O assédio dos encarnados e desencarnados - Associação Espirita ...

irmaobenedito.com.br

O assédio dos encarnados e desencarnados - Associação Espirita ...

Palestra

de 5 de novembro de 2011

A responsabilidade,

o trabalho e a mediunidade

A epífi se ou glândula pineal é a glândula da vida espiritual do homem.

Quando a vontade desequilibrada desregula o foco de nossas possibilidades

criadoras, comprometemos nossa evolução que é sempre individual. Daí procede

a necessidade de regras morais para quem de fato se interessa pelas

aquisições eternas nos domínios do Espírito. Renúncia, abnegação e disciplina

emotiva não representam meros preceitos da feição religiosa. São providências

de teor científi co para enriquecimento efetivo da personalidade. Nunca

fugiremos a Lei, cujos artigos e parágrafos do Supremo Legislador abrangem o

Universo e ninguém enganará a Natureza.

Centros desequilibrados obrigarão a alma à permanência nas situações de

desconforto e insensatez. Não adianta alcançar a morte física, exibindo gestos

e palavras convencionais, se o homem não cogitou do burilamento próprio,

pois a Justiça que rege a Vida Eterna jamais se inclinou.

É certo que os sentimentos profundos do extremo instante do Espírito

encarnado cooperam decisivamente nas atividades de regeneração além túmulo,

mas não representam a ação precisa. ( Do livro Missionários da Luz )

O médium precisa renunciar a si mesmo com abnegação e humildade,

primeiros fatores na obtenção de acesso à permuta com as regiões mais elevadas.

Necessita calar, para que outros falem; dar a si próprio, para que outros

recebam. Deve reconhecer que, nos serviços mediúnicos, “preponderam os

Fatores Morais.”

Dentro dos conceitos estritamente lógicos e científi cos no campo da

razão, temos que entender que, quando recebemos um corpo nas concessões

do reencarnacionismo, não ganhamos um barco para novas aventuras, ao

acaso das circunstâncias, pois signifi ca responsabilidade defi nida nos serviços

de aprendizagem, elevação ou reparação, nos esforços evolutivos ou redentores.

É indispensável cuidar atentamente da economia de forças, em todo

serviço honesto de desenvolvimento das faculdades superiores.


Mediunidade construtiva é a língua de fogo do Espírito Santo, luz divina

para a qual é preciso conservar o pavio do amor cristão, o azeite da boa vontade

pura.

Ninguém pode trair a lei impunemente, e para subir, Espírito algum dispensará

o esforço de si mesmo, no aprimoramento íntimo.

O processo de incorporação e produção do espírito depende diretamente

da condição ectoplasmática do médium. Assim sendo, podemos concluir que

qualquer defi ciência orgânica, moral ou mental, tira a vitalidade ectoplasmática,

difi cultando automaticamente a produção do guia, principalmente quando

o médium está em fase de desenvolvimento e não consegue, através da mente,

penetrar em faixas magnéticas superiores.

Para aqueles que estão em constante evolução no desenvolvimento

mediúnico, baseado nos princípios de ensinamento espiritual do espírito André

Luiz, devemos compreender que: “A ilusão é quase um sonho. Iludir-se

é deslizar na passarela da realidade; sonhar é viver instante no mundo imponderável

das imagens arrancadas da vida humana. Unindo sonho e ilusão,

é muito fácil penetrar nos caminhos da fantasia. Fantasia pode ser um nada

colorido!”

É importante que caminhemos sempre com passos serenos e atitudes

responsáveis. Jamais estamos e estaremos sozinhos, nem nos sonhos... nem

nas ilusões.... Há, sempre, outros que nos espiam, de um mundo distante e tão

próximo, porque na verdade... estamos a um passo de infi nito, onde nada é

ilusão, onde nada pode ser sonho!

Dentre muitos, alguns serão chamados, mas poucos os escolhidos.


Palestra

de 12 de novembro de 2011

Energias cósmicas.... Ectoplasma

Energias cósmicas.... Ectoplasma

Os Técnicos do Plano Sideral utilizam energias cósmicas de toda a natureza

para fi nalidades específi cas. Para tratamento da saúde humana, além dos

fl uídos cósmicos, são utilizadas energias minerais, vegetais e animais sendo

que, antes de serem projetadas nos enfermos, há um tratamento especializado

nos fl uídos.

