Desenvolvimento de um sistema informatizado aplicado - UTFPR
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UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ<br />
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO<br />
MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO<br />
MARJORIE BELINELLI<br />
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO<br />
APLICADO À GESTÃO DE PLANOS PREVENTIVOS DE<br />
LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />
DISSERTAÇÃO<br />
PONTA GROSSA<br />
2011
MARJORIE BELINELLI<br />
DESENVOLVIMENTO DE UM SISTEMA INFORMATIZADO<br />
APLICADO À GESTÃO DE PLANOS PREVENTIVOS DE<br />
LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />
Dissertação apresentada como requisito<br />
parcial à obtenção do título <strong>de</strong> Mestre em<br />
Engenharia <strong>de</strong> Produção, no Programa <strong>de</strong><br />
Pós-Graduação em Engenharia <strong>de</strong><br />
Produção, Universida<strong>de</strong> Tecnológica Fe<strong>de</strong>ral<br />
do Paraná – Campus Ponta Grossa.<br />
Orientador: Prof.Dr. Jhon Jairo Ramirez<br />
Behainne<br />
PONTA GROSSA<br />
2011
Ficha catalográfica elaborada pelo Departamento <strong>de</strong> Biblioteca<br />
da Universida<strong>de</strong> Tecnológica Fe<strong>de</strong>ral do Paraná, Campus Ponta Grossa<br />
n.16 /11<br />
B431 Belinelli, Marjorie<br />
<strong>Desenvolvimento</strong> <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> à gestão <strong>de</strong> planos<br />
preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial./ Marjorie Belinelli. Ponta Grossa: [s.n.], 2011.<br />
173 f. : il. ; 30 cm.<br />
Orientador: Prof. Dr. Jhon Jairo Ramirez Behainne<br />
Dissertação (Mestrado em Engenharia <strong>de</strong> Produção) - Universida<strong>de</strong> Tecnológica<br />
Fe<strong>de</strong>ral do Paraná, Campus Ponta Grossa. Curso <strong>de</strong> Pós-Graduação em<br />
Engenharia <strong>de</strong> Produção. Ponta Grossa, 2011.<br />
1. Lubrificação industrial. 2. Sistema <strong>informatizado</strong>. 3. Planos preventivos. 4.<br />
Disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina. I. Behainne, Jhon Jairo Ramirez. II. Universida<strong>de</strong><br />
Tecnológica Fe<strong>de</strong>ral do Paraná, Campus Ponta Grossa. III. Título.<br />
CDD 670.42
AGRADECIMENTOS<br />
Primeiramente expresso meu profundo agra<strong>de</strong>cimento a “Deus pai todo<br />
po<strong>de</strong>roso” que me <strong>de</strong>stes a vida e toda força e coragem para enfrentar meus medos<br />
e <strong>de</strong>safios, e cada dia me proporciona as oportunida<strong>de</strong>s que tenho tido em minha<br />
jornada e me il<strong>um</strong>ina com sabedoria para conduzi-las.<br />
Agra<strong>de</strong>ço por minha família, que tem me apoiado e me auxiliado em todos os<br />
momentos <strong>de</strong> minha vida acadêmica e profissional, proporcionando-me incentivo<br />
para evoluir nelas.<br />
A todos os meus verda<strong>de</strong>iros amigos que juntamente com minha fé e família<br />
estruturam o alicerce <strong>de</strong> minha vida, construindo nela momentos <strong>de</strong> muitas alegrias<br />
e felicida<strong>de</strong>s.<br />
Aos professores John J. Ramirez Behainne, Rui Francisco Marçal e Luiz<br />
Alberto Pilatti pela orientação e co-orientação, pelo apoio, ensinamentos e ajuda<br />
para todo o <strong>de</strong>senvolvimento e conclusão <strong>de</strong>sta pesquisa.<br />
E finalmente, <strong>um</strong> agra<strong>de</strong>cimento especial ao Professor Marcelo Rodrigues<br />
que me ensinou tudo sobre manutenção industrial e me apoio durante a minha<br />
profissional e acadêmica, além <strong>de</strong> sempre aconselhar-me na vida pessoal como<br />
amigo. Á você professor Marcelo, minha imensa adimiração e respeito por tudo que<br />
fez por mim e pelo exemplo <strong>de</strong> excelente professor que o senhor representa para<br />
mim, e tenho orgulho <strong>de</strong> chamá-lo <strong>de</strong> Mestre.
O Senhor é meu Pastor e nada me faltará.<br />
(...)E ainda que eu an<strong>de</strong> pelo vale da sombra da morte, não<br />
temerei mal alg<strong>um</strong>, porque Tú estarás comigo;<br />
(....) Bonda<strong>de</strong> e o amor certamente me acompanharão todos<br />
os dias <strong>de</strong> minha vida e habitarei na casa do Senhor por longos<br />
dias.(Salmo 23; versículos: 1,4 e 6.)<br />
“ A mente que se abre a <strong>um</strong>a nova idéia jamais voltará ao seu<br />
tamanho normal” (Albert Einstein)
RESUMO<br />
BELINELLI, Marjorie. <strong>Desenvolvimento</strong> <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> à<br />
gestão <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial. 2011. 173 f. Dissertação<br />
(Mestrado em Engenharia <strong>de</strong> Produção) – Programa <strong>de</strong> Pós-Graduação em<br />
Engenharia <strong>de</strong> Produção, Universida<strong>de</strong> Tecnologia Fe<strong>de</strong>ral do Paraná – Ponta<br />
Grossa, 2011.<br />
A a<strong>de</strong>quada gestão <strong>de</strong> recursos materiais e h<strong>um</strong>anos relacionados à lubrificação em<br />
ambiente industrial é <strong>de</strong> fundamental importância para a saú<strong>de</strong> financeira das<br />
organizações, <strong>um</strong>a vez que esta propicia ganho <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina e<br />
a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> vida útil dos equipamentos. Com o permanente <strong>de</strong>senvolvimento e<br />
crescimento do <strong>sistema</strong> produtivo intensifica-se a necessida<strong>de</strong> pela implantação <strong>de</strong><br />
procedimentos <strong>de</strong> lubrificação eficientes, o que torna praticamente inviável a gestão<br />
das informações <strong>de</strong> forma manual e promove o espaço aos <strong>sistema</strong>s automatizados<br />
como apoio no gerenciamento. O objetivo <strong>de</strong>ste trabalho foca-se ao<br />
<strong>de</strong>senvolvimento e aplicação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> voltado a facilitar as<br />
montagens <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong> maneira ágil e apropriada.<br />
Assim, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> envolve procedimentos para o preenchimento dos<br />
campos do programa com as informações relacionadas à localização <strong>de</strong> máquinas e<br />
equipamentos, a i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> lubrificantes e do centro <strong>de</strong> serviço para alocação<br />
<strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra. Este mesmo <strong>sistema</strong> automatizado se comporta como <strong>um</strong><br />
instr<strong>um</strong>ento gerencial organizado das informações e dos recursos envolvidos nos<br />
roteiros dos planos, que facilita a administração da lubrificação como manutenção<br />
preventiva no complexo industrial on<strong>de</strong> for <strong>aplicado</strong>. O <strong>sistema</strong> disponibiliza também<br />
<strong>um</strong> módulo para o monitoramento das datas a serem emitidas e a execução dos<br />
planos preventivos criados, a fim <strong>de</strong> acompanhar a correção <strong>de</strong> atrasos e/ou<br />
possíveis avarias. A metodologia <strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> lubrificação implantada nesta<br />
ferramenta consi<strong>de</strong>ra-se <strong>de</strong> utilida<strong>de</strong> para a execução eficiente relacionada às<br />
tarefas <strong>de</strong> manutenção nas empresas, sendo simultaneamente, <strong>de</strong> estrutura e<br />
operacionalida<strong>de</strong> simplificada. O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto foi <strong>aplicado</strong> ao caso<br />
<strong>de</strong> <strong>um</strong>a empresa do setor si<strong>de</strong>rúrgico, dando oportunida<strong>de</strong> para a i<strong>de</strong>ntificação dos<br />
pontos fortes e <strong>de</strong>ficientes da ferramenta.<br />
Palavras-chave: Lubrificação Industrial. Sistema Informatizado. Planos Preventivos.<br />
Disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> Máquina.
ABSTRACT<br />
BELINELLI, Marjorie. Development of a computerized system applied to the<br />
management of preventive plans for industrial lubrication. 2011. 173 f.<br />
Dissertation (Master in Production Engineering) – Master’s Degree in Production<br />
Engineering, Fe<strong>de</strong>ral Technology University - Paraná. Ponta Grossa, 2011.<br />
Proper management of h<strong>um</strong>an and material resources related to lubrication in<br />
industrial environment is of fundamental importance to the financial health of<br />
organizations, since it provi<strong>de</strong>s gain of machine availability and increased equipment<br />
life. With the constant <strong>de</strong>velopment and growth of the production system, the need<br />
for the implementation of efficient procedures for lubrication intensifies, making it<br />
virtually impossible to manage the information manually and making room for<br />
automated systems as support to their management. This study focuses on the<br />
<strong>de</strong>velopment and implementation of a computerized system, to facilitate the<br />
assembly of preventive plans of lubrication in an agile way and appropriately. Thus,<br />
the computerized system involves procedures for filling the fields of the program with<br />
information regarding the location of machinery and equipment, i<strong>de</strong>ntification of<br />
lubricants and service center for allocation of manpower. Such automated system<br />
behaves as an organized management tool of information and resources involved in<br />
the <strong>de</strong>signs of the plans, which facilitates the administration of lubrication and<br />
preventive maintenance in the industrial complex where it is applied. The system also<br />
provi<strong>de</strong>s a module for monitoring the dates to be issued and the implementation of<br />
preventive plans created in or<strong>de</strong>r to monitor the correction of <strong>de</strong>lays and / or possible<br />
damage. The lubrication management methodology implemented in this tool is<br />
consi<strong>de</strong>red useful for the efficient execution of maintenance tasks related to the<br />
companies, while being of simple structure and operation. The proposed<br />
computerized system was applied to a company in the steel sector, allowing for the<br />
i<strong>de</strong>ntification of strengths and <strong>de</strong>ficiencies of the tool.<br />
Keywords: Industrial Lubrication. Computerized System. Preventive plans.<br />
Availability of machinery.
LISTA DE FIGURAS<br />
Figura 1 - Processo <strong>de</strong> Fabricação <strong>de</strong> Graxas ..................................................... 27<br />
Figura 2 - Funcionalida<strong>de</strong>s Básicas <strong>de</strong> <strong>um</strong> CMMS ............................................... 51<br />
Figura 3 Representação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informações <strong>aplicado</strong> à manutenção<br />
............................................................................................................................. 53<br />
Figura 4 - Tipos <strong>de</strong> produtos manufaturados pelas linhas <strong>de</strong> produção na<br />
empresa do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ....................................................................... 63<br />
Figura 5 - Linha e produto <strong>de</strong> corte transversal .................................................... 64<br />
Figura 6 - Linha e produto <strong>de</strong> corte longitudinal ................................................... 67<br />
Figura 7 - Linha <strong>de</strong> prensa e produto <strong>de</strong> corte blanks .......................................... 72<br />
Figura 8 - Máquina empilha<strong>de</strong>ira LINDE 4,5 toneladas ........................................ 76<br />
Figura 9 - Fluxograma <strong>de</strong> planejamento <strong>de</strong> serviços <strong>de</strong> lubrificação industrial<br />
gerido em <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> .......................................................................... 84<br />
Figura 10 - Relações <strong>de</strong> tabelas e registros (informações) no <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> ........................................................................................................ 88<br />
Figura 11 - Esquema dos elementos <strong>de</strong> composição <strong>de</strong> <strong>um</strong> banco <strong>de</strong> dados e<br />
geração <strong>de</strong> relatórios ............................................................................................ 89<br />
Figura 12 - Árvore das informações técnicas <strong>de</strong> lista <strong>de</strong> tarefas ou roteiros....... . 92<br />
Figura 13 - Hierarquia <strong>de</strong> objetos técnicos para elaboração dos planos <strong>de</strong><br />
lubrificação e gerenciamento no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ....................................... 93<br />
Figura 14 - Estrutura e funcionamento dos planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro do<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ......................................................................................... 95<br />
Figura 15 - Tela <strong>de</strong> acesso inicial do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ............................... 97<br />
Figura 16 - Telas <strong>de</strong>monstrativas do módulo <strong>de</strong> cadastro <strong>de</strong> informações<br />
primárias para composição dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação .................... 99<br />
Figura 17 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> composição e geração dos<br />
planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação ....................................................................... 104<br />
Figura 18 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> lançamento <strong>de</strong> dados da<br />
execução <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> lubrificação (Disponível no CD-ROM .............................. 108
Figura 19 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> geração <strong>de</strong> relatórios<br />
gerenciais e visualização gráfica .......................................................................... 110<br />
Figura 20 - Níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> informação no <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> LubControl ..................................................................................... 111<br />
Figura 21 - Relações entre atributos e entida<strong>de</strong>s principais (Disponível no<br />
CD-ROM) ............................................................................................................. 113<br />
Figura 22 - Telas <strong>de</strong> inicialização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ................................ 117<br />
Figura 23 - Telas <strong>de</strong> cadastro básico do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.............................118<br />
Figura 24 - Inserção <strong>de</strong> <strong>um</strong> novo cadastro..............................................................123<br />
Figura 25 - Ícones <strong>de</strong> gravação e atualização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>...............124<br />
Figura 26 - Montagem e visualização <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />
montados no <strong>sistema</strong><strong>informatizado</strong> ..................................................................... 125<br />
Figura 27 - Ícones <strong>de</strong> exportação <strong>de</strong> arquivos........................................................127<br />
Figura 28 - Geração <strong>de</strong> gráficos e relatórios gerenciais (Disponível no CD-<br />
ROM) .................................................................................................................... 128<br />
Figura 29 - Fluxo das informações para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão ................................ 129<br />
Figura 30 - Procedimento <strong>de</strong> instalação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ...................... 141<br />
Figura 31- Instruções <strong>de</strong> instalação e troca <strong>de</strong> senha no ambiente do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> LubControl ..................................................................................... 142<br />
Figura 32 - Acesso ao LubControl e ativação <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> ........................................................................................................ 143
LISTA DE QUADROS<br />
Quadro 1 - Componentes da Formulação <strong>de</strong> Graxas ........................................... 28<br />
Quadro 2 - Tipos <strong>de</strong> óleo base mineral .............................................................. 29<br />
Quadro 3 - Classificação <strong>de</strong> óleo base mineral .................................................... 30<br />
Quadro 4 - Tipos <strong>de</strong> Bases Sintéticas .................................................................. 32<br />
Quadro 5 - Aditivos para Lubrificantes ................................................................. 38<br />
Quadro 6 - Lubrificantes atóxicos H1-Grau Alimentício ........................................ 42<br />
Quadro 7 - Softwares Disponíveis no Mercado para Gestão da Manutenção<br />
Industrial ............................................................................................................... 55<br />
Quadro 8 - TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte Transversal<br />
..................................................................................................................... 65<br />
Quadro 9 - TAG dos equipamentos pertencentes às Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte<br />
Longitudinal .......................................................................................................... 68<br />
Quadro 10 - TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Prensagem ...... 72<br />
Quadro 11 - TAG dos equipamentos das empilha<strong>de</strong>iras ...................................... 76<br />
Quadro 12 - Exemplo <strong>de</strong> Plano <strong>de</strong> Lubrificação ................................................... 80<br />
Quadro 13 - Estruturas <strong>de</strong> TAG - linha <strong>de</strong> corte transversal ................................ 91
LISTA DE TABELAS<br />
Tabela 1 - Classificação NLGI – Consistência das Graxas .................................. 35<br />
Tabela 2 - Ponto <strong>de</strong> Gota – Escala <strong>de</strong> Temperatura .......................................... 37
LISTA DE ABREVIATURAS, SIGLAS E ACRÔNIMOS<br />
API American Petrole<strong>um</strong> Institute<br />
ASTM American Society for Testing and Materials - Associação Americana para<br />
Testes e Materiais.<br />
ATIEL Association Technique <strong>de</strong> L`Industrie Europeanne <strong>de</strong>s Lubrifiants<br />
CD-ROM Compact Disc Read-Only Memory<br />
CMMS Computer Maintenance Management System<br />
DIN Deutsch Institut Normen – Instituto Alemão <strong>de</strong> Normas<br />
DIPOA Departamento <strong>de</strong> Inspeção <strong>de</strong> Produtos <strong>de</strong> Origem Animal<br />
EP Extrema Pressão<br />
ERP Enterprise Resource Planning<br />
E.U.A Estados Unidos da América<br />
HACCP Hazard Analysis and Critical Control Point - Análise <strong>de</strong> Perigo e Pontos<br />
<strong>de</strong> Controle Críticos<br />
MAPA Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.<br />
NLGI National Lubricating Grease Institute<br />
PAG Polialquilenoglicóis<br />
PAO Poli-Alfa-Olefina<br />
PCM Planejamento e controle da manutenção<br />
PIO Poli-internal Olefina<br />
POE Poliéster<br />
PPM Partes por milhão<br />
USDA U.S. Department of Agriculture - Departamento <strong>de</strong> Agricultura dos<br />
Estados Unidos.<br />
VBA Visual Basic For Aplications
SUMÁRIO<br />
1INTRODUÇÃO ................................................................................................... 17<br />
1.1OBJETIVOS .................................................................................................... 19<br />
1.1.1 Objetivo Geral .............................................................................................. 19<br />
1.1.2 Objetivos Específicos ................................................................................... 19<br />
1.2 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO ......................................................................... 20<br />
1.3 IMPORTÂNCIA DO TEMA ............................................................................. 20<br />
1.4 CLASSIFICAÇÃO DA METODOLOGIA APLICADA ...................................... 21<br />
1.5 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO ................................................................. 22<br />
2 REFERENCIAL TEÓRICO ................................................................................ 23<br />
2.1 A LUBRIFICAÇÃO COMO MANUTENÇÃO PREVENTIVA ........................... 23<br />
2.2 LUBRIFICANTES ........................................................................................... 26<br />
2.2.1 Lubrificantes Semi-sólidos – Graxas ........................................................... 26<br />
2.2.2 Óleos Minerais ............................................................................................ 29<br />
2.2.3 Óleos Sintéticos .......................................................................................... 31<br />
2.3 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS LUBRIFICANTES ................................ 33<br />
2.3.1 Características dos Óleos ........................................................................... 33<br />
2.3.1.1 Índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> ............................................................................... 33<br />
2.3.1.2 Ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z ........................................................................................ 33<br />
2.3.1.3 Ponto <strong>de</strong> fulgor ........................................................................................ 34<br />
2.3.1.4 Resistência à corrosão ............................................................................. 34<br />
2.3.2 Características das Graxas .......................................................................... 34<br />
2.3.2.1 Consistência ou soli<strong>de</strong>z ............................................................................ 35<br />
2.3.2.2 Viscosida<strong>de</strong> aparente ............................................................................... 36<br />
2.3.2.3 Ponto <strong>de</strong> Gota .......................................................................................... 36<br />
2.3.2.4 Estabilida<strong>de</strong> à oxidação ............................................................................ 37
2.4 ADITIVOS ....................................................................................................... 38<br />
2.5 LUBRIFICANTES DE GRAU ALIMENTÍCIO .................................................. 40<br />
2.6 GESTÃO DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL ................................................. 44<br />
2.6.1 A Gestão da Lubrificação na Indústria Alimentícia....................................... 47<br />
2.7 SISTEMAS INFORMATIZADOS APLICADOS NA GESTÃO DA<br />
MANUTENÇÃO .................................................................................................... 49<br />
2.8 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO VBA (VISUAL BASIC FOR<br />
APLICATIONS) ................................................................................................... 58<br />
3 MATERIAIS E MÉTODOS ................................................................................ 62<br />
3.1 AMBIENTE DE TESTE PARA VERIFICAÇÃO DO SISTEMA<br />
INFORMATIZADO PROPOSTO .......................................................................... 62<br />
3.1.1 Linha <strong>de</strong> Corte Transversal .......................................................................... 64<br />
3.1.2 Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal ....................................................................... 67<br />
3.1.3 Linha <strong>de</strong> Prensas ........................................................................................ 71<br />
3.1.4 Máquinas Empilha<strong>de</strong>iras .............................................................................. 75<br />
3.2 ETAPA I - PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA LUBRIFICAÇÃO<br />
INDUSTRIAL ........................................................................................................ 77<br />
3.3 ETAPA II - ESTRUTURA DO SISTEMA INFORMATIZADO .......................... 85<br />
3.4 FORMAÇÃO DO BANCO DE DADOS E HIERARQUIZAÇÃO DAS<br />
INFORMAÇÕES ................................................................................................... 87<br />
3.4.1 CONSTRUÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />
APLICADO AO GERENCIAMENTO DAS INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO<br />
INDUSTRIAL ........................................................................................................ 94<br />
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO ........................................................................ 115<br />
4.1 APLICAÇÃO E TESTE DO SISTEMA INFORMATIZADO PARA<br />
GERENCIAMENTO DAS INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />
REFERENTES AO AMBIENTE INDUSTRIAL DO ESTUDO ............................. 115<br />
4.2 ANÁLISE DOS RESULTADOS OCORRIDOS NO TESTE DE VERIFICAÇÃO<br />
DAS FUNCIONALIDADES DO SISTEMA INFORMATIZADO DESENVOLVIDO<br />
..................................................................................................................... 130<br />
5 CONCLUSÕES ................................................................................................. 133<br />
5.1 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS ............................................. 135
REFERÊNCIAS .................................................................................................... 136<br />
APÊNDICE A - Instruções <strong>de</strong> Instalação e habilitação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
..................................................................................................................... 140<br />
APÊNDICE B - Plano <strong>de</strong> lubrificação da Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado à<br />
Frio ..................................................................................................................... 144<br />
APÊNDICE C - Plano <strong>de</strong> Lubrificação da Linha <strong>de</strong> Prensagem I ......................... 157<br />
APÊNDICE D - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte transversal laminado à<br />
quente .......................................................................................................... CD-ROM<br />
APÊNDICE E - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte longitudinal laminado á frio<br />
............................................................................................................. CD-ROM<br />
APÊNDICE F - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte longitudinal laminado à<br />
quente .......................................................................................................... CD-ROM<br />
APÊNDICE G - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> prensagem II .................. CD-ROM<br />
APÊNDICE H - Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> prensagem III .................. CD-ROM<br />
APÊNDICE I - Plano <strong>de</strong> lubrificação das máquinas empilha<strong>de</strong>iras .............. CD-ROM
1 INTRODUÇÃO<br />
A lubrificação é <strong>um</strong>a forma primária <strong>de</strong> manutenção preventiva, que interpõe<br />
<strong>um</strong> lubrificante entre duas superfícies metálicas, evitando assim, o contato direto<br />
entre as superfícies. A ação do lubrificante reduz o atrito e <strong>de</strong>sgaste das superfícies,<br />
melhora a eficiência na operação dos equipamentos, impe<strong>de</strong> e/ou diminui as<br />
quebras <strong>de</strong> componentes <strong>de</strong> máquinas, a<strong>um</strong>entando a vida útil e a disponibilida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong> trabalho do maquinário para produção.<br />
O a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> e vida útil do maquinário tem como<br />
conseqüência o melhor <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong>ste, permitindo velocida<strong>de</strong>s mais altas <strong>de</strong><br />
trabalho e maiores taxas <strong>de</strong> produção.<br />
É aceito que mais <strong>de</strong> 60% <strong>de</strong> todas as falhas mecânicas estão diretamente<br />
relacionadas a práticas <strong>de</strong> lubrificação pobres ou impróprias (BANNISTER, 1996).<br />
Assim, é fácil enten<strong>de</strong>r porque <strong>um</strong> apropriado programa <strong>de</strong> manutenção preventiva<br />
confia fortemente em <strong>um</strong>a boa gestão da lubrificação Industrial.<br />
A lubrificação industrial, sob <strong>um</strong>a gestão organizada, é <strong>um</strong> forte fator para<br />
competitivida<strong>de</strong> da empresa. Através <strong>de</strong>la consegue-se a<strong>um</strong>entar a produtivida<strong>de</strong><br />
com melhor <strong>de</strong>sempenho do maquinário e diminuir custos com o a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> vida<br />
útil do equipamento.<br />
O total planejamento <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s ligadas à lubrificação industrial leva à<br />
redução <strong>de</strong> custos com manutenção e lubrificantes, bem como, ao a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong><br />
produtivida<strong>de</strong> do maquinário e manutenção <strong>de</strong> dados (histórico) para análise do<br />
<strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong>ste e tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão.<br />
Um <strong>sistema</strong> gerencial organizado por planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ve ser <strong>um</strong> forte<br />
componente da manutenção preventiva, evitando a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> avarias,<br />
economizando em consertos, tempo <strong>de</strong> manutenção, e produção perdida<br />
ocasionada por interrupção do maquinário. Logo, a lubrificação como elemento <strong>de</strong><br />
manutenção preventiva se torna <strong>um</strong>a ferramenta <strong>de</strong> competitivida<strong>de</strong> no mercado.<br />
O a<strong>um</strong>ento do <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong> máquinas e <strong>de</strong> equipamentos em <strong>um</strong>a<br />
operação é diretamente proporcional à qualida<strong>de</strong> da gestão da lubrificação e ao<br />
suporte dos executores quanto à execução dos planos preventivos <strong>aplicado</strong>s <strong>de</strong><br />
forma correta.<br />
17
Um <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> lubrificação industrial engloba planos preventivos, mão <strong>de</strong><br />
obra especializada e gastos com lubrificantes, gerando dados e informações que se<br />
tornam inviáveis <strong>de</strong> controlar manualmente, necessitando-se do apoio <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s e<br />
recursos <strong>informatizado</strong>s para a gestão da manutenção. Estes planos preventivos<br />
<strong>de</strong>vem ser elaborados e inseridos em programa que possibilite planejar<br />
a<strong>de</strong>quadamente seus recursos e informações, bem como, facilitar seu controle,<br />
monitoramento, execução e análise dos resultados.<br />
Utilizar <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> para auxiliar a gestão da lubrificação agiliza e facilita a<br />
obtenção <strong>de</strong> dados do comportamento das ações envolvidas, custos e gastos com<br />
lubrificantes, além <strong>de</strong> armazenar e manter histórico <strong>de</strong> informações ligadas a<br />
lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos.<br />
O principal objetivo <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> não só à<br />
lubrificação, mas à manutenção como <strong>um</strong> todo, é a<strong>um</strong>entar a rentabilida<strong>de</strong> da<br />
empresa através da obtenção <strong>de</strong> informações e dados mais consistentes <strong>de</strong> forma<br />
mais rápida e eficiente. Estas informações possibilitam <strong>um</strong>a melhor análise do<br />
<strong>de</strong>sempenho do programa <strong>de</strong> lubrificação e manutenção <strong>aplicado</strong>, fornecendo dados<br />
no auxílio à tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, o que possivelmente gera posteriormente a<strong>um</strong>ento<br />
<strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina, melhoria contínua do processo, eficácia no uso dos<br />
recursos, redução <strong>de</strong> custo, entre outros.<br />
Dentro do contexto da importância do gerenciamento da lubrificação, para se<br />
tornar <strong>um</strong> elemento <strong>de</strong> competitivida<strong>de</strong>, propõe-se o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> voltado a auxiliar a montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação.<br />
Trata-se da inserção <strong>de</strong> <strong>um</strong>a ferramenta <strong>de</strong> fácil operação e implantação, que<br />
possibilita a sua mo<strong>de</strong>lagem conforme necessida<strong>de</strong> do usuário e /ou da empresa, e<br />
que apesar <strong>de</strong> estrutura e interface simplificada, manifesta-se como <strong>um</strong>a eficiente<br />
ferramenta para a gestão <strong>de</strong> informações relativas aos procedimentos <strong>de</strong> lubrificação<br />
(como manutenção preventiva), fornecendo dados para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão no<br />
