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Desenvolvimento de um sistema informatizado aplicado - UTFPR

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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ<br />

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO<br />

MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO<br />

MARJORIE BELINELLI<br />

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO<br />

APLICADO À GESTÃO DE PLANOS PREVENTIVOS DE<br />

LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />

DISSERTAÇÃO<br />

PONTA GROSSA<br />

2011


MARJORIE BELINELLI<br />

DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO<br />

APLICADO À GESTÃO DE PLANOS PREVENTIVOS DE<br />

LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />

Dissertação apresentada como requisito<br />

parcial à obtenção do título <strong>de</strong> Mestre em<br />

Engenharia <strong>de</strong> Produção, no Programa <strong>de</strong><br />

Pós-Graduação em Engenharia <strong>de</strong><br />

Produção, Universida<strong>de</strong> Tecnológica Fe<strong>de</strong>ral<br />

do Paraná – Campus Ponta Grossa.<br />

Orientador: Prof.Dr. Jhon Jairo Ramirez<br />

Behainne<br />

PONTA GROSSA<br />

2011


Ficha catalográfica elaborada pelo Departamento <strong>de</strong> Biblioteca<br />

da Universida<strong>de</strong> Tecnológica Fe<strong>de</strong>ral do Paraná, Campus Ponta Grossa<br />

n.16 /11<br />

B431 Belinelli, Marjorie<br />

<strong>Desenvolvimento</strong> <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> à gestão <strong>de</strong> planos<br />

preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial./ Marjorie Belinelli. Ponta Grossa: [s.n.], 2011.<br />

173 f. : il. ; 30 cm.<br />

Orientador: Prof. Dr. Jhon Jairo Ramirez Behainne<br />

Dissertação (Mestrado em Engenharia <strong>de</strong> Produção) - Universida<strong>de</strong> Tecnológica<br />

Fe<strong>de</strong>ral do Paraná, Campus Ponta Grossa. Curso <strong>de</strong> Pós-Graduação em<br />

Engenharia <strong>de</strong> Produção. Ponta Grossa, 2011.<br />

1. Lubrificação industrial. 2. Sistema <strong>informatizado</strong>. 3. Planos preventivos. 4.<br />

Disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina. I. Behainne, Jhon Jairo Ramirez. II. Universida<strong>de</strong><br />

Tecnológica Fe<strong>de</strong>ral do Paraná, Campus Ponta Grossa. III. Título.<br />

CDD 670.42


AGRADECIMENTOS<br />

Primeiramente expresso meu profundo agra<strong>de</strong>cimento a “Deus pai todo<br />

po<strong>de</strong>roso” que me <strong>de</strong>stes a vida e toda força e coragem para enfrentar meus medos<br />

e <strong>de</strong>safios, e cada dia me proporciona as oportunida<strong>de</strong>s que tenho tido em minha<br />

jornada e me il<strong>um</strong>ina com sabedoria para conduzi-las.<br />

Agra<strong>de</strong>ço por minha família, que tem me apoiado e me auxiliado em todos os<br />

momentos <strong>de</strong> minha vida acadêmica e profissional, proporcionando-me incentivo<br />

para evoluir nelas.<br />

A todos os meus verda<strong>de</strong>iros amigos que juntamente com minha fé e família<br />

estruturam o alicerce <strong>de</strong> minha vida, construindo nela momentos <strong>de</strong> muitas alegrias<br />

e felicida<strong>de</strong>s.<br />

Aos professores John J. Ramirez Behainne, Rui Francisco Marçal e Luiz<br />

Alberto Pilatti pela orientação e co-orientação, pelo apoio, ensinamentos e ajuda<br />

para todo o <strong>de</strong>senvolvimento e conclusão <strong>de</strong>sta pesquisa.<br />

E finalmente, <strong>um</strong> agra<strong>de</strong>cimento especial ao Professor Marcelo Rodrigues<br />

que me ensinou tudo sobre manutenção industrial e me apoio durante a minha<br />

profissional e acadêmica, além <strong>de</strong> sempre aconselhar-me na vida pessoal como<br />

amigo. Á você professor Marcelo, minha imensa adimiração e respeito por tudo que<br />

fez por mim e pelo exemplo <strong>de</strong> excelente professor que o senhor representa para<br />

mim, e tenho orgulho <strong>de</strong> chamá-lo <strong>de</strong> Mestre.


O Senhor é meu Pastor e nada me faltará.<br />

(...)E ainda que eu an<strong>de</strong> pelo vale da sombra da morte, não<br />

temerei mal alg<strong>um</strong>, porque Tú estarás comigo;<br />

(....) Bonda<strong>de</strong> e o amor certamente me acompanharão todos<br />

os dias <strong>de</strong> minha vida e habitarei na casa do Senhor por longos<br />

dias.(Salmo 23; versículos: 1,4 e 6.)<br />

“ A mente que se abre a <strong>um</strong>a nova idéia jamais voltará ao seu<br />

tamanho normal” (Albert Einstein)


RESUMO<br />

BELINELLI, Marjorie. <strong>Desenvolvimento</strong> <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> à<br />

gestão <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial. 2011. 173 f. Dissertação<br />

(Mestrado em Engenharia <strong>de</strong> Produção) – Programa <strong>de</strong> Pós-Graduação em<br />

Engenharia <strong>de</strong> Produção, Universida<strong>de</strong> Tecnologia Fe<strong>de</strong>ral do Paraná – Ponta<br />

Grossa, 2011.<br />

A a<strong>de</strong>quada gestão <strong>de</strong> recursos materiais e h<strong>um</strong>anos relacionados à lubrificação em<br />

ambiente industrial é <strong>de</strong> fundamental importância para a saú<strong>de</strong> financeira das<br />

organizações, <strong>um</strong>a vez que esta propicia ganho <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina e<br />

a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> vida útil dos equipamentos. Com o permanente <strong>de</strong>senvolvimento e<br />

crescimento do <strong>sistema</strong> produtivo intensifica-se a necessida<strong>de</strong> pela implantação <strong>de</strong><br />

procedimentos <strong>de</strong> lubrificação eficientes, o que torna praticamente inviável a gestão<br />

das informações <strong>de</strong> forma manual e promove o espaço aos <strong>sistema</strong>s automatizados<br />

como apoio no gerenciamento. O objetivo <strong>de</strong>ste trabalho foca-se ao<br />

<strong>de</strong>senvolvimento e aplicação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> voltado a facilitar as<br />

montagens <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong> maneira ágil e apropriada.<br />

Assim, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> envolve procedimentos para o preenchimento dos<br />

campos do programa com as informações relacionadas à localização <strong>de</strong> máquinas e<br />

equipamentos, a i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> lubrificantes e do centro <strong>de</strong> serviço para alocação<br />

<strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra. Este mesmo <strong>sistema</strong> automatizado se comporta como <strong>um</strong><br />

instr<strong>um</strong>ento gerencial organizado das informações e dos recursos envolvidos nos<br />

roteiros dos planos, que facilita a administração da lubrificação como manutenção<br />

preventiva no complexo industrial on<strong>de</strong> for <strong>aplicado</strong>. O <strong>sistema</strong> disponibiliza também<br />

<strong>um</strong> módulo para o monitoramento das datas a serem emitidas e a execução dos<br />

planos preventivos criados, a fim <strong>de</strong> acompanhar a correção <strong>de</strong> atrasos e/ou<br />

possíveis avarias. A metodologia <strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> lubrificação implantada nesta<br />

ferramenta consi<strong>de</strong>ra-se <strong>de</strong> utilida<strong>de</strong> para a execução eficiente relacionada às<br />

tarefas <strong>de</strong> manutenção nas empresas, sendo simultaneamente, <strong>de</strong> estrutura e<br />

operacionalida<strong>de</strong> simplificada. O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto foi <strong>aplicado</strong> ao caso<br />

<strong>de</strong> <strong>um</strong>a empresa do setor si<strong>de</strong>rúrgico, dando oportunida<strong>de</strong> para a i<strong>de</strong>ntificação dos<br />

pontos fortes e <strong>de</strong>ficientes da ferramenta.<br />

Palavras-chave: Lubrificação Industrial. Sistema Informatizado. Planos Preventivos.<br />

Disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Máquina.


ABSTRACT<br />

BELINELLI, Marjorie. Development of a computerized system applied to the<br />

management of preventive plans for industrial lubrication. 2011. 173 f.<br />

Dissertation (Master in Production Engineering) – Master’s Degree in Production<br />

Engineering, Fe<strong>de</strong>ral Technology University - Paraná. Ponta Grossa, 2011.<br />

Proper management of h<strong>um</strong>an and material resources related to lubrication in<br />

industrial environment is of fundamental importance to the financial health of<br />

organizations, since it provi<strong>de</strong>s gain of machine availability and increased equipment<br />

life. With the constant <strong>de</strong>velopment and growth of the production system, the need<br />

for the implementation of efficient procedures for lubrication intensifies, making it<br />

virtually impossible to manage the information manually and making room for<br />

automated systems as support to their management. This study focuses on the<br />

<strong>de</strong>velopment and implementation of a computerized system, to facilitate the<br />

assembly of preventive plans of lubrication in an agile way and appropriately. Thus,<br />

the computerized system involves procedures for filling the fields of the program with<br />

information regarding the location of machinery and equipment, i<strong>de</strong>ntification of<br />

lubricants and service center for allocation of manpower. Such automated system<br />

behaves as an organized management tool of information and resources involved in<br />

the <strong>de</strong>signs of the plans, which facilitates the administration of lubrication and<br />

preventive maintenance in the industrial complex where it is applied. The system also<br />

provi<strong>de</strong>s a module for monitoring the dates to be issued and the implementation of<br />

preventive plans created in or<strong>de</strong>r to monitor the correction of <strong>de</strong>lays and / or possible<br />

damage. The lubrication management methodology implemented in this tool is<br />

consi<strong>de</strong>red useful for the efficient execution of maintenance tasks related to the<br />

companies, while being of simple structure and operation. The proposed<br />

computerized system was applied to a company in the steel sector, allowing for the<br />

i<strong>de</strong>ntification of strengths and <strong>de</strong>ficiencies of the tool.<br />

Keywords: Industrial Lubrication. Computerized System. Preventive plans.<br />

Availability of machinery.


LISTA DE FIGURAS<br />

Figura 1 - Processo <strong>de</strong> Fabricação <strong>de</strong> Graxas ..................................................... 27<br />

Figura 2 - Funcionalida<strong>de</strong>s Básicas <strong>de</strong> <strong>um</strong> CMMS ............................................... 51<br />

Figura 3 Representação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informações <strong>aplicado</strong> à manutenção<br />

............................................................................................................................. 53<br />

Figura 4 - Tipos <strong>de</strong> produtos manufaturados pelas linhas <strong>de</strong> produção na<br />

empresa do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ....................................................................... 63<br />

Figura 5 - Linha e produto <strong>de</strong> corte transversal .................................................... 64<br />

Figura 6 - Linha e produto <strong>de</strong> corte longitudinal ................................................... 67<br />

Figura 7 - Linha <strong>de</strong> prensa e produto <strong>de</strong> corte blanks .......................................... 72<br />

Figura 8 - Máquina empilha<strong>de</strong>ira LINDE 4,5 toneladas ........................................ 76<br />

Figura 9 - Fluxograma <strong>de</strong> planejamento <strong>de</strong> serviços <strong>de</strong> lubrificação industrial<br />

gerido em <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> .......................................................................... 84<br />

Figura 10 - Relações <strong>de</strong> tabelas e registros (informações) no <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> ........................................................................................................ 88<br />

Figura 11 - Esquema dos elementos <strong>de</strong> composição <strong>de</strong> <strong>um</strong> banco <strong>de</strong> dados e<br />

geração <strong>de</strong> relatórios ............................................................................................ 89<br />

Figura 12 - Árvore das informações técnicas <strong>de</strong> lista <strong>de</strong> tarefas ou roteiros....... . 92<br />

Figura 13 - Hierarquia <strong>de</strong> objetos técnicos para elaboração dos planos <strong>de</strong><br />

lubrificação e gerenciamento no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ....................................... 93<br />

Figura 14 - Estrutura e funcionamento dos planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro do<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ......................................................................................... 95<br />

Figura 15 - Tela <strong>de</strong> acesso inicial do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ............................... 97<br />

Figura 16 - Telas <strong>de</strong>monstrativas do módulo <strong>de</strong> cadastro <strong>de</strong> informações<br />

primárias para composição dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação .................... 99<br />

Figura 17 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> composição e geração dos<br />

planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação ....................................................................... 104<br />

Figura 18 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> lançamento <strong>de</strong> dados da<br />

execução <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> lubrificação (Disponível no CD-ROM .............................. 108


Figura 19 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> geração <strong>de</strong> relatórios<br />

gerenciais e visualização gráfica .......................................................................... 110<br />

Figura 20 - Níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> informação no <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> LubControl ..................................................................................... 111<br />

Figura 21 - Relações entre atributos e entida<strong>de</strong>s principais (Disponível no<br />

CD-ROM) ............................................................................................................. 113<br />

Figura 22 - Telas <strong>de</strong> inicialização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ................................ 117<br />

Figura 23 - Telas <strong>de</strong> cadastro básico do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.............................118<br />

Figura 24 - Inserção <strong>de</strong> <strong>um</strong> novo cadastro..............................................................123<br />

Figura 25 - Ícones <strong>de</strong> gravação e atualização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>...............124<br />

Figura 26 - Montagem e visualização <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />

montados no <strong>sistema</strong><strong>informatizado</strong> ..................................................................... 125<br />

Figura 27 - Ícones <strong>de</strong> exportação <strong>de</strong> arquivos........................................................127<br />

Figura 28 - Geração <strong>de</strong> gráficos e relatórios gerenciais (Disponível no CD-<br />

ROM) .................................................................................................................... 128<br />

Figura 29 - Fluxo das informações para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão ................................ 129<br />

Figura 30 - Procedimento <strong>de</strong> instalação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ...................... 141<br />

Figura 31- Instruções <strong>de</strong> instalação e troca <strong>de</strong> senha no ambiente do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> LubControl ..................................................................................... 142<br />

Figura 32 - Acesso ao LubControl e ativação <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> ........................................................................................................ 143


LISTA DE QUADROS<br />

Quadro 1 - Componentes da Formulação <strong>de</strong> Graxas ........................................... 28<br />

Quadro 2 - Tipos <strong>de</strong> óleo base mineral .............................................................. 29<br />

Quadro 3 - Classificação <strong>de</strong> óleo base mineral .................................................... 30<br />

Quadro 4 - Tipos <strong>de</strong> Bases Sintéticas .................................................................. 32<br />

Quadro 5 - Aditivos para Lubrificantes ................................................................. 38<br />

Quadro 6 - Lubrificantes atóxicos H1-Grau Alimentício ........................................ 42<br />

Quadro 7 - Softwares Disponíveis no Mercado para Gestão da Manutenção<br />

Industrial ............................................................................................................... 55<br />

Quadro 8 - TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte Transversal<br />

..................................................................................................................... 65<br />

Quadro 9 - TAG dos equipamentos pertencentes às Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte<br />

Longitudinal .......................................................................................................... 68<br />

Quadro 10 - TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Prensagem ...... 72<br />

Quadro 11 - TAG dos equipamentos das empilha<strong>de</strong>iras ...................................... 76<br />

Quadro 12 - Exemplo <strong>de</strong> Plano <strong>de</strong> Lubrificação ................................................... 80<br />

Quadro 13 - Estruturas <strong>de</strong> TAG - linha <strong>de</strong> corte transversal ................................ 91


LISTA DE TABELAS<br />

Tabela 1 - Classificação NLGI – Consistência das Graxas .................................. 35<br />

Tabela 2 - Ponto <strong>de</strong> Gota – Escala <strong>de</strong> Temperatura .......................................... 37


LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÔNIMOS<br />

API American Petrole<strong>um</strong> Institute<br />

ASTM American Society for Testing and Materials - Associação Americana para<br />

Testes e Materiais.<br />

ATIEL Association Technique <strong>de</strong> L`Industrie Europeanne <strong>de</strong>s Lubrifiants<br />

CD-ROM Compact Disc Read-Only Memory<br />

CMMS Computer Maintenance Management System<br />

DIN Deutsch Institut Normen – Instituto Alemão <strong>de</strong> Normas<br />

DIPOA Departamento <strong>de</strong> Inspeção <strong>de</strong> Produtos <strong>de</strong> Origem Animal<br />

EP Extrema Pressão<br />

ERP Enterprise Resource Planning<br />

E.U.A Estados Unidos da América<br />

HACCP Hazard Analysis and Critical Control Point - Análise <strong>de</strong> Perigo e Pontos<br />

<strong>de</strong> Controle Críticos<br />

MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.<br />

NLGI National Lubricating Grease Institute<br />

PAG Polialquilenoglicóis<br />

PAO Poli-Alfa-Olefina<br />

PCM Planejamento e controle da manutenção<br />

PIO Poli-internal Olefina<br />

POE Poliéster<br />

PPM Partes por milhão<br />

USDA U.S. Department of Agriculture - Departamento <strong>de</strong> Agricultura dos<br />

Estados Unidos.<br />

VBA Visual Basic For Aplications


SUMÁRIO<br />

1INTRODUÇÃO ................................................................................................... 17<br />

1.1OBJETIVOS .................................................................................................... 19<br />

1.1.1 Objetivo Geral .............................................................................................. 19<br />

1.1.2 Objetivos Específicos ................................................................................... 19<br />

1.2 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO ......................................................................... 20<br />

1.3 IMPORTÂNCIA DO TEMA ............................................................................. 20<br />

1.4 CLASSIFICAÇÃO DA METODOLOGIA APLICADA ...................................... 21<br />

1.5 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO ................................................................. 22<br />

2 REFERENCIAL TEÓRICO ................................................................................ 23<br />

2.1 A LUBRIFICAÇÃO COMO MANUTENÇÃO PREVENTIVA ........................... 23<br />

2.2 LUBRIFICANTES ........................................................................................... 26<br />

2.2.1 Lubrificantes Semi-sólidos – Graxas ........................................................... 26<br />

2.2.2 Óleos Minerais ............................................................................................ 29<br />

2.2.3 Óleos Sintéticos .......................................................................................... 31<br />

2.3 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS LUBRIFICANTES ................................ 33<br />

2.3.1 Características dos Óleos ........................................................................... 33<br />

2.3.1.1 Índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> ............................................................................... 33<br />

2.3.1.2 Ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z ........................................................................................ 33<br />

2.3.1.3 Ponto <strong>de</strong> fulgor ........................................................................................ 34<br />

2.3.1.4 Resistência à corrosão ............................................................................. 34<br />

2.3.2 Características das Graxas .......................................................................... 34<br />

2.3.2.1 Consistência ou soli<strong>de</strong>z ............................................................................ 35<br />

2.3.2.2 Viscosida<strong>de</strong> aparente ............................................................................... 36<br />

2.3.2.3 Ponto <strong>de</strong> Gota .......................................................................................... 36<br />

2.3.2.4 Estabilida<strong>de</strong> à oxidação ............................................................................ 37


2.4 ADITIVOS ....................................................................................................... 38<br />

2.5 LUBRIFICANTES DE GRAU ALIMENTÍCIO .................................................. 40<br />

2.6 GESTÃO DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL ................................................. 44<br />

2.6.1 A Gestão da Lubrificação na Indústria Alimentícia....................................... 47<br />

2.7 SISTEMAS INFORMATIZADOS APLICADOS NA GESTÃO DA<br />

MANUTENÇÃO .................................................................................................... 49<br />

2.8 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO VBA (VISUAL BASIC FOR<br />

APLICATIONS) ................................................................................................... 58<br />

3 MATERIAIS E MÉTODOS ................................................................................ 62<br />

3.1 AMBIENTE DE TESTE PARA VERIFICAÇÃO DO SISTEMA<br />

INFORMATIZADO PROPOSTO .......................................................................... 62<br />

3.1.1 Linha <strong>de</strong> Corte Transversal .......................................................................... 64<br />

3.1.2 Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal ....................................................................... 67<br />

3.1.3 Linha <strong>de</strong> Prensas ........................................................................................ 71<br />

3.1.4 Máquinas Empilha<strong>de</strong>iras .............................................................................. 75<br />

3.2 ETAPA I - PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA LUBRIFICAÇÃO<br />

INDUSTRIAL ........................................................................................................ 77<br />

3.3 ETAPA II - ESTRUTURA DO SISTEMA INFORMATIZADO .......................... 85<br />

3.4 FORMAÇÃO DO BANCO DE DADOS E HIERARQUIZAÇÃO DAS<br />

INFORMAÇÕES ................................................................................................... 87<br />

3.4.1 CONSTRUÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />

APLICADO AO GERENCIAMENTO DAS INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO<br />

INDUSTRIAL ........................................................................................................ 94<br />

4 RESULTADOS E DISCUSSÃO ........................................................................ 115<br />

4.1 APLICAÇÃO E TESTE DO SISTEMA INFORMATIZADO PARA<br />

GERENCIAMENTO DAS INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />

REFERENTES AO AMBIENTE INDUSTRIAL DO ESTUDO ............................. 115<br />

4.2 ANÁLISE DOS RESULTADOS OCORRIDOS NO TESTE DE VERIFICAÇÃO<br />

DAS FUNCIONALIDADES DO SISTEMA INFORMATIZADO DESENVOLVIDO<br />

..................................................................................................................... 130<br />

5 CONCLUSÕES ................................................................................................. 133<br />

5.1 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS ............................................. 135


REFERÊNCIAS .................................................................................................... 136<br />

APÊNDICE A - Instruções <strong>de</strong> Instalação e habilitação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

..................................................................................................................... 140<br />

APÊNDICE B - Plano <strong>de</strong> lubrificação da Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado à<br />

Frio ..................................................................................................................... 144<br />

APÊNDICE C - Plano <strong>de</strong> Lubrificação da Linha <strong>de</strong> Prensagem I ......................... 157<br />

APÊNDICE D - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte transversal laminado à<br />

quente .......................................................................................................... CD-ROM<br />

APÊNDICE E - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte longitudinal laminado á frio<br />

............................................................................................................. CD-ROM<br />

APÊNDICE F - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte longitudinal laminado à<br />

quente .......................................................................................................... CD-ROM<br />

APÊNDICE G - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> prensagem II .................. CD-ROM<br />

APÊNDICE H - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> prensagem III .................. CD-ROM<br />

APÊNDICE I - Plano <strong>de</strong> lubrificação das máquinas empilha<strong>de</strong>iras .............. CD-ROM


1 INTRODUÇÃO<br />

A lubrificação é <strong>um</strong>a forma primária <strong>de</strong> manutenção preventiva, que interpõe<br />

<strong>um</strong> lubrificante entre duas superfícies metálicas, evitando assim, o contato direto<br />

entre as superfícies. A ação do lubrificante reduz o atrito e <strong>de</strong>sgaste das superfícies,<br />

melhora a eficiência na operação dos equipamentos, impe<strong>de</strong> e/ou diminui as<br />

quebras <strong>de</strong> componentes <strong>de</strong> máquinas, a<strong>um</strong>entando a vida útil e a disponibilida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong> trabalho do maquinário para produção.<br />

O a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> e vida útil do maquinário tem como<br />

conseqüência o melhor <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong>ste, permitindo velocida<strong>de</strong>s mais altas <strong>de</strong><br />

trabalho e maiores taxas <strong>de</strong> produção.<br />

É aceito que mais <strong>de</strong> 60% <strong>de</strong> todas as falhas mecânicas estão diretamente<br />

relacionadas a práticas <strong>de</strong> lubrificação pobres ou impróprias (BANNISTER, 1996).<br />

Assim, é fácil enten<strong>de</strong>r porque <strong>um</strong> apropriado programa <strong>de</strong> manutenção preventiva<br />

confia fortemente em <strong>um</strong>a boa gestão da lubrificação Industrial.<br />

A lubrificação industrial, sob <strong>um</strong>a gestão organizada, é <strong>um</strong> forte fator para<br />

competitivida<strong>de</strong> da empresa. Através <strong>de</strong>la consegue-se a<strong>um</strong>entar a produtivida<strong>de</strong><br />

com melhor <strong>de</strong>sempenho do maquinário e diminuir custos com o a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> vida<br />

útil do equipamento.<br />

O total planejamento <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s ligadas à lubrificação industrial leva à<br />

redução <strong>de</strong> custos com manutenção e lubrificantes, bem como, ao a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong><br />

produtivida<strong>de</strong> do maquinário e manutenção <strong>de</strong> dados (histórico) para análise do<br />

<strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong>ste e tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão.<br />

Um <strong>sistema</strong> gerencial organizado por planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ve ser <strong>um</strong> forte<br />

componente da manutenção preventiva, evitando a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> avarias,<br />

economizando em consertos, tempo <strong>de</strong> manutenção, e produção perdida<br />

ocasionada por interrupção do maquinário. Logo, a lubrificação como elemento <strong>de</strong><br />

manutenção preventiva se torna <strong>um</strong>a ferramenta <strong>de</strong> competitivida<strong>de</strong> no mercado.<br />

O a<strong>um</strong>ento do <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong> máquinas e <strong>de</strong> equipamentos em <strong>um</strong>a<br />

operação é diretamente proporcional à qualida<strong>de</strong> da gestão da lubrificação e ao<br />

suporte dos executores quanto à execução dos planos preventivos <strong>aplicado</strong>s <strong>de</strong><br />

forma correta.<br />

17


Um <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> lubrificação industrial engloba planos preventivos, mão <strong>de</strong><br />

obra especializada e gastos com lubrificantes, gerando dados e informações que se<br />

tornam inviáveis <strong>de</strong> controlar manualmente, necessitando-se do apoio <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s e<br />

recursos <strong>informatizado</strong>s para a gestão da manutenção. Estes planos preventivos<br />

<strong>de</strong>vem ser elaborados e inseridos em programa que possibilite planejar<br />

a<strong>de</strong>quadamente seus recursos e informações, bem como, facilitar seu controle,<br />

monitoramento, execução e análise dos resultados.<br />

Utilizar <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> para auxiliar a gestão da lubrificação agiliza e facilita a<br />

obtenção <strong>de</strong> dados do comportamento das ações envolvidas, custos e gastos com<br />

lubrificantes, além <strong>de</strong> armazenar e manter histórico <strong>de</strong> informações ligadas a<br />

lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos.<br />

O principal objetivo <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> não só à<br />

lubrificação, mas à manutenção como <strong>um</strong> todo, é a<strong>um</strong>entar a rentabilida<strong>de</strong> da<br />

empresa através da obtenção <strong>de</strong> informações e dados mais consistentes <strong>de</strong> forma<br />

mais rápida e eficiente. Estas informações possibilitam <strong>um</strong>a melhor análise do<br />

<strong>de</strong>sempenho do programa <strong>de</strong> lubrificação e manutenção <strong>aplicado</strong>, fornecendo dados<br />

no auxílio à tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, o que possivelmente gera posteriormente a<strong>um</strong>ento<br />

<strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina, melhoria contínua do processo, eficácia no uso dos<br />

recursos, redução <strong>de</strong> custo, entre outros.<br />

Dentro do contexto da importância do gerenciamento da lubrificação, para se<br />

tornar <strong>um</strong> elemento <strong>de</strong> competitivida<strong>de</strong>, propõe-se o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> voltado a auxiliar a montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação.<br />

Trata-se da inserção <strong>de</strong> <strong>um</strong>a ferramenta <strong>de</strong> fácil operação e implantação, que<br />

possibilita a sua mo<strong>de</strong>lagem conforme necessida<strong>de</strong> do usuário e /ou da empresa, e<br />

que apesar <strong>de</strong> estrutura e interface simplificada, manifesta-se como <strong>um</strong>a eficiente<br />

ferramenta para a gestão <strong>de</strong> informações relativas aos procedimentos <strong>de</strong> lubrificação<br />

(como manutenção preventiva), fornecendo dados para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão no<br />

ambiente industrial. No <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> foram<br />

consi<strong>de</strong>radas as seguintes premissas:<br />

Servir como <strong>um</strong> guia prático e rápido para criação e geração <strong>de</strong> planos<br />

preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial, através do preenchimento das informações<br />

contidas em seus atributos (campos <strong>de</strong> inserção <strong>de</strong> informações);<br />

18


Possibilitar o fácil <strong>de</strong>senvolvimento, utilizando-se <strong>de</strong> ferramentas contidas no<br />

ambiente operacional Windows®, tornando-se assim, <strong>um</strong> Sistema Informatizado<br />

<strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> baixo custo <strong>de</strong> criação e aplicação;<br />

Permitir adaptação da estrutura física do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ao<br />

gerenciamento das informações <strong>de</strong> lubrificação do meio industrial <strong>aplicado</strong>;<br />

Interface simplificada <strong>de</strong> fácil acesso e operação por parte do usuário;<br />

Flexibilida<strong>de</strong> para modificações <strong>de</strong> parâmetros no Sistema Informatizado<br />

proposto, quando a empresa precisar (inserção e exclusão <strong>de</strong> campos,<br />

informações, atalhos, entre outros);<br />

Viabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento do <strong>sistema</strong>, ajustando as necessida<strong>de</strong>s e<br />

particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> cada empresa, com adaptações ao ambiente industrial<br />

<strong>aplicado</strong>;<br />

Sistema voltado à área <strong>de</strong> lubrificação, sendo esta com foco preventivo,<br />

envolvendo as suas necessida<strong>de</strong>s para auxiliar a sua gestão <strong>de</strong> maneira eficaz;<br />

Geração <strong>de</strong> gráficos relativos a gastos financeiros e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e<br />

lubrificantes, proporcionando acompanhamento e controle <strong>de</strong>stes recursos<br />

<strong>aplicado</strong>s a lubrificação, favorecendo dados a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão.<br />

1.1 OBJETIVOS<br />

1.1.1 Objetivo Geral<br />

O objetivo principal <strong>de</strong>ste trabalho é <strong>de</strong>senvolver <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

voltado ao gerenciamento da lubrificação industrial, para sua inserção como<br />

ferramenta <strong>de</strong> gestão em planos preventivos no ambiente industrial.<br />

1.1.2 Objetivos Específicos<br />

A fim <strong>de</strong> atingir o objetivo geral, as seguintes ativida<strong>de</strong>s constituíram os<br />

objetivos específicos <strong>de</strong>sta dissertação:<br />

19


Realizar o levantamento dos aspectos relativos à lubrificação industrial e das<br />

informações necessárias para a composição e gestão <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong><br />

lubrificação, a fim <strong>de</strong> compor os campos <strong>de</strong> atributos a serem preenchidos no<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>;<br />

Escolher e implantar o algoritmo <strong>de</strong> gestão em <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação<br />

que possua flexibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> atualização e possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> conexão entre<br />

atributos (campos) e registros (alimentação <strong>de</strong> informações), para <strong>de</strong>senvolver o<br />

Sistema Informatizado proposto;<br />

Elaborar planos <strong>de</strong> lubrificação para o maquinário industrial em <strong>um</strong> ambiente<br />

fabril, com intuito <strong>de</strong> formação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados para o Sistema;<br />

Verificar os pontos fortes e <strong>de</strong>ficientes do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto<br />

através <strong>de</strong> teste <strong>de</strong> aplicação em ambiente industrial.<br />

1.2 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO<br />

O presente trabalho limita-se ao <strong>de</strong>senvolvimento e verificação <strong>de</strong><br />

aplicabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> voltado para a gestão da lubrificação<br />

industrial no âmbito preventivo.<br />

1.3 IMPORTÂNCIA DO TEMA<br />

Enfatiza-se a relevância <strong>de</strong>ste trabalho , consi<strong>de</strong>rando que este visa contribuir<br />

com os gestores da área <strong>de</strong> manutenção industrial na criação e gerenciamento <strong>de</strong><br />

planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial <strong>de</strong> maneira fácil e intuitiva.<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto propicia ambiente operacional prático e fácil<br />

para cadastro e manutenção <strong>de</strong> histórico <strong>de</strong> informações ligadas as tarefas <strong>de</strong><br />

lubrificação industrial, possibilitando assim, consultas e geração <strong>de</strong> relatórios<br />

gerenciais <strong>de</strong> custos e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e lubrificantes utilizados, os quais<br />

são <strong>um</strong>a po<strong>de</strong>rosa ferramenta para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão para melhoria do processo<br />

industrial.<br />

20


1.4 CLASSIFICAÇÃO DA METODOLOGIA APLICADA<br />

quanto:<br />

Em relação a metodologia aplicada, a presente pesquisa é classificada<br />

A natureza das informações: é observação direta, pois visa formar <strong>um</strong> banco <strong>de</strong><br />

dados com levantamento das particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> para gestão da<br />

lubrificação e os <strong>de</strong> seus recursos relativos aos planos <strong>de</strong> lubrificação criados.<br />

Luna (1998) e Gil (2002), sugerem que a observação direta refere-se á<br />

observação <strong>de</strong> <strong>um</strong> registro ou <strong>de</strong> <strong>um</strong>a situação durante seu acontecimento <strong>de</strong>ntro<br />

<strong>de</strong> seu ambiente, po<strong>de</strong>ndo gerar ações para modificá-la.<br />

Ao ponto <strong>de</strong> vista <strong>de</strong> sua natureza: a pesquisa se apresenta como pesquisa<br />

aplicada, pois os conhecimentos gerados são <strong>de</strong> possível aplicação em <strong>um</strong><br />

problema prático e relata a situação do contexto em que está sendo realizada<br />

<strong>de</strong>terminada investigação, além <strong>de</strong> envolver o estudo e <strong>de</strong>talhamento do<br />

conhecimento <strong>de</strong> poucos objetos explorados em situações na vida real (GIL,<br />

2002).<br />

Aos termos <strong>de</strong> abordagem do problema: esta pesquisa se classifica como<br />

qualitativa, já que as avaliações e discussões baseam-se na interpretação direta<br />

dos fenômenos, sendo assim, analisadas <strong>de</strong> forma indutiva e relatadas <strong>de</strong> forma<br />

<strong>de</strong>scritiva. Também, a pesquisa, se classifica em quantitativa, pois há partes da<br />

pesquisa on<strong>de</strong> são transformados os resultados e informações em forma<br />

n<strong>um</strong>érica, possibilitando a construção <strong>de</strong> indicadores (gráficos <strong>de</strong> monitoramento)<br />

passíveis <strong>de</strong> análises e conclusões (SILVA; MENEZES, 2005).<br />

