Dezembro - Jornal Bombeiros de Portugal

bombeirosdeportugal.pt

Dezembro - Jornal Bombeiros de Portugal

2 DEZEMBRO 2011

á bombeiros que continuam a lutar pela vida

Hlonge das parangonas dos jornais ou dos holofotes

das televisões. Um, ainda internado no

hospital, caso do comandante Joca de Macedo de

Cavaleiros, outros, já com alta hospitalar, mas

ainda sujeitos a um longo período de convalescença

e tratamentos. É o caso dos chefes José

Costa e Marcos Serrão, dos Voluntários de Penedono

e Oeiras, dos dois irmãos bombeiros dos

Voluntários do Zambujal, Adriano e Cláudio, e

dos restantes bombeiros de Penedono e outros,

O dia a dia de muitos deles, particularmente

os mais atingidos, é feito de pequenos passos,

física. Há muito foram esquecidos pela opinião

pública depois de avidamente consumidos pelas

notícias das horas que se seguiram aos acidentes

de que foram vítimas e que os atiraram para

a cama do hospital.

Só um desfecho trágico poderá fazer deles,

Associação Humanitária dos Bombeiros da Feira apresentou,

A recentemente, na Biblioteca Municipal de Santa Maria, o livro

“Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Feira.

1921-2011 - 90 anos em Missão”.

A obra tem a coordenação de Roberto Carlos Reis, historiador de

Santa Maria da Feira técnico superior de História Câmara Municipal

de Santa Maria da Feira, investigador, doutorando e professor convidado

da Universidade Rey Juan Carlos – Madrid, Luís Filipe Higino,

investigador da história local, e Augusto Campos Pais “Estinha”,

chefe do corpo de bombeiros.

O livro “90 anos em Missão”,

resulta da compilação

histórica de Roberto Carlos

Reis, baseada nos artigos de

M. Brandão, publicados no

jornal “Correio da Feira” entre

1976 e 1977, na obra cronológica

de Sérgio Pinho editada

em 1997, em notas soltas recolhidas

por Luís Filipe Higino,

com a colaboração de Augusto

Campos Pais.

Segundo os coordenadores

da obra, a ideia de criar bombeiros

na então Vila da Feira

remonta ao século XIX, ao ano de 1845. Foi, contudo, em assembleia-geral

de 1 de Maio de 1921, que se aprovaram os estatutos e

foi eleita a comissão instaladora. Desta e de muitas outras histórias

se faz esta obra.

Do programa da apresentação do livro constou também a actuação

do centenário Orfeão da Feira, seguindo-se a entrega do título

de sócio benemérito a Manuel Santos Cavaco e do Crachá de

Alcides Branco. Esta distinção foi entregue pelo vogal do conselho

executivo da LBP, comandante Gomes da Costa.

emos recebido ao longo do tempo na nossa

TRedacção muitas mensagens. Umas são de

congratulação pelo trabalho realizado, outras

são de crítica, desejavelmente formulada por

aqueles a quem este jornal de se destina e desejavelmente

recebida por aqueles que querem

dar o seu melhor na feitura deste jornal.

Independentemente do sentido, todas as

mensagens merecem a nossa atenção, exceptuando

as que primam pelo anonimato.

Um sentido para a vida

de novo, notícia. Porque a sua lenta e tenaz luta

pela vida não é notícia.

Eles são o exemplo último de quem tem verdadeiramente

um sentido para a vida. Apego a

ela e prova disso é a luta que têm travado pelo

regresso à sua actividade, ao convívio de familiares

e dos outros companheiros bombeiros.

Mas, simultaneamente, quase contraditórios,

dão prova de desapego e abnegação em prol do

próximo como demonstram, também, à evidência,

as razões e as circunstâncias que os levaram

à cama do hospital.

Apesar de tudo o que sofreram e que ainda,

porventura, irão sofrer na lenta recuperação,

continuam a ser um exemplo de coragem, tenacidade

e determinação. Sentimentos, vontades,

convicções que hoje tanto faltam na sociedade

portuguesa. Por razões, bem menores que a adversidade

que os vitimou, há gente a recuar, a

esconder-se, a não querer envolver-se com

garra na luta e na defesa dos outros.

FEIRA

Bombeiros relatam 90 anos de memórias

Não descortinamos as razões para a existência

de mensagens anónimas. Somos cidadãos

livres, a viver em democracia, com direitos

mas também com deveres. É simultâneo o direito

e o dever de exprimirmos livremente as

nossas opiniões. E, para se possam e devam

respeitar as opiniões importa que elas tenham

rosto, independentemente do seu sentido ou

conteúdo.

Na feitura deste jornal, por vontade e impe-

JORNAL@LBP.PT

Anonimato não

As convicções destes bombeiros, e a expressão

prática delas, levou-os à dor, ao sofrimento,

aos tratamentos dolorosos, à separação dos mais

queridos, à rotina angustiante dos segundos, mi-

hospital, a viver os momentos das visitas mas

também a solidão do muito tempo que sobra.

Na sociedade portuguesa, a crise toca a todos

maioria para adiar, para evitar, para passar ao

lado dos valores, dos princípios e de novos de-

a solidariedade, a disponibilidade, a abnegação

serão posturas e questões adiadas. E até, por

É mais um momento para que o individualismo

possa campear. Mas, no caso concreto destes

bombeiros, tudo isso que a crise acarreta, e

em que também se poderiam ter escudado, não

lhes tocou quando foram chamados a socorrer

os outros.

rativo, temos dado sempre a cara. Fazemo-lo

pela justeza do projecto que defendemos em

termos da defesa dos bombeiros, do exercício

do voluntariado, mas também da sua vertente

assalariada. Essa postura, que é incontornável,

traduz a vontade de mostrar cada vez mais o

esforço, a vontade, a determinação e as competências

dos homens e mulheres que escolheram

ser bombeiros.

A nobreza dessa missão, a sua valia em ter-

Rui Rama da Silva

Dirão alguns que estes bombeiros poderiam

ter evitado estar nessa situação. Claro que podiam.

Bastava que não fossem bombeiros.

Mas porque são e querem continuar a sê-lo

nada disso se enquadra na sua forma de sentir

e de pensar.

Demonstram claramente que têm um sentido

para a vida e estão dispostos a pagar por isso.

O vosso exemplo bastava para que a sociedade

fosse bem melhor. Mas o calculismo e o oportunismo

que hoje grassam nessa sociedade, por

vergonha ou raiva, acabam por desvalorizar e

esquecer o exemplo dado por estes bombeiros.

Agora vai ser de novo Natal. No meio das luzes

do consumismo que também marcam essa

quadra irrompe a essência das convicções e o

verdadeiro grito de vida testemunhado por este

conjunto de bombeiros. Bem hajam pelo que

são, mesmo se muitos não vos merecem, na

dádiva do vosso tempo, das vossas competências

e até da vossa vida!

CASCAIS

Apresentação

do livro

dos 125 anos

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntá-

A rios de Cascais realiza no próximo dia 17 de Dezembro,

sábado, pelas 15h., no Teatro Gil Vicente, a

cerimónia de entrega de diplomas e emblemas a um

Na mesma cerimónia, a Associação fará a apresentação

do livro de Manuel Eugénio Fernandes da

Silva “125 anos ao serviço da População”, cuja edição

foi integralmente custeada pela Câmara Municipal

de Cascais em articulação com a Junta de Freguesia

de Cascais.

