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Fratura supracondiliana de umero - Prodot

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Faculda<strong>de</strong> <strong>de</strong> Medicina<br />

Universida<strong>de</strong> Fe<strong>de</strong>ral do Ceará<br />

Caso 1<br />

Renan Teixeira Lobo<br />

4º semestre – FAMED UFC<br />

PRODOT


Caso 1<br />

I<strong>de</strong>ntificação: F.J.A, 6 anos, estudante, natural e proce<strong>de</strong>nte <strong>de</strong><br />

Fortaleza.<br />

Queixa Principal: “Dor e inchaço no cotovelo esquerdo”.<br />

História da Doença Atual: Paciente relata dor, e<strong>de</strong>ma e<br />

<strong>de</strong>formida<strong>de</strong> em cotovelo esquerdo. O quadro iniciou-se após<br />

queda <strong>de</strong> altura, caindo com a mão e cotovelo estendidos.<br />

História orpédica: nega fraturas prévias.


Exame Físico:<br />

Caso 1<br />

Inspeção Estática: observa-se e<strong>de</strong>ma em cotovelo esquerdo,<br />

equimose e <strong>de</strong>formida<strong>de</strong> em forma <strong>de</strong> “S” na porção distal do<br />

braço esquerdo.<br />

Inspeção dinâmica: paciente incapaz <strong>de</strong> realizar movimentos<br />

ativos <strong>de</strong> flexão e extensão do cotovelo esquerdo.<br />

Palpação: calor em cotovelo esquerdo, dor a palpação <strong>de</strong>ssa<br />

região.


Caso 1<br />

Foi solicitado radiografias <strong>de</strong> cotovelo esquerdo em AP e<br />

PERFIL.


AP<br />

PERFIL


FRATURA SUPRACONDILIANAS DE ÚMERO EM CRIANÇAS<br />

• Cerca <strong>de</strong> 60% das fraturas do cotovelo<br />

em crianças.<br />

• 13% <strong>de</strong> todas as fraturas pediátricas.<br />

• O pico <strong>de</strong> incidência é entre 5 e 7<br />

anos.


FRATURA SUPRACONDILIANAS DE ÚMERO EM CRIANÇAS<br />

• O mecanismo <strong>de</strong> trauma mais comum<br />

(95%)é <strong>de</strong> que com a mão espalmada<br />

associado com hiperextensão do<br />

cotovelo.<br />

• 15% das fraturas <strong>de</strong>slocadas<br />

apresentam lesão <strong>de</strong> nervos.<br />

• 15% das fraturas <strong>de</strong>slocadas<br />

apresentam lesão vascular.


Artéria colateral<br />

radial<br />

ARTÉRIA BRAQUIAL<br />

Artéria Axilar<br />

Artéria Braquial<br />

Artéria Braquial<br />

Profunda<br />

Artéria<br />

Colateral<br />

Ulnar Superior<br />

Artéria Colateral<br />

Ulnar Inferior


ANASTOMOSES AO REDOR DO COTOVELO


PLEXO BRAQUIAL


Sinal “Okay”<br />

Teste para flexor<br />

profundo<br />

AVALIAÇÃO DO N. MEDIANO


Elevação do polegar<br />

Retropulsão do polegar<br />

AVALIAÇÃO DO N. RADIAL<br />

Adução do<br />

polegar<br />

estendido


“Estrela-do-mar”<br />

Cruzar os <strong>de</strong>dos<br />

AVALIAÇÃO DO N. ULNAR<br />

DAB – dorsais<br />

abduzem<br />

PAD –<br />

palmares<br />

aduzem


AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE CUTÂNEA<br />

• N. Mediano: região volar do<br />

indicador.<br />

• N. Radial: porção dorsal do<br />

primeiro espaço<br />

interdigital.<br />

• N. Ulnar: borda ulnar do <strong>de</strong>do<br />

mínimo.


TRATAMENTO


TRATAMENTO


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