Com relação ao ectoplasma, Dr. Gustavo Geley defi ne-o como:

“A característica específi ca da ectoplasmia reside numa desmaterialização

anátomo-biológica do corpo do médium e em sua exteriorização no estado

sólido, líquido e gasoso. Tal metamorfose resulta na liberação de considerável

quantidade de energia vital.”

Em situações de tratamento espiritual, os recursos anestésicos e cicatrizantes,

à luz da visão de Ramatis que nos informa que a Luz Sidéria, como

essência íntima de Deus, é um atributo inserido no seio de todas as coisas e

criaturas. Em certos casos, a sua freqüência por determinação superior, pode

ser ajustada ao tipo humano, em condições de propiciar curas e fenômenos

surpreendentes, considerados como verdadeiros milagres.

A Luz Sidéria, sendo a Fonte da Vida de todos os seres, não só extingue

os vírus pelo seu efeito cicatrizante, como também purifi ca a aura magnética

dos ambientes. E tanto nutre a pulsação etérica dos anjos, como sustenta o

equilíbrio vital do sangue em todos os seres até o homem.

Assim sendo, os espíritos que atendem nessa faixa de trabalho, conforme

são vistos pelos clarividentes, calibram os fotônios siderais em freqüências

específi cas para esterilizar, anestesiar, curar, cicatrizar, etc.

Dentre os espíritos que atendem nesse trabalho de amor e caridade,

existem médicos, enfermeiros, químicos, assistentes e estudantes e nos ambientes

onde não há médiuns para fazer a desobsessão antes do atendimento, a

equipe usa outros recursos para desintegrar os miasmas, fl uídos densos, pegajosos

e nauseantes, larvas, bacilos psíquicos, insetos fl uídicos, etc... (Metafísica

de cura Dr. Fritz)

Em toda equipe, há também espíritos que prescrevem chás, ervas, etc.


Muito importante ainda, é o estabelecimento do equilíbrio do paciente e

isso é concretizado mediante o oferecimento às células de um “quantum” de

energia necessária para que atinjam o equilíbrio vibracional normal.

Por fi m, a participação de cada um integrante da equipe de atendimento

de amor, é igualmente importante. A humildade e a caridade devem estar

sempre presente especialmente nos médiuns encarnados, já que estes além da

necessidade de caminhar no sentido de sua própria evolução, passam ainda

pelas provas e resgates do qual foram benefi ciados pela oportunidade. (Centro

espírita Irmão Benedito, www.irmaobenedito.com.br)


Palestra

de 19 de novembro de 2011

A GLÂNDULA PINEAL

E A INCORPORAÇÃO

Uma vez adquirido o conhecimento da fi siologia dos corpos mais sutis,

é possível entender como se processa a ligação fl uídica entre o espírito e o

médium, através dos Chakras e Plexos.

Chico Xavier, nosso irmão exemplo, através do intelecto de André Luiz,

nos trouxe informações preciosas sobre o assunto. Diz-nos André Luiz que na

hora da incorporação, as glândulas do médium transformam-se em núcleos

luminosos à guisa de perfeitas ofi cinas elétricas. Os condutores medulares

formam extenso pavio, sustentando a luz mental como chama generosa de

uma vela de enormes proporções. Os centros metabólicos infundem surpresas.

O cérebro mostra fulgurações em desenhos caprichosos. Os lobos celebrais

lembram correntes dinâmicas. As células corticais e as fi bras nervosas, com

suas tênues ramifi cações, constituem elementos delicadíssimos de condução

das energias recônditas e imponderáveis. Nesse concerto, sob a luz mental

indefi nível, a epífi se ou glândula pineal, emite raios azulados e intensos. Além

disso, a cooperação magnética dos instrutores espirituais é fundamental para

a execução da tarefa.

