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1 - Nosso Tempo Digital

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Colassuono anuncia: Cr$ 200,00 700 milhões para o Centro de Convenções Página 15 !1A J uvêncio retorna: Suprema Corte repara i nj usti ça do Tribunal Militar & Ás 5 COPE ATENÇÃOeeg Preocupado cota oçôo de pessoas iiiescfupulosos que tem efetuado cootolos cio nome do Copo1 te colhendo Importoricios da iirierosodos em participar do Programo de Eletrificação Rurol o diretoria do Liii preso o por de medidos polkIots cobivom. aoito o ol.rtor o população do Estado de que todo e qualquer pagamento r•loI.vo 00 pro jeto Clm Rural dov.rÓ ser feito opos o assina t ura dos contratos e •sclusivootite eni ogencmos dø Boncc, d0 Brasil Bone,iodo e Boinertmmdus Outrusiirn. lembro também do miec.'sidode iI exigido credencial de todos os qo. 5• opresettlOioimi ccmn técnicos do empresa. pois os •rmipr.çorliis do Copai são devidamente ,dmit,fii'dos Otravél de Cor teira Funcional coro fntoqrofio ai 1• Filhinhas de na-pai presas com maconha nas calcinhas Página 15 PROMOTOR DE MORTE Página 15 De 13 a 19 (t abril de 198$ Ano III - Na 114 Eram 14 horas quando um avião da Varig pousava no Aeroporto em Foz do Iguaçu. Centenas de pessoas aguardavam, ansiosas, no saguão do Aeroporto. Os "mais chegados" avançavam o "hal" e se aproximaram da aeronave à espera do desembarque de um homem franzino e raquítico. Não era nenhum chefe de estado, nem ministro, nem deputado. Tratava-se de Juvêncio Mazzarollo, o último preso político do Brasil. Sua descida no Aeroporto foi emocionante. Religiosos, professores, alunos, colegas... Todos queriam cumprimentar Juvêncio Mazzarollo. Os cumprimentos duraram cerca de uma hora. Depois foi feita uma passeata pelas principais ruas de Foz do Iguaçu. Na mesma noite o jornalista foi homenageado na Câmara de Vereadores, quando vários edis (de ambos os partidos) cumprimentaram Juvêncio pela sua coragem e firmeza. No dia seguinte, ontem, houve um culto ecumênico em frente a Câmara de Vereadores, onde se fizeram presentes várias irmãs, padres, pastores e o bispo Dom Olivio Fazza. Na sede de Nosso tempo, do qual Juvêncio é diretor responsável, chegam telegremas e cumprimentos à toda hora. Empresários, jornalistas, professores, estudantes, agricultores, favelados... vêm trazer as boas vindas ao 'ornalista. "Estou emocionado e mal pude falar no culto ecumênico t', confidenciou Juvêncio, acrescentando que "a solidariedade recebida prova que eu estava no caminho certo". Juvêncio Mazzarollo havia sido condenado a quatro anos de prisão com base na Lei de Segurança Nacional e a sua libertação aconteceu após julgamento no Supremo Tribunal Federal, que reparou a injustiça cometida pelo tribunal militar. O jornalista cumpriu um ano e meio de prisão e somente foi libertado após entrar em greve de tome mantida durante 10 dias e receber o apoio dde todos OS segmentos da sociedade que ansiavam pela libertação do último preso politico brasileiro.

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