Boletim Informativo Vassouras e companhia - Junta de Freguesia de ...

jf.sjose.pt

Boletim Informativo Vassouras e companhia - Junta de Freguesia de ...

Boletim Informativo

Junta de Freguesia de São José

São joSé

Publicação Trimestral . Distribuição Gratuita . Ano II . N.º 5 . Março 2012

Vassouras e companhia

Varrer a solidão

junto dos mais idosos

Rubrica

< 1 >


INFORMAÇÃO

EXECUTIVO

Presidente

Nome – Vasco André Lopes Alves Veiga Morgado

Partido – PPD/PSD

Pelouros – Segurança, Protecção Civil, Acção Social, Cultura,

Desporto, Educação e Juventude

Secretário

Nome – Salvador Pedro Silva Caprichoso

Partido – PPD/PSD

Pelouros – Tráfego, Mobilidade e Comércio

Tesoureiro

Nome – Maria João Cavaco Costa Antunes

Partido – PPD/PSD

Pelouros – Finanças e Património

REUNIÕES DO EXECUTIVO

Reunião do Executivo – Primeira 2.ª feira do mês – 20h30

Reunião Pública – Terceira 2.ª feira do mês – 20h30

Contactos

Morada: Calçada Moinho de Vento nº. 3

< 2 >

1169-114 Lisboa

Telefone: 218 855 230

Fax: 218 855 239

E-Mail: info@jf-sjose.com


São José +

Boletim Informativo trimestral da Freguesia de São José

Editor e proprietário:

Visão Rápida, Lda.

Rua de S. Tomé, n.º 60 • 2.º C • 1100-563 Lisboa

Tel.: 21 886 95 57 / 21 887 30 95 – Fax: 21 886 62 17

ASSEMBLEIA DE FREGUESIA

Presidente

Francisco José de Oliveira da Silva (PPD/PSD)

1.º Secretário

Jenny Veloso Ferreira (PPD/PSD)

2.º Secretário

José Manuel Saraiva Valentim (PPD/PSD)

Junta de Freguesia de São José

Joaquim Gustavo Pintos dos Santos Elias (CDS – PP)

Luís Natal Marques dos Santos (PS)

Maria Albertina Oliveira Santos (PS)

Alfredo Nunes Basílio (PS)

João Pedro Marques Pires (CDU)

Maria Teresa Freire Bispo (BE)

Horários

Junta de Freguesia

2.ª a 6.ª feira das 9h às 13h e das 14h às 18h

Reuniões do Executivo da Junta de Freguesia

Primeira e terceira 3.ª feira do mês – 20h30

Reunião Pública do Executivo da Junta de Freguesia

Terceira 3.ª feira do mês – 20h30

Director editorial: Carlos Marques

Concepção gráfica, maquetagem, pré-impressão e impressão:

Visão Rápida, Lda.

Tiragem: 4.500 exemplares

Distribuição gratuita


Junta de Freguesia de São José

O novo Capitólio –

mais um “elefante branco”?

Hoje, ao fim de algum tempo, volto

a escrever. E desta vez sobre algo que

me deixa furioso: estou fartinho de ver

o Parque Mayer de rastos e com todos

a valerem-se dele para algo.

Para quem não sabe, o Cine-Teatro

Capitólio é uma obra de Cristino da

Silva que data de 1929 (telas finais) e

tem como seu primeiro baptismo o

nome de EL DOURADO, derivado às

suas linhas arrojadas e às suas laterais

basculantes em vidro, que com a

luz emanada do seu interior lhe dava

uma aura dourada... El Dourado era,

como o seu próprio nome indicava,

uma utopia que depressa Cristino da

Silva percebeu. Não tinha viabilidade

económica (já em 1929) e em meados

dos anos 30, com a chegada do

cinema sonoro, depressa se chegou

à conclusão que era urgente alterar

alguns aspectos do então El Dourado.

O patrocínio da obra (sim porque

nem nesta altura o Estado entrou

com algum) obrigava a que o monumento

de betão armado tivesse um

nome português. Foi então que se

passou a chamar CAPITÓLIO, já com

um desenho mais teatro deixando de

ser uma sala para café/cervejaria para

concertos de charleston ou bailes de

fim de tarde. Foi também acrescentada

uma cobertura para que o então

Jardim-Cinema pudesse funcionar

mais do que dois ou três meses por

ano. Já que com as modificações era

então possível ter dois espectáculos

ao mesmo tempo.