ambiente industrial. No <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> foram<br />
consi<strong>de</strong>radas as seguintes premissas:<br />
Servir como <strong>um</strong> guia prático e rápido para criação e geração <strong>de</strong> planos<br />
preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial, através do preenchimento das informações<br />
contidas em seus atributos (campos <strong>de</strong> inserção <strong>de</strong> informações);<br />
18
Possibilitar o fácil <strong>de</strong>senvolvimento, utilizando-se <strong>de</strong> ferramentas contidas no<br />
ambiente operacional Windows®, tornando-se assim, <strong>um</strong> Sistema Informatizado<br />
<strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> baixo custo <strong>de</strong> criação e aplicação;<br />
Permitir adaptação da estrutura física do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ao<br />
gerenciamento das informações <strong>de</strong> lubrificação do meio industrial <strong>aplicado</strong>;<br />
Interface simplificada <strong>de</strong> fácil acesso e operação por parte do usuário;<br />
Flexibilida<strong>de</strong> para modificações <strong>de</strong> parâmetros no Sistema Informatizado<br />
proposto, quando a empresa precisar (inserção e exclusão <strong>de</strong> campos,<br />
informações, atalhos, entre outros);<br />
Viabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento do <strong>sistema</strong>, ajustando as necessida<strong>de</strong>s e<br />
particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> cada empresa, com adaptações ao ambiente industrial<br />
<strong>aplicado</strong>;<br />
Sistema voltado à área <strong>de</strong> lubrificação, sendo esta com foco preventivo,<br />
envolvendo as suas necessida<strong>de</strong>s para auxiliar a sua gestão <strong>de</strong> maneira eficaz;<br />
Geração <strong>de</strong> gráficos relativos a gastos financeiros e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e<br />
lubrificantes, proporcionando acompanhamento e controle <strong>de</strong>stes recursos<br />
<strong>aplicado</strong>s a lubrificação, favorecendo dados a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão.<br />
1.1 OBJETIVOS<br />
1.1.1 Objetivo Geral<br />
O objetivo principal <strong>de</strong>ste trabalho é <strong>de</strong>senvolver <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
voltado ao gerenciamento da lubrificação industrial, para sua inserção como<br />
ferramenta <strong>de</strong> gestão em planos preventivos no ambiente industrial.<br />
1.1.2 Objetivos Específicos<br />
A fim <strong>de</strong> atingir o objetivo geral, as seguintes ativida<strong>de</strong>s constituíram os<br />
objetivos específicos <strong>de</strong>sta dissertação:<br />
19
Realizar o levantamento dos aspectos relativos à lubrificação industrial e das<br />
informações necessárias para a composição e gestão <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong><br />
lubrificação, a fim <strong>de</strong> compor os campos <strong>de</strong> atributos a serem preenchidos no<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>;<br />
Escolher e implantar o algoritmo <strong>de</strong> gestão em <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação<br />
que possua flexibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> atualização e possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> conexão entre<br />
atributos (campos) e registros (alimentação <strong>de</strong> informações), para <strong>de</strong>senvolver o<br />
Sistema Informatizado proposto;<br />
Elaborar planos <strong>de</strong> lubrificação para o maquinário industrial em <strong>um</strong> ambiente<br />
fabril, com intuito <strong>de</strong> formação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados para o Sistema;<br />
Verificar os pontos fortes e <strong>de</strong>ficientes do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto<br />
através <strong>de</strong> teste <strong>de</strong> aplicação em ambiente industrial.<br />
1.2 DELIMITAÇÃO DO ESTUDO<br />
O presente trabalho limita-se ao <strong>de</strong>senvolvimento e verificação <strong>de</strong><br />
aplicabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> voltado para a gestão da lubrificação<br />
industrial no âmbito preventivo.<br />
1.3 IMPORTÂNCIA DO TEMA<br />
Enfatiza-se a relevância <strong>de</strong>ste trabalho , consi<strong>de</strong>rando que este visa contribuir<br />
com os gestores da área <strong>de</strong> manutenção industrial na criação e gerenciamento <strong>de</strong><br />
planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial <strong>de</strong> maneira fácil e intuitiva.<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto propicia ambiente operacional prático e fácil<br />
para cadastro e manutenção <strong>de</strong> histórico <strong>de</strong> informações ligadas as tarefas <strong>de</strong><br />
lubrificação industrial, possibilitando assim, consultas e geração <strong>de</strong> relatórios<br />
gerenciais <strong>de</strong> custos e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e lubrificantes utilizados, os quais<br />
são <strong>um</strong>a po<strong>de</strong>rosa ferramenta para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão para melhoria do processo<br />
industrial.<br />
20
1.4 CLASSIFICAÇÃO DA METODOLOGIA APLICADA<br />
quanto:<br />
Em relação a metodologia aplicada, a presente pesquisa é classificada<br />
A natureza das informações: é observação direta, pois visa formar <strong>um</strong> banco <strong>de</strong><br />
dados com levantamento das particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> para gestão da<br />
lubrificação e os <strong>de</strong> seus recursos relativos aos planos <strong>de</strong> lubrificação criados.<br />
Luna (1998) e Gil (2002), sugerem que a observação direta refere-se á<br />
observação <strong>de</strong> <strong>um</strong> registro ou <strong>de</strong> <strong>um</strong>a situação durante seu acontecimento <strong>de</strong>ntro<br />
<strong>de</strong> seu ambiente, po<strong>de</strong>ndo gerar ações para modificá-la.<br />
Ao ponto <strong>de</strong> vista <strong>de</strong> sua natureza: a pesquisa se apresenta como pesquisa<br />
aplicada, pois os conhecimentos gerados são <strong>de</strong> possível aplicação em <strong>um</strong><br />
problema prático e relata a situação do contexto em que está sendo realizada<br />
<strong>de</strong>terminada investigação, além <strong>de</strong> envolver o estudo e <strong>de</strong>talhamento do<br />
conhecimento <strong>de</strong> poucos objetos explorados em situações na vida real (GIL,<br />
2002).<br />
Aos termos <strong>de</strong> abordagem do problema: esta pesquisa se classifica como<br />
qualitativa, já que as avaliações e discussões baseam-se na interpretação direta<br />
dos fenômenos, sendo assim, analisadas <strong>de</strong> forma indutiva e relatadas <strong>de</strong> forma<br />
<strong>de</strong>scritiva. Também, a pesquisa, se classifica em quantitativa, pois há partes da<br />
pesquisa on<strong>de</strong> são transformados os resultados e informações em forma<br />
n<strong>um</strong>érica, possibilitando a construção <strong>de</strong> indicadores (gráficos <strong>de</strong> monitoramento)<br />
passíveis <strong>de</strong> análises e conclusões (SILVA; MENEZES, 2005).<br />
Ao seu objetivo : esta pesquisa é exploratória, pois a construção do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong>, voltado a <strong>um</strong>a área específica, neste caso a lubrificação industrial.<br />
A pesquisa exploratória proporciona maior familiarida<strong>de</strong> com o problema e<br />
evi<strong>de</strong>ncia idéias e <strong>de</strong>scobertas intuitivas com o aprofundamento e especificação<br />
<strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado tema (LUNA,1998).<br />
21
1.5 ESTRUTURA DA DISSERTAÇÃO<br />
A Dissertação apresenta-se em quatro capítulos e apêndices, estruturados da<br />
seguinte forma:<br />
Capítulo 1 - Introdução: neste capítulo apresenta-se o contexto da pesquisa e a<br />
sua finalida<strong>de</strong>, observando-se os objetivos da pesquisa, bem como, a limitação<br />
e classificação <strong>de</strong>sta;<br />
Capítulo 2 - Referencial Teórico: contempla a revisão da literatura utilizando-se<br />
do estado da arte <strong>de</strong> autores, apresentando conceitos relevantes à lubrificação<br />
industrial e Sistemas Informatizados utilizados na gestão da manutenção ;<br />
Capítulo 3 - Métodos e Materiais: apresenta <strong>de</strong>talhadamente o <strong>de</strong>senvolvimento<br />
do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, as telas <strong>de</strong> operação e relatórios<br />
gerenciais disponíveis <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong>ste;<br />
Capítulo 4 – Conclusões: apresenta as etapas da verificação do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> no ambiente industrial escolhido, enfatizando os benefícios e<br />
limitações do <strong>sistema</strong> durante a sua aplicação neste meio fabril. Neste mesmo<br />
capítulo estão a conclusão geral da pesquisa, bem como, as consi<strong>de</strong>rações<br />
finais adicionadas <strong>de</strong> sugestões para trabalhos futuros.<br />
Apêndices – Nesta parte do trabalho <strong>de</strong>talham-se todos os planos preventivos<br />
<strong>de</strong> lubrificação gerados no ambiente fabril <strong>de</strong> verificação do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong>. Os apêndices A,B e C estão presentes no fim <strong>de</strong>ste trabalho ,<br />
estando os <strong>de</strong>mais (D,E,F,G,H e I) contidos no CD-ROM que acompanha a<br />
dissertação.<br />
22
2 REFERENCIAL TEÓRICO<br />
Neste capítulo é realizada <strong>um</strong>a revisão bibliográfica <strong>de</strong> assuntos relacionados<br />
com o tema da pesquisa. Especificamente, são abordados aspectos da lubrificação<br />
e lubrificantes (<strong>de</strong>finições, tipos, classificações e características), gestão da<br />
lubrificação e utilização <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s <strong>informatizado</strong>s na gestão da manutenção<br />
industrial, assim como o da linguagem <strong>de</strong> programação utilizada no <strong>de</strong>senvolvimento<br />
do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
2.1 A LUBRIFICAÇÃO COMO MANUTENÇÃO PREVENTIVA<br />
A produção é o processo pelo qual se beneficia matéria prima em produto<br />
acabado e distribui este ao cons<strong>um</strong>idor. Para executar as operações necessárias à<br />
transformação <strong>de</strong>sta matéria prima é preciso o funcionamento <strong>de</strong> <strong>um</strong>a complexa<br />
ca<strong>de</strong>ia <strong>de</strong> máquinas e equipamentos, os quais apresentam falhas e <strong>de</strong>feitos com o<br />
tempo <strong>de</strong> utilização. Tal situação cria a necessida<strong>de</strong> da manutenção contínua.<br />
Autores como Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009), Narayan (1998) e Filho (2004), <strong>de</strong>finem<br />
a Manutenção industrial como sendo o conjunto <strong>de</strong> ações responsáveis para a<br />
preservação ou restauração da função pretendida <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado processo com<br />
o menor custo total possível.<br />
A manutenção <strong>de</strong>ve aten<strong>de</strong>r às necessida<strong>de</strong>s do processo produtivo <strong>de</strong> forma<br />
a melhorar a performance da máquina e a qualida<strong>de</strong> do produto fabricado, sempre<br />
buscando aperfeiçoamento contínuo e combatendo os <strong>de</strong>sperdícios.<br />
Po<strong>de</strong>-se consi<strong>de</strong>rar, n<strong>um</strong> sentido mais amplo, que o objetivo da manutenção<br />
não é somente o <strong>de</strong> manter ou restaurar as condições físicas do equipamento, mas<br />
também manter suas capacida<strong>de</strong>s funcionais (o que o equipamento po<strong>de</strong> fazer).<br />
Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009, p.23), também sugerem <strong>um</strong> conceito mais amplo que<br />
caracteriza bem as mo<strong>de</strong>rnas funções da manutenção:<br />
23
24<br />
Garantir a confiabilida<strong>de</strong> e a disponibilida<strong>de</strong> da função dos equipamentos e<br />
instalações <strong>de</strong> modo a aten<strong>de</strong>r a <strong>um</strong> processo <strong>de</strong> produção ou <strong>de</strong> bens <strong>de</strong><br />
serviço, com segurança, preservação do meio ambiente a custos<br />
a<strong>de</strong>quados.<br />
Assim a Manutenção Industrial não só restabelece o funcionamento <strong>de</strong><br />
máquinas e equipamentos, mas torna-se função estratégica <strong>de</strong>ntro da organização,<br />
como fator capaz <strong>de</strong> oferecer <strong>um</strong> diferencial competitivo as empresas (LEVITT,<br />
1997; PALMER, 1999 apud ALVES e FALSARELLA, 2009).<br />
Tradicionalmente, a Manutenção Industrial tem sido enxergada e aplicada<br />
como <strong>um</strong>a ativida<strong>de</strong> essencial e vital para manter o perfeito funcionamento do<br />
Processo produtivo <strong>de</strong> <strong>um</strong>a empresa. É com<strong>um</strong> encontrar <strong>de</strong>fensores <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />
planejada manutenção arg<strong>um</strong>entando dos méritos <strong>de</strong> seu método escolhido<br />
(NARAYAN,1998).<br />
Mobley (2008, p.96) e Filho (2004), estabelecem que o conceito <strong>de</strong><br />
manutenção preventiva tem <strong>um</strong>a multidão <strong>de</strong> significados. Na interpretação clássica<br />
do termo a manutenção preventiva visa realizar ações <strong>de</strong> forma a reduzir ou evitar a<br />
falha ou queda no <strong>de</strong>sempenho, obe<strong>de</strong>cendo a <strong>um</strong> plano previamente elaborado<br />
baseado em intervalos <strong>de</strong>finidos <strong>de</strong> tempo.<br />
A lubrificação industrial aparece como <strong>um</strong>a forma primitiva <strong>de</strong> manutenção<br />
preventiva que, quando administrada <strong>de</strong> forma correta, a<strong>um</strong>enta a disponibilida<strong>de</strong><br />
das máquinas, <strong>de</strong>finindo-se assim como <strong>um</strong>a ferramenta eficaz na diminuição <strong>de</strong><br />
custos e a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> produtivida<strong>de</strong> nas indústrias (MOBLEY, 2008; CARRETEIRO e<br />
BELMIRO, 2006).<br />
Mobley (2008), Mang e Dresel (2007) e Lansdown (2004) <strong>de</strong>finem a<br />
lubrificação como <strong>um</strong>a forma <strong>de</strong> manutenção preventiva que interpõe <strong>um</strong> fluido<br />
lubrificante entre superfícies <strong>de</strong>slizantes metálicas, proporcionando redução <strong>de</strong> atrito<br />
e do <strong>de</strong>sgaste e tendo como benefício a diminuição <strong>de</strong> falhas e o a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong><br />
disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina.<br />
De acordo com Silva e Wallbank (1998), a redução do <strong>de</strong>sgaste e o a<strong>um</strong>ento<br />
<strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> trazem consigo o a<strong>um</strong>ento da vida útil do maquinário e melhor<br />
eficiência no seu funcionamento, proporcionando crescimento na taxa <strong>de</strong><br />
produtivida<strong>de</strong> da empresa.<br />
Os elementos <strong>de</strong> máquinas requerem lubrificação, pois eles formam<br />
superfícies que movem respectivamente <strong>um</strong>a a outra, <strong>de</strong>slizando, rolando,
avançando ou retroce<strong>de</strong>ndo. Caso ocorra o contato direto entre as superfícies, o<br />
atrito conduzirá altas temperaturas entre elas e possivelmente o <strong>de</strong>sgaste ou avaria<br />
acontecerá. Logo a interposição <strong>de</strong> <strong>um</strong> lubrificante entre essas superfícies previne<br />
ou reduz o contato direto entre elas, sem lubrificação, a maioria das máquinas<br />
funcionária por curto período <strong>de</strong> tempo e logo parariam. (PIRRO; WESSOL, 2001).<br />
Segundo Mobley (2007) e Bannister (1996), a lubrificação como <strong>um</strong>a das<br />
funções bases da manutenção industrial tem por objetivo:<br />
Transformar o atrito sólido em atrito fluido, evitando assim a perda <strong>de</strong> energia;<br />
Controlar o atrito;<br />
Controlar o <strong>de</strong>sgaste;<br />
Controlar a temperatura (líquido refrigerante);<br />
Controlar a corrosão;<br />
Proporcionar isolamento (elétrico);<br />
Transmitir potência em <strong>sistema</strong>s hidráulicos;<br />
Amortecer choques (amortecedores, engrenagens);<br />
Agir na remoção <strong>de</strong> contaminantes (limpeza);<br />
Formar vedação (graxa).<br />
Para que estes objetivos se concretizem é necessário a execução das<br />
ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação industrial gerida a<strong>de</strong>quadamente sob os aspectos <strong>de</strong><br />
procedimentos e recursos materiais e h<strong>um</strong>anos. Deve-se manter boas práticas <strong>de</strong><br />
lubrificação, estas <strong>de</strong>finidas, pela aplicação do lubrificante a<strong>de</strong>quado, respeitando<br />
tanto a quantida<strong>de</strong> a ser aplicada quanto o intervalo <strong>de</strong> relubrificação, caso contrário<br />
ao invés <strong>de</strong> benefícios a lubrificação industrial po<strong>de</strong> trazer prejuízos como<br />
diminuição <strong>de</strong> vida útil e <strong>de</strong> máquinas e seus elementos mecânicos.<br />
Uma das principais conseqüências <strong>de</strong> <strong>um</strong>a gestão ina<strong>de</strong>quada <strong>de</strong><br />
lubrificação é o a<strong>um</strong>ento do cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> energia e perca <strong>de</strong> eficiência do<br />
maquinário, pois antes dos componentes <strong>de</strong> máquina falharem, aparece força <strong>de</strong><br />
atrito excessiva entre eles que acarreta sobrecarga em equipamentos elétricos,<br />
como bombas e motores (MANG; DRESEL,2007).<br />
25
2.2 LUBRIFICANTES<br />
A aplicação e a seleção <strong>de</strong> lubrificantes são <strong>de</strong>terminadas pelas funções que<br />
eles exercem nos elementos <strong>de</strong> máquina e pelo ambiente <strong>de</strong> trabalho que estes se<br />
encontram. Em alguns casos, o intuito maior é controlar o atrito, em outros, efetuar<br />
controle <strong>de</strong> temperatura.<br />
Conforme Stachowiak e Batchelor (2005, p. 51), Mang e Dresel (2007, p. 44)<br />
os lubrificantes po<strong>de</strong>m ser <strong>de</strong>finidos como fluídos compostos <strong>de</strong> misturas complexas<br />
e em estrutura básica <strong>de</strong> hidrocarboneto usados principalmente para o controle do<br />
atrito e <strong>de</strong>sgaste.<br />
Os lubrificantes po<strong>de</strong>m estar em estado físico gasoso, sólido (grafite,<br />
bissulfeto <strong>de</strong> molibdênio, enxofre, fósforo), semi-solido (vaselina, graxa vegetal,<br />
animal ou mineral) ou o mais utilizado <strong>um</strong> líquido (água, óleo vegetal, animal ou<br />
mineral, sintético) (BELMIRO e CARRETEIRO, 2006; NEALE, 2001, p.15).<br />
Neste capítulo estão <strong>de</strong>talhados somente os lubrificantes líquidos e semi-<br />
solidos, por serem os lubrificantes mais utilizados e mais comuns no meio industrial.<br />
2.2.1 Lubrificantes Semi-solidos - Graxas<br />
Carreteiro e Belmiro (2006), bem como, Pirro e Wessol (2001), <strong>de</strong>finem as<br />
graxas como sendo <strong>um</strong> lubrificante semi-solido à sólido, que consiste em <strong>um</strong> agente<br />
engrossador, geralmente sabão metálico, dispersado em lubrificante líquido, o qual<br />
funciona como retentor do lubrificante. As graxas po<strong>de</strong>m conter em sua composição<br />
aditivos químicos como inibidores <strong>de</strong> oxidação, anti <strong>de</strong>sgaste, inibidores <strong>de</strong> ferrugem<br />
e corrosão, entre outros, melhorando sua proprieda<strong>de</strong> física.<br />
A figura 1 ilustra o processo <strong>de</strong> fabricação <strong>de</strong> graxas.<br />
26
Figura 1 – Processo <strong>de</strong> fabricação <strong>de</strong> graxas<br />
Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Lubrication Fundamentals, PIRRO & WESSOL, 2001.<br />
Na indústria, o uso preferencial pela graxa <strong>de</strong>ve-se à sua forma gelatinosa, o<br />
que possibilita os seguintes benefícios (PIRRO e WESSOL, 2001; LANSDOWN,<br />
2004):<br />
Evitar a relubrificação em locais <strong>de</strong> difícil acesso e condições inseguras;<br />
Reduzir o tempo e a frequência <strong>de</strong> lubrificação;<br />
Reduzir os ruídos<br />
Atue melhor que o óleo em condições extremas <strong>de</strong> altas temperaturas, altas<br />
pressões, cargas <strong>de</strong> choque e baixas velocida<strong>de</strong>s com cargas elevadas.<br />
Alguns tipos <strong>de</strong> lubrificantes semi-solidos são muito mais estáveis<br />
quimicamente que os líquidos po<strong>de</strong>ndo ser usados em ambientes com aci<strong>de</strong>z<br />
elevada, muitos solventes ou que contenham gases liquefeitos.<br />
27
Lubrificantes semi-solidos são, em geral, <strong>aplicado</strong>s em locais extremamente<br />
limpos e po<strong>de</strong>m ser usados, <strong>de</strong>s<strong>de</strong> que <strong>de</strong> origem atóxica, em maquinário para<br />
processamento <strong>de</strong> alimentos. Em alguns casos, as graxas são usadas para garantir<br />
lubrificação permanente em partes <strong>de</strong> equipamento inacessíveis e ainda servir como<br />
ação vedante.<br />
28<br />
Graxas por serem materiais semisolidos, as graxas po<strong>de</strong>m ser usadas em<br />
aplicações on<strong>de</strong> po<strong>de</strong> haver <strong>um</strong> vazamento <strong>de</strong> <strong>um</strong> óleo. Também, graxas<br />
po<strong>de</strong>m prover <strong>um</strong>a ação <strong>de</strong> <strong>um</strong> selante natural, como em <strong>um</strong>a aplicação em<br />
mancal on<strong>de</strong> o filme lubrificante (<strong>de</strong> graxa) ten<strong>de</strong> a manter contaminantes<br />
do lado <strong>de</strong> fora e <strong>de</strong> <strong>de</strong>ntro (MOBLEY, 2008).<br />
Em geral, lubrificantes semi-sólidos são muito estáveis em ambiente <strong>de</strong> alta<br />
radioativida<strong>de</strong>, on<strong>de</strong> óleos (lubrificantes líquidos) seriam <strong>de</strong>gradados.<br />
aditivos.<br />
O quadro 1 res<strong>um</strong>e alguns tipos <strong>de</strong> graxas existentes juntamente com seus<br />
Óleo Base da Composição<br />
Espessantes<br />
Oléo Mineral Sabão <strong>de</strong> Sódio Antioxidante<br />
Aditivos<br />
Hidrocarbonetos Sintéticos Sabão <strong>de</strong> Cálcio Aditivos Anti Desgaste<br />
Di-esteres Sabão <strong>de</strong> Lítio Aditivos EP(Extrema Pressão)<br />
Silicones Sabão <strong>de</strong> Al<strong>um</strong>ínio Inibidores <strong>de</strong> Corrosão<br />
Esteres Fosfatados Complexo <strong>de</strong> Lítio<br />
Bissulfato(Dissulfato) <strong>de</strong><br />
Molibidênio<br />
Perfluoropoliéter Complexo <strong>de</strong> Cálcio Modificador <strong>de</strong> Atrito<br />
Silicones Fluorados Complexo <strong>de</strong> Al<strong>um</strong>ínio Metal <strong>de</strong>sativador<br />
Quadro 1 – Componentes da Formulação <strong>de</strong> Graxas<br />
Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Lubrication and Lubricant Selection - LANSDOWN – 2004, p.128
2.2.2 Óleos Minerais<br />
Os óleos minerais são os mais importantes e empregados na lubrificação<br />
realizada <strong>de</strong>ntro das indústrias, bem como, possuir o menor custo. São <strong>de</strong>rivados<br />
da refinação (fração e <strong>de</strong>stilação) do petróleo. Eles consistem basicamente <strong>de</strong><br />
carbono, hidrogênio, sob a forma <strong>de</strong> hidrocarbonetos (BELMIRO; CARRETEIRO,<br />
2006).<br />
As características <strong>de</strong>stes óleos <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>m do tipo do petróleo <strong>de</strong> origem e do<br />
processo <strong>de</strong> refino, sendo classificados como apresentado no quadro 2.<br />
Parafínico<br />
Naftênicos<br />
Óleo Base Características<br />
Mistura <strong>de</strong> Bases (Aromáticos Ciclo<br />
Parafínicos, entre outros)<br />
Possui significativa quantia <strong>de</strong> Hidrocarbonetos<br />
cerosos e pouco ou nenh<strong>um</strong> material asfáltico. Seus<br />
Naftenos constituem-se em longas ca<strong>de</strong>ias.<br />
29<br />
Possui material asfáltico e pouco ou nenh<strong>um</strong><br />
material cerosos. Seus naftenos constituem-se em<br />
ca<strong>de</strong>ias <strong>de</strong> menor tamanho. Tem Viscosida<strong>de</strong> baixa.<br />
Possui ambos os materiais asfálticos e cerosos.<br />
Seus naftenos se constituem em mo<strong>de</strong>radas a<br />
longas ca<strong>de</strong>ias. Possui baixo ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z.<br />
Quadro 2 – Tipos <strong>de</strong> óleo base mineral<br />
Fonte: Adaptação <strong>de</strong> Lubrication and Reliability, M.J. NEALE, pg. 15, 2001.<br />
Os óleos aromáticos não são a<strong>de</strong>quados para lubrificação, assim, serão<br />
expostos no quadro 3 a classificação dos óleos <strong>de</strong> origem parafínica e naftênica, os<br />
quais são empregados na composição <strong>de</strong> lubrificantes industriais.
Grupo I<br />
Grupo II<br />
Grupo III<br />
Grupo IV<br />
Grupo V<br />
Grupo VI<br />
Grupo I+<br />
Grupo II+<br />
Grupo III+<br />
Classificação <strong>de</strong> óleos base API/ATIEL<br />
Grupo Características<br />
Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são geralmente produzidos pela rota solvente<br />
(processos <strong>de</strong> extração <strong>de</strong> aromáticos e <strong>de</strong>sparafinização por solvente, com ou<br />
sem hidroacabamento) e são os menos refinados da classificação. É <strong>um</strong>a<br />
mistura, não uniforme, <strong>de</strong> diferentes ca<strong>de</strong>ias <strong>de</strong> hidrocarbonetos. São utilizados<br />
para formular a maioria dos óleos automotivos.<br />
Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são produzidos pela rota hidrorrefino. Tem<br />
a<strong>de</strong>quado <strong>de</strong>sempenho em proprieda<strong>de</strong>s como volatibilida<strong>de</strong>, estabilida<strong>de</strong> á<br />
oxidação e ponto <strong>de</strong> fulgor, porém tem <strong>de</strong>sempenho regular no que se refere a<br />
ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z e viscosida<strong>de</strong> a baixa temperatura.<br />
Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são produzidos pela rota hidrodraqueamento.<br />
Possuem excelente <strong>de</strong>sempenho em <strong>um</strong>a gran<strong>de</strong> varieda<strong>de</strong> <strong>de</strong> proprieda<strong>de</strong>s,<br />
como uniformida<strong>de</strong> molecular e estabilida<strong>de</strong>. São utilizados para fabricação <strong>de</strong><br />
óleos lubrificantes sintéticos e semi-sintéticos.<br />
Os óleos básicos <strong>de</strong>ste grupo são obtidos através <strong>de</strong> reações químicas das<br />
matérias sintéticas, como Poli-Alfa-Olefinas (PAO's). Quando combinados com<br />
aditivos oferecem <strong>um</strong> excelente <strong>de</strong>sempenho dos atributos relacionados á<br />
lubrificação. Têm composição química estável e ca<strong>de</strong>ias moleculares uniformes.<br />
Neste grupo encontram-se os básicos Naftênicos, além <strong>de</strong> ésteres sintéticos e<br />
poliolesteres como poli-isobuteno e poli-alquileno. São utilizados para<br />
<strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> aditivos e em processos petroquímicos.<br />
Abriga <strong>um</strong> tipo <strong>de</strong> oligômero <strong>de</strong> olefina fabricado na Europa, chamado <strong>de</strong> Poliinternal<br />
Olefina (PIO).<br />
Produto do Grupo I com alto teor <strong>de</strong> enxofre e baixo teor <strong>de</strong> saturados, mas com<br />
maior índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong>, entre 100 e 105 cSt ou mm 2 /s<br />
Ajustes no processo <strong>de</strong> refino possibilitam fazer <strong>um</strong> Grupo II com indice <strong>de</strong><br />
viscosida<strong>de</strong> <strong>de</strong> 110 a 120 mm 2 /s<br />
Não disponível comercialmente ainda. Tendo o gás natural como fonte, é<br />
chamado também <strong>de</strong> tecnologia Gas to Liquid ou simplesmente GTL. Terão<br />
índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> acima <strong>de</strong> 140 cSt.<br />
Quadro 3 – Classificação <strong>de</strong> óleo base mineral<br />
Fonte: Adaptação <strong>de</strong> Revista Lubes em Foco, vol.5, 2008, ZAMBONI,p.13.<br />
30
A classificação dos óleos bases <strong>de</strong>talhada no quadro 3, esta <strong>de</strong> acordo com<br />
o <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> classificação adotado pelas entida<strong>de</strong>s: API (American Petrole<strong>um</strong><br />
Institute) e a ATIEL (Association Technique <strong>de</strong> L`Industrie Europeanne <strong>de</strong>s<br />
Lubrifiants) no propósito <strong>de</strong> padronizar mundialmente especificações para as<br />
refinarias ( ZAMBONI, 2008,p.13).<br />
2.2.3 Óleos Sintéticos<br />
O maquinário industrial, na maioria das vezes, trabalha sob ambientes<br />
agressivos, tais como, alta <strong>um</strong>ida<strong>de</strong>, calor, concentração <strong>de</strong> pó, entre outros. Isto faz<br />
com que os lubrificantes minerais não sejam eficazes, tornando sua aplicação<br />
ina<strong>de</strong>quada nestes ambientes. Assim, para que o maquinário suporte essas<br />
condições adversas, foram <strong>de</strong>senvolvidos os lubrificantes sintéticos.<br />
Os lubrificantes sintéticos são <strong>de</strong>finidos como óleos obtidos <strong>de</strong> sinterização<br />
química <strong>de</strong> hidrocarbonetos em laboratório e <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ndo da sua composição,<br />
agrupam-se em classes: ésteres <strong>de</strong> ácidos dibásicos, <strong>de</strong> organofosfatos e <strong>de</strong><br />
silicones, este último composto <strong>de</strong> ésteres <strong>de</strong> poliglicol (MANG; DRESEL, 2007<br />
p.63).<br />
Apesar <strong>de</strong> seu alto valor <strong>de</strong> aquisição no mercado, o cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> óleos<br />
lubrificantes sintetizados a<strong>um</strong>entou consi<strong>de</strong>ravelmente nas últimas duas décadas,<br />
<strong>de</strong>vido à necessida<strong>de</strong> <strong>de</strong> trabalho do maquinário industrial sob condições extremas<br />
<strong>de</strong> temperatura e pressão. Seus principais benefícios são (MANG; DRESEL, 2007,<br />
p.64):<br />
Maior vida útil do óleo em relação aos óleos minerais;<br />
Diminuição <strong>de</strong> <strong>de</strong>pósitos <strong>de</strong> resíduos em reservatórios <strong>de</strong> óleo;<br />
Economia no cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> energia e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> óleo;<br />
Melhor refrigeração do equipamento;<br />
Menos ruído e vibrações.<br />
Além do óleo sintético há ainda o semi-sintético, o qual é composto <strong>de</strong> base<br />
mineral misturada com base sintética (FONTENELLE, 2008, p.8).<br />
O quadro 4 traz alguns dos lubrificantes sintéticos existentes no mercado.<br />
31
Classe <strong>de</strong> Lubrificantes<br />
Sintéticos<br />
Alquilados Aromáticos<br />
Ésteres <strong>de</strong> Ácidos Básicos<br />
Ésteres <strong>de</strong> Organofosfatos<br />
Ésteres <strong>de</strong> Silicatos<br />
Silicones<br />
Poliéster (POE)<br />
Polialfaolefinas(PAO)<br />
Polibutenos<br />
Polialquilenoglicóis (PAG)<br />
Descrição<br />
32<br />
São obtidos a partir da reação <strong>de</strong> <strong>um</strong>a olefina com <strong>um</strong> núcleo<br />
aromático. São utilizados como base sintética em lubrificantes<br />
automotivos e industriais<br />
Excelentes proprieda<strong>de</strong>s á baixas temperaturas, estabilida<strong>de</strong><br />
ao calor, boa estabilida<strong>de</strong> térmica e a oxidação. São<br />
formulados a partir dos ácidos adípico, azeláico, sebácico,<br />
entre outro. Utilizados principalmente em lubrificantes <strong>de</strong><br />
motores a jato, óleos hidráulico e para instr<strong>um</strong>entos <strong>de</strong>licados.<br />
Alto po<strong>de</strong>r lubrificante, boa resistência a oxidação . São<br />
largamente utilizados para extrema-pressão e antiesp<strong>um</strong>antes.<br />
Possuem baixa volatilida<strong>de</strong> e excelente faixa <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong><br />
em relação à temperatura. São consi<strong>de</strong>rados <strong>um</strong> dos melhores<br />
sintéticos e utilizados em fluidos hidráulicos e graxas especiais.<br />
Boa estabilida<strong>de</strong> térmica e hidrolítica. Excelente lubrificação em<br />
superfícies metálicas constituintes <strong>de</strong> zinco, cromo, cádmio,<br />
bronze, aço.<br />
Possuem estabilida<strong>de</strong> em altas temperaturas e po<strong>de</strong>m fluir<br />
também em baixas (-54 o C).Sua principal aplicação é em<br />
lubrificantes para turbinas a jato e fluídos hidráulicos.<br />
Estruturas compostas essencialmente <strong>de</strong> hidrocarbonetos, sem<br />
presença <strong>de</strong> enxofre, fósforo ou metal. Possuem boa<br />
estabilida<strong>de</strong> térmica com ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z muito baixo e<br />
viscosida<strong>de</strong> alta. Utilizadas principalmente em lubrificantes<br />
automotivos<br />
São butenos ou isobutilenos polimerizados. Usados em bases<br />
<strong>de</strong> óleos para laminação <strong>de</strong> metais, cabos <strong>de</strong> aço,<br />
engrenagens e outros.<br />
Possui insolubilida<strong>de</strong> em meio gasoso. Utilizados para óleos <strong>de</strong><br />
compressores, fluído <strong>de</strong> freio, hidráulicos e usinagem <strong>de</strong><br />
metais.<br />
Quadro 4 – Tipos <strong>de</strong> Bases Sintéticas.<br />
Fonte: Adaptação <strong>de</strong> Lubrificantes e Lubrificação Industrial, Belmiro e Carreteiro, 2006, p. 23-<br />
28.
