O programa de eficiência energética (PEE) foi instituído

pela Lei Nº 9.991, de 24 de julho de 2000,

com o objetivo de demonstrar à sociedade a importância

e a viabilidade econômica de ações de

combate ao desperdício de energia elétrica e da

melhoria da eficiência energética de equipamentos,

processos e usos finais de energia.

Os programas de eficiência energética seguem as

diretrizes e orientações estabelecidas pela ANEEL

– Agência Nacional de Energia Elétrica – por meio

do Manual do Programa de Eficiência Energética.

O percentual mínimo para o investimento anual em

programas de eficiência energética vigente no ano

ficiados com a redução do valor da conta. Para a

faixa de consumo de até 30 kWh/mês, o desconto

é de 65%. Já para a faixa de consumo de 31 a 100

kWh/mês, desconto de 40%. Faixa de consumo de

101 a 220 kWh/mês, desconto de 10%. Acima de

220 kWh/mês não há benefícios.

A Nacional utilizou a imprensa local para divulgar

as mudanças e os prazos para o recadastramento

na Tarifa Social, assim como também comunicou

diretamente àqueles clientes que poderiam perder

o benefício.

2.799

3,3%

1.285

2,1%

486

5.624

6,69%

990

1,67%

681

5.948

7,26%

969

1,87%

699

de 2011 é de 0,50% da ROL - receita operacional

líquida.

No ano de 2011, foram executadas as etapas de

diagnóstico energético, seleção dos projetos, definição

do escopo e tomada de preços de três projetos

de substituição de chuveiros elétricos por aquecedores

solares em instituições sem fins lucrativos;

um projeto de substituição de semáforos convencionais

por semáforos LED, e um projeto de substituição

de refrigeradores e lâmpadas incandescentes

para clientes beneficiados pela tarifa social.

Estes cinco projetos serão executados a partir do

ano de 2012, com investimentos totais previstos

em R$2.000.000,00.


Programa de Eficiência Energética – PEE

INDICADORES DO SETOR ELÉTRICO

PROGRAMA DE EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA ( PEE )

ORIGEM DOS RECURSOS - POR CLASSE DE CONSUMIDORES ( R$ MIL )

rEsiDENCiAl

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos recursos no segmento (C)

Total de unidades atendidas no segmento (D)

Recurso médio por consumidor (C/D)

rEsiDENCiAl BAiXA rENDA

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos investimentos no segmento (C)

Total de unidades atendidas no segmento (D)

Recurso médio por consumidor (C/D)

População atendida (nº habitantes total residencial + baixa renda) (E)

investimento médio por população atendida (custo total: residencial +

baixa renda por hab.) (C/E)

ComErCiAl

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos investimentos no segmento (C)

Total de unidades atendidas no segmento (D)

Recurso médio por consumidor (C/D)

iNDusTriAl

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos investimentos no segmento (C)

Total de unidades atendidas no segmento (D)

Recurso médio por consumidor (C/D)

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

2011 2010 2009

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0,000

0

0.000

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0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

60.254

0

60.254

1.819

33,125

5.858

10,286

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

79


80

rurAl

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos investimentos no segmento (C)

Total de unidades atendidas no segmento (D)

Recurso médio por consumidor (C/D)

ilumiNAÇão PÚBliCA

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos investimentos no segmento (C)

Total de KW instalados (F)

Investimento médio por KW instalado (C/F)

sErViÇo PÚBliCo

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos investimentos no segmento (C)

Total de unidades atendidas no segmento (D)

Recurso médio por consumidor (C/D)

PoDEr PÚBliCo

Sem ônus para o consumidor (A)

Com ônus para o consumidor (B)

Total dos investimentos no segmento (C)

Total de unidades atendidas no segmento (D)

Recurso médio por consumidor (C/D)

ORIGEM DOS RECURSOS (R$ MIL)

DimENsão soCiAl E sEToriAl

2011 2010 2009

TiPo Do ProJETo 2011 2010 2009

GEsTão ENErGÉTiCA muNiCiPAl

Recursos investidos próprios

Recursos investidos de terceiros

Total dos recursos

EDuCAÇão - CoNsErVAÇão E uso rACioNAl DE ENErGiA

Recursos investidos próprios

Recursos investidos de terceiros

Total dos recursos

AQuECimENTo solAr ( PArA suBsTiTuiÇão DE CHuVEiros ElÉTriCos)

Recursos investidos próprios

Recursos investidos de terceiros

Total dos recursos

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

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0

0

0

0

0

0

0

0


ORIGEM DOS RECURSOS (R$ MIL)

TiPo Do ProJETo 2011 2010 2009

rurAl

Recursos investidos próprios

Recursos investidos de terceiros

Total dos recursos

TOTAL DOS RECURSOS EM PROJETOS DE EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA ( R$ MIL )

Sem ônus para o consumidor

Com ônus para o consumidor

Total dos recursos

* Retificado o Ano de 2009, devido andamento do projeto em 2010.

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

0

0

0

2011 2010 2009

PARTICIPAÇÃO RELATIVA DOS RECURSOS EM PROJETOS DE EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA

Por classes de consumidores

Recursos no segmento Residencial sobre Total investido no PEE (%)

Recursos no segmento “Baixa Renda” sobre Total investido no PEE (%)

Recursos no segmento Comercial sobre o Total investido no PEE (%)

Recursos no segmento Industrial sobre o Total investido no PEE (%)

Recursos no segmento Rural sobre o Total investido no PEE (%)

Recursos no segmento Iluminação Pública sobre o Total investido no PEE (%)

Recursos no segmento Serviço Público sobre o Total investido no PEE (%)

Recursos no segmento Poder Público sobre o Total investido no PEE (%)

Por tipos de projetos

Recursos no segmento Gestão Energética sobre Total de recursos no PEE (%)

Recursos no segmento Educação sobre Total de recursos no PEE (%)

Recursos no segmento Aquecimento Solar sobre Total de recursos no PEE (%)

Eficientização Energética

residencial

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

residencial baixa renda

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada (R$)