Com a chegada destas modificações,

a sala passou a ter 1200 lugares

sentados e mais 600 no terraço café/

concerto. Isto até ao seu provisório

encerramento em 1992, onde ficou

como sala de ensaios da Orquestra

Metropolitana de Lisboa, pois devido

à sua acústica era um bom espaço

para se ensaiar.

Desde sempre que ouvi falar em

obras no Parque Mayer e sempre tentei

apreciar os projectos de uma forma

construtiva e positiva. O projecto

do concurso para o Parque Mayer não

me parece mau, partindo do princípio

que qualquer coisa é melhor do que o

que lá está agora! O mesmo não posso

dizer do projecto para recuperar o ainda

de seu nome CAPITÓLIO.

A sua transformação para o recuperar

à traça original vai ser a morte do

espaço que não se consegue viabilizar

desta forma. (O OUTRO SENHOR PER-

CEBEU LOGO ISSO).

Que me interessa ter uma plateia

de 500 ou 600 lugares que se mexe

para a esquerda ou para a direita se

os espectáculos que lá posso apresentar

logo à partida são limitados.

Limitados, porque salas sem fosso de

orquestra com teias mais pequenas

que o palco e rodeadas de vidro tipo

estufa são limitadas. Se posso pôr

uma orquestra não vou poder dar um

concerto de rock; se posso pôr poesia

já não posso fazer uma comédia

e não é por só haver um palco mas

sim porque tecnicamente assim não

é possível. Além disso, com 450/500

lugares não é possível haver preços

baixos nos bilhetes; logo aí, só as “elites”

é que têm direito à cultura?

Lisboa não tem uma só sala com

1200 lugares (tirando o Tivoli que é

privado); tem salas com 380 lugares

(Villaret) e passa para o Coliseu com

cerca de 3000.

O CAPITÓLIO assim, com 1200 lugares,

daria para trazer espectáculos

de fora, montagens internas, operetas,

óperas, comédias, revistas, concertos;

daria para tudo. Quando digo

assim é claro numa forma metafórica,

pois eu sei que o espaço precisa

de obras de requalificação, mas não

de uma sentença de morte; ou vai o

Estado assumir a programação? Não

EDItORIAl

me parece, pois os teatros nacionais

ou municipais só costumam passar

aquilo que ninguém – o público em

geral – quer ver.

Qual é o produtor privado que vai

agarrar num espaço assim? Vai a CML

agarrar mais este buraco?

Em suma, depois destas obras o

CAPITÓLIO vai ser rebaptizado de Raul

Solnado (homenagem muito justa é

certo! MERECE!). Mas para quem não

sabe, o Raul era um homem de êxitos

de bilheteira: “Há Petróleo no Beato”,

“A tocar é que a gente se entende” ou

o “Super-Silva”, que esteve APENAS

dois anos e meio em cartaz de Terça a

Domingo com passagem pela Europa,

América e Brasil dando um salto ainda

à Venezuela... Se merece um teatro

com o seu nome? De certeza! Mas um

que não será este, e assim nestes contornos.

Lisboa vai ter mais um ELEFANTE

BRANCO com cinema dois ou três meses

por ano se a programação da sala

de bailaricos o permitir...

Não se consegue perceber o que

quer este executivo do nobre espaço

lisboeta. Continuar assim? Bandeira

eleitoral para mais umas eleições?

Apetece-me dizer o que esteve escrito

nas paredes da barragem do Alqueva

durante mais de 30 anos... Parque

Mayer? Construam-me...

Vasco Morgado

< 3 >


BREVES

Jovem crossista João Barcelos leva

o nome de São José aos campeonatos

europeus de motocross

A Junta de Freguesia

de São José apoia

o talento de chegar

além fronteiras. É o

caso do jovem crossista

João Barcelos, na

classe de 65 cc, que

leva o nome de São

José aos campeonatos

Europeus de Motocross.

< 4 >

Junta de Freguesia de São José

Junta de Freguesia apoiou jovens estudantes

voluntários da FCSH

A Freguesia de São José apoiou o

transporte dum grupo de jovens estudantes

voluntários da FCSH - Faculdade

de Ciências Sociais e Humanas na

sua viagem ao Redondo, no Alentejo,

para a recuperação de casas e uma escola

da área.