2.3 PRINCIPAIS PROPRIEDADES DOS LUBRIFICANTES<br />
O <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong> <strong>um</strong> lubrificante está diretamente ligado à sua composição<br />
química e ao processo <strong>de</strong> refinamento que óleo cru foi submetido, alem da adição <strong>de</strong><br />
aditivos. Esta junção <strong>de</strong> ativos dá características aos lubrificantes, permitindo<br />
controlar a sua eficácia e qualida<strong>de</strong>, além <strong>de</strong> possibilitar o direcionamento do seu<br />
uso (CARRETEIRO; BELMIRO, 2006, p.35).<br />
2.3.1 Características dos Óleos<br />
As proprieda<strong>de</strong>s dos lubrificantes são normalmente <strong>de</strong>terminadas pela<br />
aplicação <strong>de</strong> testes padronizados. Osprincipais ensaios realizados permitem<br />
<strong>de</strong>terminar as proprieda<strong>de</strong>s <strong>de</strong>scritas a seguir.<br />
2.3.1.1 Índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong><br />
A viscosida<strong>de</strong>, segundo Mang e Dresel (2007, p.716), é <strong>um</strong>a das<br />
proprieda<strong>de</strong>s mais importantes,caracterizando a resistência ao escoamento dos<br />
lubrificantes. O valor do índice <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> <strong>de</strong>pen<strong>de</strong> principalmente da<br />
temperatura e da pressão. A norma ASTM D-2270 padroniza o índice <strong>de</strong><br />
viscosida<strong>de</strong> a partir do cálculo da viscosida<strong>de</strong> cinemática, a qual representa a<br />
resistência ao movimento que <strong>um</strong> óleo lubrificante enfrenta ao escoamento a <strong>um</strong>a<br />
<strong>de</strong>terminada temperatura. A unida<strong>de</strong> <strong>de</strong> medida aplicada é cSt (centistokes).<br />
2.3.1.2 Ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z<br />
O ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z refere-se a temperatura, na qual o óleo lubrificante <strong>de</strong>ixa<br />
<strong>de</strong> escoar. Esta temperatura é <strong>de</strong>finida por <strong>um</strong> teste padronizado pela ASTM D-97,<br />
por meio <strong>de</strong> resfriamento sucessivo da amostra <strong>de</strong> óleo em <strong>um</strong> frasco em intervalos<br />
33
<strong>de</strong> 3 ºC. Nestes intervalos observa-se se o lubrificante é capaz <strong>de</strong> fluir<br />
(CARRETEIRO;BELMIRO,2006).<br />
2.3.1.3 Ponto <strong>de</strong> fulgor<br />
Para a <strong>de</strong>terminação do ponto <strong>de</strong> fulgor (DIN ISO 2592/ASTM D 92), <strong>um</strong>a<br />
quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong>finida <strong>de</strong> amostra é aquecida sob <strong>um</strong>a faixa <strong>de</strong> temperatura até o<br />
material apresentar <strong>um</strong>a pequena chama (lampejo ou flash).<br />
O ponto <strong>de</strong> fulgor é <strong>de</strong>terminado pela menor temperatura, na qual esta chama<br />
se iniciou. Esta característica, através <strong>de</strong> ensaios, permite i<strong>de</strong>ntificar a máxima<br />
temperatura <strong>de</strong> utilização <strong>de</strong> <strong>um</strong> produto, evitando riscos <strong>de</strong> incêndio e/ou explosão<br />
(MANG;DRESEL, 2007).<br />
2.3.1.4 Resistência à corrosão<br />
O teste para verificar a resistência a corrosão é padronizado pelas normas<br />
ASTM D 130/DIN 51759. Este é com<strong>um</strong>ente efetuado pela exposição <strong>de</strong> <strong>um</strong>a tira <strong>de</strong><br />
cobre sob a ação do óleo lubrificante por <strong>um</strong> período médio <strong>de</strong> 3 horas a <strong>um</strong>a<br />
temperatura <strong>de</strong> 150 ºC. Ao final do período do teste, a tira <strong>de</strong> cobre é retirada,<br />
lavada e sua variação <strong>de</strong> cor é comparada com <strong>um</strong>a escala padrão <strong>de</strong> oxidação<br />
(MANG; DRESEL, 2007, p. 722; CARRETEIRO; BELMIRO, 2006, p.67):<br />
1 = Mancha mo<strong>de</strong>rada;<br />
2 = Mancha escura;<br />
3 e 4 = Mancha preta (severa corrosão).<br />
2.3.2 Características das Graxas<br />
A <strong>de</strong>scrição geral <strong>de</strong> <strong>um</strong>a graxa está em termos dos componentes químicos,<br />
da sua composição e das proprieda<strong>de</strong>s físicas que elas apresentam. Este conjunto<br />
atribui características às graxas, o que possibilita <strong>de</strong>finir o seu uso. Em seguida<br />
34
serão <strong>de</strong>scritos os principais testes <strong>aplicado</strong>s às graxas que classificam as suas<br />
proprieda<strong>de</strong>s.<br />
2.3.2.1 Consistência ou soli<strong>de</strong>z<br />
É a medida <strong>de</strong> dureza ou resistência a força <strong>de</strong> penetração. É <strong>de</strong>terminada<br />
pelos métodos ASTM D-217, ASTM D-1403, que consistem em medir a penetração<br />
(em décimos <strong>de</strong> milímetros) exercida por <strong>um</strong> cone (penetrômetro) sobre <strong>um</strong>a<br />
amostra <strong>de</strong> graxa, sob ação <strong>de</strong> carga padronizada durante 5 segundos e à<br />
temperatura <strong>de</strong> 25 ºC. A consistência forma a base para a classificação <strong>de</strong> graxas,<br />
e seu range está entre 475 para <strong>um</strong>a graxa muito macia e 85 para <strong>um</strong>a graxa muito<br />
dura (espessa) (STACHOWIAK; BATCHELOR, 2005, p. 73).<br />
Esta resistência à penetração foi classificada pelo National Lubricating Grease<br />
Institute (NLGI) em <strong>um</strong>a série <strong>de</strong> números únicos que cobrem <strong>um</strong>a mesma gama<br />
extensiva <strong>de</strong> consistências. A classificação não leva em conta a natureza da graxa,<br />
nem dá qualquer indicação <strong>de</strong> sua qualida<strong>de</strong> ou uso (NEALE, 2001,p.26).<br />
Este <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> classificação foi <strong>de</strong>finido por testes com o penetrômetro,<br />
obtendo consistências que variam <strong>de</strong> 000 (muito macia) a 6 (muito dura). A<br />
classificação na tabela <strong>de</strong>signa as graxas <strong>de</strong> forma crescente conforme sua dureza,<br />
ou seja, das graxas macias à <strong>de</strong> maior dureza (BELMIRO; CARRETEIRO, 2006,<br />
p.99).<br />
Tabela 1 – Classificação NLGI – Consistência das Graxas<br />
(continua)<br />
Número <strong>de</strong> Consistência NGLI Penetração ASTM (25ºC), em mm.<br />
000 445-475<br />
00 400-430<br />
0 355-385<br />
1 310-340<br />
.<br />
35
Tabela 1 – Classificação NLGI – Consistência das Graxas.<br />
Número <strong>de</strong> Consistência NGLI<br />
(conclusão)<br />
Penetração ASTM (25ºC), em mm.<br />
2 265-295<br />
3 220-250<br />
4 175-205<br />
5 130-160<br />
6 85-115<br />
Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Carreteiro e Belmiro, 2006, p.99.<br />
2.3.2.2 Viscosida<strong>de</strong> aparente<br />
A viscosida<strong>de</strong> aparente é <strong>de</strong>finida por Pirro & Wessol (2001, p. 85), como<br />
sendo a razão entre a tensão <strong>de</strong> cisalhamento (ou pressão) e a taxa <strong>de</strong><br />
escoamento (gradiente <strong>de</strong> velocida<strong>de</strong>) a <strong>um</strong>a certa temperatura.<br />
A viscosida<strong>de</strong> aparente varia conforme a temperatura e taxa <strong>de</strong> escoamento.<br />
Quanto maior o fluxo, menor é a viscosida<strong>de</strong> aparente. A viscosida<strong>de</strong> aparente é<br />
padronizada pela norma ASTM D 1092.<br />
2.3.2.3 Ponto <strong>de</strong> Gota<br />
O ponto <strong>de</strong> gota <strong>de</strong> <strong>um</strong>a graxa é estabelecido temperatura em que o produto<br />
se torna fluido, capaz <strong>de</strong> gotejar através <strong>de</strong> <strong>um</strong> orifício padronizado, <strong>de</strong>ntro das<br />
condições exigidas pelas normas ASTM D 566 e ASTM D 2265.<br />
As graxas apresentam pontos <strong>de</strong> gotas distintos porque <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>m<br />
diretamente do agente engrossador (espessante)(CARRETEIRO; BELMIRO, 2006,<br />
p.101). Na tabela 2 segue o valor do ponto <strong>de</strong> gota <strong>de</strong> alg<strong>um</strong>as graxas, conforme o<br />
seu espessante.<br />
36
Tabela 2 – Ponto <strong>de</strong> Gota – Escala <strong>de</strong> Temperatura<br />
Tipo <strong>de</strong> sabão<br />
Ponto <strong>de</strong> gota ( O C)<br />
Graxa <strong>de</strong> Cálcio 70 -- 120<br />
Graxa <strong>de</strong> Sódio 120 -- 200<br />
Graxa <strong>de</strong> Al<strong>um</strong>ínio 70 -- 110<br />
Graxa <strong>de</strong> Bário 180 -- 260<br />
Graxa <strong>de</strong> Lítio 180 -- 250<br />
Graxa <strong>de</strong> Cálcio-ch<strong>um</strong>bo 180 -- 300<br />
Graxas Complexas 260 ou mais<br />
Graxas <strong>de</strong> Poliuréia 220 -- 260<br />
Graxas Especiais <strong>de</strong>: Argila, Sílica, Grafita,<br />
Bissulfeto <strong>de</strong> Molibdênio.<br />
Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Carreteiro e Belmiro, 2006,p.101.<br />
2.3.2.4 Estabilida<strong>de</strong> à oxidação<br />
260 ou mais<br />
Estabilida<strong>de</strong> à oxidação é <strong>um</strong>a proprieda<strong>de</strong> importante para as graxas<br />
lubrificantes. Para adquirir esta resistência à oxidação, geralmente são adicionados<br />
aditivos inibidores <strong>de</strong> oxidação durante a fabricação das mesmas (PIRRO,WESSOL,<br />
2001).<br />
A rapi<strong>de</strong>z da oxidação esta relacionada com a temperatura do ar ambiente<br />
on<strong>de</strong> a graxa foi aplicada; assim, para avaliar esta estabilida<strong>de</strong> é realizado <strong>um</strong> teste<br />
baseado na injeção <strong>de</strong> ar diretamente no lubrificante, oxidando-o artificialmente e<br />
mergulhando o elemento lubrificado e com a graxa oxidada em <strong>um</strong> banho <strong>de</strong> óleo a<br />
100 O C por 100 h. O grau <strong>de</strong> oxidação é avaliado pela queda <strong>de</strong> pressão. Este teste<br />
é normalizado pela norma ASTM D 942 (CARRETEIRO; BELMIRO, 2006, p.102).<br />
37
2.4 ADITIVOS<br />
Os aditivos lubrificantes são óleos resultantes <strong>de</strong> reações laboratoriais <strong>de</strong><br />
origem orgânica e/ou organometálica, que são adicionados (em % <strong>de</strong> peso) aos<br />
lubrificantes sólidos, líquidos e semisólidos para a<strong>um</strong>entar sua capacida<strong>de</strong> e<br />
durabilida<strong>de</strong> (STACHOWIAK e BATCHELOR, 2005, p. 81).<br />
38<br />
A introdução <strong>de</strong> produtos químicos, chamados aditivos, nos óleos<br />
lubrificantes e o consequente <strong>de</strong>senvolvimento tecnológico da indústria<br />
química permitiram o acompanhamento, por parte dos lubrificantes, da<br />
evolução dos requisitos para exercerem as funções <strong>de</strong> prevenir no<br />
maquinário: corrosão, ferrugem, aquecimento, vedação, entre outros<br />
(FONTENELLE, 2008, p.9).<br />
Segundo Stachowiak e Batchelor (2005, p.82), os propósitos dos aditivos são:<br />
Melhorar a resistência à oxidação;<br />
Controlar a corrosão;<br />
Melhorar a resistência ao <strong>de</strong>sgaste e atrito;<br />
Possibilitar o funcionamento a extrema pressão (EP)<br />
Reduzir a perca <strong>de</strong> viscosida<strong>de</strong> dos lubrificantes a altas temperaturas.<br />
O quadro 5 apresenta a classificação dos aditivos e as proprieda<strong>de</strong>s<br />
fornecidas aos lubrificantes.<br />
Descrição Comercial Compostos Químicos Típicos<br />
Detergentes (Impe<strong>de</strong>m a <strong>de</strong>posição<br />
<strong>de</strong> fuligem e borra,ou seja, resíduos<br />
gerados pela combustão/ protegem as<br />
superfícies lubrificadas).<br />
Antioxidantes (retardam a oxidação<br />
do óleo e por longo tempo mantém o<br />
óleo com as características originais/<br />
protegem o lubrificante)<br />
Polisobutenil Succinamidas,<br />
Ésteres ou Poliésteres.<br />
Ditiocarbamatos,Fosfitos,<br />
Sulfetos, Sulfóxidos,Tioéteres,<br />
Ditiofosfato <strong>de</strong> zinco.<br />
Principal Campo <strong>de</strong><br />
Aplicação<br />
Óleos para Motores<br />
Todo tipo <strong>de</strong><br />
Lubrificante
Descrição Comercial Compostos Químicos Típicos<br />
Extrema Pressão (Aditivos EP -<br />
reagem quimicamente com a<br />
superfície do metal sob pressão<br />
superficial muito elevada, formando<br />
<strong>um</strong> composto químico que reduz o<br />
atrito entre as peças).<br />
A<strong>um</strong>entadores do índice <strong>de</strong><br />
viscosida<strong>de</strong> (reduzem a variação <strong>de</strong><br />
viscosida<strong>de</strong> em função da<br />
temperatura/modifica a performance<br />
do lubrificante)<br />
Abaixadores do ponto <strong>de</strong> flui<strong>de</strong>z<br />
(modifica a performance do<br />
lubrificante)<br />
Inibidores <strong>de</strong> Ferrugem (protegem as<br />
superfícies lubrificadas)<br />
Antiesp<strong>um</strong>antes ( Impe<strong>de</strong>, mesmo em<br />
casos extremos, a formação <strong>de</strong><br />
esp<strong>um</strong>a assegurando assim a<br />
lubrificação normal e constante/<br />
protegem o lubrificante).<br />
Antimanchas (Anti-stain)<br />
Fósforo, Enxofre e Cloro<br />
Polímeros <strong>de</strong> elevado peso<br />
molecular<br />
Polímeros:<br />
Polimetacrilatos,poliacrilamidas,c<br />
opolímeros <strong>de</strong> vinil carboxilatodialcoil-f<strong>um</strong>aratos.<br />
Ácidos alquenil-succínicos e seus<br />
<strong>de</strong>rivados<br />
Ácidos alcoil - tioacéticos e seus<br />
<strong>de</strong>rivados<br />
Imidazolinas substituídas<br />
Fosfatos <strong>de</strong> Aminas<br />
Silicones<br />
Copolímeros Orgânicos<br />
Polioxoacilatos <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio<br />
Dibenzotiazol<br />
Protetor <strong>de</strong> velas ( Anti-foulant ) Hidrocarbonetos clorados Óleos 2-T<br />
Principal Campo <strong>de</strong><br />
Aplicação<br />
Lubrificantes <strong>de</strong><br />
engrenagens<br />
automotivas e<br />
industriais e também<br />
em graxas<br />
Todo tipo <strong>de</strong><br />
Lubrificante<br />
Todo tipo <strong>de</strong><br />
Lubrificante<br />
Todo tipo <strong>de</strong><br />
Lubrificante<br />
Todo tipo <strong>de</strong><br />
Lubrificante<br />
Óleos <strong>de</strong> engrenagem<br />
39
Descrição Comercial Compostos Químicos Típicos<br />
Anti-ruído (Anti-chatter)<br />
Anti-ruído (Anti-squawk)<br />
Combinação <strong>de</strong> amidas com<br />
ditiofosfatos metálicos<br />
Combinação <strong>de</strong> sais <strong>de</strong> amina e<br />
azometina<br />
Ditiofosfatos <strong>de</strong> amina<br />
Nacilsacarosinas e <strong>de</strong>rivados,<br />
ácidos graxos e ésteres<br />
sulfurados.<br />
Combinação <strong>de</strong> ácidos graxos e<br />
ácido organofosforoso.<br />
Ésteres <strong>de</strong> ácidos graxos<br />
dimetrizados.<br />
Quadro 5 – Aditivos para Lubrificantes<br />
Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Carreteiro e Belmiro, 2006, p. 85.<br />
2.5 LUBRIFICANTES DE GRAU ALIMENTÍCIO<br />
Principal Campo <strong>de</strong><br />
Aplicação<br />
Diferenciais <strong>de</strong><br />
escorregamento<br />
limitado ou<br />
autoblocantes<br />
Fluidos para<br />
transmissões<br />
automáticas<br />
Dentro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a indústria alimentícia é obrigatório o uso <strong>de</strong> lubrificantes <strong>de</strong><br />
grau alimentício, os chamados “ Foods Gra<strong>de</strong>” <strong>de</strong>vido à segurança alimentar<br />
requerida.<br />
Os lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício têm a oferecer, para as superfícies<br />
internas dos componentes <strong>de</strong> máquinas, as mesmas características <strong>de</strong> proteção <strong>de</strong><br />
<strong>um</strong> lubrificante mineral : controle <strong>de</strong> atrito, <strong>de</strong> <strong>de</strong>sgaste e <strong>de</strong> corrosão, vedação,<br />
estabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> oxidação, estabilida<strong>de</strong> térmica, além <strong>de</strong> não conter substâncias<br />
tóxicas, sem odor, coloração e gosto e resistência à <strong>de</strong>gradação, pois muitos<br />
equipamentos trabalham em ambientes <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> <strong>um</strong>ida<strong>de</strong> (GEBARIN, 2009).<br />
Os lubrificantes <strong>de</strong> classificação alimentícia são <strong>de</strong> origem atóxica, sem cor<br />
e/ou odor e não po<strong>de</strong>m conter em sua formulação substâncias carcinogênicas,<br />
40
mutagênicas, teratogênicas, ou química que provoque mal a saú<strong>de</strong> do cons<strong>um</strong>idor<br />
(Rajewski et al, 2000)<br />
Consequentemente, a fabricação e distribuição <strong>de</strong> graxas atóxicas e tóxicas<br />
<strong>de</strong>vem estar <strong>de</strong> acordo com normas regulamentoras <strong>de</strong> órgãos fiscalizadores. No<br />
Brasil , o órgão regulamentador é o DIPOA (Departamento <strong>de</strong> Inspeção <strong>de</strong> Produtos<br />
<strong>de</strong> Origem Animal), subordinado ao Ministério da Agricultura, Pecuária e<br />
Abastecimento.<br />
Os lubrificantes <strong>aplicado</strong>s no setor alimentício estão divididos em categorias.<br />
Esta classificação basea-se na probabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong>les entrarem em contato com os<br />
alimentos (grau <strong>de</strong> perigo alimentar).<br />
Quanto à seleção <strong>de</strong> substâncias que po<strong>de</strong>riam ser utilizadas na composição<br />
dos Food Gra<strong>de</strong>s, conforme informação <strong>de</strong> Gebarin (2009) e Rajewsli et al. (2000),<br />
foram <strong>de</strong>signadas e padronizadas nos anos sessenta nos E.U.A pelo USDA (U.S.<br />
Department of Agriculture), Departamento <strong>de</strong> Agricultura dos Estados Unidos. O<br />
U.S.D.A avaliou e revisou os materiais disponíveis para uso na lubrificação <strong>de</strong><br />
equipamentos <strong>de</strong> processamento alimentício. Em quarenta anos a lista <strong>de</strong><br />
substâncias liberadas cresceu <strong>de</strong> 4 para 100 substâncias químicas, incluindo<br />
emulsificadores sintéticos e <strong>um</strong>a gama extensiva <strong>de</strong> aditivos.<br />
Este fato permitiu a fabricação <strong>de</strong> lubrificantes <strong>de</strong> melhor qualida<strong>de</strong> e maiores<br />
proprieda<strong>de</strong>s físico-químicas, tornando possível a operação do maquinário <strong>de</strong><br />
maneira eficaz em temperaturas mais altas e sob extrema pressão, a<strong>um</strong>entando<br />
sua velocida<strong>de</strong> <strong>de</strong> beneficiamento e a capacida<strong>de</strong> produtiva.<br />
O USDA, Departamento <strong>de</strong> Agricultura dos Estados Unidos, criou as<br />
<strong>de</strong>signações originais dos lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício: H1, H2 e H3. Estas são<br />
terminologias utilizadas no mundo inteiro (GEBARIN, 2009).<br />
Conforme Gebarin (2009) e Totten (2006), a <strong>de</strong>scrição dos lubrificantes Food<br />
gra<strong>de</strong>s é:<br />
H1: lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício usados em ambiente <strong>de</strong> processamento<br />
<strong>de</strong> alimentos on<strong>de</strong> existe alg<strong>um</strong>a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> inci<strong>de</strong>ntal contato alimentar. As<br />
formulações lubrificantes <strong>de</strong>vem ser compostas <strong>de</strong> mais <strong>de</strong> <strong>um</strong> componente<br />
aprovado, para base, aditivo e espessante engrossador (se for graxa). Somente a<br />
mínima quantia <strong>de</strong> lubrificante exigida <strong>de</strong>ve ser aplicada no equipamento.<br />
41
H2: lubrificantes usados em partes <strong>de</strong> equipamentos e máquinas que estão<br />
em locais on<strong>de</strong> não há nenh<strong>um</strong>a possibilida<strong>de</strong> que o lubrificante ou a face lubrificada<br />
entre em contato com os alimentos. Por não haver risco <strong>de</strong> contato com o alimento,<br />
lubrificantes <strong>de</strong> H2 não têm <strong>um</strong>a lista <strong>de</strong>finida <strong>de</strong> ingredientes aceitáveis. Porém,<br />
eles não po<strong>de</strong>m conter metais pesados: antimônio, arsênio, cádmio, ch<strong>um</strong>bo,<br />
mercúrio ou selênio. Também, os ingredientes não <strong>de</strong>vem incluir substâncias que<br />
são carcinogênicas, mutagênicas (radiação), teratogênicas (provocam má formação<br />
do feto por anomalias causadas no útero).<br />
H3: São lubrificantes conhecidos como óleo solúvel ou comestível, sendo<br />
usados para limpeza e prevenção <strong>de</strong> ferrugens em ganchos, talhas, carretilhas e<br />
equipamentos semelhantes.<br />
Quanto às graxas lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício, elas <strong>de</strong>vem ter <strong>um</strong> agente<br />
espessante acrescido na formulação. Espessantes aprovados espessantes para<br />
fabricação <strong>de</strong> graxas incluem estearato <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio, complexo <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio, argila<br />
orgânica e poliuréia. O complexo <strong>de</strong> al<strong>um</strong>ínio é o espessante mais com<strong>um</strong> para<br />
graxas <strong>de</strong> grau alimentício <strong>de</strong> classe H1. Estas graxas po<strong>de</strong>m resistir altas<br />
temperaturas e são também resistentes a água, o que é <strong>um</strong>a proprieda<strong>de</strong> importante<br />
para aplicações em processos manufatureiros <strong>de</strong> alimentos (TOTTEN, 2006).<br />
O quadro 6 <strong>de</strong>screve alguns tipos <strong>de</strong> óleos base, aditivos e espessantes para<br />
lubrificantes <strong>de</strong> grau alimentício H1, que po<strong>de</strong>m ter contato inci<strong>de</strong>ntal com os<br />
alimentos sem provocar contaminação.<br />
Substâncias que compõem Lubrificantes H1 - Contato Inci<strong>de</strong>ntal com Alimento<br />
Substâncias Limitações<br />
Ácido fosfórico, monohexilíco e diehixílico,<br />
ésteres, compostos com tetrametil nonilamina<br />
e C11-14 alquilaminas<br />
O ácido fosfórico, ésteres monoisooctil e<br />
diisooctil, reagidos com terc-alquil (C12-14) e<br />
aminas primárias.<br />
Para uso somente como <strong>um</strong> adjuvante (auxiliar)<br />
em nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do<br />
lubrificante.<br />
Para uso somente como <strong>um</strong> inibidor <strong>de</strong> corrosão<br />
ou prevenção <strong>de</strong> ferrugem em lubrificantes em<br />
nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do<br />
lubrificante.<br />
42
Substâncias que compõem Lubrificantes H1 - Contato Inci<strong>de</strong>ntal com Alimento<br />
Substâncias Limitações<br />
Ácido Fosforotioamídicos, trifenil éster,<br />
<strong>de</strong>rivados <strong>de</strong> tercbutil<br />
Poliuréia, contendo <strong>um</strong> teor <strong>de</strong> nitrogênio <strong>de</strong> 9<br />
á 14% baseado no Peso <strong>de</strong> Poliuréia seca,<br />
produzida pela reação <strong>de</strong> diisocianato <strong>de</strong><br />
totileno com ácidos graxos <strong>de</strong> óleo (C16 e C18),<br />
amina e etilenodiamina em <strong>um</strong>a proporção<br />
molar 2:2:1<br />
Polibuteno<br />
Polibuteno hidrogenado<br />
Polietileno<br />
Polisobutileno<br />
Nitrito <strong>de</strong> sódio<br />
Tetrakis(metileno (3,5-di-terc-butil-4-hidroxi-<br />
hidrocinamato) metano<br />
Thiodiethylenebis (3,5-di-tert-butyl-4-<br />
hidroxihidrocinamato)<br />
Somente uso como adjuvante (auxiliar) com<br />
proprieda<strong>de</strong>s <strong>de</strong> extrema pressão em nível não<br />
exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do Lubrificante.<br />
Para uso somente como adjuvante (auxiliar) em<br />
nível percentual não exce<strong>de</strong>nte á 10% da<br />
substância por peso do óleo mineral.<br />
Adição para alimento não exce<strong>de</strong>nte a 10 ppm<br />
(partes por milhão).<br />
Adição para alimento não exce<strong>de</strong>nte a 10 ppm<br />
(partes por milhão).<br />
Adição para alimento não exce<strong>de</strong>nte a 10 ppm<br />
(partes por milhão).<br />
Para uso somente como <strong>um</strong> agente espessante<br />
(engrossador) em lubrificantes <strong>de</strong> óleo mineral.<br />
Uso somente como <strong>um</strong> proteção contra ferrugem<br />
(anti-ferrugem) em lubrificantes <strong>de</strong> óleo mineral,<br />
em nível não exce<strong>de</strong>nte á 3% por peso <strong>de</strong><br />
lubrificantes <strong>de</strong> óleo mineral.<br />
Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em Lubrificantes<br />
em nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5%por peso do<br />
lubrificante.<br />
Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em nível não<br />
exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do lubrificante.<br />
43
Substâncias que compõem Lubrificantes H1 - Contato Inci<strong>de</strong>ntal com Alimento<br />
Substâncias Limitações<br />
Tri[2(or 4)-C9--10-ramificada alquilfenil]<br />
fosforotionatos<br />
Trifenil fosforotionatos<br />
Tris(2,4-di-tert-butilfenil) fosfito<br />
Thio (<strong>de</strong>rivados <strong>de</strong> amino) dietileno bis (3,5 – di<br />
– tert – butil - 4-hidroxihidrocinamato)<br />
Sulfeto <strong>de</strong> Zinco<br />
Somente uso como lubrificante auxiliar com<br />
proprieda<strong>de</strong>s anti<strong>de</strong>sgaste e pressão-extrema em<br />
níveis que não <strong>de</strong>ve exce<strong>de</strong>r 0,5%, em peso do<br />
lubrificante<br />
Para uso como <strong>um</strong> adjuvante (auxiliar) em<br />
lubrificantes, em nível não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por<br />
peso do lubrificante.<br />
Para uso somente como <strong>um</strong> estabilizador em nível<br />
não exce<strong>de</strong>nte á 0,5% por peso do lubrificante.<br />
Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em nível não<br />
exce<strong>de</strong>nte á 0,5%por peso do lubrificante.<br />
Para uso como <strong>um</strong> antioxidante em nível não<br />
exce<strong>de</strong>nte á 10% por peso do lubrificante.<br />
Quadro 6 – Lubrificantes atóxicos H1-Grau Alimentício<br />
Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Handbook of Lubrication and Tribology, George Totten, 2006.<br />
2.6 GESTÃO DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />
Uma a<strong>de</strong>quada gestão da lubrificação industrial <strong>de</strong>ve buscar o<br />
monitoramento e o controle dos recursos técnicos e materiais, tais como,<br />
lubrificantes, mão <strong>de</strong> obra e dispositivos <strong>de</strong> aplicação (ferramental). A execução da<br />
ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificação em si, fundamentada nos planos preventivos <strong>de</strong><br />
manutenção.<br />
44
As ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>vem ser planejadas e programadas, seguindo<br />
<strong>um</strong> roteiro <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano preventivo, qual sendo realizado <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong><br />
<strong>um</strong>a a<strong>de</strong>quada gestão, vem minimizar e, até eliminar:<br />
Falhas no maquinário por lubrificação <strong>de</strong>ficiente;<br />
Perca <strong>de</strong> eficiência no funcionamento;<br />
Aquecimento do equipamento por lubrificação excessiva;<br />
Corrosão, abrasão e ferrugem no maquinário por lubrificante contaminado<br />
(contaminação por água, con<strong>de</strong>nsado, elementos químicos e limalha <strong>de</strong> ferro ou<br />
qualquer material sólido, além <strong>de</strong> oxidação no lubrificante).<br />
Conforme Mobley (2008, p.999), o planejamento das ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong><br />
lubrificação, visa aplicar a quantida<strong>de</strong> a<strong>de</strong>quada do correto lubrificante no local exato<br />
e <strong>de</strong>ntro do tempo apropriado. Isto se traduz em redução <strong>de</strong> quebras (paradas <strong>de</strong><br />
manutenção), custo <strong>de</strong> manutenção, mão <strong>de</strong> obra e redução e custos <strong>de</strong> energia.<br />
Os planos <strong>de</strong> lubrificação representam a base da gestão da lubrificação, pois<br />
são eles que procedimentam todos os passos para <strong>um</strong>a correta execução, além <strong>de</strong><br />
conter dados essenciais, como a localização do equipamento, o tipo <strong>de</strong> ferramenta<br />
a ser utilizada, o tipo <strong>de</strong> lubrificante e muitas vezes instruções para segurança do<br />
trabalhador.<br />
Na gestão da lubrificação <strong>de</strong>ve-se, primeiramente, elaborar os planos<br />
preventivos <strong>de</strong> manutenção. Estes planos preventivos <strong>de</strong>vem conter corretamente a<br />
<strong>de</strong>scrição <strong>de</strong> lubrificantes, quantida<strong>de</strong>s, periodicida<strong>de</strong> e ferramentas a<strong>de</strong>quadas para<br />
execução, pois só através <strong>de</strong> <strong>um</strong>a lubrificação organizada e a<strong>de</strong>quada é que esta<br />
ativida<strong>de</strong> trará benefícios para o maquinário e a produção.<br />
Um fator importante para a elaboração dos planos <strong>de</strong> manutenção é o amplo<br />
conhecimento dos equipamentos. Prósperos programas <strong>de</strong> lubrificação envolvem<br />
administração e funcionários <strong>de</strong> chão <strong>de</strong> fábrica, por isso, é preciso que o grupo <strong>de</strong><br />
pessoas esteja envolvido nesta ativida<strong>de</strong> (mecânicos, lubrificadores, planejamento<br />
<strong>de</strong> manutenção e fornecedor <strong>de</strong> lubrificantes da empresa), possuam gran<strong>de</strong><br />
experiência em campo e aprofundado conhecimento do funcionamento do<br />
maquinário a ser lubrificado, para melhor eficácia na elaboração e gerenciamento<br />
dos planos preventivos (MOBLEY, 2007).<br />
45
Segundo Viana (2002) e Mobley (2007), os planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />
<strong>de</strong>vem envolver os seguintes aspectos:<br />
I<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong> equipamentos que <strong>de</strong>vem ser lubrificados, bem como, a <strong>de</strong> seus<br />
pontos <strong>de</strong> aplicação do lubrificante;<br />
I<strong>de</strong>ntificação do lubrificante a<strong>de</strong>quado em cada ponto;<br />
I<strong>de</strong>ntificação do método <strong>de</strong> aplicação (bomba manual ou automática, almotolia,<br />
incel, spray, entre outros.);<br />
Frequência ou intervalo <strong>de</strong> lubrificação (periodicida<strong>de</strong>) <strong>de</strong>finida;<br />
Mão <strong>de</strong> obra e quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> hora/homem;<br />
Condição do equipamento para execução: se o equipamento po<strong>de</strong> ser<br />
seguramente lubrificado enquanto opera ou se <strong>de</strong>ve ser <strong>de</strong>sligado.<br />
As exigências fundamentais para selecionar o lubrificante apropriado para<br />
cada tipo <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificação, são as características físico-químicas do óleo<br />
base , como a viscosida<strong>de</strong>, a velocida<strong>de</strong> operacional (variável ou fixa) do ponto <strong>de</strong><br />
apliocação, o tipo específico <strong>de</strong> atrito (por exemplo, <strong>de</strong>slizando ou rolando),<br />
condições ambientais para qual o lubrificante está sujeito, o tempo <strong>de</strong> relubrificação,<br />
estabilida<strong>de</strong>, oxidação, calor (ponto <strong>de</strong> gota), entre outros.<br />
Também é importante focar no modo <strong>de</strong> aplicação dos lubrificantes e na<br />
segurança do funcionário que a executa, pois <strong>um</strong> dos pontos <strong>de</strong> <strong>um</strong>a boa<br />
administração, além <strong>de</strong> propiciar bons resultados técnicos, é gerir a<strong>de</strong>quadamente<br />
seus recursos h<strong>um</strong>anos, diminuindo o máximo o risco <strong>de</strong> aci<strong>de</strong>ntes <strong>de</strong> trabalho.<br />
É importante salientar que todos os planos <strong>de</strong> lubrificação, bem como, seus<br />
recursos, <strong>de</strong>vem seguir <strong>um</strong>a perfeita gestão para alcançar bons resultados.<br />
Segundo Filho (2004), somente através <strong>de</strong> <strong>um</strong> planejamento a<strong>de</strong>quado <strong>de</strong><br />
manutenção é que é possível alcançar melhores níveis <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> do<br />
equipamento e, consequentemente, do processo produtivo, sendo a disponibilida<strong>de</strong><br />
operacional o gran<strong>de</strong> indicador da excelência da manutenção e da garantia <strong>de</strong><br />
produtivida<strong>de</strong>.<br />
46
2.6.1 A Gestão da Lubrificação na Indústria Alimentícia<br />
Assim como todas as empresas <strong>de</strong> ramo industrial, os fabricantes <strong>de</strong><br />
alimentos e bebidas procuram melhorar o <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong> seu maquinário<br />
instalado, a fim <strong>de</strong> a<strong>um</strong>entar a produtivida<strong>de</strong> e reduzir tempo <strong>de</strong> manutenção,<br />
tornando-se competitivos <strong>de</strong>ntro do mercado que eles integram.<br />
Uma das formas mais eficazes para alcançar estes objetivos também po<strong>de</strong><br />
representar <strong>um</strong> dos maiores focos <strong>de</strong> problemas por contaminação : a lubrificação<br />
industrial<br />
A manufatura <strong>de</strong> alimentos e bebidas requer operações processuais como<br />
limpeza, esterilização, aquecimento, resfriamento, cozimento, corte, empacotamento<br />
entre outros. Para a execução <strong>de</strong>stas operações, necessita-se <strong>de</strong> máquinas e<br />
equipamentos como: bombas, misturadores, tanques, tubos, motores, balanças,<br />
eixos. Tal maquinário contém elementos mecânicos ou rotativos que requerem<br />
fluídos hidráulicos, graxas, óleos lubrificantes que asseguram seu pleno<br />
funcionamento. (TOTTEN, 2006).<br />
Porém, <strong>de</strong> acordo com Kung (2003), o mesmo lubrificante que auxilia é<br />
consi<strong>de</strong>rado <strong>um</strong> perigo <strong>de</strong> contaminação alimentar. Um perigo alimentar é alg<strong>um</strong>a<br />
contaminação inaceitável por substâncias <strong>de</strong> origens: biológicas (bactérias<br />
patogênicas), química (componentes químicos em geral) ou agente físico (parafusos,<br />
plástico, cabelo,etc.).<br />
Os lubrificantes se enquadram como contaminantes químicos, por isso, em<br />
indústrias alimentícias, além <strong>de</strong> <strong>um</strong>a a<strong>de</strong>quada gestão da lubrificação, também<br />
<strong>de</strong>vem ser utilizados os lubrificantes <strong>de</strong> gra<strong>de</strong> alimentícia, os “Food Gra<strong>de</strong><br />
Lubricants” (TOTTEN, 2006).<br />
Dentro da indústria alimentícia é utilizado <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> administração<br />
<strong>de</strong>nominado “ Análise <strong>de</strong> Perigo e Pontos <strong>de</strong> Controle Críticos - HACCP (do inglês<br />
Hazard Analysis and Critical Control Point)” , o qual monitora, audita, previne e<br />
corrige focos <strong>de</strong> contaminação alimentar, promovendo o uso <strong>de</strong> lubrificantes seguros<br />
no processo <strong>de</strong> fabricação alimentícia nas indústrias <strong>de</strong>ste ramo (KUNG,2003).<br />
Segundo as normas do HACCP, todos os pontos <strong>de</strong> lubrificação são<br />
consi<strong>de</strong>rados pontos <strong>de</strong> controle críticos, ou áreas <strong>de</strong> risco potencial. Durante a<br />
elaboração dos planos <strong>de</strong> lubrificação são levados em conta as recomendações<br />
47
<strong>de</strong>ste programa, principalmente, a escolha do lubrificante <strong>de</strong> classe alimentícia<br />
correta das máquinas e equipamentos on<strong>de</strong> po<strong>de</strong>m ser <strong>aplicado</strong>s (HODSON;<br />
CASSIDA, 2004)<br />
No caso da lubrificação, todos os pontos <strong>de</strong>vem ser consi<strong>de</strong>rados como<br />
críticos, ou áreas <strong>de</strong> risco potencial. O processamento <strong>de</strong> alimentos geralmente<br />
envolve máquinas e acessórios como bombas, misturadores, tanques, engrenagens,<br />
<strong>sistema</strong>s hidráulicos, cabos, tubulação, correntes e esteiras.<br />
Segundo Belmiro (2008), exemplos <strong>de</strong> máquinas e equipamentos on<strong>de</strong> se<br />
aceita a aplicação <strong>de</strong> lubrificantes <strong>de</strong> classe H 1 são:<br />
Em caixas <strong>de</strong> engrenagens operando sobre tanques <strong>de</strong> armazenamento <strong>de</strong><br />
comidas e bebidas;<br />
Como lubrificantes <strong>de</strong> compressores arrastados na corrente <strong>de</strong> ar <strong>de</strong><br />
alimentação <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s pne<strong>um</strong>áticos das fábricas <strong>de</strong> produção <strong>de</strong> alimentos,<br />
bebidas e produtos farmacêuticos;<br />
Graxas para as máquinas que colocam as tampas das garrafas em <strong>um</strong>a linha <strong>de</strong><br />
enchimento;<br />
Correntes que transportam garrafas em linha <strong>de</strong> enchimento.<br />
Por outro lado a aplicação <strong>de</strong> lubrificantes H2 po<strong>de</strong> ser realizada em:<br />
1. Fluidos em área <strong>de</strong> armazenagem;<br />
2. Sistemas <strong>de</strong> ar condicionado;<br />
3. Compressores <strong>de</strong> ar;<br />
4. Áreas <strong>de</strong> manutenção.<br />
Fica evi<strong>de</strong>nte que a aplicação <strong>de</strong> lubrificantes H1 foca-se em maquinário<br />
ligado diretamente à manufatura dos produtos e em elementos mecânicos que se<br />
localizam <strong>de</strong>ntro dos equipamentos. Já os <strong>de</strong> classe H2, <strong>de</strong> composição mineral e<br />
tóxica (mesmo não contendo substâncias carcinogênicas, etc.), são utilizados em<br />
equipamentos voltados para área <strong>de</strong> utilida<strong>de</strong>s da fábrica e/ou em elementos<br />
mecânicos externos <strong>de</strong> maquinário auxiliar, como esteiras transportadoras <strong>de</strong><br />
produto embalado.<br />
48
A lubrificação executada <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a gestão a<strong>de</strong>quada (lubrificante na sua<br />
quantida<strong>de</strong> correta, no lugar certo e na hora exata), traz benefícios às indústrias.<br />
Pelo contrário, quando mal gerenciado, o prejuízo é ainda maior, pois lubrificantes<br />
(óleos e graxas) contaminam o alimento, gerando prejuízo por <strong>de</strong>scarte <strong>de</strong> lotes<br />
inteiros <strong>de</strong> produtos acabados e/ou danos a saú<strong>de</strong> h<strong>um</strong>ana, caso o alimento<br />
contaminado seja emanado para o mercado.Assim, <strong>um</strong>a busca por redução <strong>de</strong> custo<br />
se transforma em <strong>de</strong>sperdício e implicação judicial (normas <strong>de</strong> saú<strong>de</strong>).<br />
Em s<strong>um</strong>a, <strong>um</strong>a correta gestão <strong>de</strong> lubrificação em empresas <strong>de</strong> ramo<br />
alimentício, on<strong>de</strong> se <strong>de</strong>ve i<strong>de</strong>ntificar o a<strong>de</strong>quado lubrificante e aplicar no local correto<br />
não é só necessário, mas sim obrigatória. Acima <strong>de</strong> <strong>um</strong> excelente nível <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>sempenho dos equipamentos (sem perca <strong>de</strong> energia ou falha por <strong>de</strong>sgaste) e<br />
redução nas falhas, <strong>de</strong>ve-se consi<strong>de</strong>rar a contaminação alimentar que o lubrificante<br />
po<strong>de</strong> causar. A lubrificação neste tipo <strong>de</strong> empresa não é só sinônimo <strong>de</strong> economia,<br />
mas principalmente <strong>de</strong> sobrevivência.<br />
2.7 SISTEMAS INFORMATIZADOS APLICADOS NA GESTÃO DA MANUTENÇÃO<br />
Atualmente as ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> manutenção estão crescendo bruscamente<br />
<strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> qualquer corporação, se tornando cada vez mais complexas. Estas<br />
ativida<strong>de</strong>s vem se transformando em <strong>um</strong>a ferramenta estratégica <strong>de</strong> competitivida<strong>de</strong><br />
no mercado, e não mais apenas procedimentos <strong>de</strong> conserto <strong>de</strong> máquinas e<br />
equipamentos.<br />
Esta maior complexida<strong>de</strong> ocasionou <strong>um</strong> impacto importante sobre a forma <strong>de</strong><br />
gestão <strong>de</strong> informações relativas a execução dos trabalhos <strong>de</strong> manutenção, bem<br />
como, o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> tecnologia i<strong>de</strong>al para manter e armazenar o banco <strong>de</strong><br />
dados <strong>de</strong>stas informações (BRAGLIA et al., 2005,p.585).<br />
Em <strong>um</strong>a empresa, a cada minuto são registradas ocorrências, or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong><br />
serviços são lançadas, necessida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> peças e materiais, projetos gerados para<br />
execução e, além <strong>de</strong> tudo, controle <strong>de</strong> custo e eficiência <strong>de</strong>stes recursos e ações.<br />
Estes trabalho é quase impossível <strong>de</strong> ser realizado <strong>de</strong> forma manual, sendo<br />