Comercial

Energia economizada (em MWh) / ano

0

0

0

0

0

0

0

0

0

2011 2010 2009

0,00%

0,00%

0,00%

0,00%

0,00%

0,00%

0,00%

0,00%

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0,00%

0,00%

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

60.254

0

60.254

0,00% 0,00%

0,00% 100,00%

0,00% 0,00%

0,00% 0,00%

0,00% 0,00%

0,00% 0,00%

0,00% 0,00%

0,00% 0,00%

0,00%

0,00%

0,00%

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0

0

0

0,00%

0,00%

0,00%

0

0

0

0

0

147

0

81


82

DimENsão soCiAl E sEToriAl

PARTICIPAÇÃO RELATIVA DOS RECURSOS EM PROJETOS DE EFICIENTIZAÇÃO ENERGÉTICA

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

industrial

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

rural

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

iluminação Pública

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

serviço Público

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

Poder Público

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

Aquecimento solar

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

Eficientização interna ( na empresa )

Energia economizada (em MWh) / ano

Redução na demanda de ponta (em MW)

Custo evitado com a energia economizada

ToTAl

2011 2010 2009

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

0

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0

0

0

0

0

0,0

0

0

0

147


PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNO-

LÓGICO E CIENTÍFICO (P&D)

O programa de pesquisa e desenvolvimento tecnológico

do setor de energia elétrica (P&D) foi instituído

pela Lei Nº 9.991, de 24 de julho de 2000,

com o objetivo de incentivar a busca constante por

inovações e fazer frente aos desafios tecnológicos

do setor elétrico.

Os programas de P&D seguem as diretrizes e orientações

estabelecidas pela ANEEL – Agência Nacional

de Energia Elétrica – por meio do Manual do

Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico

do Setor de Energia Elétrica.

Os percentuais mínimos para o investimento anual

em programas de P&D, vigentes no ano de 2011,

são em valores percentuais da receita operacional

líquida – ROL, de 0,20% para as concessionárias

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

de distribuição e 0,40% para as concessionárias de

geração e transmissão.

Nesse contexto, a Nacional investe em projetos de

pesquisa e desenvolvimento que contribuem para

a melhoria contínua dos seus processos, para a

qualidade do produto e do serviço oferecido aos

clientes e para a capacitação profissional dos seus

colaboradores.

Os projetos de P&D são desenvolvidos em conjunto

com universidades, instituições de pesquisa,

indústrias e consultorias. Contam com uma etapa

de transferência de tecnologia com a realização de

treinamentos e workshops e buscam alcançar o retorno

do investimento realizado.

Os investimentos realizados até dezembro de

2011, por ciclo de P&D, foram de:

Ciclo investimento (r$) (r$)

1999/2000 39.514,00

2000/2001 128.738,08

2001/2002 151.096,27

2002/2003 347.304,00

2003/2004 157.922,46

2004/2005 105.548,81

2005/2006 462.292,13

2006/2007 247.685,54

2007/2008 143.887,29

2010 147,72

Total 1.784.136,30

no ano de 2011 foram elaborados e selecionados três projetos de p&d para execução a partir do ano de

2012, com investimentos totais previstos em r$1.017.772,41. são eles:

83


84

DimENsão soCiAl E sEToriAl

MEIO AMBIENTE

O Projeto Arborização será abordado na Dimensão Meio Ambiente, em P&D.

PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO

RECONFIGURAÇÃO DE REDES

CATEGoriA PEsQuisA APliCADA

Valor do projeto (R$) 1.297.793,06

Participação da empresa (R$) 673.403,21

Valor investido em 2011 (R$) 0,00

Empresas Parceiras Caiuá Distribuição de Energia S.A.

CATEGoriA PEsQuisA APliCADA

Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema

Empresa Elétrica Bragantina S.A

Companhia Força e Luz do Oeste

Objetivo Software para apoio a operação do siste-

ma de distribuição da REDE, que deverá permitir: para

tempo real - obtenção de planos de restabelecimento

de energia em situações de faltas permanentes; para

operação normal - propiciar redução de perdas ôhmicas e

alocação de chaves telecomandadas.

Benefícios

Para a Concessionária Melhoria da qualidade da energia elétrica.

Redução das perdas elétricas; Melhoria dos

níveis de tensão.

Para a Sociedade Melhoria da qualidade da energia elétrica.

DESENVOLVIMENTO DE TECNOLOGIA DE COMBATE À FRAUDE E FURTO

PERDAS

Valor do projeto (R$) 1.581.221,00

Participação da empresa (R$) 316.000,00

Valor investido em 2011 (R$) 0,00

Empresas Parceiras Companhia Força e Luz do Oeste

Empresa de Distribuição de Energia Vale Paranapanema

Caiuá Distribuição de Energia S.A.

Empresa Elétrica Bragantina S.A

Objetivo Desenvolvimento de um sistema de gestão das

perdas elétricas para identificação e minimiza-www

ção das perdas técnicas e comerciais das empresas. Espera-se


obter subsídios para a adoção de ações de combate às perdas pela

comparação das perdas entre segmentos da rede com características

semelhantes.

Benefícios

Para a Concessionária Redução das perdas

Maior arrecadação

Redução de custos na identificação de fraudes

Para a Sociedade Maior assertividade na identificação das fraudes

iNDiCADorEs Do sETor ElÉTriCo

rECursos APliCADos Em PEsQuisA E DEsENVolVimENTo TECNolÓGiCo E CiENTÍFiCo r$ mil

Por temas de pesquisa ( manual de P&D - ANEEl ) meta 2011 2010 2009

Eficiência Energética (A) 0 0 0 0

Fonte renovável ou alternativa (B) 0 0 0 0

Meio Ambiente (C) 0 0 0 0

Qualidade e confiabilidade (D) 0 0 4 66

Planejamento e operação (E) 0 0 128 159

Supervisão, controle e proteção (F) 0 0 12 4

Medição (G) 0 0 0 0

Transmissão de dados via rede elétrica (H) 0 0 0 0

Novos materiais e componentes (I) 0 0 0 0

Desenvolvimento de tecnologia de combate à fraude e furto (J) 0 0 0 0

Total de investimentos em P&D (K) 0,00 0,00 143,89 229,02

Recursos aplicados em Eficiência Energética (A) sobre Total

investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 0,00% 0,00%

Recursos aplicados em Fonte Renovável ou Alternativa (B)

sobre Total investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 0,00% 0,00%

Recursos aplicados em Meio Ambiente (C) sobre Total

investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 0,00% 0,00%

Recursos aplicados em Qualidade e Confiabilidade (D) sobre

Total investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 2,76 28,72%

Recursos aplicados em Planejamento e Operação (E) sobre

Total investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 88,71 69,36%

Recursos aplicados em Supervisão, Controle e Proteção (F)

sobre Total investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 8,53 1,92%