A solidariedade faz sentido e os jovens

voluntários mostram assim que é

possível ser-se solidário em Portugal.

Festa de Natal da EB São José

no Teatro Villaret

A Festa de Natal da Escola Básica de

São José teve mais uma vez lugar no

Teatro Villaret, no passado dia 14 de

Dezembro.

Foi uma manhã bem passada com

grandes representações por parte dos

alunos.

A SUA PASTELARIA

NO CENTRO DE LISBOA

Tel.: 21 346 96 12

Av. da Liberdade, 59-61 • 1250-140 Lisboa


Junta de Freguesia de São José

Inês Carrôlo

Psicóloga ao serviço da freguesia

Inês Carrôlo, 33 anos, nascida em

Lisboa, formada na área da Psicologia

forense e da exclusão social, psicóloga

ao serviço da Junta de Freguesia desde

Junho de 2009, fala-nos sobre a sua

experiência profissional e das expectativas

quanto ao futuro da freguesia.

Na sua área profissional, como

psicóloga, que tipo de problemas é

mais comum na área da freguesia?

Neste momento, um dos maiores

problemas é o isolamento dos idosos,

e de carência de bens essenciais.

Na realidade estamos atentos a todos

os tipos de problemáticas sociais. Isto

porque para além do trabalho que

desenvolvemos na área dos idosos,

desenvolvemos também vários projectos

na área da infância e juventude.

Quer falar um pouco sobre o projecto

“Vassoura e Companhia”?

O projecto Vassouras e Companhia

foi desenvolvido a partir de um programa

do centro de emprego, Inserção

+, onde foram escolhidos 7 elementos

para incrementar este serviço.

Este programa tem por base o

acompanhamento dos idosos nas idas

ao médico, à missa, ao supermercado,

ou simplesmente ao café. Não temos

limites nesse aspecto. A outra vertente

está relacionada com a limpeza das

casas e roupas dos idosos. Na verdade

este projecto considera, na minha opinião,

todas as possibilidades, pelo menos

ainda não houve tarefa nenhuma

que nós não tenhamos conseguido

cumprir.

No entanto gostaria de salientar

que este projecto não pretende desresponsabilizar

a família, mas sim desenvolver

uma parceria em termos de

cuidado e acompanhamento dos nossos

idosos.

Que evolução tem notado, desde

que se encontra ao serviço da

freguesia, na atitude dos fregueses

perante a Junta, ao nível das expectativas

ou da participação?

Temos notado uma evolução muito

favorável do relacionamento das pessoas

com a junta. Tal como o nível de

JUNtA

participação e confiança que os fregueses

têm depositado nesta junta!

Como diz o Sr. presidente, esta junta

não serve só para passar atestados e

registar cães! Nós somos uma entidade

de primeira linha e comportamo-

-nos como tal!

Como vê o futuro da Junta de Freguesia?

Vejo-o de uma forma brilhante.

Tendo em conta a equipa, a vontade

de trabalhar, a determinação e motivação

que temos, o futuro só pode

ser dessa forma.

< 5 >


RESPONSABIlIDADE SOCIAl

Distribuição de brinquedos

Com a colaboração da PSP

A Freguesia São José Lisboa levou

a cabo a distribuição dos brinquedos,

recolhidos pelos Ex-alunos do Externato

Luís de Camões (Av. Almirante

Reis), pelas instituições: Associação Cidadania

Cultura e Lusofonia, Sagrada

Família, Ajuda de Berço, Lar de Santo

António, Projecto Fénix, Escola Básica

de São José e Centro de Acolhimento

< 6 >

Infantil de São José. O motivo principal

desta iniciativa foi contribuir para

que haja menos crianças tristes na

noite de Natal.

Só com a colaboração de todos é

que conseguimos ajudar quem precisa.

Neste âmbito, é necessário salientar

a colaboração da Polícia de

Segurança Pública (4.ª Esquadra), no

Junta de Freguesia de São José

programa de policiamento de proximidade,

pelo que agradecemos, em

particular, ao Chefe e ao Agente Cardoso

que nos acompanharam nesta

missão.