Ao seu objetivo : esta pesquisa é exploratória, pois a construção do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong>, voltado a <strong>um</strong>a área específica, neste caso a lubrificação industrial.<br />

A pesquisa exploratória proporciona maior familiarida<strong>de</strong> com o problema e<br />

evi<strong>de</strong>ncia idéias e <strong>de</strong>scobertas intuitivas com o aprofundamento e especificação<br />

<strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado tema (LUNA,1998).<br />

21


1.5 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO<br />

A Dissertação apresenta-se em quatro capítulos e apêndices, estruturados da<br />

seguinte forma:<br />

Capítulo 1 - Introdução: neste capítulo apresenta-se o contexto da pesquisa e a<br />

sua finalida<strong>de</strong>, observando-se os objetivos da pesquisa, bem como, a limitação<br />

e classificação <strong>de</strong>sta;<br />

Capítulo 2 - Referencial Teórico: contempla a revisão da literatura utilizando-se<br />

do estado da arte <strong>de</strong> autores, apresentando conceitos relevantes à lubrificação<br />

industrial e Sistemas Informatizados utilizados na gestão da manutenção ;<br />

Capítulo 3 - Métodos e Materiais: apresenta <strong>de</strong>talhadamente o <strong>de</strong>senvolvimento<br />

do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, as telas <strong>de</strong> operação e relatórios<br />

gerenciais disponíveis <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong>ste;<br />

Capítulo 4 – Conclusões: apresenta as etapas da verificação do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> no ambiente industrial escolhido, enfatizando os benefícios e<br />

limitações do <strong>sistema</strong> durante a sua aplicação neste meio fabril. Neste mesmo<br />

capítulo estão a conclusão geral da pesquisa, bem como, as consi<strong>de</strong>rações<br />

finais adicionadas <strong>de</strong> sugestões para trabalhos futuros.<br />

Apêndices – Nesta parte do trabalho <strong>de</strong>talham-se todos os planos preventivos<br />

<strong>de</strong> lubrificação gerados no ambiente fabril <strong>de</strong> verificação do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong>. Os apêndices A,B e C estão presentes no fim <strong>de</strong>ste trabalho ,<br />

estando os <strong>de</strong>mais (D,E,F,G,H e I) contidos no CD-ROM que acompanha a<br />

dissertação.<br />

22


2 REFERENCIAL TEÓRICO<br />

Neste capítulo é realizada <strong>um</strong>a revisão bibliográfica <strong>de</strong> assuntos relacionados<br />

com o tema da pesquisa. Especificamente, são abordados aspectos da lubrificação<br />

e lubrificantes (<strong>de</strong>finições, tipos, classificações e características), gestão da<br />

lubrificação e utilização <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s <strong>informatizado</strong>s na gestão da manutenção<br />

industrial, assim como o da linguagem <strong>de</strong> programação utilizada no <strong>de</strong>senvolvimento<br />

do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

2.1 A LUBRIFICAÇÃO COMO MANUTENÇÃO PREVENTIVA<br />

A produção é o processo pelo qual se beneficia matéria prima em produto<br />

acabado e distribui este ao cons<strong>um</strong>idor. Para executar as operações necessárias à<br />

transformação <strong>de</strong>sta matéria prima é preciso o funcionamento <strong>de</strong> <strong>um</strong>a complexa<br />

ca<strong>de</strong>ia <strong>de</strong> máquinas e equipamentos, os quais apresentam falhas e <strong>de</strong>feitos com o<br />

tempo <strong>de</strong> utilização. Tal situação cria a necessida<strong>de</strong> da manutenção contínua.<br />

Autores como Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009), Narayan (1998) e Filho (2004), <strong>de</strong>finem<br />

a Manutenção industrial como sendo o conjunto <strong>de</strong> ações responsáveis para a<br />

preservação ou restauração da função pretendida <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado processo com<br />

o menor custo total possível.<br />

A manutenção <strong>de</strong>ve aten<strong>de</strong>r às necessida<strong>de</strong>s do processo produtivo <strong>de</strong> forma<br />

a melhorar a performance da máquina e a qualida<strong>de</strong> do produto fabricado, sempre<br />

buscando aperfeiçoamento contínuo e combatendo os <strong>de</strong>sperdícios.<br />

Po<strong>de</strong>-se consi<strong>de</strong>rar, n<strong>um</strong> sentido mais amplo, que o objetivo da manutenção<br />

não é somente o <strong>de</strong> manter ou restaurar as condições físicas do equipamento, mas<br />

também manter suas capacida<strong>de</strong>s funcionais (o que o equipamento po<strong>de</strong> fazer).<br />

Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009, p.23), também sugerem <strong>um</strong> conceito mais amplo que<br />

caracteriza bem as mo<strong>de</strong>rnas funções da manutenção:<br />

23


24<br />

Garantir a confiabilida<strong>de</strong> e a disponibilida<strong>de</strong> da função dos equipamentos e<br />

instalações <strong>de</strong> modo a aten<strong>de</strong>r a <strong>um</strong> processo <strong>de</strong> produção ou <strong>de</strong> bens <strong>de</strong><br />

serviço, com segurança, preservação do meio ambiente a custos<br />

a<strong>de</strong>quados.<br />

Assim a Manutenção Industrial não só restabelece o funcionamento <strong>de</strong><br />

máquinas e equipamentos, mas torna-se função estratégica <strong>de</strong>ntro da organização,<br />

como fator capaz <strong>de</strong> oferecer <strong>um</strong> diferencial competitivo as empresas (LEVITT,<br />

1997; PALMER, 1999 apud ALVES e FALSARELLA, 2009).<br />

Tradicionalmente, a Manutenção Industrial tem sido enxergada e aplicada<br />

como <strong>um</strong>a ativida<strong>de</strong> essencial e vital para manter o perfeito funcionamento do<br />

Processo produtivo <strong>de</strong> <strong>um</strong>a empresa. É com<strong>um</strong> encontrar <strong>de</strong>fensores <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />

planejada manutenção arg<strong>um</strong>entando dos méritos <strong>de</strong> seu método escolhido<br />

(NARAYAN,1998).<br />

Mobley (2008, p.96) e Filho (2004), estabelecem que o conceito <strong>de</strong><br />

manutenção preventiva tem <strong>um</strong>a multidão <strong>de</strong> significados. Na interpretação clássica<br />

do termo a manutenção preventiva visa realizar ações <strong>de</strong> forma a reduzir ou evitar a<br />

falha ou queda no <strong>de</strong>sempenho, obe<strong>de</strong>cendo a <strong>um</strong> plano previamente elaborado<br />

baseado em intervalos <strong>de</strong>finidos <strong>de</strong> tempo.<br />

A lubrificação industrial aparece como <strong>um</strong>a forma primitiva <strong>de</strong> manutenção<br />

preventiva que, quando administrada <strong>de</strong> forma correta, a<strong>um</strong>enta a disponibilida<strong>de</strong><br />

das máquinas, <strong>de</strong>finindo-se assim como <strong>um</strong>a ferramenta eficaz na diminuição <strong>de</strong><br />

custos e a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> produtivida<strong>de</strong> nas indústrias (MOBLEY, 2008; CARRETEIRO e<br />

BELMIRO, 2006).<br />

Mobley (2008), Mang e Dresel (2007) e Lansdown (2004) <strong>de</strong>finem a<br />

lubrificação como <strong>um</strong>a forma <strong>de</strong> manutenção preventiva que interpõe <strong>um</strong> fluido<br />

lubrificante entre superfícies <strong>de</strong>slizantes metálicas, proporcionando redução <strong>de</strong> atrito<br />

e do <strong>de</strong>sgaste e tendo como benefício a diminuição <strong>de</strong> falhas e o a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong><br />

disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina.<br />

De acordo com Silva e Wallbank (1998), a redução do <strong>de</strong>sgaste e o a<strong>um</strong>ento<br />

<strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> trazem consigo o a<strong>um</strong>ento da vida útil do maquinário e melhor<br />

eficiência no seu funcionamento, proporcionando crescimento na taxa <strong>de</strong><br />

produtivida<strong>de</strong> da empresa.<br />

Os elementos <strong>de</strong> máquinas requerem lubrificação, pois eles formam<br />

superfícies que movem respectivamente <strong>um</strong>a a outra, <strong>de</strong>slizando, rolando,


avançando ou retroce<strong>de</strong>ndo. Caso ocorra o contato direto entre as superfícies, o<br />

atrito conduzirá altas temperaturas entre elas e possivelmente o <strong>de</strong>sgaste ou avaria<br />

acontecerá. Logo a interposição <strong>de</strong> <strong>um</strong> lubrificante entre essas superfícies previne<br />

ou reduz o contato direto entre elas, sem lubrificação, a maioria das máquinas<br />

funcionária por curto período <strong>de</strong> tempo e logo parariam. (PIRRO; WESSOL, 2001).<br />

Segundo Mobley (2007) e Bannister (1996), a lubrificação como <strong>um</strong>a das<br />

funções bases da manutenção industrial tem por objetivo:<br />

Transformar o atrito sólido em atrito fluido, evitando assim a perda <strong>de</strong> energia;<br />

Controlar o atrito;<br />

Controlar o <strong>de</strong>sgaste;<br />

Controlar a temperatura (líquido refrigerante);<br />

Controlar a corrosão;<br />

Proporcionar isolamento (elétrico);<br />

Transmitir potência em <strong>sistema</strong>s hidráulicos;<br />

Amortecer choques (amortecedores, engrenagens);<br />

Agir na remoção <strong>de</strong> contaminantes (limpeza);<br />

Formar vedação (graxa).<br />

Para que estes objetivos se concretizem é necessário a execução das<br />

ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação industrial gerida a<strong>de</strong>quadamente sob os aspectos <strong>de</strong><br />

procedimentos e recursos materiais e h<strong>um</strong>anos. Deve-se manter boas práticas <strong>de</strong><br />

lubrificação, estas <strong>de</strong>finidas, pela aplicação do lubrificante a<strong>de</strong>quado, respeitando<br />

tanto a quantida<strong>de</strong> a ser aplicada quanto o intervalo <strong>de</strong> relubrificação, caso contrário<br />

ao invés <strong>de</strong> benefícios a lubrificação industrial po<strong>de</strong> trazer prejuízos como<br />

diminuição <strong>de</strong> vida útil e <strong>de</strong> máquinas e seus elementos mecânicos.<br />

Uma das principais conseqüências <strong>de</strong> <strong>um</strong>a gestão ina<strong>de</strong>quada <strong>de</strong><br />

lubrificação é o a<strong>um</strong>ento do cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> energia e perca <strong>de</strong> eficiência do<br />

maquinário, pois antes dos componentes <strong>de</strong> máquina falharem, aparece força <strong>de</strong><br />

atrito excessiva entre eles que acarreta sobrecarga em equipamentos elétricos,<br />

como bombas e motores (MANG; DRESEL,2007).<br />

25


2.2 LUBRIFICANTES<br />

A aplicação e a seleção <strong>de</strong> lubrificantes são <strong>de</strong>terminadas pelas funções que<br />

eles exercem nos elementos <strong>de</strong> máquina e pelo ambiente <strong>de</strong> trabalho que estes se<br />

encontram. Em alguns casos, o intuito maior é controlar o atrito, em outros, efetuar<br />

controle <strong>de</strong> temperatura.<br />

Conforme Stachowiak e Batchelor (2005, p. 51), Mang e Dresel (2007, p. 44)<br />

os lubrificantes po<strong>de</strong>m ser <strong>de</strong>finidos como fluídos compostos <strong>de</strong> misturas complexas<br />

e em estrutura básica <strong>de</strong> hidrocarboneto usados principalmente para o controle do<br />

atrito e <strong>de</strong>sgaste.<br />

Os lubrificantes po<strong>de</strong>m estar em estado físico gasoso, sólido (grafite,<br />

bissulfeto <strong>de</strong> molibdênio, enxofre, fósforo), semi-solido (vaselina, graxa vegetal,<br />

animal ou mineral) ou o mais utilizado <strong>um</strong> líquido (água, óleo vegetal, animal ou<br />

mineral, sintético) (BELMIRO e CARRETEIRO, 2006; NEALE, 2001, p.15).<br />

Neste capítulo estão <strong>de</strong>talhados somente os lubrificantes líquidos e semi-<br />

solidos, por serem os lubrificantes mais utilizados e mais comuns no meio industrial.<br />

2.2.1 Lubrificantes Semi-solidos - Graxas<br />

Carreteiro e Belmiro (2006), bem como, Pirro e Wessol (2001), <strong>de</strong>finem as<br />

graxas como sendo <strong>um</strong> lubrificante semi-solido à sólido, que consiste em <strong>um</strong> agente<br />

engrossador, geralmente sabão metálico, dispersado em lubrificante líquido, o qual<br />

funciona como retentor do lubrificante. As graxas po<strong>de</strong>m conter em sua composição<br />

aditivos químicos como inibidores <strong>de</strong> oxidação, anti <strong>de</strong>sgaste, inibidores <strong>de</strong> ferrugem<br />

e corrosão, entre outros, melhorando sua proprieda<strong>de</strong> física.<br />

A figura 1 ilustra o processo <strong>de</strong> fabricação <strong>de</strong> graxas.<br />

26


Figura 1 – Processo <strong>de</strong> fabricação <strong>de</strong> graxas<br />

Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Lubrication Fundamentals, PIRRO & WESSOL, 2001.<br />

Na indústria, o uso preferencial pela graxa <strong>de</strong>ve-se à sua forma gelatinosa, o<br />

que possibilita os seguintes benefícios (PIRRO e WESSOL, 2001; LANSDOWN,<br />

2004):<br />

Evitar a relubrificação em locais <strong>de</strong> difícil acesso e condições inseguras;<br />

Reduzir o tempo e a frequência <strong>de</strong> lubrificação;<br />

Reduzir os ruídos<br />

Atue melhor que o óleo em condições extremas <strong>de</strong> altas temperaturas, altas<br />

pressões, cargas <strong>de</strong> choque e baixas velocida<strong>de</strong>s com cargas elevadas.<br />

Alguns tipos <strong>de</strong> lubrificantes semi-solidos são muito mais estáveis<br />

quimicamente que os líquidos po<strong>de</strong>ndo ser usados em ambientes com aci<strong>de</strong>z<br />

elevada, muitos solventes ou que contenham gases liquefeitos.<br />

27


Lubrificantes semi-solidos são, em geral, <strong>aplicado</strong>s em locais extremamente<br />

limpos e po<strong>de</strong>m ser usados, <strong>de</strong>s<strong>de</strong> que <strong>de</strong> origem atóxica, em maquinário para<br />

processamento <strong>de</strong> alimentos. Em alguns casos, as graxas são usadas para garantir<br />

lubrificação permanente em partes <strong>de</strong> equipamento inacessíveis e ainda servir como<br />

ação vedante.<br />

28<br />

Graxas por serem materiais semisolidos, as graxas po<strong>de</strong>m ser usadas em<br />

aplicações on<strong>de</strong> po<strong>de</strong> haver <strong>um</strong> vazamento <strong>de</strong> <strong>um</strong> óleo. Também, graxas<br />

po<strong>de</strong>m prover <strong>um</strong>a ação <strong>de</strong> <strong>um</strong> selante natural, como em <strong>um</strong>a aplicação em<br />

mancal on<strong>de</strong> o filme lubrificante (<strong>de</strong> graxa) ten<strong>de</strong> a manter contaminantes<br />

do lado <strong>de</strong> fora e <strong>de</strong> <strong>de</strong>ntro (MOBLEY, 2008).<br />

Em geral, lubrificantes semi-sólidos são muito estáveis em ambiente <strong>de</strong> alta<br />

radioativida<strong>de</strong>, on<strong>de</strong> óleos (lubrificantes líquidos) seriam <strong>de</strong>gradados.<br />

aditivos.<br />

O quadro 1 res<strong>um</strong>e alguns tipos <strong>de</strong> graxas existentes juntamente com seus<br />

Óleo Base da Composição<br />

Espessantes<br />

Oléo Mineral Sabão <strong>de</strong> Sódio Antioxidante<br />

Aditivos<br />

Hidrocarbonetos Sintéticos Sabão <strong>de</strong> Cálcio Aditivos Anti Desgaste<br />

Di-esteres Sabão <strong>de</strong> Lítio Aditivos EP(Extrema Pressão)<br />

Silicones Sabão <strong>de</strong> Al<strong>um</strong>ínio Inibidores <strong>de</strong> Corrosão<br />

Esteres Fosfatados Complexo <strong>de</strong> Lítio<br />

Bissulfato(Dissulfato) <strong>de</strong><br />

Molibidênio<br />

Perfluoropoliéter Complexo <strong>de</strong> Cálcio Modificador <strong>de</strong> Atrito<br />

Silicones Fluorados Complexo <strong>de</strong> Al<strong>um</strong>ínio Metal <strong>de</strong>sativador<br />

Quadro 1 – Componentes da Formulação <strong>de</strong> Graxas<br />

Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Lubrication and Lubricant Selection - LANSDOWN – 2004, p.128


2.2.2 Óleos Minerais<br />

Os óleos minerais são os mais importantes e empregados na lubrificação<br />

realizada <strong>de</strong>ntro das indústrias, bem como, possuir o menor custo. São <strong>de</strong>rivados<br />

da refinação (fração e <strong>de</strong>stilação) do petróleo. Eles consistem basicamente <strong>de</strong><br />

carbono, hidrogênio, sob a forma <strong>de</strong> hidrocarbonetos (BELMIRO; CARRETEIRO,<br />

2006).<br />

As características <strong>de</strong>stes óleos <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>m do tipo do petróleo <strong>de</strong> origem e do<br />

processo <strong>de</strong> refino, sendo classificados como apresentado no quadro 2.<br />

Parafínico<br />

Naftênicos<br />

Óleo Base Características<br />

Mistura <strong>de</strong> Bases (Aromáticos Ciclo<br />

Parafínicos, entre outros)<br />

Possui significativa quantia <strong>de</strong> Hidrocarbonetos<br />

cerosos e pouco ou nenh<strong>um</strong> material asfáltico. Seus<br />

Naftenos constituem-se em longas ca<strong>de</strong>ias.<br />

29<br />

Possui material asfáltico e pouco ou nenh<strong>um</strong><br />

material cerosos. Seus naftenos constituem-se em<br />

ca<strong>de</strong>ias <strong>de</strong> menor tamanho. Tem Viscosida<strong>de</strong> baixa.<br />

Possui ambos os materiais asfálticos e cerosos.<br />

Seus naftenos se constituem em mo<strong>de</strong>radas a<br />

longas ca<strong>de</strong>ias. Possui baixo ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z.<br />

Quadro 2 – Tipos <strong>de</strong> óleo base mineral<br />

Fonte: Adaptação <strong>de</strong> Lubrication and Reliability, M.J. NEALE, pg. 15, 2001.<br />

Os óleos aromáticos não são a<strong>de</strong>quados para lubrificação, assim, serão<br />

expostos no quadro 3 a classificação dos óleos <strong>de</strong> origem parafínica e naftênica, os<br />

quais são empregados na composição <strong>de</strong> lubrificantes industriais.


Grupo I<br />

Grupo II<br />

Grupo III<br />

Grupo IV<br />

Grupo V<br />

Grupo VI<br />

Grupo I+<br />

Grupo II+<br />

Grupo III+<br />

Classificação <strong>de</strong> óleos base API/ATIEL<br />

Grupo Características<br />

Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são geralmente produzidos pela rota solvente<br />

(processos <strong>de</strong> extração <strong>de</strong> aromáticos e <strong>de</strong>sparafinização por solvente, com ou<br />

sem hidroacabamento) e são os menos refinados da classificação. É <strong>um</strong>a<br />

mistura, não uniforme, <strong>de</strong> diferentes ca<strong>de</strong>ias <strong>de</strong> hidrocarbonetos. São utilizados<br />

para formular a maioria dos óleos automotivos.<br />

Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são produzidos pela rota hidrorrefino. Tem<br />

a<strong>de</strong>quado <strong>de</strong>sempenho em proprieda<strong>de</strong>s como volatibilida<strong>de</strong>, estabilida<strong>de</strong> á<br />

oxidação e ponto <strong>de</strong> fulgor, porém tem <strong>de</strong>sempenho regular no que se refere a<br />

ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z e viscosida<strong>de</strong> a baixa temperatura.<br />

Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são produzidos pela rota hidrodraqueamento.<br />

Possuem excelente <strong>de</strong>sempenho em <strong>um</strong>a gran<strong>de</strong> varieda<strong>de</strong> <strong>de</strong> proprieda<strong>de</strong>s,<br />

como uniformida<strong>de</strong> molecular e estabilida<strong>de</strong>. São utilizados para fabricação <strong>de</strong><br />

óleos lubrificantes sintéticos e semi-sintéticos.<br />

Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são obtidos através <strong>de</strong> reações químicas das<br />

matérias sintéticas, como Poli-Alfa-Olefinas (PAO's). Quando combinados com<br />

aditivos oferecem <strong>um</strong> excelente <strong>de</strong>sempenho dos atributos relacionados á<br />

lubrificação. Têm composição química estável e ca<strong>de</strong>ias moleculares uniformes.<br />

Neste grupo encontram-se os básicos Naftênicos, além <strong>de</strong> ésteres sintéticos e<br />

poliolesteres como poli-isobuteno e poli-alquileno. São utilizados para<br />

<strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> aditivos e em processos petroquímicos.<br />

Abriga <strong>um</strong> tipo <strong>de</strong> oligômero <strong>de</strong> olefina fabricado na Europa, chamado <strong>de</strong> Poliinternal<br />

Olefina (PIO).<br />

Produto do Grupo I com alto teor <strong>de</strong> enxofre e baixo teor <strong>de</strong> saturados, mas com<br />

maior índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong>, entre 100 e 105 cSt ou mm 2 /s<br />

Ajustes no processo <strong>de</strong> refino possibilitam fazer <strong>um</strong> Grupo II com indice <strong>de</strong><br />

viscosida<strong>de</strong> <strong>de</strong> 110 a 120 mm 2 /s<br />

Não disponível comercialmente ainda. Tendo o gás natural como fonte, é<br />

chamado também <strong>de</strong> tecnologia Gas to Liquid ou simplesmente GTL. Terão<br />

índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> acima <strong>de</strong> 140 cSt.<br />

Quadro 3 – Classificação <strong>de</strong> óleo base mineral<br />

Fonte: Adaptação <strong>de</strong> Revista Lubes em Foco, vol.5, 2008, ZAMBONI,p.13.<br />

30


A classificação dos óleos bases <strong>de</strong>talhada no quadro 3, esta <strong>de</strong> acordo com<br />

o <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> classificação adotado pelas entida<strong>de</strong>s: API (American Petrole<strong>um</strong><br />

Institute) e a ATIEL (Association Technique <strong>de</strong> L`Industrie Europeanne <strong>de</strong>s<br />

Lubrifiants) no propósito <strong>de</strong> padronizar mundialmente especificações para as<br />

refinarias ( ZAMBONI, 2008,p.13).<br />

2.2.3 Óleos Sintéticos<br />

O maquinário industrial, na maioria das vezes, trabalha sob ambientes<br />

agressivos, tais como, alta <strong>um</strong>ida<strong>de</strong>, calor, concentração <strong>de</strong> pó, entre outros. Isto faz<br />

com que os lubrificantes minerais não sejam eficazes, tornando sua aplicação<br />

ina<strong>de</strong>quada nestes ambientes. Assim, para que o maquinário suporte essas<br />

condições adversas, foram <strong>de</strong>senvolvidos os lubrificantes sintéticos.<br />

Os lubrificantes sintéticos são <strong>de</strong>finidos como óleos obtidos <strong>de</strong> sinterização<br />

química <strong>de</strong> hidrocarbonetos em laboratório e <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ndo da sua composição,<br />

agrupam-se em classes: ésteres <strong>de</strong> ácidos dibásicos, <strong>de</strong> organofosfatos e <strong>de</strong><br />

silicones, este último composto <strong>de</strong> ésteres <strong>de</strong> poliglicol (MANG; DRESEL, 2007<br />

p.63).<br />

Apesar <strong>de</strong> seu alto valor <strong>de</strong> aquisição no mercado, o cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> óleos<br />

lubrificantes sintetizados a<strong>um</strong>entou consi<strong>de</strong>ravelmente nas últimas duas décadas,<br />

<strong>de</strong>vido à necessida<strong>de</strong> <strong>de</strong> trabalho do maquinário industrial sob condições extremas<br />

<strong>de</strong> temperatura e pressão. Seus principais benefícios são (MANG; DRESEL, 2007,<br />

p.64):<br />

Maior vida útil do óleo em relação aos óleos minerais;<br />

Diminuição <strong>de</strong> <strong>de</strong>pósitos <strong>de</strong> resíduos em reservatórios <strong>de</strong> óleo;<br />

Economia no cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> energia e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> óleo;<br />

Melhor refrigeração do equipamento;<br />

Menos ruído e vibrações.<br />

Além do óleo sintético há ainda o semi-sintético, o qual é composto <strong>de</strong> base<br />

mineral misturada com base sintética (FONTENELLE, 2008, p.8).<br />

O quadro 4 traz alguns dos lubrificantes sintéticos existentes no mercado.<br />

31


Classe <strong>de</strong> Lubrificantes<br />

Sintéticos<br />

Alquilados Aromáticos<br />

Ésteres <strong>de</strong> Ácidos Básicos<br />

Ésteres <strong>de</strong> Organofosfatos<br />

Ésteres <strong>de</strong> Silicatos<br />

Silicones<br />

Poliéster (POE)<br />

Polialfaolefinas(PAO)<br />

Polibutenos<br />

Polialquilenoglicóis (PAG)<br />

Descrição<br />

32<br />

São obtidos a partir da reação <strong>de</strong> <strong>um</strong>a olefina com <strong>um</strong> núcleo<br />

aromático. São utilizados como base sintética em lubrificantes<br />

automotivos e industriais<br />

Excelentes proprieda<strong>de</strong>s á baixas temperaturas, estabilida<strong>de</strong><br />

ao calor, boa estabilida<strong>de</strong> térmica e a oxidação. São<br />

formulados a partir dos ácidos adípico, azeláico, sebácico,<br />

entre outro. Utilizados principalmente em lubrificantes <strong>de</strong><br />

motores a jato, óleos hidráulico e para instr<strong>um</strong>entos <strong>de</strong>licados.<br />

Alto po<strong>de</strong>r lubrificante, boa resistência a oxidação . São<br />

largamente utilizados para extrema-pressão e antiesp<strong>um</strong>antes.<br />

Possuem baixa volatilida<strong>de</strong> e excelente faixa <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong><br />

em relação à temperatura. São consi<strong>de</strong>rados <strong>um</strong> dos melhores<br />

sintéticos e utilizados em fluidos hidráulicos e graxas especiais.<br />

Boa estabilida<strong>de</strong> térmica e hidrolítica. Excelente lubrificação em<br />

superfícies metálicas constituintes <strong>de</strong> zinco, cromo, cádmio,<br />

bronze, aço.<br />

Possuem estabilida<strong>de</strong> em altas temperaturas e po<strong>de</strong>m fluir<br />

também em baixas (-54 o C).Sua principal aplicação é em<br />

lubrificantes para turbinas a jato e fluídos hidráulicos.<br />

Estruturas compostas essencialmente <strong>de</strong> hidrocarbonetos, sem<br />

presença <strong>de</strong> enxofre, fósforo ou metal. Possuem boa<br />

estabilida<strong>de</strong> térmica com ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z muito baixo e<br />

viscosida<strong>de</strong> alta. Utilizadas principalmente em lubrificantes<br />

automotivos<br />

São butenos ou isobutilenos polimerizados. Usados em bases<br />

<strong>de</strong> óleos para laminação <strong>de</strong> metais, cabos <strong>de</strong> aço,<br />

engrenagens e outros.<br />

Possui insolubilida<strong>de</strong> em meio gasoso. Utilizados para óleos <strong>de</strong><br />

compressores, fluído <strong>de</strong> freio, hidráulicos e usinagem <strong>de</strong><br />

metais.<br />

Quadro 4 – Tipos <strong>de</strong> Bases Sintéticas.<br />

Fonte: Adaptação <strong>de</strong> Lubrificantes e Lubrificação Industrial, Belmiro e Carreteiro, 2006, p. 23-<br />

28.


2.3 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS LUBRIFICANTES<br />

O <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong> <strong>um</strong> lubrificante está diretamente ligado à sua composição<br />

química e ao processo <strong>de</strong> refinamento que óleo cru foi submetido, alem da adição <strong>de</strong><br />

aditivos. Esta junção <strong>de</strong> ativos dá características aos lubrificantes, permitindo<br />

controlar a sua eficácia e qualida<strong>de</strong>, além <strong>de</strong> possibilitar o direcionamento do seu<br />

uso (CARRETEIRO; BELMIRO, 2006, p.35).<br />

2.3.1 Características dos Óleos<br />

As proprieda<strong>de</strong>s dos lubrificantes são normalmente <strong>de</strong>terminadas pela<br />

aplicação <strong>de</strong> testes padronizados. Osprincipais ensaios realizados permitem<br />

<strong>de</strong>terminar as proprieda<strong>de</strong>s <strong>de</strong>scritas a seguir.<br />

2.3.1.1 Índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong><br />

A viscosida<strong>de</strong>, segundo Mang e Dresel (2007, p.716), é <strong>um</strong>a das<br />

proprieda<strong>de</strong>s mais importantes,caracterizando a resistência ao escoamento dos<br />

lubrificantes. O valor do índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> <strong>de</strong>pen<strong>de</strong> principalmente da<br />

temperatura e da pressão. A norma ASTM D-2270 padroniza o índice <strong>de</strong><br />

viscosida<strong>de</strong> a partir do cálculo da viscosida<strong>de</strong> cinemática, a qual representa a<br />

resistência ao movimento que <strong>um</strong> óleo lubrificante enfrenta ao escoamento a <strong>um</strong>a<br />

<strong>de</strong>terminada temperatura. A unida<strong>de</strong> <strong>de</strong> medida aplicada é cSt (centistokes).<br />

2.3.1.2 Ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z<br />

O ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z refere-se a temperatura, na qual o óleo lubrificante <strong>de</strong>ixa<br />

<strong>de</strong> escoar. Esta temperatura é <strong>de</strong>finida por <strong>um</strong> teste padronizado pela ASTM D-97,<br />

por meio <strong>de</strong> resfriamento sucessivo da amostra <strong>de</strong> óleo em <strong>um</strong> frasco em intervalos<br />

33


<strong>de</strong> 3 ºC. Nestes intervalos observa-se se o lubrificante é capaz <strong>de</strong> fluir<br />

(CARRETEIRO;BELMIRO,2006).<br />

2.3.1.3 Ponto <strong>de</strong> fulgor<br />

Para a <strong>de</strong>terminação do ponto <strong>de</strong> fulgor (DIN ISO 2592/ASTM D 92), <strong>um</strong>a<br />

quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong>finida <strong>de</strong> amostra é aquecida sob <strong>um</strong>a faixa <strong>de</strong> temperatura até o<br />

material apresentar <strong>um</strong>a pequena chama (lampejo ou flash).<br />

O ponto <strong>de</strong> fulgor é <strong>de</strong>terminado pela menor temperatura, na qual esta chama<br />

se iniciou. Esta característica, através <strong>de</strong> ensaios, permite i<strong>de</strong>ntificar a máxima<br />

temperatura <strong>de</strong> utilização <strong>de</strong> <strong>um</strong> produto, evitando riscos <strong>de</strong> incêndio e/ou explosão<br />

(MANG;DRESEL, 2007).<br />

2.3.1.4 Resistência à corrosão<br />

O teste para verificar a resistência a corrosão é padronizado pelas normas<br />

ASTM D 130/DIN 51759. Este é com<strong>um</strong>ente efetuado pela exposição <strong>de</strong> <strong>um</strong>a tira <strong>de</strong><br />

cobre sob a ação do óleo lubrificante por <strong>um</strong> período médio <strong>de</strong> 3 horas a <strong>um</strong>a<br />

temperatura <strong>de</strong> 150 ºC. Ao final do período do teste, a tira <strong>de</strong> cobre é retirada,<br />

lavada e sua variação <strong>de</strong> cor é comparada com <strong>um</strong>a escala padrão <strong>de</strong> oxidação<br />

(MANG; DRESEL, 2007, p. 722; CARRETEIRO; BELMIRO, 2006, p.67):<br />

1 = Mancha mo<strong>de</strong>rada;<br />

2 = Mancha escura;<br />

3 e 4 = Mancha preta (severa corrosão).<br />

2.3.2 Características das Graxas<br />

A <strong>de</strong>scrição geral <strong>de</strong> <strong>um</strong>a graxa está em termos dos componentes químicos,<br />

da sua composição e das proprieda<strong>de</strong>s físicas que elas apresentam. Este conjunto<br />

atribui características às graxas, o que possibilita <strong>de</strong>finir o seu uso. Em seguida<br />

34


serão <strong>de</strong>scritos os principais testes <strong>aplicado</strong>s às graxas que classificam as suas<br />

proprieda<strong>de</strong>s.<br />

2.3.2.1 Consistência ou soli<strong>de</strong>z<br />

É a medida <strong>de</strong> dureza ou resistência a força <strong>de</strong> penetração. É <strong>de</strong>terminada<br />

pelos métodos ASTM D-217, ASTM D-1403, que consistem em medir a penetração<br />

(em décimos <strong>de</strong> milímetros) exercida por <strong>um</strong> cone (penetrômetro) sobre <strong>um</strong>a<br />

amostra <strong>de</strong> graxa, sob ação <strong>de</strong> carga padronizada durante 5 segundos e à<br />

temperatura <strong>de</strong> 25 ºC. A consistência forma a base para a classificação <strong>de</strong> graxas,<br />

e seu range está entre 475 para <strong>um</strong>a graxa muito macia e 85 para <strong>um</strong>a graxa muito<br />

dura (espessa) (STACHOWIAK; BATCHELOR, 2005, p. 73).<br />

Esta resistência à penetração foi classificada pelo National Lubricating Grease<br />

Institute (NLGI) em <strong>um</strong>a série <strong>de</strong> números únicos que cobrem <strong>um</strong>a mesma gama<br />

extensiva <strong>de</strong> consistências. A classificação não leva em conta a natureza da graxa,<br />

nem dá qualquer indicação <strong>de</strong> sua qualida<strong>de</strong> ou uso (NEALE, 2001,p.26).<br />