49
essencial o uso <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informação para auxílio da gestão da manutenção<br />
e <strong>de</strong> seus recursos.<br />
50<br />
As exigências atuais da confiabilida<strong>de</strong> e disponibilida<strong>de</strong> são <strong>de</strong> tal or<strong>de</strong>m<br />
que se impõem, aos gerentes <strong>de</strong> manutenção, responsabilida<strong>de</strong>s que só<br />
po<strong>de</strong>m ser executadas com ferramentas a<strong>de</strong>quadas <strong>de</strong> gestão. Em<br />
conseqüência, as empresas buscam cada vez mais, Sistemas e Métodos<br />
para auxiliar a esses gerentes em suas funções (TAVARES, 2007).<br />
Para gerir corretamente os recursos da manutenção, é preciso planejamento,<br />
monitoramento, execução <strong>de</strong> cronograma, mão <strong>de</strong> obra, ferramenta, recursos<br />
materiais e dispor <strong>de</strong> informações técnicas, como <strong>de</strong>senhos mecânicos <strong>de</strong><br />
máquinas, esquemas elétricos, entre outros (NIKOPOULOS et al., 2003).<br />
“ ...Cada vez é mais difícil que <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> planejamento e controle da<br />
manutenção (PCM) trabalhe sem o auxílio <strong>de</strong> <strong>um</strong> software, diante do vol<strong>um</strong>e <strong>de</strong><br />
informações a serem processadas e recursos a serem geridos. Os controles<br />
manuais são ineficazes, acarretando atrasos e pobreza da qualida<strong>de</strong> dos dados<br />
fornecidos para a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão gerencial” (VIANA, 2002).<br />
No Brasil as ações relacionadas à manutenção industrial foram geridas <strong>de</strong><br />
forma totalmente manual até finais dos anos sessenta. A partir da década <strong>de</strong> setenta<br />
foram inseridos computadores no meio industrial das empresas <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> porte, o<br />
que ajudou à administração <strong>de</strong> muitas aplicações corporativas <strong>de</strong>ssas industriais<br />
inclusive a manutenção (KARDEC;NASCIF, 2009, p.79).<br />
Atualmente, os <strong>sistema</strong>s computadorizados <strong>de</strong> manutenção ou CMMS’s<br />
(Computer Maintenance Management System), estão sendo cada vez mais<br />
utilizados no meio industrial, auxiliando a gestão da manutenção e sendo usados<br />
para coletar e ac<strong>um</strong>ular dados <strong>de</strong> forma or<strong>de</strong>nada e metódica. São úteis para o<br />
processamento <strong>de</strong> imensa quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> dados que são gerados nos trabalhos do<br />
dia a dia da manutenção, e no cálculo dos indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho, geração <strong>de</strong><br />
relatórios e informações em tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão. Os CMMS´s são <strong>de</strong> gran<strong>de</strong><br />
importância para o correto <strong>de</strong>sempenho da função manutenção (FILHO, 2004, p.<br />
121).<br />
Para adquirir e visualizar dados e informações através <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong><br />
informação <strong>de</strong>ve-se, primeiramente, alimentá-lo com informações consistentes<br />
referentes às ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> manutenção industrial. “Esses <strong>sistema</strong>s têm como foco,
a coleta, guarda e disseminação <strong>de</strong> dados gerados no ambiente operacional:<br />
eventos diários <strong>de</strong> registro <strong>de</strong> ocorrências, materiais utilizados nas atuações,<br />
planejamento <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s, entre outros; e têm sua aplicação predominantemente<br />
voltada às rotinas operacionais da manutenção e/ou as tarefas <strong>de</strong> administração da<br />
manutenção como negócio: gestão <strong>de</strong> recursos materiais e h<strong>um</strong>anos” (STENGL;<br />
EMANTINGER, 2001 apud ALVES; FALSARELLA, 2009).<br />
Atualmente, os ERPS’s e CMM’s estão presentes na maioria das empresas e<br />
já ass<strong>um</strong>iram <strong>um</strong> papel <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> importância, que é o gerenciamento das<br />
ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> manutenção <strong>de</strong> <strong>um</strong>a forma eficiente e eficaz. Na verda<strong>de</strong>, os CMMS’s<br />
permitem o tratamento das enormes quantida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> dados que já estão disponíveis<br />
na organização, os quais por dificulda<strong>de</strong>s intrínsecas em sua manipulação, são<br />
pouco utilizados. Além disso, esses dados são geralmente espalhados por toda a<br />
organização, conduzindo inevitavelmente a alg<strong>um</strong>a inconsistência quando reunidos<br />
em informações úteis (BRAGLIA et al.,2005,p.586).<br />
A figura 2 ilustra as funcionalida<strong>de</strong>s básicas <strong>de</strong> <strong>um</strong> CMMS.<br />
Figura 2 – Funcionalida<strong>de</strong>s básicas <strong>de</strong> <strong>um</strong> CMMS.<br />
Fonte: Kar<strong>de</strong>c & Nascif, p.92, 2009.<br />
51
Tavares (2007), Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009) e Braglia et al.(2005, p.588) relatam<br />
que a utilização <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s automatizados na gestão da manutenção oferece as<br />
seguintes vantagens em relação ao controle manual:<br />
Reduz a burocracia dos executores e gestores da manutenção;<br />
Facilita a composição <strong>de</strong> tabelas e gráficos (relatórios e indicadores <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>sempenho);<br />
Permite a elaboração <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> manutenção para novas linhas <strong>de</strong> produção a<br />
partir do histórico <strong>de</strong> manutenção;<br />
Permite o controle <strong>de</strong> emissão e execução dos planos preventivos, po<strong>de</strong>ndo<br />
serem reprogramados rapidamente caso estiverem em atraso;<br />
Facilita a obtenção <strong>de</strong> dados para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão: histórico, gastos, mão <strong>de</strong><br />
obra, comportamento do maquinário.<br />
Facilita a alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e <strong>de</strong> recursos materiais;<br />
Fornece orçamento <strong>de</strong> serviços e análises dos custos;<br />
Administra a programação <strong>de</strong> serviços, mostrando claramente quais materiais,<br />
ferramentas são necessárias, bem como, a priorização a<strong>de</strong>quada dos trabalhos;<br />
Organiza e atualiza o registro do quadro <strong>de</strong> funcionários da manutenção;<br />
Controla a emissão <strong>de</strong> or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong> serviço e planos preventivos, bem como, gera<br />
relatório dos que estão pen<strong>de</strong>ntes (atrasados) e/ou não executados;<br />
Controla o Backlog (acúmulo <strong>de</strong> trabalho pen<strong>de</strong>nte) dos serviços <strong>de</strong> manutenção,<br />
auxiliando tanto na priorização dos serviços e na alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra, como<br />
também na contratação e <strong>de</strong>missão <strong>de</strong> funcionários (ociosida<strong>de</strong>).<br />
Para o registro histórico e posterior análise das informações da rotina <strong>de</strong><br />
manutenção, diversos <strong>sistema</strong>s têm sido disponibilizados no mercado ao longo do<br />
tempo, incorporando cada vez mais funcionalida<strong>de</strong>s e tecnologias. Estes <strong>sistema</strong>s<br />
geram informações <strong>de</strong> forma rápida e em tempo real, permitindo ao usuário<br />
consultar <strong>de</strong>senhos, informações <strong>de</strong> histórico do equipamento (manutenções já<br />
executadas) e dos manutentores que já executaram o último serviço em <strong>de</strong>terminada<br />
máquina, tudo isto, a partir <strong>de</strong> <strong>um</strong> terminal <strong>de</strong> computador (ALVES; FALSARELLA,<br />
2009; CABRAL, 1998; KARDEC; NASCIF, 2009).<br />
52
A figura 3 apresenta a representação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informação <strong>aplicado</strong> a<br />
manutenção industrial.<br />
Figura 3 – Representação <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>de</strong> informações <strong>aplicado</strong> à manutenção.<br />
Fonte: Lourival Tavares, 2007.<br />
“A característica mais importante do software é a capacida<strong>de</strong> para conter a<br />
informação <strong>de</strong> manutenção <strong>de</strong>vidamente estruturada e em formato tecnicamente<br />
reconhecível. Mais importante do que as habilida<strong>de</strong>s da ferramenta informática é a<br />
sua forma <strong>de</strong> ac<strong>um</strong>ular as informações. Estas informações <strong>de</strong>vem partir <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />
engenharia <strong>de</strong> manutenção experiente, visando <strong>de</strong>senvolver sempre na óptica <strong>de</strong><br />
enriquecer a vertente manutenção em favor da vertente software” (CABRAL, 1998).<br />
Segundo Nikopoulos et al. (2003), Viana (2002), Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009, p.78)<br />
e Braglia et al. (2005), as principais funções e finalida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> para manutenção industrial, são as seguintes:<br />
Elaborar cronograma <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong> (periodicida<strong>de</strong>);<br />
Organizar e padronizar procedimentos ligados a execução <strong>de</strong> serviços da<br />
Manutenção (roteirizarão <strong>de</strong> planos preventivos)<br />
Determinar o tempo gasto em manutenção (Backlog);<br />
Gerar serviços executados e/ou a se executar;<br />
53
Auxiliar o planejamento <strong>de</strong> manutenção;<br />
Controlar os recursos h<strong>um</strong>anos e materiais;<br />
Gerar relatórios para mensurar o <strong>de</strong>sempenho dos procedimentos <strong>de</strong><br />
manutenção (obtenção das informações <strong>de</strong> custos, <strong>de</strong>sempenho <strong>de</strong><br />
equipamento e da equipe, falhas dos equipamentos, entre outros).<br />
Conforme Kar<strong>de</strong>c e Nascif (2009), Tavares (2007) e Viana (2002), a<br />
mo<strong>de</strong>rnida<strong>de</strong> ten<strong>de</strong> a disseminar informações, facilitando acessibilida<strong>de</strong> dos dados<br />
contidos no <strong>sistema</strong> gerenciador <strong>de</strong> informações, por qualquer área <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />
organização industrial. Para que esta acessibilida<strong>de</strong> aconteça, <strong>de</strong>ve-se escolher o<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> maneira cuidadosa, levando em consi<strong>de</strong>ração os seguintes<br />
aspectos:<br />
Interface com a plataforma operacional <strong>de</strong> dados adotada pela empresa;<br />
Aptidão do <strong>sistema</strong> para se interligar e funcionar <strong>um</strong>a re<strong>de</strong> <strong>de</strong> computadores;<br />
Interface <strong>de</strong> integração com outros <strong>sistema</strong>s, sendo o i<strong>de</strong>al, <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> ERP.<br />
O mercado disponibiliza <strong>um</strong>a varieda<strong>de</strong> <strong>de</strong> softwares CMMS’s, muitos <strong>de</strong>stes<br />
softwares já são módulos agregados a <strong>sistema</strong>s ERP’s (Enterprise Resource<br />
Planning), os quais visam à integração das informações da empresa em <strong>um</strong>a base<br />
unificada <strong>de</strong> dados (KARDEC;NASCIF, 2009,p. 88).<br />
Para <strong>um</strong>a melhor eficácia da manutenção nos <strong>sistema</strong>s produtivos, os<br />
meios <strong>de</strong> gestão dos recursos <strong>de</strong>vem-se a <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> ERP na forma <strong>de</strong><br />
<strong>um</strong> módulo personalizado <strong>de</strong> gestão da manutenção (Nikopoulos et al,<br />
2003).<br />
O quadro 7 apresenta alguns <strong>sistema</strong>s <strong>informatizado</strong>s para gestão da<br />
manutenção, os quais estão disponíveis no mercado atualmente. Vários <strong>de</strong>stes já<br />
estão integrados a <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> ERP, unificando a gestão da manutenção às outras<br />
áreas da empresa, maximizando assim os resultados.<br />
54
Origem<br />
BRASIL<br />
OUTROS<br />
ERP<br />
X<br />
CMM<br />
Nome Comercial<br />
Empresa<br />
Datasul ERP Datasul<br />
X eManut Man-It<br />
X Engeman Engecompany<br />
X Engefaz - Pró Engefaz<br />
X LS Maestro Logical Soft Informática Ltda<br />
X Mac Ative<br />
SAM - Sistema <strong>de</strong> Automação da<br />
Manutenção<br />
X Mantec Semapi Sistemas<br />
X Mega Mega Sistemas<br />
X Proteus 8 Microsiga<br />
X RM Corpore-Engeman RM Sistemas<br />
X Sigma Sigma<br />
X SIM Astrein Informática<br />
X SMI Spes Engenharia <strong>de</strong> Sistemas<br />
X Avantis-Pro Invensys Avantis<br />
X Baan SSA Global<br />
X Coswin 7i Siveco Group<br />
X<br />
Facility Asset Management<br />
Software Sol.<br />
TMA Systems<br />
X Maintelligence V4.0 DMSI<br />
X MainSmart Maintenance Software Inc.<br />
X Máximo MRO Software (IBM)<br />
X MicroMain XM MicroMain Corporation<br />
55
Origem<br />
OUTROS<br />
ERP<br />
X<br />
X<br />
X<br />
CMM<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
X<br />
Nome Comercial<br />
MP2 Enterprise<br />
MS2000<br />
PeopleSoft – Enterprise<br />
Maint. Management<br />
Proteus<br />
Sabre 32<br />
SAP - Módulo PM<br />
Smart Maintenance<br />
TMA-CMMS<br />
X ULTIMAINT<br />
Empresa<br />
DataStream Systems Inc.<br />
MicroMains Corporation<br />
Oracle<br />
Eagle Technology Inc.<br />
Rushton International<br />
SAP - Systems Applications and<br />
Products in Data Processing<br />
(Sistemas, Aplicativos e Produtos<br />
para Processamento <strong>de</strong> Dados)<br />
Smartware Group<br />
TMA Systems<br />
Pearl Computer System<br />
Incorporation<br />
Quadro 7 – Softwares Disponíveis no Mercado para Gestão da Manutenção Industrial<br />
Fonte: Adaptado <strong>de</strong> Kar<strong>de</strong>c & Nascif, p.89, 2009.<br />
Cabral (1998), Viana (2002) e Dhillon (2002), indicam que <strong>um</strong> apropriado<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> para gestão da manutenção é aquele que supre as<br />
56
particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> cada ramo e/ou empresa. Assim, é necessário manter o<br />
equilíbrio entre a necessida<strong>de</strong> por mudança e a manutenção atual do <strong>sistema</strong> já<br />
implantado. Muitos resultados negativos, quanto a erro <strong>de</strong> operação gerando<br />
informações inconsistentes, vêm <strong>de</strong> <strong>um</strong>a rápida mudança <strong>de</strong> software, levando a<br />
implantação <strong>de</strong> mais funções, maior complexida<strong>de</strong> e/ou menores recursos que o<br />
necessário.<br />
Por estes motivos, ao escolher <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ou realizar<br />
mudanças naquele já implantado na empresa, <strong>de</strong>ve-se analisar, além da interface e<br />
disseminação <strong>de</strong> conhecimento, os seguintes parâmetros (DHILLON, 2002),<br />
(CABRAL, 1998):<br />
O alinhamento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> com os objetivos da empresa;<br />
A ausência <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s e integrações excessivas;<br />
Os objetivos essenciais da manutenção;<br />
A <strong>de</strong>dicação <strong>de</strong> pessoas em tempo integral para constituição das informações;<br />
O foco nos programas <strong>de</strong> trabalho;<br />
A capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> armazenamento das informações técnicas do maquinário<br />
existente.<br />
A utilização <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> para gestão da manutenção permite<br />
maior rapi<strong>de</strong>z na busca <strong>de</strong> informações, acarretando em <strong>um</strong>a maior facilida<strong>de</strong> na<br />
gestão e na obtenção <strong>de</strong> resultados.<br />
Um software <strong>de</strong> gestão da manutenção é, antes <strong>de</strong> tudo, <strong>um</strong>a ferramenta para<br />
ajudar ao gestor da manutenção a gerir melhor as tarefas e recursos. Ele não vale<br />
por si e não substitui o homem, e sim, o liberta apenas <strong>de</strong> tarefas essenciais,<br />
pesadas e cons<strong>um</strong>idoras <strong>de</strong> tempo, disponibilizando-o para se concentrar em tarefas<br />
mais inteligentes e mais produtivas (CABRAL, 1998).<br />
O objetivo final <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>aplicado</strong> à manutenção é<br />
a<strong>um</strong>entar a rentabilida<strong>de</strong> da empresa, através da obtenção <strong>de</strong> informações e dados<br />
mais consistentes <strong>de</strong> forma mais rápida e eficiente.<br />
Estas informações possibilitam <strong>um</strong>a melhor análise do <strong>de</strong>sempenho dos<br />
recursos <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra, maquinário e gastos com materiais. Além disso, permitem<br />
a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão em prol <strong>de</strong> a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong>, melhora do processo,<br />
eficiência <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra, redução <strong>de</strong> custos, entre outros.<br />
57
2.8 LINGUAGEM DE PROGRAMAÇÃO VBA (VISUAL BASIC FOR APLICATIONS)<br />
A linguagem <strong>de</strong> programação é <strong>um</strong>a maneira <strong>de</strong> comunicação que se<br />
sustenta em <strong>um</strong>a forma e em <strong>um</strong>a estrutura lógica com significado interpretável.<br />
58<br />
Linguagem <strong>de</strong> Programação é <strong>um</strong> conjunto finito <strong>de</strong> palavras, comandos e<br />
instruções escritos com o objetivo <strong>de</strong> orientar a realização <strong>de</strong> <strong>um</strong>a tarefa<br />
pelo computador. Ela tem <strong>um</strong> número finito <strong>de</strong> funções disponíveis que<br />
po<strong>de</strong>m ser utilizadas como meio facilitador ao <strong>de</strong>senvolvimento do software<br />
(LAPPONI, 2003).<br />
Linguagem <strong>de</strong> Programação po<strong>de</strong> ser usada para <strong>de</strong>senvolver <strong>um</strong>a varieda<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong> tarefas <strong>de</strong> forma automatizada, controlando assim aspectos do <strong>sistema</strong><br />
operacional. Por isso <strong>de</strong>ve ser precisa e sem ambigüida<strong>de</strong> (DARLINGTON, 2004).<br />
O VBA (Visual Basic for Application) é <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação<br />
hospedada no ambiente Windows, principalmente subsidiada nos aplicativos Excel<br />
e Access (partes integrantes do <strong>sistema</strong> operacional Microsoft Office®, ) que é<br />
utilizada para o <strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> programas que possibilitam criar dados e<br />
interligá-los, unir tarefas, realizar execução <strong>de</strong> funções matemáticas complexas e<br />
automatizar tarefas rotineiras (SIMON, 2002).<br />
Visual Basic for Application (VBA) possibilita automatização <strong>de</strong> tarefas<br />
repetitivas através <strong>de</strong> dados e informações contidas em <strong>um</strong>a planilha e /ou banco <strong>de</strong><br />
dados. É <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação muito po<strong>de</strong>rosa que oferece maior po<strong>de</strong>r<br />
no <strong>de</strong>talhamento das ações e no controle das mesmas, sendo ainda capaz <strong>de</strong> gerar<br />
programas executáveis <strong>de</strong>ntro da plataforma MS Office® (PINTO, 2005, p.10).<br />
O Excel é <strong>um</strong> aplicativo do <strong>sistema</strong> operacional Windows <strong>de</strong> enorme po<strong>de</strong>r<br />
e flexibilida<strong>de</strong>, on<strong>de</strong> se po<strong>de</strong> inserir e manipular: dados, fórmulas, informações, entre<br />
outros. Porém apesar <strong>de</strong> sua po<strong>de</strong>rosa característica, há transações que não são<br />
possíveis <strong>de</strong> realizar em sua interface, como ligar pequenas informações isoladas<br />
em <strong>um</strong> banco <strong>de</strong> dados <strong>de</strong> <strong>um</strong>a folha <strong>de</strong> trabalho, unir informações, automatizá-las.<br />
Para executar estas transações mais complexas faz-se necessário programá-lo,<br />
utilizando o recurso <strong>de</strong> linguagem <strong>de</strong> programação VBA (ROMAN, 2002).<br />
Em 1994 foi lançado o Excel 5 (Windows 3.1®) com a primeira versão<br />
agrupada com VBA. O sucesso alcançado foi além do esperado, e a Microsoft
<strong>de</strong>cidiu expandir a unificação do VBA para os <strong>de</strong>mais aplicativos: Word, Access,<br />
Power Point, que veio a lançar no Office 97® (DARLINGTON,2004).<br />
A utilização do VBA e ferramentas subsidiadas nos aplicativos do Excel e<br />
Access para criar programas, são <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> facilida<strong>de</strong>, já que fazem parte do<br />
Windows®, não necessitando a obtenção <strong>de</strong> outra plataforma para o<br />
<strong>de</strong>senvolvimento <strong>de</strong> software, assim como, investimento adicional. Somente é<br />
necessário operar os aplicativos <strong>de</strong>ssa plataforma (Windows®), e alguns<br />
conhecimentos avançados das ferramentas do Excel, formação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong><br />
dados em Access e lógica funcional.<br />
Conforme Darlington (2004, p. 19) e Carmona (2006), o VBA tem como<br />
propósito criar e automatizar aplicações no excel, ou seja, a<strong>um</strong>entar a capacida<strong>de</strong><br />
do aplicativo on<strong>de</strong> se encontra hospedado. É utilizado, primariamente, para controlar<br />
os aspectos relacionados com a aplicação anfitriã, incluindo a manipulação da<br />
interface do usuário, tais como menus, barras <strong>de</strong> ferramentas, formulários, relatórios,<br />
caixas <strong>de</strong> diálogos,etc.<br />
A linguagem VBA (Visual Basic for Application), também é subsidiada no<br />
ambiente Acess. Acess é <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> gerenciador <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados, on<strong>de</strong> as<br />
informações contidas po<strong>de</strong>m relacionar entre si, facilitando o armazenamento e<br />
recuperação <strong>de</strong> dados através <strong>de</strong> automatização <strong>de</strong> tarefas ( RONCONI, 2007,p.11).<br />
Uma das principais características do aplicativo Access é a sua habilida<strong>de</strong><br />
para trabalhar com dados externos, pois seu ambiente operacional, utilizando a<br />
linguagem VBA, possibilita realizar importação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados, arquivos <strong>de</strong> texto<br />
e figuras <strong>de</strong> outros tipos <strong>de</strong> aplicativos e, até mesmo, exportar para <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> sua<br />
área <strong>de</strong> trabalho (WEMPEN, 2007).<br />
A utilização da linguagem VBA como interface entre aplicativos Excel e<br />
Access, possibilita a automatização e unificação <strong>de</strong> banco <strong>de</strong> dados e relatórios,<br />
os quais se constituem como <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> capaz <strong>de</strong> gerenciamento <strong>de</strong><br />
informação para várias áreas <strong>de</strong> aplicação.<br />
O VBA é <strong>um</strong>a linguagem <strong>de</strong> programação orientada a objeto, na qual os<br />
elementos da linguagem são tratados como objetos que transmitem mensagens<br />
entre si. Portanto, para trabalhar com VBA é necessário conhecer o conceito <strong>de</strong><br />
objeto e <strong>de</strong> mo<strong>de</strong>lo <strong>de</strong> objeto do Excel, on<strong>de</strong> o VBA esta hospedado (LAPPONI,<br />
2003).<br />
59
Um objeto po<strong>de</strong> ser <strong>de</strong>finido como “qualquer controle que possa ser<br />
manipulado, adquirindo <strong>um</strong>a forma diferente, po<strong>de</strong>ndo ser alterado por meio <strong>de</strong> suas<br />
proprieda<strong>de</strong>s e <strong>de</strong> seus métodos” (PINTO, 2005).<br />
Por outro lado, o método <strong>de</strong>ve se referir aquilo que o objeto executa. Sua<br />
função é dar instruções sobre a forma como o objeto <strong>de</strong>ve se comportar. Em certos<br />
métodos, é necessário fornecer arg<strong>um</strong>entos, tais como, as sentenças embasadas<br />
em estruturas lógicas (PINTO, 2005).<br />
Os métodos traduzem o comportamento <strong>de</strong> <strong>um</strong> objeto. Representam<br />
procedimentos que executam <strong>um</strong>a <strong>de</strong>terminada tarefa, que po<strong>de</strong> ser completada<br />
mediante a passagem <strong>de</strong> parâmetros. Correspon<strong>de</strong> a <strong>um</strong>a sequência <strong>de</strong> comandos<br />
executados para a realização <strong>de</strong> <strong>um</strong>a ou mais tarefas.<br />
É possível, através do VBA, confeccionar sequências <strong>de</strong> comando (inserção<br />
<strong>de</strong> botões <strong>de</strong> comando, imagens e caixas <strong>de</strong> texto), bem como, gerar gráficos e<br />
relatórios, tornando viável a elaboração <strong>de</strong> projetos e /ou programas mais<br />
personalizados e profissionais conforme a necessida<strong>de</strong> do usuário (PINTO,<br />
2005,p.10).<br />
A utilização do VBA como linguagem <strong>de</strong> programação traz inúmeras<br />
vantagens (CARMONA, 2006; DARLINGTON, 2004):<br />
Economia <strong>de</strong> código;<br />
<strong>Desenvolvimento</strong> modularizado, no qual se pensa no algoritmo por partes;<br />
Facilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>de</strong>puração ( correção e acompanhamento);<br />
Facilida<strong>de</strong> para alteração <strong>de</strong> dados (códigos);<br />
Generalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> código com o uso <strong>de</strong> parâmetros: algoritmos são escritos para<br />
situações genéricas;<br />
Possibilita <strong>de</strong>senvolver funções, fórmulas, operações, tarefas <strong>de</strong>ntro do<br />
aplicativo on<strong>de</strong> está hospedado; funções que não seriam possíveis somente<br />
com as ferramentas do aplicativo;<br />
Soluções criadas com VBA executam-se rapidamente, <strong>de</strong>vido à agregação no<br />
próprio <strong>sistema</strong> operacional;<br />
Permite escrever códigos que respon<strong>de</strong>m como ações, tarefas, e ao mesmo<br />
tempo, viabiliza as modificações (atualização) <strong>de</strong>sses.<br />
60
VBA é altamente compatível com <strong>sistema</strong> operacional Microsoft Windows®,<br />
qual é utilizado domesticamente e comercialmente, fator que a<strong>um</strong>enta a<br />
disponibilida<strong>de</strong> e facilita <strong>de</strong> acesso e aquisição da linguagem VBA. Esta é<br />
consi<strong>de</strong>rada, entre as linguagens <strong>de</strong> programação existente, <strong>um</strong>a das mais fáceis <strong>de</strong><br />
manipulação, sendo assim, recomendada para iniciantes na área <strong>de</strong> programação.<br />
61
3 MATERIAIS E MÉTODOS<br />
Neste capítulo <strong>de</strong>screvem-se os recursos e procedimentos utilizados no<br />
<strong>de</strong>senvolvimento da presente pesquisa. As ativida<strong>de</strong>s realizadas foram divididas<br />
nas seguintes etapas:<br />
Primeira Etapa: Delineamento das informações e coleta <strong>de</strong> dados a respeito da<br />
lubrificação industrial em campo, levantamento dos itens necessários à lubrificação<br />
(lubrificante, periodicida<strong>de</strong>, ferramental, entre outros), além da codificação <strong>de</strong><br />
máquinas e equipamentos, a fim <strong>de</strong> facilitar a localização <strong>de</strong>stes <strong>de</strong>ntro da área<br />
industrial. Nesta fase inclui-se a estruturação dos planos preventivos, os quais<br />
constituem a base do <strong>de</strong>senvolvimento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto para o<br />
gerenciamento dos mesmos e também a <strong>de</strong>finição dos requisitos que <strong>um</strong>a<br />
organização <strong>de</strong>ve estruturar previamente para suportar a instalação e utilização do<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />
Segunda Etapa: Esta compreen<strong>de</strong> a estruturação física da ferramenta, ou seja,<br />
realização da montagem e operação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, bem como,<br />
a ocorrência do fluxo <strong>de</strong> informações <strong>de</strong> forma hierarquizada.<br />
Terceira Etapa: Correspon<strong>de</strong> ao teste operacional e verificação dos pontos fortes<br />
e <strong>de</strong>ficientes do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> quanto a criação e gestão <strong>de</strong> planos<br />
preventivos da lubrificação em <strong>um</strong> complexo industrial.<br />
3.1 AMBIENTE DE TESTE PARA VERIFICAÇÃO DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />
PROPOSTO<br />
O ambiente <strong>de</strong> teste se caracteriza como Centro <strong>de</strong> Serviço <strong>de</strong> Corte e<br />
Estamparia <strong>de</strong> peças metálicas, além <strong>de</strong> fracionar bobinas metálicas para os<br />
mercados cons<strong>um</strong>idores como: automotivo, linha branca (eletrodoméstico), indústria<br />
eletrotécnica (painéis elétricos) e construção civil (chapas para conformação <strong>de</strong><br />
tubos e hastes), entre outros.<br />
A empresa on<strong>de</strong> foi <strong>aplicado</strong> o teste do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> situa-se na<br />
região metropolitana <strong>de</strong> Curitiba, sendo <strong>de</strong> procedência multinacional. A filial<br />
62
paranaense abriga mais <strong>de</strong> 200 funcionários, contendo em sua área <strong>de</strong> manufatura,<br />
sete linhas <strong>de</strong> produção voltadas a beneficiar bobinas <strong>de</strong> aço para outros processos<br />
industriais.<br />
Para avaliação da sistemática <strong>de</strong> montagem dos planos <strong>de</strong> lubrificação<br />
industrial, que constituem a base para confecção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto,<br />
estudou-se o processo <strong>de</strong> funcionamento das máquinas e equipamentos existentes<br />
na fábrica e i<strong>de</strong>ntificaram-se os pontos necessários para aplicação <strong>de</strong> lubrificante. A<br />
figura 4 ilustra os principais produtos fabricados nas linhas <strong>de</strong> produção <strong>de</strong> corte<br />
transversal e longitudinal <strong>de</strong> laminados à frio e quente e linhas produtivas <strong>de</strong><br />
prensagem <strong>de</strong> chapas metálicas.<br />
Figura 4 – Tipos <strong>de</strong> produtos manufaturados pelas linhas <strong>de</strong> produção na empresa do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produtos da empresa<br />
A seguir <strong>de</strong>talham-se as linhas produtivas e os principais equipamentos<br />
contidos nelas. Estes equipamentos foram <strong>de</strong>vidamente i<strong>de</strong>ntificados com<br />
nomeclatura TAG e incluídos nos planos <strong>de</strong> lubrificação.<br />
63
3.1.1 Linha <strong>de</strong> Corte Transversal<br />
A linha <strong>de</strong> corte transversal é capaz <strong>de</strong> fabricar peças <strong>de</strong> formato trapezoidais<br />
e lisos retangulares, com larguras <strong>de</strong> até 3000 mm e espessuras <strong>de</strong> até 25 mm na<br />
velocida<strong>de</strong> máxima <strong>de</strong> 150 m/min. Além do corte, o maquinário aplaina a bobina <strong>de</strong><br />
aço e empilha automaticamente as peças acabadas em paletes metálicos<br />
padronizados pelos clientes.<br />
Neste processo é possível o corte <strong>de</strong> produtos em dois tipos <strong>de</strong> matéria<br />
prima: bobinas laminadas a frio e bobinas laminadas a quente. O corte do produto a<br />
frio é voltado para manufatura da linha branca (eletrodomésticos), indústria<br />
eletrotécnica e montadoras automotivas. Por outro lado o corte das bobinas<br />
laminadas a quente, originárias <strong>de</strong> material mais grosseiro, é voltada à fabricação <strong>de</strong><br />
peças para o mercado da construção civil.<br />
O maquinário instalado para corte transversal neste centro <strong>de</strong> serviço é <strong>de</strong><br />
origem espanhola. O mesmo é dotado <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s eletromecânicos compostos <strong>de</strong>:<br />
corte arranque-parada, cisalhas (com<strong>um</strong>ente chamadas <strong>de</strong> tesouras), volante,<br />
cisalhas rotativas e cisalhas <strong>de</strong> alimentação direta (corte retilíneo), empilhadores<br />
automáticos com cilindros oscilantes (com<strong>um</strong>ente chamados <strong>de</strong> “braços do<br />
empilhador”), empilhadores eletromagnéticos ou <strong>de</strong> vácuo para erguer as chapas<br />
cortadas e colocar nos paletes, além <strong>de</strong> possuir aplainadoras <strong>de</strong> alta precisão para<br />
nivelamento da matéria prima durante o corte.<br />
A figura 5 ilustra imagens da linha produtiva com produtos e equipamentos.<br />
Figura 5 – Linha e produto <strong>de</strong> corte transversal.<br />
Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produto da empresa<br />
64
Os equipamentos que compoem a linha produtiva <strong>de</strong> corte transversal, sendo<br />
para laminados à frio e à quente, bem como, seus respectivos TAG’s<br />
(en<strong>de</strong>reçamento e i<strong>de</strong>ntificação ) , são apresentados no quadro 8.<br />
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCT01 – 01 - XX<br />
LCT01 - 02 -XX<br />
LCT01 – 03 - XX<br />
LCT01 - 04 -XX<br />
LCT01 - 05 -XX<br />
LCT01 - 06 - XX<br />
LCT01 - 07 - XX<br />
LCT01 - 08 -XX<br />
LCT01 - 09 - XX<br />
LCT01 - 10 -XX1<br />
LCT01 - 11 - XX<br />
LCT01 - 12 - XX<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />
Mandril<br />
Centralizador EMG<br />
Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />
Aplanadora 17-63<br />
Aplanadora 21-40<br />
Azeitadora<br />
Mesa do Anel do Bucle<br />
Trator Alimentador<br />
65
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCT01 - 13 -XX<br />
LCT02 - 01 - XX<br />
LCT02 - 02 - XX<br />
LCT02 - 03 - XX<br />
LCT02 - 04 - XX<br />
LCT02 - 05 - XX<br />
LCT02 - 06 - XX<br />
LCT02 - 07 - XX<br />
LCT02 - 08 - XX<br />
LCT02 - 09 - XX<br />
LCT02 - 10 - XX<br />
LCT02 - 11 - XX<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Transversal Laminado<br />
à Quente<br />
Guilhotina Rotativa<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />
Centralizador EMG<br />
Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />
Aplanadora 15-100<br />
Aplanadora AG3<br />
Guias Laterais<br />
Trator Alimentador<br />
Guilhotina Rotativa<br />
Quadro 8 – TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte Transversal.<br />
Fonte: Dados da pesquisa – Autoria própria<br />
66
3.1.2 Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal<br />
O maquinário para corte longitudinal, também chamado <strong>de</strong> slitter (produto<br />
fracionado) , possibilita o fracionamento <strong>de</strong> bobinas laminadas à frio e à quente para<br />
posterior utilização <strong>de</strong> bobinas <strong>de</strong> menor dimensional em outros processos<br />
produtivos. Estas bobinas menores são usadas em indústrias <strong>de</strong> eletrodomésticos e<br />
construção civil (fabricação <strong>de</strong> tubos). A figura 6 ilustra os equipamentos e produtos<br />
proce<strong>de</strong>ntes <strong>de</strong>sta linha <strong>de</strong> manufatura.<br />
Figura 6 – Linha e produto <strong>de</strong> corte longitudinal.<br />
Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produto da empresa<br />
O maquinário das linhas <strong>de</strong> corte longitudinal instalados é também <strong>de</strong> origem<br />
espanhola, envolvendo consi<strong>de</strong>rável trabalho mecânico e vibração. Possuem<br />
módulos <strong>de</strong> endireitamento, aplainamento da bobina e fracionamento preciso com<br />
àrvores <strong>de</strong> facas circulares. Tem capacida<strong>de</strong> <strong>de</strong> corte na velocida<strong>de</strong> <strong>de</strong> 400 m/min<br />
para peças com largura <strong>de</strong> até 3000 mm e espessuras <strong>de</strong> até 25 mm.<br />
Esta linha é totalmente automatizada, incluso a troca <strong>de</strong> ferramenta (árvore <strong>de</strong><br />
facas circulares), a qual é executada através do painel <strong>de</strong> controle computadorizado.<br />
67
Os equipamentos e máquinas que compoem este processo produtivo e seus<br />
respectivos TAG´s são <strong>de</strong>scritos se seguir no quadro 9.<br />
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCL01 - 01 -XX<br />
LCL01 - 02 -XX<br />
LCL01 - 03 - XX<br />
LCL01 - 04 - XX<br />
LCL01 - 05 - XX<br />
LCL01 - 06 - XX<br />
LCL01 - 07 - XX<br />
LCL01 - 08 - XX<br />
LCL01 - 09 - XX<br />
LCL01 - 10 - XX<br />
LCL01 - 11 - XX<br />
LCL01 - 12 - XX<br />
LCL01 - 13 - XX<br />
LCL01 - 14 - XX<br />
LCL01 - 15 - XX<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />
Mandril<br />
Centralizador <strong>de</strong> Bobina EMG<br />
Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />
En<strong>de</strong>reçadora <strong>de</strong> Bobina<br />
Guilhotina<br />
Mesas <strong>de</strong> Despontes<br />
Embarrador Trator<br />
Cisalha Circular I<br />
Cisalha Circular II<br />
Recolhedor <strong>de</strong> Recortes<br />
Rolo Desbarbador<br />
Mesa Anel <strong>de</strong> Bucle<br />
Tensionador <strong>de</strong> Correias<br />
68
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCL01 - 16 -XX<br />
LCL01 - 17 - 01<br />
LCL01 - 18 -XX<br />
LCL01 - 19 - XX<br />
LCL01 - 20 -XX<br />
LCL01 - 21 - XX<br />
LCL01 - 22 - XX<br />
LCL01 - 23 -XX<br />
LCL01 - 24 - XX<br />
LCL01 - 25 - XX<br />
LCL01 - 26 - XX<br />
LCL01 - 27 - XX<br />
LCL01 - 28 - XX<br />
LCL01 - 29 - XX<br />
LCL01 - 30 - XX<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Enrolador<br />
Carro <strong>de</strong> Manipulação <strong>de</strong><br />
Separadores<br />
69<br />
Carro <strong>de</strong> Descarga <strong>de</strong> Material<br />
Acabado<br />
Descarregador Rotativo<br />
Central Hidráulica<br />
Sistema Pne<strong>um</strong>ático<br />
Mesa Basculante<br />
Mesa <strong>de</strong> Câmbio <strong>de</strong> Direção<br />
Mesa <strong>de</strong> Rolos Giratórios<br />
Mesa <strong>de</strong> Cintagem<br />
Mesa <strong>de</strong> Centralização <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Carro do Eletro-Imã<br />
Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Empilhador<br />
Mesa do Empilhador
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCL01 - 31 - XX<br />
LCL02 - 01 - XX<br />
LCL02 - 02 - XX<br />
LCL02 - 03 - XX<br />
LCL02 - 04 - XX<br />
LCL02 - 05 - XX<br />
LCL02 - 06 - XX<br />
LCL02 - 07 - XX<br />
LCL02 - 08 - XX<br />
LCL02 - 09 - XX<br />
LCL02 - 10 - XX<br />
LCL02 - 11 - XX<br />
LCL02 - 12 - XX<br />
LCL02 - 13 - XX<br />
LCL02 - 14 - XX<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Desenrolador <strong>de</strong> Bobina<br />
Mandril<br />
Centralizador <strong>de</strong> Bobina EMG<br />
Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />
En<strong>de</strong>reçadora <strong>de</strong> Bobina<br />
Guilhotina<br />
Mesas <strong>de</strong> Despontes<br />
Embarrador Trator<br />
Cisalha Circular I<br />
Cisalha Circular II<br />
Recolhedor <strong>de</strong> Recortes<br />
Rolo Desbarbador<br />
Mesa Anel <strong>de</strong> Bucle<br />
70
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCL02 - 15 - XX<br />
LCL02 - 16 - XX<br />
LCL02 - 17 - XX<br />
LCL02 - 18 - XX<br />
LCL02 - 19 -XX<br />
LCL02 - 20 - XX<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Linha <strong>de</strong> Corte Longitudinal Laminado à<br />
Quente<br />
Tensionador <strong>de</strong> Correias<br />
Enrolador<br />
Carro <strong>de</strong> Manipulação <strong>de</strong><br />
Separadores<br />
71<br />
Carro <strong>de</strong> Descarga <strong>de</strong> Material<br />
Acabado<br />
Descarregador Rotativo<br />
Central Hidráulica<br />
Quadro 9 – TAG dos equipamentos pertencentes as Linhas Produtivas <strong>de</strong> Corte Longitudinal.<br />
3.1.3 Linha <strong>de</strong> Prensas<br />
Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />
A linha <strong>de</strong> prensa tem a funcionalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> corte <strong>de</strong> blanks (peças <strong>de</strong> formatos<br />
complexos em chapas laminadas a frio), para atendimento ao mercado automotivo,<br />
com utilização <strong>de</strong> matéria prima conformada a frio.<br />
Neste processo há aplainamento da bobina e corte da mesma sob pressão da<br />
matriz (ferramenta). Posteriormente, as chapas são empilhadas automaticamente<br />
pelo empilhador já em paletes metálicos exigidos pelo cliente. O maquinário é capaz<br />
<strong>de</strong> fabricar diversos formatos com as exigências dimensionais requeridas, bem<br />
como, com excelente qualida<strong>de</strong> superficial, <strong>um</strong>a vez que a maioria do produto<br />
acabado passa por processo <strong>de</strong> estampagem e pintura em indústrias montadoras <strong>de</strong><br />
automóveis. Na figura 7 ilustra <strong>um</strong>a das linhas <strong>de</strong> prensagem <strong>de</strong> bobinas.