Vassouras e Companhia” – um programa para

“varrer a solidão” junto dos mais idosos

A Junta de Freguesia de São José

tem a funcionar há já algum tempo o

programa “Vassouras e Companhia”. O

objectivo do programa é o apoio aos

idosos mais desprotegidos da freguesia

nas mais elementares tarefas de

limpeza ou de reparações domésticas.

A brigada Vassouras e Companhia

foi formada com beneficiários do Rendimento

Social de Inserção, que dão

apoio aos mais idosos de acordo com

as suas necessidades e incapacidades:

limpeza da casa de idosos acamados,

ou a simples ajuda na ida a um cabeleireiro,

ao médico, à missa, ou a evitar

as burlas. “Varrer a solidão” poderia ser

outro epíteto desta iniciativa que tem

também sob o seu âmbito a vigilância

e evitamento de situações de agressões

a idosos por parte de filhos ou

netos.

A Junta de Freguesia de São José

tem, desde 2009, um recenseamento

geriátrico dos seniores e pessoas dependes

da respectiva área geográfica.

Na última década, o número de pes-

soas com mais de 65 anos a viver sozinhas

aumentou 29 por cento.


Junta de Freguesia de São José

Fomos notícia no JN

São José: Beneficiários do Rendimento Mínimo

prestam todo o tipo de apoio a idosos isolados

São idosos e vivem sós. Sem família,

ou ignorados – e mal tratados

em alguns casos – pelos descendentes.

Para apoiar estes casos, a Junta

de S. José, em Lisboa, criou a brigada

Vassouras e Companhia”, recorrendo

a beneficiários do Rendimento

Social de Inserção.

Alfredo E. S. tem 83 anos e vive

com a única companhia dos seus cinco

gatos, numa loja de um prédio da

Rua da Alegria, no coração de Lisboa.

Uma apertada sala, casa de banho, e

um primeiro andar onde apenas cabe

a cama onde dorme, é todo o espaço

que dispõe. Ao todo, a área útil da casa

não excederá em muito os 10 metros

quadrados.

Foi a pensar nestes casos que a

Junta de Freguesia de S. José criou,

recentemente, o projecto “Vassouras

e Companhia”, que nesta fase de arranque

acompanha quatro dezenas

de idosos que vivem sem qualquer

apoio. Mas, ao ritmo que os casos vão

sendo sinalizados, o projecto vai ter

de crescer.

Na casa de Alfredo E.S., há lixo acumulado

por toda a parte, comida à

mistura com roupa por lavar há muito,

UM EM CADA CINCO

MORA SÓ

Em Portugal, há 15 municípios,

todos no interior, onde, por cada cinco

casas habitadas, há uma em que

mora um idoso sozinho.

livros semidesfeitos pelo pó ou sacos

de plástico amarrotados pelo chão.

“Mas há casos piores”, assegura Miquelina

Reis, 60 anos, enquanto acaba

de trocar a roupa de cama do idoso.

“Uma vez entrei em casa de uma senhora

que tinha tantas pulgas que saí

com as pernas todas picadas”, adianta.

Agredidos e burlados

Mas o apoio a estas pessoas não se

limita aos cuidados de higiene.

À mesma hora em que o JN acompanhava

a limpeza à casa de Alfredo

E.S, chega a notícia de uma idosa

agredida pelo neto, que sofre de perturbações

mentais.

“Vai ficar com o ‘Vassouras”, diz, de

pronto, Vasco Morgado Júnior, presidente

da Junta de S. José. O autarca

conta que há casos de idosos burlados

pelos próprios familiares, que lhes ficam

com as magras reformas. E outros

que são vítimas de burla por terceiros.

“Recentemente, uma senhora ficou

sem 3500 euros. Quando lhe perguntámos

porque guardava o dinheiro em

casa e não nos pediu apoio, confessou

que tinha vergonha de não saber fazer

um depósito bancário”, descreve.

FLAGELO NACIONAL

MAIS CASOS NA ÚLTIMA

DéCADA

Segundo o Instituto Nacional de

Estatística, o número de idosos a viver

sós, em Portugal, aumentou 29 %

na última década.

REPORtAgEM

PAULO LOURENÇO_jplourenco@jn.pt

É por isso também que os membros

do projecto ajudam os idosos a preencher

papéis ou acompanham-nos

a instituições para tratar de assuntos

burocráticos.