Recursos aplicados em Medição (G) sobre Total investido

em P&D (K) (%) 0,00 0,00 0,00% 0,00%

Recursos aplicados em Transmissão de Dados Via Rede

Elétrica (H) sobre Total investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 0,00% 0,00%

Recursos aplicados em Novos Materiais e Componentes

sobre Total investido em P&D (K) (%) 0,00 0,00 0,00% 0,00%

Recursos aplicados em Desenvolvimento de Tecnologia

de Combate à Fraude e Furto (J) sobre Total investido

em P&D (K) (%) 0,00 0,00 0,00% 0,00%

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

85


86

CAPÍTULO 5

Dimensão

Ambiental


NACIONAL rede ENERGIA RELATÓRIO DE DE RESPONSABILIDADE SUSTENTABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2010 2011

87


88

indicadores Ambientais

A Nacional tem como compromisso promover a

preservação do meio-ambiente, a prevenção da poluição

e o consumo consciente. A empresa, através

de diversas ações estimula a educação ambiental

dos colaboradores, fornecedores e da comunidade,

além de apoiar entidades de pesquisas, inovação

tecnológica e do setor elétrico associadas ao

meio ambiente, à saúde e à segurança do trabalho.

Com essas ações, a Nacional contribui para a formação

de cidadãos mais conscientes de seu papel

na preservação do planeta.

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL, SAÚDE

E SEGURANÇA DO TRABALHO - SGASST

Embora a Nacional não tenha um sistema de Gestão

Ambiental, Saúde e Segurança do Trabalho –

SGASST implantado, muitos procedimentos são

adotados de acordo com as diretrizes do sistema,

dentre eles os processos de: Licenciamento Ambiental;

Diretrizes para projetos civis e construções;

Metodologias de supressão de vegetação; Limpeza/Manutenção

e instituição de faixa de servidão

administrativa; Manuseio de produtos perigosos;

Interferências em áreas ecologicamente sensíveis;

Tratamento de patrimônio arqueológico, histórico

e áreas tombadas; Qualificação e avaliação de fornecedores

e prestadores de serviço regionais

A empresa tem como plano a implantação de um

Sistema compatível com as normas internacionais

NBR ISO 14001 e OHSAS 18001, onde assume o

compromisso em incluir na sua estrutura organizacional

atividades de planejamento, responsabilidades,

treinamentos, procedimentos, processos e

recursos para a implementação e manutenção da

gestão de seus impactos ambientais e riscos à saúde

e à segurança dos trabalhadores.

DimENsão AmBiENTAl

IMPACTOS, CICLO DE VIDA E

PRESERVAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DA

BIODIVERSIDADE

CRUZETA ECOLÓGICA

Consciente da necessidade de preservação do meio

ambiente, a empresa tem buscado alternativas técnicas

em substituição aos postes e cruzetas de madeira.

Além de utilizar postes de concreto como

substituto para os postes de madeira, a empresa

vem substituindo cruzetas de madeira e concreto

por cruzetas ecológicas, feitas de polietileno e bagaço

de cana-de-açúcar, ecologicamente corretas

e mais duráveis. Sempre que há uma melhoria na

rede a empresa realiza a substituição da cruzeta de

madeira, pela cruzeta de polietileno. Em 2011, foram

utilizadas 2.030 cruzetas ecológicas na Nacional,

o que representa um investimento da ordem

de R$ 322.278,32.

FROTA

USO DE COMBUSTÍVEL ÁLCOOL: Desde a aquisição

dos primeiros veículos “flex” em 2004, a empresa

incentiva e utiliza combustível álcool nas unidades

da Frota.

PROGRAMA DE REVISÕES PREVENTIVAS: Conforme

a orientação do fabricante são realizadas revisões

preventivas em todos os veículos da Frota,

diminuindo o impacto da emissão de poluentes, o

número de intervenções corretivas e aumentando

o tempo de disponibilidade dos veículos para atendimento

a nossos clientes.

CABOS MULTIPLEXADOS

A Nacional utiliza cabos multiplexados nas suas redes

de distribuição que têm a vantagem de reduzir


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

2010 2011 89


90

a periodicidade e a área a ser podada, sendo menos

agressiva para as árvores, que podem conviver em

harmonia com a rede elétrica. Além das vantagens

ambientais, o uso de cabos multiplexados diminui a

taxa de desligamentos e aumenta a segurança das

equipes de manutenção, com redução substancial

de acidentes. Em 2011, foram construídos 33,48

km de rede protegida, com um investimento na ordem

de R$ 2.020.561,52.

PROGRAMA DE GESTÃO DE RESÍDUOS

A Nacional manteve os investimentos na gestão de

resíduos, com destaque para o descarte ambientalmente

correto dos resíduos perigosos gerados em

suas atividades.

RECOMPOSIÇÃO FLORESTAL

Para instalação das Linhas de Transmissão é necessário

que a Nacional realize a supressão da vegetação.

No entanto, ao fazer a supressão, a empresa

faz também a compensação. Para isso firmou junto

à CETESB, Companhia Ambiental do Estado de São

Paulo, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente,

um Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental

(TCRA).

A Nacional está licenciando, junto a CETESB, a Linha

de Distribuição 138 kV, seccionamento da Linha

de Transmissão Catanduva-Ibitinga, em fase de

Licença de Instalação. Em atendimento à legislação

estadual para a emissão da Licença de Operação,

far-se-á necessário o cumprimento do TCRA junto

à Agência Ambiental de Lins, com o plantio de 342

árvores nativas, equivalentes a 0,2 hectares de área

reflorestada.

PROGRAMA DE ARBORIZAÇÃO E PODA

URBANA

Em 2011, o destaque se deu no Programa de Arborização

Urbana, com a realização de treinamentos

DimENsão AmBiENTAl

teóricos e práticos para as equipes de poda urbana,

poda rural e linha viva para as equipes de manutenção

das Linhas de Distribuição.

Além do manejo e poda, foi abordada a questão

legal envolvendo as áreas ambientalmente protegidas,

como Áreas de Preservação Permanente e

Reserva Legal, bem como assuntos atuais como a

Emenda 164 do Novo Código Florestal, no intuito

de estabelecer um procedimento para podas dentro

dessas áreas.