A glândula pineal é a base fundamental da vida. É a residência da

alma. Nosso irmão e orientador Ramatis comenta que as conquistas da Humanidade

são proporcionais à sua capacidade de aproveitamento, embora

muitas vezes a utilização dos conhecimentos seja deturpada por coletividades

afastadas do objetivo saneador do progresso. Por trás da aparente desordem

do progresso humano há um controle preciso das épocas de introdução dos

elementos decisivos para a evolução humana.

Cada um de nós na verdade, representa uma pequena partícula da humanidade

e cada um responde por si próprio. Dessa forma, assim como o pensamento

voltado para um apetitoso alimento estimula as secreções do aparelho

digestivo, o pensamento voltado para o plano espiritual aciona a glândula

pineal, por ser o órgão que comanda a atividade dos centros receptores das

ondas rarefeitas das vibrações do plano espiritual.

O espírito interessado em desfazer as barreiras mais densas do plano

físico comanda automaticamente este órgão, o qual entra em funcionamento


lançando sobre os nervos uma composição rarefeita que os hipersensibiliza e,

acumulando-se sobre os Plexos, transmite-se aos Chakras, despertando-lhes

maior sensibilidade. Como modernos radares, estes captam da esfera espiritual

circundante sinais mais ou menos nítidos, de acordo com a sua capacidade

própria.

A interligação estabelecida entre os Plexos e Chakras, através das irradiações

das secreções da glândula pineal, permite a chegada ao cérebro das

impressões circundantes, através dos nervos hipersensibilizados.

A sensibilidade generalizada do espírito tem origem no fato de não precisar

canalizar vibrações densas ao órgão capaz de registrá-las como sucede

aos sentidos físicos. As impressões do meio espiritual são recebidas em conjunto

pelos Chakras ativados pela ação do pensamento, que age sobre a glândula

pineal. As visões muito lúcidas de quem se encontra distraído, nas quais

poderia se atribuir à ação do pensamento o estímulo aos centros espirituais,

são devidos a dois fatores: ou a presença de uma entidade afi m produz um

refl exo espontâneo de hipersensibilização, através do ativamento da glândula

pineal, ou a entidade se utiliza de seus conhecimentos e ativa, pela ação do

próprio pensamento, os centros receptores dos que desejam infl uenciar para a

captação de suas mensagens.

Ramatis já orientou como conduzir a mente para o progresso do nosso

Eu Superior, acrescentando:

O eixo da alma é a fé. Se a alma gira em torno do eixo de uma fé robusta,

a força que ela emite atrai o que é útil e repele o que é prejudicial.

Cada criatura é como uma bateria que se carrega ao infl uxo das correntes

mentais e vive de acordo com a orientação que dá ao pensamento. Se abdica

de lutar num sentido de orientação própria, encontra-se envolvida pelas forças

magnéticas circundantes.

Isto sucede aos homens, comumente, sem que eles se apercebam e dizem:

hoje estou bem; hoje estou mal, sem compreender a extensão da afi rmação

que fazem.

Existe uma causa magnética em tudo o que sentimos. Quando as criaturas

apuram a sensibilidade passando a registrar intensamente as vibrações mentais

dos semelhantes, é necessária uma vigilância maior em torno de si mesmas.


Esta capacidade de percepção é como um radar captando à distância as

emissões do pensamento. Para que a mente sensível se equilibre, tem que possuir

a consciência do tipo de vibração que lhe compete conservar pela ação da

própria vontade dirigida. Precisa estabelecer consigo mesmo um pacto de auto

defesa em que se responsabiliza conscientemente pela conquista espiritual

alcançada.

Um ser evoluído espiritualmente a ponto de utilizar a força do pensamento

na produção de fenômenos, revela uma sensibilidade tal que tem o dever de

saber orientá-la no sentido positivo, como conquista sagrada que representa.

A responsabilidade aumenta...


Palestra

de 26 de novembro de 2011

O assédio dos encarnados

e desencarnados

A oração é a melhor defesa e o cristão não pode considerar-se derrotado

em nenhuma situação. O ideal é elevar-se em pensamento numa atitude de

verdadeiro cristão e não se deixar levar pela incompreensão alheia, aceitando

com o coração aberto a impossibilidade de seus irmãos se ajustarem ao seu

modo particular de sentir e viver a espiritualidade. Somos como fl ores cujas

pétalas de constituição diferente não podem apresentar o mesmo colorido.