Manuel Eugénio Fernandes da Silva executou graciosamente

este livro bem como o anterior, escrito

em 1986 e alusivo ao centenário da mesma instituição.

Estes dois actos integram-se no programa comemorativo

do 125.º aniversário da nossa Associação,

que culminará com a inauguração do complexo de

piscinas.

mos sociais não pode ser indiferente a ninguém.

E a nós, Redacção, dentro dos meios de

que dispomos, cabe-nos procurar divulgar e

ampliar esse conhecimento.

Perante isso, o anonimato não cola. Razão

pela qual, essencialmente por respeito aos

bombeiros, torna-se imperativo que nos chamemos

a todos pelos nomes. Isso, independentemente

da simpatia ou da antipatia das nossas

mensagens.


DEZEMBRO 2011

PONTO DE SITUAÇÃO

“Nós conseguimos

o que queremos conseguir”

rancisco José Graça é bombeiro na

FAssociação Humanitária de Bombeiros

da Azambuja, onde exerce as

funções de Técnico de Emergência

Médica e Operador de Comunicações.

Tem 42 anos. É formador externo da

Escola Nacional de Bombeiros na área

de Técnicas de Socorrismo. Estuda

Engenharia de Protecção Civil no Instituto

Superior de Educação e Ciências,

em Lisboa. Trabalhou de 1986 e

2008 no Serviço de Radioterapia do

Hospital de Santa Maria.

Apresentado que está o Francisco

importa agora explicar porque o escolhi

para este meu último Ponto de

Situação, como Presidente do Conselho

Executivo da nossa Confederação.

No dia 11 de Dezembro tive a honra

de ser convidado a apresentar o

livro “Voluntariamente Feliz” da autoria

do Francisco. Este acto que contou

com a presença de cerca de uma centena

de pessoas, entre bombeiros e

amigos, decorreu na Escola Nacional

de Bombeiros, por vontade do autor.

As 114 páginas deste livro são um

testemunho de vida. Mas são também

um expressivo documento de

homenagem aos Bombeiros, enquanto

família adoptiva de todos quantos

a esta causa aderem.

O Francisco entrou para os Bombeiros

convidado por outros Bombeiros.

Fez o percurso normal de formação

que qualquer Bombeiro faz. Chegou

a desempenhar funções como 2º

Comandante. Entregou-se com paixão

à missão de formador.

No seu livro descreve um momento

impar: o primeiro parto que protagonizou:

“A mãe estava suada e a fazer força

a cada contracção. Visualizou-se a

coroa cefálica (cabeça do bebé) e na

altura em que eu ia abrir o kit de parto

percebi que não tinha tempo para

o fazer. Com luvas calçadas coloquei-

-me de joelhos e aparei a cabeça e

coluna cervical do bebé com uma

mão, e acompanhei a rotação natural

do bebé. Deu-se o efeito de saca-rolhas

quanto saíram os ombros, a minha

outra mão segurou na coluna

dorso-lombar da criança e passados

poucos segundos esta chorava e tremia

ao mesmo tempo. Aspirei-lhe a

boca e as narinas para que as secre-

-

ção. Tapei-a com o lençol do kit de

a total separação, coloquei as duas

molas no cordão umbilical e entre

uma e outra, mais ou menos ao meio,

cortei-o. Foi um parto rápido e sem

complicações.

Chama-se Beatriz!

Era uma bebé linda! Gordinha e

com muito cabelo. Já no hospital soube

que pesava três quilos e quatrocentos

gramas.

Foi um momento muito especial!”

O Francisco tem uma história de

vida marcada por muitas adversidades,

mas também por muita coragem

para as enfrentar.

A última adversidade foi a descoberta

de um linfoma folicular de grau

três com necessidade imediata de iniciar

quimioterapia. O que sentiu

-

tico está relatado na página 73 do

seu “Voluntariamente Feliz”:

“ Há uns meses andava à procura

da morte e agora que tinha descoberto

os encantos da vida, tinha-me

aparecido um cancro. Pensei novamente

nos preciosos ensinamentos

do meu tio e decidi partilhar esta notícia

com os meus pais e com o comandante.

Ia começar quimioterapia

na semana seguinte. (…) Tinha medo

e não queria viver em função do linfoma.

Tinha que acreditar que ia vencer,

que tudo isso iria ser apenas

mais uma etapa, uma experiência de

vida que certamente também me en -

riqueceria de alguma forma. Tinha a

minha casa, o meu refúgio e agora

tudo estava comprometido.”

Na luta que então iniciou o Francisco

não abdicou dos seus sonhos e de

por eles lutar.

Para este combate o Francisco contou

com o apoio das suas princesas

colegas bombeiros, do comandante,

dos familiares e de todos os seus

muitos amigos.

No decorrer do processo de tratamento

surgiu-lhe uma oportunidade

que não quis desperdiçar.

Queria muito ser formador. Foi

chamado após vários meses de espera.

Não podia perder a possibilidade

de realizar mais um sonho. No seu livro

o Francisco relata-nos como en-

“Tive que falar em relação à quimioterapia

pois tinha receio de não

conseguir atingir os objectivos do

curso. Fiz questão de realizar todos

os exercícios tal como todos os colegas.

O factor doença não podia ser

motivo facilitador para mim. A primeira

semana foi difícil mas a segunda

foi ainda pior. O maldito cancro

era mesmo difícil de suportar. Os

formadores da Escola Nacional de

Bombeiros passaram a ser os nossos

formandos já que estávamos a tirar

o curso de formadores. Era sempre a

complicar! Cada dia que passava au-

eles precisavam saber até onde iam

os nossos conhecimentos sobre a

matéria e… nós conseguimos o que

queremos conseguir.

Passadas duas semanas termina o

Socorrismo da Escola Nacional de

Bombeiros

Na última página do seu livro o

Francisco faz o ponto de situação à

sua doença:

“Já passou algum tempo desde que

saí do hospital e estou lentamente a

recuperar. Ainda não sei os resulta-

dias mas isso agora é pouco importante.

(…) O amanhã é incerto. Incerto

para todos nós, independentemente

se temos ou não saúde. Mas é esta

incerteza que dá cor à vida e lhe confere

uma textura suave se assim o

desejarmos. Não pense no desejo

que vai ter amanhã, desfrute do desejo

de cada momento!

A nossa vontade de viver tem de

ser um sonho permanente porque os

sonhos alimentam-nos a alma e fortalecem

a nossa existência”.

Optei por trazer ao vosso conhecimento,

caros leitores, a história deste

-

menagem ao Francisco e, através

dele, a todos os homens e mulheres

anónimos que nos Corpos de Bombeiros

de todo o país, esquecendo tantas

vezes os seus dramas, assumem as

suas missões com a determinação e a

coragem característica dos nossos

melhores.

Tendo o privilégio que me foi dado

pelo autor de apresentar publicamente

e pela primeira vez o “Voluntaria-

um fraternal OBRIGADO FRANCISCO!