Posterior aos treinamentos foi notada considerável

mudança nas técnicas utilizadas para proceder-

-se com os cortes durante as podas. Desta forma,

respeitando o meio ambiente e harmonizando o

convívio “rede de energia - árvore” foram obtidos

melhores resultados no que tange à repercussão

desta atividade na sociedade.

CURSO DE PODA

A Nacional promoveu, no mês de agosto, um curso

de Poda para equipes da Prefeitura Municipal de

Novo Horizonte e podadores autônomos da cidade,

que executam o serviço. Os profissionais receberam

orientações sobre a poda técnica e ainda

sobre a importância de usar os equipamentos de

proteção individual durante as atividades, para evitar

acidentes.

DIA DA ÁRVORE

Em comemoração ao Dia da Árvore, 23 de setembro,

a Nacional promoveu no dia 27/09, a palestra

“Arborização e Redes Elétricas”, ministrada pela

Secretária de Meio Ambiente de Novo Horizonte,

Bete Baleiro, na sede da empresa. Participaram os

colaboradores que lidam diretamente com a poda

e também das demais áreas.


PROGRAMA DE POLÍTICA E PROCESSOS DE

GESTÃO AMBIENTAL

PARTICIPAÇÃO EM COMITÊS

A Nacional é representada por meio da Gerência

de Meio Ambiente Corporativo da Rede Energia,

em comitês de meio ambiente de várias instituições

do setor elétrico: a Associação Brasileira de

Concessionárias de Energia Elétrica - ABCE, a Associação

Brasileira das Indústrias de Base - ABDIB,

a Fundação Coge - Funcoge, entre outros.

Educação Ambiental

PROJETO LELÊ E TRIX

Conforme citado na Dimensão Social Setorial, em

Cliente Externo, no item Comunidade, a Nacional

patrocinou a edição de mais um livro infantil em

parceria com a escritora Patrícia Engel Secco. O livro,

“Um, Dois e Click!” aborda a questão da arborização,

convívio harmonioso com o crescimento

das cidades e com a rede elétrica.

Também fez parte do Projeto Lelê e Trix 2011, a

edição de uma cartilha voltada aos educadores, visando

incentivar ainda mais as atividades de educação

ambiental nas escolas. O “Lelê e Trix - Livro

de Aprendizagem e Experiências” traz diversas

atividades, jogos e brincadeiras elaboradas a partir

dos temas dos livros infantis: “A incrível Viagem do

Imperador” (2008); “O Laboratório de Lelê e Trix”

(2009), “O Gigante Monstruoso do Lixo” (2010) e

“Um, Dois e Click!” (2011), editados em parceria

com a Nacional.

A Nacional fará a doação dos livros à rede pública

de ensino de sua área de atuação em 2012.

PORTAS ABERTAS

Atendendo aos compromissos de sua Política de

Sustentabilidade, de “promover a preservação

do meio ambiente, a prevenção da poluição e o

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

consumo consciente” e de “estimular a educação

ambiental dos colaboradores, fornecedores e

da comunidade”, a Nacional promoveu palestras

na comunidade destacando a necessidade do uso

consciente e seguro da energia elétrica.

A iniciativa criou possibilidades para professores

e alunos promoverem reflexões sobre as práticas

cotidianas e estabelecerem mudanças nos hábitos

em prol do meio ambiente. Em 2011, a Nacional

ministrou palestras para os estudantes das Escolas

Municipais Hebe de Almeida de Novo Horizonte,

Pedro Teixeira de Queiroz, CAIC, Nelson Macedo

Musa, Gastão Silveira, Gabriel Hernandes Ferreira,

Ângelo Caraná, Jose Oliveira Barreto e Antonio

Maximiano Rodrigues.

SEMANA DA SUSTENTABILIDADE

A III Semana da Sustentabilidade da Nacional aconteceu

de 6 a 10 de junho. Durante a semana foram

tratados temas que envolvem a qualidade da

energia elétrica, responsabilidade ambiental, sustentabilidade,

ações que estão transformando para

melhor a vida das pessoas, questões ambientais,

como a gestão do lixo, poda de árvore, arborização,

áreas de preservação permanente e outros.

Por meio deste evento, a empresa ressalta os compromissos

de sua Política de Sustentabilidade, responsável

pelas diretrizes e princípios que são praticados

no relacionamento diário da Nacional com

seus acionistas, poderes públicos, investidores, comunidade,

clientes e fornecedores, e norteiam os

investimentos.

Um dos destaques da semana foi a palestra do coordenador

do Projeto Luxo do Lixo, Éderson Martiniano

Gomes e do padre Osvaldo Oliveira Rosa,

que ressaltaram a importância da parceria da empresa

com o projeto.

PROGRAMA CUIDE DO SEU MUNDO

Dentro do Programa “Cuide do Seu Mundo”, a

91


92

Nacional lançou, em março, a Campanha “Não

Desperdice Água”, informativo on-line que também

foi fixado nos murais da empresa.

PARCERIAS PARA A SUSTENTABILIDADE

LUXO DO LIXO

Graças à iniciativa dos colaboradores Manoel Duarte

e Mauricio Martins, desde 2010 a Nacional é

parceira do projeto Luxo do Lixo. Semanalmente,

os colaboradores trazem de casa materiais recicláveis

e depositam nos tambores de coleta instalados

na sede da empresa. Os materiais são coletados e

encaminhados à reciclagem.

A adesão ao projeto não significa somente melhorar

e aumentar a coleta seletiva na cidade, mas principalmente

reintegrar socialmente pessoas carentes,

pois a maior parte dos beneficiados passou por tratamentos,

nas três casas terapêuticas mantidas pela

Associação Nosso Pão. O Luxo do Lixo é mantido

quase 100% com a venda dos materiais recicláveis

e uma subvenção da prefeitura. São esses recursos

que possibilitam manter 20 pessoas com carteira

assinada, salário mensal e cesta básica.

I ENCONTRO DE SUSTENTABILIDADE DO

NOROESTE PAULISTA

No dia 8 de junho, a Nacional participou como

palestrante do ”I Encontro de Sustentabilidade do

Noroeste Paulista”, realizado na cidade de Novo

Horizonte. Na oportunidade, a coordenadoria regional

da empresa apresentou a Rede Energia e

abordou cada uma das ações que a Nacional desenvolve

em parceria com seus colaboradores, organizações

e poderes públicos, na área ambiental.

