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Manual de litteratura; ou, Estudos sobre a litteratura dos principaes ...

Manual de litteratura; ou, Estudos sobre a litteratura dos principaes ...

Manual de litteratura; ou, Estudos sobre a litteratura dos principaes

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    30 Mas temos tido menos revoluçõe

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    32 mo, recorre á iuta, torna-a imp

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    â4 e depois de prisioneiro, rei, n

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    36 popularidade ao amor quesô ter

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    38 Morreu na madrug-ada de 3 de Nov

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    40 Foi Alvares de Azevedo um verdad

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    4S intelligencia, e á maior perfei

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    A mulher amada nunca encostou-lhe a

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    4(5 Quando só tivesse feito a poes

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    48 Ouve-se ir cantando, descendo e

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    50 Alencar é um gTande escriptor :

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    n 2 Nao armo ao louvor, armo ao din

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    54 entre a onça e o homem; que est

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    56 ções forçadas as palavras, e

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    58 desavenças entre os nobres de O

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    60 Com essa maledicência ciiidao d

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    62 tario, não se movia uma palha s

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    64 carreguem-lhe com a culpa de mal

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    66 Bem como o volúvel que pela con

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    68 GAÚCHO O Gaúclio devertiu-me.

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    70 Na pintura do cavallo devia cons

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    72 trahe a baila do corpo, na commu

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    74 do Brazil, que elle próprio con

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    76 dor que nao o acliára; e o g-ov

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    78 extravagantes, e Samuel commovid

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    80 Depois de resumir o fundo do dra

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    82 não devesse partilhar a sorte d

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    84 metter os maiores desatinos. Mas

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    86 feras, salvando-a de todos os pe

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    88 gem terra, em que é elle o prim

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    90 res se prestam aos passeios pelo

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    92 um anjo, fez Gonçalves Dias os

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    94 A moça que ainda o amava, humil

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    96 çOes e Capaz de retorquil-as ;

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    98 provarão na vida real. Como diz

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    100 to por causa delle perdoarem a

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    102 rainha cercada de homenag-en.s,

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    104 E' preciso lançar violento pro

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    106 por tempo hão de persistir. A

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    108 casar para aborrecer-se do mari

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    110 tantedavida do seu marido. A mu

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    112 o écho da corte, e da rua do O

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    114 çEo) querem inocular entre nos

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    Í16 opiniões, e tao encontradas q

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    118 xos sentimentos dos heroes de A

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    120 Sei que a muza pare com dores,

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    122 como um Luiz 14, julg'ando-se o

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    124 o observa de perto, vê-se que

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    126 lingiia, tem de ser aperfoiçoa

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    128 affectaçao, ornamento e cultis

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    130 os jesuítas como maus, e amanh

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    132 brazibiro, que qaer nos escravi

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    134 dade, mesmo á custa do interes

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    136 seus gritos, e cantos, sem vari

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    140 Este romance fotographa seu tem

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    142 A louca, cantando sobre a Boca

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    144 dida, e os desatinos da esposa:

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    146 Nas comedias agrada, tem graça

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    148 coes, todas tiradas de nossa te

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    150 espansão aos affectos mundanos

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    156 pôr-se ao abrigo do espirito t

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    158 (dizia com sigo,) serei um padr

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    160 quando compara os seminaristas

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    i62 E' própria de nossa terra . es

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    164 amortecidos como círios em cap

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    168 Em lugar de e3tofal~os, encher

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    170 Resta tudo a dizer sobre o Braz

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    172 nslo entenda o povo, nem tão t

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    174 nao é um fim, é um meio e sen

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    178 çar os máximos eíFeitos com

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    180 do que é, o quejulgo imprópri

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    182 Esbatiao ? Uniformava? o que qu

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    PORTUGUEZES Portug-al é com a Hesp

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    187 dade, de critério, e conhecime

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    189 espalhadas, todas que o povo co

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    191 Pensíío alg-uns que a perda d

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    193 Todo o estado, em que a instrii

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    195 descrer da iiitelligeucia human

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    197 íoUocou alto, e que hoje, os p

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    199 proezas de Albuquerque— que n

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    201 valor. Só a ceg-ueira pode-o c

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    203 nario os pensamentos, que ficã

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    205 do de visQeíí, como o olhar d

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    207 é bem mediocre. O idiilio ao T

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    209 corte dos soluços, com que a v

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    211 çao, que se julgava nao poder

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    213 ra, nem se emenda, como repete

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    215 Eutre o jesuíta de Eugénio Su

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    217 ve-lhe de ponte, para' atravess

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    219 engatilhada, sugeita a disparar

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    221 razão a fama de um dos primeir

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    223 mundo. Embalde povos e reis se

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    225 Trahiu sua missão, e de todo s

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    227 ropa, na jovem e livre America.

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    229 dade passou, e hoje, deve-se pa

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    231 D.Fernando de Castro com uma In

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    233 ridades, das vistas, dos lugare

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    235 A França deslumbrou o Brazil,

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    237 Disse o autor da Gaza mourisca,

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    239 Tem pensamentos de uma grande i

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    241 Tem explosões lyricas, como :

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    243 E' preciso ser um poeta superio

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    245 Convinhanos fazer mais profunda

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    247 zao aprezeiítada como inimiga

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    249 Observar, sentir, pensar, nesta

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    252 Até Cervantes, não apparece u

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    256 é, para dar logar a outros per

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    258 Depois que o povo baixo, ignora

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    260 A alchimia, magia, astrologia,

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    262 O que se pôde esperar do povo

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    266 tanto no larg-o, pois nÊlo que

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    268 A ignorância, a superstição,

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    270 Já um homem apparece cujos dis

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    274 E' pena que os Portuguezes, que

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    276 Dante é o Homero christao. O s

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    278 poderoso, que a tornao hoje uma

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    280 longe suas amadas, emprestaram-

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    282 aclamações do povo, o senadar

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    284 ( que na Itália mais que em pa

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    286 çlo de ideal moral, e forão m

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    288 Que brilhantes antitheses no re

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    290 tavel sobretudo pelos seus— P

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    292 todos os crimes que este ordena

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    294 os aconselhar. Este procura D.