Duarte Caldeira,

presidente do CE da Liga dos

Bombeiros Portugueses

3


4 DEZEMBRO 2011

urante 2011 – ano consa-

Dgrado pela Europa ao Voluntariado

– o Gabinete de Educação

do Município de Óbidos e o

Programa Óbidos Voluntário,

promoveram a “Volta Nacional

de Voluntariado nos Complexos

Escolares de Óbidos”, iniciativa

bombeiros que, durante o mês

de Novembro, levou o exemplo

dos seus operacionais aos estabelecimentos

de ensino dos Ar-

ÓBIDOS

Voluntários na “Volta”

Esta iniciativa, que permitiu

dar a conhecer as histórias de

quem faz do voluntariado uma forma de estar na vida, constituiu uma oportunidade para os bombeiros

Associação Humanitária dos Bombeiros Volun-

A tários da Figueira da Foz desdobra-se em actividades

e iniciativas para angariar fundos para as

Assim, depois do espectáculo de Variedades levado

a cabo no dia 30 de Novembro, e da reactivação

da campanha de angariação de sócios, a Associação

distribuiu por vinte e cinco estabelecimentos

comerciais outros tantos mealheiros para a recolha

-

Para que as pessoas tenham a certeza que é aos

Bombeiros Voluntários que estão a entregar o seu donativo, as “latas” estão devidamente numeradas

-

cortejo de oferendas realizado recente-

O mente a favor da Associação Humanitária

dos Bombeiros Voluntários de Caldas das

Rainha rendeu cerca de 91 mil euros, embora

relativamente inferior ao do ano passado,

mas continua a representar um apoio signi-

O cortejo incluiu as viaturas alegóricas

das 16 freguesias do concelho, percorreu as

principais vias da cidade e terminou junto

dos dirigentes dos bombeiros e das entida-

FIGUEIRA DA FOZ

Dar para Receber

Associação Humanitária dos

A Bombeiros Voluntários de

Coimbra (AHBVC) vive um momento

muito difícil mas, mesmo

assim, não desiste a prová-lo uma

nova campanha de angariação de

fundos designada por “Ofereça

um Café aos Bombeiros Voluntá-

“As consequências da crise são

óbvias, as empresas de Coimbra e

os cidadãos em geral, por muitos

pedidos e apelos que lhes façamos,

praticamente não respondem

e os apoios institucionais são

“Da Câmara de Coimbra só recebemos,

no corrente ano, 20 mil

euros, o que corresponde a 50

porcento do protocolo que assinámos

em Julho, ainda não recebemos

os 5 mil euros, aprovados em

Março, e destinados a ajudar o

pagamento das obras de limpeza

e pintura da fachada do quartel”,

refere o presidente da direcção,

João Silva,

“Ofereça um Café aos Bombeiros

Voluntários de Coimbra”, é a

nova campanha lançada pela instituição

em que se pede um donativo

correspondente ao valor de

“É mais uma tentativa de sensibilização

pedindo um pouco,

mas que a ser assumido por muitos

nos ajudaria num momento

tão difícil”, defende o presidente

Cortejo rendeu mais de 90 mil euros

o âmbito das comemorações do Ano Europeu do Vo-

Nluntariado, o Arquivo Municipal de Paredes de Coura

-

ciativa “Aula de História” permitiu dar a conhecer aos

mais novos o percurso da Associação Humanitária de

Para além do recurso a documentação original, do

guarda do Arquivo Municipal, foi ainda concebido um

powerpoint que traça uma retrospectiva desde o apare-

A já muito concorrida “Aula de História” tem sido ministrada,

na sala de leitura, com a colaboração de António

Barbosa da Silva, Eduardo Daniel Cerqueira e Manuel

Cândido Gonçalves Pereira, respectivamente presidente

da direcção, secretário-adjunto e comandante da

instituição, bem como com o apoio do investigador Vítor

Para complementar esta acção, o Arquivo Municipal organiza

-

-

PAREDES DE COURA

COIMBRA

Ofereça um café aos bombeiros

Cooperativa

apoia associação

ntretanto, no passado dia 7 de Dezembro, a AHBVC e a Adega

ECooperativa de Souselas (ACS) assinaram um protocolo de colaboração

que permite aos associados dos bombeiros adquirirem

vinho a preços reduzidos, sendo que em função do valor global

anual das aquisições a cooperativa fará uma contribuição para os

voluntários

ACS e das iniciativas comerciais que vier a realizar”, garantiu João

Silva a Fausto Correia Presidente da Direcção da Adega Cooperati-

Bombeiros Portugueses, representada pelo

seu vice-presidente Rui Silva, encontravam-

-se também os presidentes das juntas de

respectivas representações, iam proceden-

angariadas junto das populações locais ao

O cortejo e o jantar volante que se seguiu,

aberto a todos os presentes, constituíram

manifestações de profundo cunho popular

e associativo em que participaram

Aula de história dá a conhecer associação

Estimular o gosto pelo contacto com fontes primárias e revisitar

alguns momentos marcantes da evolução do concelho de Paredes

de Coura são pressupostos da “Aula de História”, iniciativa em curso,

a par das exposições temáticas, visitas guiadas, e outras acti-


DEZEMBRO 2011

Q

uase seis meses depois

do actual executivo ter

tomado posse, a Liga

dos Bombeiros Portugueses foi

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ceiras vividas pelas corporações

de bombeiros devido à

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cessidade de “reduzir o custo

TRANSPORTE DE DOENTES ANALISADO POR GRUPO DE TRABALHO

Tutela promete ajudar bombeiros

O Ministério da Saúde e a Liga dos

Bombeiros Portugueses (LBP) vão criar um

transporte de doentes. São as conclusões

saídas da primeira reunião entre o

Texto: Patrícia Cerdeira

Foto: Marques Valentim

A

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de Novembro.

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tos provocados por esta irrever-

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explica Duarte Caldeira, presi-

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tempo, motivar o colapso eco-

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associações e corpos de bom-

como “meros prestadores de

Federação de Lisboa

admite parar ambulâncias

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Liga dos Bombeiros Portugueses

-

das associações de bombeiros.

Ministério da Saúde ainda não reuniu com os bombeiros

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5

em todos os serviços efectuados

te.

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das associações de bombeiros

Assembleia da República. Mais,

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pos de bombeiros “reservam-se

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6 DEZEMBRO 2011

antigo director nacional de

O bombeiros, Amândio Torres,

viu determinada pela ministra

da Agricultura, Assunção

Cristas, a cessação de funções

de presidente da Autoridade

Nacional de Florestas (AFN),

cargo que havia ocupado quando

saiu da Autoridade Nacional

de Protecção Civil (ANPC).

A decisão da ministra, entre-

produziu efeitos a partir de 30

de Novembro último.

PARA 2012

Secretário de Estado

garante o mesmo apoio

aos bombeiros

secretário de Estado da Administração Interna, Filipe

O Lobo D´Avila, assegurou hoje à Liga dos Bombeiros Portugueses

(LBP) que em 2012 o apoio às associações de bombeiros

não irá sofrer qualquer tipo de redução, mantendo-se

os valores facultados no ano em curso.

Em reunião com o presidente da LBP, Duarte Caldeira, o

secretário de Estado assegurou a transferência dos mesmos

apoios, sem prejuízo do trabalho que irá ser realizado con-

Recorde-se que a LBP tem vindo a chamar a atenção dos

das associações, criado em 2007 com carácter provisório,

está há muito desfasado da realidade vivida pelos bombeiros.

presidente do Governo Regional

O dos Açores defendeu a necessidade

de desenvolver um novo modelo de

bombeiros, nomeadamente, o seu au-

Carlos César falava em Angra do He-

AFN

Amândio Torres

roísmo, na Terceira, durante a inauguração

das novas instalações dos bombeiros

locais.

“É preciso cultivar a autogestão e o

para que não dependam da solidariedade

da Protecção Civil e do Governo”,

s Bombeiros Voluntários

Ode Cascais dizem-se enganados

pela Administração

Regional de Saúde de Lisboa

(ARSL) e advertem os seus

responsáveis de que “não

devem brincar com os bombeiros

e com as populações”.