I MOSTRA DE AQUECIMENTO GLOBAL

A Nacional foi uma das principais parceiras da “I

Mostra sobre Aquecimento Global”, da cidade de

Novo Horizonte, realizada de 23 a 25 de agosto.

O evento contou com a participação de 4 mil pes-

DimENsão AmBiENTAl

soas, sendo a grande maioria estudantes da rede

pública de ensino e de instituições como a APAE.

Na I Mostra, a empresa apresentou a maquete da

“casa energizada” e prestou orientações sobre uso

econômico e racional de energia elétrica.

A “l Mostra sobre Aquecimento Global” é resultado

do compromisso assumido pela Secretaria de

Meio Ambiente e Prefeitura Municipal de Novo Horizonte,

por meio do Protocolo Cidade Verde Azul,

que estabeleceu o tema “poluição” para ser trabalhado

no mês de agosto.

DOAÇÃO PARA HOSPITAL DO CÂNCER DE

BARRETOS

Colaboradores da Nacional se mobilizaram numa

campanha solidária pela arrecadação dos lacres de

alumínios que são de grande valor comercial. A

ação envolveu colaboradores próprios e um terceirizado,

que juntos conseguiram arrecadar 22 kg de

lacres de alumínio.

Os lacres foram doados para o Hospital do Câncer

de Barretos, no dia 10 de março, e segundo

o representante da entidade, José Carlos Castro,

possibilitou a compra de 5 cadeiras de rodas.

Eficientização Energética

P&D VOLTADOS AO MEIO AMBIENTE

Conforme citado na Dimensão Social Setorial, em

Pesquisa e Desenvolvimento, a Nacional elaborou

e selecionou um Projeto de P&D voltado ao meio

ambiente, denominado “Arborização”, que será

executado a partir do ano de 2012.


ARBORIZAÇÃO

CATEGoriA PEsQuisA APliCADA

Valor do projeto (R$) 798.336,57

Participação da empresa (R$) 28.369,20

Valor investido em 2011 (R$) 0,00

Empresas Parceiras Caiuá Distribuição de Energia S.A

Empresa Elétrica Bragantina S.A

Objetivo Desenvolvimento de uma ferramenta compu-

tacional que deve fornecer os programas

otimizados de podas de árvores existentes

sob as redes de distribuição, considerando-se

as metas dos indicadores de confiabilidade de

vido à interferência da vegetação visando me-

lhorar a qualidade de fornecimento.

Benefícios

Para a Concessionária Melhoria da qualidade da energia elétrica.

Melhor gestão do processo de podas.

Para a Sociedade Menor impacto ambiental

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011 93


94

DimENsão AmBiENTAl

INDICADORES AMBIENTAIS

DimENsão AmBiENTAl

a) recuperação de áreas Degradadas meta 2011 2010 2009

Área preservada e/ou recuperada por manejo

sustentável de vegetação sob as linhas de

transmissão e distribuição (em há).

Área preservada / total da área preservada na

ND ND ND

área de concessão exigida por lei (%).

Contribuição para o aumento de áreas verdes

nos municípios pelo Programa de

ND ND ND

Arborização Urbana (em ha).

Rede protegida isolada (rede ecológica ou

0,12 0 0

linha verde) na área urbana (em km).

Percentual da rede protegida isolada / total da

99,00 65,52 48,83

rede de distribuição na área urbana

Gastos com gerenciamento do impacto

ambiental (arborização, manejo sustentável, com

7,00% 4,58% 3,46%

equipamentos e redes protegidas). (R$ Mil)

Quantidade de acidentes por violação das

2.716 965.1 460,8

normas de segurança ambiental

Número de autuações e/ou multas por violação

0 0 ND

de normas ambientais. 0 0 ND

Valor incorrido em autuações e/ou multas por

violação de normas ambientais. (R$ Mil) 0 0 ND

b) Geração e tratamento de resíduos

Emissão

Volume anual de gases do efeito estufa (CO2,

CH4, N2O, HFC, PFC, SF6), emitidos na

meta 2011 2010 2009

atmosfera (em toneladas de CO2 equivalentes).

Volume anual de emissões destruidoras de

317 280 277

ozônio (em toneladas de CFC equivalentes).

Efluentes

ND ND ND

Volume total de efluentes ND ND ND

Volume total de efluentes com tratamento 100,00% ND ND

Percentual de efluentes tratados (%)

Sólidos

Quantidade anual (em toneladas) de resíduos

100,00% ND ND

sólidos gerados (lixo, dejetos, entulho etc.) ND ND ND


Percentual de resíduos encaminhados para

reciclagem sem vínculo com a empresa.

Percentual de resíduos reciclados por unidade ou

ND ND ND

entidade vinculada à empresa (projeto específico) ND ND N/D

Gastos com reciclagem dos resíduos (R$ Mil)

Percentual do material de consumo reutilizado

ND ND N/D

(matérias-primas, equipamentos, fios e cabos elétricos).

Gastos com destinação final de resíduos não

3,28% 5,26 ND

perigosos. (R$ Mil) ND ND N/D

c) manejo de resíduos perigosos

Percentual de equipamentos substituídos por

meta 2011 2010 2009

óleo mineral isolante sem PCB (Ascarel).

Percentual de lâmpadas descontaminadas em

100,00% 0,00% 0,00% ND

relação ao total substituído na empresa.

Percentual de lâmpadas descontaminadas em

0,00% 0,00% ND

relação ao total substituído nas unidades consumidoras

Gastos com tratamento e destinação de resíduos

0,00% 0,00% 0,00%

tóxicos (incineração, aterro, biotratamento etc.) (R$ mil)

d) uso de recursos no processo produtivo e em

ND ND ND

processos gerenciais da organização

Consumo total de energia por fonte:

meta 2011 2010 2009

hidrelétrica (em kWh) 436.174 418.093 407.679

combustíveis fósseis

fontes alternativas (gás, energia eólica,

0 0 0

energia solar etc.)

0

0 0

Consumo total de energia (em kWh) 436.174 418.093 407.679

Consumo de energia por kWh distribuído (vendido)

Consumo total de combustíves fósseis pela frota

de veículos da empresa por quilômetro rodado.