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    296 naturesa fisera o vigário de u

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    298 E* uma obra clássica. Mostra s

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    800 Alpes, pela expedicção de Mar

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    302 explicam, tornando certo que pa

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    306 as noites com aquellas fantasma

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    308 Hoje Oífembach segue os pasmos

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    310 Nâo deve dar importância a qu

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    312 Acho um crime a falta de moral.

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    314 sidade. A verdade nos quadros

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    316 Michelet, Lamartine, Pelletan,

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    318 dar attençao a estes escriptor

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    320 ter gosto de mostrar-se espirit

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    322 felizes, seg'ue-se que a instit

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    324 Não podendo roubar as idéas,

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    326 quer dizer em bom portuguez, se

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    328 dotada pela providencia com gra

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    330 Vive mettido com seus preconcei

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    S32 Elles tao promptos a voltar a s

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    334 E' uma pena que não tenha os c

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    336 Quando a própria sociedade ent

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    338 Tem uma caridade immensa, immen

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    340 E' preciso estar nas circunstan

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    342 sentío, o que lêo : nao se im

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    344 Pode-se dali concluir que nem u

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    346 a, quem amavas dantes ? Não vi

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    348 E^ assim o coração humano, qu

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    a toda creatura como se vé dos ver

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    352 que assim viria a partilhar com

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    354 Nellas ha muitas vezes o accent

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    356 e fazer-lhes bem. E' capaz de t

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    358 Pouco lhe importa atacar um pre

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    - iHoje 360 a caridade do homem ill

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    362 Se elle pudesse ver os lindos i

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    3Ô4 amor, è minucioza analyze nò

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    366 E' elle orig-inal. Seo copo é

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    368 Nunca a lyra foi mais eloquente

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    370 ao fallar da amada, e ao record

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    372 os nomes mais afrontosos, e a t

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    INGLESES Tem os ingleses uma das me

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    377 idéas, naturalmente, sem as a

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    379 ter seu modo de peusar : o lati

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    373 Como aquelle bello pensamento f

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    378 mãos do latino o archote da ci

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    380 grandes exércitos, que são su

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    382 O francez combate pelo equilíb

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    384 O germânico não olha tanto pa

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    386 binete, como sói do espirito,

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    388 ella envergonhar-se-hia se seg'

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    390 tornão-se sportmeiís. As pró

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    392 Nas grandes cidades, as distrac

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    394 cuidado da ingleza é que seo b

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    396 O que os francezes dizem, é bo

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    398 A grande arte, a estlielica do

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    400 Os germânicos procurão agrada

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    402 (tão bello e tão simples, que

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    404 melhor, querendo a regeneraçã

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    406 Disse com razão Byroii a Sra.

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    408 Byron empara ser lido na solid

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    410 seo amor á justiça, toriião

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    412 Li de Dickens os Contos do Nata

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    414 Taine diz— que os inglezes s

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    416 sencia é o temperamento, paix

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    418 tumes que dirig-em suas acçõe

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    420 sátira, se tem elle um fim mor

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    422 sou e Musset, concluindo pela .

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    ALLEMAES Depois de chafiirdar-se no

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    427 E' o coração que convence, e

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    431 Porisso tão raros são ; poris

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    433 Na AUeinanlia, a opinião publi

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    435 rão traduzidas em fraucez, poi

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    437 me a maior ou iiieiior in.struc

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    439 Km Uoetz de Berlicliing-en tamb

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    441 Wilhem ^leistor é a vida real,

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    443 presa a sciencia vã da sua alm

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    445 naqiielle, pois que elle é com

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    447 Que differença entre a Marg-ar

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    449 e que pôde ser-se um grande ar

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    451 Quer elle que o poeta seja tamb

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    453 iiuMito, derramou ardeules lagr

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    455 á vantagem do bem e do bello.

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    457 Heino, quando lanhava suas sett

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    459 dtístacava-se delle, e voava

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    461 iudepeiideQcia dos tribiinaes,

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    463 conhecia a sua missão, e tudo

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    465 annos passão diante de mim, li

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    467 O latim dá idéas antigas de o

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    46ÍJ Shiller não vse pôde deixar

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    471 Nas traducçues se tornão tão

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    AMERICANOS E' a litteratura a expre

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    ' mento 475 Era natural que a Grand

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    477 costumes e exterior dos pássar

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    479 Elles tem o liumor e seriedade

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    481 E como hí\ maior numero de ple

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    483 temente, como é próprio de su

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    485 Xíi America, uãj ha a galanta

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    487 da loucura dos pães : em que f

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    489 Ali não S(^ conhoce o faiHo e

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    491 O primeiro romance que trata do

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    499 A amizade entre o velho caçado

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    503 Todas as obras de Coopor, princ

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    513 A litteratiira americana é uma

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    515 Termino com o dizer de Caslella

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    mM WLM.1^ ^ — Na pagina 2% linha

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A nova geração; estudo sobre as tendencias actuaes de litteratura ...
As modernas ideias na litteratura portugueza. Com um estudo sobre ...
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Memorias de litteratura portugueza, publicadas pela Academia real ...
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