Os bombeiros estavam

avisados pela ARSL de que

os transportes de doentes,

nomeadamente hemodializados,

realizados a partir de

1 de Novembro, deixariam

de incluir o pagamento do

retorno. Era suposto que as

facturas emitidas antes dessa

data, incluindo Setembro

e Outubro, cumprissem as

regras anteriormente acordadas.

Contudo, como agora

se veio a provar, a ARSL deu

o dito por não dito e, por

responsabilidade exclusivamente

sua, como a conferência

da factura de Setembro

só ocorreu após o dia 1

de Novembro, entendeu re-

era suposto fazer incidir

apenas nos serviços efectuados

a partir dessa data.

Os Bombeiros de Cascais dizem-se “enganados por uma entidade

que nos devia respeitar como parceiros e respeitar a comunida-

AÇORES

Governo Regional defende outro modelo

apelou ainda aos municípios para que

estejam “na linha da frente” no apoio a

estas instituições.

Carlos César lembrou ainda que a

obra agora inaugurada era “um compromisso

assumido perante os angren-

deixou funções comandante dos Bombeiros Voluntários

O

de Macedo de Cavaleiros, João Venceslau,

mais conhecido por Joca, continua internado

no Hospital de Santo António, no Porto, na

sequência do acidente de que foi vítima em

22 de Outubro provocado pelo rebentamento

de um tubo hidráulico. Encontra-se livre de

perigo mas ainda sujeito a internamento.

Desejamos-lhe rápidas melhoras, bem

como a todos os restantes bombeiros que

também foram vítimas de acidentes no exercício

da sua missão, nomeadamente no comba-

O chefe José Costa, dos Voluntários de Penedono,

já teve alta da Unidade de Queimados

do Hospital de Coimbra e encontra-se em

TRANSPORTE DE DOENTES

Bombeiros dizem-se enganados pela ARSL

ses”, e frisou que o Governo Regional

investiu nos últimos cinco anos mais

de seis milhões de euros no reforço na

rede de infra-estruturas de protecção e

segurança.

A Associação Humanitária de Bombeiros

Voluntários de Angra do Heroís-

BOMBEIROS FERIDOS

Comandante Joca ainda internado

casa mas sujeito a tratamentos. O mesmo

acontece com os outros dois voluntários de

Penedono, bombeiros de 3ª Alfredo Lopes e

César Antunes, que foram igualmente vítimas

de queimaduras, embora de menor gravidade.

O chefe Marcos Serrão, dos Bombeiros de

Oeiras, teve alta hospitalar após a cirurgia a

quer foi sujeito na sequência do despiste da

viatura em que se deslocava com outros elementos

para o combate a um incêndio fora do

concelho.

Os dois irmãos bombeiros, Adriano e Cláudio

Courela, dos Voluntários de Zambujal,

Loures, foram atingidos pelo fogo tendo estado

internados, primeiro na Unidade de Quei-

de que servimos”, não sabendo como irão buscar os 3500 euros em

falta, necessários para pagar os ordenados de Dezembro.

mo possui uma corporação com 85

elementos, 15 dos quais promovidos a

bombeiros de 3.ª.

As obras de remodelação do quartel

dos bombeiros de Angra do Heroísmo

custaram três milhões e duzentos mil

euros.

mados do Hospital de S. José, em Lisboa, e

depois no Hospital da Prelada, no Porto, mas

já tiveram alta hospitalar, em meados de Novembro,

e estão sujeitos a tratamentos regulares

numa clínica de Sacavém.

Os elementos do Regimento de Sapadores

Bombeiros de Lisboa feridos na sequência do

despiste da viatura em que se circulavam na

Avenida de Berna encontram-se também em

convalescença.

Álvaro Monteiro, recupera das queimaduras

sofridas e o bombeiro de 3ª, Flávio Caldeira,

de Bragança, encontra-se já refeito da doença

súbita de que foi vítima durante o combate a

um incêndio.


DEZEMBRO 2011

s bombeiros reagiram mui-

Oto mal à nota operacional

do CNOS que, há cerca de mês

e meio, foi enviada às associações

e corpos de bombeiros e

que dava conta que a partir do

dia 1 de Janeiro de 2012 os

CDOS deixariam de registar na

aplicação informática todas as

ocorrências que não estivessem

previstas nas Directivas Operacionais

que materializam o

SIOPS. O CNOS excluía assim

por completo a emergência pré-

-hospitalar. A medida foi expli-

cada com a necessidade de

“rentabilizar” os meios humanos

alocados a este tipo de serviço,

ou seja a introdução dos

dados informaticamente. Acrescentava

a ANPC, através do

CNOS, que esta actividade

era “registada” pelo INEM, estrutura

a quem “compete” a coordenação

do Sistema Integrado

de Emergência Médica.

Mal a decisão foi conhecida,

não a iriam acatar. A Federação

de Bombeiros do Distrito de

TUDO COMO DANTES NA ‘FAMÍLIA 4000’

Bombeiros levaram ANPC a recuar

Depois da onda de contestação que

envolveu a decisão da Autoridade Nacional

de Protecção Civil (ANPC) que pretendia

deixar de registar informaticamente todas

as ocorrências que, envolvessem

ambulâncias, o Comando Nacional de

Operações de Socorro (CNOS) foi obrigado

a recuar na decisão. Desta forma, as

associações e corpos de bombeiros

Texto: Patrícia Cerdeira

das ocorrências da família 4000.

Santarém chegou mesmo a enviar

ao Ministério da Administração

Interna uma longa carta

de contestação, documento que

o BP publicou na edição de Novembro.

Também as federações

de Leiria e Lisboa vieram a público

contestar a decisão, assumindo

mesmo que a mesma era

um “erro” crasso já que “infringia”

a legislação em vigor.

Dado o clima instalado, o as-

sunto foi discutido em reunião

do Conselho Executivo da Liga

dos Bombeiros Portugueses. No

Liga concluiu num documento

enviado à tutela como poderiam

os CDOS assegurar que, no âmbito

do SIOPS, todos os agentes

actuam no plano operacional articuladamente,

se em relação a

determinadas ocorrências “deixavam

de as conhecer”.

“Como pode a ANPC assegurar

o Comando Operacional de

todas as operações de socorro

e, ainda, o Comando Operacional

Integrado de todos os corpos

de bombeiros (art.º 5.º do

SIOPS) se não conhece determinada

ocorrência”. “Como

pode a ANPC saber se os meios

materiais e humanos estão no

quartel ou empenhados em socorro

se desconhece as ocor-

7

rências de família 4000?”.

“Como podem o CNOS e CDOS,

de acordo com o estabelecido

nos art.º 7º e 11º do SIOPS,

acompanhar em permanência a

situação operacional das ocorrências

que desconhecem”. Por

tudo isto, o Conselho Executivos

da LBP, reunido em 19 de

Novembro, deliberou questionar

a ANPC, sobre os procedimentos

adoptados, em clara

violação das disposições legais

e vigentes, reclamando desde

logo a suspensão dos mesmos e

a reposição da legalidade. Deci-

associações e corpos de bombeiros

a manterem o registo

das ocorrências da família

4000, bem como, dar conhecimento

desta posição ao Ministro

da Administração Interna,

ao Secretário de Estado da Administração

Interna e ao Ministro

da Saúde.