0,00089327 0,0008426 0,0008412

diesel 0,140 0,150 0,151

gasolina* 0,090 ND 0,127

álcool* 0,090

0,130 0,127

gás natural

Consumo total de água por fonte (em m³)

NA NA 0,000

abastecimento (rede pública) 700 863 562

fonte subterrânea (poço) ND ND ND

captação superficial (cursos d’água) NA NA NA

Consumo total de água (em m³) 700 863 562

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

95


96

DimENsão AmBiENTAl

Consumo de água por empregado (em m³) 2,8 5,5 3,6

Redução de custos obtida pela redução do

consumo de energia, água e material

de consumo. (R$ Mil) ND ND ND

e) origem dos Produtos - material de consumo

Percentual do material adquirido em

conformidade com os critérios ambientais

meta 2011 2010 2009

verificados pela empresa/total de material adquirido.

Percentual do material adquirido com Selo Verde

100,00% ND ND

ou outros (Procel, Inmetro etc. ).

Percentual do material adquirido com certificação

9,44% 19,13% 33,32%

florestal (Imaflora, FSC e outros). 100,00% ND N/D

f) Educação e conscientização ambiental

Educação ambiental - Comunidade - Na organização

Número de empregados treinados nos

meta 2011 2010 2009

programas de educação ambiental.

Percentual de empregados treinados nos

programas de educação ambiental / total

80 79 35

de empregados.

Número de horas de treinamento

32,39% 50% 22,15%

ambiental / total de horas de treinamento. 0,019 0,0447 8,2

Recursos Aplicados (R$ Mil)

Educação ambiental - Comunidade

Número de unidades de ensino fundamental

796,30 0,7 0

e médio atendidas.

Percentual de escolas atendidas / número

9 114 9

total de escolas da área de concessão. ND ND ND

Número de alunos atendidos.

Percentual de alunos atendidos / número total

1.080 1.000 3.000

de alunos da rede escolar da área de concessão. ND N/D ND

Número de professores capacitados.

Número de unidades de ensino técnico e

100 50 0

superior atendidas.

Percentual de escolas atendidas / número total

ND ND 0

de escolas da área de concessão. ND ND ND

Número de alunos atendidos.

Percentual de alunos atendidos / número total

ND ND ND

de alunos da rede escolar da área de concessão. ND ND ND

Recursos Aplicados (R$ Mil) ND ND 25


g) PEEs destinados à formação da cultura em

conservação e uso racional de energia

Número de domicílios do segmento baixa renda

meta 2011 2010 2009

atendidos pelo programa.

Percentual de domicílios do segmento baixa

renda atendidos pelo programa sobre total

0 0 1.819

de domicílios do segmento baixa renda. 0,00% 0,00% 30,58%

Número de equipamentos eficientes doados.

Número de domicílios atendidos para

0 5.457

adequação das instalações elétricas da habitação.

Número de profissionais eletricistas treinados

0 0 0

pelo programa. 0 0 0

PEEs Aquecimento solar (R$ mil)

Número de sistemas de aquecimento

0 0 0

solar instalados. 0 0 0

PEEs Gestão Energética Municipal (R$ mil)

Número de municípios atendidos pelo

0 0 0

programa de gestão energética municipal.

Percentual de municípios atendidos sobre total

0 0 0

de municípios da área de concessão. 0,00% 0,00% 0,00%

h) P&D Voltados ao meio Ambiente meta 2011 2010 2009

Recursos Aplicados (R$ Mil) 0 0 0 0

Número de patentes registradas no INPI 0 0 0 0

i) Cultura, Esporte e Turismo meta 2011 2010 2009

Recursos Aplicados (R$ Mil) 0 0 69 30

j) saúde meta 2011 2010 2009

Recursos Aplicados (R$ Mil) 0 ND ND ND

*Por se tratar de veículos Flex foi considerada

a mesma média para gasolina e álcool

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

97


98

CAPÍTULO 6

Anexos


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

99


100

BAlANÇo soCiAl

ComPANHiA NACioNAl DE ENErGiA ElÉTriCA

BAlANÇos soCiAis lEVANTADos Em 31 DE DEZEmBro DE 2011 E 2010 (Não AuDiTADos)

(VAlorEs EXPrEssos Em milHArEs DE rEAis, EXCETo QuANDo iNDiCADo DE ouTrA FormA)

CoNsoliDADo

1. Base de cálculo

2011 2010

Receita Líquida (RL) 147,919 122.135

Resultado Operacional (RO) 13.183 11.423

Folha de Pagamento Bruta (FPB) 15.572 10.204

% soBrE % sobre

r$ FPB rl r$ FPB rl

2. indicadores sociais internos

Alimentação 1.047 6,7 0,7 793 7,8 0,6

Encargos sociais compulsórios 2.510 16,1 1,7 1.832 18,0 1,5

Previdência privada 349 2,2 0,2 256 2,5 0,2

Saúde 891 5,7 0,6 583 5,7 0,5

Segurança e medicina no trabalho 138 0,9 0,1 96 0,9 0,1

Educação - 0,0 0,0 4 0,0 0,0

Capacitação e desenvolvimento profissional 13 0,1 0,0 2 0,0 0,0

Auxílio-creche 4 0,0 0,0 - 0,0 0,0

Participação dos empregados nos lucros ou resultados 282 1,8 0,2 187 1,8 0,2

Participação dos administradores no resultado 877 5,6 0,6 72 0,7 0,1

Incentivo à aposentadoria e demissão voluntária - 0,0 0,0 - 0,0 0,0

Vale-transporte – excedente 64 0,4 0,0 14 0,1 0,0

Outros benefícios 15 0,1 0,0 19 0,2 0,0

Total indicadores sociais internos

3. indicadores sociais externos

6.190 39,6 4,1 3.858 37,7 3,2

Educação - 0,0 0,0 - 0,0 0,0

Cultura - 0,0 0,0 69 0,6 0,1

Saúde e saneamento - 0,0 0,0 - 0,0 0,0

Esporte e Lazer - 0,0 0,0 - 0,0 0,0

Combate à fome e segurança alimentar - 0,0 0,0 - 0,0 0,0

Doações/contribuições 34 0,3 0,0 46 0,4 0,0

Subtotal

Programas sociais:

34 0,3 0,0 115 1,0 0,1

Programa Nacional de Universalização - Luz para Todos - 0,0 0,0 - 0,0 0,0

Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica - PROCEL 243 1,8 0,2 396 3,5 0,3