Este <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> classificação foi <strong>de</strong>finido por testes com o penetrômetro,<br />

obtendo consistências que variam <strong>de</strong> 000 (muito macia) a 6 (muito dura). A<br />

classificação na tabela <strong>de</strong>signa as graxas <strong>de</strong> forma crescente conforme sua dureza,<br />

ou seja, das graxas macias à <strong>de</strong> maior dureza (BELMIRO; CARRETEIRO, 2006,<br />

p.99).<br />

Tabela 1 – Classificação NLGI – Consistência das Graxas<br />

(continua)<br />

Número <strong>de</strong> Consistência NGLI Penetração ASTM (25ºC), em mm.<br />

000 445-475<br />

00 400-430<br />

0 355-385<br />

1 310-340<br />

.<br />

35


Tabela 1 – Classificação NLGI – Consistência das Graxas.<br />

Número <strong>de</strong> Consistência NGLI<br />

(conclusão)<br />

Penetração ASTM (25ºC), em mm.<br />

2 265-295<br />

3 220-250<br />

4 175-205<br />

5 130-160<br />

6 85-115<br />

Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Carreteiro e Belmiro, 2006, p.99.<br />

2.3.2.2 Viscosida<strong>de</strong> aparente<br />

A viscosida<strong>de</strong> aparente é <strong>de</strong>finida por Pirro & Wessol (2001, p. 85), como<br />

sendo a razão entre a tensão <strong>de</strong> cisalhamento (ou pressão) e a taxa <strong>de</strong><br />

escoamento (gradiente <strong>de</strong> velocida<strong>de</strong>) a <strong>um</strong>a certa temperatura.<br />

A viscosida<strong>de</strong> aparente varia conforme a temperatura e taxa <strong>de</strong> escoamento.<br />

Quanto maior o fluxo, menor é a viscosida<strong>de</strong> aparente. A viscosida<strong>de</strong> aparente é<br />

padronizada pela norma ASTM D 1092.<br />

2.3.2.3 Ponto <strong>de</strong> Gota<br />

O ponto <strong>de</strong> gota <strong>de</strong> <strong>um</strong>a graxa é estabelecido temperatura em que o produto<br />

se torna fluido, capaz <strong>de</strong> gotejar através <strong>de</strong> <strong>um</strong> orifício padronizado, <strong>de</strong>ntro das<br />

condições exigidas pelas normas ASTM D 566 e ASTM D 2265.<br />

As graxas apresentam pontos <strong>de</strong> gotas distintos porque <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>m<br />

diretamente do agente engrossador (espessante)(CARRETEIRO; BELMIRO, 2006,<br />

p.101). Na tabela 2 segue o valor do ponto <strong>de</strong> gota <strong>de</strong> alg<strong>um</strong>as graxas, conforme o<br />

seu espessante.<br />

36


Tabela 2 – Ponto <strong>de</strong> Gota – Escala <strong>de</strong> Temperatura<br />

Tipo <strong>de</strong> sabão<br />

Ponto <strong>de</strong> gota ( O C)<br />

Graxa <strong>de</strong> Cálcio 70 -- 120<br />

Graxa <strong>de</strong> Sódio 120 -- 200<br />

Graxa <strong>de</strong> Al<strong>um</strong>ínio 70 -- 110<br />

Graxa <strong>de</strong> Bário 180 -- 260<br />

Graxa <strong>de</strong> Lítio 180 -- 250<br />

Graxa <strong>de</strong> Cálcio-ch<strong>um</strong>bo 180 -- 300<br />

Graxas Complexas 260 ou mais<br />

Graxas <strong>de</strong> Poliuréia 220 -- 260<br />

Graxas Especiais <strong>de</strong>: Argila, Sílica, Grafita,<br />

Bissulfeto <strong>de</strong> Molibdênio.<br />

Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Carreteiro e Belmiro, 2006,p.101.<br />

2.3.2.4 Estabilida<strong>de</strong> à oxidação<br />

260 ou mais<br />

Estabilida<strong>de</strong> à oxidação é <strong>um</strong>a proprieda<strong>de</strong> importante para as graxas<br />

lubrificantes. Para adquirir esta resistência à oxidação, geralmente são adicionados<br />

aditivos inibidores <strong>de</strong> oxidação durante a fabricação das mesmas (PIRRO,WESSOL,<br />

2001).<br />

A rapi<strong>de</strong>z da oxidação esta relacionada com a temperatura do ar ambiente<br />

on<strong>de</strong> a graxa foi aplicada; assim, para avaliar esta estabilida<strong>de</strong> é realizado <strong>um</strong> teste<br />

baseado na injeção <strong>de</strong> ar diretamente no lubrificante, oxidando-o artificialmente e<br />

mergulhando o elemento lubrificado e com a graxa oxidada em <strong>um</strong> banho <strong>de</strong> óleo a<br />

100 O C por 100 h. O grau <strong>de</strong> oxidação é avaliado pela queda <strong>de</strong> pressão. Este teste<br />

é normalizado pela norma ASTM D 942 (CARRETEIRO; BELMIRO, 2006, p.102).<br />

37


2.4 ADITIVOS<br />

Os aditivos lubrificantes são óleos resultantes <strong>de</strong> reações laboratoriais <strong>de</strong><br />

origem orgânica e/ou organometálica, que são adicionados (em % <strong>de</strong> peso) aos<br />

lubrificantes sólidos, líquidos e semisólidos para a<strong>um</strong>entar sua capacida<strong>de</strong> e<br />

durabilida<strong>de</strong> (STACHOWIAK e BATCHELOR, 2005, p. 81).<br />

38<br />

A introdução <strong>de</strong> produtos químicos, chamados aditivos, nos óleos<br />

lubrificantes e o consequente <strong>de</strong>senvolvimento tecnológico da indústria<br />

química permitiram o acompanhamento, por parte dos lubrificantes, da<br />

evolução dos requisitos para exercerem as funções <strong>de</strong> prevenir no<br />

maquinário: corrosão, ferrugem, aquecimento, vedação, entre outros<br />

(FONTENELLE, 2008, p.9).<br />

Segundo Stachowiak e Batchelor (2005, p.82), os propósitos dos aditivos são:<br />

Melhorar a resistência à oxidação;<br />

Controlar a corrosão;<br />

Melhorar a resistência ao <strong>de</strong>sgaste e atrito;<br />

Possibilitar o funcionamento a extrema pressão (EP)<br />

Reduzir a perca <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> dos lubrificantes a altas temperaturas.<br />

O quadro 5 apresenta a classificação dos aditivos e as proprieda<strong>de</strong>s<br />

fornecidas aos lubrificantes.<br />

Descrição Comercial Compostos Químicos Típicos<br />

Detergentes (Impe<strong>de</strong>m a <strong>de</strong>posição<br />

<strong>de</strong> fuligem e borra,ou seja, resíduos<br />

gerados pela combustão/ protegem as<br />

superfícies lubrificadas).<br />

Antioxidantes (retardam a oxidação<br />

do óleo e por longo tempo mantém o<br />

óleo com as características originais/<br />

protegem o lubrificante)<br />

Polisobutenil Succinamidas,<br />

Ésteres ou Poliésteres.<br />

Ditiocarbamatos,Fosfitos,<br />

Sulfetos, Sulfóxidos,Tioéteres,<br />

Ditiofosfato <strong>de</strong> zinco.<br />

Principal Campo <strong>de</strong><br />

Aplicação<br />

Óleos para Motores<br />

Todo tipo <strong>de</strong><br />

Lubrificante


Descrição Comercial Compostos Químicos Típicos<br />

Extrema Pressão (Aditivos EP -<br />

reagem quimicamente com a<br />

superfície do metal sob pressão<br />

superficial muito elevada, formando<br />

<strong>um</strong> composto químico que reduz o<br />

atrito entre as peças).<br />

A<strong>um</strong>entadores do índice <strong>de</strong><br />

viscosida<strong>de</strong> (reduzem a variação <strong>de</strong><br />

viscosida<strong>de</strong> em função da<br />

temperatura/modifica a performance<br />

do lubrificante)<br />

Abaixadores do ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z<br />

(modifica a performance do<br />

lubrificante)<br />

Inibidores <strong>de</strong> Ferrugem (protegem as<br />

superfícies lubrificadas)<br />

Antiesp<strong>um</strong>antes ( Impe<strong>de</strong>, mesmo em<br />

casos extremos, a formação <strong>de</strong><br />

esp<strong>um</strong>a assegurando assim a<br />

lubrificação normal e constante/<br />

protegem o lubrificante).<br />

Antimanchas (Anti-stain)<br />

Fósforo, Enxofre e Cloro<br />

Polímeros <strong>de</strong> elevado peso<br />

molecular<br />

Polímeros:<br />

Polimetacrilatos,poliacrilamidas,c<br />

opolímeros <strong>de</strong> vinil carboxilatodialcoil-f<strong>um</strong>aratos.<br />

Ácidos alquenil-succínicos e seus<br />

<strong>de</strong>rivados<br />

Ácidos alcoil - tioacéticos e seus<br />

<strong>de</strong>rivados<br />

Imidazolinas substituídas<br />

Fosfatos <strong>de</strong> Aminas<br />

Silicones<br />

Copolímeros Orgânicos<br />

Polioxoacilatos <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio<br />

Dibenzotiazol<br />

Protetor <strong>de</strong> velas ( Anti-foulant ) Hidrocarbonetos clorados Óleos 2-T<br />

Principal Campo <strong>de</strong><br />

Aplicação<br />

Lubrificantes <strong>de</strong><br />

engrenagens<br />

automotivas e<br />

industriais e também<br />

em graxas<br />

Todo tipo <strong>de</strong><br />

Lubrificante<br />

Todo tipo <strong>de</strong><br />

Lubrificante<br />

Todo tipo <strong>de</strong><br />

Lubrificante<br />

Todo tipo <strong>de</strong><br />

Lubrificante<br />

Óleos <strong>de</strong> engrenagem<br />

39


Descrição Comercial Compostos Químicos Típicos<br />

Anti-ruído (Anti-chatter)<br />

Anti-ruído (Anti-squawk)<br />

Combinação <strong>de</strong> amidas com<br />

ditiofosfatos metálicos<br />

Combinação <strong>de</strong> sais <strong>de</strong> amina e<br />

azometina<br />

Ditiofosfatos <strong>de</strong> amina<br />

Nacilsacarosinas e <strong>de</strong>rivados,<br />

ácidos graxos e ésteres<br />

sulfurados.<br />

Combinação <strong>de</strong> ácidos graxos e<br />

ácido organofosforoso.<br />

Ésteres <strong>de</strong> ácidos graxos<br />

dimetrizados.<br />

Quadro 5 – Aditivos para Lubrificantes<br />

Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Carreteiro e Belmiro, 2006, p. 85.<br />

2.5 LUBRIFICANTES DE GRAU ALIMENTÍCIO<br />

Principal Campo <strong>de</strong><br />

Aplicação<br />

Diferenciais <strong>de</strong><br />

escorregamento<br />

limitado ou<br />

autoblocantes<br />

Fluidos para<br />

transmissões<br />

automáticas<br />

Dentro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a indústria alimentícia é obrigatório o uso <strong>de</strong> lubrificantes <strong>de</strong><br />

grau alimentício, os chamados “ Foods Gra<strong>de</strong>” <strong>de</strong>vido à segurança alimentar<br />

requerida.<br />

Os lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício têm a oferecer, para as superfícies<br />

internas dos componentes <strong>de</strong> máquinas, as mesmas características <strong>de</strong> proteção <strong>de</strong><br />

<strong>um</strong> lubrificante mineral : controle <strong>de</strong> atrito, <strong>de</strong> <strong>de</strong>sgaste e <strong>de</strong> corrosão, vedação,<br />

estabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> oxidação, estabilida<strong>de</strong> térmica, além <strong>de</strong> não conter substâncias<br />

tóxicas, sem odor, coloração e gosto e resistência à <strong>de</strong>gradação, pois muitos<br />

equipamentos trabalham em ambientes <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> <strong>um</strong>ida<strong>de</strong> (GEBARIN, 2009).<br />

Os lubrificantes <strong>de</strong> classificação alimentícia são <strong>de</strong> origem atóxica, sem cor<br />

e/ou odor e não po<strong>de</strong>m conter em sua formulação substâncias carcinogênicas,<br />

40


mutagênicas, teratogênicas, ou química que provoque mal a saú<strong>de</strong> do cons<strong>um</strong>idor<br />

(Rajewski et al, 2000)<br />

Consequentemente, a fabricação e distribuição <strong>de</strong> graxas atóxicas e tóxicas<br />

<strong>de</strong>vem estar <strong>de</strong> acordo com normas regulamentoras <strong>de</strong> órgãos fiscalizadores. No<br />

Brasil , o órgão regulamentador é o DIPOA (Departamento <strong>de</strong> Inspeção <strong>de</strong> Produtos<br />

<strong>de</strong> Origem Animal), subordinado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e<br />

Abastecimento.<br />

Os lubrificantes <strong>aplicado</strong>s no setor alimentício estão divididos em categorias.<br />

Esta classificação basea-se na probabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong>les entrarem em contato com os<br />

alimentos (grau <strong>de</strong> perigo alimentar).<br />

Quanto à seleção <strong>de</strong> substâncias que po<strong>de</strong>riam ser utilizadas na composição<br />

dos Food Gra<strong>de</strong>s, conforme informação <strong>de</strong> Gebarin (2009) e Rajewsli et al. (2000),<br />

foram <strong>de</strong>signadas e padronizadas nos anos sessenta nos E.U.A pelo USDA (U.S.<br />

Department of Agriculture), Departamento <strong>de</strong> Agricultura dos Estados Unidos. O<br />

U.S.D.A avaliou e revisou os materiais disponíveis para uso na lubrificação <strong>de</strong><br />

equipamentos <strong>de</strong> processamento alimentício. Em quarenta anos a lista <strong>de</strong><br />

substâncias liberadas cresceu <strong>de</strong> 4 para 100 substâncias químicas, incluindo<br />

emulsificadores sintéticos e <strong>um</strong>a gama extensiva <strong>de</strong> aditivos.<br />

Este fato permitiu a fabricação <strong>de</strong> lubrificantes <strong>de</strong> melhor qualida<strong>de</strong> e maiores<br />

proprieda<strong>de</strong>s físico-químicas, tornando possível a operação do maquinário <strong>de</strong><br />

maneira eficaz em temperaturas mais altas e sob extrema pressão, a<strong>um</strong>entando<br />

sua velocida<strong>de</strong> <strong>de</strong> beneficiamento e a capacida<strong>de</strong> produtiva.<br />

O USDA, Departamento <strong>de</strong> Agricultura dos Estados Unidos, criou as<br />

<strong>de</strong>signações originais dos lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício: H1, H2 e H3. Estas são<br />

terminologias utilizadas no mundo inteiro (GEBARIN, 2009).<br />

Conforme Gebarin (2009) e Totten (2006), a <strong>de</strong>scrição dos lubrificantes Food<br />

gra<strong>de</strong>s é:<br />

H1: lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício usados em ambiente <strong>de</strong> processamento<br />

<strong>de</strong> alimentos on<strong>de</strong> existe alg<strong>um</strong>a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> inci<strong>de</strong>ntal contato alimentar. As<br />

formulações lubrificantes <strong>de</strong>vem ser compostas <strong>de</strong> mais <strong>de</strong> <strong>um</strong> componente<br />

aprovado, para base, aditivo e espessante engrossador (se for graxa). Somente a<br />

mínima quantia <strong>de</strong> lubrificante exigida <strong>de</strong>ve ser aplicada no equipamento.<br />

41


H2: lubrificantes usados em partes <strong>de</strong> equipamentos e máquinas que estão<br />

em locais on<strong>de</strong> não há nenh<strong>um</strong>a possibilida<strong>de</strong> que o lubrificante ou a face lubrificada<br />

entre em contato com os alimentos. Por não haver risco <strong>de</strong> contato com o alimento,<br />

lubrificantes <strong>de</strong> H2 não têm <strong>um</strong>a lista <strong>de</strong>finida <strong>de</strong> ingredientes aceitáveis. Porém,<br />

eles não po<strong>de</strong>m conter metais pesados: antimônio, arsênio, cádmio, ch<strong>um</strong>bo,<br />

mercúrio ou selênio. Também, os ingredientes não <strong>de</strong>vem incluir substâncias que<br />

são carcinogênicas, mutagênicas (radiação), teratogênicas (provocam má formação<br />

do feto por anomalias causadas no útero).<br />

H3: São lubrificantes conhecidos como óleo solúvel ou comestível, sendo<br />

usados para limpeza e prevenção <strong>de</strong> ferrugens em ganchos, talhas, carretilhas e<br />

equipamentos semelhantes.<br />

Quanto às graxas lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício, elas <strong>de</strong>vem ter <strong>um</strong> agente<br />

espessante acrescido na formulação. Espessantes aprovados espessantes para<br />

fabricação <strong>de</strong> graxas incluem estearato <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio, complexo <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio, argila<br />

orgânica e poliuréia. O complexo <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio é o espessante mais com<strong>um</strong> para<br />

graxas <strong>de</strong> grau alimentício <strong>de</strong> classe H1. Estas graxas po<strong>de</strong>m resistir altas<br />

temperaturas e são também resistentes a água, o que é <strong>um</strong>a proprieda<strong>de</strong> importante<br />

para aplicações em processos manufatureiros <strong>de</strong> alimentos (TOTTEN, 2006).<br />

O quadro 6 <strong>de</strong>screve alguns tipos <strong>de</strong> óleos base, aditivos e espessantes para<br />

lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício H1, que po<strong>de</strong>m ter contato inci<strong>de</strong>ntal com os<br />

alimentos sem provocar contaminação.<br />

Substâncias que compõem Lubrificantes H1 - Contato Inci<strong>de</strong>ntal com Alimento<br />

Substâncias Limitações<br />

Ácido fosfórico, monohexilíco e diehixílico,<br />

ésteres, compostos com tetrametil nonilamina<br />

e C11-14 alquilaminas<br />

O ácido fosfórico, ésteres monoisooctil e<br />

diisooctil, reagidos com terc-alquil (C12-14) e<br />

aminas primárias.<br />

Para uso somente como <strong>um</strong> adjuvante (auxiliar)<br />

em nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do<br />

lubrificante.<br />

Para uso somente como <strong>um</strong> inibidor <strong>de</strong> corrosão<br />

ou prevenção <strong>de</strong> ferrugem em lubrificantes em<br />

nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do<br />

lubrificante.<br />

42


Substâncias que compõem Lubrificantes H1 - Contato Inci<strong>de</strong>ntal com Alimento<br />

Substâncias Limitações<br />

Ácido Fosforotioamídicos, trifenil éster,<br />

<strong>de</strong>rivados <strong>de</strong> tercbutil<br />

Poliuréia, contendo <strong>um</strong> teor <strong>de</strong> nitrogênio <strong>de</strong> 9<br />

á 14% baseado no Peso <strong>de</strong> Poliuréia seca,<br />

produzida pela reação <strong>de</strong> diisocianato <strong>de</strong><br />

totileno com ácidos graxos <strong>de</strong> óleo (C16 e C18),<br />

amina e etilenodiamina em <strong>um</strong>a proporção<br />

molar 2:2:1<br />

Polibuteno<br />

Polibuteno hidrogenado<br />

Polietileno<br />

Polisobutileno<br />

Nitrito <strong>de</strong> sódio<br />

Tetrakis(metileno (3,5-di-terc-butil-4-hidroxi-<br />

hidrocinamato) metano<br />

Thiodiethylenebis (3,5-di-tert-butyl-4-<br />

hidroxihidrocinamato)<br />

Somente uso como adjuvante (auxiliar) com<br />

proprieda<strong>de</strong>s <strong>de</strong> extrema pressão em nível não<br />

exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do Lubrificante.<br />

Para uso somente como adjuvante (auxiliar) em<br />

nível percentual não exce<strong>de</strong>nte á 10% da<br />

substância por peso do óleo mineral.<br />

Adição para alimento não exce<strong>de</strong>nte a 10 ppm<br />

(partes por milhão).<br />

Adição para alimento não exce<strong>de</strong>nte a 10 ppm<br />

(partes por milhão).<br />

Adição para alimento não exce<strong>de</strong>nte a 10 ppm<br />

(partes por milhão).<br />

Para uso somente como <strong>um</strong> agente espessante<br />

(engrossador) em lubrificantes <strong>de</strong> óleo mineral.<br />

Uso somente como <strong>um</strong> proteção contra ferrugem<br />

(anti-ferrugem) em lubrificantes <strong>de</strong> óleo mineral,<br />

em nível não exce<strong>de</strong>nte á 3% por peso <strong>de</strong><br />

lubrificantes <strong>de</strong> óleo mineral.<br />

Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em Lubrificantes<br />

em nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5%por peso do<br />

lubrificante.<br />

Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em nível não<br />

exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do lubrificante.<br />

43


Substâncias que compõem Lubrificantes H1 - Contato Inci<strong>de</strong>ntal com Alimento<br />

Substâncias Limitações<br />

Tri[2(or 4)-C9--10-ramificada alquilfenil]<br />

fosforotionatos<br />

Trifenil fosforotionatos<br />

Tris(2,4-di-tert-butilfenil) fosfito<br />

Thio (<strong>de</strong>rivados <strong>de</strong> amino) dietileno bis (3,5 – di<br />

– tert – butil - 4-hidroxihidrocinamato)<br />

Sulfeto <strong>de</strong> Zinco<br />

Somente uso como lubrificante auxiliar com<br />

proprieda<strong>de</strong>s anti<strong>de</strong>sgaste e pressão-extrema em<br />

níveis que não <strong>de</strong>ve exce<strong>de</strong>r 0,5%, em peso do<br />

lubrificante<br />

Para uso como <strong>um</strong> adjuvante (auxiliar) em<br />

lubrificantes, em nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por<br />

peso do lubrificante.<br />

Para uso somente como <strong>um</strong> estabilizador em nível<br />

não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do lubrificante.<br />

Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em nível não<br />

exce<strong>de</strong>nte á 0,5%por peso do lubrificante.<br />

Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em nível não<br />

exce<strong>de</strong>nte á 10% por peso do lubrificante.<br />

Quadro 6 – Lubrificantes atóxicos H1-Grau Alimentício<br />

Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Handbook of Lubrication and Tribology, George Totten, 2006.<br />

2.6 GESTÃO DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />

Uma a<strong>de</strong>quada gestão da lubrificação industrial <strong>de</strong>ve buscar o<br />

monitoramento e o controle dos recursos técnicos e materiais, tais como,<br />

lubrificantes, mão <strong>de</strong> obra e dispositivos <strong>de</strong> aplicação (ferramental). A execução da<br />

ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificação em si, fundamentada nos planos preventivos <strong>de</strong><br />

manutenção.<br />

44


As ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>vem ser planejadas e programadas, seguindo<br />

<strong>um</strong> roteiro <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano preventivo, qual sendo realizado <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong><br />

<strong>um</strong>a a<strong>de</strong>quada gestão, vem minimizar e, até eliminar:<br />

Falhas no maquinário por lubrificação <strong>de</strong>ficiente;<br />

Perca <strong>de</strong> eficiência no funcionamento;<br />

Aquecimento do equipamento por lubrificação excessiva;<br />

Corrosão, abrasão e ferrugem no maquinário por lubrificante contaminado<br />

(contaminação por água, con<strong>de</strong>nsado, elementos químicos e limalha <strong>de</strong> ferro ou<br />

qualquer material sólido, além <strong>de</strong> oxidação no lubrificante).<br />

Conforme Mobley (2008, p.999), o planejamento das ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong><br />

lubrificação, visa aplicar a quantida<strong>de</strong> a<strong>de</strong>quada do correto lubrificante no local exato<br />

e <strong>de</strong>ntro do tempo apropriado. Isto se traduz em redução <strong>de</strong> quebras (paradas <strong>de</strong><br />

manutenção), custo <strong>de</strong> manutenção, mão <strong>de</strong> obra e redução e custos <strong>de</strong> energia.<br />

Os planos <strong>de</strong> lubrificação representam a base da gestão da lubrificação, pois<br />

são eles que procedimentam todos os passos para <strong>um</strong>a correta execução, além <strong>de</strong><br />

conter dados essenciais, como a localização do equipamento, o tipo <strong>de</strong> ferramenta<br />

a ser utilizada, o tipo <strong>de</strong> lubrificante e muitas vezes instruções para segurança do<br />

trabalhador.<br />

Na gestão da lubrificação <strong>de</strong>ve-se, primeiramente, elaborar os planos<br />

preventivos <strong>de</strong> manutenção. Estes planos preventivos <strong>de</strong>vem conter corretamente a<br />

<strong>de</strong>scrição <strong>de</strong> lubrificantes, quantida<strong>de</strong>s, periodicida<strong>de</strong> e ferramentas a<strong>de</strong>quadas para<br />

execução, pois só através <strong>de</strong> <strong>um</strong>a lubrificação organizada e a<strong>de</strong>quada é que esta<br />

ativida<strong>de</strong> trará benefícios para o maquinário e a produção.<br />

Um fator importante para a elaboração dos planos <strong>de</strong> manutenção é o amplo<br />

conhecimento dos equipamentos. Prósperos programas <strong>de</strong> lubrificação envolvem<br />

administração e funcionários <strong>de</strong> chão <strong>de</strong> fábrica, por isso, é preciso que o grupo <strong>de</strong><br />

pessoas esteja envolvido nesta ativida<strong>de</strong> (mecânicos, lubrificadores, planejamento<br />

<strong>de</strong> manutenção e fornecedor <strong>de</strong> lubrificantes da empresa), possuam gran<strong>de</strong><br />

experiência em campo e aprofundado conhecimento do funcionamento do<br />

maquinário a ser lubrificado, para melhor eficácia na elaboração e gerenciamento<br />

dos planos preventivos (MOBLEY, 2007).<br />

45


Segundo Viana (2002) e Mobley (2007), os planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />

<strong>de</strong>vem envolver os seguintes aspectos:<br />

I<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> equipamentos que <strong>de</strong>vem ser lubrificados, bem como, a <strong>de</strong> seus<br />

pontos <strong>de</strong> aplicação do lubrificante;<br />

I<strong>de</strong>ntificação do lubrificante a<strong>de</strong>quado em cada ponto;<br />

I<strong>de</strong>ntificação do método <strong>de</strong> aplicação (bomba manual ou automática, almotolia,<br />

incel, spray, entre outros.);<br />

Frequência ou intervalo <strong>de</strong> lubrificação (periodicida<strong>de</strong>) <strong>de</strong>finida;<br />

Mão <strong>de</strong> obra e quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> hora/homem;<br />

Condição do equipamento para execução: se o equipamento po<strong>de</strong> ser<br />

seguramente lubrificado enquanto opera ou se <strong>de</strong>ve ser <strong>de</strong>sligado.<br />

As exigências fundamentais para selecionar o lubrificante apropriado para<br />

cada tipo <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificação, são as características físico-químicas do óleo<br />

base , como a viscosida<strong>de</strong>, a velocida<strong>de</strong> operacional (variável ou fixa) do ponto <strong>de</strong><br />

apliocação, o tipo específico <strong>de</strong> atrito (por exemplo, <strong>de</strong>slizando ou rolando),<br />

condições ambientais para qual o lubrificante está sujeito, o tempo <strong>de</strong> relubrificação,<br />

estabilida<strong>de</strong>, oxidação, calor (ponto <strong>de</strong> gota), entre outros.<br />

Também é importante focar no modo <strong>de</strong> aplicação dos lubrificantes e na<br />

segurança do funcionário que a executa, pois <strong>um</strong> dos pontos <strong>de</strong> <strong>um</strong>a boa<br />

administração, além <strong>de</strong> propiciar bons resultados técnicos, é gerir a<strong>de</strong>quadamente<br />

seus recursos h<strong>um</strong>anos, diminuindo o máximo o risco <strong>de</strong> aci<strong>de</strong>ntes <strong>de</strong> trabalho.<br />

É importante salientar que todos os planos <strong>de</strong> lubrificação, bem como, seus<br />

recursos, <strong>de</strong>vem seguir <strong>um</strong>a perfeita gestão para alcançar bons resultados.<br />

Segundo Filho (2004), somente através <strong>de</strong> <strong>um</strong> planejamento a<strong>de</strong>quado <strong>de</strong><br />

manutenção é que é possível alcançar melhores níveis <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> do<br />

equipamento e, consequentemente, do processo produtivo, sendo a disponibilida<strong>de</strong><br />

operacional o gran<strong>de</strong> indicador da excelência da manutenção e da garantia <strong>de</strong><br />

produtivida<strong>de</strong>.<br />

46


2.6.1 A Gestão da Lubrificação na Indústria Alimentícia<br />

Assim como todas as empresas <strong>de</strong> ramo industrial, os fabricantes <strong>de</strong><br />

alimentos e bebidas procuram melhorar o <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong> seu maquinário<br />

instalado, a fim <strong>de</strong> a<strong>um</strong>entar a produtivida<strong>de</strong> e reduzir tempo <strong>de</strong> manutenção,<br />

tornando-se competitivos <strong>de</strong>ntro do mercado que eles integram.<br />

Uma das formas mais eficazes para alcançar estes objetivos também po<strong>de</strong><br />

representar <strong>um</strong> dos maiores focos <strong>de</strong> problemas por contaminação : a lubrificação<br />

industrial<br />

A manufatura <strong>de</strong> alimentos e bebidas requer operações processuais como<br />

limpeza, esterilização, aquecimento, resfriamento, cozimento, corte, empacotamento<br />

entre outros. Para a execução <strong>de</strong>stas operações, necessita-se <strong>de</strong> máquinas e<br />

equipamentos como: bombas, misturadores, tanques, tubos, motores, balanças,<br />

eixos. Tal maquinário contém elementos mecânicos ou rotativos que requerem<br />

fluídos hidráulicos, graxas, óleos lubrificantes que asseguram seu pleno<br />

funcionamento. (TOTTEN, 2006).<br />

Porém, <strong>de</strong> acordo com Kung (2003), o mesmo lubrificante que auxilia é<br />

consi<strong>de</strong>rado <strong>um</strong> perigo <strong>de</strong> contaminação alimentar. Um perigo alimentar é alg<strong>um</strong>a<br />

contaminação inaceitável por substâncias <strong>de</strong> origens: biológicas (bactérias<br />

patogênicas), química (componentes químicos em geral) ou agente físico (parafusos,<br />

plástico, cabelo,etc.).<br />

Os lubrificantes se enquadram como contaminantes químicos, por isso, em<br />

indústrias alimentícias, além <strong>de</strong> <strong>um</strong>a a<strong>de</strong>quada gestão da lubrificação, também<br />

<strong>de</strong>vem ser utilizados os lubrificantes <strong>de</strong> gra<strong>de</strong> alimentícia, os “Food Gra<strong>de</strong><br />

Lubricants” (TOTTEN, 2006).<br />

Dentro da indústria alimentícia é utilizado <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> administração<br />

<strong>de</strong>nominado “ Análise <strong>de</strong> Perigo e Pontos <strong>de</strong> Controle Críticos - HACCP (do inglês<br />

Hazard Analysis and Critical Control Point)” , o qual monitora, audita, previne e<br />

corrige focos <strong>de</strong> contaminação alimentar, promovendo o uso <strong>de</strong> lubrificantes seguros<br />

no processo <strong>de</strong> fabricação alimentícia nas indústrias <strong>de</strong>ste ramo (KUNG,2003).<br />

Segundo as normas do HACCP, todos os pontos <strong>de</strong> lubrificação são<br />

consi<strong>de</strong>rados pontos <strong>de</strong> controle críticos, ou áreas <strong>de</strong> risco potencial. Durante a<br />

elaboração dos planos <strong>de</strong> lubrificação são levados em conta as recomendações<br />

47


<strong>de</strong>ste programa, principalmente, a escolha do lubrificante <strong>de</strong> classe alimentícia<br />

correta das máquinas e equipamentos on<strong>de</strong> po<strong>de</strong>m ser <strong>aplicado</strong>s (HODSON;<br />

CASSIDA, 2004)<br />

No caso da lubrificação, todos os pontos <strong>de</strong>vem ser consi<strong>de</strong>rados como<br />

críticos, ou áreas <strong>de</strong> risco potencial. O processamento <strong>de</strong> alimentos geralmente<br />

envolve máquinas e acessórios como bombas, misturadores, tanques, engrenagens,<br />

<strong>sistema</strong>s hidráulicos, cabos, tubulação, correntes e esteiras.<br />

Segundo Belmiro (2008), exemplos <strong>de</strong> máquinas e equipamentos on<strong>de</strong> se<br />

aceita a aplicação <strong>de</strong> lubrificantes <strong>de</strong> classe H 1 são:<br />

Em caixas <strong>de</strong> engrenagens operando sobre tanques <strong>de</strong> armazenamento <strong>de</strong><br />

comidas e bebidas;<br />

Como lubrificantes <strong>de</strong> compressores arrastados na corrente <strong>de</strong> ar <strong>de</strong><br />

alimentação <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s pne<strong>um</strong>áticos das fábricas <strong>de</strong> produção <strong>de</strong> alimentos,<br />

bebidas e produtos farmacêuticos;<br />

Graxas para as máquinas que colocam as tampas das garrafas em <strong>um</strong>a linha <strong>de</strong><br />

enchimento;<br />

Correntes que transportam garrafas em linha <strong>de</strong> enchimento.<br />

Por outro lado a aplicação <strong>de</strong> lubrificantes H2 po<strong>de</strong> ser realizada em:<br />

1. Fluidos em área <strong>de</strong> armazenagem;<br />

2. Sistemas <strong>de</strong> ar condicionado;<br />

3. Compressores <strong>de</strong> ar;<br />

4. Áreas <strong>de</strong> manutenção.<br />

Fica evi<strong>de</strong>nte que a aplicação <strong>de</strong> lubrificantes H1 foca-se em maquinário<br />

ligado diretamente à manufatura dos produtos e em elementos mecânicos que se<br />

localizam <strong>de</strong>ntro dos equipamentos. Já os <strong>de</strong> classe H2, <strong>de</strong> composição mineral e<br />

tóxica (mesmo não contendo substâncias carcinogênicas, etc.), são utilizados em<br />

equipamentos voltados para área <strong>de</strong> utilida<strong>de</strong>s da fábrica e/ou em elementos<br />

mecânicos externos <strong>de</strong> maquinário auxiliar, como esteiras transportadoras <strong>de</strong><br />

produto embalado.<br />

48


A lubrificação executada <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a gestão a<strong>de</strong>quada (lubrificante na sua<br />

quantida<strong>de</strong> correta, no lugar certo e na hora exata), traz benefícios às indústrias.<br />