A polémica não foi mais longe

porque em meados de Novembro

a ANPC fez saber que “anulava”

a controversa decisão de

excluir a Família 4000 dos registos

informáticos de carácter

operacional.


8 DEZEMBRO 2011

TROFA

O seu a seu dono

a nossa última edição, a propósito de ofertas feitas pelos

Nirmãos Reis aos Bombeiros Voluntários da Trofa, contámos,

mais uma vez, com a colaboração do jornal “O Notícias

da Trofa”, que particularmente agradecemos. Porém, na inserção

das fotos cedidas, por lapso, não indicámos a sua

renovando o agradecimento ao referido jornal pelo apoio

sempre dispensado.

Federação tem

novos dirigentes

Castelo Branco

comandante dos Bombeiros Voluntários de Castelo

O Branco, José Mariano, é o novo presidente da Federação

Distrital de Bombeiros de Castelo Branco. As eleições

decorreram este mês na Covilhã e a tomada de posse já

está marcada para 14 de Janeiro. “Unir cada vez mais os

bombeiros” é a missão traçada pelo comandante José Ma-

-

de”.

A necessidade de “concentrar esforços para que nada

-

no, agora se apresenta face aos inúmeros cortes a que

estão a ser sujeitos e que já estão a condicionar a capaci-

Entretanto, a Federação de Castelo Branco decidiu nomear

para conselheiros nacionais da Liga de Bombeiros

Portugueses (LBP) os comandantes dos Bombeiros Voluntários

do Fundão, António Antunes, e da Sertã, Alexandre

Silva.

Leiria

Federação de Bombeiros do Distrito de Leiria elegeu os

A dirigentes para o triénio 2012-2014 em assembleia-

-geral que decorreu nas instalações dos Voluntários do

Juncal.

A assembleia-geral continua a ser presidida por José

Ferreira (Porto de Mós) tendo, como vice, Antero Campos

(Alcobaça) e, como 1º e 2º secretários, respectivamente,

Vitor Nine (Mira de Aire) e Luís Silva (Figueiró dos Vinhos).

Como presidente da direcção foi eleito Mário Cerol (Alcobaça),

como vice, José Augusto Rosa (Peniche), como

secretário administrativo, Manuel Marques (Pombal), secretário

técnico, Sérgio Gomes (Óbidos), como tesoureiro,

Pedro Costa (Maceira), e como vogais, Elísio Pereira (Porto

de Mós) e Luís Lopes (Leiria).

-

dos), tendo como vice, António Carvalho (Porto de Mós) e

como relator, Augusto Arnault (Pedrógão Grande).

Santarém

Federação de Bombeiros do Distrito de Santarém esco-

A lheu os dirigentes que a vão liderar até 2014. A eleição

decorreu nas instalações dos Voluntários da Golegã.

A assembleia-geral passa assim a ser constituída pelo

-

ro (Samora Correia), secretário, Neida Peralta Ferreira

(Golegã), secretário adjunto, António Manuel Jesus (Abrantes),

e suplente, Norberto Graça (Ferreira do Zêzere).

A direcção é presidida por Diamantino Duarte (Santarém),

tendo como vices, Adelino Gomes e Pedro Ribeiro

(Constância e Almeirim), secretário, Vitor Bertolo (Entroncamento),

tesoureiro, Francisco Paiva (Torres Novas), vogais,

Paulo Cardoso e José Guilherme Marcos (Rio Maior e

Benavente) e suplentes, Pedro Jana e Vitor Nalha (Mação e

Chamusca).

(Sardoal), como secretário, Rui Oliveira (Alpiarça), como

relator, António Leitão (Torres Novas) e como suplente,

Paulo Jorge Major (Caxarias).

Dos novos dirigentes da Federação de Santarém, 13 são

elementos de comando e 5 são dirigentes.

O

VAGOS V

A completar dois anos

s Bombeiros Voluntários de Vagos estão de parabéns. O seu

Oboletim mensal completou em Novembro último o seu segundo

aniversário.

A esse propósito, a última edição está recheado de notícias, incluindo

a reprodução de das primeiras páginas dos boletins já editados

on-line.

Temos acompanhado o esforço desenvolvido pela equipa de voluntários

que com regularidade tem garantido a divulgação das

actividades da Associação de Vagos. Merecem, por isso, o aplauso

“Sineta” volta em força Prossegue boletim

da Cruz Verde

jornal “Sineta”, publicação bimensal propriedade da Associação

nomeadamente, a cores, facto que não poderemos deixar de saudar.

A última edição, n.º 236, faz alusão às eleições na Liga dos Bombeiros

Portugueses, realizadas no decorrer do Congresso da Ré-

-

lização de um curso de liderança ocorrido na Unidade Local de Formação,

um extenso e profuso artigo no âmbito da emergência pré-

-hospitalar e uma carta aberta do presidente da direcção, Fernando

Lima, dirigida aos associados dando conta da angariação de fundos

para assegurar a quota-parte da instituição na obtenção da necessária

viatura urbana de combate a incêndios.

Será de justiça lembrar aqui o papel decisivo de Duarte Alberto

Pires que, como 1.º secretário da direcção e chefe de redacção do

jornal, foi desenvolvendo essa actividade com esforço e dedicação

ao longo de muito tempo.

Chega a 200 endereços

s Bombeiros Voluntários de Óbidos acabam de divulgar mais

Ouma edição do seu boletim, que distribuem por mais de 200

endereços por via electrónica e, em papel, por 70 entidades e serviços

do concelho de Óbidos.

Além de dar a conhecer a sua história e de transmitir alguns conselhos

úteis à população, o boletim, segundo o comandante dos

Bombeiros de Óbidos, Sérgio Gomes, “esta perspectiva informativa

e paralelamente pro-activa, tem ainda como objectivo “aproximar”

os Bombeiros de Óbidos e a comunidade”.

hegou-nos à mão mais uma edição do boletim informativo da

C

– Cruz Verde, referente a Outubro último.

Nesta edição os Voluntários da Cruz Verde fazem um balanço do

-

ção de uma nova viatura para o combate a incêndios, em Setembro

passado.

Destaque para os vários testemunhos incluídos sobre a “passagem

pelos bombeiros”, da autoria do secretário-geral da Associação,

António Barros, do comandante Luís Fonseca e dos bombeiros,

(sub-chefe).

Uma nota ainda para os sorteios semanais anunciados no boletim,

cuja receita reverterá para a recuperação de viaturas históricas

da instituição.


DEZEMBRO 2011

Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) vai rea-

A lizar em 17 de Dezembro, a partir das 9h30, o

último Conselho Nacional (CN) de 2011 no novo

quartel dos Bombeiros Voluntários de S. Pedro de

Sintra, inaugurado em Maio último.

A ordem de trabalhos desta reunião centra-se na

discussão e votação do Plano de Actividades e Orçamento

da LBP para 2012.

-

mento das associações de bombeiros e a grave situação

vivida no domínio do transporte de doentes

efectuado pelos bombeiros, também deverão ser

abordadas.

O CN deverá também pronunciar-se sobre as

propostas de atribuição da Fénix de Honra, ao comandante

dos Voluntários do Montijo, Vitor Pires, e

a seis associações e corpos de bombeiros. Neste

caso, encontram-se os corpos de bombeiros municipais

de Santarém e Abrantes e as associações

humanitárias de Santarém, Benavente, Rio Maior e

Ourém, em função do cumprimento de, respectivamente,

181, 151, 140, 126, 119 e 99 anos de vida.