Figura 7 – Linha <strong>de</strong> prensa e produto <strong>de</strong> corte blanks.<br />
Fonte: Fonte: Catálogo <strong>de</strong> produto da empresa do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
As prensas são <strong>de</strong> origem alemã, com requisitos <strong>de</strong> lubrificação constante<br />
<strong>de</strong>vido ao esforço mecânico exigido na operação da transmissão hidráulica com<br />
<strong>sistema</strong> <strong>de</strong> refrigeração integrado. No quadro 10 segue a i<strong>de</strong>ntificação, em códigos<br />
referentes aos TAG’s das máquinas e equipamentos que fazem parte <strong>de</strong>sta linha <strong>de</strong><br />
produção.<br />
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCP01-01-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Carro <strong>de</strong> Carga<br />
LCP01-02-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Desenrolador<br />
LCP01-03-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Suporte do Mandril<br />
72
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCP01-04-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Abridor <strong>de</strong> Espiras<br />
LCP01-05-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Trator Defletor <strong>de</strong> Tesouras<br />
LCP01-06-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />
LCP01-07-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Azeitadora <strong>de</strong> Chapas<br />
LCP01-08-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Aplanadora 15-100<br />
LCP01-09-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Fossa do Bucle<br />
LCP01-10-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Alimentador Final <strong>de</strong> Bobinas<br />
LCP01-11-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Mesa Prensadora<br />
LCP01-12-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Prensa 17<br />
LCP01-13-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />
Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador Lateral<br />
LCP01-14-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Empilhador Lateral<br />
LCP01-15-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Mesa do Empilhador Lateral<br />
LCP01-16-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />
LCP01-17-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />
Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador Lateral<br />
Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador Frontal<br />
LCP01-18-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I Empilhador Frontal<br />
LCP01-19-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler I<br />
Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador Frontal<br />
LCP02-01-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Carro <strong>de</strong> Carga<br />
LCP02-02-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Desenrolador<br />
LCP02-03-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Suporte do Mandril<br />
LCP02-04-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Abridor <strong>de</strong> Espiras<br />
LCP02-05-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Trator Defletor <strong>de</strong> Tesouras<br />
LCP02-06-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />
LCP02-07-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Azeitadora <strong>de</strong> Chapas<br />
73
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCP02-08-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Aplanadora 15-100<br />
LCP02-09-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Fossa do Bucle<br />
LCP02-10-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Alimentador Final <strong>de</strong> Bobinas<br />
LCP02-11-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Mesa Prensadora<br />
LCP02-12-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Prensa 17<br />
LCP02-13-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />
LCP02-14-XX<br />
Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador Lateral<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Empilhador Lateral<br />
LCP02-15-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Mesa do Empilhador Lateral<br />
LCP02-16-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />
LCP02-17-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />
Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador Lateral<br />
Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador Frontal<br />
LCP02-18-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II Empilhador Frontal<br />
LCP02-19-XX Linha <strong>de</strong> Prensagem Schuler II<br />
LCP03-01-XX<br />
LCP03-02-XX<br />
LCP03-03-XX<br />
LCP03-04-XX<br />
LCP03-05-XX<br />
LCP03-06-XX<br />
LCP03-07-XX<br />
LCP03-08-XX<br />
LCP03-09-XX<br />
LCP03-10-XX<br />
LCP03-11-XX<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador Frontal<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Suporte do Mandril<br />
Desenrolador<br />
Mesa Abridora <strong>de</strong> Espiras<br />
Centralizador EMG<br />
Carro <strong>de</strong> Despontes<br />
Mesa <strong>de</strong> Despontes <strong>de</strong><br />
Interconexão<br />
Lubrificador <strong>de</strong> Chapas<br />
Aplanadora 17-40<br />
Fossa do Bucle<br />
Trator Cíclico<br />
74
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO<br />
LCP03-12-XX<br />
LCP03-13-XX<br />
LCP03-14-XX<br />
LCP03-15-XX<br />
LCP03-16-XX<br />
LCP03-17-XX<br />
LCP03-18-XX<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Linha <strong>de</strong> Prensagem Fagor (Velha<br />
Dama)<br />
Mesas Móveis<br />
Sistema Hidráulico<br />
Sistema Pne<strong>um</strong>ático<br />
Prensa 16<br />
Transportador <strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador Lateral<br />
Empilhador<br />
Transportador <strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador Lateral<br />
Quadro 10 – TAG dos equipamentos das Linhas Produtivas <strong>de</strong> Prensagem .<br />
3.1.4 Máquinas Empilha<strong>de</strong>iras<br />
Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />
A empresa possui sete máquinas empilha<strong>de</strong>iras proce<strong>de</strong>ntes dos seguintes<br />
países; E.U.A, Alemanha e Japão. Elas tem capacida<strong>de</strong> para carregamento <strong>de</strong> 4,5 e<br />
7 toneladas. As empilha<strong>de</strong>iras apóiam no carregamento <strong>de</strong> produto acabado da área<br />
<strong>de</strong> produção para o armazenamento, e <strong>de</strong>ste, para o carregamento em caminhões<br />
nas docas (área logística).<br />
Este equipamento necessita <strong>de</strong> lubrificante para suavizar o atrito entre<br />
superfícies metálicas <strong>de</strong> elementos <strong>de</strong> máquina, bem como, na refrigeração e<br />
transmissão <strong>de</strong> força (óleo hidráulico para elevação da torre). Na figura 22<br />
apresenta-se <strong>um</strong> dos mo<strong>de</strong>los <strong>de</strong> empilha<strong>de</strong>iras utilizadas no meio fabril estudado. A<br />
relação das máquinas empilha<strong>de</strong>iras com seus respectivos TAG´s é res<strong>um</strong>ida no<br />
quadro 11.<br />
75
Figura 8 – Máquina empilha<strong>de</strong>ira LINDE 4,5 toneladas<br />
Fonte: Manual da empilha<strong>de</strong>ira LINDE AI501.<br />
TAG MÁQUINA PRODUTIVA<br />
EMP01 - XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Hyster 155 / 7 ton.<br />
EMP02 - XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Yale 1333 / 7 ton.<br />
EMP03 - XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Mitsubishi / 7 ton.<br />
EMP04- XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Clark / 7 ton.<br />
EMP05- XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Lin<strong>de</strong> AI500 / 4,5 ton.<br />
EMP06- XX -XX Empilha<strong>de</strong>ira Lin<strong>de</strong> AI501 / 4,5 ton.<br />
EMP07- XX - XX Empilha<strong>de</strong>ira Lin<strong>de</strong> AI502 / 4,5 ton.<br />
Quadro 11 – TAG dos equipamentos das empilha<strong>de</strong>iras.<br />
Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />
76
É importante salientar que <strong>um</strong>a das dificulda<strong>de</strong>s encontradas na montagem<br />
dos planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>stas máquinas empilha<strong>de</strong>iras foi o fator <strong>de</strong><br />
incompatibilida<strong>de</strong> técnica entre elas (fabricantes diferentes) e a falta <strong>de</strong> histórico e<br />
manual das mesmas, além <strong>de</strong> várias adaptações <strong>de</strong> elementos mecânicos<br />
irregulares em sua estrutura interna e externa.<br />
3.2 ETAPA I - PLANEJAMENTO E ORGANIZAÇÃO DA LUBRIFICAÇÃO<br />
INDUSTRIAL<br />
Na coleta das informações necessárias para confecção <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> voltado a auxiliar a gestão da lubrificação industrial, <strong>de</strong>ve-se<br />
compreen<strong>de</strong>r, primeiramente, todo o processo da Lubrificação <strong>de</strong> máquinas e<br />
equipamentos <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong> complexo industrial e, posteriormente orientar essas<br />
informações <strong>de</strong> forma organizada e hierarquizda <strong>de</strong>ntro dos processos. Esta forma<br />
<strong>de</strong> disposição das informações possibilita <strong>um</strong> melhor planejamento e controle das<br />
variáveis relacionadas à lubrificação, diminuindo os custos <strong>de</strong> manutenção.<br />
Uma planta industrial abriga diversas máquinas mecânicas e elétricas que<br />
possuem os mais variados elementos e equipamentos, tais como, engrenagens,<br />
motores, transformadores, redutores, correntes, cabos <strong>de</strong> aço (ponte rolante),<br />
centrais hidráulicas, eixos, rolamentos, entre outros, que necessitam <strong>de</strong> lubrificação<br />
contínua e/ou periódica para seu funcionamento. Assim para manter <strong>um</strong>a<br />
lubrificação eficiente neste meio, faz-se necessário estruturá-la <strong>de</strong> forma controlável<br />
e programável, ou seja, é preciso, planejar, programar, executar e controlar a<br />
lubrificação conjuntamente com <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, o qual possibilita maior<br />
rapi<strong>de</strong>z na geração <strong>de</strong> dados, informações e manutenção <strong>de</strong> histórico.<br />
Na elaboração <strong>de</strong> <strong>um</strong> planejamento <strong>de</strong> lubrificação é necessário estabelecer<br />
as tarefas a serem realizadas (ex.: lubrificar, limpar, verificar nível <strong>de</strong> óleo, entre<br />
outros), além <strong>de</strong> especificar <strong>um</strong> tempo médio <strong>de</strong> execução em termos <strong>de</strong><br />
homens/hora, para alocacão <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e controle dos recursos. Os pontos a<br />
serem lubrificados <strong>de</strong>vem ser controlados em relação às respectivas frequências <strong>de</strong><br />
lubrificação, sejam estas diária, semanal, mensal, bimestral, semestral, anual, entre<br />
outros, e às referidas quantida<strong>de</strong>s do lubrificante <strong>aplicado</strong>.<br />
77
Inicialmente, <strong>de</strong>vem-se i<strong>de</strong>ntificar todos os pontos <strong>de</strong> lubrificação, as tarefas<br />
a serem executadas, os tempos necessários e a periodicida<strong>de</strong> a<strong>de</strong>quada <strong>de</strong> cada<br />
máquina e/ou equipamento. Posteriormente, <strong>de</strong>ve-se <strong>de</strong>finir, ao menos, <strong>um</strong><br />
calendário anual para execução da lubrificação; este proverá a organização dos<br />
planos <strong>de</strong> lubrificação em agrupamentos períodicos, in<strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntemente da área,<br />
máquina e equipamento que o pertença.<br />
A montagem do plano <strong>de</strong> lubrificação caracteriza-se pelo levantamento e<br />
registro <strong>de</strong> todas as informações relevantes aos pontos a serem lubrificados,<br />
informações que permitam posteriormente, planejar e manter o controle da<br />
lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos .<br />
Um dos objetivos perseguidos na montagem <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano preventivo é que<br />
ele <strong>de</strong>ve ser o mais racional possível, a fim <strong>de</strong> obter o máximo <strong>de</strong> produtivida<strong>de</strong> do<br />
executor e <strong>de</strong> lubrificante, sem se afundar em burocracias <strong>de</strong>snecessárias e/ou<br />
dados irrelevantes para o processo. Segue-se a <strong>de</strong>scrição das informações<br />
indispensáveis para a elaboração do roteiro eficiente <strong>de</strong> lubrificação:<br />
Lista técnica <strong>de</strong> máquinas e equipamentos contendo a <strong>de</strong>scrição <strong>de</strong>ste, o setor<br />
<strong>de</strong> localização e seu en<strong>de</strong>reçamento provido pela codificação do TAG<br />
(i<strong>de</strong>ntificação);<br />
I<strong>de</strong>ntificação dos pontos a serem lubrificados, bem como, o número <strong>de</strong>stes a<br />
serem atendidos;<br />
Periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong> relubrificação (frequência <strong>de</strong> aplicação, ou seja, tempo entre<br />
<strong>um</strong>a lubrificação e outra);<br />
Especificação do lubrificante recomendado, ressaltando suas proprieda<strong>de</strong>s<br />
físicas e químicas (classificação: tóxico ou atóxico);<br />
Serviços a serem executados (aplicação do lubrificante e/ou inspeção do nível<br />
etc.);<br />
Quantida<strong>de</strong> i<strong>de</strong>al <strong>de</strong> aplicação do lubrificante;<br />
Dispositivos necessários para a execução <strong>de</strong> cada lubrificação<br />
(métodos/ferramenta <strong>de</strong> aplicação: pincel, bomba, spray, entre outros);<br />
Estado <strong>de</strong> operação do maquinário para execução do trabalho <strong>de</strong> lubrificação<br />
(parado, ou em, funcionamento);<br />
78
Tempo médio para a execução dos serviços ligados à lubrificação, para previsão<br />
<strong>de</strong> utilização dos recursos h<strong>um</strong>anos.<br />
Estas informações compõem os atributos para estruturar e organizar o<br />
cadastro e alimentação <strong>de</strong> dados básicos para gerenciamento da lubrificação<br />
industrial. Estes atributos serão melhor <strong>de</strong>talhados e justificados nas etapas <strong>de</strong><br />
construção e aplicação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto.<br />
É importante salientar que o fator essencial <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano <strong>de</strong> lubrificação é a<br />
<strong>de</strong>terminação do lubrificante a<strong>de</strong>quado na quantida<strong>de</strong> e em tempo corretos, pois o<br />
excesso <strong>de</strong> lubrificante é tão prejudicial quanto a falta do mesmo no elemento<br />
mecânico. Adicionalmente a utilização do lubrificante ina<strong>de</strong>quado ocasiona<br />
contaminação química resultando no prejuízo das condições <strong>de</strong> funcionamento das<br />
máquinas e dos equipamentos com o aparecimento <strong>de</strong> <strong>de</strong>sgaste excessivo e<br />
aquecimento, acarretando falhas e interrupções no <strong>sistema</strong> produtivo.<br />
A escolha do lubrificante <strong>de</strong>ve estar relacionada ao <strong>sistema</strong> produtivo como<br />
<strong>um</strong> todo, e não somente à recomendação do fabricante do maquinário. Deve-se<br />
analisar as condições <strong>de</strong> trabalho das máquinas e equipamentos, tais como:<br />
temperatura, <strong>um</strong>ida<strong>de</strong>, carga <strong>de</strong> operação e possíveis modificações ocorridas no<br />
maquinário (troca <strong>de</strong> elementos <strong>de</strong> tamanho e/ou material diferente do original <strong>de</strong><br />
fábrica e/ou modificações na estrutura da máquina), a fim <strong>de</strong> <strong>de</strong>terminar as<br />
proprieda<strong>de</strong>s físico-químicas do lubrificante a ser <strong>aplicado</strong>. Devido a este fato, no<br />
plano <strong>de</strong> lubrificação, aconselha-se <strong>de</strong>signar, <strong>um</strong>a <strong>de</strong>scrição do lubrificante <strong>de</strong> forma<br />
genérica com suas principais proprieda<strong>de</strong>s e não pelo nome comercial, para que o<br />
mesmo possa ser adquirido pelos fornecedores <strong>de</strong> lubrificantes.<br />
Mediante os itens e consi<strong>de</strong>rações apresentados para elaboração <strong>de</strong> planos<br />
preventivos <strong>de</strong> lubrificação, as informações necessárias à montagem foram<br />
or<strong>de</strong>nadas e tabuladas <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, conforme apresentado no<br />
quadro 12. As informações contidas neste quadro originaram-se da coleta <strong>de</strong> dados<br />
em campo na empresa <strong>de</strong> aplicação da presente pesquisa, durante a montagem dos<br />
planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, as quais seguirão a or<strong>de</strong>nação dos atributos<br />
básicos .<br />
79
Tag<br />
LCT01 - 08 - 01<br />
LCT01 - 08 - 02<br />
LCT01 - 08 - 03<br />
LCT01 - 08 - 04<br />
LCT01 - 08 - 05<br />
LCT01 - 08 - 06<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Equipamento Ponto Qtd Tarefa Lubrificante Qtd Dispositivo Tempo<br />
(min)<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Motor <strong>de</strong><br />
Acionamento<br />
Acoplamento<br />
do motor<br />
Caixa<br />
redutora<br />
Caixa <strong>de</strong><br />
cardãns<br />
Redutor do<br />
basculament<br />
o<br />
Redutor das<br />
guias <strong>de</strong><br />
limpeza<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1<br />
1<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
150 cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist.<br />
00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist.<br />
00<br />
0,2<br />
kg<br />
0,1<br />
kg<br />
2 l<br />
2 l<br />
0,2<br />
kg<br />
0,2<br />
kg<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />
Visor <strong>de</strong> Nível/<br />
Reposição<br />
Manual<br />
Visor <strong>de</strong> Nível/<br />
Reposição<br />
Manual<br />
11 Mensal<br />
15 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 3 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 4 Mensal<br />
Frequ. Status<br />
80<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento
Tag<br />
LCT01 - 08 - 07<br />
LCT01 - 08 - 08<br />
LCT01 - 08 - 09<br />
LCT01 - 08 - 10<br />
LCT01 - 08 - 11<br />
LCT01 - 08 - 12<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Equipamento Ponto Qtd Tarefa Lubrificante Qtd Dispositivo Tempo<br />
(min)<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Sistema <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
<strong>de</strong> graxa<br />
lado do<br />
motor<br />
Guias e fuso<br />
do <strong>sistema</strong><br />
<strong>de</strong> limpeza<br />
Guias do rolo<br />
trator<br />
Cremalheira<br />
do rolo trator<br />
Mancais do<br />
rolo trator<br />
Mancal do<br />
eixa cardã<br />
14 Lubrificar<br />
21 Lubrificar<br />
12 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
1,5<br />
kg<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 15 Mensal<br />
3 kg Pincel 20 Mensal<br />
0,5<br />
kg<br />
0,2<br />
kg<br />
0,3<br />
kg<br />
0,1<br />
kg<br />
Pincel 12 Mensal<br />
Pincel 15 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 3 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 3 Mensal<br />
Frequ. Status<br />
81<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora/<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento
Tag<br />
LCT01 - 08 - 13<br />
LCT01 - 08 - 14<br />
LCT01 - 08 - 15<br />
LCT01 - 08 - 16<br />
LCT01 - 08 - 17<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à Frio<br />
Equipamento Ponto Qtd Tarefa Lubrificante Qtd Dispositivo Tempo<br />
(min)<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Caixa <strong>de</strong><br />
transmissão<br />
do eixo<br />
cardã<br />
Cruzetas do<br />
eixo cardã<br />
Rolos da<br />
planadora<br />
12 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
24 Lubrificar<br />
Contra rolos 147 Lubrificar<br />
Redutores<br />
do contra<br />
rolo<br />
7 Lubrificar<br />
Quadro 12 – Exemplo <strong>de</strong> Plano <strong>de</strong> Lubrificação.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist.<br />
00<br />
0,5<br />
kg<br />
0,2<br />
kg<br />
1,5<br />
kg<br />
5,5<br />
kg<br />
0,7<br />
kg<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 5 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 30 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 50 Mensal<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 12 Mensal<br />
Frequ. Status<br />
82<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento
Para a construção <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é necessário estruturar <strong>um</strong><br />
banco <strong>de</strong> dados, com este banco <strong>de</strong> dados sendo composto <strong>de</strong> informações<br />
relativas à gestão da lubrificação. As informações do quadro 12 são fornecidas ao<br />
formato <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> lubrificação, os quais serão inseridos no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
proposto para a gestão da lubrificação do maquinário.<br />
O mo<strong>de</strong>lo do plano <strong>de</strong> lubrificação contém as informações <strong>de</strong> localização do<br />
equipamento e a quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> pontos a serem lubrificados, o tipo <strong>de</strong> lubrificante, o<br />
método a ser <strong>aplicado</strong> para executar a ação e o tempo médio da execução do<br />
trabalho para previsão da <strong>de</strong>manda <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra necessária.<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> auxilia na gestão dos planos, proporcionando<br />
agilida<strong>de</strong> e confiabilida<strong>de</strong> na geração <strong>de</strong>stes e na visualização dos períodos da<br />
execução, relatórios <strong>de</strong> quantida<strong>de</strong> e custos gerados no processo <strong>de</strong> lubrificação,<br />
referente às informações cadastradas e posteriormente registradas (histórico do<br />
<strong>sistema</strong>).<br />
O <strong>sistema</strong> ajuda no levantamento <strong>de</strong> indicadores <strong>de</strong> eficiência da execução<br />
<strong>de</strong> lubrificação (manutenção preventiva), bem como, dos relatórios <strong>de</strong> gastos e<br />
cons<strong>um</strong>os <strong>de</strong> lubrificante e mão <strong>de</strong> obra investido nos trabalhos <strong>de</strong> manutenção.<br />
Na figura 9 segue-se o fluxograma correspon<strong>de</strong>nte as etapas or<strong>de</strong>nadas<br />
para o planejamento das ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
83
Figura 9 – Fluxograma <strong>de</strong> planejamento <strong>de</strong> serviços <strong>de</strong> lubrificação industrial gerido<br />
em <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
Para tanto , <strong>um</strong>a organização empresarial <strong>de</strong>ve estabelecer <strong>um</strong> certo nível <strong>de</strong><br />
estrutura física e administrativa que possibilite a implantação e utilização do Sistema<br />
<strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido, tais requisitos se or<strong>de</strong>nam na seguinte forma:<br />
Formação <strong>de</strong> <strong>um</strong> PCM - Planejamento e Controle <strong>de</strong> Manutenção, para emitir e<br />
controlar a saída dos planos <strong>de</strong> lubrifcação e a posterior alimentação dos<br />
dados <strong>de</strong> execução das ativida<strong>de</strong>s realizadas <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>,<br />
para formação <strong>de</strong> histórico <strong>de</strong> manutenção;<br />
Quadro <strong>de</strong> funcionários tecnicamente treinados para execução dos planos <strong>de</strong><br />
lubrificação;<br />
Material e Ferramental a<strong>de</strong>quado para realizar as tarefas do roteiro <strong>de</strong><br />
lubrificação;<br />
84
Re<strong>de</strong> <strong>de</strong> Computadores e manutenção <strong>de</strong> tecnologia <strong>de</strong> informação para<br />
garantir o funcionamento das máquinas que abrigam o Sistema Informatizado,<br />
além <strong>de</strong> garantir a segurança das informações;<br />
Levantamento <strong>de</strong> máquinas e equipamentos que necessitam <strong>de</strong> lubriifcação,<br />
bem como, a sua i<strong>de</strong>ntificação com nomenclatura TAG;<br />
Estes requisitos são <strong>de</strong> gran<strong>de</strong> importância para implantação e para o<br />
perfeito funcionamento do Sistema na área <strong>de</strong> lubrificação industrial.<br />
3.3 ETAPA II - ESTRUTURA DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />
etapas:<br />
Na montagem do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> foram executadas as seguintes<br />
1) Definição da sequência das informações necessárias para a formação dos planos<br />
preventivos <strong>de</strong> lubrificação, os quais servem como banco <strong>de</strong> dados para a<br />
estruturação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto;<br />
2) Definição da linguagem <strong>de</strong> programação a ser utilizada para o <strong>de</strong>senvolvimento<br />
do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>;<br />
3) Construção das ações e operações do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, ou seja, inserção<br />
<strong>de</strong> algoritmos mediante lógica <strong>de</strong> programação;<br />
4) Composição da estrutura do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> buscando a inserção <strong>de</strong>:<br />
Interface prática e <strong>de</strong> fácil operação por parte do usuário;<br />
Links e atalhos através <strong>de</strong> botões i<strong>de</strong>ntificadores <strong>de</strong> funções como: cadastro <strong>de</strong><br />
equipamentos, lubrificantes, montagem <strong>de</strong> planos preventivos, cadastro <strong>de</strong> mão<br />
<strong>de</strong> obra, relatórios gerenciais <strong>de</strong> custos e <strong>de</strong>sempenho;<br />
85
Geração <strong>de</strong> relatórios <strong>de</strong> custos e gastos com recursos h<strong>um</strong>anos e materiais, este<br />
último referente a lubrificantes, bem como, a visualização gráfica <strong>de</strong>stes<br />
relatórios, o que auxilia na tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e na gestão do <strong>sistema</strong> <strong>de</strong><br />
lubrificação implantado;<br />
Gra<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificantes utilizados agregando seus respectivos valores monetários e<br />
classificação quanto à composição química;<br />
Relatório <strong>de</strong> cronograma, mediante periodicida<strong>de</strong> e calendário <strong>de</strong> execução pré-<br />
estabelecido, para emissão <strong>de</strong> planos preventivos possibilitando planejamento e<br />
controle das ativida<strong>de</strong>s relacionadas aos roteiros <strong>de</strong> lubrificação e previsão <strong>de</strong><br />
recursos relativos a execução <strong>de</strong>stas tarefas. Visualiza-se neste cronograma as<br />
datas atrasadas e futuras para reporgramação futura dos trabalhos e lançamento<br />
<strong>de</strong> dados <strong>de</strong> execução dos planos preventivos;<br />
Atalho para a linguagem <strong>de</strong> programação para possível mudança na estrutura do<br />
Sistema por parte do usuário (flexibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>), propiciando<br />
a a<strong>de</strong>quação e moldagem do <strong>sistema</strong> <strong>de</strong>senvolvido as particularida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> cada<br />
empresa;<br />
Compatibilida<strong>de</strong>, conexão e atalho para exportação <strong>de</strong> planos preventivos e<br />
relatórios para aplicativos Microsoft Office®, pdf (Acrobat Rea<strong>de</strong>r®) e texto;<br />
Inserção <strong>de</strong> senha para habilitação do <strong>sistema</strong>, a qual se justifica para proteção<br />
da informções e dados do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>;<br />
5) Possibilida<strong>de</strong> para validação e análise dos resultados quanto às funcionalida<strong>de</strong>s<br />
do Sistema Informatizado proposto.<br />
6) Sistema <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> baixo custo <strong>de</strong> <strong>de</strong>senvolvimento e simplicida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />
implantação em meio industrial na gestão da lubrificação com foco preventivo.<br />
Salienta-se que o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> apenas auxilia na gestão da<br />
lubrificação preventiva, sendo que a confiabilida<strong>de</strong> das informações geradas é <strong>de</strong><br />
inteira responsabilida<strong>de</strong> do usuário, pois é o recurso h<strong>um</strong>ano que alimenta o <strong>sistema</strong><br />
com os dados e as informações. Assim o <strong>sistema</strong> somente armazena, processa e<br />
emite relatórios baseado nestas informações retidas, não retirando a<br />
86
esponsabilida<strong>de</strong>s dos gestores envolvidos na lubrificação industrial na tomada <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>cisão para melhoria contínua do processo.<br />
3.4 FORMAÇÃO DO BANCO DE DADOS E HIERARQUIZAÇÃO DAS<br />
INFORMAÇÕES<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto tem sua estrutura alicerçada em <strong>um</strong> banco<br />
<strong>de</strong> dados composto pelos planos <strong>de</strong> lubrificação industrial, o qual organiza suas<br />
informações em entida<strong>de</strong>s (tabelas). As entida<strong>de</strong>s reúnem conjuntos <strong>de</strong> registros<br />
que apresentam as mesmas características <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado local <strong>de</strong> instalação,<br />
máquina e/ou equipamento, sendo o histórico formado pelos registros das<br />
ocorrências alimentadas no <strong>sistema</strong>.<br />
A alimentação <strong>de</strong> dados (repositório <strong>de</strong> registros) é armazenada em locais<br />
específicos <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong>, <strong>de</strong>signados como campos <strong>de</strong> atributos. Ao se atribuir<br />
valores a estes campos, forma-se <strong>um</strong> conjunto <strong>de</strong> registros <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> ,<br />
mantendo-se assim <strong>um</strong> histórico <strong>de</strong> ações e ocorrências ligadas à lubrificação<br />
industrial e <strong>um</strong>a base <strong>de</strong> dados geradora <strong>de</strong> informações para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão<br />
em prol da melhoria contínua do processo, planejamento <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s e/ou<br />
atualizações (figura 10).<br />
87
Figura 10 – Relações <strong>de</strong> tabelas e registros (informações) no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
A inter<strong>de</strong>pendência dos conjuntos <strong>de</strong> dados agrupados em módulos é<br />
realizada para individualizar as informações relacionadas a <strong>um</strong>a chave primária<br />
(i<strong>de</strong>ntificador). Caso seja necessário relatórios das informações contidas em <strong>um</strong><br />
módulo, basta reunir as informações alimentadas (registros) <strong>de</strong> <strong>um</strong>a chave primária<br />
através <strong>de</strong> filtros.<br />
na figura 11.<br />
O esquema dos elementos que compõem o banco <strong>de</strong> dados é apresentado<br />
88
Figura 11 – Esquema dos elementos <strong>de</strong> composição <strong>de</strong> <strong>um</strong> banco <strong>de</strong> dados e geração <strong>de</strong><br />
relatórios.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
É importante ressaltar que os valores registrados <strong>de</strong> <strong>de</strong>terminados atributos<br />
(campos) do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> precisam ser sempre diferentes nas entida<strong>de</strong>s<br />
(tabelas). Estes valores i<strong>de</strong>ntificam ocorrências relativas a <strong>um</strong>a máquina e/ou<br />
equipamento. Assim, para possibilitar a alimentação <strong>de</strong> registros <strong>de</strong> <strong>um</strong> <strong>de</strong>terminado<br />
maquinário, <strong>de</strong>ve-se criar <strong>um</strong> código i<strong>de</strong>ntificador para cada máquina, equipamento<br />
e linha <strong>de</strong> produção, hierarquizando, e ao mesmo tempo, individualizando as<br />
informações. A este código i<strong>de</strong>ntificador dá-se o nome <strong>de</strong> TAG, que é o<br />
en<strong>de</strong>reçamento do maquinário industrial.<br />
En<strong>de</strong>reçar o maquinário é <strong>de</strong> extrema importância para o cadastro <strong>de</strong>ste no<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> e para a geração <strong>de</strong> informações que facilitem <strong>um</strong> pleno<br />
planejamento e controle da lubrificação industrial.<br />
As notificações <strong>de</strong> intervenção são alimentadas no <strong>sistema</strong> e mantidas no<br />
banco <strong>de</strong> dados. Para executar a busca <strong>de</strong>stes dados e/ou informações <strong>de</strong> forma<br />
completa, rápida e eficiente, é necessário a construção <strong>de</strong> filtros <strong>de</strong> pesquisas, os<br />
89
quais possibilitam obter informações e dados requeridos a partir do código<br />
i<strong>de</strong>ntificador (chave primária) cadastrado, ou seja, o TAG.<br />
Adicionar <strong>um</strong> i<strong>de</strong>ntificador a cada conjunto <strong>de</strong> registros facilita o<br />
gerenciamento do banco <strong>de</strong> dados, a<strong>um</strong>entando a sua eficiência e agilida<strong>de</strong> na<br />
obtenção <strong>de</strong> informações, mesmo que estas informações estejam em diferentes<br />
tabelas. O i<strong>de</strong>ntificador também serve para direcionar as informações a <strong>um</strong> elemento<br />