Pelo contrário, quando mal gerenciado, o prejuízo é ainda maior, pois lubrificantes<br />

(óleos e graxas) contaminam o alimento, gerando prejuízo por <strong>de</strong>scarte <strong>de</strong> lotes<br />

inteiros <strong>de</strong> produtos acabados e/ou danos a saú<strong>de</strong> h<strong>um</strong>ana, caso o alimento<br />

contaminado seja emanado para o mercado.Assim, <strong>um</strong>a busca por redução <strong>de</strong> custo<br />

se transforma em <strong>de</strong>sperdício e implicação judicial (normas <strong>de</strong> saú<strong>de</strong>).<br />

Em s<strong>um</strong>a, <strong>um</strong>a correta gestão <strong>de</strong> lubrificação em empresas <strong>de</strong> ramo<br />

alimentício, on<strong>de</strong> se <strong>de</strong>ve i<strong>de</strong>ntificar o a<strong>de</strong>quado lubrificante e aplicar no local correto<br />

não é só necessário, mas sim obrigatória. Acima <strong>de</strong> <strong>um</strong> excelente nível <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>sempenho dos equipamentos (sem perca <strong>de</strong> energia ou falha por <strong>de</strong>sgaste) e<br />

redução nas falhas, <strong>de</strong>ve-se consi<strong>de</strong>rar a contaminação alimentar que o lubrificante<br />

po<strong>de</strong> causar. A lubrificação neste tipo <strong>de</strong> empresa não é só sinônimo <strong>de</strong> economia,<br />

mas principalmente <strong>de</strong> sobrevivência.<br />

2.7 SISTEMAS INFORMATIZADOS APLICADOS NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO<br />

Atualmente as ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> manutenção estão crescendo bruscamente<br />

<strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> qualquer corporação, se tornando cada vez mais complexas. Estas<br />

ativida<strong>de</strong>s vem se transformando em <strong>um</strong>a ferramenta estratégica <strong>de</strong> competitivida<strong>de</strong><br />

no mercado, e não mais apenas procedimentos <strong>de</strong> conserto <strong>de</strong> máquinas e<br />

equipamentos.<br />

Esta maior complexida<strong>de</strong> ocasionou <strong>um</strong> impacto importante sobre a forma <strong>de</strong><br />

gestão <strong>de</strong> informações relativas a execução dos trabalhos <strong>de</strong> manutenção, bem<br />

como, o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> tecnologia i<strong>de</strong>al para manter e armazenar o banco <strong>de</strong><br />

dados <strong>de</strong>stas informações (BRAGLIA et al., 2005,p.585).<br />

Em <strong>um</strong>a empresa, a cada minuto são registradas ocorrências, or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong><br />

serviços são lançadas, necessida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> peças e materiais, projetos gerados para<br />

execução e, além <strong>de</strong> tudo, controle <strong>de</strong> custo e eficiência <strong>de</strong>stes recursos e ações.<br />

Estes trabalho é quase impossível <strong>de</strong> ser realizado <strong>de</strong> forma manual, sendo<br />

49


essencial o uso <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informação para auxílio da gestão da manutenção<br />

e <strong>de</strong> seus recursos.<br />

50<br />

As exigências atuais da confiabilida<strong>de</strong> e disponibilida<strong>de</strong> são <strong>de</strong> tal or<strong>de</strong>m<br />

que se impõem, aos gerentes <strong>de</strong> manutenção, responsabilida<strong>de</strong>s que só<br />

po<strong>de</strong>m ser executadas com ferramentas a<strong>de</strong>quadas <strong>de</strong> gestão. Em<br />

conseqüência, as empresas buscam cada vez mais, Sistemas e Métodos<br />

para auxiliar a esses gerentes em suas funções (TAVARES, 2007).<br />

Para gerir corretamente os recursos da manutenção, é preciso planejamento,<br />

monitoramento, execução <strong>de</strong> cronograma, mão <strong>de</strong> obra, ferramenta, recursos<br />

materiais e dispor <strong>de</strong> informações técnicas, como <strong>de</strong>senhos mecânicos <strong>de</strong><br />

máquinas, esquemas elétricos, entre outros (NIKOPOULOS et al., 2003).<br />

“ ...Cada vez é mais difícil que <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> planejamento e controle da<br />

manutenção (PCM) trabalhe sem o auxílio <strong>de</strong> <strong>um</strong> software, diante do vol<strong>um</strong>e <strong>de</strong><br />

informações a serem processadas e recursos a serem geridos. Os controles<br />

manuais são ineficazes, acarretando atrasos e pobreza da qualida<strong>de</strong> dos dados<br />

fornecidos para a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão gerencial” (VIANA, 2002).<br />

No Brasil as ações relacionadas à manutenção industrial foram geridas <strong>de</strong><br />

forma totalmente manual até finais dos anos sessenta. A partir da década <strong>de</strong> setenta<br />

foram inseridos computadores no meio industrial das empresas <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> porte, o<br />

que ajudou à administração <strong>de</strong> muitas aplicações corporativas <strong>de</strong>ssas industriais<br />

inclusive a manutenção (KARDEC;NASCIF, 2009, p.79).<br />

Atualmente, os <strong>sistema</strong>s computadorizados <strong>de</strong> manutenção ou CMMS’s<br />

(Computer Maintenance Management System), estão sendo cada vez mais<br />

utilizados no meio industrial, auxiliando a gestão da manutenção e sendo usados<br />

para coletar e ac<strong>um</strong>ular dados <strong>de</strong> forma or<strong>de</strong>nada e metódica. São úteis para o<br />

processamento <strong>de</strong> imensa quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> dados que são gerados nos trabalhos do<br />

dia a dia da manutenção, e no cálculo dos indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho, geração <strong>de</strong><br />

relatórios e informações em tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão. Os CMMS´s são <strong>de</strong> gran<strong>de</strong><br />

importância para o correto <strong>de</strong>sempenho da função manutenção (FILHO, 2004, p.<br />

121).<br />

Para adquirir e visualizar dados e informações através <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong><br />

informação <strong>de</strong>ve-se, primeiramente, alimentá-lo com informações consistentes<br />

referentes às ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> manutenção industrial. “Esses <strong>sistema</strong>s têm como foco,


a coleta, guarda e disseminação <strong>de</strong> dados gerados no ambiente operacional:<br />

eventos diários <strong>de</strong> registro <strong>de</strong> ocorrências, materiais utilizados nas atuações,<br />

planejamento <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s, entre outros; e têm sua aplicação predominantemente<br />

voltada às rotinas operacionais da manutenção e/ou as tarefas <strong>de</strong> administração da<br />

manutenção como negócio: gestão <strong>de</strong> recursos materiais e h<strong>um</strong>anos” (STENGL;<br />

EMANTINGER, 2001 apud ALVES; FALSARELLA, 2009).<br />

Atualmente, os ERPS’s e CMM’s estão presentes na maioria das empresas e<br />

já ass<strong>um</strong>iram <strong>um</strong> papel <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> importância, que é o gerenciamento das<br />

ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> manutenção <strong>de</strong> <strong>um</strong>a forma eficiente e eficaz. Na verda<strong>de</strong>, os CMMS’s<br />

permitem o tratamento das enormes quantida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> dados que já estão disponíveis<br />

na organização, os quais por dificulda<strong>de</strong>s intrínsecas em sua manipulação, são<br />

pouco utilizados. Além disso, esses dados são geralmente espalhados por toda a<br />

organização, conduzindo inevitavelmente a alg<strong>um</strong>a inconsistência quando reunidos<br />

em informações úteis (BRAGLIA et al.,2005,p.586).<br />

A figura 2 ilustra as funcionalida<strong>de</strong>s básicas <strong>de</strong> <strong>um</strong> CMMS.<br />

Figura 2 – Funcionalida<strong>de</strong>s básicas <strong>de</strong> <strong>um</strong> CMMS.<br />

Fonte: Kar<strong>de</strong>c & Nascif, p.92, 2009.<br />

51


Tavares (2007), Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009) e Braglia et al.(2005, p.588) relatam<br />

que a utilização <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s automatizados na gestão da manutenção oferece as<br />

seguintes vantagens em relação ao controle manual:<br />

Reduz a burocracia dos executores e gestores da manutenção;<br />

Facilita a composição <strong>de</strong> tabelas e gráficos (relatórios e indicadores <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>sempenho);<br />

Permite a elaboração <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> manutenção para novas linhas <strong>de</strong> produção a<br />

partir do histórico <strong>de</strong> manutenção;<br />

Permite o controle <strong>de</strong> emissão e execução dos planos preventivos, po<strong>de</strong>ndo<br />

serem reprogramados rapidamente caso estiverem em atraso;<br />

Facilita a obtenção <strong>de</strong> dados para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão: histórico, gastos, mão <strong>de</strong><br />

obra, comportamento do maquinário.<br />

Facilita a alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e <strong>de</strong> recursos materiais;<br />

Fornece orçamento <strong>de</strong> serviços e análises dos custos;<br />

Administra a programação <strong>de</strong> serviços, mostrando claramente quais materiais,<br />

ferramentas são necessárias, bem como, a priorização a<strong>de</strong>quada dos trabalhos;<br />

Organiza e atualiza o registro do quadro <strong>de</strong> funcionários da manutenção;<br />

Controla a emissão <strong>de</strong> or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong> serviço e planos preventivos, bem como, gera<br />

relatório dos que estão pen<strong>de</strong>ntes (atrasados) e/ou não executados;<br />

Controla o Backlog (acúmulo <strong>de</strong> trabalho pen<strong>de</strong>nte) dos serviços <strong>de</strong> manutenção,<br />

auxiliando tanto na priorização dos serviços e na alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra, como<br />

também na contratação e <strong>de</strong>missão <strong>de</strong> funcionários (ociosida<strong>de</strong>).<br />

Para o registro histórico e posterior análise das informações da rotina <strong>de</strong><br />

manutenção, diversos <strong>sistema</strong>s têm sido disponibilizados no mercado ao longo do<br />

tempo, incorporando cada vez mais funcionalida<strong>de</strong>s e tecnologias. Estes <strong>sistema</strong>s<br />

geram informações <strong>de</strong> forma rápida e em tempo real, permitindo ao usuário<br />

consultar <strong>de</strong>senhos, informações <strong>de</strong> histórico do equipamento (manutenções já<br />

executadas) e dos manutentores que já executaram o último serviço em <strong>de</strong>terminada<br />

máquina, tudo isto, a partir <strong>de</strong> <strong>um</strong> terminal <strong>de</strong> computador (ALVES; FALSARELLA,<br />

2009; CABRAL, 1998; KARDEC; NASCIF, 2009).<br />

52


A figura 3 apresenta a representação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informação <strong>aplicado</strong> a<br />

manutenção industrial.<br />

Figura 3 – Representação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informações <strong>aplicado</strong> à manutenção.<br />

Fonte: Lourival Tavares, 2007.<br />

“A característica mais importante do software é a capacida<strong>de</strong> para conter a<br />

informação <strong>de</strong> manutenção <strong>de</strong>vidamente estruturada e em formato tecnicamente<br />

reconhecível. Mais importante do que as habilida<strong>de</strong>s da ferramenta informática é a<br />

sua forma <strong>de</strong> ac<strong>um</strong>ular as informações. Estas informações <strong>de</strong>vem partir <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />

engenharia <strong>de</strong> manutenção experiente, visando <strong>de</strong>senvolver sempre na óptica <strong>de</strong><br />

enriquecer a vertente manutenção em favor da vertente software” (CABRAL, 1998).<br />

Segundo Nikopoulos et al. (2003), Viana (2002), Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009, p.78)<br />

e Braglia et al. (2005), as principais funções e finalida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> para manutenção industrial, são as seguintes:<br />

Elaborar cronograma <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong> (periodicida<strong>de</strong>);<br />

Organizar e padronizar procedimentos ligados a execução <strong>de</strong> serviços da<br />

Manutenção (roteirizarão <strong>de</strong> planos preventivos)<br />

Determinar o tempo gasto em manutenção (Backlog);<br />

Gerar serviços executados e/ou a se executar;<br />

53


Auxiliar o planejamento <strong>de</strong> manutenção;<br />

Controlar os recursos h<strong>um</strong>anos e materiais;<br />

Gerar relatórios para mensurar o <strong>de</strong>sempenho dos procedimentos <strong>de</strong><br />

manutenção (obtenção das informações <strong>de</strong> custos, <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong><br />

equipamento e da equipe, falhas dos equipamentos, entre outros).<br />

Conforme Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009), Tavares (2007) e Viana (2002), a<br />

mo<strong>de</strong>rnida<strong>de</strong> ten<strong>de</strong> a disseminar informações, facilitando acessibilida<strong>de</strong> dos dados<br />

contidos no <strong>sistema</strong> gerenciador <strong>de</strong> informações, por qualquer área <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />

organização industrial. Para que esta acessibilida<strong>de</strong> aconteça, <strong>de</strong>ve-se escolher o<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> maneira cuidadosa, levando em consi<strong>de</strong>ração os seguintes<br />

aspectos:<br />

Interface com a plataforma operacional <strong>de</strong> dados adotada pela empresa;<br />

Aptidão do <strong>sistema</strong> para se interligar e funcionar <strong>um</strong>a re<strong>de</strong> <strong>de</strong> computadores;<br />

Interface <strong>de</strong> integração com outros <strong>sistema</strong>s, sendo o i<strong>de</strong>al, <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> ERP.<br />

O mercado disponibiliza <strong>um</strong>a varieda<strong>de</strong> <strong>de</strong> softwares CMMS’s, muitos <strong>de</strong>stes<br />

softwares já são módulos agregados a <strong>sistema</strong>s ERP’s (Enterprise Resource<br />

Planning), os quais visam à integração das informações da empresa em <strong>um</strong>a base<br />

unificada <strong>de</strong> dados (KARDEC;NASCIF, 2009,p. 88).<br />

Para <strong>um</strong>a melhor eficácia da manutenção nos <strong>sistema</strong>s produtivos, os<br />

meios <strong>de</strong> gestão dos recursos <strong>de</strong>vem-se a <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> ERP na forma <strong>de</strong><br />

<strong>um</strong> módulo personalizado <strong>de</strong> gestão da manutenção (Nikopoulos et al,<br />

2003).<br />

O quadro 7 apresenta alguns <strong>sistema</strong>s <strong>informatizado</strong>s para gestão da<br />

manutenção, os quais estão disponíveis no mercado atualmente. Vários <strong>de</strong>stes já<br />

estão integrados a <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> ERP, unificando a gestão da manutenção às outras<br />

áreas da empresa, maximizando assim os resultados.<br />

54


Origem<br />

BRASIL<br />

OUTROS<br />

ERP<br />

X<br />

CMM<br />

Nome Comercial<br />

Empresa<br />

Datasul ERP Datasul<br />

X eManut Man-It<br />

X Engeman Engecompany<br />

X Engefaz - Pró Engefaz<br />

X LS Maestro Logical Soft Informática Ltda<br />

X Mac Ative<br />

SAM - Sistema <strong>de</strong> Automação da<br />

Manutenção<br />

X Mantec Semapi Sistemas<br />

X Mega Mega Sistemas<br />

X Proteus 8 Microsiga<br />

X RM Corpore-Engeman RM Sistemas<br />

X Sigma Sigma<br />

X SIM Astrein Informática<br />

X SMI Spes Engenharia <strong>de</strong> Sistemas<br />

X Avantis-Pro Invensys Avantis<br />

X Baan SSA Global<br />

X Coswin 7i Siveco Group<br />

X<br />

Facility Asset Management<br />

Software Sol.<br />

TMA Systems<br />

X Maintelligence V4.0 DMSI<br />

X MainSmart Maintenance Software Inc.<br />

X Máximo MRO Software (IBM)<br />

X MicroMain XM MicroMain Corporation<br />

55


Origem<br />

OUTROS<br />

ERP<br />

X<br />

X<br />

X<br />

CMM<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

X<br />

Nome Comercial<br />

MP2 Enterprise<br />

MS2000<br />

PeopleSoft – Enterprise<br />

Maint. Management<br />

Proteus<br />

Sabre 32<br />

SAP - Módulo PM<br />

Smart Maintenance<br />

TMA-CMMS<br />

X ULTIMAINT<br />

Empresa<br />

DataStream Systems Inc.<br />

MicroMains Corporation<br />

Oracle<br />

Eagle Technology Inc.<br />

Rushton International<br />

SAP - Systems Applications and<br />

Products in Data Processing<br />

(Sistemas, Aplicativos e Produtos<br />

para Processamento <strong>de</strong> Dados)<br />

Smartware Group<br />

TMA Systems<br />

Pearl Computer System<br />

Incorporation<br />

Quadro 7 – Softwares Disponíveis no Mercado para Gestão da Manutenção Industrial<br />

Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Kar<strong>de</strong>c & Nascif, p.89, 2009.<br />

Cabral (1998), Viana (2002) e Dhillon (2002), indicam que <strong>um</strong> apropriado<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> para gestão da manutenção é aquele que supre as<br />

56


particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> cada ramo e/ou empresa. Assim, é necessário manter o<br />

equilíbrio entre a necessida<strong>de</strong> por mudança e a manutenção atual do <strong>sistema</strong> já<br />

implantado. Muitos resultados negativos, quanto a erro <strong>de</strong> operação gerando<br />

informações inconsistentes, vêm <strong>de</strong> <strong>um</strong>a rápida mudança <strong>de</strong> software, levando a<br />

implantação <strong>de</strong> mais funções, maior complexida<strong>de</strong> e/ou menores recursos que o<br />

necessário.<br />

Por estes motivos, ao escolher <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ou realizar<br />

mudanças naquele já implantado na empresa, <strong>de</strong>ve-se analisar, além da interface e<br />

disseminação <strong>de</strong> conhecimento, os seguintes parâmetros (DHILLON, 2002),<br />

(CABRAL, 1998):<br />

O alinhamento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> com os objetivos da empresa;<br />

A ausência <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s e integrações excessivas;<br />

Os objetivos essenciais da manutenção;<br />

A <strong>de</strong>dicação <strong>de</strong> pessoas em tempo integral para constituição das informações;<br />

O foco nos programas <strong>de</strong> trabalho;<br />

A capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> armazenamento das informações técnicas do maquinário<br />

existente.<br />

A utilização <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> para gestão da manutenção permite<br />

maior rapi<strong>de</strong>z na busca <strong>de</strong> informações, acarretando em <strong>um</strong>a maior facilida<strong>de</strong> na<br />

gestão e na obtenção <strong>de</strong> resultados.<br />

Um software <strong>de</strong> gestão da manutenção é, antes <strong>de</strong> tudo, <strong>um</strong>a ferramenta para<br />

ajudar ao gestor da manutenção a gerir melhor as tarefas e recursos. Ele não vale<br />

por si e não substitui o homem, e sim, o liberta apenas <strong>de</strong> tarefas essenciais,<br />

pesadas e cons<strong>um</strong>idoras <strong>de</strong> tempo, disponibilizando-o para se concentrar em tarefas<br />

mais inteligentes e mais produtivas (CABRAL, 1998).<br />

O objetivo final <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> à manutenção é<br />

a<strong>um</strong>entar a rentabilida<strong>de</strong> da empresa, através da obtenção <strong>de</strong> informações e dados<br />

mais consistentes <strong>de</strong> forma mais rápida e eficiente.<br />

Estas informações possibilitam <strong>um</strong>a melhor análise do <strong>de</strong>sempenho dos<br />

recursos <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra, maquinário e gastos com materiais. Além disso, permitem<br />

a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão em prol <strong>de</strong> a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong>, melhora do processo,<br />

eficiência <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra, redução <strong>de</strong> custos, entre outros.<br />

57


2.8 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO VBA (VISUAL BASIC FOR APLICATIONS)<br />

A linguagem <strong>de</strong> programação é <strong>um</strong>a maneira <strong>de</strong> comunicação que se<br />

sustenta em <strong>um</strong>a forma e em <strong>um</strong>a estrutura lógica com significado interpretável.<br />

58<br />

Linguagem <strong>de</strong> Programação é <strong>um</strong> conjunto finito <strong>de</strong> palavras, comandos e<br />

instruções escritos com o objetivo <strong>de</strong> orientar a realização <strong>de</strong> <strong>um</strong>a tarefa<br />

pelo computador. Ela tem <strong>um</strong> número finito <strong>de</strong> funções disponíveis que<br />

po<strong>de</strong>m ser utilizadas como meio facilitador ao <strong>de</strong>senvolvimento do software<br />

(LAPPONI, 2003).<br />

Linguagem <strong>de</strong> Programação po<strong>de</strong> ser usada para <strong>de</strong>senvolver <strong>um</strong>a varieda<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong> tarefas <strong>de</strong> forma automatizada, controlando assim aspectos do <strong>sistema</strong><br />

operacional. Por isso <strong>de</strong>ve ser precisa e sem ambigüida<strong>de</strong> (DARLINGTON, 2004).<br />

O VBA (Visual Basic for Application) é <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação<br />

hospedada no ambiente Windows, principalmente subsidiada nos aplicativos Excel<br />

e Access (partes integrantes do <strong>sistema</strong> operacional Microsoft Office®, ) que é<br />

utilizada para o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> programas que possibilitam criar dados e<br />

interligá-los, unir tarefas, realizar execução <strong>de</strong> funções matemáticas complexas e<br />

automatizar tarefas rotineiras (SIMON, 2002).<br />

Visual Basic for Application (VBA) possibilita automatização <strong>de</strong> tarefas<br />

repetitivas através <strong>de</strong> dados e informações contidas em <strong>um</strong>a planilha e /ou banco <strong>de</strong><br />

dados. É <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação muito po<strong>de</strong>rosa que oferece maior po<strong>de</strong>r<br />

no <strong>de</strong>talhamento das ações e no controle das mesmas, sendo ainda capaz <strong>de</strong> gerar<br />

programas executáveis <strong>de</strong>ntro da plataforma MS Office® (PINTO, 2005, p.10).<br />

O Excel é <strong>um</strong> aplicativo do <strong>sistema</strong> operacional Windows <strong>de</strong> enorme po<strong>de</strong>r<br />

e flexibilida<strong>de</strong>, on<strong>de</strong> se po<strong>de</strong> inserir e manipular: dados, fórmulas, informações, entre<br />

outros. Porém apesar <strong>de</strong> sua po<strong>de</strong>rosa característica, há transações que não são<br />

possíveis <strong>de</strong> realizar em sua interface, como ligar pequenas informações isoladas<br />

em <strong>um</strong> banco <strong>de</strong> dados <strong>de</strong> <strong>um</strong>a folha <strong>de</strong> trabalho, unir informações, automatizá-las.<br />

Para executar estas transações mais complexas faz-se necessário programá-lo,<br />

utilizando o recurso <strong>de</strong> linguagem <strong>de</strong> programação VBA (ROMAN, 2002).<br />

Em 1994 foi lançado o Excel 5 (Windows 3.1®) com a primeira versão<br />

agrupada com VBA. O sucesso alcançado foi além do esperado, e a Microsoft


<strong>de</strong>cidiu expandir a unificação do VBA para os <strong>de</strong>mais aplicativos: Word, Access,<br />

Power Point, que veio a lançar no Office 97® (DARLINGTON,2004).<br />

A utilização do VBA e ferramentas subsidiadas nos aplicativos do Excel e<br />

Access para criar programas, são <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> facilida<strong>de</strong>, já que fazem parte do<br />

Windows®, não necessitando a obtenção <strong>de</strong> outra plataforma para o<br />

<strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> software, assim como, investimento adicional. Somente é<br />

necessário operar os aplicativos <strong>de</strong>ssa plataforma (Windows®), e alguns<br />

conhecimentos avançados das ferramentas do Excel, formação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong><br />

dados em Access e lógica funcional.<br />

Conforme Darlington (2004, p. 19) e Carmona (2006), o VBA tem como<br />

propósito criar e automatizar aplicações no excel, ou seja, a<strong>um</strong>entar a capacida<strong>de</strong><br />

do aplicativo on<strong>de</strong> se encontra hospedado. É utilizado, primariamente, para controlar<br />

os aspectos relacionados com a aplicação anfitriã, incluindo a manipulação da<br />

interface do usuário, tais como menus, barras <strong>de</strong> ferramentas, formulários, relatórios,<br />

caixas <strong>de</strong> diálogos,etc.<br />

A linguagem VBA (Visual Basic for Application), também é subsidiada no<br />

ambiente Acess. Acess é <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> gerenciador <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados, on<strong>de</strong> as<br />

informações contidas po<strong>de</strong>m relacionar entre si, facilitando o armazenamento e<br />

recuperação <strong>de</strong> dados através <strong>de</strong> automatização <strong>de</strong> tarefas ( RONCONI, 2007,p.11).<br />

Uma das principais características do aplicativo Access é a sua habilida<strong>de</strong><br />

para trabalhar com dados externos, pois seu ambiente operacional, utilizando a<br />

linguagem VBA, possibilita realizar importação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados, arquivos <strong>de</strong> texto<br />

e figuras <strong>de</strong> outros tipos <strong>de</strong> aplicativos e, até mesmo, exportar para <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> sua<br />

área <strong>de</strong> trabalho (WEMPEN, 2007).<br />

A utilização da linguagem VBA como interface entre aplicativos Excel e<br />

Access, possibilita a automatização e unificação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados e relatórios,<br />

os quais se constituem como <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> capaz <strong>de</strong> gerenciamento <strong>de</strong><br />

informação para várias áreas <strong>de</strong> aplicação.<br />

O VBA é <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação orientada a objeto, na qual os<br />

elementos da linguagem são tratados como objetos que transmitem mensagens<br />

entre si. Portanto, para trabalhar com VBA é necessário conhecer o conceito <strong>de</strong><br />

objeto e <strong>de</strong> mo<strong>de</strong>lo <strong>de</strong> objeto do Excel, on<strong>de</strong> o VBA esta hospedado (LAPPONI,<br />

2003).<br />

59


Um objeto po<strong>de</strong> ser <strong>de</strong>finido como “qualquer controle que possa ser<br />

manipulado, adquirindo <strong>um</strong>a forma diferente, po<strong>de</strong>ndo ser alterado por meio <strong>de</strong> suas<br />

proprieda<strong>de</strong>s e <strong>de</strong> seus métodos” (PINTO, 2005).<br />

Por outro lado, o método <strong>de</strong>ve se referir aquilo que o objeto executa. Sua<br />

função é dar instruções sobre a forma como o objeto <strong>de</strong>ve se comportar. Em certos<br />

métodos, é necessário fornecer arg<strong>um</strong>entos, tais como, as sentenças embasadas<br />

em estruturas lógicas (PINTO, 2005).<br />

Os métodos traduzem o comportamento <strong>de</strong> <strong>um</strong> objeto. Representam<br />

procedimentos que executam <strong>um</strong>a <strong>de</strong>terminada tarefa, que po<strong>de</strong> ser completada<br />

mediante a passagem <strong>de</strong> parâmetros. Correspon<strong>de</strong> a <strong>um</strong>a sequência <strong>de</strong> comandos<br />

executados para a realização <strong>de</strong> <strong>um</strong>a ou mais tarefas.<br />

É possível, através do VBA, confeccionar sequências <strong>de</strong> comando (inserção<br />

<strong>de</strong> botões <strong>de</strong> comando, imagens e caixas <strong>de</strong> texto), bem como, gerar gráficos e<br />

relatórios, tornando viável a elaboração <strong>de</strong> projetos e /ou programas mais<br />

personalizados e profissionais conforme a necessida<strong>de</strong> do usuário (PINTO,<br />

2005,p.10).<br />

A utilização do VBA como linguagem <strong>de</strong> programação traz inúmeras<br />

vantagens (CARMONA, 2006; DARLINGTON, 2004):<br />

Economia <strong>de</strong> código;<br />

<strong>Desenvolvimento</strong> modularizado, no qual se pensa no algoritmo por partes;<br />

Facilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>de</strong>puração ( correção e acompanhamento);<br />

Facilida<strong>de</strong> para alteração <strong>de</strong> dados (códigos);<br />

Generalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> código com o uso <strong>de</strong> parâmetros: algoritmos são escritos para<br />

situações genéricas;<br />

Possibilita <strong>de</strong>senvolver funções, fórmulas, operações, tarefas <strong>de</strong>ntro do<br />

aplicativo on<strong>de</strong> está hospedado; funções que não seriam possíveis somente<br />

com as ferramentas do aplicativo;<br />

Soluções criadas com VBA executam-se rapidamente, <strong>de</strong>vido à agregação no<br />

próprio <strong>sistema</strong> operacional;<br />

Permite escrever códigos que respon<strong>de</strong>m como ações, tarefas, e ao mesmo<br />

tempo, viabiliza as modificações (atualização) <strong>de</strong>sses.<br />

60


VBA é altamente compatível com <strong>sistema</strong> operacional Microsoft Windows®,<br />

qual é utilizado domesticamente e comercialmente, fator que a<strong>um</strong>enta a<br />

disponibilida<strong>de</strong> e facilita <strong>de</strong> acesso e aquisição da linguagem VBA. Esta é<br />

consi<strong>de</strong>rada, entre as linguagens <strong>de</strong> programação existente, <strong>um</strong>a das mais fáceis <strong>de</strong><br />

manipulação, sendo assim, recomendada para iniciantes na área <strong>de</strong> programação.<br />

61


3 MATERIAIS E MÉTODOS<br />

Neste capítulo <strong>de</strong>screvem-se os recursos e procedimentos utilizados no<br />

<strong>de</strong>senvolvimento da presente pesquisa. As ativida<strong>de</strong>s realizadas foram divididas<br />

nas seguintes etapas:<br />

Primeira Etapa: Delineamento das informações e coleta <strong>de</strong> dados a respeito da<br />

lubrificação industrial em campo, levantamento dos itens necessários à lubrificação<br />

(lubrificante, periodicida<strong>de</strong>, ferramental, entre outros), além da codificação <strong>de</strong><br />

máquinas e equipamentos, a fim <strong>de</strong> facilitar a localização <strong>de</strong>stes <strong>de</strong>ntro da área<br />

industrial. Nesta fase inclui-se a estruturação dos planos preventivos, os quais<br />

constituem a base do <strong>de</strong>senvolvimento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto para o<br />

gerenciamento dos mesmos e também a <strong>de</strong>finição dos requisitos que <strong>um</strong>a<br />

organização <strong>de</strong>ve estruturar previamente para suportar a instalação e utilização do<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />

Segunda Etapa: Esta compreen<strong>de</strong> a estruturação física da ferramenta, ou seja,<br />

realização da montagem e operação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, bem como,<br />

a ocorrência do fluxo <strong>de</strong> informações <strong>de</strong> forma hierarquizada.<br />

Terceira Etapa: Correspon<strong>de</strong> ao teste operacional e verificação dos pontos fortes<br />

e <strong>de</strong>ficientes do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> quanto a criação e gestão <strong>de</strong> planos<br />

preventivos da lubrificação em <strong>um</strong> complexo industrial.<br />

3.1 AMBIENTE DE TESTE PARA VERIFICAÇÃO DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />

PROPOSTO<br />

O ambiente <strong>de</strong> teste se caracteriza como Centro <strong>de</strong> Serviço <strong>de</strong> Corte e<br />

Estamparia <strong>de</strong> peças metálicas, além <strong>de</strong> fracionar bobinas metálicas para os<br />

mercados cons<strong>um</strong>idores como: automotivo, linha branca (eletrodoméstico), indústria<br />

eletrotécnica (painéis elétricos) e construção civil (chapas para conformação <strong>de</strong><br />

tubos e hastes), entre outros.<br />

A empresa on<strong>de</strong> foi <strong>aplicado</strong> o teste do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> situa-se na<br />

região metropolitana <strong>de</strong> Curitiba, sendo <strong>de</strong> procedência multinacional. A filial<br />

62


paranaense abriga mais <strong>de</strong> 200 funcionários, contendo em sua área <strong>de</strong> manufatura,<br />

sete linhas <strong>de</strong> produção voltadas a beneficiar bobinas <strong>de</strong> aço para outros processos<br />

industriais.<br />

Para avaliação da sistemática <strong>de</strong> montagem dos planos <strong>de</strong> lubrificação<br />

industrial, que constituem a base para confecção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto,<br />

estudou-se o processo <strong>de</strong> funcionamento das máquinas e equipamentos existentes<br />

na fábrica e i<strong>de</strong>ntificaram-se os pontos necessários para aplicação <strong>de</strong> lubrificante. A<br />

figura 4 ilustra os principais produtos fabricados nas linhas <strong>de</strong> produção <strong>de</strong> corte<br />

transversal e longitudinal <strong>de</strong> laminados à frio e quente e linhas produtivas <strong>de</strong><br />

prensagem <strong>de</strong> chapas metálicas.<br />

Figura 4 – Tipos <strong>de</strong> produtos manufaturados pelas linhas <strong>de</strong> produção na empresa do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produtos da empresa<br />