A decisão de atribuição terá por base o parecer favorável

da Comissão Técnica da Fénix de Honra

composta por Rodeia Machado, Carlos Batista e

Cristiano Costa Santos.

Na sessão de encerramento do CN, a LBP pretende

homenagear, com a atribuição do crachá de

ouro, três personalidades envolvidas no apoio social

aos bombeiros, Serra Bugalho, antigo dirigente

de bombeiros e responsável no âmbito do Fundo

de Protecção Social do Bombeiro, e os cirurgiões,

Rui Bastos e Miguel Andrade, pelo apoio médico

gracioso prestado aos bombeiros.

CONSELHO NACIONAL DA LBP

S. Pedro de Sintra recebe último de 2011

DESPESAS EXTRAORDINÁRIAS E COMBUSTÍVEIS

ANPC sem luz verde para pagar

Autoridade Nacional de Protecção Civil

A (ANPC) aguarda resposta do Ministério das

Fianças ou do Ministério da Administração Interna

para que possa começar a pagar as despesas

extraordinárias e de combustíveis às associações

e corpos de bombeiros relativas ao ano em curso.

Para tal, a ANPC já tem pronta a desagregação

das verbas devidas por associações e corpos

de bombeiros estando apenas a aguardar infor-

ALCOCHETE

mação sobre se o reforço solicitado foi aprovado

na íntegra.

milhões de euros no âmbito do Orçamento Recti-

-

timo para regularização das despesas extraordinárias

deste ano (7 milhões de euros) e combustíveis

(2,3 milhões de euros).

Câmara mantém o apoio

Câmara Municipal de Alco-

A chete garantiu aos bombeiros

voluntários locais que vai

-

ceiro, atribuído em 2010 e

2011, de 35 mil euros.

A Autarquia sublinha que tal

facto assume um carácter de

excepção face ao movimento

associativo concelhio e apesar

-

nanceira da Autarquia. Além do

-

mara Municipal vai continuar a

assegurar aos Voluntários de

Alcochete a cedência de pessoal,

ao abrigo da parceria existente

entre as duas entidades, que permite uma mobilidade de pessoas de forma a garantir que os

bombeiros possam continuar a ver reunidas as condições necessárias ao desempenho cabal da sua

missão de prevenção e socorro.

elo terceiro ano consecutivo a Fundação Mon-

Ptepio garantiu a atribuição de Bolsas de Investigação

a Bombeiros, uma iniciativa da Liga dos

Bombeiros Portugueses que nos últimos dois anos

permitiu a conclusão de 9 trabalhos da autoria de

elementos inseridos em corpos de bombeiros.

Esta notícia foi transmitida por Paula Guimarães,

em representação da Fundação Montepio,

no decorrer da entrega formal dos trabalhos dos

bolseiros da última edição das Bolsas de Invesyigação,

que teve lugar no dia 22 de Novembro na

sede da LBP.

Os quatro trabalhos este ano seleccionados

pelo júri da autoria de José Luís Alves do RSB de

Lisboa, Joel Balsinha, dos BV de Alhandra, Rui

BOLSAS DE INVESTIGAÇÃO

Fundação Montepio

garante bolsas para 2012

9

Alves dos BV de Barcelinhos e Hélder Silva dos BV

Pampilhosa, tiveram como alvo a Sinistralidade

Rodoviária nos Corpos de Bombeiros, os dois primeiros,

o Spalling explosivo e a Observação do

Bem-estar em relação com o sofrimento, os dois

restantes.

Nesta ocasião Paula Guimarães sublinhou o

apreço que a Fundação Montepio tem por esta

iniciativa da LBP, razão porque decidiu manter o

apoio à mesma em 2012.

Oportunamente será anunciado o Regulamento

da iniciativa, bem como a composição do júri da

mesma, decisão que caberá ao Conselho Executivo

da LBP a empossar no próximo dia 7 de Janeiro.


10 DEZEMBRO 2011

N

a frente de fogo, na ambulância,

ou no veículo de

desencarceramento estão

bombeiros sem género, porque

o que conta no teatro de operações:

a preparação, a formação,

a experiência, não são atributos

exclusivos nem das mulheres,

nem dos homens.

Embora o tema ainda cause

controvérsia, no quartel, no terreno,

no quotidiano elas e eles

pelo menos a certeza de Mafalda

Neves, chefe nos Bombeiros

de Linda a Pastora.

“Agora estamos em pé de

igualdade, foi difícil darem-nos

a hipótese de provar que sabemos

fazer. O que os preocupava

era que subíssemos mais que

eles… bem há uns anos era tudo

bem diferente”, refere a mulher

de garra que já fez de tudo um

pouco na sua associação, e

constitui exemplo, não só para

os 14 bombeiros que ocupam

as camaratas femininas, mas

também para a meia centena

de operacionais masculinos.

Estivemos à conversa com alguns

desses elementos da ala

feminina e não obstante as ida-

estar na vida, todas estão nos

bombeiros por convicção e para

a vida

Decidida, “rija” Mafalda Neves

é chefe no corpo de bombeiros

de Linda a Pastora e

“quebrar o gelo” e falar aos jornalistas

da sua experiência. É

uma espécie de activista do

movimento “Vida por Vida”, aliás

vive e respira bombeiros e,

por isso, com natural facilidade

fala do seu percurso, revela

LINDA

Mulheres, mães, e bombeiras

Não são propriamente um elemento novo

nos corpos de bombeiros, mesmo assim

a presença das mulheres nos quartéis é

ainda uma curiosidade, até porque são

os homens que em número mais expressivo

Texto:

Fotos:

A elas, ainda uma minoria,

cumpre dar o melhor de si e provar

diariamente, em todas as situações,

Tentando contrariar a realidade Jorge

Vicente, comandante dos bombeiros

de Linda à Pastora, não hesita em tornar

públicos a garra, o empenho

pormenorizadamente as datas

que lhe preenchem a já vasta

folha de serviço, marcada pelas

formações, mas também pelas

intervenções, muitas por sinal.

Quando lhe perguntamos

porque escolheu este caminho

diz que o pai era bombeiro e

por isso mesmo, praticamente,

nasceu ali no quartel.

Aos 12 anos “alista-se” na

fanfarra dos voluntários, “porque

era a única forma de entrar

nos bombeiros”, aos 14 era

-

dade de carreira, mas a cumprir

as missões que lhe eram

viaturas ou distribuir refeições

aos mais carenciados… nada

mais”.

Não desesperou, não desistiu.

bombeiro de 3.ª. Em 1998 era

bombeira de 1.ª. Em 2001

cumpri a formação para subchefe,

em 2005 era chefe”, conta

orgulhosa.

Quando indagamos sobre os

“ossos” do ofício que escolheu,

confessa que já enfrentou “situações

complicados”, mas não se

perde em pormenores.

Gosta de tudo o faz. Durante

o dia assegura o trabalho na secretaria,

à noite, “dia sim, dia

não” cumpre o seu papel de voluntária.

Mãe de duas meninas, casada

com um bombeiro do Dafundo,

Mafalda Neves diz-se na

obrigação de dar mais apoio às

crianças, ainda que conte com

ajuda dos sogros, pois de outra

forma seria impossível entregar-se

de alma e de coração à

carreira que escolheu.

Ainda diz é com um aperto no

coração que recebe as reclama-

-

substanciadas na insistente

questão: “Mãe vais outra vez

para os bombeiros?”