específico do maquinário; <strong>de</strong>sta maneira, a codificação <strong>de</strong>sta chave primária não<br />
po<strong>de</strong>rá ser duplicada e/ou nula.<br />
O i<strong>de</strong>ntificador TAG é <strong>um</strong>a chave primária composta, a qual é constituída <strong>de</strong><br />
vários números e símbolos alfabéticos que individualizam cada equipamento a ser<br />
lubrificado e, ao mesmo tempo agregando-o ao seu local <strong>de</strong> instalação (linha<br />
produtiva a qual pertence), po<strong>de</strong>ndo ser vinculada a <strong>um</strong>a hierarquia <strong>de</strong>ntro do<br />
<strong>sistema</strong> produtivo.<br />
O TAG, além <strong>de</strong> individualizar cada maquinário também estabelece a<br />
localização física <strong>de</strong>ste na área industrial . Logo, a construção do TAG contem <strong>um</strong>a<br />
referência <strong>de</strong>scrita por códigos, tendo como base a estrutura a seguir:<br />
On<strong>de</strong>:<br />
XXXXX – XX – XX<br />
1- Código <strong>de</strong> Setor (Linha produtiva)<br />
1 2 3<br />
2- Código da Máquina e/ou Equipamento<br />
3- Código do equipamento e/ou ponto especificado <strong>de</strong>ntro da área <strong>de</strong><br />
en<strong>de</strong>reçamento<br />
O quadro 13 mostra alg<strong>um</strong>as das estruturas <strong>de</strong> TAG’s existentes na empresa<br />
<strong>de</strong> aplicação <strong>de</strong> teste do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto.<br />
90
TAG LINHA PRODUTIVA EQUIPAMENTO PONTO<br />
LCT01 - 01 - 01<br />
LCT01 - 02 - 01<br />
LCT01 - 03 - 01<br />
LCT01 - 04 - 01<br />
LCT01 - 05 - 01<br />
LCT01 - 06 - 01<br />
LCT01 - 07 - 01<br />
LCT01 - 08 - 01<br />
LCT01 - 09 - 01<br />
LCT01 - 10 - 01<br />
LCT01 - 11 - 01<br />
LCT01 - 12 - 01<br />
LCT01 - 13 - 01<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Linha <strong>de</strong> Corte<br />
Transversal Laminado<br />
à Frio<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Desenrolador <strong>de</strong><br />
Bobina<br />
Rolos do carro <strong>de</strong><br />
carga<br />
Castanhas da rampa do<br />
mandril<br />
Mandril Guia do cilindro<br />
Centralizador EMG Fuso e guias<br />
Mesa Abridora <strong>de</strong><br />
Espiras<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
Mesa <strong>de</strong> Despontes<br />
Articulações dos<br />
cilindros<br />
Guias dos rolos trator<br />
superior e inferior<br />
Olhais dos cilindros da<br />
mesa<br />
Aplanadora 17-63 Motor <strong>de</strong> Acionamento<br />
Aplanadora 21-40<br />
Azeitadora<br />
Mesa do Anel do<br />
Bucle<br />
Sistema <strong>de</strong> distribuição<br />
<strong>de</strong> graxa<br />
Conjunto elevação dos<br />
rolos inferiores<br />
Rolos <strong>de</strong> apoio da mesa<br />
Trator Alimentador Fuso das guias do trator<br />
Guilhotina Rotativa<br />
Quadro 13 – Estruturas <strong>de</strong> TAG - linha <strong>de</strong> corte transversal<br />
Fonte: Dados da pesquisa - autoria própria<br />
Mancais do Motor <strong>de</strong><br />
acionamento<br />
91
A correta i<strong>de</strong>ntificação dos equipamentos constitui <strong>um</strong> fator crítico para a<br />
eficiência do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> tanto na localização física para execução <strong>de</strong><br />
serviços, como da gestão da lubrificação. Esta tarefa não é trivial, pois não basta<br />
apenas alinhar dígitos n<strong>um</strong>a sequência lógica <strong>de</strong> interação, sem que a estrutura<br />
<strong>de</strong>ssa sequência esteja ligada essencialmente a critérios <strong>de</strong> operacionalida<strong>de</strong> e<br />
hierarquia no <strong>sistema</strong> produtivo.<br />
O código i<strong>de</strong>ntificador <strong>de</strong> cada equipamento é agregado a <strong>um</strong>a lista técnica<br />
(ou roteiro <strong>de</strong> ativida<strong>de</strong>s), a qual <strong>de</strong>screve <strong>um</strong>a or<strong>de</strong>nação das tarefas <strong>de</strong><br />
lubrificação que <strong>de</strong>vem ser realizadas repetidamente em área fabril, mediante <strong>um</strong>a<br />
frequência (periodicida<strong>de</strong>) pré-estabelecida. Estas listas (roteiros) constituem a base<br />
<strong>de</strong> formação dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação industrial que serão gerenciados<br />
através do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto.<br />
A lista técnica serve para padronizar os processos <strong>de</strong> trabalho da lubrificação,<br />
possibilitando assim maior eficiência no planejamento e controle das ativida<strong>de</strong>s<br />
ligadas à manutenção. Estes roteiros contem informações sobre operações<br />
individuais, tempo requerido das tarefas e recursos necessários (ins<strong>um</strong>os e mão <strong>de</strong><br />
obra) para a execução da lubrificação do maquinário.<br />
A figura 12 ilustra as informações técnicas fundamentais para a composição<br />
<strong>de</strong> lista técnica <strong>de</strong> lubrificação industrial.<br />
Operação/Descrição Trabalho a ser executado<br />
Centro <strong>de</strong> Trabalho responsável pela execução<br />
Status do equipamento para realização das tarefas<br />
Material (ins<strong>um</strong>os, ferramental)<br />
Tempo <strong>de</strong> execução<br />
Frequencia (periodicida<strong>de</strong>)<br />
Lista <strong>de</strong> Tarefas – TAG ( Local <strong>de</strong> Instalação/Máquina<br />
Mãe/Equipamento)<br />
Figura 12 – Árvore das informações técnicas <strong>de</strong> lista <strong>de</strong> tarefas ou roteiros.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
92
O conjunto <strong>de</strong> informações das listas técnicas forma os planos <strong>de</strong> lubrificação<br />
industrial a serem gerados pelo <strong>sistema</strong> e executados pelos manutentores. Dentro<br />
do <strong>sistema</strong> as informações relacionadas aos equipamentos, cadastro e roteiros dos<br />
planos <strong>de</strong> lubrificação, <strong>de</strong>vem se reger <strong>de</strong> acordo com <strong>um</strong>a hierarquia, a fim <strong>de</strong><br />
possibilitar a geração <strong>de</strong> relatórios <strong>de</strong> eficiência da execução das ativida<strong>de</strong>s e seus<br />
custos envolvidos; além disso, facilitar a análise das informações <strong>de</strong> <strong>um</strong>a máquina<br />
e/ou equipamento específico.<br />
A hierarquia global a ser respeitada para confecção dos planos preventivos e<br />
o gerenciamento <strong>de</strong> suas informações <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é<br />
apresentada na figura 13.<br />
Figura 13 – Hierarquia <strong>de</strong> objetos técnicos para elaboração dos planos <strong>de</strong> lubrificação e<br />
gerenciamento no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
93
A hierarquização se justifica pelo estabelecimento <strong>de</strong> informações<br />
necessárias a gestão da lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos <strong>de</strong>ntro do âmbito<br />
industrial. A disposição da montagem hierarquizada <strong>de</strong> máquinas, equipamentos e<br />
suas informações mantidas através <strong>de</strong> registros continuadamente alimentados,<br />
po<strong>de</strong>rão ser acessados rapidamente através do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, a<br />
fim <strong>de</strong>, proporcionar dados suficientes para a tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, o que<br />
consequentemente maximizará o rendimento operacional do maquinário <strong>de</strong>ntro do<br />
complexo industrial.<br />
3.4.1 CONSTRUÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DO SISTEMA INFORMATIZADO<br />
APLICADO AO GERENCIAMENTO DE INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO<br />
INDUSTRIAL<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é voltado a função <strong>de</strong> gerir integradamente as<br />
informações relativas à manutenção preventiva da lubrificação industrial, existindo<br />
assim, <strong>um</strong>a or<strong>de</strong>m para a criação dos atributos (campos <strong>de</strong> informação e<br />
preenchimento) <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong> para que haja dados e ligações entre eles<br />
possibilitando as ações <strong>de</strong> gestão. É esta estrutura que possibilita o fluxo <strong>de</strong> dados<br />
em <strong>um</strong>a direção única e interligada, or<strong>de</strong>nando a geração das informações <strong>de</strong> forma<br />
concisa e interpretável.<br />
A figura 14 apresenta tal estrutura construtiva <strong>de</strong> atributos e ligações entre<br />
eles <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />
94
Figura 14 - Estrutura e funcionamento dos planos <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
A seguinte fase correspon<strong>de</strong> à construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto<br />
na pesquisa. Os esboços das idéias, juntamente com as <strong>de</strong>scrições <strong>de</strong>talhadas das<br />
informações necessárias (atributos) para a gestão da lubrificação, permitirão a<br />
criação do produto final.<br />
Cada passo leva à elaboração <strong>de</strong> <strong>um</strong>a fase do Sistema, seja o fato <strong>de</strong> criar e<br />
cadastrar o TAG <strong>de</strong> <strong>um</strong> equipamento, ou realizar <strong>um</strong>a tarefa mais complexa, como<br />
montar e gerar os planos <strong>de</strong> lubrificação com todas as informações necessárias para<br />
a execução das ativida<strong>de</strong>s ligadas a este.<br />
Neste trabalho o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido é subdividido por<br />
módulos específicos, o que facilita tanto o cadastro <strong>de</strong> novas informações como a<br />
realimentação <strong>de</strong> dados e realização <strong>de</strong> consulta <strong>de</strong>stes. Uma estrutura composta<br />
95
por orientação modular permite a distribuição cadastral <strong>de</strong> dados e informações<br />
conforme os vários atributos e procedimentos necessários e execução e<br />
gerenciamento da lubrificação industrial. Logo foram implementados neste módulos,<br />
funções cadastrais, operacionais e relatórios com <strong>um</strong>a interface mais simples e<br />
prática para utilização e obtenção <strong>de</strong> informações por parte <strong>de</strong> seus usuários.<br />
Cada módulo está associado ao monitoramento, cadastro e, alguns, até à<br />
análise gráfica, sendo que esta disponibiliza indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho das tarefas<br />
ligadas a lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos e indicadores <strong>de</strong> cons<strong>um</strong>o e<br />
custos relativos a lubrificantes e mão <strong>de</strong> obra.<br />
Com base nos requisitos dos módulos e na especificação das informações<br />
necessárias a eles, <strong>de</strong>fine-se <strong>um</strong>a estrutura <strong>de</strong> dados capaz <strong>de</strong> armazenar dados<br />
que comandará o funcionamento dos módulos na gestão da lubrificação e seus<br />
recursos.<br />
Para compreen<strong>de</strong>r a estrutura modularizada, além <strong>de</strong>, facilitar o cadastro e<br />
junção <strong>de</strong> dados e informações, <strong>de</strong>monstrar-se-á na sequência os módulos criados<br />
e sua respectiva influência no funcionamento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido,<br />
ao qual foi atribuído o nome <strong>de</strong> LubControl.<br />
Salienta-se que para operação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> em questão, <strong>de</strong>ve-se<br />
instalá-lo no computador <strong>de</strong> utilização. Os passos para instalação e acesso ao<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> encontra-se no apêndice <strong>de</strong>sta dissertação ( VER APÊNDICE<br />
A).<br />
1 - Tela <strong>de</strong> Inicialização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
Esta tela é o principal módulo <strong>de</strong> acesso a todos os cadastros tanto <strong>de</strong><br />
atributos, quanto dos planospreventivos <strong>de</strong> lubrificação. Os meios <strong>de</strong> navegação são<br />
executados através dos ícones que encontram-se nesta tela principal, os quais<br />
direcionam aos cadastros e funcionalida<strong>de</strong>s <strong>de</strong>sejadas.<br />
A figura 15 ilustra a tela incial <strong>de</strong> navegação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
<strong>de</strong>senvolvido.<br />
96
Figura 15 - Tela <strong>de</strong> acesso inicial do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
2- Módulo <strong>de</strong> cadastro primário <strong>de</strong> atributos relativos à gestão da lubrificação<br />
industrial<br />
A construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> se inicia com o cadastramento dos<br />
itens necessários a serem gerenciados, sendo estes as linhas produtivas, máquinas,<br />
equipamentos, lubrificantes, centro <strong>de</strong> serviço, TAG, periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong> relubrificação<br />
e quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> tempo e lubrificante previstos.<br />
A alimentação <strong>de</strong>stes dados <strong>de</strong>ntros dos campos <strong>de</strong> atributos (informações)<br />
permite a formação <strong>de</strong> entida<strong>de</strong>s (tabelas) que integradas entre si, possibilitam a<br />
formação <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação. Os dados necessários ao cadastro<br />
<strong>de</strong>stes campos segue-se abaixo:<br />
Locais <strong>de</strong> Instalação, ou seja, todas as linhas produtivas que agregam os<br />
equipamentos;<br />
Lista mestra <strong>de</strong> equipamentos, a qual permite a formação <strong>de</strong> <strong>um</strong>a ficha <strong>de</strong><br />
equipamentos que serão ligados a <strong>um</strong>a linha produtiva, o que contribuirá com a<br />
montagem <strong>de</strong> planos preventivos e obtenção <strong>de</strong> dados na geração <strong>de</strong> relatórios<br />
gerenciais;<br />
97
I<strong>de</strong>ntificação precisa do status do equipamento para realização da ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong><br />
lubrificação bem como a classificação química do lubrificante a ser <strong>aplicado</strong>,<br />
sendo este último <strong>de</strong> <strong>de</strong>finição crítica para o planejamento e execução dos<br />
roteiros <strong>de</strong> lubrificação;<br />
Formação <strong>de</strong> <strong>um</strong>a estrutura tronco <strong>de</strong> equipamentos, linhas produtivas,<br />
lubrificantes, centro <strong>de</strong> serviços, tarefas e unida<strong>de</strong>s para posterior consulta e<br />
geração <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, além <strong>de</strong> permitir rápida navegação<br />
e localização entres os itens cadastrados.<br />
Cadastro dos lubrificantes utilizados e suas particularidas como: classificação<br />
química, <strong>de</strong>scrição técnica e unida<strong>de</strong> <strong>de</strong> medida. Este cadastro facilita a inserção<br />
do lubrificante a<strong>de</strong>quado em cada ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong>ntro dos respectivos campos<br />
(atributos) do plano <strong>de</strong> lubrificação.<br />
Cadastro do centro <strong>de</strong> serviço especializado na execução das tarefas <strong>de</strong><br />
lubrificação juntamente com as <strong>de</strong>finições <strong>de</strong> unida<strong>de</strong> <strong>de</strong> tempo e custo da mão<br />
<strong>de</strong> obra utilizada na execução dos planos preventivos. Este cadastro aloca mão<br />
<strong>de</strong> obra a<strong>de</strong>quada cada tipo <strong>de</strong> trabalho e posteriormente possibilita gerar<br />
relatórios <strong>de</strong> tempo e custo <strong>aplicado</strong> na mão <strong>de</strong> obra realmente utilizada.<br />
Estes campos relacionados acima constituem a base para a formação do<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, os quais são <strong>de</strong>nominados atributos. Os atributos<br />
listados e <strong>de</strong>talhados foram <strong>de</strong>finidos e i<strong>de</strong>ntificados mediante pesquisa em campo e<br />
vivência profissional da autora da pesquisa. Eles são <strong>de</strong> extrema importância para a<br />
composição do banco <strong>de</strong> dados <strong>de</strong> maneira or<strong>de</strong>nada e sistmática e <strong>de</strong>finem o<br />
conjunto <strong>de</strong> informações para gerenciamento dos planos preventivos e recursos<br />
relacionados a lubrificação industrial.<br />
O cadastro <strong>de</strong> toda linha <strong>de</strong> produção, conjuntamente com a família <strong>de</strong><br />
máquinas e equipamentos, que fazem parte dos postos operativos do <strong>sistema</strong><br />
industrial, é efetuado através da ligação <strong>de</strong> cada <strong>um</strong> <strong>de</strong>sses elementos a <strong>um</strong>a chave<br />
primária, ou seja, <strong>um</strong>a i<strong>de</strong>ntificação baseada na nomenclatura dos TAG’s .<br />
Neste cadastramento cada atributo relativo a lubrificação será cadastrado<br />
separadamente, cada qual com suas especificações técnicas e/ou financeira para<br />
gerar a estrutura tronco. No módulo <strong>de</strong> montagem <strong>de</strong> planos preventivos, estas<br />
informações contidas nestes cadastros, serão posicionadas <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a<br />
98
hierarquia, a está relacionada a funcionalida<strong>de</strong> <strong>de</strong> cada elemento (máquina,<br />
equipamento, ponto) <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> produtivo.<br />
A figura 16 ilustra alg<strong>um</strong>as das principais telas <strong>de</strong> cadastro primário<br />
(máquinas, equipamento, linhas produtivas, quantida<strong>de</strong>s, tarefas, entre outros) ,<br />
vinculadas aos referidos atributos <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />
(início)<br />
99
100<br />
(continuação)
101<br />
(continuação)
102<br />
(conclusão)<br />
Figura 16 - Telas <strong>de</strong>monstrativas do módulo <strong>de</strong> cadastro <strong>de</strong> informações primárias para<br />
composição dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação.<br />
Fonte: Autoria própria
103<br />
O correto cadastro <strong>de</strong> cada <strong>um</strong> dos itens relacionados a lubrificação é <strong>de</strong><br />
extrema importância, pois são a base para o funcionamento do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> e posterior geração <strong>de</strong> planos preventivos, bem como, os relatórios<br />
gerenciais.<br />
3- Módulo <strong>de</strong> montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />
Este módulo constitui <strong>um</strong>a das pricipais entida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
proposto. Ele possibilita, não só cadastrar as etapas e tarefas necessárias na<br />
montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, mas também, como manual guia<br />
que direciona a coleta das funções e informações relevantes para a a<strong>de</strong>quada<br />
gestão da lubrificação e posterior inserção <strong>de</strong>stas no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Inicialmente, <strong>de</strong>ve-se unir todos os equipamentos a respectiva linha produtiva,<br />
em <strong>um</strong>a tela <strong>de</strong> cadastro geral, nesta também serão agregados os grupos <strong>de</strong><br />
tarefas, lubrificantes, unida<strong>de</strong>s e tempos necessários à montagem dos planos<br />
preventivos.<br />
A montagem dos planos preventivos se fundamenta nos seguintes aspectos:<br />
Descrição da tarefa a ser executada;<br />
Definição <strong>de</strong> rota com pontos <strong>de</strong> inspeção;<br />
Parâmetros para <strong>de</strong>finição da periodicida<strong>de</strong>;<br />
Planejamento completo <strong>de</strong> execuções conforme recursos disponíveis;<br />
Planejamento, registro e monitoramento do cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> recursos materiais,<br />
h<strong>um</strong>anos e financeiros;<br />
Gerenciamento da lubrificação através da emissão <strong>de</strong> planos preventivos, os<br />
quais são gerados e emitidos com com base na data <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong> cada<br />
ativida<strong>de</strong> contida no roteiro do plano <strong>de</strong> lubrificação.<br />
Abaixo seguem-se as telas <strong>de</strong> cadastro geral das rotas <strong>de</strong> lubrificação (figura<br />
17) e formação do banco <strong>de</strong> dados relativos ao plano preventivo.<br />
Salientando que cada ativida<strong>de</strong> do plano <strong>de</strong>ve ser cadastrada<br />
individualmente na tela do cadastro geral dos atributos e, posteriormente ligadas<br />
<strong>de</strong>ntro do cadastro do plano <strong>de</strong> lubrificação. Esta ação é feita através <strong>de</strong> ícones
<strong>de</strong>stinados a navegação entre estes dois cadastros, bem como, entre os <strong>de</strong>mais<br />
cadastros existentes no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />
104<br />
(início)
105<br />
(continuação)
(conclusão)<br />
Figura 17 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> cadastro <strong>de</strong> informações primárias a<br />
composição dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
106<br />
Neste mesmo módulo é possível visualizar os planos preventivos formados<br />
para impressão e exportá-los para outros tipos <strong>de</strong> aplicativos como Adobe Rea<strong>de</strong>r®<br />
(extensão pdf), Excel® e texto.
107<br />
Após a realização das ativida<strong>de</strong>s contidas no roteiro dos planos preventivos,<br />
alimentar-se-á as <strong>de</strong>vidas informações <strong>de</strong>sta execução <strong>de</strong>ntro do plano preventivo<br />
assim encerrá-lo <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, emitindo o mesmo roteiro <strong>de</strong><br />
ativida<strong>de</strong>s para a próxima data <strong>de</strong> execução, mediante periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong>finida.<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> mantém <strong>um</strong>a base histórica dos dados alimentados<br />
nos planos preventivos encerrados, o que, possibilita futuras consultas e geração <strong>de</strong><br />
relatórios gerenciais para acompanhamento das ocorrências <strong>de</strong> lubrificação <strong>de</strong>ntro<br />
do <strong>sistema</strong> produtivo.<br />
4 - Módulo <strong>de</strong> frequência <strong>de</strong> relubrificação e abastecimento <strong>de</strong> informações<br />
Este recurso propicia <strong>um</strong>a agenda <strong>de</strong> manutenção preventiva relativa a<br />
lubrificação, estabelece as datas <strong>de</strong> execução <strong>de</strong> cada ativida<strong>de</strong> contida no plano<br />
preventivo. Estas datas seguem a frequência das relubrificações pré-<strong>de</strong>finidas<br />
durante a montagem dos planos preventivos.<br />
Após a execução do plano <strong>de</strong>ve-se alimentar os dados <strong>de</strong>sta execução nos<br />
campos <strong>de</strong> tempo e quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> lubrificante real cons<strong>um</strong>ido além da mudança <strong>de</strong><br />
status da ativida<strong>de</strong> <strong>de</strong> aberta para encerrada, esta ação possibilitará duplicar as<br />
tarefas para as datas subsequentes, bem como, gerar relatórios gerenciais auxiliares<br />
no acompanhamento das ativida<strong>de</strong>s .<br />
Além disso, este módulo permite acompanhar as ativida<strong>de</strong>s executadas e<br />
pen<strong>de</strong>ntes, bem como, eventuais atrasos perante a data limite, possibilitando assim<br />
reprogramação das tarefas pelos gestores da área.<br />
A figura 18 aparesenta os campos <strong>de</strong> realimentação da execução das<br />
ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação e mudança <strong>de</strong> status do plano, para geração <strong>de</strong> outro<br />
roteiro, conforme periodicida<strong>de</strong> <strong>de</strong>finida .
Figura 18 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> lançamento <strong>de</strong> dados da execução <strong>de</strong> planos<br />
<strong>de</strong> lubrificação (Disponível no CD-ROM).<br />
Fonte: Autoria própria<br />
5 - Módulo <strong>de</strong> consulta <strong>de</strong> dados e geração <strong>de</strong> indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho<br />
108<br />
A realimentação dos dados contidos nos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />
executados, possibilitam a funcionalida<strong>de</strong> do Sistema Informatizado quanto a<br />
geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais, permitindo visualizar os dados em formatos<br />
<strong>de</strong>talhados e res<strong>um</strong>idos <strong>de</strong> maneira gráfica e <strong>de</strong>scritiva<br />
Os relatórios e gráficos indicadores <strong>de</strong> <strong>de</strong>sempenho do processo <strong>de</strong><br />
lubrificação são:<br />
Quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> tempo alocado e cons<strong>um</strong>ido por técnico em manutenção<br />
preventiva <strong>de</strong> lubrificação;
Custos totais empregados em hora/homem utilizados na execução das tarefas<br />
<strong>de</strong> lubrificação;<br />
Cons<strong>um</strong>o dos tipos <strong>de</strong> lubrificantes indicados;<br />
Gastos com os lubrificantes <strong>aplicado</strong>s;<br />
109<br />
Cada registro histórico é agregado a <strong>um</strong>a data <strong>de</strong> encerramento, aos dados<br />
<strong>de</strong> tempo e cons<strong>um</strong>o real envolvido em cada ativida<strong>de</strong> realizada contida no roteiro<br />
do plano preventivo, além da <strong>de</strong>scrição <strong>de</strong>talhada dos trabalhos executados, assim,<br />
o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> organiza e atribui custos e quantida<strong>de</strong>s para cada <strong>um</strong><br />
<strong>de</strong>stes registros alimentados gerando os relatórios acima <strong>de</strong>scritos.<br />
Também, neste mesmo módulo é possível consultar a base histórica das<br />
ativida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> lubrificação, ou seja, informações dos planos preventivos já<br />
encerrados.<br />
Este conjunto <strong>de</strong> relatórios permite, por parte dos gestores da área <strong>de</strong><br />
lubrificação, monitorar e analisar a tendência do comportamento dos custos <strong>de</strong><br />
recursos materiais e h<strong>um</strong>anos envolvidos no processo <strong>de</strong> lubrificação, para tomada<br />
<strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e melhoria da gestão <strong>de</strong>sses recursos.<br />
Para gerar os relatórios gerenciais e gráficos <strong>de</strong> monitoramente <strong>de</strong>ve-se<br />
acessar o menu <strong>de</strong> controle principal (como mostra a figura 15). Esta tela possue <strong>um</strong><br />
botão <strong>de</strong> atalho para habilitar o ambiente <strong>de</strong> relatórios e gráficos. Este ambiente<br />
permite a filtragem <strong>de</strong> informações <strong>de</strong>sejadas para a criação e visualização gráfica<br />
dos relatórios gerenciais.<br />
Abaixo segue as janelas (figura 19) para geração e visulaização dos<br />
relatórios, os quais também são possíveis <strong>de</strong> impressão e exportação para aplicativo<br />
<strong>de</strong> extensão pdf (Adobe Rea<strong>de</strong>r ®).
Figura 19 - Tela <strong>de</strong>monstrativa dos módulos <strong>de</strong> geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais e visualização<br />
gráfica.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
110<br />
O funcionamento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> ocorre a partir <strong>de</strong> informações<br />
cadastrais que <strong>de</strong>vem ser introduzidas e atualizadas constantemente nele, o que<br />
consequentemente proporciona relatórios <strong>de</strong> dados e informações da execução das<br />
funções <strong>de</strong> lubrificação para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão gerencial, obtendo assim melhoria<br />
contínua no processo industrial e na gestão da lubrificação.<br />
Para que estes dados cadastrais e os campos para realimentação coexistam<br />
<strong>de</strong> maneira lógica <strong>de</strong>ntro do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, eles <strong>de</strong>vem ser precisamente<br />
especificados e construídos por lógica <strong>de</strong> programação <strong>de</strong>ntro da estrutura <strong>de</strong><br />
construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Cada módulo e função do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido segue <strong>um</strong>a<br />
hierarquia, ou seja, níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong> para chegar a otimização da gestão dos<br />
planos preventivos. Cada entida<strong>de</strong> com seus respectivos atributos <strong>de</strong>ve ser ligada a
<strong>um</strong>a entida<strong>de</strong> <strong>de</strong> maior nível <strong>de</strong> liberda<strong>de</strong> <strong>de</strong> controle do <strong>sistema</strong>, manifestando<br />
assim módulos <strong>de</strong> maior expansão e agregação <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s.<br />
111<br />
A figura 20 <strong>de</strong>talha os níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong> dos módulos que compoem o<br />
<strong>sistema</strong> Informatizado <strong>de</strong>senvolvido.<br />
(1) Início: Definição <strong>de</strong> atributos<br />
e entida<strong>de</strong>s.<br />
(2) Repetição: Cadastro<br />
(3) Definição do<br />
propósito do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong><br />
(4) Gerenciamento<br />
(5) Otimização: Geração<br />
<strong>de</strong> relatórios gerencias<br />
Figura 20 - Níveis <strong>de</strong> maturida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> gestão <strong>de</strong> informação no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
LubControl.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
(1) Início: <strong>de</strong>finição <strong>de</strong> atributos e entida<strong>de</strong>s necessários ao <strong>de</strong>senvolvimento das<br />
funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
(2) Repetição: cadastro das informações bases <strong>de</strong>ntro dos atributos.<br />
(3) Definição do propósito do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> : formação do banco <strong>de</strong> dados a<br />
ser gerido pelo <strong>sistema</strong>, em <strong>um</strong>a estrutura que compoe várias informações, que
112<br />
eram antes isoladas e agora <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>ntes entre si, assim formando os planos<br />
preventivos<br />
(4) Gerenciamento: emissão dos planos <strong>de</strong> lubrificação, os quais formados e<br />
<strong>de</strong>vidamente cadastrados, no <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, a realimentação<br />
das informações relativas a execução além do monitoramento das datas <strong>de</strong><br />
relubrificação e planos pen<strong>de</strong>ntes.<br />
(5) Otimização: geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais, bem como, visualização res<strong>um</strong>ida<br />
em gráficos, para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, planejamento <strong>de</strong> lubrificação e melhoria<br />
contínua no processo fabril, on<strong>de</strong> o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> é <strong>aplicado</strong>.<br />
Cada entida<strong>de</strong> consiste <strong>de</strong> atributo com nomenclatura simples, o qual possui<br />
informação <strong>de</strong>talhada sobre máquinas e equipamentos. O principal atributo é a linha<br />
produtiva, pois nesta que posteriormente serão agregados itens, formando assim<br />
<strong>um</strong>a àrvore <strong>de</strong> equipamentos e pontos <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong> nível maior <strong>de</strong> gerenciamento<br />
<strong>de</strong> informações.<br />
Cada nível modularizado estabelece as políticas, procedimentos e funções<br />
fundamentais aos módulos seguintes ao nível superior , ou seja, cada nível é <strong>um</strong>a<br />
sub-base para formação do posterior, o qual po<strong>de</strong> agregar informações <strong>de</strong> vários<br />
níveis abaixo <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong>a só entida<strong>de</strong>. Este nivelamento é que possibilita a<br />
montagem da estrutura física do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> bem como seu<br />
funcionamento através da ligação e conexão <strong>de</strong> entida<strong>de</strong>s e atributos entre os vários<br />
níveis que o compõe.<br />
A especificação <strong>de</strong> dados e informações, entida<strong>de</strong>s e campos <strong>de</strong>fine o esboço<br />
do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> durante a sua criação. As especificações <strong>de</strong> cada módulo<br />
são mais importantes para as interfaces externas, pois estabelecem os requisitos<br />
para a arquitetura do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> visando as necessida<strong>de</strong>s do usuário.<br />
Esta arquitetura obtida através das especificações <strong>de</strong>ve facilitar a operação e<br />
facultar o entendimento do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> forma intuitiva, agilizando a<br />
obtenção <strong>de</strong> informações <strong>de</strong> forma clara, precisa e consistente para os usuários e<br />
gestores da lubrificação industrial. A figura 21 apresenta as relações entre os<br />
atributos básicos com as entida<strong>de</strong>s principais que formam o banco <strong>de</strong> dados, as<br />
quais possibilitam a ligação entre as informações e funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong>.