A seguir <strong>de</strong>talham-se as linhas produtivas e os principais equipamentos<br />

contidos nelas. Estes equipamentos foram <strong>de</strong>vidamente i<strong>de</strong>ntificados com<br />

nomeclatura TAG e incluídos nos planos <strong>de</strong> lubrificação.<br />

63


3.1.1 Linha <strong>de</strong> Corte Transversal<br />

A linha <strong>de</strong> corte transversal é capaz <strong>de</strong> fabricar peças <strong>de</strong> formato trapezoidais<br />

e lisos retangulares, com larguras <strong>de</strong> até 3000 mm e espessuras <strong>de</strong> até 25 mm na<br />

velocida<strong>de</strong> máxima <strong>de</strong> 150 m/min. Além do corte, o maquinário aplaina a bobina <strong>de</strong><br />

aço e empilha automaticamente as peças acabadas em paletes metálicos<br />

padronizados pelos clientes.<br />

Neste processo é possível o corte <strong>de</strong> produtos em dois tipos <strong>de</strong> matéria<br />

prima: bobinas laminadas a frio e bobinas laminadas a quente. O corte do produto a<br />

frio é voltado para manufatura da linha branca (eletrodomésticos), indústria<br />

eletrotécnica e montadoras automotivas. Por outro lado o corte das bobinas<br />

laminadas a quente, originárias <strong>de</strong> material mais grosseiro, é voltada à fabricação <strong>de</strong><br />

peças para o mercado da construção civil.<br />

O maquinário instalado para corte transversal neste centro <strong>de</strong> serviço é <strong>de</strong><br />

origem espanhola. O mesmo é dotado <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s eletromecânicos compostos <strong>de</strong>:<br />

corte arranque-parada, cisalhas (com<strong>um</strong>ente chamadas <strong>de</strong> tesouras), volante,<br />

cisalhas rotativas e cisalhas <strong>de</strong> alimentação direta (corte retilíneo), empilhadores<br />

automáticos com cilindros oscilantes (com<strong>um</strong>ente chamados <strong>de</strong> “braços do<br />

empilhador”), empilhadores eletromagnéticos ou <strong>de</strong> vácuo para erguer as chapas<br />

cortadas e colocar nos paletes, além <strong>de</strong> possuir aplainadoras <strong>de</strong> alta precisão para<br />

nivelamento da matéria prima durante o corte.<br />

A figura 5 ilustra imagens da linha produtiva com produtos e equipamentos.<br />

Figura 5 – Linha e produto <strong>de</strong> corte transversal.<br />

Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produto da empresa<br />

64


Os equipamentos que compoem a linha produtiva <strong>de</strong> corte transversal, sendo<br />

para laminados à frio e à quente, bem como, seus respectivos TAG’s<br />

(en<strong>de</strong>reçamento e i<strong>de</strong>ntificação ) , são apresentados no quadro 8.<br />

TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCT01 – 01 - XX<br />

LCT01 - 02 -XX<br />

LCT01 – 03 - XX<br />

LCT01 - 04 -XX<br />

LCT01 - 05 -XX<br />

LCT01 - 06 - XX<br />

LCT01 - 07 - XX<br />

LCT01 - 08 -XX<br />

LCT01 - 09 - XX<br />

LCT01 - 10 -XX1<br />

LCT01 - 11 - XX<br />

LCT01 - 12 - XX<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />

Mandril<br />

Centralizador EMG<br />

Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />

Aplanadora 17-63<br />

Aplanadora 21-40<br />

Azeitadora<br />

Mesa do Anel do Bucle<br />

Trator Alimentador<br />

65


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCT01 - 13 -XX<br />

LCT02 - 01 - XX<br />

LCT02 - 02 - XX<br />

LCT02 - 03 - XX<br />

LCT02 - 04 - XX<br />

LCT02 - 05 - XX<br />

LCT02 - 06 - XX<br />

LCT02 - 07 - XX<br />

LCT02 - 08 - XX<br />

LCT02 - 09 - XX<br />

LCT02 - 10 - XX<br />

LCT02 - 11 - XX<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />

à Quente<br />

Guilhotina Rotativa<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />

Centralizador EMG<br />

Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />

Aplanadora 15-100<br />

Aplanadora AG3<br />

Guias Laterais<br />

Trator Alimentador<br />

Guilhotina Rotativa<br />

Quadro 8 – TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte Transversal.<br />

Fonte: Dados da pesquisa – Autoria própria<br />

66


3.1.2 Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal<br />

O maquinário para corte longitudinal, também chamado <strong>de</strong> slitter (produto<br />

fracionado) , possibilita o fracionamento <strong>de</strong> bobinas laminadas à frio e à quente para<br />

posterior utilização <strong>de</strong> bobinas <strong>de</strong> menor dimensional em outros processos<br />

produtivos. Estas bobinas menores são usadas em indústrias <strong>de</strong> eletrodomésticos e<br />

construção civil (fabricação <strong>de</strong> tubos). A figura 6 ilustra os equipamentos e produtos<br />

proce<strong>de</strong>ntes <strong>de</strong>sta linha <strong>de</strong> manufatura.<br />

Figura 6 – Linha e produto <strong>de</strong> corte longitudinal.<br />

Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produto da empresa<br />

O maquinário das linhas <strong>de</strong> corte longitudinal instalados é também <strong>de</strong> origem<br />

espanhola, envolvendo consi<strong>de</strong>rável trabalho mecânico e vibração. Possuem<br />

módulos <strong>de</strong> endireitamento, aplainamento da bobina e fracionamento preciso com<br />

àrvores <strong>de</strong> facas circulares. Tem capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> corte na velocida<strong>de</strong> <strong>de</strong> 400 m/min<br />

para peças com largura <strong>de</strong> até 3000 mm e espessuras <strong>de</strong> até 25 mm.<br />

Esta linha é totalmente automatizada, incluso a troca <strong>de</strong> ferramenta (árvore <strong>de</strong><br />

facas circulares), a qual é executada através do painel <strong>de</strong> controle computadorizado.<br />

67


Os equipamentos e máquinas que compoem este processo produtivo e seus<br />

respectivos TAG´s são <strong>de</strong>scritos se seguir no quadro 9.<br />

TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCL01 - 01 -XX<br />

LCL01 - 02 -XX<br />

LCL01 - 03 - XX<br />

LCL01 - 04 - XX<br />

LCL01 - 05 - XX<br />

LCL01 - 06 - XX<br />

LCL01 - 07 - XX<br />

LCL01 - 08 - XX<br />

LCL01 - 09 - XX<br />

LCL01 - 10 - XX<br />

LCL01 - 11 - XX<br />

LCL01 - 12 - XX<br />

LCL01 - 13 - XX<br />

LCL01 - 14 - XX<br />

LCL01 - 15 - XX<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />

Mandril<br />

Centralizador <strong>de</strong> Bobina EMG<br />

Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />

En<strong>de</strong>reçadora <strong>de</strong> Bobina<br />

Guilhotina<br />

Mesas <strong>de</strong> Despontes<br />

Embarrador Trator<br />

Cisalha Circular I<br />

Cisalha Circular II<br />

Recolhedor <strong>de</strong> Recortes<br />

Rolo Desbarbador<br />

Mesa Anel <strong>de</strong> Bucle<br />

Tensionador <strong>de</strong> Correias<br />

68


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCL01 - 16 -XX<br />

LCL01 - 17 - 01<br />

LCL01 - 18 -XX<br />

LCL01 - 19 - XX<br />

LCL01 - 20 -XX<br />

LCL01 - 21 - XX<br />

LCL01 - 22 - XX<br />

LCL01 - 23 -XX<br />

LCL01 - 24 - XX<br />

LCL01 - 25 - XX<br />

LCL01 - 26 - XX<br />

LCL01 - 27 - XX<br />

LCL01 - 28 - XX<br />

LCL01 - 29 - XX<br />

LCL01 - 30 - XX<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Enrolador<br />

Carro <strong>de</strong> Manipulação <strong>de</strong><br />

Separadores<br />

69<br />

Carro <strong>de</strong> Descarga <strong>de</strong> Material<br />

Acabado<br />

Descarregador Rotativo<br />

Central Hidráulica<br />

Sistema Pne<strong>um</strong>ático<br />

Mesa Basculante<br />

Mesa <strong>de</strong> Câmbio <strong>de</strong> Direção<br />

Mesa <strong>de</strong> Rolos Giratórios<br />

Mesa <strong>de</strong> Cintagem<br />

Mesa <strong>de</strong> Centralização <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Carro do Eletro-Imã<br />

Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Empilhador<br />

Mesa do Empilhador


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCL01 - 31 - XX<br />

LCL02 - 01 - XX<br />

LCL02 - 02 - XX<br />

LCL02 - 03 - XX<br />

LCL02 - 04 - XX<br />

LCL02 - 05 - XX<br />

LCL02 - 06 - XX<br />

LCL02 - 07 - XX<br />

LCL02 - 08 - XX<br />

LCL02 - 09 - XX<br />

LCL02 - 10 - XX<br />

LCL02 - 11 - XX<br />

LCL02 - 12 - XX<br />

LCL02 - 13 - XX<br />

LCL02 - 14 - XX<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />

Mandril<br />

Centralizador <strong>de</strong> Bobina EMG<br />

Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />

En<strong>de</strong>reçadora <strong>de</strong> Bobina<br />

Guilhotina<br />

Mesas <strong>de</strong> Despontes<br />

Embarrador Trator<br />

Cisalha Circular I<br />

Cisalha Circular II<br />

Recolhedor <strong>de</strong> Recortes<br />

Rolo Desbarbador<br />

Mesa Anel <strong>de</strong> Bucle<br />

70


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCL02 - 15 - XX<br />

LCL02 - 16 - XX<br />

LCL02 - 17 - XX<br />

LCL02 - 18 - XX<br />

LCL02 - 19 -XX<br />

LCL02 - 20 - XX<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />

Quente<br />

Tensionador <strong>de</strong> Correias<br />

Enrolador<br />

Carro <strong>de</strong> Manipulação <strong>de</strong><br />

Separadores<br />

71<br />

Carro <strong>de</strong> Descarga <strong>de</strong> Material<br />

Acabado<br />

Descarregador Rotativo<br />

Central Hidráulica<br />

Quadro 9 – TAG dos equipamentos pertencentes as Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte Longitudinal.<br />

3.1.3 Linha <strong>de</strong> Prensas<br />

Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />

A linha <strong>de</strong> prensa tem a funcionalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> corte <strong>de</strong> blanks (peças <strong>de</strong> formatos<br />

complexos em chapas laminadas a frio), para atendimento ao mercado automotivo,<br />

com utilização <strong>de</strong> matéria prima conformada a frio.<br />

Neste processo há aplainamento da bobina e corte da mesma sob pressão da<br />

matriz (ferramenta). Posteriormente, as chapas são empilhadas automaticamente<br />

pelo empilhador já em paletes metálicos exigidos pelo cliente. O maquinário é capaz<br />

<strong>de</strong> fabricar diversos formatos com as exigências dimensionais requeridas, bem<br />

como, com excelente qualida<strong>de</strong> superficial, <strong>um</strong>a vez que a maioria do produto<br />

acabado passa por processo <strong>de</strong> estampagem e pintura em indústrias montadoras <strong>de</strong><br />

automóveis. Na figura 7 ilustra <strong>um</strong>a das linhas <strong>de</strong> prensagem <strong>de</strong> bobinas.


Figura 7 – Linha <strong>de</strong> prensa e produto <strong>de</strong> corte blanks.<br />

Fonte: Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produto da empresa do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

As prensas são <strong>de</strong> origem alemã, com requisitos <strong>de</strong> lubrificação constante<br />

<strong>de</strong>vido ao esforço mecânico exigido na operação da transmissão hidráulica com<br />

<strong>sistema</strong> <strong>de</strong> refrigeração integrado. No quadro 10 segue a i<strong>de</strong>ntificação, em códigos<br />

referentes aos TAG’s das máquinas e equipamentos que fazem parte <strong>de</strong>sta linha <strong>de</strong><br />

produção.<br />

TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCP01-01-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Carro <strong>de</strong> Carga<br />

LCP01-02-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Desenrolador<br />

LCP01-03-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Suporte do Mandril<br />

72


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCP01-04-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Abridor <strong>de</strong> Espiras<br />

LCP01-05-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Trator Defletor <strong>de</strong> Tesouras<br />

LCP01-06-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />

LCP01-07-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Azeitadora <strong>de</strong> Chapas<br />

LCP01-08-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Aplanadora 15-100<br />

LCP01-09-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Fossa do Bucle<br />

LCP01-10-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Alimentador Final <strong>de</strong> Bobinas<br />

LCP01-11-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Mesa Prensadora<br />

LCP01-12-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Prensa 17<br />

LCP01-13-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />

Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador Lateral<br />

LCP01-14-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Empilhador Lateral<br />

LCP01-15-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Mesa do Empilhador Lateral<br />

LCP01-16-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />

LCP01-17-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />

Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador Lateral<br />

Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador Frontal<br />

LCP01-18-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Empilhador Frontal<br />

LCP01-19-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />

Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador Frontal<br />

LCP02-01-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Carro <strong>de</strong> Carga<br />

LCP02-02-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Desenrolador<br />

LCP02-03-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Suporte do Mandril<br />

LCP02-04-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Abridor <strong>de</strong> Espiras<br />

LCP02-05-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Trator Defletor <strong>de</strong> Tesouras<br />

LCP02-06-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />

LCP02-07-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Azeitadora <strong>de</strong> Chapas<br />

73


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCP02-08-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Aplanadora 15-100<br />

LCP02-09-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Fossa do Bucle<br />

LCP02-10-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Alimentador Final <strong>de</strong> Bobinas<br />

LCP02-11-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Mesa Prensadora<br />

LCP02-12-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Prensa 17<br />

LCP02-13-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />

LCP02-14-XX<br />

Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador Lateral<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Empilhador Lateral<br />

LCP02-15-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Mesa do Empilhador Lateral<br />

LCP02-16-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />

LCP02-17-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />

Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador Lateral<br />

Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador Frontal<br />

LCP02-18-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Empilhador Frontal<br />

LCP02-19-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />

LCP03-01-XX<br />

LCP03-02-XX<br />

LCP03-03-XX<br />

LCP03-04-XX<br />

LCP03-05-XX<br />

LCP03-06-XX<br />

LCP03-07-XX<br />

LCP03-08-XX<br />

LCP03-09-XX<br />

LCP03-10-XX<br />

LCP03-11-XX<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador Frontal<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Suporte do Mandril<br />

Desenrolador<br />

Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />

Centralizador EMG<br />

Carro <strong>de</strong> Despontes<br />

Mesa <strong>de</strong> Despontes <strong>de</strong><br />

Interconexão<br />

Lubrificador <strong>de</strong> Chapas<br />

Aplanadora 17-40<br />

Fossa do Bucle<br />

Trator Cíclico<br />

74


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />

LCP03-12-XX<br />

LCP03-13-XX<br />

LCP03-14-XX<br />

LCP03-15-XX<br />

LCP03-16-XX<br />

LCP03-17-XX<br />

LCP03-18-XX<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />

Dama)<br />

Mesas Móveis<br />

Sistema Hidráulico<br />

Sistema Pne<strong>um</strong>ático<br />

Prensa 16<br />

Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador Lateral<br />

Empilhador<br />

Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador Lateral<br />

Quadro 10 – TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Prensagem .<br />

3.1.4 Máquinas Empilha<strong>de</strong>iras<br />

Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />

A empresa possui sete máquinas empilha<strong>de</strong>iras proce<strong>de</strong>ntes dos seguintes<br />

países; E.U.A, Alemanha e Japão. Elas tem capacida<strong>de</strong> para carregamento <strong>de</strong> 4,5 e<br />

7 toneladas. As empilha<strong>de</strong>iras apóiam no carregamento <strong>de</strong> produto acabado da área<br />

<strong>de</strong> produção para o armazenamento, e <strong>de</strong>ste, para o carregamento em caminhões<br />

nas docas (área logística).<br />

Este equipamento necessita <strong>de</strong> lubrificante para suavizar o atrito entre<br />

superfícies metálicas <strong>de</strong> elementos <strong>de</strong> máquina, bem como, na refrigeração e<br />

transmissão <strong>de</strong> força (óleo hidráulico para elevação da torre). Na figura 22<br />

apresenta-se <strong>um</strong> dos mo<strong>de</strong>los <strong>de</strong> empilha<strong>de</strong>iras utilizadas no meio fabril estudado. A<br />

relação das máquinas empilha<strong>de</strong>iras com seus respectivos TAG´s é res<strong>um</strong>ida no<br />

quadro 11.<br />

75


Figura 8 – Máquina empilha<strong>de</strong>ira LINDE 4,5 toneladas<br />

Fonte: Manual da empilha<strong>de</strong>ira LINDE AI501.<br />

TAG MÁQUINA PRODUTIVA<br />

EMP01 - XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Hyster 155 / 7 ton.<br />

EMP02 - XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Yale 1333 / 7 ton.<br />

EMP03 - XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Mitsubishi / 7 ton.<br />

EMP04- XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Clark / 7 ton.<br />

EMP05- XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Lin<strong>de</strong> AI500 / 4,5 ton.<br />

EMP06- XX -XX Empilha<strong>de</strong>ira Lin<strong>de</strong> AI501 / 4,5 ton.<br />

EMP07- XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Lin<strong>de</strong> AI502 / 4,5 ton.<br />

Quadro 11 – TAG dos equipamentos das empilha<strong>de</strong>iras.<br />

Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />

76


É importante salientar que <strong>um</strong>a das dificulda<strong>de</strong>s encontradas na montagem<br />

dos planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>stas máquinas empilha<strong>de</strong>iras foi o fator <strong>de</strong><br />

incompatibilida<strong>de</strong> técnica entre elas (fabricantes diferentes) e a falta <strong>de</strong> histórico e<br />

manual das mesmas, além <strong>de</strong> várias adaptações <strong>de</strong> elementos mecânicos<br />

irregulares em sua estrutura interna e externa.<br />

3.2 ETAPA I - PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA LUBRIFICAÇÃO<br />

INDUSTRIAL<br />

Na coleta das informações necessárias para confecção <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> voltado a auxiliar a gestão da lubrificação industrial, <strong>de</strong>ve-se<br />

compreen<strong>de</strong>r, primeiramente, todo o processo da Lubrificação <strong>de</strong> máquinas e<br />

equipamentos <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong> complexo industrial e, posteriormente orientar essas<br />

informações <strong>de</strong> forma organizada e hierarquizda <strong>de</strong>ntro dos processos. Esta forma<br />

<strong>de</strong> disposição das informações possibilita <strong>um</strong> melhor planejamento e controle das<br />

variáveis relacionadas à lubrificação, diminuindo os custos <strong>de</strong> manutenção.<br />

Uma planta industrial abriga diversas máquinas mecânicas e elétricas que<br />

possuem os mais variados elementos e equipamentos, tais como, engrenagens,<br />

motores, transformadores, redutores, correntes, cabos <strong>de</strong> aço (ponte rolante),<br />

centrais hidráulicas, eixos, rolamentos, entre outros, que necessitam <strong>de</strong> lubrificação<br />

contínua e/ou periódica para seu funcionamento. Assim para manter <strong>um</strong>a<br />

lubrificação eficiente neste meio, faz-se necessário estruturá-la <strong>de</strong> forma controlável<br />

e programável, ou seja, é preciso, planejar, programar, executar e controlar a<br />

lubrificação conjuntamente com <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, o qual possibilita maior<br />

rapi<strong>de</strong>z na geração <strong>de</strong> dados, informações e manutenção <strong>de</strong> histórico.<br />

Na elaboração <strong>de</strong> <strong>um</strong> planejamento <strong>de</strong> lubrificação é necessário estabelecer<br />

as tarefas a serem realizadas (ex.: lubrificar, limpar, verificar nível <strong>de</strong> óleo, entre<br />

outros), além <strong>de</strong> especificar <strong>um</strong> tempo médio <strong>de</strong> execução em termos <strong>de</strong><br />

homens/hora, para alocacão <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e controle dos recursos. Os pontos a<br />

serem lubrificados <strong>de</strong>vem ser controlados em relação às respectivas frequências <strong>de</strong><br />

lubrificação, sejam estas diária, semanal, mensal, bimestral, semestral, anual, entre<br />

outros, e às referidas quantida<strong>de</strong>s do lubrificante <strong>aplicado</strong>.<br />

77


Inicialmente, <strong>de</strong>vem-se i<strong>de</strong>ntificar todos os pontos <strong>de</strong> lubrificação, as tarefas<br />

a serem executadas, os tempos necessários e a periodicida<strong>de</strong> a<strong>de</strong>quada <strong>de</strong> cada<br />

máquina e/ou equipamento. Posteriormente, <strong>de</strong>ve-se <strong>de</strong>finir, ao menos, <strong>um</strong><br />

calendário anual para execução da lubrificação; este proverá a organização dos<br />

planos <strong>de</strong> lubrificação em agrupamentos períodicos, in<strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntemente da área,<br />

máquina e equipamento que o pertença.<br />

A montagem do plano <strong>de</strong> lubrificação caracteriza-se pelo levantamento e<br />

registro <strong>de</strong> todas as informações relevantes aos pontos a serem lubrificados,<br />

informações que permitam posteriormente, planejar e manter o controle da<br />

lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos .<br />

Um dos objetivos perseguidos na montagem <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano preventivo é que<br />

ele <strong>de</strong>ve ser o mais racional possível, a fim <strong>de</strong> obter o máximo <strong>de</strong> produtivida<strong>de</strong> do<br />

executor e <strong>de</strong> lubrificante, sem se afundar em burocracias <strong>de</strong>snecessárias e/ou<br />

dados irrelevantes para o processo. Segue-se a <strong>de</strong>scrição das informações<br />

indispensáveis para a elaboração do roteiro eficiente <strong>de</strong> lubrificação:<br />

Lista técnica <strong>de</strong> máquinas e equipamentos contendo a <strong>de</strong>scrição <strong>de</strong>ste, o setor<br />

<strong>de</strong> localização e seu en<strong>de</strong>reçamento provido pela codificação do TAG<br />

(i<strong>de</strong>ntificação);<br />

I<strong>de</strong>ntificação dos pontos a serem lubrificados, bem como, o número <strong>de</strong>stes a<br />

serem atendidos;<br />

Periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong> relubrificação (frequência <strong>de</strong> aplicação, ou seja, tempo entre<br />

<strong>um</strong>a lubrificação e outra);<br />

Especificação do lubrificante recomendado, ressaltando suas proprieda<strong>de</strong>s<br />

físicas e químicas (classificação: tóxico ou atóxico);<br />

Serviços a serem executados (aplicação do lubrificante e/ou inspeção do nível<br />

etc.);<br />

Quantida<strong>de</strong> i<strong>de</strong>al <strong>de</strong> aplicação do lubrificante;<br />

Dispositivos necessários para a execução <strong>de</strong> cada lubrificação<br />

(métodos/ferramenta <strong>de</strong> aplicação: pincel, bomba, spray, entre outros);<br />

Estado <strong>de</strong> operação do maquinário para execução do trabalho <strong>de</strong> lubrificação<br />

(parado, ou em, funcionamento);<br />

78


Tempo médio para a execução dos serviços ligados à lubrificação, para previsão<br />

<strong>de</strong> utilização dos recursos h<strong>um</strong>anos.<br />

Estas informações compõem os atributos para estruturar e organizar o<br />

cadastro e alimentação <strong>de</strong> dados básicos para gerenciamento da lubrificação<br />

industrial. Estes atributos serão melhor <strong>de</strong>talhados e justificados nas etapas <strong>de</strong><br />

construção e aplicação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto.<br />

É importante salientar que o fator essencial <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano <strong>de</strong> lubrificação é a<br />

<strong>de</strong>terminação do lubrificante a<strong>de</strong>quado na quantida<strong>de</strong> e em tempo corretos, pois o<br />

excesso <strong>de</strong> lubrificante é tão prejudicial quanto a falta do mesmo no elemento<br />

mecânico. Adicionalmente a utilização do lubrificante ina<strong>de</strong>quado ocasiona<br />

contaminação química resultando no prejuízo das condições <strong>de</strong> funcionamento das<br />

máquinas e dos equipamentos com o aparecimento <strong>de</strong> <strong>de</strong>sgaste excessivo e<br />

aquecimento, acarretando falhas e interrupções no <strong>sistema</strong> produtivo.<br />

A escolha do lubrificante <strong>de</strong>ve estar relacionada ao <strong>sistema</strong> produtivo como<br />

<strong>um</strong> todo, e não somente à recomendação do fabricante do maquinário. Deve-se<br />

analisar as condições <strong>de</strong> trabalho das máquinas e equipamentos, tais como:<br />

temperatura, <strong>um</strong>ida<strong>de</strong>, carga <strong>de</strong> operação e possíveis modificações ocorridas no<br />

maquinário (troca <strong>de</strong> elementos <strong>de</strong> tamanho e/ou material diferente do original <strong>de</strong><br />

fábrica e/ou modificações na estrutura da máquina), a fim <strong>de</strong> <strong>de</strong>terminar as<br />

proprieda<strong>de</strong>s físico-químicas do lubrificante a ser <strong>aplicado</strong>. Devido a este fato, no<br />

plano <strong>de</strong> lubrificação, aconselha-se <strong>de</strong>signar, <strong>um</strong>a <strong>de</strong>scrição do lubrificante <strong>de</strong> forma<br />

genérica com suas principais proprieda<strong>de</strong>s e não pelo nome comercial, para que o<br />

mesmo possa ser adquirido pelos fornecedores <strong>de</strong> lubrificantes.<br />

Mediante os itens e consi<strong>de</strong>rações apresentados para elaboração <strong>de</strong> planos<br />

preventivos <strong>de</strong> lubrificação, as informações necessárias à montagem foram<br />

or<strong>de</strong>nadas e tabuladas <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, conforme apresentado no<br />

quadro 12. As informações contidas neste quadro originaram-se da coleta <strong>de</strong> dados<br />

em campo na empresa <strong>de</strong> aplicação da presente pesquisa, durante a montagem dos<br />

planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, as quais seguirão a or<strong>de</strong>nação dos atributos<br />

básicos .<br />

79


Tag<br />

LCT01 - 08 - 01<br />

LCT01 - 08 - 02<br />

LCT01 - 08 - 03<br />

LCT01 - 08 - 04<br />

LCT01 - 08 - 05<br />

LCT01 - 08 - 06<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Equipamento Ponto Qtd Tarefa Lubrificante Qtd Dispositivo Tempo<br />

(min)<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Motor <strong>de</strong><br />

Acionamento<br />

Acoplamento<br />

do motor<br />

Caixa<br />

redutora<br />

Caixa <strong>de</strong><br />

cardãns<br />

Redutor do<br />

basculament<br />

o<br />

Redutor das<br />

guias <strong>de</strong><br />

limpeza<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1<br />

1<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

150 cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist.<br />

00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist.<br />

00<br />

0,2<br />

kg<br />

0,1<br />

kg<br />

2 l<br />

2 l<br />

0,2<br />

kg<br />

0,2<br />

kg<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />

Visor <strong>de</strong> Nível/<br />

Reposição<br />

Manual<br />

Visor <strong>de</strong> Nível/<br />

Reposição<br />

Manual<br />

11 Mensal<br />

15 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 3 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 4 Mensal<br />

Frequ. Status<br />

80<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento


Tag<br />

LCT01 - 08 - 07<br />

LCT01 - 08 - 08<br />

LCT01 - 08 - 09<br />

LCT01 - 08 - 10<br />

LCT01 - 08 - 11<br />

LCT01 - 08 - 12<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Equipamento Ponto Qtd Tarefa Lubrificante Qtd Dispositivo Tempo<br />

(min)<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Sistema <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

<strong>de</strong> graxa<br />

lado do<br />

motor<br />

Guias e fuso<br />

do <strong>sistema</strong><br />

<strong>de</strong> limpeza<br />

Guias do rolo<br />

trator<br />

Cremalheira<br />

do rolo trator<br />

Mancais do<br />

rolo trator<br />

Mancal do<br />

eixa cardã<br />

14 Lubrificar<br />

21 Lubrificar<br />

12 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

1,5<br />

kg<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 15 Mensal<br />

3 kg Pincel 20 Mensal<br />

0,5<br />

kg<br />

0,2<br />

kg<br />

0,3<br />

kg<br />

0,1<br />

kg<br />

Pincel 12 Mensal<br />

Pincel 15 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 3 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 3 Mensal<br />

Frequ. Status<br />

81<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora/<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento


Tag<br />

LCT01 - 08 - 13<br />

LCT01 - 08 - 14<br />

LCT01 - 08 - 15<br />

LCT01 - 08 - 16<br />

LCT01 - 08 - 17<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à Frio<br />

Equipamento Ponto Qtd Tarefa Lubrificante Qtd Dispositivo Tempo<br />

(min)<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Caixa <strong>de</strong><br />

transmissão<br />

do eixo<br />

cardã<br />

Cruzetas do<br />

eixo cardã<br />

Rolos da<br />

planadora<br />

12 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

24 Lubrificar<br />

Contra rolos 147 Lubrificar<br />

Redutores<br />

do contra<br />

rolo<br />

7 Lubrificar<br />

Quadro 12 – Exemplo <strong>de</strong> Plano <strong>de</strong> Lubrificação.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist.<br />

00<br />

0,5<br />

kg<br />

0,2<br />

kg<br />

1,5<br />

kg<br />

5,5<br />

kg<br />

0,7<br />

kg<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 30 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 50 Mensal<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 12 Mensal<br />

Frequ. Status<br />

82<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento


Para a construção <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é necessário estruturar <strong>um</strong><br />

banco <strong>de</strong> dados, com este banco <strong>de</strong> dados sendo composto <strong>de</strong> informações<br />

relativas à gestão da lubrificação. As informações do quadro 12 são fornecidas ao<br />

formato <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> lubrificação, os quais serão inseridos no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

proposto para a gestão da lubrificação do maquinário.<br />

O mo<strong>de</strong>lo do plano <strong>de</strong> lubrificação contém as informações <strong>de</strong> localização do<br />

equipamento e a quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> pontos a serem lubrificados, o tipo <strong>de</strong> lubrificante, o<br />

método a ser <strong>aplicado</strong> para executar a ação e o tempo médio da execução do<br />

trabalho para previsão da <strong>de</strong>manda <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra necessária.<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> auxilia na gestão dos planos, proporcionando<br />

agilida<strong>de</strong> e confiabilida<strong>de</strong> na geração <strong>de</strong>stes e na visualização dos períodos da<br />

execução, relatórios <strong>de</strong> quantida<strong>de</strong> e custos gerados no processo <strong>de</strong> lubrificação,<br />

referente às informações cadastradas e posteriormente registradas (histórico do<br />

<strong>sistema</strong>).<br />

O <strong>sistema</strong> ajuda no levantamento <strong>de</strong> indicadores <strong>de</strong> eficiência da execução<br />

<strong>de</strong> lubrificação (manutenção preventiva), bem como, dos relatórios <strong>de</strong> gastos e<br />

cons<strong>um</strong>os <strong>de</strong> lubrificante e mão <strong>de</strong> obra investido nos trabalhos <strong>de</strong> manutenção.<br />

Na figura 9 segue-se o fluxograma correspon<strong>de</strong>nte as etapas or<strong>de</strong>nadas<br />

para o planejamento das ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

83


Figura 9 – Fluxograma <strong>de</strong> planejamento <strong>de</strong> serviços <strong>de</strong> lubrificação industrial gerido<br />

em <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

Para tanto , <strong>um</strong>a organização empresarial <strong>de</strong>ve estabelecer <strong>um</strong> certo nível <strong>de</strong><br />

estrutura física e administrativa que possibilite a implantação e utilização do Sistema<br />

<strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido, tais requisitos se or<strong>de</strong>nam na seguinte forma:<br />

Formação <strong>de</strong> <strong>um</strong> PCM - Planejamento e Controle <strong>de</strong> Manutenção, para emitir e<br />

controlar a saída dos planos <strong>de</strong> lubrifcação e a posterior alimentação dos<br />

dados <strong>de</strong> execução das ativida<strong>de</strong>s realizadas <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>,<br />

para formação <strong>de</strong> histórico <strong>de</strong> manutenção;<br />

Quadro <strong>de</strong> funcionários tecnicamente treinados para execução dos planos <strong>de</strong><br />

lubrificação;<br />

Material e Ferramental a<strong>de</strong>quado para realizar as tarefas do roteiro <strong>de</strong><br />

lubrificação;<br />

84


Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> Computadores e manutenção <strong>de</strong> tecnologia <strong>de</strong> informação para<br />

garantir o funcionamento das máquinas que abrigam o Sistema Informatizado,<br />

além <strong>de</strong> garantir a segurança das informações;<br />

Levantamento <strong>de</strong> máquinas e equipamentos que necessitam <strong>de</strong> lubriifcação,<br />

bem como, a sua i<strong>de</strong>ntificação com nomenclatura TAG;<br />

Estes requisitos são <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> importância para implantação e para o<br />

perfeito funcionamento do Sistema na área <strong>de</strong> lubrificação industrial.<br />

3.3 ETAPA II - ESTRUTURA DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />

etapas:<br />

Na montagem do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> foram executadas as seguintes<br />

1) Definição da sequência das informações necessárias para a formação dos planos<br />

preventivos <strong>de</strong> lubrificação, os quais servem como banco <strong>de</strong> dados para a<br />

estruturação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto;<br />

2) Definição da linguagem <strong>de</strong> programação a ser utilizada para o <strong>de</strong>senvolvimento<br />

do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>;<br />

3) Construção das ações e operações do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, ou seja, inserção<br />

<strong>de</strong> algoritmos mediante lógica <strong>de</strong> programação;<br />

4) Composição da estrutura do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> buscando a inserção <strong>de</strong>:<br />

Interface prática e <strong>de</strong> fácil operação por parte do usuário;<br />

Links e atalhos através <strong>de</strong> botões i<strong>de</strong>ntificadores <strong>de</strong> funções como: cadastro <strong>de</strong><br />

equipamentos, lubrificantes, montagem <strong>de</strong> planos preventivos, cadastro <strong>de</strong> mão<br />

<strong>de</strong> obra, relatórios gerenciais <strong>de</strong> custos e <strong>de</strong>sempenho;<br />

85


Geração <strong>de</strong> relatórios <strong>de</strong> custos e gastos com recursos h<strong>um</strong>anos e materiais, este<br />

último referente a lubrificantes, bem como, a visualização gráfica <strong>de</strong>stes<br />

relatórios, o que auxilia na tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e na gestão do <strong>sistema</strong> <strong>de</strong><br />

lubrificação implantado;<br />

Gra<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificantes utilizados agregando seus respectivos valores monetários e<br />

classificação quanto à composição química;<br />

Relatório <strong>de</strong> cronograma, mediante periodicida<strong>de</strong> e calendário <strong>de</strong> execução pré-<br />

estabelecido, para emissão <strong>de</strong> planos preventivos possibilitando planejamento e<br />

controle das ativida<strong>de</strong>s relacionadas aos roteiros <strong>de</strong> lubrificação e previsão <strong>de</strong><br />

recursos relativos a execução <strong>de</strong>stas tarefas. Visualiza-se neste cronograma as<br />

datas atrasadas e futuras para reporgramação futura dos trabalhos e lançamento<br />

<strong>de</strong> dados <strong>de</strong> execução dos planos preventivos;<br />

Atalho para a linguagem <strong>de</strong> programação para possível mudança na estrutura do<br />