Por outro lado, garante que o

marido “sempre respeitou esta

paixão pelos bombeiros”,

“Apoiamo-nos um ao outro”,

diz.

Patrícia Narciso tinha 17 anos

-

leiras dos soldados da paz, hoje

com 31 continua de “pedra e

cal”.

Funcionária do CTT cumpre

com rigor o papel de voluntária

e vive com entusiasmo essa

condição que lhe ocupa todo o

tempo livre.

A bombeira de 1.ª conta que

a mãe não aceitou bem a decisão,

mas que com o tempo lá

vai tentando compreender as

Granjeando de todo o apoio

familiar para cumprir a sua missão

na associação de Linda a

Pastora, ou não fosse casada

com bombeiro, Cátia Sampaio,

aos 29 anos, é voluntária, mas

já trabalhou na instituição uma

meia dúzia de anos, uma “experiência

muito positivo” que só

lhe traz boas recordações.

“Aqui cresci aprendi muita

coisa”, conta

Estuda enfermagem, trabalha

na caixa de um hipermercado,

mas arranja tempo para se

entregar a esta causa, muitas

vezes contrariando um certo

comodismo provocado pelo

cansaço do quotidiano.

“Nem sempre é fácil, chega-

mas tenho que ajudar quem

precisa de mim!”, releva.

das muitas missões cumpridas,

fala de um incêndio no Norte,

no início de 2000 e da dor que

sentiu ao “ouvir os colegas da

Amadora a despedir-se via rádio”,

quando as chamas não davam

tréguas… Felizmente, “salvaram-se

todos”, mas para

-

Enfermeira, Carina Martins

de 25 anos está na corporação

há cerca de um ano e faz “de

tudo”.

Tendo em conta a sua formação

está mais talhada para a

emergência pré-hospitalar, contudo

diz ter-se sentido muito à

vontade no combate a incêndios.

Este seu gosto não foi acompanhado

pela família que defendia

que este “é um meio de

homens… um ambiente de perdição”,

mas a persistência conquistou

os seus pais que hoje já

encaram de outra forma esta

escolha.

Com apenas 16 anos mesmo

ciente que não podia “entrar em

acção” Helena Palma, hoje com

23 anos, não hesitou em tentar

dar o seu contributo ao voluntariado.

-

mover-lhe a vontade de dar

tudo por tudo para ajudar o seu

semelhante.

Os pais achavam que esta

era só mais uma actividade que

Helena deixaria naturalmente

quando outros apelos surgissem,

mas não!

Com 17 anos telefonou ao pai

a pedir autorização para rumar

a Norte para combater um in-


DEZEMBRO 2011

A PASTORA

a tempo inteiro

cêndio, mas quando percebeu

que essa permissão não lhe iria

ser dada, acabou por informar

que já estava na auto-estrada e

não tinha como voltar atrás.

Hoje, a aluna do curso de enfermagem,

garante que os pais

já se habituaram. Na verdade

as alternativas eram poucas. A

decidida Cátia há muito que fez

a suas escolhas.

“A minha mãe queria que eu

arranjasse um hobby escolhi

este, mas o meu pai não gostou

muito, mas quando precisou da

ajuda dos bombeiros passou a

aceitar melhor”, diz-nos a jovem

Joana que, com apenas 17

anos cumpre apenas funções

dentro do quartel, mas não esconde

o desejo de poder acom-

panhar os companheiros nas

ambulâncias ou nas viaturas de

combate a incêndios.

Enquanto espera dedica-se

ao voluntariado e também ao

curso de Técnica de Apoio à Infância

que certamente ditará o

Maria Helena é a mais velha

deste grupo e acumula experiências.

Ingressou na Cruz vermelha

em 1981, porque nessa

época “as mulheres nos bombeiros

só podiam ser donas de

casa”

“Como a minha casa já me

por entrar numa instituição

onde me deixavam fazer o que

Alcançou o posto de sargen-

to, fez de tudo em missões em

Portugal e no estrangeiro e em

1996, decidiu então entregar-

-se ao voluntariado nos bombeiros.

“Na época, dada a minha experiência,

queriam equiparar-

-me a chefe, mas não aceitei,

comecei como aspirante, porque

o meu objectivo não era

progredir hierarquicamente,

mas antes evoluir tecnicamente”.

Hoje a bombeira de 2.º é

Formadora Externa da Escola

Nacional de Bombeiros nas áreas

de técnicas de socorro e salvamento

e desencarceramento

“Levei 8 anos para conseguir

tirar o curso de formadora de

técnicas de Salvamento e De-

sencarceramento, porque os

homens não deixavam”, denuncia,

mas já com alguma ironia,

pois considera que, actualmente,

o cenário é bem diferente.

Esteve nos bombeiros de

Carnaxide, mas desde de Agosto

que integra “orgulhosamente”

a associação de Linda a Pastora.

“Em situações em emergência

já tive uma arma na barriga

e uma faca ao pescoço”, conta,

assumindo contudo que é isto

que gosta de fazer e não são as

contrariedades que a vão afastar

dos bombeiros.

Também Susana Nunes, 26

-

des. Ouvia os primos bombeiros

falar, contar histórias e desde

nova sonhava fazer parte

desta família, mas os entraves

foram muitos.

“O meu primo não me deixa -

va ingressar nos bombeiros,

achavam que não era uma actividade

para as mulheres”, diz.

Mas esta alentejana assim

que ganhou o passaporte para

voar para Lisboa rumo à universidade,

não hesitou em

“aterrar” no quartel de bombeiros.

conheceu o adjunto de comando

que acabou por ser determinante

na realização do sonho

antigo.

A terminar a licenciatura,

esta bombeira de 3.º, complementa

a vertente de voluntaria-

do com um part-time na central

da associação.

Mais tímida, mas acérrima

apoiante da causa, a jovem Fatumata

Embaló, ainda alimenta

o sonho de ser bombeira com

histórias dos seus companheiros.

Mas apesar de estar “presa”

às quatro paredes do quartel,

também já tem episódios para

contar. Revela que numa ocasião

que limpava uma das ambulância

caiu e passou de aspirante

a bombeira a vítima. A

queda não deixou marcas, tanto

que, mesmo contra a vontade

da mãe, continua empenhada

na concretização de um desejo

antigo.

11

São estas mulheres determinadas

que deixam orgulhoso o

comandante Jorge Vicente.

As suas operacionais, garante,

“são iguais aos homens”, defendendo

a necessidade de

“aproveitar a garra de algumas

mulheres” dando como exemplo

a chefe Mafalda Neves, “tecnicamente

muito boa, cumpridora,

persistente, um exemplo que todos,

elas e eles, querem seguir.”

Mostra-se muito satisfeito

com o nível e a formação destas,

o que constitui uma mais-

-valia para corpo de bombeiros.

“Todos ganhamos”, sublinha.

Quando assim é… tudo indica

que de facto algo está a mudar

no bombeiros de Portugal!


O

jam” a rigor.

Solidariedade, fraternidade, e

amor ao próximo, valores tão asso-

-

tas no dia-a-dia destes homens e

mulheres. Ainda assim, esta é uma

época diferente, mesmo em tempos

de crise, mesmo quando o futuro é

incerto, sobretudo para as associações

humanitárias.