“Os primeiros casos com que contactei

deixaram-me chocado, a pensar

como uma pessoa pode chegar a este

ponto”, conta, ao JN, José Pereira, 58

anos, um dos elementos do projecto.

Felizes por trabalhar

Para formar a equipa, a Junta recorreu

a beneficiários do Rendimento

Social de Inserção (RSI), pagando mais

20% do subsídio estatal. Elsa Silva, 49

anos, foi uma das escolhidas e não esconde

o contentamento. “É muito melhor

do que estar só em casa a receber

o RSI, até porque me sinto útil a ajudar

os outros”, destaca.

O mesmo sente Miquelina Reis. “Eu

trabalho em qualquer coisa, por isso,

gostei muito desta oportunidade”, explica,

enquanto José Pereira assegura

que abraçou o projecto “para ganhar um

pouco mais que o RSI” e porque tinha

“muita vontade de ajudar estas pessoas”.

(In Jornal de Notícias, 13 de Fevereiro de 2012)

MORTOS EM CASA

Só no primeiro mês do ano, foram

encontrados 12 idosos mortos em

casa. Todos viviam sozinhos. Há precisamente

um ano, aconteceu o caso

mais chocante, em Sintra, de uma

mulher que estava morta em casa há

nove anos.

< 7 >


tRÂNSItO E MOBIlIDADE

< 8 >

Junta de Freguesia de São José

Novas regras de estacionamento na área delimitada

pela Avenida de Liberdade e o eixo viário Príncipe

Real – Av. D. Pedro V – S. Pedro de Alcântara

No passado dia 13 de Fevereiro,

teve lugar no Hotel Lisboa Plaza

uma Reunião Geral de Habitantes,

cuja ordem de trabalhos foi discutir

e informar sobre a ordenação de

estacionamento levada a cabo pela

EMEL com a colaboração da Junta de

Freguesia.

R. Portas de Santo Antão, n.º 93

1150-266 Lisboa • Tel. 213 426 609

Site www.aromasdelisboa.com

A Junta de Freguesia de São José

e a Emel consideram, em consonância

com os princípios orientadores

do Plano de Mobilidade da Cidade

de Lisboa e na persecução dos seus

objetivos, urgente reordenar o estacionamento

em toda a área delimitada

pela Av. da Liberdade e o eixo

Rua Portas de Santo Antão, n.º 95-97

1150-266 Lisboa • Tels. 213 426 609

Site www.restauranteperola.com

viário Príncipe Real/Av. D. Pedro V/S.

Pedro de Alcântara.

Assiste-se hoje nesta área, face à

crescente pressão do automóvel somado

ao facto de ser limitada por

eixos terciários importantes, a uma

fuga do estacionamento, muitas das

vezes de longa duração, para dentro


Junta de Freguesia de São José

tRÂNSItO E MOBIlIDADE

< 9 >


tRÂNSItO E MOBIlIDADE

do bairro, por ser a única zona onde

não existe qualquer restrição ao livre

estacionamento de veículos. Importa

pois inverter esta tendência.

De igual modo se reconhece que

a regulação do estacionamento e a

sua correcta gestão são hoje factores

determinantes na qualidade de vida

dos cidadãos, na qualidade do espaço

público e na melhoria ambiental da cidade

e dos seus bairros. Assim, a Junta

de Freguesia de São José em estreita

< 10 >

articulação com a Emel propõem reintroduzir

neste bairro, a partir do início

de Abril, o estacionamento

tarifado.

De acordo com o estudo

efectuado (ver planta) e

tendo em atenção a forte

componente residencial

haverá alguns arruamentos

cujo estacionamento será

exclusivo a residentes.

Nos restantes arruamentos,

para além de ser permitido

o estacionamento

de residentes, será ainda

permitido o estacionamento

a não residentes, por um

período máximo de 4 horas,

dando satisfação às necessidades

de estacionamento

quer de familiares de residentes

– favorecendo a

vida do bairro, quer ainda

do público em geral – fac-

PRAÇA

DO

PRÍNCIPE REAL

Junta de Freguesia de São José

tor importante de competitividade do

comércio local.