Figura 21 – Relações entre atributos e entida<strong>de</strong>s principais (Disponível no CD-ROM).<br />
Fonte: Autoria própria<br />
113<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> voltado à gestão da lubrificação industrial estruturado<br />
nesta pesquisa se apresenta por meio <strong>de</strong> navegação <strong>de</strong> botões e atalhos, os quais<br />
foram construídos com as ferramentas e linguagem <strong>de</strong> programação disponíveis<br />
pela plataforma adotada na construção <strong>de</strong> sua estrutura. Esta interface <strong>de</strong> operação<br />
é inclusa no sentido <strong>de</strong> facilitar a aprendizagem e interpretação <strong>de</strong> dados do Sistema<br />
<strong>de</strong> forma amigável e auto-explicativa.<br />
Além disto, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto tem a função, não só <strong>de</strong> auxiliar<br />
a gestão da lubrificação industrial no âmbito preventivo, mas também servir como<br />
guia na elaboração e montagem <strong>de</strong> planos preventivos relativos a ela, pois contém<br />
todos campos com as informações específicas que são necessárias para montagem<br />
dos planos e como consequência prover <strong>um</strong>a a<strong>de</strong>quada gestão <strong>de</strong> tarefas e ins<strong>um</strong>os<br />
ligados aos planos <strong>de</strong> lubrificação criados.<br />
Como forma <strong>de</strong> segurança <strong>de</strong> dados alimentados e informações mantidas no<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, o acesso a ele é restrito através <strong>de</strong> autenticação, <strong>um</strong>a senha<br />
composta por palavra-chave, permitindo controlar os acessos e <strong>de</strong>terminar as<br />
permissões. O <strong>sistema</strong> também possui atalho <strong>de</strong> ajuda ao usuário, disponibilizando<br />
mecanismos integrados para consultar informações e gerar gráficos através das
mesmas, a fim <strong>de</strong>, prover apoio à tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e confiabilida<strong>de</strong> das<br />
informações.<br />
114<br />
É importante salientar que para utilização, a<strong>de</strong>quação, moldagem, adaptação<br />
e construção do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto, é necessário possuir<br />
conhecimentos mo<strong>de</strong>rados à avançados em aplicativos do Microsoft Excel e<br />
Acess bem como <strong>de</strong> linguagem VBA (Visual Basic for Aplication).
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO<br />
115<br />
Neste capítulo são apresentados e discutidos os resultados obtidos pela<br />
aplicação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto em <strong>um</strong>a indústria, a fim <strong>de</strong> verificar a<br />
sua funcionalida<strong>de</strong> na gestão da lubrificação.<br />
4.1 APLICAÇÃO E TESTE DO SISTEMA INFORMATIZADO PARA<br />
GERENCIAMENTO DAS INFORMAÇÕES DA LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL<br />
REFERENTES AO AMBIENTE INDUSTRIAL DO ESTUDO<br />
O <strong>sistema</strong> Informatizado proposto foi <strong>aplicado</strong> no ambiente industrial<br />
si<strong>de</strong>rúrgico, especificamente, na lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos <strong>de</strong> <strong>um</strong><br />
centro <strong>de</strong> serviço e estamparia <strong>de</strong> aço.<br />
Inicialmente, verificaram-se os planos pré-existente ligados à função<br />
lubrificação e o mo<strong>de</strong>lo <strong>de</strong> tagueamento das máquinas e equipamentos.<br />
Posteriormente, organizaram-se as linhas <strong>de</strong> produção, bem como, os TAG´s<br />
já existentes. Incluiram-se novos TAG´s para equipamentos e máquinas não<br />
i<strong>de</strong>ntificados. A rea<strong>de</strong>quação dos TAG´s com os novos códigos inseridos,<br />
correspon<strong>de</strong>m aos apresentados anteriormente nos quadros 8, 9,10 e 11.<br />
Cabe ressaltar que o TAG do maquinário é o fator fundamental para inicar a<br />
montagem do plano <strong>de</strong> lubrificação, pois ele <strong>de</strong>termina a localização física do<br />
equipamento e elimina a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> equívoco durante a aplicação do<br />
lubrificante, diminuindo a probabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> não haver lubrificação naquele<br />
equipamento e/ou trocar o tipo <strong>de</strong> lubrificante por alg<strong>um</strong> outro ina<strong>de</strong>quado<br />
(confundir-se com a lubrificação <strong>de</strong> outro equipamento).<br />
Na sequência foram tabuladas todas as informações relativas ao maquinário e<br />
procedimentos <strong>de</strong> lubrificação, tendo como base a lista a seguir:<br />
TAG, i<strong>de</strong>ntificando o correto local <strong>de</strong> instalação e equipamento;<br />
Linha produtiva a qual o maquinário pertence;<br />
Tarefa relativa a lubrificação;
Descrição do ponto a ser <strong>aplicado</strong> o lubrificante, bem como, a quantida<strong>de</strong><br />
correta <strong>de</strong> lubrificante a ser <strong>de</strong>positada;<br />
Lubrificante a<strong>de</strong>quado, bem como sua quantida<strong>de</strong> a ser aplicada e classificação<br />
(sintético, semi-sintético, atóxico, tóxico, mineral, entre outros);<br />
Tempo <strong>de</strong> execução previsto para alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra;<br />
Dispositivo <strong>de</strong> aplicação do <strong>de</strong>terminado lubrificante;<br />
Status do maquinário (parado ou em funcionamento) para execução da ativida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong> lubrificação relacionada;<br />
Centro <strong>de</strong> serviço, ou seja, mão <strong>de</strong> obra qualificada e responsável pela<br />
execução do roteiro <strong>de</strong> lubrificação da área industrial.<br />
116<br />
A i<strong>de</strong>ntificação dos equipamentos, bem como, o levantamento da quantida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong> pontos necessários para lubrificação em cada <strong>um</strong> <strong>de</strong>les foi realizada<br />
manualmente, seguindo os princípios <strong>de</strong> chave-primária e os requesitos dos<br />
atributos contidos no cadastro primário do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Além disto, os<br />
equipamentos foram agrupados por linhas produtiva e máquinas principais,<br />
conforme a hierarquia <strong>de</strong> funcionamento e <strong>de</strong>pendência <strong>de</strong>ntro do processo<br />
produtivo.<br />
Este agrupamento foi estabelecido pela análise da execução do trabalho<br />
necessário em cada equipamento e pela similarida<strong>de</strong> <strong>de</strong> cada <strong>um</strong> <strong>de</strong>les <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong><br />
sua respectiva linha <strong>de</strong> origem.<br />
Seguindo as orientações do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> como guia para montagem<br />
<strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, estes foram elaborados e tabulados com os<br />
<strong>de</strong>vidos dados essenciais em cada atributo.<br />
Todos os planos <strong>de</strong> lubrificação estabelecidos na empresa em estudo se<br />
encontram no apêndice <strong>de</strong>ste trabalho (VER APÊNDICE e CD-ROM). Para efeito <strong>de</strong><br />
aplicação <strong>de</strong>monstrativa, utilizou-se somente o plano preventivo <strong>de</strong> lubrificação da<br />
linha <strong>de</strong> corte transversal <strong>de</strong> laminados à frio. Com estes dados é realizado o teste e<br />
a validação das funções do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido.<br />
As fases executadas no teste e simulação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> são<br />
<strong>de</strong>scritas a seguir:
Fase I – Iniciar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
117<br />
Para ativar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> basta acessar o ícone “ LubControl ” <strong>de</strong><br />
ativação implantado na área <strong>de</strong> trabalho e inserir usuário e senha criados para<br />
acesso às telas <strong>de</strong> cadastro primário.<br />
O ícone, bem como, as telas <strong>de</strong> trabalhos, po<strong>de</strong>m ser personalizadas com<br />
imagens relativas à empresa que utiliza este <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, <strong>de</strong>monstrando a<br />
flexibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> adaptação <strong>de</strong>ste ao meio industrial que o adota.<br />
Após habilitar o acesso ao <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, <strong>de</strong>ve-se abrir a tela <strong>de</strong><br />
acesso geral, a qual é <strong>de</strong>finida como “Menu <strong>de</strong> Controle Principal” . Nesta<br />
encontram-se os atalhos <strong>de</strong> navegação entre cadastros básicos para a montagem<br />
dos planos preventivos, bem como, para a geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais.<br />
Na figura 22 mostram-se as telas <strong>de</strong> inicialização que dão acesso às funções<br />
do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, a tela do menu <strong>de</strong> controle principal.<br />
Figura 22 – Telas <strong>de</strong> inicialização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria
118<br />
Os ícones e botões contidos neste menu propiciam a navegação entre as<br />
entida<strong>de</strong>s <strong>de</strong> vários cadastros <strong>de</strong> forma mais fácil, ágil e e auto instrutiva , sendo<br />
esta <strong>um</strong>a das características principais propostas no <strong>de</strong>senvolvimento do Sistema<br />
Informatizado.<br />
Fase II – Cadastro da informações primárias do maquinário fabril<br />
Ao acessar o “Menu <strong>de</strong> Controle Principal”, <strong>de</strong>ve-se cadastrar as informações<br />
bases para a montagem dos planos preventivos (equipamentos, tipos <strong>de</strong> lubrificante,<br />
centro <strong>de</strong> serviço, linhas produtivas, dispositivo <strong>de</strong> aplicação, tarefa, entre outros)<br />
nos respectivos módulos <strong>de</strong> registro.<br />
Os ícones <strong>de</strong> navegação entre as telas <strong>de</strong> cadastros facilitam o translado das<br />
telas <strong>de</strong> registro <strong>de</strong> <strong>um</strong> atributo para outro.<br />
Na figura 23 ilustram-se alg<strong>um</strong>as contendo o cadastro <strong>de</strong> informações<br />
relativas à linha <strong>de</strong> corte transversal <strong>de</strong> laminados a frio.<br />
(início)
119<br />
(continuação)
120<br />
(continuação)
121<br />
(continuação)
Figura 23 – Telas <strong>de</strong> cadastro básico do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
(conclusão)<br />
122
123<br />
Para inserir ou cadastrar <strong>um</strong>a nova informação <strong>de</strong>ntro do mesmo módulo,<br />
basta acessar o rodapé da tela, no ícone <strong>de</strong>nominado “ Novo Registro (em branco)”,<br />
como indicado na figura 24.<br />
Figura 24 – Inserção <strong>de</strong> <strong>um</strong> novo cadastro.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
Ao completar os cadastros primários <strong>de</strong>ve-se gravar as informações e<br />
atualizar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, para que o mesmo guar<strong>de</strong> e compile as novas<br />
informações <strong>de</strong>ntro da sua base <strong>de</strong> dados.<br />
A figura 25 indica os ícones <strong>de</strong> gravação <strong>de</strong> dados e atualização <strong>de</strong>stes<br />
<strong>de</strong>ntro do próprio <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.
Figura 25 – Ícones <strong>de</strong> gravação e atualização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
124<br />
O cadastro primário <strong>de</strong> todas as informações base para montagem dos planos<br />
preventivos é construída em <strong>um</strong>a estrutura tronco, a qual é possível <strong>de</strong> visualizar na<br />
barra <strong>de</strong> rolagem do módulo <strong>de</strong> montagem dos planos preventivos. Esta<br />
característica agiliza a formação das várias ativida<strong>de</strong>s pertencentes a <strong>um</strong> roteiro <strong>de</strong><br />
lubrificação, bem como, propicia a hierarquização <strong>de</strong>stas informações <strong>de</strong>ntro <strong>de</strong> <strong>um</strong><br />
local <strong>de</strong> instalação (TAG).<br />
Fase III – Montagem dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação<br />
Para iniciar a montagem do plano preventivo, <strong>de</strong>ve-se , através do atalho<br />
contido na tela do “Menu <strong>de</strong> Controle”, acessar o módulo <strong>de</strong> cadastro geral do<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Neste encontram-se as caixa nomeadas com todos os<br />
atributos necessários para montagem <strong>de</strong> cada ativida<strong>de</strong> do plano <strong>de</strong> lubrificação.<br />
As barras <strong>de</strong> rolagem possuem informações primárias, ou seja, o cadastro<br />
básico <strong>de</strong> equipamentos, medidas, lubrificante, entre outros, para serem<br />
selecionados e agregados a <strong>um</strong>a estrutura hierarquizada comandada pela Linha<br />
produtiva e o en<strong>de</strong>reçamento TAG.
125<br />
Cada ativida<strong>de</strong> contida no plano <strong>de</strong> lubrificação precisa ser montada<br />
individualmente, para posterior junção em <strong>um</strong>a entida<strong>de</strong> única que dará origem ao<br />
plano <strong>de</strong> lubrificação propriamente dito.<br />
Após a roteirização <strong>de</strong> todas as ativida<strong>de</strong>s relativas a linha produtiva, que<br />
será lubrificada, volta-se ao “ Menu <strong>de</strong> Controle Principal” para acessar a tela <strong>de</strong><br />
montagem do plano preventivo criado. Na figura 26 <strong>de</strong>monstra-se o cadastramento<br />
<strong>de</strong> <strong>um</strong>a das tarefas do plano mensal <strong>de</strong> lubrificação da linha produtiva <strong>de</strong> corte<br />
transversal a frio, como também, ilustra-se a janela <strong>de</strong> geração dos planos a partir<br />
dos roteiros.<br />
(início)
(conclusão)<br />
Figura 26 – Montagem e visualização <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação montados no<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
126
127<br />
Neste mesmo módulo , o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> une todas as tarefas<br />
cadastradas individualmente em <strong>um</strong>a única entida<strong>de</strong> base, formando o plano <strong>de</strong><br />
lubrificação. Este plano <strong>de</strong>ve ser programado inserindo-se a data a ser executada e<br />
realimentado com informações relativas à execução das tarefas.<br />
Ainda neste módulo é possível visualizar a impressão e executá-la através do<br />
botão <strong>de</strong> atalho vinculado a esta função, bem como, exportar o plano preventivo<br />
criado ou encerrado com as informações <strong>de</strong> execução para outros tipos <strong>de</strong><br />
aplicativos com extensão <strong>de</strong> texto, excel e pdf (adobe rea<strong>de</strong>r®), sendo este<br />
mais <strong>um</strong> fator <strong>de</strong> flexibilida<strong>de</strong> do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Os ícones <strong>de</strong> atalho são<br />
mostrados na figura 27.<br />
Figura 27 – Ícones <strong>de</strong> exportação <strong>de</strong> arquivos.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
É importante salientar que este módulo constitui a base <strong>de</strong> dados principal do<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, pois é nele que se instala a função <strong>de</strong> unir e manter histórico<br />
das informações essenciais para otimização da gestão da lubrificação industrial.<br />
Finalmente, este módulo, também permite , após o encerramento <strong>de</strong> <strong>um</strong> plano<br />
preventivo, a geração <strong>de</strong> <strong>um</strong> outro para programá-lo e prever os recursos<br />
necessários <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra e material, lubrificante e ferramentas para sua<br />
execução.<br />
Fase IV – Geração <strong>de</strong> relatórios e gráficos <strong>de</strong> monitoramento<br />
Este módulo tem por objetivo gerar relatórios e gráficos <strong>de</strong> monitoramento<br />
apartir <strong>de</strong> dados relativos à execução dos planos <strong>de</strong> lubrificação. Os relatórios e
gráficos servem para avaliar o <strong>de</strong>sempenho em campo das realização das ativida<strong>de</strong>s<br />
<strong>de</strong> lubrificação, através <strong>de</strong> <strong>um</strong>a visualização gráfica, dinâmica e <strong>de</strong> informações<br />
res<strong>um</strong>idas.<br />
128<br />
A seguir apresenta-se-a a simulação <strong>de</strong> relatório <strong>de</strong>scritivo e o gráfico<br />
<strong>de</strong>monstrativo elaborado no ambiente do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>. Este foi obtido a<br />
partir <strong>de</strong> informações realimentadas <strong>de</strong> <strong>um</strong>a execução simulada do plano <strong>de</strong><br />
lubrificação industrial correspon<strong>de</strong>nte á linha produtiva <strong>de</strong> corte transversal á frio,<br />
sendo o atalho para geração <strong>de</strong>stes relatórios a tela do “ Menu <strong>de</strong> Controle<br />
Principal”, como apresentado na figura 28.<br />
Figura 28 – Geração <strong>de</strong> gráficos e relatórios gerenciais (Disponível no CD-ROM).<br />
Fonte: Autoria própria<br />
Adicionalmente, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> permite a filtrar as informações para<br />
geração <strong>de</strong> relatórios e gráficos. Estes po<strong>de</strong>m ser obtidos por linha produtiva e<br />
equipamentos, com as informações disponibilizadas representado os custos e
cons<strong>um</strong>os envolvidos com mão <strong>de</strong> obra e lubrificantes <strong>aplicado</strong>s na execução das<br />
tarefas <strong>de</strong> lubrificação.<br />
129<br />
O fluxo <strong>de</strong> informações gerado pelo <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, bem como, a<br />
análise para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, a or<strong>de</strong>m ilustrada pela figura 29.<br />
Geração e emissão <strong>de</strong><br />
planos preventivos <strong>de</strong><br />
lubrificação<br />
Planejamento e<br />
Controle <strong>de</strong><br />
Manutenção(PCM)<br />
Geração <strong>de</strong> relatórios<br />
e gráficos - Verificação<br />
da eficácia da<br />
lubrificação<br />
Tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão<br />
Figura 29 – Fluxo das informações para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão.<br />
Fonte: Autoria própria<br />
Execução dos planos<br />
preventivos<br />
Apontamento da<br />
execução <strong>de</strong>ntro do<br />
Sistema Informatizado<br />
A precisão das informações disponibilizadas pelos relatórios do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> permite análises e <strong>de</strong>cisões que levam a mudanças e ações <strong>de</strong><br />
melhorias sob o processo <strong>de</strong> lubrificação. Este conjunto <strong>de</strong> ações gera benefícios
contínuos no modo <strong>de</strong> executar e gerir a lubrificação, com seus resultados po<strong>de</strong>ndo<br />
ser visualizados e monitorados através do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, permitindo também<br />
posteriores correções.<br />
130<br />
O ciclo permanente da geração <strong>de</strong> dados pelo <strong>sistema</strong> e tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão<br />
por parte dos gestores e funcionários envolvidos é o que propulsiona a evolução da<br />
lubrificação <strong>de</strong>ntro das organizações.<br />
4.2 ANÁLISE DOS RESULTADOS OCORRIDOS NO TESTE DE VERIFICAÇÃO<br />
DAS FUNCIONALIDADES DO SISTEMA INFORMATIZADO DESENVOLVIDO<br />
A análise dos resultados do teste basea-se na compreensão e interpretação<br />
dos pontos fortes e fracos da aplicação do <strong>sistema</strong> Informatizado com foco na<br />
gestão da lubrificação industrial e orientação para montagem e criação dos planos<br />
preventivos a serem geridos por ele.<br />
Assim nesta análise, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido e testado<br />
apresentou atributos e funções que auxiliam a montagem <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong><br />
lubrificação e a gestão <strong>de</strong>stes juntamente com seus recursos h<strong>um</strong>anos e materiais,<br />
especialmente por atuar como:<br />
a) Facilitador na coleta e cadastro <strong>de</strong> informações primárias para gestão da<br />
lubrificação como: <strong>de</strong>finição do correto lubrificante, TAG e i<strong>de</strong>ntificação <strong>de</strong><br />
máquinas e equipamentos,apontamento <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra utilizada, bem como, a<br />
quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> material cons<strong>um</strong>ido real e previsto;<br />
b) Gerador <strong>de</strong> relatórios gerenciais estratificados como: cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> material - por<br />
linha produtiva e/ou equipamento <strong>aplicado</strong> com estimativa <strong>de</strong> gasto e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong><br />
material e/ou mão <strong>de</strong> obra, em <strong>de</strong>terminado período <strong>de</strong>sejado, além <strong>de</strong> possibiliatr<br />
visualização <strong>de</strong> forma gráfica e res<strong>um</strong>ida, como indicado na proposta da<br />
pesquisa;<br />
c) Controlador das ativida<strong>de</strong>s do roteiro <strong>de</strong> lubrificação, objetivando <strong>um</strong><br />
planejamento contínuo em visão global e res<strong>um</strong>ida;
d) Elemento guia para a administração e planejamento das rotinas preventivas <strong>de</strong><br />
131<br />
lubrificação, através da montagem <strong>de</strong> planos e emissão dos mesmos com as<br />
informações contidas em cada atributo necessário para execução das ativida<strong>de</strong>s;<br />
e) Padronizador <strong>de</strong> tarefas <strong>de</strong> lubrificação, necessárias para manter os<br />
equipamentos nas condições <strong>de</strong> excelente operação;<br />
f) Monitor das datas programas dos planos preventivos.<br />
Com base nos pontos fortes anotados acima, a implantação <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> visa trazer inúmeros benefícios para a empresa que o utilizar,<br />
permitindo:<br />
Otimizar a eficiência e disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> funcionamento do maquinário<br />
industrial;<br />
Melhorar a organização da execução da lubrificação industrial, garantindo assim<br />
<strong>um</strong>a facilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> obtenção <strong>de</strong> informações dos técnicos <strong>de</strong> execução da<br />
lubrificação, elevando a produtivida<strong>de</strong> dos profissionais envolvidos no processo;<br />
Possibilitar melhor controle <strong>de</strong> ins<strong>um</strong>os a serem utilizados na gestão dos<br />
serviços e otimizar a alocação <strong>de</strong> mão <strong>de</strong> obra disponível;<br />
Oferecer base <strong>de</strong> dados para consulta, propiciando a participação direta <strong>de</strong><br />
gestores e técnicos <strong>de</strong> serviços na análise <strong>de</strong> gráficos <strong>de</strong> tendência das<br />
ativida<strong>de</strong>s dos planos <strong>de</strong> lubrificação para tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e melhoria do<br />
processo.<br />
Além <strong>de</strong>stas vantagens, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proporciona <strong>um</strong><br />
planejamento eficiente e contínuo diante das suas informações realimentadas. Ele<br />
mantém flexibilida<strong>de</strong>, pois permite a adaptação da sua estrutura interna nos mol<strong>de</strong>s<br />
necessários <strong>de</strong> qualquer meio industrial empregado, fazendo-se necessário<br />
adaptar as características e particulares <strong>de</strong> cada processo fabril instalado.<br />
Adicionalmente, oferece atributos básicos e essenciais ao processo <strong>de</strong><br />
montagem e gestão <strong>de</strong> planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação, sendo <strong>um</strong> <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> <strong>de</strong> fácil operação em meio à utilização <strong>de</strong> ícones <strong>de</strong> atalhos e barras<br />
<strong>de</strong> rolagem para preenchimento <strong>de</strong> atributos e ligação entre entida<strong>de</strong>s.
132<br />
Também, o <strong>sistema</strong> criado possibilita meios para visualizar o processo <strong>de</strong><br />
lubrifcação do maquinário como <strong>um</strong> todo em seus relatórios gerenciais, apontando<br />
as tendências das ações <strong>de</strong> lubrificação, disponibilizando informações suficientes<br />
para análise e tomada <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão, caminho este que gera meios <strong>de</strong> alcançar<br />
resultados na diminuição <strong>de</strong> custos e a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> disponibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> máquina.<br />
Como pontos que precisam ser fortalecidos do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
<strong>de</strong>senvolvido, po<strong>de</strong>m ser mencionados os seguintes aspectos:<br />
O controle manual das datas <strong>de</strong> programação dos planos preventivos <strong>de</strong><br />
lubrificação;<br />
A duplicação feita <strong>de</strong> forma manual para execução nas próximas datas do plano<br />
preventivo;<br />
Geração <strong>de</strong> relatórios gerenciais e gráficos <strong>de</strong> monitoramente somente <strong>de</strong><br />
aspectos relacionados a mão <strong>de</strong> obra e cons<strong>um</strong>o <strong>de</strong> lubrificante;<br />
Gestão da lubrificação industrial como manutenção preventiva, não gerando<br />
or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong> serviço para consertos <strong>de</strong> <strong>de</strong>feitos encontrados no maquinário,<br />
i<strong>de</strong>ntificados durante a execução do plano <strong>de</strong> lubrificação.
5 CONCLUSÕES<br />
133<br />
Neste trabalho foi <strong>de</strong>senvolvido <strong>um</strong> <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> que fornece <strong>um</strong>a<br />
sistemática para a montagem <strong>de</strong> planos <strong>de</strong> lubrificação Industrial, isto é, <strong>um</strong>a<br />
hierarquia <strong>de</strong> etapas que facilita a construção <strong>de</strong> planos preventivos ligados a<br />
lubrificação <strong>de</strong> forma intuitiva, com informações necessárias para a gestão<br />
a<strong>de</strong>quada das tarefas e dos recursos materiais e h<strong>um</strong>anos envolvidos nestas<br />
ativida<strong>de</strong>s.<br />
Além disto, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> auxilia a gestão das informações<br />
alimentadas da execução dos planos, possibilitando a obtenção eficaz <strong>de</strong> dados que<br />
contribuem no apoio a tomadas <strong>de</strong> <strong>de</strong>cisão e planos <strong>de</strong> ação, o que<br />
consequentemente retorna como melhoria contínua no maquinário industrial e no<br />
processo <strong>de</strong> lubrificação em si.<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido é composto por campos e entida<strong>de</strong>s<br />
relativos ao mo<strong>de</strong>lo exigido à a<strong>de</strong>quada gestão dos ins<strong>um</strong>os e materiais utilizados<br />
na execução das tarefas da lubrificação e ainda possui características operacionais<br />
necessárias a montagem dos planos ligados a ela com pleno enfoque preventivo.Ele<br />
permite analisar o uso do recurso h<strong>um</strong>ano <strong>de</strong> forma qualitativa (escolha da mão <strong>de</strong><br />
obra especializada para execução das tarefas dos planos preventivos) e quantitativa<br />
(quantida<strong>de</strong> previstas <strong>de</strong> hora/homem necessária a execução <strong>de</strong>stas tarefas),<br />
requeridas para aten<strong>de</strong>r as etapas do processo <strong>de</strong> montagem dos planos e a<br />
geração <strong>de</strong> relatórios para acompanhamento da performance do programa <strong>de</strong><br />
lubrificação no meio industrial.<br />
A interface do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> tem aspecto e aparência simples, é <strong>de</strong><br />
operação amigável e a<strong>de</strong>quada aos recursos necessários ao ramo <strong>de</strong> empresa.<br />
Apesar do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> em questão ter sido <strong>aplicado</strong> em <strong>um</strong>a indústria <strong>de</strong><br />
ramo si<strong>de</strong>rúrgico para intuito <strong>de</strong> verificação <strong>de</strong> aplicabilida<strong>de</strong> do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>senvolvido na pesquisa, o mesmo é aplicável, com as <strong>de</strong>vidas<br />
adaptações, nos vários tipos <strong>de</strong> <strong>sistema</strong>s produtivos em diversos ramos industriais e<br />
comerciais.<br />
Entretanto, alguns pontos do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>vem ser observados<br />
para possibilitar sua adaptação e aplicação no meio industrial, sendo estes:
O mapeamento e i<strong>de</strong>ntificação dos equipamentos que necessitam <strong>de</strong><br />
134<br />
lubrificação, bem como, i<strong>de</strong>ntificação e en<strong>de</strong>reçamento com nomenclaturas<br />
(TAG’s) para facilitar sua localização física para execução das tarefas e controlar<br />
os custos envolvidos relativos aos equipamentos.<br />
A <strong>de</strong>finição do lubrificante a<strong>de</strong>quado através da análise do meio <strong>de</strong> trabalho da<br />
máquina e/ ou equipamento, o processo produtivo a qual o mesmo se insere e<br />
também o tipo <strong>de</strong> material prima em contato além da carga suportada durante<br />
seu funcionamento.<br />
A viabilização da quantida<strong>de</strong> <strong>de</strong> recursos h<strong>um</strong>anos envolvidos na execução das<br />
tarefas além da mão <strong>de</strong> obra administrativa necessária para alimentação <strong>de</strong><br />
dados no Sistema Informatizado e geração/distribuição dos planos preventivos<br />
<strong>de</strong> lubrificação para a execução das ativida<strong>de</strong>s relacionadas.<br />
Embora o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> criado possua as limitações ressaltadas na<br />
análise do teste <strong>aplicado</strong>, ainda se justifica sua aplicação pela possibilida<strong>de</strong> do<br />
mesmo manter histórico através <strong>de</strong> bancos <strong>de</strong> dados e gerar relatórios que vão <strong>de</strong><br />
encontro com a realida<strong>de</strong> do processo <strong>de</strong> lubrificação executado em campo, <strong>de</strong><br />
forma objetiva e res<strong>um</strong>ida, refletindo neles os valores e objetivos da empresa.<br />
As informações mantidas e disponibilizadas, <strong>de</strong>s<strong>de</strong> que o <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong>, seja utilizado <strong>de</strong> forma responsável e coerente, são <strong>de</strong> cunho<br />
confiável, o que propicia <strong>um</strong> eficaz controle dos planos preventivos <strong>de</strong> lubrificação no<br />
meio fabril além <strong>de</strong> viabilizar dados suficientes e claros para efetuar ações que<br />
garantam a melhor aplicação <strong>de</strong> recursos e ins<strong>um</strong>os na mesma.<br />
Salienta-se que a utilização do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> proposto neste trabalho<br />
<strong>de</strong>ve ser visto e utilizado como <strong>um</strong>a ferramenta para auxiliar a gestão <strong>de</strong> aspectos<br />
preventivos da lubrificação industrial. Em nenh<strong>um</strong> momento <strong>de</strong>ve ser aplicada como<br />
principal fator <strong>de</strong> gestão substituindo os recursos h<strong>um</strong>anos como gestores e<br />
técnicos envolvidos a tomarem <strong>de</strong>cisões sobre o processo <strong>de</strong> lubrificação industrial e<br />
dos atributos geridos pelo <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> em si.<br />
A utilização <strong>de</strong>ste <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> po<strong>de</strong> contribuir significativamente<br />
para o sucesso da lubrificação do maquinário industrial <strong>de</strong> <strong>um</strong> processo <strong>de</strong><br />
manufatura, pois sua utilização <strong>de</strong> forma estruturada, aten<strong>de</strong>ndo cada etapa da<br />
sistemática, po<strong>de</strong> trazer benefícios financeiros e motivacionais ao meio fabril.
5.1 SUGESTÕES PARA TRABALHOS FUTUROS<br />
135<br />
Como propostas para trabalhos futuros, recomenda-se a consi<strong>de</strong>ração dos<br />
seguintes aspectos:<br />
Melhoria na interface do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>, além do a<strong>um</strong>ento <strong>de</strong> recursos na<br />
geração <strong>de</strong> relatórios e gráficos <strong>de</strong> performance da lubrificação.<br />
É necessário testar e validar os aprimoramentos efetuados no <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> em outros ramos industriais, em especial, no ambiente alimentício ,<br />
on<strong>de</strong> a lubrificação <strong>de</strong> máquinas e equipamentos é <strong>de</strong> maior risco e custo, <strong>de</strong>vido<br />
ao risco <strong>de</strong> contaminação alimentar.<br />
Ampliar as funções e recursos do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> possibilitando, gerir não<br />
só lubrificação como manutenção preventiva, mas todos os tipos <strong>de</strong> manutenção,<br />
bem como, relatórios <strong>de</strong> manutenção preditiva.<br />
Incluir módulos que possam ser utilizados como guia para a elaboração <strong>de</strong> ficha<br />
técnica e procedimentos ligados à manutenção industrial, e também, facilitar a<br />
<strong>de</strong>finição dos TAG´s direcionados.<br />
Incluir módulos que possibilitem <strong>um</strong> filtro mais refinado por equipamento e até por<br />
peças, po<strong>de</strong>ndo inserir <strong>de</strong>senhos expandidos e/ou unitários <strong>de</strong> componente,<br />
gerando controle <strong>de</strong> estoque.<br />
Inserir alarmes visuais e sonoros para aviso <strong>de</strong> planos e manutenções em atraso,<br />
bem como, artifício que envie or<strong>de</strong>ns <strong>de</strong> serviço e planos preventivos para o<br />
en<strong>de</strong>reço eletrônico dos responsáveis pelas tarefas.<br />
A<strong>um</strong>entar as funcionalida<strong>de</strong>s para que ele possa efetuar análise <strong>de</strong> falhas e<br />
gerenciamento <strong>de</strong> risco <strong>de</strong> operações aplicando FMEA (Failure Mo<strong>de</strong> and Effect<br />
Analysis) – Análise <strong>de</strong> Modo e Efeito <strong>de</strong> Falhas e FTA ( Fault Tree Analysis) -<br />
Árvore <strong>de</strong> Falhas, garantindo assim, maior Confiabilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> manutenção em<br />
máquinas e equipamentos.<br />
Gerar gráficos <strong>de</strong> análise <strong>de</strong> Disponibilida<strong>de</strong>, MTTR (Mean Time to Repair)-<br />
Tempo médio entre reparos, MTBF (Mean Time Between Failures) –Tempo médio<br />
entre falhas, Depreciação <strong>de</strong> equipamentos através da Curva da Banheira<br />
(distribuição <strong>de</strong> Weibull), a<strong>um</strong>entando a gama <strong>de</strong> relatórios para tomada <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>cisão.