Programa Universalização 1.338 10,1 0,9 1.050 9,2 0,9

subtotal 1.581 11,9 1,1 1.446 12,7 1,2

Total de contribuições para a sociedade 1.615 12,2 1,1 1.561 13,7 1,3

Tributos (excluídos encargos sociais) 57.312 434,7 38,7 51.331 449,4 42,0

Total indicadores sociais externos

4. indicadores ambientais

investimentos relacionados com a produção/operação da empresa

58.927 446,9 39,8 52.892 4673,1 43,3

Fundo Nacional de Desenv. Científico e Tecnológico – FNDCT 237 1,8 0,2 239 2,1 0,2

Estudo de Pesquisa Energética – EPE (MME) 119 0,9 0,1 119 1,0 0,1

Programa de eficiência energética – PEE 594 4,5 0,4 592 5,2 0,5

Programa de pesquisa e desenvolvimento – P&D 237 1,8 0,2 234 2,0 0,2

Total de investimentos relacionados com a prod./ operação da empresa 1.187 9,0 0,9 1.184 10,3 1,0

Quanto ao estabelecimento de “metas anuais” para minimizar resíduos,

o consumo em geral na produção/operação e aumentar

a eficácia na utilização de recursos naturais, a empresa

( x ) não possui metas

( x ) não possui metas

( ) cumpre de 51% a 75%

( ) cumpre de 51% a 75%

( ) cumpre de 0% a 50%

( ) cumpre de 0% a 50%

( ) cumpre de 76% a 100% ( ) cumpre de 76% a 100%

2011 (em unidades) 2010 (em unidades)

5. indicadores do corpo funcional (*)

N o de empregados no final do período 208 158

Escolaridade dos empregados:

Superior e pós-graduação 32 25

Ensino Médio 136 95

Ensino Fundamental 40 38

2010 (em unidades) 2009 (em unidades)

Faixa etária dos empregados:

Abaixo de 30 anos 71 39

De 30 até 45 anos (exclusive) 85 60


45 anos e acima 52 59

No de admissões durante o período 69 14

No de empregados desligados no período 19 14

No de mulheres que trabalham na empresa 39 27

% de cargos gerenciais ocupados por mulheres em relação ao no total de mulheres 2,56% 0,00%

% de cargos gerenciais ocupados por mulheres em relação ao no total de gerentes 12,50% 0,00%

No de negros que trabalham na empresa 26 17

% de cargos gerenciais ocupados por negros em relação ao no total de negros 0,00% 0,00%

% de cargos gerenciais ocupados por negros em relação ao no total de gerentes 0,00% 0,00%

No de empregados portadores de deficiência física 4 5

No de dependentes 292 256

No de estagiários 6 6

No de empregados terceirizados/temporários 53 85

6. informações relevantes quanto ao exercício da cidadania empresarial

2011 mETAs 2012

Relação entre a maior e a menor remuneração na empresa 10,44 10,23

Número total de acidentes de trabalho 3 2

Os projetos sociais e ambientais desenvolvidos

pela empresa foram definidos por:

Os pradrões de segurança e salubridade no ambiente de trabalho

foram definidos por:

Quanto à liberdade sindical, ao direito de negociação coletiva e à

representação interna dos(as) trabalhadores(as), a empresa:

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

( ) direção

( x ) direção e gerências

( ) todos(as)empregados(as)

( ) direção e gerências

( ) todos(as) empregados(as)

( x ) todos(as) + Cipa

( ) não se envolve

( x ) segue as normas da OIT

( ) incentiva e segue a OIT

A previdência privada contempla: ( ) direção

( ) direção e gerências

( x ) todos(as) empregados(as)

A participação dos lucros ou resultados contempla: ( ) direção

( ) direção e gerências

( x ) todos(as) empregados(as)

Na seleção dos fornecedores, os mesmos padrões éticos e de

responsabilidade social e ambiental adotados pela empresa:

Quanto à participação de empregados(as) em programas de trabalho

voluntário, a empresa:

( ) não são considerados

( ) são sugeridos

( x ) são exigidos

( ) não se envolve

( x ) apóia

( ) organiza e incentiva

Número total de reclamações e críticas de consumidores(as): na empresa 88

no Procon 2

na Justiça 11

% de reclamações e críticas atendidas ou solucionadas: na empresa 100%

no Procon 100%

na Justiça 2%

( ) direção

( x ) direção e gerências

( ) todos(as empregados(as)

( ) direção e gerências

( ) todos(as) empregados(as)

( x ) todos(as) + Cipa

( ) não se envolverá

( x ) seguirá as normas da OIT

( ) incentivará e seguirá a OIT

( ) direção

( ) direção e gerências

( x ) todos(as) empregados(as)

( ) direção

( ) direção e gerências

( x ) todos(as) empregados(as)

( ) não serão considerados

( ) serão sugeridos

( x ) serão exigidos

( ) não se envolverá

( x ) apoiará

( ) organizará e incentivará

na empresa 92

no Procon 2

na Justiça 11

na empresa 100%

no Procon 100%

na Justiça 20%

Valor adicionado total a distribuir (em mil r$): Em 31/12/2011: r$ 110.578 Em 31/12/2010: r$ 94.287

Distribuição do Valor Adicionado (DVA): governo 68,04%

colaboradores(as) 12,04%

acionistas 2,05%

terceiros 11,99%

retido 5,88%

7. outras informações

governo 69,25%

colaboradores(as) 9,49%

acionistas 0,63%

terceiros 13,40%

retido 7,23%

a) Nos dados referentes a reclamações e críticas “Na Empresa”, foram considerados aqueles que entraram via ouvidoria e, no percentual de críticas

atendidas ou solucionadas, considerou-se aquelas que foram atendidas e respondidas ao consumidor.

b) Negros - inclui negros e pardos, homens e mulheres.

c) (*) Informações não auditadas.

Demonstração Complementar ao Relatório da Administração.

101


102

1. Erradicar a Extrema Pobreza e a Fome

2. Atingir a universalização do Ensino Fundamental

mETAs Do milêNio

3. Promover a igualdade entre sexos e a Autonomia da mulher

4. reduzir a mortalidade infantil

Ações da rede Energia metas do milênio

Apoio às Políticas Públicas: Grupo de Trabalho

Ethos; Grupo de Trabalho Abradee e Grupo de

Trabalho Funcoge.

liderança e influência social: Compromisso Todos

Pela Educação.

incentivo ao Voluntariado: Ações internas em prol

de entidades e da comunidade.