Sistema por parte do usuário (flexibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>), propiciando<br />

a a<strong>de</strong>quação e moldagem do <strong>sistema</strong> <strong>de</strong>senvolvido as particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> cada<br />

empresa;<br />

Compatibilida<strong>de</strong>, conexão e atalho para exportação <strong>de</strong> planos preventivos e<br />

relatórios para aplicativos Microsoft Office®, pdf (Acrobat Rea<strong>de</strong>r®) e texto;<br />

Inserção <strong>de</strong> senha para habilitação do <strong>sistema</strong>, a qual se justifica para proteção<br />

da informções e dados do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>;<br />

5) Possibilida<strong>de</strong> para validação e análise dos resultados quanto às funcionalida<strong>de</strong>s<br />

do Sistema Informatizado proposto.<br />

6) Sistema <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> baixo custo <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento e simplicida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />

implantação em meio industrial na gestão da lubrificação com foco preventivo.<br />

Salienta-se que o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> apenas auxilia na gestão da<br />

lubrificação preventiva, sendo que a confiabilida<strong>de</strong> das informações geradas é <strong>de</strong><br />

inteira responsabilida<strong>de</strong> do usuário, pois é o recurso h<strong>um</strong>ano que alimenta o <strong>sistema</strong><br />

com os dados e as informações. Assim o <strong>sistema</strong> somente armazena, processa e<br />

emite relatórios baseado nestas informações retidas, não retirando a<br />

86


esponsabilida<strong>de</strong>s dos gestores envolvidos na lubrificação industrial na tomada <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>cisão para melhoria contínua do processo.<br />

3.4 FORMAÇÃO DO BANCO DE DADOS E HIERARQUIZAÇÃO DAS<br />

INFORMAÇÕES<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto tem sua estrutura alicerçada em <strong>um</strong> banco<br />

<strong>de</strong> dados composto pelos planos <strong>de</strong> lubrificação industrial, o qual organiza suas<br />

informações em entida<strong>de</strong>s (tabelas). As entida<strong>de</strong>s reúnem conjuntos <strong>de</strong> registros<br />

que apresentam as mesmas características <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado local <strong>de</strong> instalação,<br />

máquina e/ou equipamento, sendo o histórico formado pelos registros das<br />

ocorrências alimentadas no <strong>sistema</strong>.<br />

A alimentação <strong>de</strong> dados (repositório <strong>de</strong> registros) é armazenada em locais<br />

específicos <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong>, <strong>de</strong>signados como campos <strong>de</strong> atributos. Ao se atribuir<br />

valores a estes campos, forma-se <strong>um</strong> conjunto <strong>de</strong> registros <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> ,<br />

mantendo-se assim <strong>um</strong> histórico <strong>de</strong> ações e ocorrências ligadas à lubrificação<br />

industrial e <strong>um</strong>a base <strong>de</strong> dados geradora <strong>de</strong> informações para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão<br />

em prol da melhoria contínua do processo, planejamento <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s e/ou<br />

atualizações (figura 10).<br />

87


Figura 10 – Relações <strong>de</strong> tabelas e registros (informações) no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

A inter<strong>de</strong>pendência dos conjuntos <strong>de</strong> dados agrupados em módulos é<br />

realizada para individualizar as informações relacionadas a <strong>um</strong>a chave primária<br />

(i<strong>de</strong>ntificador). Caso seja necessário relatórios das informações contidas em <strong>um</strong><br />

módulo, basta reunir as informações alimentadas (registros) <strong>de</strong> <strong>um</strong>a chave primária<br />

através <strong>de</strong> filtros.<br />

na figura 11.<br />

O esquema dos elementos que compõem o banco <strong>de</strong> dados é apresentado<br />

88


Figura 11 – Esquema dos elementos <strong>de</strong> composição <strong>de</strong> <strong>um</strong> banco <strong>de</strong> dados e geração <strong>de</strong><br />

relatórios.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

É importante ressaltar que os valores registrados <strong>de</strong> <strong>de</strong>terminados atributos<br />

(campos) do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> precisam ser sempre diferentes nas entida<strong>de</strong>s<br />

(tabelas). Estes valores i<strong>de</strong>ntificam ocorrências relativas a <strong>um</strong>a máquina e/ou<br />

equipamento. Assim, para possibilitar a alimentação <strong>de</strong> registros <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado<br />

maquinário, <strong>de</strong>ve-se criar <strong>um</strong> código i<strong>de</strong>ntificador para cada máquina, equipamento<br />

e linha <strong>de</strong> produção, hierarquizando, e ao mesmo tempo, individualizando as<br />

informações. A este código i<strong>de</strong>ntificador dá-se o nome <strong>de</strong> TAG, que é o<br />

en<strong>de</strong>reçamento do maquinário industrial.<br />

En<strong>de</strong>reçar o maquinário é <strong>de</strong> extrema importância para o cadastro <strong>de</strong>ste no<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> e para a geração <strong>de</strong> informações que facilitem <strong>um</strong> pleno<br />

planejamento e controle da lubrificação industrial.<br />

As notificações <strong>de</strong> intervenção são alimentadas no <strong>sistema</strong> e mantidas no<br />

banco <strong>de</strong> dados. Para executar a busca <strong>de</strong>stes dados e/ou informações <strong>de</strong> forma<br />

completa, rápida e eficiente, é necessário a construção <strong>de</strong> filtros <strong>de</strong> pesquisas, os<br />

89


quais possibilitam obter informações e dados requeridos a partir do código<br />

i<strong>de</strong>ntificador (chave primária) cadastrado, ou seja, o TAG.<br />

Adicionar <strong>um</strong> i<strong>de</strong>ntificador a cada conjunto <strong>de</strong> registros facilita o<br />

gerenciamento do banco <strong>de</strong> dados, a<strong>um</strong>entando a sua eficiência e agilida<strong>de</strong> na<br />

obtenção <strong>de</strong> informações, mesmo que estas informações estejam em diferentes<br />

tabelas. O i<strong>de</strong>ntificador também serve para direcionar as informações a <strong>um</strong> elemento<br />

específico do maquinário; <strong>de</strong>sta maneira, a codificação <strong>de</strong>sta chave primária não<br />

po<strong>de</strong>rá ser duplicada e/ou nula.<br />

O i<strong>de</strong>ntificador TAG é <strong>um</strong>a chave primária composta, a qual é constituída <strong>de</strong><br />

vários números e símbolos alfabéticos que individualizam cada equipamento a ser<br />

lubrificado e, ao mesmo tempo agregando-o ao seu local <strong>de</strong> instalação (linha<br />

produtiva a qual pertence), po<strong>de</strong>ndo ser vinculada a <strong>um</strong>a hierarquia <strong>de</strong>ntro do<br />

<strong>sistema</strong> produtivo.<br />

O TAG, além <strong>de</strong> individualizar cada maquinário também estabelece a<br />

localização física <strong>de</strong>ste na área industrial . Logo, a construção do TAG contem <strong>um</strong>a<br />

referência <strong>de</strong>scrita por códigos, tendo como base a estrutura a seguir:<br />

On<strong>de</strong>:<br />

XXXXX – XX – XX<br />

1- Código <strong>de</strong> Setor (Linha produtiva)<br />

1 2 3<br />

2- Código da Máquina e/ou Equipamento<br />

3- Código do equipamento e/ou ponto especificado <strong>de</strong>ntro da área <strong>de</strong><br />

en<strong>de</strong>reçamento<br />

O quadro 13 mostra alg<strong>um</strong>as das estruturas <strong>de</strong> TAG’s existentes na empresa<br />

<strong>de</strong> aplicação <strong>de</strong> teste do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto.<br />

90


TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO PONTO<br />

LCT01 - 01 - 01<br />

LCT01 - 02 - 01<br />

LCT01 - 03 - 01<br />

LCT01 - 04 - 01<br />

LCT01 - 05 - 01<br />

LCT01 - 06 - 01<br />

LCT01 - 07 - 01<br />

LCT01 - 08 - 01<br />

LCT01 - 09 - 01<br />

LCT01 - 10 - 01<br />

LCT01 - 11 - 01<br />

LCT01 - 12 - 01<br />

LCT01 - 13 - 01<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Linha <strong>de</strong> Corte<br />

Transversal Laminado<br />

à Frio<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Desenrolador <strong>de</strong><br />

Bobina<br />

Rolos do carro <strong>de</strong><br />

carga<br />

Castanhas da rampa do<br />

mandril<br />

Mandril Guia do cilindro<br />

Centralizador EMG Fuso e guias<br />

Mesa Abridora <strong>de</strong><br />

Espiras<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />

Articulações dos<br />

cilindros<br />

Guias dos rolos trator<br />

superior e inferior<br />

Olhais dos cilindros da<br />

mesa<br />

Aplanadora 17-63 Motor <strong>de</strong> Acionamento<br />

Aplanadora 21-40<br />

Azeitadora<br />

Mesa do Anel do<br />

Bucle<br />

Sistema <strong>de</strong> distribuição<br />

<strong>de</strong> graxa<br />

Conjunto elevação dos<br />

rolos inferiores<br />

Rolos <strong>de</strong> apoio da mesa<br />

Trator Alimentador Fuso das guias do trator<br />

Guilhotina Rotativa<br />

Quadro 13 – Estruturas <strong>de</strong> TAG - linha <strong>de</strong> corte transversal<br />

Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />

Mancais do Motor <strong>de</strong><br />

acionamento<br />

91


A correta i<strong>de</strong>ntificação dos equipamentos constitui <strong>um</strong> fator crítico para a<br />

eficiência do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> tanto na localização física para execução <strong>de</strong><br />

serviços, como da gestão da lubrificação. Esta tarefa não é trivial, pois não basta<br />

apenas alinhar dígitos n<strong>um</strong>a sequência lógica <strong>de</strong> interação, sem que a estrutura<br />

<strong>de</strong>ssa sequência esteja ligada essencialmente a critérios <strong>de</strong> operacionalida<strong>de</strong> e<br />

hierarquia no <strong>sistema</strong> produtivo.<br />

O código i<strong>de</strong>ntificador <strong>de</strong> cada equipamento é agregado a <strong>um</strong>a lista técnica<br />

(ou roteiro <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s), a qual <strong>de</strong>screve <strong>um</strong>a or<strong>de</strong>nação das tarefas <strong>de</strong><br />

lubrificação que <strong>de</strong>vem ser realizadas repetidamente em área fabril, mediante <strong>um</strong>a<br />

frequência (periodicida<strong>de</strong>) pré-estabelecida. Estas listas (roteiros) constituem a base<br />

<strong>de</strong> formação dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial que serão gerenciados<br />

através do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto.<br />

A lista técnica serve para padronizar os processos <strong>de</strong> trabalho da lubrificação,<br />

possibilitando assim maior eficiência no planejamento e controle das ativida<strong>de</strong>s<br />

ligadas à manutenção. Estes roteiros contem informações sobre operações<br />

individuais, tempo requerido das tarefas e recursos necessários (ins<strong>um</strong>os e mão <strong>de</strong><br />

obra) para a execução da lubrificação do maquinário.<br />

A figura 12 ilustra as informações técnicas fundamentais para a composição<br />

<strong>de</strong> lista técnica <strong>de</strong> lubrificação industrial.<br />

Operação/Descrição Trabalho a ser executado<br />

Centro <strong>de</strong> Trabalho responsável pela execução<br />

Status do equipamento para realização das tarefas<br />

Material (ins<strong>um</strong>os, ferramental)<br />

Tempo <strong>de</strong> execução<br />

Frequencia (periodicida<strong>de</strong>)<br />

Lista <strong>de</strong> Tarefas – TAG ( Local <strong>de</strong> Instalação/Máquina<br />

Mãe/Equipamento)<br />

Figura 12 – Árvore das informações técnicas <strong>de</strong> lista <strong>de</strong> tarefas ou roteiros.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

92


O conjunto <strong>de</strong> informações das listas técnicas forma os planos <strong>de</strong> lubrificação<br />

industrial a serem gerados pelo <strong>sistema</strong> e executados pelos manutentores. Dentro<br />

do <strong>sistema</strong> as informações relacionadas aos equipamentos, cadastro e roteiros dos<br />

planos <strong>de</strong> lubrificação, <strong>de</strong>vem se reger <strong>de</strong> acordo com <strong>um</strong>a hierarquia, a fim <strong>de</strong><br />

possibilitar a geração <strong>de</strong> relatórios <strong>de</strong> eficiência da execução das ativida<strong>de</strong>s e seus<br />

custos envolvidos; além disso, facilitar a análise das informações <strong>de</strong> <strong>um</strong>a máquina<br />

e/ou equipamento específico.<br />

A hierarquia global a ser respeitada para confecção dos planos preventivos e<br />

o gerenciamento <strong>de</strong> suas informações <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é<br />

apresentada na figura 13.<br />

Figura 13 – Hierarquia <strong>de</strong> objetos técnicos para elaboração dos planos <strong>de</strong> lubrificação e<br />

gerenciamento no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

93


A hierarquização se justifica pelo estabelecimento <strong>de</strong> informações<br />

necessárias a gestão da lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos <strong>de</strong>ntro do âmbito<br />

industrial. A disposição da montagem hierarquizada <strong>de</strong> máquinas, equipamentos e<br />

suas informações mantidas através <strong>de</strong> registros continuadamente alimentados,<br />

po<strong>de</strong>rão ser acessados rapidamente através do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, a<br />

fim <strong>de</strong>, proporcionar dados suficientes para a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, o que<br />

consequentemente maximizará o rendimento operacional do maquinário <strong>de</strong>ntro do<br />

complexo industrial.<br />

3.4.1 CONSTRUÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />

APLICADO AO GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO<br />

INDUSTRIAL<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é voltado a função <strong>de</strong> gerir integradamente as<br />

informações relativas à manutenção preventiva da lubrificação industrial, existindo<br />

assim, <strong>um</strong>a or<strong>de</strong>m para a criação dos atributos (campos <strong>de</strong> informação e<br />

preenchimento) <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong> para que haja dados e ligações entre eles<br />

possibilitando as ações <strong>de</strong> gestão. É esta estrutura que possibilita o fluxo <strong>de</strong> dados<br />

em <strong>um</strong>a direção única e interligada, or<strong>de</strong>nando a geração das informações <strong>de</strong> forma<br />

concisa e interpretável.<br />

A figura 14 apresenta tal estrutura construtiva <strong>de</strong> atributos e ligações entre<br />

eles <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />

94


Figura 14 - Estrutura e funcionamento dos planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

A seguinte fase correspon<strong>de</strong> à construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto<br />

na pesquisa. Os esboços das idéias, juntamente com as <strong>de</strong>scrições <strong>de</strong>talhadas das<br />

informações necessárias (atributos) para a gestão da lubrificação, permitirão a<br />

criação do produto final.<br />

Cada passo leva à elaboração <strong>de</strong> <strong>um</strong>a fase do Sistema, seja o fato <strong>de</strong> criar e<br />

cadastrar o TAG <strong>de</strong> <strong>um</strong> equipamento, ou realizar <strong>um</strong>a tarefa mais complexa, como<br />

montar e gerar os planos <strong>de</strong> lubrificação com todas as informações necessárias para<br />

a execução das ativida<strong>de</strong>s ligadas a este.<br />

Neste trabalho o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido é subdividido por<br />

módulos específicos, o que facilita tanto o cadastro <strong>de</strong> novas informações como a<br />

realimentação <strong>de</strong> dados e realização <strong>de</strong> consulta <strong>de</strong>stes. Uma estrutura composta<br />

95


por orientação modular permite a distribuição cadastral <strong>de</strong> dados e informações<br />

conforme os vários atributos e procedimentos necessários e execução e<br />

gerenciamento da lubrificação industrial. Logo foram implementados neste módulos,<br />

funções cadastrais, operacionais e relatórios com <strong>um</strong>a interface mais simples e<br />

prática para utilização e obtenção <strong>de</strong> informações por parte <strong>de</strong> seus usuários.<br />

Cada módulo está associado ao monitoramento, cadastro e, alguns, até à<br />

análise gráfica, sendo que esta disponibiliza indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho das tarefas<br />

ligadas a lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos e indicadores <strong>de</strong> cons<strong>um</strong>o e<br />

custos relativos a lubrificantes e mão <strong>de</strong> obra.<br />

Com base nos requisitos dos módulos e na especificação das informações<br />

necessárias a eles, <strong>de</strong>fine-se <strong>um</strong>a estrutura <strong>de</strong> dados capaz <strong>de</strong> armazenar dados<br />

que comandará o funcionamento dos módulos na gestão da lubrificação e seus<br />

recursos.<br />

Para compreen<strong>de</strong>r a estrutura modularizada, além <strong>de</strong>, facilitar o cadastro e<br />

junção <strong>de</strong> dados e informações, <strong>de</strong>monstrar-se-á na sequência os módulos criados<br />

e sua respectiva influência no funcionamento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido,<br />

ao qual foi atribuído o nome <strong>de</strong> LubControl.<br />

Salienta-se que para operação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> em questão, <strong>de</strong>ve-se<br />

instalá-lo no computador <strong>de</strong> utilização. Os passos para instalação e acesso ao<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> encontra-se no apêndice <strong>de</strong>sta dissertação ( VER APÊNDICE<br />

A).<br />

1 - Tela <strong>de</strong> Inicialização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

Esta tela é o principal módulo <strong>de</strong> acesso a todos os cadastros tanto <strong>de</strong><br />

atributos, quanto dos planospreventivos <strong>de</strong> lubrificação. Os meios <strong>de</strong> navegação são<br />

executados através dos ícones que encontram-se nesta tela principal, os quais<br />

direcionam aos cadastros e funcionalida<strong>de</strong>s <strong>de</strong>sejadas.<br />

A figura 15 ilustra a tela incial <strong>de</strong> navegação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

<strong>de</strong>senvolvido.<br />

96


Figura 15 - Tela <strong>de</strong> acesso inicial do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

2- Módulo <strong>de</strong> cadastro primário <strong>de</strong> atributos relativos à gestão da lubrificação<br />

industrial<br />

A construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> se inicia com o cadastramento dos<br />

itens necessários a serem gerenciados, sendo estes as linhas produtivas, máquinas,<br />

equipamentos, lubrificantes, centro <strong>de</strong> serviço, TAG, periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong> relubrificação<br />

e quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> tempo e lubrificante previstos.<br />

A alimentação <strong>de</strong>stes dados <strong>de</strong>ntros dos campos <strong>de</strong> atributos (informações)<br />

permite a formação <strong>de</strong> entida<strong>de</strong>s (tabelas) que integradas entre si, possibilitam a<br />

formação <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação. Os dados necessários ao cadastro<br />

<strong>de</strong>stes campos segue-se abaixo:<br />

Locais <strong>de</strong> Instalação, ou seja, todas as linhas produtivas que agregam os<br />

equipamentos;<br />

Lista mestra <strong>de</strong> equipamentos, a qual permite a formação <strong>de</strong> <strong>um</strong>a ficha <strong>de</strong><br />

equipamentos que serão ligados a <strong>um</strong>a linha produtiva, o que contribuirá com a<br />

montagem <strong>de</strong> planos preventivos e obtenção <strong>de</strong> dados na geração <strong>de</strong> relatórios<br />

gerenciais;<br />

97


I<strong>de</strong>ntificação precisa do status do equipamento para realização da ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />

lubrificação bem como a classificação química do lubrificante a ser <strong>aplicado</strong>,<br />

sendo este último <strong>de</strong> <strong>de</strong>finição crítica para o planejamento e execução dos<br />

roteiros <strong>de</strong> lubrificação;<br />

Formação <strong>de</strong> <strong>um</strong>a estrutura tronco <strong>de</strong> equipamentos, linhas produtivas,<br />

lubrificantes, centro <strong>de</strong> serviços, tarefas e unida<strong>de</strong>s para posterior consulta e<br />

geração <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, além <strong>de</strong> permitir rápida navegação<br />

e localização entres os itens cadastrados.<br />

Cadastro dos lubrificantes utilizados e suas particularidas como: classificação<br />

química, <strong>de</strong>scrição técnica e unida<strong>de</strong> <strong>de</strong> medida. Este cadastro facilita a inserção<br />

do lubrificante a<strong>de</strong>quado em cada ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong>ntro dos respectivos campos<br />

(atributos) do plano <strong>de</strong> lubrificação.<br />

Cadastro do centro <strong>de</strong> serviço especializado na execução das tarefas <strong>de</strong><br />

lubrificação juntamente com as <strong>de</strong>finições <strong>de</strong> unida<strong>de</strong> <strong>de</strong> tempo e custo da mão<br />

<strong>de</strong> obra utilizada na execução dos planos preventivos. Este cadastro aloca mão<br />

<strong>de</strong> obra a<strong>de</strong>quada cada tipo <strong>de</strong> trabalho e posteriormente possibilita gerar<br />

relatórios <strong>de</strong> tempo e custo <strong>aplicado</strong> na mão <strong>de</strong> obra realmente utilizada.<br />

Estes campos relacionados acima constituem a base para a formação do<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, os quais são <strong>de</strong>nominados atributos. Os atributos<br />

listados e <strong>de</strong>talhados foram <strong>de</strong>finidos e i<strong>de</strong>ntificados mediante pesquisa em campo e<br />

vivência profissional da autora da pesquisa. Eles são <strong>de</strong> extrema importância para a<br />

composição do banco <strong>de</strong> dados <strong>de</strong> maneira or<strong>de</strong>nada e sistmática e <strong>de</strong>finem o<br />

conjunto <strong>de</strong> informações para gerenciamento dos planos preventivos e recursos<br />

relacionados a lubrificação industrial.<br />

O cadastro <strong>de</strong> toda linha <strong>de</strong> produção, conjuntamente com a família <strong>de</strong><br />

máquinas e equipamentos, que fazem parte dos postos operativos do <strong>sistema</strong><br />

industrial, é efetuado através da ligação <strong>de</strong> cada <strong>um</strong> <strong>de</strong>sses elementos a <strong>um</strong>a chave<br />

primária, ou seja, <strong>um</strong>a i<strong>de</strong>ntificação baseada na nomenclatura dos TAG’s .<br />

Neste cadastramento cada atributo relativo a lubrificação será cadastrado<br />

separadamente, cada qual com suas especificações técnicas e/ou financeira para<br />

gerar a estrutura tronco. No módulo <strong>de</strong> montagem <strong>de</strong> planos preventivos, estas<br />

informações contidas nestes cadastros, serão posicionadas <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />

98


hierarquia, a está relacionada a funcionalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> cada elemento (máquina,<br />

equipamento, ponto) <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> produtivo.<br />

A figura 16 ilustra alg<strong>um</strong>as das principais telas <strong>de</strong> cadastro primário<br />

(máquinas, equipamento, linhas produtivas, quantida<strong>de</strong>s, tarefas, entre outros) ,<br />

vinculadas aos referidos atributos <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />

(início)<br />

99


100<br />

(continuação)


101<br />

(continuação)


102<br />

(conclusão)<br />

Figura 16 - Telas <strong>de</strong>monstrativas do módulo <strong>de</strong> cadastro <strong>de</strong> informações primárias para<br />

composição dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação.<br />

Fonte: Autoria própria


103<br />

O correto cadastro <strong>de</strong> cada <strong>um</strong> dos itens relacionados a lubrificação é <strong>de</strong><br />

extrema importância, pois são a base para o funcionamento do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> e posterior geração <strong>de</strong> planos preventivos, bem como, os relatórios<br />

gerenciais.<br />

3- Módulo <strong>de</strong> montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />

Este módulo constitui <strong>um</strong>a das pricipais entida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

proposto. Ele possibilita, não só cadastrar as etapas e tarefas necessárias na<br />

montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, mas também, como manual guia<br />

que direciona a coleta das funções e informações relevantes para a a<strong>de</strong>quada<br />

gestão da lubrificação e posterior inserção <strong>de</strong>stas no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Inicialmente, <strong>de</strong>ve-se unir todos os equipamentos a respectiva linha produtiva,<br />

em <strong>um</strong>a tela <strong>de</strong> cadastro geral, nesta também serão agregados os grupos <strong>de</strong><br />

tarefas, lubrificantes, unida<strong>de</strong>s e tempos necessários à montagem dos planos<br />

preventivos.<br />

A montagem dos planos preventivos se fundamenta nos seguintes aspectos:<br />

Descrição da tarefa a ser executada;<br />

Definição <strong>de</strong> rota com pontos <strong>de</strong> inspeção;<br />

Parâmetros para <strong>de</strong>finição da periodicida<strong>de</strong>;<br />

Planejamento completo <strong>de</strong> execuções conforme recursos disponíveis;<br />

Planejamento, registro e monitoramento do cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> recursos materiais,<br />

h<strong>um</strong>anos e financeiros;<br />

Gerenciamento da lubrificação através da emissão <strong>de</strong> planos preventivos, os<br />

quais são gerados e emitidos com com base na data <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong> cada<br />

ativida<strong>de</strong> contida no roteiro do plano <strong>de</strong> lubrificação.<br />

Abaixo seguem-se as telas <strong>de</strong> cadastro geral das rotas <strong>de</strong> lubrificação (figura<br />

17) e formação do banco <strong>de</strong> dados relativos ao plano preventivo.<br />

Salientando que cada ativida<strong>de</strong> do plano <strong>de</strong>ve ser cadastrada<br />

individualmente na tela do cadastro geral dos atributos e, posteriormente ligadas<br />

<strong>de</strong>ntro do cadastro do plano <strong>de</strong> lubrificação. Esta ação é feita através <strong>de</strong> ícones


<strong>de</strong>stinados a navegação entre estes dois cadastros, bem como, entre os <strong>de</strong>mais<br />

cadastros existentes no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />

104<br />

(início)


105<br />

(continuação)


(conclusão)<br />

Figura 17 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> cadastro <strong>de</strong> informações primárias a<br />

composição dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

106<br />

Neste mesmo módulo é possível visualizar os planos preventivos formados<br />

para impressão e exportá-los para outros tipos <strong>de</strong> aplicativos como Adobe Rea<strong>de</strong>r®<br />

(extensão pdf), Excel® e texto.


107<br />

Após a realização das ativida<strong>de</strong>s contidas no roteiro dos planos preventivos,<br />

alimentar-se-á as <strong>de</strong>vidas informações <strong>de</strong>sta execução <strong>de</strong>ntro do plano preventivo<br />

assim encerrá-lo <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, emitindo o mesmo roteiro <strong>de</strong><br />

ativida<strong>de</strong>s para a próxima data <strong>de</strong> execução, mediante periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong>finida.<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> mantém <strong>um</strong>a base histórica dos dados alimentados<br />

nos planos preventivos encerrados, o que, possibilita futuras consultas e geração <strong>de</strong><br />

relatórios gerenciais para acompanhamento das ocorrências <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro<br />

do <strong>sistema</strong> produtivo.<br />

4 - Módulo <strong>de</strong> frequência <strong>de</strong> relubrificação e abastecimento <strong>de</strong> informações<br />

Este recurso propicia <strong>um</strong>a agenda <strong>de</strong> manutenção preventiva relativa a<br />

lubrificação, estabelece as datas <strong>de</strong> execução <strong>de</strong> cada ativida<strong>de</strong> contida no plano<br />

preventivo. Estas datas seguem a frequência das relubrificações pré-<strong>de</strong>finidas<br />

durante a montagem dos planos preventivos.<br />

Após a execução do plano <strong>de</strong>ve-se alimentar os dados <strong>de</strong>sta execução nos<br />

campos <strong>de</strong> tempo e quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificante real cons<strong>um</strong>ido além da mudança <strong>de</strong><br />

status da ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong> aberta para encerrada, esta ação possibilitará duplicar as<br />

tarefas para as datas subsequentes, bem como, gerar relatórios gerenciais auxiliares<br />

no acompanhamento das ativida<strong>de</strong>s .<br />

Além disso, este módulo permite acompanhar as ativida<strong>de</strong>s executadas e<br />

pen<strong>de</strong>ntes, bem como, eventuais atrasos perante a data limite, possibilitando assim<br />

reprogramação das tarefas pelos gestores da área.<br />

A figura 18 aparesenta os campos <strong>de</strong> realimentação da execução das<br />

ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação e mudança <strong>de</strong> status do plano, para geração <strong>de</strong> outro<br />

roteiro, conforme periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong>finida .


Figura 18 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> lançamento <strong>de</strong> dados da execução <strong>de</strong> planos<br />

<strong>de</strong> lubrificação (Disponível no CD-ROM).<br />

Fonte: Autoria própria<br />

5 - Módulo <strong>de</strong> consulta <strong>de</strong> dados e geração <strong>de</strong> indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho<br />

108<br />

A realimentação dos dados contidos nos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />

executados, possibilitam a funcionalida<strong>de</strong> do Sistema Informatizado quanto a<br />

geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais, permitindo visualizar os dados em formatos<br />

<strong>de</strong>talhados e res<strong>um</strong>idos <strong>de</strong> maneira gráfica e <strong>de</strong>scritiva<br />

Os relatórios e gráficos indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho do processo <strong>de</strong><br />

lubrificação são:<br />

Quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> tempo alocado e cons<strong>um</strong>ido por técnico em manutenção<br />

preventiva <strong>de</strong> lubrificação;


Custos totais empregados em hora/homem utilizados na execução das tarefas<br />

<strong>de</strong> lubrificação;<br />

Cons<strong>um</strong>o dos tipos <strong>de</strong> lubrificantes indicados;<br />

Gastos com os lubrificantes <strong>aplicado</strong>s;<br />

109<br />

Cada registro histórico é agregado a <strong>um</strong>a data <strong>de</strong> encerramento, aos dados<br />

<strong>de</strong> tempo e cons<strong>um</strong>o real envolvido em cada ativida<strong>de</strong> realizada contida no roteiro<br />

do plano preventivo, além da <strong>de</strong>scrição <strong>de</strong>talhada dos trabalhos executados, assim,<br />

o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> organiza e atribui custos e quantida<strong>de</strong>s para cada <strong>um</strong><br />

<strong>de</strong>stes registros alimentados gerando os relatórios acima <strong>de</strong>scritos.<br />

Também, neste mesmo módulo é possível consultar a base histórica das<br />

ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação, ou seja, informações dos planos preventivos já<br />

encerrados.<br />

Este conjunto <strong>de</strong> relatórios permite, por parte dos gestores da área <strong>de</strong><br />

lubrificação, monitorar e analisar a tendência do comportamento dos custos <strong>de</strong><br />

recursos materiais e h<strong>um</strong>anos envolvidos no processo <strong>de</strong> lubrificação, para tomada<br />

<strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e melhoria da gestão <strong>de</strong>sses recursos.<br />

Para gerar os relatórios gerenciais e gráficos <strong>de</strong> monitoramente <strong>de</strong>ve-se<br />

acessar o menu <strong>de</strong> controle principal (como mostra a figura 15). Esta tela possue <strong>um</strong><br />

botão <strong>de</strong> atalho para habilitar o ambiente <strong>de</strong> relatórios e gráficos. Este ambiente<br />

permite a filtragem <strong>de</strong> informações <strong>de</strong>sejadas para a criação e visualização gráfica<br />

dos relatórios gerenciais.<br />

Abaixo segue as janelas (figura 19) para geração e visulaização dos<br />

relatórios, os quais também são possíveis <strong>de</strong> impressão e exportação para aplicativo<br />

<strong>de</strong> extensão pdf (Adobe Rea<strong>de</strong>r ®).


Figura 19 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais e visualização<br />

gráfica.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

110<br />

O funcionamento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ocorre a partir <strong>de</strong> informações<br />

cadastrais que <strong>de</strong>vem ser introduzidas e atualizadas constantemente nele, o que<br />

consequentemente proporciona relatórios <strong>de</strong> dados e informações da execução das<br />

funções <strong>de</strong> lubrificação para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão gerencial, obtendo assim melhoria<br />

contínua no processo industrial e na gestão da lubrificação.<br />

Para que estes dados cadastrais e os campos para realimentação coexistam<br />

<strong>de</strong> maneira lógica <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, eles <strong>de</strong>vem ser precisamente<br />

especificados e construídos por lógica <strong>de</strong> programação <strong>de</strong>ntro da estrutura <strong>de</strong><br />

construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Cada módulo e função do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido segue <strong>um</strong>a<br />

hierarquia, ou seja, níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong> para chegar a otimização da gestão dos<br />

planos preventivos. Cada entida<strong>de</strong> com seus respectivos atributos <strong>de</strong>ve ser ligada a


<strong>um</strong>a entida<strong>de</strong> <strong>de</strong> maior nível <strong>de</strong> liberda<strong>de</strong> <strong>de</strong> controle do <strong>sistema</strong>, manifestando<br />

assim módulos <strong>de</strong> maior expansão e agregação <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s.<br />

111<br />

A figura 20 <strong>de</strong>talha os níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong> dos módulos que compoem o<br />

<strong>sistema</strong> Informatizado <strong>de</strong>senvolvido.<br />

(1) Início: Definição <strong>de</strong> atributos<br />

e entida<strong>de</strong>s.<br />

(2) Repetição: Cadastro<br />

(3) Definição do<br />

propósito do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong><br />

(4) Gerenciamento<br />

(5) Otimização: Geração<br />

<strong>de</strong> relatórios gerencias<br />

Figura 20 - Níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> informação no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

LubControl.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

(1) Início: <strong>de</strong>finição <strong>de</strong> atributos e entida<strong>de</strong>s necessários ao <strong>de</strong>senvolvimento das<br />

funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

(2) Repetição: cadastro das informações bases <strong>de</strong>ntro dos atributos.<br />

(3) Definição do propósito do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> : formação do banco <strong>de</strong> dados a<br />

ser gerido pelo <strong>sistema</strong>, em <strong>um</strong>a estrutura que compoe várias informações, que


112<br />

eram antes isoladas e agora <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntes entre si, assim formando os planos<br />

preventivos<br />

(4) Gerenciamento: emissão dos planos <strong>de</strong> lubrificação, os quais formados e<br />

<strong>de</strong>vidamente cadastrados, no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, a realimentação<br />

das informações relativas a execução além do monitoramento das datas <strong>de</strong><br />

relubrificação e planos pen<strong>de</strong>ntes.<br />

(5) Otimização: geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais, bem como, visualização res<strong>um</strong>ida<br />

em gráficos, para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, planejamento <strong>de</strong> lubrificação e melhoria<br />

contínua no processo fabril, on<strong>de</strong> o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é <strong>aplicado</strong>.<br />

Cada entida<strong>de</strong> consiste <strong>de</strong> atributo com nomenclatura simples, o qual possui<br />

informação <strong>de</strong>talhada sobre máquinas e equipamentos. O principal atributo é a linha<br />

produtiva, pois nesta que posteriormente serão agregados itens, formando assim<br />

<strong>um</strong>a àrvore <strong>de</strong> equipamentos e pontos <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong> nível maior <strong>de</strong> gerenciamento<br />

<strong>de</strong> informações.<br />

Cada nível modularizado estabelece as políticas, procedimentos e funções<br />

fundamentais aos módulos seguintes ao nível superior , ou seja, cada nível é <strong>um</strong>a<br />

sub-base para formação do posterior, o qual po<strong>de</strong> agregar informações <strong>de</strong> vários<br />

níveis abaixo <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a só entida<strong>de</strong>. Este nivelamento é que possibilita a<br />

montagem da estrutura física do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> bem como seu<br />

funcionamento através da ligação e conexão <strong>de</strong> entida<strong>de</strong>s e atributos entre os vários<br />

níveis que o compõe.<br />

A especificação <strong>de</strong> dados e informações, entida<strong>de</strong>s e campos <strong>de</strong>fine o esboço<br />

do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> durante a sua criação. As especificações <strong>de</strong> cada módulo<br />

são mais importantes para as interfaces externas, pois estabelecem os requisitos<br />

para a arquitetura do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> visando as necessida<strong>de</strong>s do usuário.<br />

Esta arquitetura obtida através das especificações <strong>de</strong>ve facilitar a operação e<br />

facultar o entendimento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> forma intuitiva, agilizando a<br />

obtenção <strong>de</strong> informações <strong>de</strong> forma clara, precisa e consistente para os usuários e<br />

gestores da lubrificação industrial. A figura 21 apresenta as relações entre os<br />

atributos básicos com as entida<strong>de</strong>s principais que formam o banco <strong>de</strong> dados, as<br />

quais possibilitam a ligação entre as informações e funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong>.