REFERÊNCIAS<br />
136<br />
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139
APÊNDICE A – Instruções <strong>de</strong> instalação e habilitação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
140
Manual <strong>de</strong> Instalação e Habilitação do Sistema Informatizado<br />
I - Instalação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> na máquina <strong>de</strong> processamento<br />
141<br />
A instalação suce<strong>de</strong>-se a partir da fixação da pasta do conteúdo <strong>de</strong><br />
aplicativos, esta <strong>de</strong>nominada “ LubControl” (a mesma nomeação dada a este<br />
<strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>) , <strong>de</strong>ntro do diretório “ Arquivos <strong>de</strong> Programa” , contido no<br />
disco C da máquina. O caminho para instalação é “ Meu Computador \ Disco Local<br />
C: \ Arquivos <strong>de</strong> Programa\- LubControl” . Na figura 30 segue a tela <strong>de</strong>monstrativa<br />
<strong>de</strong>ste procedimento.<br />
Figura 30 - Procedimento <strong>de</strong> instalação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria
142<br />
Após a fixação da pasta <strong>de</strong> aplicativos “ LubControl” , <strong>de</strong>ve-se abri-lá e enviar<br />
o ícone <strong>de</strong> habilitação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> para área <strong>de</strong> trabalho , como<br />
mostrado na figura anterior.<br />
Finalmente habilitado o ícone na área <strong>de</strong> trabalho, o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
abrirá a tela para inserção <strong>de</strong> senha, possibilitando a utilização a utilização do seu<br />
ambiente <strong>de</strong> trabalho.<br />
A pasta <strong>de</strong> aplicativos do “ LubControl” contempla <strong>um</strong> arquivo em extensão<br />
.txt (bloco <strong>de</strong> notas), o qual disponibiliza instruções res<strong>um</strong>idas para auxiliar o usuário<br />
durante a sua instalação, bem como , a senha para ativar o <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Também, neste mesmo arquivo <strong>de</strong> parâmetros <strong>de</strong> instalação, encontra-se as<br />
instruções para troca <strong>de</strong> senha após a ativação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>,<br />
possibilitando a restrição <strong>de</strong> sua operação somente a pessoas autorizadas do setor<br />
<strong>de</strong> lubrificação.<br />
instalação.<br />
A figura 31 ilustra a as instruções contidas no arquivo <strong>de</strong> parâmetros <strong>de</strong><br />
Figura 31 - Instruções <strong>de</strong> instalação e troca <strong>de</strong> senha no ambiente do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong><br />
LubControl.<br />
Fonte: Autoria própria
143<br />
Enfatiza-se que habilitação e operação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> <strong>de</strong>pen<strong>de</strong>nte<br />
da sua correta instalação nas pastas e diretórios indicados <strong>de</strong>ntro da máquina <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>stino.<br />
II - Ativação do Sistema Informatizado – Habilitação para operação e acesso aos<br />
módulos<br />
O <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong> possui <strong>um</strong> ícone <strong>de</strong> entrada, o qual para ser ativado<br />
necessita-se inserção <strong>de</strong> senha para acesso as telas <strong>de</strong> cadastro e operação, este<br />
fator <strong>de</strong> proteção.<br />
Este procedimento, além <strong>de</strong> limitar acesso por usuário, a<strong>um</strong>enta a<br />
acuracida<strong>de</strong> das informações alimentadas e mantidas neste <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>,<br />
diminuindo a possibilida<strong>de</strong> <strong>de</strong> alterações e/ou perdas <strong>de</strong> dados ocasionado por<br />
operação <strong>de</strong> pessoas não autorizadas à área <strong>de</strong> lubrificação.<br />
A figura 32 apresenta o mo<strong>de</strong>lo do ícone para abertura do <strong>sistema</strong><br />
<strong>informatizado</strong> e a caixa <strong>de</strong> inserção da senha <strong>de</strong> ativação do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Figura 32 - Acesso ao LubControl e ativação <strong>de</strong> funcionalida<strong>de</strong>s do <strong>sistema</strong> <strong>informatizado</strong>.<br />
Fonte: Autoria própria
A<br />
APÊNDICE B – Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> corte transversal laminado á frio<br />
144
Tag<br />
LCT01 -<br />
01 - 01<br />
LCT01 -<br />
01 - 02<br />
LCT01 -<br />
01 - 03<br />
LCT01 -<br />
02 - 01<br />
LCT01 -<br />
02 - 02<br />
LCT01 -<br />
02 - 03<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Carro <strong>de</strong><br />
Carga<br />
Carro <strong>de</strong><br />
Carga<br />
Carro <strong>de</strong><br />
Carga<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Rolos do<br />
carro <strong>de</strong><br />
carga<br />
Roda do<br />
carro<br />
Corrente <strong>de</strong><br />
acionamento<br />
Castanhas da<br />
rampa do<br />
mandril<br />
Cabeça do<br />
mandril<br />
Bases<br />
móveis<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
4 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
5 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Óleo<br />
Lubrificante anti<br />
gotejante 220<br />
cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
0,5 l Pincel 10 mi min Manutenção<br />
Mecânica<br />
0,5<br />
0,2<br />
kg<br />
Pincel 3 min<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 4 min<br />
0,15 kg Pincel 6 min<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Seman<br />
al<br />
145<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
02 - 04<br />
LCT01 -<br />
02 - 05<br />
LCT01 -<br />
02 - 06<br />
LCT01 -<br />
02 - 07<br />
LCT01 -<br />
02 - 08<br />
LCT01 -<br />
02 - 09<br />
LCT01 -<br />
02 - 10<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Desenrolador<br />
<strong>de</strong> Bobina<br />
Motor <strong>de</strong><br />
acionamento<br />
do<br />
<strong>de</strong>senrolador<br />
Tambor <strong>de</strong><br />
freio<br />
Braço <strong>de</strong><br />
articulação<br />
do rolo <strong>de</strong><br />
apoio<br />
Redutor do<br />
<strong>de</strong>senrolador<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
saída do<br />
motor<br />
Acoplamento<br />
dos redutores<br />
Mancais do<br />
rolo <strong>de</strong> apoio<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
0,2<br />
0,2<br />
0,2<br />
0,1<br />
0,1<br />
0,3<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 6 min<br />
kg<br />
Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 7 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
146<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
03 - 01<br />
LCT01 -<br />
03 - 02<br />
LCT01 -<br />
04 - 01<br />
LCT01 -<br />
05 - 01<br />
LCT01 -<br />
05 - 02<br />
LCT01 -<br />
06 - 01<br />
LCT01 -<br />
06 - 02<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Mandril<br />
Mandril<br />
Centralizador<br />
EMG<br />
Mesa<br />
Abridora <strong>de</strong><br />
Espiras<br />
Mesa<br />
Abridora <strong>de</strong><br />
Espiras<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
Guia do<br />
cilindro<br />
Roda <strong>de</strong><br />
apoio<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
6 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
Fuso e guias 4 Lubrificar<br />
Articulações<br />
dos cilindros<br />
Guias<br />
<strong>de</strong>slizantes<br />
da pala<br />
Guias dos<br />
rolos trator<br />
superior e<br />
inferior<br />
Mancais dos<br />
rolos trator<br />
superior e<br />
inferior<br />
2 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
0,4<br />
0,4<br />
0,5<br />
0,3<br />
0,3<br />
0,5<br />
0,2<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 8 min<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
kg Pincel 5 min<br />
kg Pincel 10 min<br />
kg Pincel 8 min<br />
kg Pincel 8 min<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
147<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
06 - 03<br />
LCT01 -<br />
06 - 04<br />
LCT01 -<br />
06 - 05<br />
LCT01 -<br />
06 - 06<br />
LCT01 -<br />
06 - 07<br />
LCT01 -<br />
06 - 08<br />
LCT01 -<br />
07 - 01<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
En<strong>de</strong>reçadora<br />
Mesa <strong>de</strong><br />
Despontes<br />
Cremalheiras<br />
dos rolos<br />
trator<br />
superior e<br />
inferior<br />
Guias,<br />
mancais e<br />
cremalheira<br />
das<br />
endireitadora<br />
s 1 e 2<br />
Guias e fuso<br />
do <strong>sistema</strong><br />
<strong>de</strong> limpeza<br />
dos rolos<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
saída do<br />
motor<br />
Corrente <strong>de</strong><br />
acionamento<br />
dos rolos<br />
inferiores<br />
Guias da<br />
guilhotina<br />
Olhais dos<br />
cilindros da<br />
mesa<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
2 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
3 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
12 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Óleo<br />
Lubrificante anti<br />
gotejante 220<br />
cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,3 kg Pincel 15 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2<br />
0,15<br />
Kg<br />
Pincel 6<br />
kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5<br />
0,5 l Pincel 6<br />
0,3 kg Pincel 13<br />
0,3 kg Pincel 4<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
min Manutenção<br />
Mecânica<br />
min<br />
min<br />
min<br />
min<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
148<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
07 - 02<br />
LCT01 -<br />
07 - 03<br />
LCT01 -<br />
07 - 04<br />
LCT01 -<br />
07 - 05<br />
LCT01 -<br />
08 - 01<br />
LCT01 -<br />
08 - 02<br />
LCT01 -<br />
08 - 03<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Mesa <strong>de</strong><br />
Despontes<br />
Mesa <strong>de</strong><br />
Despontes<br />
Mesa <strong>de</strong><br />
Despontes<br />
Mesa <strong>de</strong><br />
Despontes<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Mancais da<br />
mesa<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
10 Lubrificar<br />
Fuso e guia 4 Lubrificar<br />
Mancais 1 Lubrificar<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
acionamento<br />
das guias<br />
Motor <strong>de</strong><br />
Acionamento<br />
Acoplamento<br />
do motor<br />
Caixa<br />
redutora<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1<br />
Verif.<br />
Nível e<br />
Completa<br />
r se<br />
necessári<br />
o<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 4<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 5<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
1 kg Pincel 5 min<br />
0,3 kg Pincel 10 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
2 l<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
11 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
149<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
08 - 04<br />
LCT01 -<br />
08 - 05<br />
LCT01 -<br />
08 - 06<br />
LCT01 -<br />
08 - 07<br />
LCT01 -<br />
08 - 08<br />
LCT01 -<br />
08 - 09<br />
LCT01 -<br />
08 - 10<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Caixa <strong>de</strong><br />
cardãns<br />
Redutor do<br />
basculament<br />
o<br />
Redutor das<br />
guias <strong>de</strong><br />
limpeza<br />
Sistema <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
<strong>de</strong> graxa lado<br />
do motor<br />
Guias e fuso<br />
do <strong>sistema</strong><br />
<strong>de</strong> limpeza<br />
Guias do rolo<br />
trator<br />
Cremalheira<br />
do rolo trator<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
1<br />
Tarefa<br />
Verif.<br />
Nível e<br />
Completa<br />
r se<br />
necessári<br />
o<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
14 Lubrificar<br />
21 Lubrificar<br />
12 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
150 cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
2 l<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
15 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 4 min<br />
1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
3 kg Pincel 20 min<br />
0,5 kg Pincel 12 min<br />
0,2 kg Pincel 15 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
150<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
08 - 11<br />
LCT01 -<br />
08 - 12<br />
LCT01 -<br />
08 - 13<br />
LCT01 -<br />
08 - 14<br />
LCT01 -<br />
08 - 15<br />
LCT01 -<br />
08 - 16<br />
LCT01 -<br />
08 - 17<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Aplanadora<br />
17-63<br />
Mancais do<br />
rolo trator<br />
Mancal do<br />
eixa cardã<br />
Caixa <strong>de</strong><br />
transmissão<br />
do eixo cardã<br />
Cruzetas do<br />
eixo cardã<br />
Rolos da<br />
planadora<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
12 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
24 Lubrificar<br />
Contra rolos 147 Lubrificar<br />
Redutores do<br />
contra rolo<br />
7 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 30 min<br />
5,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 50 min<br />
0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
151<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
09 - 01<br />
LCT01 -<br />
09 - 02<br />
LCT01 -<br />
10 - 01<br />
LCT01 -<br />
10 - 02<br />
LCT01 -<br />
10 - 03<br />
LCT01 -<br />
10 - 04<br />
LCT01 -<br />
11 - 01<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Aplanadora<br />
21-40<br />
Aplanadora<br />
21-40<br />
Azeitadora<br />
Sistema <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
<strong>de</strong> graxa<br />
Redutores do<br />
contra rolo<br />
Conjunto<br />
elevação dos<br />
rolos<br />
inferiores<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
18 Lubrificar<br />
5 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Azeitadora Guias 4 Lubrificar<br />
Azeitadora Cremalheiras 2 Lubrificar<br />
Azeitadora Mancais 12 Lubrificar<br />
Mesa do Anel<br />
do Bucle<br />
Rolos <strong>de</strong><br />
apoio da<br />
mesa<br />
6<br />
Verif.<br />
Nível e<br />
Completa<br />
r se<br />
necessári<br />
o<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 7 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,5 kg Pincel 5 min<br />
0,3 kg Pincel 10 min<br />
1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
1 l<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Seman<br />
al<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
152<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
11 - 02<br />
LCT01 -<br />
12 - 01<br />
LCT01 -<br />
12 - 02<br />
LCT01 -<br />
12 - 03<br />
LCT01 -<br />
12 - 04<br />
LCT01 -<br />
12 - 05<br />
LCT01 -<br />
12 - 06<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Mesa do Anel<br />
do Bucle<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Articulação<br />
dos cilindros<br />
Fuso das<br />
guias do<br />
trator<br />
Redutor das<br />
guias<br />
Acoplamento<br />
do motor<br />
principal<br />
Redutor do<br />
acionamento<br />
Cruzeta <strong>de</strong><br />
cardãns<br />
Guias do<br />
Lado Motor e<br />
Lado<br />
Operador<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
4 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1<br />
Verif.<br />
Nível e<br />
Completa<br />
r se<br />
necessári<br />
o<br />
4 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,3 kg Pincel 5 min<br />
0,3 kg Pincel 6 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,3 l<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
3 min<br />
0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,4 kg Pincel 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
153<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
12 - 07<br />
LCT01 -<br />
12 - 08<br />
LCT01 -<br />
12 - 09<br />
LCT01 -<br />
13 - 01<br />
LCT01 -<br />
13 - 02<br />
LCT01 -<br />
13 - 03<br />
LCT01 -<br />
13 - 04<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Trator<br />
Alimentador<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Mancais do<br />
Lado Motor e<br />
Lado<br />
Operador<br />
Cremalheirad<br />
o Lado Motor<br />
e Lado<br />
Operador<br />
Guias da<br />
roda <strong>de</strong><br />
medida<br />
Mancais do<br />
Motor <strong>de</strong><br />
acionamento<br />
Sistema<br />
centralizado<br />
<strong>de</strong><br />
lubrificação<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
giro<br />
Guias<br />
verticais da<br />
guilhotina<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
8 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
4<br />
Verif.<br />
Nível e<br />
Completa<br />
r se<br />
necessári<br />
o<br />
8 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,3 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
1,5 l<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
5 min<br />
1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Diário<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
154<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
13 - 05<br />
LCT01 -<br />
13 - 06<br />
LCT01 -<br />
13 - 07<br />
LCT01 -<br />
13 - 08<br />
LCT01 -<br />
13 - 09<br />
LCT01 -<br />
13 - 10<br />
LCT01 -<br />
13 - 11<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guias do giro<br />
(superior e<br />
inferior)<br />
Cremalheira<br />
do giro<br />
(superior e<br />
inferior)<br />
Rolamento<br />
do suporte do<br />
giro (sup e<br />
inf)<br />
Pinhão do<br />
redutor<br />
Redutores do<br />
giro (sup e<br />
inf)<br />
Guias<br />
lineares da<br />
mesa <strong>de</strong><br />
entrada e<br />
saída da<br />
guilhotina<br />
Guias<br />
verticais do<br />
giro<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
8 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 4<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 5<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 6<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 7<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Óleo<br />
Lubrificante anti<br />
gotejante 220<br />
cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0.3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,8 kg Pincel 15 min<br />
0,2 kg Pincel 15 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Diário<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
155<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCT01 -<br />
13 - 12<br />
LCT01 -<br />
13 - 13<br />
LCT01 -<br />
13 - 14<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Corte<br />
Transversal<br />
Laminado à<br />
Frio<br />
Equipamento Ponto<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Guilhotina<br />
Rotativa<br />
Manivela <strong>de</strong><br />
ajuste das<br />
facas<br />
Braços <strong>de</strong><br />
saída da<br />
guilhotina<br />
Guias dos<br />
braços <strong>de</strong><br />
saída<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
4 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 4<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 5<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,25 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,25 kg Pincel 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
156<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Em<br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
APÊNDICE C – Plano <strong>de</strong> lubrificação da linha <strong>de</strong> prensagem I<br />
157
Tag<br />
LCP01-<br />
01-01<br />
LCP01-<br />
01-02<br />
LCP01-<br />
01-03<br />
LCP01-<br />
02-01<br />
LCP01-<br />
02-02<br />
LCP01-<br />
02-03<br />
LCP01-<br />
02-04<br />
LCP01-<br />
02-05<br />
LCP01-<br />
02-06<br />
LCP01-<br />
03-01<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Carro <strong>de</strong> Carga<br />
Rolos do<br />
Carro <strong>de</strong><br />
Carga<br />
Roda do<br />
carro<br />
Corrente <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Desenrolador Redutor 1<br />
Desenrolador<br />
Desenrolador<br />
Desenrolador<br />
Desenrolador<br />
Desenrolador<br />
Suporte do<br />
Mandril<br />
Rampas do<br />
mandril<br />
Blocos <strong>de</strong><br />
bicos<br />
Eixo <strong>de</strong><br />
articulação<br />
do rolo <strong>de</strong><br />
apoio<br />
Mancais do<br />
rolo <strong>de</strong><br />
apoio<br />
Sistema<br />
centralizad<br />
o <strong>de</strong> graxa<br />
Guia do<br />
cilindro<br />
Tarefa<br />
4 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
20 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 KG Pincel 2 min<br />
0,5 l<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
2 min<br />
0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 3 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
158<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Semanal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
03-02<br />
LCP01-<br />
04-01<br />
LCP01-<br />
04-02<br />
LCP01-<br />
05-01<br />
LCP01-<br />
05-03<br />
LCP01-<br />
05-04<br />
LCP01-<br />
05-05<br />
LCP01-<br />
06-01<br />
LCP01-<br />
07-01<br />
LCP01-<br />
07-02<br />
LCP01-<br />
07-03<br />
LCP01-<br />
07-04<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Suporte do<br />
Mandril<br />
Abridor <strong>de</strong><br />
Espiras<br />
Abridor <strong>de</strong><br />
Espiras<br />
Trator Defletor<br />
<strong>de</strong> Tesouras<br />
Trator Defletor<br />
<strong>de</strong> Tesouras<br />
Trator Defletor<br />
<strong>de</strong> Tesouras<br />
Trator Defletor<br />
<strong>de</strong> Tesouras<br />
Mesa <strong>de</strong><br />
Despontes<br />
Azeitadora <strong>de</strong><br />
Chapas<br />
Azeitadora <strong>de</strong><br />
Chapas<br />
Azeitadora <strong>de</strong><br />
Chapas<br />
Azeitadora <strong>de</strong><br />
Chapas<br />
Roda <strong>de</strong><br />
apoio<br />
Articulaçõe<br />
s dos<br />
cilindros<br />
Guias<br />
<strong>de</strong>slizantes<br />
da pala<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Redutor 2 Lubrificar<br />
Mancais do<br />
rolo<br />
puxador<br />
Cremalheir<br />
a<br />
Guias<br />
verticais da<br />
guilhotina<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
articulação<br />
da mesa<br />
8 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Mancais 4 Lubrificar<br />
Guias<br />
verticais<br />
Cremalheir<br />
a<br />
Regulador<br />
<strong>de</strong> altura<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Pincel 3 min<br />
0,2 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />
0,1 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,15 kg Pincel 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
159<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
07-05<br />
LCP01-<br />
08-01<br />
LCP01-<br />
08-02<br />
LCP01-<br />
08-04<br />
LCP01-<br />
08-05<br />
LCP01-<br />
08-06<br />
LCP01-<br />
08-07<br />
LCP01-<br />
08-08<br />
LCP01-<br />
08-09<br />
LCP01-<br />
08-10<br />
LCP01-<br />
08-11<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Azeitadora <strong>de</strong><br />
Chapas<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Rolo <strong>de</strong><br />
saída da<br />
ajeitadora<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
4 Lubrificar<br />
Motor 2 Lubrificar<br />
Acoplament<br />
o<br />
Cardãns da<br />
planadora<br />
Mancal <strong>de</strong><br />
entrada<br />
Caixa <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
1 Lubrificar<br />
15 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Cruzetas 4 Lubrificar<br />
Mancais do<br />
rolo trator<br />
Guias<br />
verticais<br />
Cremalheir<br />
as<br />
Coroa e<br />
pinhão<br />
4 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 3<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
2 kg Pincel 20 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,4 kg Pincel 10 min<br />
0,2 kg Pincel 12 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
160<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Diário<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
08-12<br />
LCP01-<br />
08-13<br />
LCP01-<br />
08-14<br />
LCP01-<br />
09-01<br />
LCP01-<br />
09-02<br />
LCP01-<br />
09-03<br />
LCP01-<br />
09-04<br />
LCP01-<br />
09-05<br />
LCP01-<br />
09-06<br />
LCP01-<br />
09-07<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Aplanadora 15-<br />
100<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
elevação<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
basculame<br />
nto<br />
Contra<br />
rolos<br />
Articulação<br />
da mesa <strong>de</strong><br />
entrada<br />
Articulação<br />
da mesa <strong>de</strong><br />
bucle<br />
Articulação<br />
do anel do<br />
cilindro da<br />
mesa<br />
Guias <strong>de</strong><br />
entrada do<br />
trator<br />
cíclico<br />
Redutor do<br />
fuso do<br />
trator<br />
cíclico<br />
Mancais do<br />
basquetim<br />
Redutor da<br />
elevação<br />
do trator<br />
cíclico<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
1<br />
9<br />
Tarefa<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
189 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,1 l<br />
0,8 l<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
5 min<br />
20 min<br />
5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 140 min<br />
0,1 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Diário<br />
Diário<br />
161<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
09-08<br />
LCP01-<br />
09-09<br />
LCP01-<br />
09-10<br />
LCP01-<br />
09-12<br />
LCP01-<br />
09-13<br />
LCP01-<br />
09-14<br />
LCP01-<br />
09-15<br />
LCP01-<br />
10-01<br />
LCP01-<br />
10-02<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Caixas <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
do trator<br />
cíclico<br />
Guias <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
do trator<br />
cíclico<br />
Mancais da<br />
barra <strong>de</strong><br />
transmissã<br />
o<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Fossa do Bucle Redutor 1<br />
Fossa do Bucle<br />
Fossa do Bucle<br />
Mancais do<br />
rolo<br />
Guias<br />
verticais<br />
Fossa do Bucle Cremalheir<br />
a<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Corrente <strong>de</strong><br />
movimento<br />
dos<br />
alimentador<br />
es<br />
Guias<br />
laterais<br />
Tarefa<br />
6 Lubrificar<br />
14 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
4 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Óleo<br />
Lubrificante p/<br />
engrenagens<br />
220 cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 30 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2 l<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2 kg Pincel 15 min<br />
0,15 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Pincel 5 min<br />
0,5 kg Pincel 15 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
162<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Diário<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
10-03<br />
LCP01-<br />
10-04<br />
LCP01-<br />
10-05<br />
LCP01-<br />
10-06<br />
LCP01-<br />
10-08<br />
LCP01-<br />
10-09<br />
LCP01-<br />
10-10<br />
LCP01-<br />
10-11<br />
LCP01-<br />
10-12<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
articulação<br />
do<br />
alimentador<br />
Redutor da<br />
elevação<br />
do<br />
alimentador<br />
Mancais da<br />
barra do<br />
alimentador<br />
Cremalheir<br />
a<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
movimenta<br />
ção do<br />
alimentador<br />
Mancais da<br />
barra <strong>de</strong><br />
movimento<br />
Redutor do<br />
rolo<br />
alimentador<br />
<strong>de</strong> colar<br />
Corrente<br />
dupla <strong>de</strong><br />
movimento<br />
da barra<br />
Mancais do<br />
fuso <strong>de</strong><br />
regulagem<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
4 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
3 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
3 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
3 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 kg Pincel 5 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Pincel 5 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
163<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
10-13<br />
LCP01-<br />
11-01<br />
LCP01-<br />
11-02<br />
LCP01-<br />
11-03<br />
LCP01-<br />
12-02<br />
LCP01-<br />
13-01<br />
LCP01-<br />
13-02<br />
LCP01-<br />
13-03<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Alimentador<br />
Final <strong>de</strong><br />
Bobinas<br />
Mesa<br />
Prensadora<br />
Mesa<br />
Prensadora<br />
Mesa<br />
Prensadora<br />
Prensa 17<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
Guias 2 Lubrificar<br />
Unida<strong>de</strong><br />
hidráulica<br />
das mesas<br />
móveis<br />
2<br />
Lubrifil 2<br />
Unida<strong>de</strong><br />
hidráulica<br />
da linha<br />
Central <strong>de</strong><br />
lubrificação<br />
da prensa<br />
Mancais do<br />
esticador<br />
das<br />
correias<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
elevação<br />
do<br />
transportad<br />
or<br />
1<br />
2<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
Verif. Nível<br />
e<br />
Completar<br />
se<br />
necessário<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Mancais 2 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Óleo hidráulico<br />
46 cSt<br />
Óleo hidráulico<br />
10 cSt<br />
Óleo hidráulico<br />
46 cSt<br />
Óleo<br />
Lubrificante anti<br />
gotejante 220<br />
cSt<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,2 kg Pincel 15 min<br />
1 l<br />
0,1 l<br />
1 l<br />
2,5 l<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
Visor <strong>de</strong><br />
Nível/Reposiç<br />
ão Manual<br />
5 min<br />
5 min<br />
5 min<br />
5 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Diário<br />
164<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Diário Semi-sintético Mineral<br />
Diário<br />
Diário<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
13-04<br />
LCP01-<br />
13-05<br />
LCP01-<br />
13-06<br />
LCP01-<br />
13-07<br />
LCP01-<br />
13-09<br />
LCP01-<br />
13-10<br />
LCP01-<br />
13-11<br />
LCP01-<br />
13-12<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Fusos <strong>de</strong><br />
elevação<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
abertura<br />
das<br />
correias<br />
Fusos <strong>de</strong><br />
abertura<br />
das<br />
correias<br />
Guias<br />
lineares <strong>de</strong><br />
abertura<br />
das<br />
correias<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
prolongame<br />
nto das<br />
correias<br />
Corrente <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
correias<br />
Cremalheir<br />
as<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
correias<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Pincel 12 min<br />
0,5 kg Pincel 15 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,15 kg Pincel 5 min<br />
0,4 kg Pincel 10 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
165<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
13-13<br />
LCP01-<br />
13-14<br />
LCP01-<br />
14-01<br />
LCP01-<br />
14-02<br />
LCP01-<br />
14-04<br />
LCP01-<br />
14-05<br />
LCP01-<br />
14-06<br />
LCP01-<br />
14-07<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Mancais do<br />
eixo <strong>de</strong><br />
tração das<br />
correias<br />
Eixo <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
correias<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
movimenta<br />
ção das<br />
guias<br />
laterais<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
movimenta<br />
ção das<br />
guais<br />
laterais<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
basculame<br />
nto dos<br />
rolos <strong>de</strong><br />
tramas<br />
Mancais da<br />
barra dos<br />
rolos <strong>de</strong><br />
trama<br />
Rótulas <strong>de</strong><br />
basculame<br />
nto dos<br />
rolos <strong>de</strong><br />
trama<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
suporte dos<br />
rolos <strong>de</strong><br />
trama<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
20 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
24 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
32 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,1 kg Pincel 10 min<br />
0,15 kg Pincel 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,8 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,25 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
1,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 35 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 40 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
166<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
14-08<br />
LCP01-<br />
14-09<br />
LCP01-<br />
14-10<br />
LCP01-<br />
14-11<br />
LCP01-<br />
14-13<br />
LCP01-<br />
14-14<br />
LCP01-<br />
14-15<br />
LCP01-<br />
14-16<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
basculame<br />
nto dos<br />
rolos <strong>de</strong><br />
tramas<br />
Correntes<br />
<strong>de</strong><br />
acionament<br />
o dos rolos<br />
<strong>de</strong> trama<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
pontes<br />
guias<br />
Mancais da<br />
barra <strong>de</strong><br />
transmissã<br />
o das<br />
pontes<br />
guias<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
abertura<br />
das<br />
correias<br />
Distribuidor<br />
es<br />
Mancais da<br />
barra <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
Fusos <strong>de</strong><br />
abertura<br />
das<br />
correias<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
4 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
18 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
7 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,5 kg Pincel 30 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
1,4 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 20 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 12 min<br />
0,4 kg Pincel 10 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
167<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
14-17<br />
LCP01-<br />
14-18<br />
LCP01-<br />
14-19<br />
LCP01-<br />
14-20<br />
LCP01-<br />
14-21<br />
LCP01-<br />
14-22<br />
LCP01-<br />
14-23<br />
LCP01-<br />
14-25<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Guias<br />
lineares <strong>de</strong><br />
abertura<br />
das<br />
correias<br />
Redutores<br />
<strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
correias<br />
Eixo <strong>de</strong><br />
tração das<br />
correias<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
correias<br />
Mancais da<br />
barra <strong>de</strong><br />
movimento<br />
Redutores<br />
<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto<br />
Fusos <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto<br />
Redutores<br />
<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto dos<br />
tops<br />
laterais<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
32 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
14 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
8 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
1 kg Pincel 40 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,1 kg Pincel 15 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,4 kg Pincel 10 min<br />
0,5 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
168<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
14-26<br />
LCP01-<br />
15-01<br />
LCP01-<br />
15-02<br />
LCP01-<br />
15-03<br />
LCP01-<br />
15-04<br />
LCP01-<br />
16-01<br />
LCP01-<br />
16-02<br />
LCP01-<br />
16-03<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Mesa do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Mesa do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Mesa do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Mesa do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador<br />
Lateral<br />
Fusos <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto dos<br />
tops<br />
laterais<br />
Mancais da<br />
roda<br />
Tesouras<br />
<strong>de</strong><br />
elevação<br />
das mesas<br />
Rodas das<br />
tesouras<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
saída da<br />
mesa <strong>de</strong><br />
rechaço<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
mesas<br />
Correntes<br />
dos rolos<br />
transportad<br />
ores das<br />
mesas<br />
Tesoura <strong>de</strong><br />
elevação<br />
das mesas<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
8 Lubrificar<br />
16 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
16 Lubrificar<br />
16 Lubrificar<br />
5 Lubrificar<br />
4 Lubrificar<br />
3 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,4 kg Pincel 15 min<br />
0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,4 kg Pincel 12 min<br />
0,7 kg Pincel 20 min<br />
0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,4 kg Pincel 15 min<br />
0,2 kg Pincel 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
169<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
17-01<br />
LCP01-<br />
17-02<br />
LCP01-<br />
17-03<br />
LCP01-<br />
17-04<br />
LCP01-<br />
17-05<br />
LCP01-<br />
17-06<br />
LCP01-<br />
18-01<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Entrada do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
elevação<br />
do<br />
transportad<br />
or<br />
Distribuidor<br />
es<br />
Mancais da<br />
barra <strong>de</strong><br />
distribuição<br />
Fusos <strong>de</strong><br />
elevação<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
abertura<br />
das<br />
correias<br />
Mancais <strong>de</strong><br />
apoio do<br />
rolo <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>locament<br />
o do<br />
empilhador<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
3 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
3 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,2 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
170<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
18-02<br />
LCP01-<br />
18-04<br />
LCP01-<br />
18-05<br />
LCP01-<br />
18-06<br />
LCP01-<br />
18-07<br />
LCP01-<br />
18-08<br />
LCP01-<br />
18-09<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Mancais da<br />
roda <strong>de</strong><br />
movimento<br />
do<br />
empilhador<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto das<br />
correias<br />
Cremalheir<br />
as <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto das<br />
correias<br />
Guias<br />
lineares <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto das<br />
correias<br />
Redutor <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
correias<br />
Eixo <strong>de</strong><br />
acionament<br />
o das<br />
correias<br />
Mancais da<br />
suporte do<br />
eixo<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
8 Lubrificar<br />
5 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
40 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
1 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 15 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 10 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
1,3 kg Pincel 60 min<br />
0,15 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,15 kg Pincel 5 min<br />
0,1 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
171<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
18-10<br />
LCP01-<br />
18-11<br />
LCP01-<br />
18-12<br />
LCP01-<br />
18-14<br />
LCP01-<br />
18-15<br />
LCP01-<br />
19-01<br />
LCP01-<br />
19-02<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Guias<br />
lineares <strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto dos<br />
tops<br />
Guias<br />
lineares <strong>de</strong><br />
prolongame<br />
nto dos<br />
tops<br />
Redutores<br />
<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong>slocame<br />
nto dos<br />
tops<br />
Redutores<br />
<strong>de</strong><br />
prolongame<br />
nto dos<br />
tops<br />
Cremalheir<br />
as <strong>de</strong><br />
prolongame<br />
nto dos<br />
tops<br />
Mancais da<br />
roda da<br />
mesa<br />
Tesouras<br />
<strong>de</strong><br />
elevação<br />
das mesas<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
24 Lubrificar<br />
24 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
6 Lubrificar<br />
12 Lubrificar<br />
2 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 00<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
1,3 kg Pincel 30 min<br />
1,3 kg Pincel 40 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,3 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 5 min<br />
0,5 kg Pincel 5 min<br />
0,7 kg Engraxa<strong>de</strong>ira 20 min<br />
0,2 kg Pincel 10 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
Mensal<br />
172<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mensal Em<br />
Funcionamento<br />
Mensal<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral<br />
Mineral
Tag<br />
LCP01-<br />
19-03<br />
Linha<br />
Produtiva<br />
Linha <strong>de</strong><br />
Prensagem<br />
Schuler I<br />
Equipamento Ponto<br />
Transportador<br />
<strong>de</strong> Saída do<br />
Empilhador<br />
Frontal<br />
Rodas das<br />
tesouras<br />
Qt<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Pontos<br />
Tarefa<br />
8 Lubrificar<br />
Especificação<br />
do<br />
Lubrificante<br />
Graxa Base<br />
Lítio consist. 2<br />
Quant.<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
Dispositivo<br />
<strong>de</strong> Aplicação<br />
Tempo <strong>de</strong><br />
Execução<br />
Unida<strong>de</strong><br />
<strong>de</strong><br />
Medida<br />
0,3 kg Pincel 25 min<br />
Centro <strong>de</strong><br />
Serviço<br />
Manutenção<br />
Mecânica<br />
Frequ.<br />
Mensal<br />
173<br />
Status do<br />
Equipamento Classificação<br />
Fora <strong>de</strong><br />
Funcionamento<br />
Mineral