Deve ainda zelar pela integridade de seus sentimentos, pelo seu

equilíbrio espiritual, imunizando-se contra a impossibilidade temporária de

conquistar os outros para a sua forma de sentir e de pensar.

Deus será sempre testemunha de seu desejo sincero de espalhar o bem

a sua volta e o auxiliará quando não puderes ver o bem estendido a todos.

Entretanto, há um pequeno detalhe de importância capital: Não se

deixar envolver pelas vibrações negativas endereçadas pelas mentes perturbadas,

a quem se constitui como baluarte das verdades que gostariam de empanar.

Para que o Bem não se evidencie, procuram conturbar seus seguidores,

tentando envolvê-los nos enganos em que labutam e uma luta surda se estabelece,

na qual nenhum meio será desprezado. Essa luta é o tributo pago pelo

ser que recebe o Bem como hóspede de sua alma. Fiel a ele, ver-se-á em breve

insultado, assediado, mesmo por aqueles que se julgam paladinos da Verdade,

mas que ainda não podem atingir todas as facetas.

Ouça no seu interior o eco das vibrações superiores que lhe dizem:

“Não desanimes”. Coloca teu ideal de bem servir como um farol à tua frente

e segue na direção apontada. Mesmo quando as correntes oceânicas afastam

a embarcação de sua rota, ela alcança porto seguro se procura, seguidamente,

corrigir o leme pela luz que brilha à sua frente.

Quem ama a Verdade possui o material para forjar a espada que o defenderá

dos golpes agressivos do mal, porém não poderá permanecer inerte,

dando oportunidade a seus inimigos de zombarem de sua passividade, tomando-a

a conta de covardia.

È condição indispensável ao discípulo fi el permanecer junto aos pontos


de vista da Verdade alcançada, embora não ataque nem prejudique quem não

deseja estar a seu lado.

Num mundo em que o mal toma atitudes de agressor irreverente, se

não houver da parte dos seguidores do Bem uma atitude fi rme de defensiva,

em breve estarão incapacitados para exercerem seus mandatos.

O discípulo sincero nunca deve recuar por receio, mas somente por

convicção. Para demonstrar a força do Bem. Muitas vezes é necessário recuar,

embora sempre que oportuno, se deva dar a prova de capacidade de renuncia

produtiva.

O trabalhador de Bem deve ser maleável diante dos objetivos altos da

vida e nunca subordinar-se aos interesses imediatos, seus e de outrem. Deve

testemunhar humildade e renúncia sempre que elas forem úteis à elevação

espiritual própria ou alheia, mas jamais incinerar prodigamente suas energias

em atendimento a exigências descabidas, numa falsa noção de fraternidade.

Em caso contrário, estaria seguindo por um caminho coalhado de malfeitores,

sem levar consigo as armas que pudessem estancar-lhes os atos agressivos,

oferecendo-se num holocausto desprovido de sentido construtivo.

Há diferença entre renunciar a defender-se com plena consciência de

seus direitos, numa compreensão sublimada do dever espiritual e entregar-se

inerte à ação destrutiva do erro que procura confundir os seguidores do Bem.

A atitude passiva de inação denuncia incapacidade para afastar o estorvo

e não revela grandeza d´alma. É prejudicial tanto a quem sofre como a

quem a provoca.

Quem sofre o assédio do mal deve colocar-se frente a frente com ele e

pôr as idéias claras do Bem a serviço do restabelecimento da Verdade. Embora

possa depois, por um sentimento de amor, convicto da verdadeira compreensão,

renunciar a torná-la pública. Nunca, porém, deixar de esclarecer as situações

dúbias, no limite máximo de sua capacidade intuitiva e intelectiva.

O discípulo que renuncia a discernir não age caridosamente, nem consigo

nem com o semelhante. A caridade não prescinde do discernimento claro,

por mais amargo que ele seja. Ao contrário, esse discernimento, muitas vezes

é doloroso, e é o que impossibilita o auxílio efi ciente.

Tem olhos e não vêem, ouvidos e não escutam... E isso ocorrerá com

muita freqüência.

More magazines by this user
Similar magazines