Figura 21 – Relações entre atributos e entida<strong>de</strong>s principais (Disponível no CD-ROM).<br />

Fonte: Autoria própria<br />

113<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> voltado à gestão da lubrificação industrial estruturado<br />

nesta pesquisa se apresenta por meio <strong>de</strong> navegação <strong>de</strong> botões e atalhos, os quais<br />

foram construídos com as ferramentas e linguagem <strong>de</strong> programação disponíveis<br />

pela plataforma adotada na construção <strong>de</strong> sua estrutura. Esta interface <strong>de</strong> operação<br />

é inclusa no sentido <strong>de</strong> facilitar a aprendizagem e interpretação <strong>de</strong> dados do Sistema<br />

<strong>de</strong> forma amigável e auto-explicativa.<br />

Além disto, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto tem a função, não só <strong>de</strong> auxiliar<br />

a gestão da lubrificação industrial no âmbito preventivo, mas também servir como<br />

guia na elaboração e montagem <strong>de</strong> planos preventivos relativos a ela, pois contém<br />

todos campos com as informações específicas que são necessárias para montagem<br />

dos planos e como consequência prover <strong>um</strong>a a<strong>de</strong>quada gestão <strong>de</strong> tarefas e ins<strong>um</strong>os<br />

ligados aos planos <strong>de</strong> lubrificação criados.<br />

Como forma <strong>de</strong> segurança <strong>de</strong> dados alimentados e informações mantidas no<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, o acesso a ele é restrito através <strong>de</strong> autenticação, <strong>um</strong>a senha<br />

composta por palavra-chave, permitindo controlar os acessos e <strong>de</strong>terminar as<br />

permissões. O <strong>sistema</strong> também possui atalho <strong>de</strong> ajuda ao usuário, disponibilizando<br />

mecanismos integrados para consultar informações e gerar gráficos através das


mesmas, a fim <strong>de</strong>, prover apoio à tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e confiabilida<strong>de</strong> das<br />

informações.<br />

114<br />

É importante salientar que para utilização, a<strong>de</strong>quação, moldagem, adaptação<br />

e construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, é necessário possuir<br />

conhecimentos mo<strong>de</strong>rados à avançados em aplicativos do Microsoft Excel e<br />

Acess bem como <strong>de</strong> linguagem VBA (Visual Basic for Aplication).


4 RESULTADOS E DISCUSSÃO<br />

115<br />

Neste capítulo são apresentados e discutidos os resultados obtidos pela<br />

aplicação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto em <strong>um</strong>a indústria, a fim <strong>de</strong> verificar a<br />

sua funcionalida<strong>de</strong> na gestão da lubrificação.<br />

4.1 APLICAÇÃO E TESTE DO SISTEMA INFORMATIZADO PARA<br />

GERENCIAMENTO DAS INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />

REFERENTES AO AMBIENTE INDUSTRIAL DO ESTUDO<br />

O <strong>sistema</strong> Informatizado proposto foi <strong>aplicado</strong> no ambiente industrial<br />

si<strong>de</strong>rúrgico, especificamente, na lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos <strong>de</strong> <strong>um</strong><br />

centro <strong>de</strong> serviço e estamparia <strong>de</strong> aço.<br />

Inicialmente, verificaram-se os planos pré-existente ligados à função<br />

lubrificação e o mo<strong>de</strong>lo <strong>de</strong> tagueamento das máquinas e equipamentos.<br />

Posteriormente, organizaram-se as linhas <strong>de</strong> produção, bem como, os TAG´s<br />

já existentes. Incluiram-se novos TAG´s para equipamentos e máquinas não<br />

i<strong>de</strong>ntificados. A rea<strong>de</strong>quação dos TAG´s com os novos códigos inseridos,<br />

correspon<strong>de</strong>m aos apresentados anteriormente nos quadros 8, 9,10 e 11.<br />

Cabe ressaltar que o TAG do maquinário é o fator fundamental para inicar a<br />

montagem do plano <strong>de</strong> lubrificação, pois ele <strong>de</strong>termina a localização física do<br />

equipamento e elimina a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> equívoco durante a aplicação do<br />

lubrificante, diminuindo a probabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> não haver lubrificação naquele<br />

equipamento e/ou trocar o tipo <strong>de</strong> lubrificante por alg<strong>um</strong> outro ina<strong>de</strong>quado<br />

(confundir-se com a lubrificação <strong>de</strong> outro equipamento).<br />

Na sequência foram tabuladas todas as informações relativas ao maquinário e<br />

procedimentos <strong>de</strong> lubrificação, tendo como base a lista a seguir:<br />

TAG, i<strong>de</strong>ntificando o correto local <strong>de</strong> instalação e equipamento;<br />

Linha produtiva a qual o maquinário pertence;<br />

Tarefa relativa a lubrificação;


Descrição do ponto a ser <strong>aplicado</strong> o lubrificante, bem como, a quantida<strong>de</strong><br />

correta <strong>de</strong> lubrificante a ser <strong>de</strong>positada;<br />

Lubrificante a<strong>de</strong>quado, bem como sua quantida<strong>de</strong> a ser aplicada e classificação<br />

(sintético, semi-sintético, atóxico, tóxico, mineral, entre outros);<br />

Tempo <strong>de</strong> execução previsto para alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra;<br />

Dispositivo <strong>de</strong> aplicação do <strong>de</strong>terminado lubrificante;<br />

Status do maquinário (parado ou em funcionamento) para execução da ativida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong> lubrificação relacionada;<br />

Centro <strong>de</strong> serviço, ou seja, mão <strong>de</strong> obra qualificada e responsável pela<br />

execução do roteiro <strong>de</strong> lubrificação da área industrial.<br />

116<br />

A i<strong>de</strong>ntificação dos equipamentos, bem como, o levantamento da quantida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong> pontos necessários para lubrificação em cada <strong>um</strong> <strong>de</strong>les foi realizada<br />

manualmente, seguindo os princípios <strong>de</strong> chave-primária e os requesitos dos<br />

atributos contidos no cadastro primário do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Além disto, os<br />

equipamentos foram agrupados por linhas produtiva e máquinas principais,<br />

conforme a hierarquia <strong>de</strong> funcionamento e <strong>de</strong>pendência <strong>de</strong>ntro do processo<br />

produtivo.<br />

Este agrupamento foi estabelecido pela análise da execução do trabalho<br />

necessário em cada equipamento e pela similarida<strong>de</strong> <strong>de</strong> cada <strong>um</strong> <strong>de</strong>les <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong><br />

sua respectiva linha <strong>de</strong> origem.<br />

Seguindo as orientações do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> como guia para montagem<br />

<strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, estes foram elaborados e tabulados com os<br />

<strong>de</strong>vidos dados essenciais em cada atributo.<br />

Todos os planos <strong>de</strong> lubrificação estabelecidos na empresa em estudo se<br />

encontram no apêndice <strong>de</strong>ste trabalho (VER APÊNDICE e CD-ROM). Para efeito <strong>de</strong><br />

aplicação <strong>de</strong>monstrativa, utilizou-se somente o plano preventivo <strong>de</strong> lubrificação da<br />

linha <strong>de</strong> corte transversal <strong>de</strong> laminados à frio. Com estes dados é realizado o teste e<br />

a validação das funções do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />

As fases executadas no teste e simulação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> são<br />

<strong>de</strong>scritas a seguir:


Fase I – Iniciar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

117<br />

Para ativar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> basta acessar o ícone “ LubControl ” <strong>de</strong><br />

ativação implantado na área <strong>de</strong> trabalho e inserir usuário e senha criados para<br />

acesso às telas <strong>de</strong> cadastro primário.<br />

O ícone, bem como, as telas <strong>de</strong> trabalhos, po<strong>de</strong>m ser personalizadas com<br />

imagens relativas à empresa que utiliza este <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, <strong>de</strong>monstrando a<br />

flexibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> adaptação <strong>de</strong>ste ao meio industrial que o adota.<br />

Após habilitar o acesso ao <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, <strong>de</strong>ve-se abrir a tela <strong>de</strong><br />

acesso geral, a qual é <strong>de</strong>finida como “Menu <strong>de</strong> Controle Principal” . Nesta<br />

encontram-se os atalhos <strong>de</strong> navegação entre cadastros básicos para a montagem<br />

dos planos preventivos, bem como, para a geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais.<br />

Na figura 22 mostram-se as telas <strong>de</strong> inicialização que dão acesso às funções<br />

do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, a tela do menu <strong>de</strong> controle principal.<br />

Figura 22 – Telas <strong>de</strong> inicialização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria


118<br />

Os ícones e botões contidos neste menu propiciam a navegação entre as<br />

entida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> vários cadastros <strong>de</strong> forma mais fácil, ágil e e auto instrutiva , sendo<br />

esta <strong>um</strong>a das características principais propostas no <strong>de</strong>senvolvimento do Sistema<br />

Informatizado.<br />

Fase II – Cadastro da informações primárias do maquinário fabril<br />

Ao acessar o “Menu <strong>de</strong> Controle Principal”, <strong>de</strong>ve-se cadastrar as informações<br />

bases para a montagem dos planos preventivos (equipamentos, tipos <strong>de</strong> lubrificante,<br />

centro <strong>de</strong> serviço, linhas produtivas, dispositivo <strong>de</strong> aplicação, tarefa, entre outros)<br />

nos respectivos módulos <strong>de</strong> registro.<br />

Os ícones <strong>de</strong> navegação entre as telas <strong>de</strong> cadastros facilitam o translado das<br />

telas <strong>de</strong> registro <strong>de</strong> <strong>um</strong> atributo para outro.<br />

Na figura 23 ilustram-se alg<strong>um</strong>as contendo o cadastro <strong>de</strong> informações<br />

relativas à linha <strong>de</strong> corte transversal <strong>de</strong> laminados a frio.<br />

(início)


119<br />

(continuação)


120<br />

(continuação)


121<br />

(continuação)


Figura 23 – Telas <strong>de</strong> cadastro básico do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

(conclusão)<br />

122


123<br />

Para inserir ou cadastrar <strong>um</strong>a nova informação <strong>de</strong>ntro do mesmo módulo,<br />

basta acessar o rodapé da tela, no ícone <strong>de</strong>nominado “ Novo Registro (em branco)”,<br />

como indicado na figura 24.<br />

Figura 24 – Inserção <strong>de</strong> <strong>um</strong> novo cadastro.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

Ao completar os cadastros primários <strong>de</strong>ve-se gravar as informações e<br />

atualizar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, para que o mesmo guar<strong>de</strong> e compile as novas<br />

informações <strong>de</strong>ntro da sua base <strong>de</strong> dados.<br />

A figura 25 indica os ícones <strong>de</strong> gravação <strong>de</strong> dados e atualização <strong>de</strong>stes<br />

<strong>de</strong>ntro do próprio <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.


Figura 25 – Ícones <strong>de</strong> gravação e atualização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

124<br />

O cadastro primário <strong>de</strong> todas as informações base para montagem dos planos<br />

preventivos é construída em <strong>um</strong>a estrutura tronco, a qual é possível <strong>de</strong> visualizar na<br />

barra <strong>de</strong> rolagem do módulo <strong>de</strong> montagem dos planos preventivos. Esta<br />

característica agiliza a formação das várias ativida<strong>de</strong>s pertencentes a <strong>um</strong> roteiro <strong>de</strong><br />

lubrificação, bem como, propicia a hierarquização <strong>de</strong>stas informações <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong><br />

local <strong>de</strong> instalação (TAG).<br />

Fase III – Montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />

Para iniciar a montagem do plano preventivo, <strong>de</strong>ve-se , através do atalho<br />

contido na tela do “Menu <strong>de</strong> Controle”, acessar o módulo <strong>de</strong> cadastro geral do<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Neste encontram-se as caixa nomeadas com todos os<br />

atributos necessários para montagem <strong>de</strong> cada ativida<strong>de</strong> do plano <strong>de</strong> lubrificação.<br />

As barras <strong>de</strong> rolagem possuem informações primárias, ou seja, o cadastro<br />

básico <strong>de</strong> equipamentos, medidas, lubrificante, entre outros, para serem<br />

selecionados e agregados a <strong>um</strong>a estrutura hierarquizada comandada pela Linha<br />

produtiva e o en<strong>de</strong>reçamento TAG.


125<br />

Cada ativida<strong>de</strong> contida no plano <strong>de</strong> lubrificação precisa ser montada<br />

individualmente, para posterior junção em <strong>um</strong>a entida<strong>de</strong> única que dará origem ao<br />

plano <strong>de</strong> lubrificação propriamente dito.<br />

Após a roteirização <strong>de</strong> todas as ativida<strong>de</strong>s relativas a linha produtiva, que<br />

será lubrificada, volta-se ao “ Menu <strong>de</strong> Controle Principal” para acessar a tela <strong>de</strong><br />

montagem do plano preventivo criado. Na figura 26 <strong>de</strong>monstra-se o cadastramento<br />

<strong>de</strong> <strong>um</strong>a das tarefas do plano mensal <strong>de</strong> lubrificação da linha produtiva <strong>de</strong> corte<br />

transversal a frio, como também, ilustra-se a janela <strong>de</strong> geração dos planos a partir<br />

dos roteiros.<br />

(início)


(conclusão)<br />

Figura 26 – Montagem e visualização <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação montados no<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

126


127<br />

Neste mesmo módulo , o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> une todas as tarefas<br />

cadastradas individualmente em <strong>um</strong>a única entida<strong>de</strong> base, formando o plano <strong>de</strong><br />

lubrificação. Este plano <strong>de</strong>ve ser programado inserindo-se a data a ser executada e<br />

realimentado com informações relativas à execução das tarefas.<br />

Ainda neste módulo é possível visualizar a impressão e executá-la através do<br />

botão <strong>de</strong> atalho vinculado a esta função, bem como, exportar o plano preventivo<br />

criado ou encerrado com as informações <strong>de</strong> execução para outros tipos <strong>de</strong><br />

aplicativos com extensão <strong>de</strong> texto, excel e pdf (adobe rea<strong>de</strong>r®), sendo este<br />

mais <strong>um</strong> fator <strong>de</strong> flexibilida<strong>de</strong> do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Os ícones <strong>de</strong> atalho são<br />

mostrados na figura 27.<br />

Figura 27 – Ícones <strong>de</strong> exportação <strong>de</strong> arquivos.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

É importante salientar que este módulo constitui a base <strong>de</strong> dados principal do<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, pois é nele que se instala a função <strong>de</strong> unir e manter histórico<br />

das informações essenciais para otimização da gestão da lubrificação industrial.<br />

Finalmente, este módulo, também permite , após o encerramento <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano<br />

preventivo, a geração <strong>de</strong> <strong>um</strong> outro para programá-lo e prever os recursos<br />

necessários <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e material, lubrificante e ferramentas para sua<br />

execução.<br />

Fase IV – Geração <strong>de</strong> relatórios e gráficos <strong>de</strong> monitoramento<br />

Este módulo tem por objetivo gerar relatórios e gráficos <strong>de</strong> monitoramento<br />

apartir <strong>de</strong> dados relativos à execução dos planos <strong>de</strong> lubrificação. Os relatórios e


gráficos servem para avaliar o <strong>de</strong>sempenho em campo das realização das ativida<strong>de</strong>s<br />

<strong>de</strong> lubrificação, através <strong>de</strong> <strong>um</strong>a visualização gráfica, dinâmica e <strong>de</strong> informações<br />

res<strong>um</strong>idas.<br />

128<br />

A seguir apresenta-se-a a simulação <strong>de</strong> relatório <strong>de</strong>scritivo e o gráfico<br />

<strong>de</strong>monstrativo elaborado no ambiente do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Este foi obtido a<br />

partir <strong>de</strong> informações realimentadas <strong>de</strong> <strong>um</strong>a execução simulada do plano <strong>de</strong><br />

lubrificação industrial correspon<strong>de</strong>nte á linha produtiva <strong>de</strong> corte transversal á frio,<br />

sendo o atalho para geração <strong>de</strong>stes relatórios a tela do “ Menu <strong>de</strong> Controle<br />

Principal”, como apresentado na figura 28.<br />

Figura 28 – Geração <strong>de</strong> gráficos e relatórios gerenciais (Disponível no CD-ROM).<br />

Fonte: Autoria própria<br />

Adicionalmente, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> permite a filtrar as informações para<br />

geração <strong>de</strong> relatórios e gráficos. Estes po<strong>de</strong>m ser obtidos por linha produtiva e<br />

equipamentos, com as informações disponibilizadas representado os custos e


cons<strong>um</strong>os envolvidos com mão <strong>de</strong> obra e lubrificantes <strong>aplicado</strong>s na execução das<br />

tarefas <strong>de</strong> lubrificação.<br />

129<br />

O fluxo <strong>de</strong> informações gerado pelo <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, a<br />

análise para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, a or<strong>de</strong>m ilustrada pela figura 29.<br />

Geração e emissão <strong>de</strong><br />

planos preventivos <strong>de</strong><br />

lubrificação<br />

Planejamento e<br />

Controle <strong>de</strong><br />

Manutenção(PCM)<br />

Geração <strong>de</strong> relatórios<br />

e gráficos - Verificação<br />

da eficácia da<br />

lubrificação<br />

Tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão<br />

Figura 29 – Fluxo das informações para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão.<br />

Fonte: Autoria própria<br />

Execução dos planos<br />

preventivos<br />

Apontamento da<br />

execução <strong>de</strong>ntro do<br />

Sistema Informatizado<br />

A precisão das informações disponibilizadas pelos relatórios do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> permite análises e <strong>de</strong>cisões que levam a mudanças e ações <strong>de</strong><br />

melhorias sob o processo <strong>de</strong> lubrificação. Este conjunto <strong>de</strong> ações gera benefícios


contínuos no modo <strong>de</strong> executar e gerir a lubrificação, com seus resultados po<strong>de</strong>ndo<br />

ser visualizados e monitorados através do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, permitindo também<br />

posteriores correções.<br />

130<br />

O ciclo permanente da geração <strong>de</strong> dados pelo <strong>sistema</strong> e tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão<br />

por parte dos gestores e funcionários envolvidos é o que propulsiona a evolução da<br />

lubrificação <strong>de</strong>ntro das organizações.<br />

4.2 ANÁLISE DOS RESULTADOS OCORRIDOS NO TESTE DE VERIFICAÇÃO<br />

DAS FUNCIONALIDADES DO SISTEMA INFORMATIZADO DESENVOLVIDO<br />

A análise dos resultados do teste basea-se na compreensão e interpretação<br />

dos pontos fortes e fracos da aplicação do <strong>sistema</strong> Informatizado com foco na<br />

gestão da lubrificação industrial e orientação para montagem e criação dos planos<br />

preventivos a serem geridos por ele.<br />

Assim nesta análise, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido e testado<br />

apresentou atributos e funções que auxiliam a montagem <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong><br />

lubrificação e a gestão <strong>de</strong>stes juntamente com seus recursos h<strong>um</strong>anos e materiais,<br />

especialmente por atuar como:<br />

a) Facilitador na coleta e cadastro <strong>de</strong> informações primárias para gestão da<br />

lubrificação como: <strong>de</strong>finição do correto lubrificante, TAG e i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong><br />

máquinas e equipamentos,apontamento <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra utilizada, bem como, a<br />

quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> material cons<strong>um</strong>ido real e previsto;<br />

b) Gerador <strong>de</strong> relatórios gerenciais estratificados como: cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> material - por<br />

linha produtiva e/ou equipamento <strong>aplicado</strong> com estimativa <strong>de</strong> gasto e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong><br />

material e/ou mão <strong>de</strong> obra, em <strong>de</strong>terminado período <strong>de</strong>sejado, além <strong>de</strong> possibiliatr<br />

visualização <strong>de</strong> forma gráfica e res<strong>um</strong>ida, como indicado na proposta da<br />

pesquisa;<br />

c) Controlador das ativida<strong>de</strong>s do roteiro <strong>de</strong> lubrificação, objetivando <strong>um</strong><br />

planejamento contínuo em visão global e res<strong>um</strong>ida;


d) Elemento guia para a administração e planejamento das rotinas preventivas <strong>de</strong><br />

131<br />

lubrificação, através da montagem <strong>de</strong> planos e emissão dos mesmos com as<br />

informações contidas em cada atributo necessário para execução das ativida<strong>de</strong>s;<br />

e) Padronizador <strong>de</strong> tarefas <strong>de</strong> lubrificação, necessárias para manter os<br />

equipamentos nas condições <strong>de</strong> excelente operação;<br />

f) Monitor das datas programas dos planos preventivos.<br />

Com base nos pontos fortes anotados acima, a implantação <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> visa trazer inúmeros benefícios para a empresa que o utilizar,<br />

permitindo:<br />

Otimizar a eficiência e disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> funcionamento do maquinário<br />

industrial;<br />

Melhorar a organização da execução da lubrificação industrial, garantindo assim<br />

<strong>um</strong>a facilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> obtenção <strong>de</strong> informações dos técnicos <strong>de</strong> execução da<br />

lubrificação, elevando a produtivida<strong>de</strong> dos profissionais envolvidos no processo;<br />

Possibilitar melhor controle <strong>de</strong> ins<strong>um</strong>os a serem utilizados na gestão dos<br />

serviços e otimizar a alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra disponível;<br />

Oferecer base <strong>de</strong> dados para consulta, propiciando a participação direta <strong>de</strong><br />

gestores e técnicos <strong>de</strong> serviços na análise <strong>de</strong> gráficos <strong>de</strong> tendência das<br />

ativida<strong>de</strong>s dos planos <strong>de</strong> lubrificação para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e melhoria do<br />

processo.<br />

Além <strong>de</strong>stas vantagens, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proporciona <strong>um</strong><br />

planejamento eficiente e contínuo diante das suas informações realimentadas. Ele<br />

mantém flexibilida<strong>de</strong>, pois permite a adaptação da sua estrutura interna nos mol<strong>de</strong>s<br />

necessários <strong>de</strong> qualquer meio industrial empregado, fazendo-se necessário<br />

adaptar as características e particulares <strong>de</strong> cada processo fabril instalado.<br />

Adicionalmente, oferece atributos básicos e essenciais ao processo <strong>de</strong><br />

montagem e gestão <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, sendo <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> fácil operação em meio à utilização <strong>de</strong> ícones <strong>de</strong> atalhos e barras<br />

<strong>de</strong> rolagem para preenchimento <strong>de</strong> atributos e ligação entre entida<strong>de</strong>s.


132<br />

Também, o <strong>sistema</strong> criado possibilita meios para visualizar o processo <strong>de</strong><br />

lubrifcação do maquinário como <strong>um</strong> todo em seus relatórios gerenciais, apontando<br />

as tendências das ações <strong>de</strong> lubrificação, disponibilizando informações suficientes<br />

para análise e tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, caminho este que gera meios <strong>de</strong> alcançar<br />

resultados na diminuição <strong>de</strong> custos e a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina.<br />

Como pontos que precisam ser fortalecidos do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

<strong>de</strong>senvolvido, po<strong>de</strong>m ser mencionados os seguintes aspectos:<br />

O controle manual das datas <strong>de</strong> programação dos planos preventivos <strong>de</strong><br />

lubrificação;<br />

A duplicação feita <strong>de</strong> forma manual para execução nas próximas datas do plano<br />

preventivo;<br />

Geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais e gráficos <strong>de</strong> monitoramente somente <strong>de</strong><br />

aspectos relacionados a mão <strong>de</strong> obra e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> lubrificante;<br />

Gestão da lubrificação industrial como manutenção preventiva, não gerando<br />

or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong> serviço para consertos <strong>de</strong> <strong>de</strong>feitos encontrados no maquinário,<br />

i<strong>de</strong>ntificados durante a execução do plano <strong>de</strong> lubrificação.


5 CONCLUSÕES<br />

133<br />

Neste trabalho foi <strong>de</strong>senvolvido <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> que fornece <strong>um</strong>a<br />

sistemática para a montagem <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> lubrificação Industrial, isto é, <strong>um</strong>a<br />

hierarquia <strong>de</strong> etapas que facilita a construção <strong>de</strong> planos preventivos ligados a<br />

lubrificação <strong>de</strong> forma intuitiva, com informações necessárias para a gestão<br />

a<strong>de</strong>quada das tarefas e dos recursos materiais e h<strong>um</strong>anos envolvidos nestas<br />

ativida<strong>de</strong>s.<br />

Além disto, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> auxilia a gestão das informações<br />

alimentadas da execução dos planos, possibilitando a obtenção eficaz <strong>de</strong> dados que<br />

contribuem no apoio a tomadas <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e planos <strong>de</strong> ação, o que<br />

consequentemente retorna como melhoria contínua no maquinário industrial e no<br />

processo <strong>de</strong> lubrificação em si.<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido é composto por campos e entida<strong>de</strong>s<br />

relativos ao mo<strong>de</strong>lo exigido à a<strong>de</strong>quada gestão dos ins<strong>um</strong>os e materiais utilizados<br />

na execução das tarefas da lubrificação e ainda possui características operacionais<br />

necessárias a montagem dos planos ligados a ela com pleno enfoque preventivo.Ele<br />

permite analisar o uso do recurso h<strong>um</strong>ano <strong>de</strong> forma qualitativa (escolha da mão <strong>de</strong><br />

obra especializada para execução das tarefas dos planos preventivos) e quantitativa<br />

(quantida<strong>de</strong> previstas <strong>de</strong> hora/homem necessária a execução <strong>de</strong>stas tarefas),<br />

requeridas para aten<strong>de</strong>r as etapas do processo <strong>de</strong> montagem dos planos e a<br />

geração <strong>de</strong> relatórios para acompanhamento da performance do programa <strong>de</strong><br />

lubrificação no meio industrial.<br />

A interface do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> tem aspecto e aparência simples, é <strong>de</strong><br />

operação amigável e a<strong>de</strong>quada aos recursos necessários ao ramo <strong>de</strong> empresa.<br />

Apesar do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> em questão ter sido <strong>aplicado</strong> em <strong>um</strong>a indústria <strong>de</strong><br />

ramo si<strong>de</strong>rúrgico para intuito <strong>de</strong> verificação <strong>de</strong> aplicabilida<strong>de</strong> do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido na pesquisa, o mesmo é aplicável, com as <strong>de</strong>vidas<br />

adaptações, nos vários tipos <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s produtivos em diversos ramos industriais e<br />

comerciais.<br />

Entretanto, alguns pontos do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>vem ser observados<br />

para possibilitar sua adaptação e aplicação no meio industrial, sendo estes:


O mapeamento e i<strong>de</strong>ntificação dos equipamentos que necessitam <strong>de</strong><br />

134<br />

lubrificação, bem como, i<strong>de</strong>ntificação e en<strong>de</strong>reçamento com nomenclaturas<br />

(TAG’s) para facilitar sua localização física para execução das tarefas e controlar<br />

os custos envolvidos relativos aos equipamentos.<br />

A <strong>de</strong>finição do lubrificante a<strong>de</strong>quado através da análise do meio <strong>de</strong> trabalho da<br />

máquina e/ ou equipamento, o processo produtivo a qual o mesmo se insere e<br />

também o tipo <strong>de</strong> material prima em contato além da carga suportada durante<br />

seu funcionamento.<br />

A viabilização da quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> recursos h<strong>um</strong>anos envolvidos na execução das<br />

tarefas além da mão <strong>de</strong> obra administrativa necessária para alimentação <strong>de</strong><br />

dados no Sistema Informatizado e geração/distribuição dos planos preventivos<br />

<strong>de</strong> lubrificação para a execução das ativida<strong>de</strong>s relacionadas.<br />

Embora o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> criado possua as limitações ressaltadas na<br />

análise do teste <strong>aplicado</strong>, ainda se justifica sua aplicação pela possibilida<strong>de</strong> do<br />

mesmo manter histórico através <strong>de</strong> bancos <strong>de</strong> dados e gerar relatórios que vão <strong>de</strong><br />

encontro com a realida<strong>de</strong> do processo <strong>de</strong> lubrificação executado em campo, <strong>de</strong><br />

forma objetiva e res<strong>um</strong>ida, refletindo neles os valores e objetivos da empresa.<br />

As informações mantidas e disponibilizadas, <strong>de</strong>s<strong>de</strong> que o <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong>, seja utilizado <strong>de</strong> forma responsável e coerente, são <strong>de</strong> cunho<br />

confiável, o que propicia <strong>um</strong> eficaz controle dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação no<br />

meio fabril além <strong>de</strong> viabilizar dados suficientes e claros para efetuar ações que<br />

garantam a melhor aplicação <strong>de</strong> recursos e ins<strong>um</strong>os na mesma.<br />

Salienta-se que a utilização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto neste trabalho<br />

<strong>de</strong>ve ser visto e utilizado como <strong>um</strong>a ferramenta para auxiliar a gestão <strong>de</strong> aspectos<br />

preventivos da lubrificação industrial. Em nenh<strong>um</strong> momento <strong>de</strong>ve ser aplicada como<br />

principal fator <strong>de</strong> gestão substituindo os recursos h<strong>um</strong>anos como gestores e<br />

técnicos envolvidos a tomarem <strong>de</strong>cisões sobre o processo <strong>de</strong> lubrificação industrial e<br />

dos atributos geridos pelo <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> em si.<br />

A utilização <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> po<strong>de</strong> contribuir significativamente<br />

para o sucesso da lubrificação do maquinário industrial <strong>de</strong> <strong>um</strong> processo <strong>de</strong><br />

manufatura, pois sua utilização <strong>de</strong> forma estruturada, aten<strong>de</strong>ndo cada etapa da<br />

sistemática, po<strong>de</strong> trazer benefícios financeiros e motivacionais ao meio fabril.


5.1 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS<br />

135<br />

Como propostas para trabalhos futuros, recomenda-se a consi<strong>de</strong>ração dos<br />

seguintes aspectos:<br />

Melhoria na interface do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, além do a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> recursos na<br />

geração <strong>de</strong> relatórios e gráficos <strong>de</strong> performance da lubrificação.<br />

É necessário testar e validar os aprimoramentos efetuados no <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> em outros ramos industriais, em especial, no ambiente alimentício ,<br />

on<strong>de</strong> a lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos é <strong>de</strong> maior risco e custo, <strong>de</strong>vido<br />

ao risco <strong>de</strong> contaminação alimentar.<br />

Ampliar as funções e recursos do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> possibilitando, gerir não<br />

só lubrificação como manutenção preventiva, mas todos os tipos <strong>de</strong> manutenção,<br />

bem como, relatórios <strong>de</strong> manutenção preditiva.<br />

Incluir módulos que possam ser utilizados como guia para a elaboração <strong>de</strong> ficha<br />

técnica e procedimentos ligados à manutenção industrial, e também, facilitar a<br />

<strong>de</strong>finição dos TAG´s direcionados.<br />

Incluir módulos que possibilitem <strong>um</strong> filtro mais refinado por equipamento e até por<br />

peças, po<strong>de</strong>ndo inserir <strong>de</strong>senhos expandidos e/ou unitários <strong>de</strong> componente,<br />

gerando controle <strong>de</strong> estoque.<br />

Inserir alarmes visuais e sonoros para aviso <strong>de</strong> planos e manutenções em atraso,<br />

bem como, artifício que envie or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong> serviço e planos preventivos para o<br />

en<strong>de</strong>reço eletrônico dos responsáveis pelas tarefas.<br />

A<strong>um</strong>entar as funcionalida<strong>de</strong>s para que ele possa efetuar análise <strong>de</strong> falhas e<br />

gerenciamento <strong>de</strong> risco <strong>de</strong> operações aplicando FMEA (Failure Mo<strong>de</strong> and Effect<br />

Analysis) – Análise <strong>de</strong> Modo e Efeito <strong>de</strong> Falhas e FTA ( Fault Tree Analysis) -<br />

Árvore <strong>de</strong> Falhas, garantindo assim, maior Confiabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> manutenção em<br />

máquinas e equipamentos.<br />

Gerar gráficos <strong>de</strong> análise <strong>de</strong> Disponibilida<strong>de</strong>, MTTR (Mean Time to Repair)-<br />

Tempo médio entre reparos, MTBF (Mean Time Between Failures) –Tempo médio<br />

entre falhas, Depreciação <strong>de</strong> equipamentos através da Curva da Banheira<br />

(distribuição <strong>de</strong> Weibull), a<strong>um</strong>entando a gama <strong>de</strong> relatórios para tomada <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>cisão.