Zona 005 - Avenida da Liberdade

A partir de Abril de 2012

Tarifário (segunda a sexta - 9h00 às 19h00)

1 Hora 2 Horas 3 Horas 4 Horas

Zona Amarela € 1,20 € 2,40 € 3,60 € 4,80

TRAVESSA

JARDIM BOTÂNICO

DA UNIVERSIDADE

DE LISBOA

CÇ.

DO

RUA DA ALEGRIA

PATRIARCAL

SALITRE

Parque

Mayer

BOMBEIROS

TRAVESSA ROSÁRIO

RUA DA ESCOLA POLITÉCNICA

LEGENDA

Estacionamento tarifado

Estacionamento exclusivo para

residentes com dístico

Limite da área de intervenção

PRAÇA DA

ALEGRIA

RUA STO. ANTÓNIO DA GLÓRIA

RUA CONCEIÇÃO DA GLÓRIA

RUA

TV. SALITRE

BAIRRO HISTÓRICO

BAIRRO ALTO

AVENIDA DA LIBERDADE

DAS

RUA DA GLÓRIA

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TAIPAS ELEVADOR DA GLÓRIA

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Junta de Freguesia de São José

OBRAS E RECUPERAÇÃO

Depois da fachada, obras no interior da Igreja

de São José dos

Carpinteiros

A urgência das obras é de há muito

reclamada, mas a inércia prevaleceu

favorecendo a degradação

deste ex-libris monumental da freguesia.

A Junta de Freguesia, pelo

seu lado, tem feito o que é possível

dentro das suas possibilidades e

competências.

Depois das obras de limpeza e recuperação

da fachada, virámo-nos

para o interior da Igreja de São José

dos Carpinteiros. A Empresa Classemaq

ofereceu a mão-de-obra e a

Junta de Freguesia de São José pa-

gou os materiais. O chão do espaço

antes do altar começou a ser completamente

recuperado. Só com a

ajuda de todos é que é possível continuar

este trabalho que nos enche

de orgulho.

< 11 >


OBRAS E RECUPERAÇÃO

< 12 >

Junta de Freguesia de São José

Junta de Freguesia apoia trabalhos de remoção e

limpeza do imóvel incendiado

Foi no passado dia 21 de Janeiro, de

madrugada, que deflagrou mais um

incêndio num imóvel envelhecido na

freguesia. Embora combatido prontamente,

pelos Bombeiros Voluntários

da Ajuda e pelo Regimento de Sapadores

Bombeiros (cerca de 35 minutos

do seu início até à fase de rescaldo),

não se conseguiu evitar uma vitima

mortal. E como existem moradores no

restante edifício (alguns com doenças

respiratórias e outras graves) a Junta

de Freguesia chamou a si a responsabilidade

urgente da limpeza. Uma

semana depois deitámos mãos aos

trabalhos de remoção e limpeza do

imóvel.

Uma coisa é certa, nos bons e principalmente

nos maus momentos nós

estamos presentes e não viramos a

cara à luta, por mais difícil que ela seja.

São José com Sentido!


Junta de Freguesia de São José

OBRAS E RECUPERAÇÃO

Prédio onde nasceu Rafael Bordalo Pinheiro

está a ser recuperado

Ao fim de largos anos, começaram

por fim as obras de recuperação

do edifício da Rua da Fé n.º 33, onde

nasceu o ilustre artista Rafael Bordalo

Pinheiro, popularmente conhecido

como o criador do “Zé Povinho”.

Urge agradecer à RTP, pela sua reportagem

no programa “Portugal em

Directo”, que ajudou certamente, ao

dar visibilidade a essa urgência, para

que se conseguisse acelerar a resolução

do problema.

Raphael Augusto Bordallo Pinheiro,

conforme o registo original, foi o

terceiro filho do casal Manuel Maria

Bordallo Pinheiro e Augusta Maria

do Ó Carvalho Prostes, nasceu neste

prédio da Rua da Fé (que já teve o número

de polícia 47), pertencente ao

seu avô paterno, no dia 21 de Março

de 1846. A sua biografia compreende

uma vasta obra, desde a criação gráfica

repartida por largas dezenas de

livros e publicações, como desenhador,

aguarelista, decorador e caricaturista.

A obra de ceramista também

o notabilizou, no plano estético – as

suas peças são inconfundíveis –, a

que se liga a veia satírica do observador

da sociedade portuguesa do seu

tempo.