Projetos Próprios: Portas Abertas

Arrecadação de recursos para Projetos sociais:

Hospitais Santas Casas Catanduva, Novo Horizonte,

Borborema e Itajobi.

incentivo à Educação: Projeto Lelê e Trix e Portas

Abertas

incentivo à Cultura: Projetos - Itinerância Lamínima e

Rabiola de Pipa

Promoção da saúde: Campanhas do Agasalho,

Cobertores e Doação de Sangue

Programa setoriais: Universalização e Tarifa Social

Baixa Renda.

Educação Ambiental: Projetos - Lelê e Trix Livro Infantil

“Um, Dois e Click!” ; III Semana da Sustentabilidade;

Parangolé e Ações de Gestão de Resíduos

Apoio às iniciativas sociais Governamentais: VI

Semana Nacional de Segurança com Energia Elétrica.

5. melhorar a saúde materna

6. Combater o HiV/Aids, a malária e outras Doenças

7. Garantir a sustentabilidade Ambiental

8. Promover Parceria mundial pelo Desenvolvimento


NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

103


104

rElATÓrio DE rEsPoNsABiliDADE soCioAmBiENTAl

ComPANHiA NACioNAl DE ENErGiA ElÉTriCA - 2011

MARIA DE SOUZA ARANHA MEIRELLES

Supervisão

EVANIZE PATRIOTA E CRISTIANE CABRAL

Coordenação Nacional

RENATO BOM LOMBELLO

Coordenação Projeto Gráfico

FOTOS / BANCO DE IMAGENS REDE ENERGIA

Ricardo Teles

PROJETO GRÁFICO

TV 1

DIAGRAMAÇÃO

Marca X Propaganda e Marketing

COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE NACIONAL

ALEXSANDRO AUGUSTO SONAGLI

Assessoria VPE

ALINE APARECIDA BRAGA LARA

Departamento Administrativo

ANIBAL ANTÔNIO BUIM

Departamento de Atendimento ao Cliente

ARLINDO ANTÔNIO NAPOLITANO

Vice presidente executivo

CRISTIANE CABRAL TEIXEIRA

Comunicação

EVANIZE PATRIOTA

Comunicação

EVERALDO FÉLIX DA SILVA

Gestão de Pessoas

FABIO CARRASCO

Coordenação de Operação de Sistema

FERNANDO CASARI

Manutenção do Sistema

GRAZIELA FERNANDES CONSOLO TODESCO

Comunicação

JONAS GONÇALVES

PEE e P&D

JOSÉ APARECIDO DE SOUZA

GPC - Coordenação de Construção de Redes

JULIO CÉSAR CONRADO

Frota

LUCAS TEIXEIRA PEREIRA

Meio Ambiente

JÚLIO YONEO YAMADA

Gestão de Pessoas

LUIZ FELIPE SAWCZEN

Suprimentos e Logística

LUIZ MORETO

Coordenação de Serviços Operacionais

MANOEL ALVES DA SILVA

Departamento Administrativo

MARCELO HENRIQUE IUNES SILVA

Gerência de Serviços Técnicos

MARCIA REGINA JUNQUEIRA

Departamento de Projetos e Construção

MARCIO ROGÉRIO NORDI

Coordenadoria de Gestão de Ativos

MARCO ANTONIO MELOTI FERNANDES

Departamento de Ouvidoria e Regulação

MARIA ELISABETE GALANTE GASPERI

Comunicação

MÁRIO TAVARES

Gerência de Operação de Sistema

MOISES CARLOS TOZZE

Diretor de Serviços Operacionais

MAURO YEIJI TOME

Gerência de Serviços Técnicos

PAULO FRANCISCO FIGUEIREDO BARBÉRIO

Superintendência Comercial

PRISCILA PELOSSI

Estagiária l Meio Ambiente

ROBERTO SEBASTIÃO FERRO

Departamento de Atendimento ao Cliente

SIDNEY APARECIDO

Serviços Operacionais

TANIA REGINA PEREIRA DA SILVA PORTO

Departamento Comercial

VINICIUS ALFERES DE OLIVEIRA

Segurança no Trabalho

WELLINGTON ERRAN MOTA

Comunicação


COMITÊ DE SUSTENTABILIDADE REDE

ENERGIA

ABELARDO FERREIRA DOS SANTOS

Regulatória

ALANE FERNANDES MACIEL

Centro de Serviços Compartilhados

ALESSANDRO C. MICELLI

Processo

ANA CLAUDIA MENDES COTRIN

Qualidade

ANA LUIZA RELA

Meio Ambiente

ANDERSON TONELI

RedeCom

CARLOS ALBERTO NEWMAN

TI

CRISTIANE PENNA

Comercial

LARISSA SILVESTRE ALVES

Suprimentos

EMERSON RIVELINO

Eficiência Energética (PEE)

ERICK G. B. SAMPAIO

Comercial

GERALDO MARTINS RIERA FILHO

Qualidade

IZAIAS FERREIRA DE PAULA

Jurídica

JEFFERSON KOPAK

Administrativa

JONAS GONÇALVES

P&D e PEE

JOSÉ RAMALHO JÚNIOR

Relação Poder Concedente

JULIANA LUCE RITTES GARCIA

RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL

LEANDRO FERRAZ DE OLIVEIRA

Frotas

NACIONAL RELATÓRIO DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2011

LUIZ ANGELO ROSOLEM

Suprimentos e Logística

MARCO ARTHUR STORT FERREIRA

P&D

MARIA MEIRELLES

Responsabilidade Socioambiental

MARINELLA GUIMARÃES

Comunicação

MÁRIO RUSSO

Relação com Investidor

MÔNICA VIVEIROS CORREIA

Gestão de Pessoas

MORGANA ROSSI

Processo

PAULO ROBERTO ANCIUTTI

Gestão de Ativos

PLÁCIDO GONÇALVES MEIRELLES

Comunicação

REGINA FERREIRA CORREIA

Administrativa

REINALDO TEIXEIRA MOTA

Contabilidade

RICARDO MINORU KITAMURA

Segurança no trabalho

ROGER AKIO KITAMURA

Mercado

ROSÂNGELA VALIO CAMARGO

Jurídica

WALKIRIA HAMU MATTAR

Comunicação

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106

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