REFERÊNCIAS<br />

136<br />

ALVES, Robson <strong>de</strong>; FALSARELLA, Orandi M. Mo<strong>de</strong>lo conceitual <strong>de</strong> inteligência<br />

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139


APÊNDICE A – Instruções <strong>de</strong> instalação e habilitação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

140


Manual <strong>de</strong> Instalação e Habilitação do Sistema Informatizado<br />

I - Instalação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> na máquina <strong>de</strong> processamento<br />

141<br />

A instalação suce<strong>de</strong>-se a partir da fixação da pasta do conteúdo <strong>de</strong><br />

aplicativos, esta <strong>de</strong>nominada “ LubControl” (a mesma nomeação dada a este<br />

<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>) , <strong>de</strong>ntro do diretório “ Arquivos <strong>de</strong> Programa” , contido no<br />

disco C da máquina. O caminho para instalação é “ Meu Computador \ Disco Local<br />

C: \ Arquivos <strong>de</strong> Programa\- LubControl” . Na figura 30 segue a tela <strong>de</strong>monstrativa<br />

<strong>de</strong>ste procedimento.<br />

Figura 30 - Procedimento <strong>de</strong> instalação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria


142<br />

Após a fixação da pasta <strong>de</strong> aplicativos “ LubControl” , <strong>de</strong>ve-se abri-lá e enviar<br />

o ícone <strong>de</strong> habilitação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> para área <strong>de</strong> trabalho , como<br />

mostrado na figura anterior.<br />

Finalmente habilitado o ícone na área <strong>de</strong> trabalho, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

abrirá a tela para inserção <strong>de</strong> senha, possibilitando a utilização a utilização do seu<br />

ambiente <strong>de</strong> trabalho.<br />

A pasta <strong>de</strong> aplicativos do “ LubControl” contempla <strong>um</strong> arquivo em extensão<br />

.txt (bloco <strong>de</strong> notas), o qual disponibiliza instruções res<strong>um</strong>idas para auxiliar o usuário<br />

durante a sua instalação, bem como , a senha para ativar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Também, neste mesmo arquivo <strong>de</strong> parâmetros <strong>de</strong> instalação, encontra-se as<br />

instruções para troca <strong>de</strong> senha após a ativação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>,<br />

possibilitando a restrição <strong>de</strong> sua operação somente a pessoas autorizadas do setor<br />

<strong>de</strong> lubrificação.<br />

instalação.<br />

A figura 31 ilustra a as instruções contidas no arquivo <strong>de</strong> parâmetros <strong>de</strong><br />

Figura 31 - Instruções <strong>de</strong> instalação e troca <strong>de</strong> senha no ambiente do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />

LubControl.<br />

Fonte: Autoria própria


143<br />

Enfatiza-se que habilitação e operação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>nte<br />

da sua correta instalação nas pastas e diretórios indicados <strong>de</strong>ntro da máquina <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>stino.<br />

II - Ativação do Sistema Informatizado – Habilitação para operação e acesso aos<br />

módulos<br />

O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> possui <strong>um</strong> ícone <strong>de</strong> entrada, o qual para ser ativado<br />

necessita-se inserção <strong>de</strong> senha para acesso as telas <strong>de</strong> cadastro e operação, este<br />

fator <strong>de</strong> proteção.<br />

Este procedimento, além <strong>de</strong> limitar acesso por usuário, a<strong>um</strong>enta a<br />

acuracida<strong>de</strong> das informações alimentadas e mantidas neste <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>,<br />

diminuindo a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> alterações e/ou perdas <strong>de</strong> dados ocasionado por<br />

operação <strong>de</strong> pessoas não autorizadas à área <strong>de</strong> lubrificação.<br />

A figura 32 apresenta o mo<strong>de</strong>lo do ícone para abertura do <strong>sistema</strong><br />

<strong>informatizado</strong> e a caixa <strong>de</strong> inserção da senha <strong>de</strong> ativação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Figura 32 - Acesso ao LubControl e ativação <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />

Fonte: Autoria própria


A<br />

APÊNDICE B – Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte transversal laminado á frio<br />

144


Tag<br />

LCT01 -<br />

01 - 01<br />

LCT01 -<br />

01 - 02<br />

LCT01 -<br />

01 - 03<br />

LCT01 -<br />

02 - 01<br />

LCT01 -<br />

02 - 02<br />

LCT01 -<br />

02 - 03<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Carro <strong>de</strong><br />

Carga<br />

Carro <strong>de</strong><br />

Carga<br />

Carro <strong>de</strong><br />

Carga<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Rolos do<br />

carro <strong>de</strong><br />

carga<br />

Roda do<br />

carro<br />

Corrente <strong>de</strong><br />

acionamento<br />

Castanhas da<br />

rampa do<br />

mandril<br />

Cabeça do<br />

mandril<br />

Bases<br />

móveis<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

4 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

5 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Óleo<br />

Lubrificante anti<br />

gotejante 220<br />

cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

0,5 l Pincel 10 mi min Manutenção<br />

Mecânica<br />

0,5<br />

0,2<br />

kg<br />

Pincel 3 min<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 4 min<br />

0,15 kg Pincel 6 min<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Seman<br />

al<br />

145<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

02 - 04<br />

LCT01 -<br />

02 - 05<br />

LCT01 -<br />

02 - 06<br />

LCT01 -<br />

02 - 07<br />

LCT01 -<br />

02 - 08<br />

LCT01 -<br />

02 - 09<br />

LCT01 -<br />

02 - 10<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Desenrolador<br />

<strong>de</strong> Bobina<br />

Motor <strong>de</strong><br />

acionamento<br />

do<br />

<strong>de</strong>senrolador<br />

Tambor <strong>de</strong><br />

freio<br />

Braço <strong>de</strong><br />

articulação<br />

do rolo <strong>de</strong><br />

apoio<br />

Redutor do<br />

<strong>de</strong>senrolador<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

saída do<br />

motor<br />

Acoplamento<br />

dos redutores<br />

Mancais do<br />

rolo <strong>de</strong> apoio<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

0,2<br />

0,2<br />

0,2<br />

0,1<br />

0,1<br />

0,3<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 6 min<br />

kg<br />

Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 7 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

146<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

03 - 01<br />

LCT01 -<br />

03 - 02<br />

LCT01 -<br />

04 - 01<br />

LCT01 -<br />

05 - 01<br />

LCT01 -<br />

05 - 02<br />

LCT01 -<br />

06 - 01<br />

LCT01 -<br />

06 - 02<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Mandril<br />

Mandril<br />

Centralizador<br />

EMG<br />

Mesa<br />

Abridora <strong>de</strong><br />

Espiras<br />

Mesa<br />

Abridora <strong>de</strong><br />

Espiras<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

Guia do<br />

cilindro<br />

Roda <strong>de</strong><br />

apoio<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

6 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

Fuso e guias 4 Lubrificar<br />

Articulações<br />

dos cilindros<br />

Guias<br />

<strong>de</strong>slizantes<br />

da pala<br />

Guias dos<br />

rolos trator<br />

superior e<br />

inferior<br />

Mancais dos<br />

rolos trator<br />

superior e<br />

inferior<br />

2 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

0,4<br />

0,4<br />

0,5<br />

0,3<br />

0,3<br />

0,5<br />

0,2<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 8 min<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

kg Pincel 5 min<br />

kg Pincel 10 min<br />

kg Pincel 8 min<br />

kg Pincel 8 min<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

147<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

06 - 03<br />

LCT01 -<br />

06 - 04<br />

LCT01 -<br />

06 - 05<br />

LCT01 -<br />

06 - 06<br />

LCT01 -<br />

06 - 07<br />

LCT01 -<br />

06 - 08<br />

LCT01 -<br />

07 - 01<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

En<strong>de</strong>reçadora<br />

Mesa <strong>de</strong><br />

Despontes<br />

Cremalheiras<br />

dos rolos<br />

trator<br />

superior e<br />

inferior<br />

Guias,<br />

mancais e<br />

cremalheira<br />

das<br />

endireitadora<br />

s 1 e 2<br />

Guias e fuso<br />

do <strong>sistema</strong><br />

<strong>de</strong> limpeza<br />

dos rolos<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

saída do<br />

motor<br />

Corrente <strong>de</strong><br />

acionamento<br />

dos rolos<br />

inferiores<br />

Guias da<br />

guilhotina<br />

Olhais dos<br />

cilindros da<br />

mesa<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

2 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

3 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

12 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Óleo<br />

Lubrificante anti<br />

gotejante 220<br />

cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,3 kg Pincel 15 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2<br />

0,15<br />

Kg<br />

Pincel 6<br />

kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5<br />

0,5 l Pincel 6<br />

0,3 kg Pincel 13<br />

0,3 kg Pincel 4<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

min Manutenção<br />

Mecânica<br />

min<br />

min<br />

min<br />

min<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

148<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

07 - 02<br />

LCT01 -<br />

07 - 03<br />

LCT01 -<br />

07 - 04<br />

LCT01 -<br />

07 - 05<br />

LCT01 -<br />

08 - 01<br />

LCT01 -<br />

08 - 02<br />

LCT01 -<br />

08 - 03<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Mesa <strong>de</strong><br />

Despontes<br />

Mesa <strong>de</strong><br />

Despontes<br />

Mesa <strong>de</strong><br />

Despontes<br />

Mesa <strong>de</strong><br />

Despontes<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Mancais da<br />

mesa<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

10 Lubrificar<br />

Fuso e guia 4 Lubrificar<br />

Mancais 1 Lubrificar<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

acionamento<br />

das guias<br />

Motor <strong>de</strong><br />

Acionamento<br />

Acoplamento<br />

do motor<br />

Caixa<br />

redutora<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1<br />

Verif.<br />

Nível e<br />

Completa<br />

r se<br />

necessári<br />

o<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 4<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 5<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

1 kg Pincel 5 min<br />

0,3 kg Pincel 10 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

2 l<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

11 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

149<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

08 - 04<br />

LCT01 -<br />

08 - 05<br />

LCT01 -<br />

08 - 06<br />

LCT01 -<br />

08 - 07<br />

LCT01 -<br />

08 - 08<br />

LCT01 -<br />

08 - 09<br />

LCT01 -<br />

08 - 10<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Caixa <strong>de</strong><br />

cardãns<br />

Redutor do<br />

basculament<br />

o<br />

Redutor das<br />

guias <strong>de</strong><br />

limpeza<br />

Sistema <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

<strong>de</strong> graxa lado<br />

do motor<br />

Guias e fuso<br />

do <strong>sistema</strong><br />

<strong>de</strong> limpeza<br />

Guias do rolo<br />

trator<br />

Cremalheira<br />

do rolo trator<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

1<br />

Tarefa<br />

Verif.<br />

Nível e<br />

Completa<br />

r se<br />

necessári<br />

o<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

14 Lubrificar<br />

21 Lubrificar<br />

12 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

150 cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

2 l<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

15 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 4 min<br />

1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

3 kg Pincel 20 min<br />

0,5 kg Pincel 12 min<br />

0,2 kg Pincel 15 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

150<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

08 - 11<br />

LCT01 -<br />

08 - 12<br />

LCT01 -<br />

08 - 13<br />

LCT01 -<br />

08 - 14<br />

LCT01 -<br />

08 - 15<br />

LCT01 -<br />

08 - 16<br />

LCT01 -<br />

08 - 17<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Aplanadora<br />

17-63<br />

Mancais do<br />

rolo trator<br />

Mancal do<br />

eixa cardã<br />

Caixa <strong>de</strong><br />

transmissão<br />

do eixo cardã<br />

Cruzetas do<br />

eixo cardã<br />

Rolos da<br />

planadora<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

12 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

24 Lubrificar<br />

Contra rolos 147 Lubrificar<br />

Redutores do<br />

contra rolo<br />

7 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 30 min<br />

5,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 50 min<br />

0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

151<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

09 - 01<br />

LCT01 -<br />

09 - 02<br />

LCT01 -<br />

10 - 01<br />

LCT01 -<br />

10 - 02<br />

LCT01 -<br />

10 - 03<br />

LCT01 -<br />

10 - 04<br />

LCT01 -<br />

11 - 01<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Aplanadora<br />

21-40<br />

Aplanadora<br />

21-40<br />

Azeitadora<br />

Sistema <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

<strong>de</strong> graxa<br />

Redutores do<br />

contra rolo<br />

Conjunto<br />

elevação dos<br />

rolos<br />

inferiores<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

18 Lubrificar<br />

5 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Azeitadora Guias 4 Lubrificar<br />

Azeitadora Cremalheiras 2 Lubrificar<br />

Azeitadora Mancais 12 Lubrificar<br />

Mesa do Anel<br />

do Bucle<br />

Rolos <strong>de</strong><br />

apoio da<br />

mesa<br />

6<br />

Verif.<br />

Nível e<br />

Completa<br />

r se<br />

necessári<br />

o<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 7 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,5 kg Pincel 5 min<br />

0,3 kg Pincel 10 min<br />

1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

1 l<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Seman<br />

al<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

152<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

11 - 02<br />

LCT01 -<br />

12 - 01<br />

LCT01 -<br />

12 - 02<br />

LCT01 -<br />

12 - 03<br />

LCT01 -<br />

12 - 04<br />

LCT01 -<br />

12 - 05<br />

LCT01 -<br />

12 - 06<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Mesa do Anel<br />

do Bucle<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Articulação<br />

dos cilindros<br />

Fuso das<br />

guias do<br />

trator<br />

Redutor das<br />

guias<br />

Acoplamento<br />

do motor<br />

principal<br />

Redutor do<br />

acionamento<br />

Cruzeta <strong>de</strong><br />

cardãns<br />

Guias do<br />

Lado Motor e<br />

Lado<br />

Operador<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

4 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1<br />

Verif.<br />

Nível e<br />

Completa<br />

r se<br />

necessári<br />

o<br />

4 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,3 kg Pincel 5 min<br />

0,3 kg Pincel 6 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,3 l<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

3 min<br />

0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,4 kg Pincel 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

153<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

12 - 07<br />

LCT01 -<br />

12 - 08<br />

LCT01 -<br />

12 - 09<br />

LCT01 -<br />

13 - 01<br />

LCT01 -<br />

13 - 02<br />

LCT01 -<br />

13 - 03<br />

LCT01 -<br />

13 - 04<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Trator<br />

Alimentador<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Mancais do<br />

Lado Motor e<br />

Lado<br />

Operador<br />

Cremalheirad<br />

o Lado Motor<br />

e Lado<br />

Operador<br />

Guias da<br />

roda <strong>de</strong><br />

medida<br />

Mancais do<br />

Motor <strong>de</strong><br />

acionamento<br />

Sistema<br />

centralizado<br />

<strong>de</strong><br />

lubrificação<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

giro<br />

Guias<br />

verticais da<br />

guilhotina<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

8 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

4<br />

Verif.<br />

Nível e<br />

Completa<br />

r se<br />

necessári<br />

o<br />

8 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,3 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

1,5 l<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

5 min<br />

1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Diário<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

154<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

13 - 05<br />

LCT01 -<br />

13 - 06<br />

LCT01 -<br />

13 - 07<br />

LCT01 -<br />

13 - 08<br />

LCT01 -<br />

13 - 09<br />

LCT01 -<br />

13 - 10<br />

LCT01 -<br />

13 - 11<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guias do giro<br />

(superior e<br />

inferior)<br />

Cremalheira<br />

do giro<br />

(superior e<br />

inferior)<br />

Rolamento<br />

do suporte do<br />

giro (sup e<br />

inf)<br />

Pinhão do<br />

redutor<br />

Redutores do<br />

giro (sup e<br />

inf)<br />

Guias<br />

lineares da<br />

mesa <strong>de</strong><br />

entrada e<br />

saída da<br />

guilhotina<br />

Guias<br />

verticais do<br />

giro<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

8 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 4<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 5<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 6<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 7<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Óleo<br />

Lubrificante anti<br />

gotejante 220<br />

cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0.3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,8 kg Pincel 15 min<br />

0,2 kg Pincel 15 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Diário<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

155<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCT01 -<br />

13 - 12<br />

LCT01 -<br />

13 - 13<br />

LCT01 -<br />

13 - 14<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Corte<br />

Transversal<br />

Laminado à<br />

Frio<br />

Equipamento Ponto<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Guilhotina<br />

Rotativa<br />

Manivela <strong>de</strong><br />

ajuste das<br />

facas<br />

Braços <strong>de</strong><br />

saída da<br />

guilhotina<br />

Guias dos<br />

braços <strong>de</strong><br />

saída<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

4 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 4<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 5<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,25 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,25 kg Pincel 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

156<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Em<br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


APÊNDICE C – Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> prensagem I<br />

157


Tag<br />

LCP01-<br />

01-01<br />

LCP01-<br />

01-02<br />

LCP01-<br />

01-03<br />

LCP01-<br />

02-01<br />

LCP01-<br />

02-02<br />

LCP01-<br />

02-03<br />

LCP01-<br />

02-04<br />

LCP01-<br />

02-05<br />

LCP01-<br />

02-06<br />

LCP01-<br />

03-01<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Carro <strong>de</strong> Carga<br />

Rolos do<br />

Carro <strong>de</strong><br />

Carga<br />

Roda do<br />

carro<br />

Corrente <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Desenrolador Redutor 1<br />

Desenrolador<br />

Desenrolador<br />

Desenrolador<br />

Desenrolador<br />

Desenrolador<br />

Suporte do<br />

Mandril<br />

Rampas do<br />

mandril<br />

Blocos <strong>de</strong><br />

bicos<br />

Eixo <strong>de</strong><br />

articulação<br />

do rolo <strong>de</strong><br />

apoio<br />

Mancais do<br />

rolo <strong>de</strong><br />

apoio<br />

Sistema<br />

centralizad<br />

o <strong>de</strong> graxa<br />

Guia do<br />

cilindro<br />

Tarefa<br />

4 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

20 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 KG Pincel 2 min<br />

0,5 l<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

2 min<br />

0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

158<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Semanal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

03-02<br />

LCP01-<br />

04-01<br />

LCP01-<br />

04-02<br />

LCP01-<br />

05-01<br />

LCP01-<br />

05-03<br />

LCP01-<br />

05-04<br />

LCP01-<br />

05-05<br />

LCP01-<br />

06-01<br />

LCP01-<br />

07-01<br />

LCP01-<br />

07-02<br />

LCP01-<br />

07-03<br />

LCP01-<br />

07-04<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Suporte do<br />

Mandril<br />

Abridor <strong>de</strong><br />

Espiras<br />

Abridor <strong>de</strong><br />

Espiras<br />

Trator Defletor<br />

<strong>de</strong> Tesouras<br />

Trator Defletor<br />

<strong>de</strong> Tesouras<br />

Trator Defletor<br />

<strong>de</strong> Tesouras<br />

Trator Defletor<br />

<strong>de</strong> Tesouras<br />

Mesa <strong>de</strong><br />

Despontes<br />

Azeitadora <strong>de</strong><br />

Chapas<br />

Azeitadora <strong>de</strong><br />

Chapas<br />

Azeitadora <strong>de</strong><br />

Chapas<br />

Azeitadora <strong>de</strong><br />

Chapas<br />

Roda <strong>de</strong><br />

apoio<br />

Articulaçõe<br />

s dos<br />

cilindros<br />

Guias<br />

<strong>de</strong>slizantes<br />

da pala<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Redutor 2 Lubrificar<br />

Mancais do<br />

rolo<br />

puxador<br />

Cremalheir<br />

a<br />

Guias<br />

verticais da<br />

guilhotina<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

articulação<br />

da mesa<br />

8 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Mancais 4 Lubrificar<br />

Guias<br />

verticais<br />

Cremalheir<br />

a<br />

Regulador<br />

<strong>de</strong> altura<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Pincel 3 min<br />

0,2 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />

0,1 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,15 kg Pincel 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

159<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

07-05<br />

LCP01-<br />

08-01<br />

LCP01-<br />

08-02<br />

LCP01-<br />

08-04<br />

LCP01-<br />

08-05<br />

LCP01-<br />

08-06<br />

LCP01-<br />

08-07<br />

LCP01-<br />

08-08<br />

LCP01-<br />

08-09<br />

LCP01-<br />

08-10<br />

LCP01-<br />

08-11<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Azeitadora <strong>de</strong><br />

Chapas<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Rolo <strong>de</strong><br />

saída da<br />

ajeitadora<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

4 Lubrificar<br />

Motor 2 Lubrificar<br />

Acoplament<br />

o<br />

Cardãns da<br />

planadora<br />

Mancal <strong>de</strong><br />

entrada<br />

Caixa <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

1 Lubrificar<br />

15 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Cruzetas 4 Lubrificar<br />

Mancais do<br />

rolo trator<br />

Guias<br />

verticais<br />

Cremalheir<br />

as<br />

Coroa e<br />

pinhão<br />

4 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 3<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

2 kg Pincel 20 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,4 kg Pincel 10 min<br />

0,2 kg Pincel 12 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

160<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Diário<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

08-12<br />

LCP01-<br />

08-13<br />

LCP01-<br />

08-14<br />

LCP01-<br />

09-01<br />

LCP01-<br />

09-02<br />

LCP01-<br />

09-03<br />

LCP01-<br />

09-04<br />

LCP01-<br />

09-05<br />

LCP01-<br />

09-06<br />

LCP01-<br />

09-07<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Aplanadora 15-<br />

100<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

elevação<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

basculame<br />

nto<br />

Contra<br />

rolos<br />

Articulação<br />

da mesa <strong>de</strong><br />

entrada<br />

Articulação<br />

da mesa <strong>de</strong><br />

bucle<br />

Articulação<br />

do anel do<br />

cilindro da<br />

mesa<br />

Guias <strong>de</strong><br />

entrada do<br />

trator<br />

cíclico<br />

Redutor do<br />

fuso do<br />

trator<br />

cíclico<br />

Mancais do<br />

basquetim<br />

Redutor da<br />

elevação<br />

do trator<br />

cíclico<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

1<br />

9<br />

Tarefa<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

189 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,1 l<br />

0,8 l<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

5 min<br />

20 min<br />

5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 140 min<br />

0,1 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Diário<br />

Diário<br />

161<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

09-08<br />

LCP01-<br />

09-09<br />

LCP01-<br />

09-10<br />

LCP01-<br />

09-12<br />

LCP01-<br />

09-13<br />

LCP01-<br />

09-14<br />

LCP01-<br />

09-15<br />

LCP01-<br />

10-01<br />

LCP01-<br />

10-02<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Caixas <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

do trator<br />

cíclico<br />

Guias <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

do trator<br />

cíclico<br />

Mancais da<br />

barra <strong>de</strong><br />

transmissã<br />

o<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Fossa do Bucle Redutor 1<br />

Fossa do Bucle<br />

Fossa do Bucle<br />

Mancais do<br />

rolo<br />

Guias<br />

verticais<br />

Fossa do Bucle Cremalheir<br />

a<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Corrente <strong>de</strong><br />

movimento<br />

dos<br />

alimentador<br />

es<br />

Guias<br />

laterais<br />

Tarefa<br />

6 Lubrificar<br />

14 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

4 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Óleo<br />

Lubrificante p/<br />

engrenagens<br />

220 cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 30 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2 l<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2 kg Pincel 15 min<br />

0,15 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Pincel 5 min<br />

0,5 kg Pincel 15 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

162<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Diário<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

10-03<br />

LCP01-<br />

10-04<br />

LCP01-<br />

10-05<br />

LCP01-<br />

10-06<br />

LCP01-<br />

10-08<br />

LCP01-<br />

10-09<br />

LCP01-<br />

10-10<br />

LCP01-<br />

10-11<br />

LCP01-<br />

10-12<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

articulação<br />

do<br />

alimentador<br />

Redutor da<br />

elevação<br />

do<br />

alimentador<br />

Mancais da<br />

barra do<br />

alimentador<br />

Cremalheir<br />

a<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

movimenta<br />

ção do<br />

alimentador<br />

Mancais da<br />

barra <strong>de</strong><br />

movimento<br />

Redutor do<br />

rolo<br />

alimentador<br />

<strong>de</strong> colar<br />

Corrente<br />

dupla <strong>de</strong><br />

movimento<br />

da barra<br />

Mancais do<br />

fuso <strong>de</strong><br />

regulagem<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

4 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

3 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

3 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

3 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 kg Pincel 5 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Pincel 5 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

163<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

10-13<br />

LCP01-<br />

11-01<br />

LCP01-<br />

11-02<br />

LCP01-<br />

11-03<br />

LCP01-<br />

12-02<br />

LCP01-<br />

13-01<br />

LCP01-<br />

13-02<br />

LCP01-<br />

13-03<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Alimentador<br />

Final <strong>de</strong><br />

Bobinas<br />

Mesa<br />

Prensadora<br />

Mesa<br />

Prensadora<br />

Mesa<br />

Prensadora<br />

Prensa 17<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

Guias 2 Lubrificar<br />

Unida<strong>de</strong><br />

hidráulica<br />

das mesas<br />

móveis<br />

2<br />

Lubrifil 2<br />

Unida<strong>de</strong><br />

hidráulica<br />

da linha<br />

Central <strong>de</strong><br />

lubrificação<br />

da prensa<br />

Mancais do<br />

esticador<br />

das<br />

correias<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

elevação<br />

do<br />

transportad<br />

or<br />

1<br />

2<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

Verif. Nível<br />

e<br />

Completar<br />

se<br />

necessário<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Mancais 2 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Óleo hidráulico<br />

46 cSt<br />

Óleo hidráulico<br />

10 cSt<br />

Óleo hidráulico<br />

46 cSt<br />

Óleo<br />

Lubrificante anti<br />

gotejante 220<br />

cSt<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,2 kg Pincel 15 min<br />

1 l<br />

0,1 l<br />

1 l<br />

2,5 l<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

Visor <strong>de</strong><br />

Nível/Reposiç<br />

ão Manual<br />

5 min<br />

5 min<br />

5 min<br />

5 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Diário<br />

164<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Diário Semi-sintético Mineral<br />

Diário<br />

Diário<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

13-04<br />

LCP01-<br />

13-05<br />

LCP01-<br />

13-06<br />

LCP01-<br />

13-07<br />

LCP01-<br />

13-09<br />

LCP01-<br />

13-10<br />

LCP01-<br />

13-11<br />

LCP01-<br />

13-12<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Fusos <strong>de</strong><br />

elevação<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

abertura<br />

das<br />

correias<br />

Fusos <strong>de</strong><br />

abertura<br />

das<br />

correias<br />

Guias<br />

lineares <strong>de</strong><br />

abertura<br />

das<br />

correias<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

prolongame<br />

nto das<br />

correias<br />

Corrente <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

correias<br />

Cremalheir<br />

as<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

correias<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Pincel 12 min<br />

0,5 kg Pincel 15 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,15 kg Pincel 5 min<br />

0,4 kg Pincel 10 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

165<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

13-13<br />

LCP01-<br />

13-14<br />

LCP01-<br />

14-01<br />

LCP01-<br />

14-02<br />

LCP01-<br />

14-04<br />

LCP01-<br />

14-05<br />

LCP01-<br />

14-06<br />

LCP01-<br />

14-07<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Mancais do<br />

eixo <strong>de</strong><br />

tração das<br />

correias<br />

Eixo <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

correias<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

movimenta<br />

ção das<br />

guias<br />

laterais<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

movimenta<br />

ção das<br />

guais<br />

laterais<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

basculame<br />

nto dos<br />

rolos <strong>de</strong><br />

tramas<br />

Mancais da<br />

barra dos<br />

rolos <strong>de</strong><br />

trama<br />

Rótulas <strong>de</strong><br />

basculame<br />

nto dos<br />

rolos <strong>de</strong><br />

trama<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

suporte dos<br />

rolos <strong>de</strong><br />

trama<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

20 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

24 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

32 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,1 kg Pincel 10 min<br />

0,15 kg Pincel 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,25 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 35 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 40 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

166<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

14-08<br />

LCP01-<br />

14-09<br />

LCP01-<br />

14-10<br />

LCP01-<br />

14-11<br />

LCP01-<br />

14-13<br />

LCP01-<br />

14-14<br />

LCP01-<br />

14-15<br />

LCP01-<br />

14-16<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

basculame<br />

nto dos<br />

rolos <strong>de</strong><br />

tramas<br />

Correntes<br />

<strong>de</strong><br />

acionament<br />

o dos rolos<br />

<strong>de</strong> trama<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

pontes<br />

guias<br />

Mancais da<br />

barra <strong>de</strong><br />

transmissã<br />

o das<br />

pontes<br />

guias<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

abertura<br />

das<br />

correias<br />

Distribuidor<br />

es<br />

Mancais da<br />

barra <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

Fusos <strong>de</strong><br />

abertura<br />

das<br />

correias<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

4 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

18 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

7 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,5 kg Pincel 30 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

1,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 20 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />

0,4 kg Pincel 10 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

167<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

14-17<br />

LCP01-<br />

14-18<br />

LCP01-<br />

14-19<br />

LCP01-<br />

14-20<br />

LCP01-<br />

14-21<br />

LCP01-<br />

14-22<br />

LCP01-<br />

14-23<br />

LCP01-<br />

14-25<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Guias<br />

lineares <strong>de</strong><br />

abertura<br />

das<br />

correias<br />

Redutores<br />

<strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

correias<br />

Eixo <strong>de</strong><br />

tração das<br />

correias<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

correias<br />

Mancais da<br />

barra <strong>de</strong><br />

movimento<br />

Redutores<br />

<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto<br />

Fusos <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto<br />

Redutores<br />

<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto dos<br />

tops<br />

laterais<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

32 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

14 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

8 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

1 kg Pincel 40 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,1 kg Pincel 15 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,4 kg Pincel 10 min<br />

0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

168<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

14-26<br />

LCP01-<br />

15-01<br />

LCP01-<br />

15-02<br />

LCP01-<br />

15-03<br />

LCP01-<br />

15-04<br />

LCP01-<br />

16-01<br />

LCP01-<br />

16-02<br />

LCP01-<br />

16-03<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Mesa do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Mesa do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Mesa do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Mesa do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador<br />

Lateral<br />

Fusos <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto dos<br />

tops<br />

laterais<br />

Mancais da<br />

roda<br />

Tesouras<br />

<strong>de</strong><br />

elevação<br />

das mesas<br />

Rodas das<br />

tesouras<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

saída da<br />

mesa <strong>de</strong><br />

rechaço<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

mesas<br />

Correntes<br />

dos rolos<br />

transportad<br />

ores das<br />

mesas<br />

Tesoura <strong>de</strong><br />

elevação<br />

das mesas<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

8 Lubrificar<br />

16 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

16 Lubrificar<br />

16 Lubrificar<br />

5 Lubrificar<br />

4 Lubrificar<br />

3 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,4 kg Pincel 15 min<br />

0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,4 kg Pincel 12 min<br />

0,7 kg Pincel 20 min<br />

0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,4 kg Pincel 15 min<br />

0,2 kg Pincel 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

169<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

17-01<br />

LCP01-<br />

17-02<br />

LCP01-<br />

17-03<br />

LCP01-<br />

17-04<br />

LCP01-<br />

17-05<br />

LCP01-<br />

17-06<br />

LCP01-<br />

18-01<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Entrada do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

elevação<br />

do<br />

transportad<br />

or<br />

Distribuidor<br />

es<br />

Mancais da<br />

barra <strong>de</strong><br />

distribuição<br />

Fusos <strong>de</strong><br />

elevação<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

abertura<br />

das<br />

correias<br />

Mancais <strong>de</strong><br />

apoio do<br />

rolo <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>locament<br />

o do<br />

empilhador<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

3 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

3 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

170<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

18-02<br />

LCP01-<br />

18-04<br />

LCP01-<br />

18-05<br />

LCP01-<br />

18-06<br />

LCP01-<br />

18-07<br />

LCP01-<br />

18-08<br />

LCP01-<br />

18-09<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Mancais da<br />

roda <strong>de</strong><br />

movimento<br />

do<br />

empilhador<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto das<br />

correias<br />

Cremalheir<br />

as <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto das<br />

correias<br />

Guias<br />

lineares <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto das<br />

correias<br />

Redutor <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

correias<br />

Eixo <strong>de</strong><br />

acionament<br />

o das<br />

correias<br />

Mancais da<br />

suporte do<br />

eixo<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

8 Lubrificar<br />

5 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

40 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

1 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

1,3 kg Pincel 60 min<br />

0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,15 kg Pincel 5 min<br />

0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

171<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

18-10<br />

LCP01-<br />

18-11<br />

LCP01-<br />

18-12<br />

LCP01-<br />

18-14<br />

LCP01-<br />

18-15<br />

LCP01-<br />

19-01<br />

LCP01-<br />

19-02<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Guias<br />

lineares <strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto dos<br />

tops<br />

Guias<br />

lineares <strong>de</strong><br />

prolongame<br />

nto dos<br />

tops<br />

Redutores<br />

<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong>slocame<br />

nto dos<br />

tops<br />

Redutores<br />

<strong>de</strong><br />

prolongame<br />

nto dos<br />

tops<br />

Cremalheir<br />

as <strong>de</strong><br />

prolongame<br />

nto dos<br />

tops<br />

Mancais da<br />

roda da<br />

mesa<br />

Tesouras<br />

<strong>de</strong><br />

elevação<br />

das mesas<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

24 Lubrificar<br />

24 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

6 Lubrificar<br />

12 Lubrificar<br />

2 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 00<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

1,3 kg Pincel 30 min<br />

1,3 kg Pincel 40 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />

0,5 kg Pincel 5 min<br />

0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 20 min<br />

0,2 kg Pincel 10 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

Mensal<br />

172<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mensal Em<br />

Funcionamento<br />

Mensal<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral<br />

Mineral


Tag<br />

LCP01-<br />

19-03<br />

Linha<br />

Produtiva<br />

Linha <strong>de</strong><br />

Prensagem<br />

Schuler I<br />

Equipamento Ponto<br />

Transportador<br />

<strong>de</strong> Saída do<br />

Empilhador<br />

Frontal<br />

Rodas das<br />

tesouras<br />

Qt<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Pontos<br />

Tarefa<br />

8 Lubrificar<br />

Especificação<br />

do<br />

Lubrificante<br />

Graxa Base<br />

Lítio consist. 2<br />

Quant.<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

Dispositivo<br />

<strong>de</strong> Aplicação<br />

Tempo <strong>de</strong><br />

Execução<br />

Unida<strong>de</strong><br />

<strong>de</strong><br />

Medida<br />

0,3 kg Pincel 25 min<br />

Centro <strong>de</strong><br />

Serviço<br />

Manutenção<br />

Mecânica<br />

Frequ.<br />

Mensal<br />

173<br />

Status do<br />

Equipamento Classificação<br />

Fora <strong>de</strong><br />

Funcionamento<br />

Mineral

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