Faça compras no comércio

da Freguesia!

CREFIS

Centro de Reabilitação Física, Lda.

Fisiatria

Acordos e Convenções:

ADSE - ADM - SAMS

Fisioterapia

Alameda Sto. António

dos Capuchos 6-A

1150-314 Lisboa

NIF. 501773142

Tel. 213530071

Tlm. 962983439

Email. crefis.lisboa@gmail.com

< 13 >


ARtE E CUltURA

Teatro de fantoches recuperado

entregue à

Escola Básica de São José

Acabadinho de chegar das oficinas

da Freguesia, recuperado pelos

nossos colaboradores e com cortinas

feitas pelos ateliers Costura Criativa

Workshops, a “barraca” de teatro de

fantoches foi entregue à Escola Básica

de São José.

É sem dúvida um bom instrumento

para as actividades de enriquecimento

curricular e uma forma de perpetuar

uma prática de representação antiga

e popular. Quem não se lembra da

magia de um teatrinho de robertos?

Cantou-se as Janeiras

no Centro Social Laura Alves

O Centro Social Laura Alves, inaugurado

em 5 de Julho de 2011, funciona

sob a gestão da Delegação de

Lisboa da Cruz Vermelha em parceria

com a Junta de Freguesia de São José.

O CSLA apoia cerca de 40 seniores em

domínios essências como refeições

(almoço e lanche), tratamento de roupas,

higiene pessoal, serviço de trans-

< 14 >

porte e apoio psicossocial, a par de

diversas actividades lúdicas, informativas,

formativas, recreativas promotoras

de um envelhecimento saudável.

No passado dia 6 de Janeiro, o CSLA

foi palco da apresentação das tradicionais

Janeiras. Na sua formulação

tradicional, as Janeiras consistem no

cantar de músicas pelas ruas, nos pri-

Junta de Freguesia de São José

meiros dias de Janeiro, sobretudo no

dia de Reis, anunciando o nascimento

de Jesus e desejando um Feliz Ano

Novo. Ainda segundo a tradição, os

grupos de cantores vão de porta em

porta pedido aos residentes as sobras

dos festejos natalícios ou outras ofertas.

As Janeiras foram cantadas pelas

crianças da Escola Básica de São José,

pelos vizinhos do Centro de Dia da

Pena e, como não podia deixar de ser,

pelos próprios utentes do Centro Social

Laura Alves.


Junta de Freguesia de São José

Inscrições para assistir à revista

“Ora Vira e Troika o Passos!”

no Teatro Maria Victória

Já estão abertas as inscrições para

os fregueses irem ao Teatro Maria Vitória,

no Parque Mayer, ver a revista “Ora

Vira e Troika o Passos!”.

As inscrições encerram todas as 5.ªs

Feiras e são para o Domingo seguinte

às 21h30.

O espectáculo de revista “Ora Vira

Euro Troika o Passos!” tem texto e encenação

de Francisco Nicholson, música

de José Cabeleira e Pedro Lima e

produção de Hélder Freire Costa, coreografias

de Marco de Camillis, figurinos

de Magda Cardoso.

Florbela Queiroz e Paulo Vasco lideram

o elenco formado por Carlos

Queiroz, David Ventura, João Duarte

Costa, Élia Gonçalves, Érika

Mota e Sofia Arruda e a fadista

Ana Marta distinguida este

ano com o Prémio Amália Revelação.

O Teatro Maria Vitória foi

recentemente remodelado

depois da derrocada parcial

O espectáculo assinala a

reabertura da sala após a remodelação,

que contou com

o apoio da Câmara Municipal

de Lisboa, a que obrigou a

derrocada parcial do tecto falso

ocorrida em Junho do ano

passado.

ARtE E CUltURA

< 15 >


PARCERIA AMI 3222

PARCERIA

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Rua: Major Caldas Xavier C.C Kaué Loja 1

Calçada Calçada Calçada do do Moinho Moinho do Moinho de de Vento, Vento, de nº3 Vento, nº3 nº3

1169-114 1169-114 1169-114 Lisboa

Lisboa Lisboa

91 91 049 049 31 91 31 73 049 73 / 31 / 92 92 73 796 796 / 92 67 67 796 70 70 / 67 / 96 96 70 763 763 / 96 93 93 763 46

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