Associados, dirigentes e bombeiros

unem-se nas decorações dos quartéis,

nomeadamente na instalação de

presépios mais ou menos elaborados,

com muitos ou poucos elementos,

modernos os tradicionais. Todos T dife-

rentes, todos perfeitos na recreação

do nascimento de Jesus Cristo há

mais de dois mil anos.

ou Figueira da Foz o Natal foi recebi

do com a devida sobriedade mas com

muito entusiasmo e os presépios ins

talados em espaços nobres consti

tuem nesta época um atractivo que

convida a comunidade a entrar, a vi

sitar e quem sabe dedicar um pouco

mais de tempo e atenção e apoio aos

abnegados soldados da paz.

A tro comercial Parque Nascente,

em Gondomar, vai reverter a favor

dos Bombeiros Voluntários

de Areosa. Durante dois dias os

bombeiros montaram também

um conjunto de iniciativas naquele

centro, nomeadamente,

s Bombeiros do distrito de

OViseu estivaram em convívio

no passado dia 3 de Dezembro,

numa Ceia de Natal antecipada.

Este encontro que se realiza

pela primeira juntou centenas

AREOSA

Pai Natal ajuda os bombeiros

para rastreio gratuito de glice

mia e controlo de tensão arte

rial com mobilização geral de

tripulantes de emergência pré

-hospitalar e enfermeiros do

corpo de bombeiros presente.

ção foram também convidados

a contribuir para os bombeiros.

VISEU

Ceia antecipada

de bombeiros da região num

jantar convívio, muito animado.

Segundo os organizadores

esta ceia serviu para consolidar

os laços de amizade e camaradagem

entre os soldados da paz,

que muitas vezes só se encon-

NATAL

Quartéis em festa

tram no árduo trabalho de com-

O sucesso deste convívio levou

a já a agendar a edição de

2012 que terá como cenário Penalva

do Castelo.

Sérgio Santos

ma parceria entre os Bombeiros Voluntários

Ude Algueirão Mem Martins, o Pingo Doce do

Fórum Sintra e uma empresa de marketing social,

leva a efeito uma campanha designada “Os

bombeiros embrulham os seus presentes de natal”.

O stand estará patente neste espaço comercial

-

tantes a conhecer a corporação de bombeiros

ALGUEIRÃO – MEM MARTI R NS

Voluntários

embrulham presentes

DEZEMBRO 2011

através da exposição de um veículo e de imagens

que divulgam as missões dos soldados da

paz.

“A actividade pretende angariar fundos para a

Associação, assim como novos sócios e divulgar a

instrução inicial a bombeiro ao público mais jovem”,

mencionou o comandante Joaquim Leonardo.

Sérgio Santos


DEZEMBRO 2011

P

or ocasião do 68.º aniversário

da Associação Humanitária

dos Bombeiros Vo-

-

nais da rádio da instituição não

tinham descanso, com o intuito

os pormenores do vasto e grandioso

programa das comemorações.

Vários jornalistas e animadores

da estação captavam

todos os sons que permitissem

levar realismo aos ouvintes, en-

com ligações às associação e

cada acontecimento em notícia.

-

ma dos directos constantes que

a equipa do BP teve a oportunidade

de conhecer os radialistas

e de visitar os estúdios onde,

diariamente, produzem e editam

os vários programas, asseguram

a “grelha”.

Bem equipada, muito bem

instalada a Rádio Sines é uma

estação regional, estatuto que

conquistou com muito trabalho,

-

gulho,

A primeira emissão experimental

ocorreu a 12 de Janeiro

de 1988, entre as 16 e as 19

horas, Dias depois, então em

103.0 FM, começaram as emissões

regulares, mas em horário

reduzido “das 20 às 24 horas de

às 24 horas aos sábados e domingos”.

Registe-se que a década de

rádio, inúmeras estações “piratas”

– vulgo ilegais - em todos

os pontos do Pais davam boa

SINES

Rádio no quartel

Os bombeiros de Portugal revelam uma crescente preocupação

com as questões ligadas à comunicação, não como forma de

protagonismo mas antes com a justa intenção de dar a conhecer o

trabalho desenvolvido mas associações humanitárias.

Nos últimos anos, os bombeiros têm de facto apostado nas novas

tecnologias, nos blogues, nas redes sociais e também nos boletins.

A “dar cartas” em matéria de comunicação surgem os voluntários

de Sines que desde 1988 mantém uma rádio no quartel que há

muito conquistou o estatuto de órgão de comunicação regional.

Em 95.9 FM os bombeiros são sempre notícia tal como todos os

casos que marcam o dia-a-dia da região.

Texto:

Fotos:

-

mando-se como uma válida alternativa

às rádios de âmbito

nacional espartilhadas nos inte-

atormentavam o espírito livre e

sonhador de muitos “locutores”

amadores.

A então ainda “pirata” Rádio

Sines, em menos de 2 meses

emissões regulares e em Maio

já estava em antena das 8 às

24, todos os dias da semana.

No dia 24 de Dezembro de

1988 esta rádio, como muitas

as congéneres é silenciada.

Termina assim o ciclo das então

rádios piratas em Portugal,

mas começa o novo movimento

que levou à criação de muitas

estações locais.

A Rádio Sines – Emissor da

Associação dos Bombeiros Voluntários

de Sines concorre en-

o concelho de Sines, tendo o

projecto sido aprovado a 12 de

em Diário da República a 23 de

Junho.

No dia seguinte, às 15 horas

estação começa então a operar

todos os dias da 8 as 24 horas,

Na década de 90 o período de

emissão é alargado para as 24

horas preenchidas com produ-

Nos últimos anos, a Rádio Si-

-

do-se como uma estação “para

o litoral alentejano” aumentan-

bastante ampliada com a internet

que permitiu projectá-la em

todo o mundo.

-

toral alentejano a emitir a sua

emissão online”, dizem-nos os

elementos da pequena mas polivalente

equipa que garante as

emissões diárias.

Actualmente a Rádio Sines,

Os primeiros anos do século

-

tante adaptação às mais recentes

tecnologias. O mais recente

investimento traduziu-se no

lançamento do site mobile -

resposta à crescente utilização

-

sa assim a direccionar-se para

a nova geração de ouvintes que

querem ouvir rádio usando

-

vel, smartphone ou tablet”, revelam

os responsáveis pelo

projecto.

Constituem estA dinâmica

equipa os animadores - ou radialistas

como se assumem -

-

vares, Flávio Siqueira e Filipe

Medeiros e ainda o DJ Cisko. A

Joaquim Bernardo e Ângela Nobre.

Para além de boa música, a

Rádio Sines transmite diariamente

duas horas de noticiário,

aposta também no desporto e

13

no acampamento das equipas

locais e, obviamente, garante

cobertura privilegiada das inúmeras

actividades da associação

e do corpo de bombeiros

voluntários de Sines.

A emitir há 33 anos e com

provas dadas a Rádio Sines

continua, no entanto, a investir

também na captando novos públicos.


14 DEZEMBRO 2011

AMORA

Primeira chefe

Pescadores solidários com bombeiros

do concelho do Seixal s pescadores estão solidários com os Bombeiros Voluntários de

OLeixões, nomeadamente para com os seus 23 assalariados,

tendo já disponibilizado uma verba de três mil euros, montante

que nos próximos dias pode ser substancialmente reforçado.

Dois cabazes diários de sardinha doados para apoiar os bombeiros

foram a meta traçada durante quinze dias por 22 embarcações

de pesca de cerco de Leixões, Póvoa de Varzim, Afurada e Caxinas.

Entretanto, também com o apoio da Junta de Freguesia de Matosinhos

foi efectuado um peditório que rendem mais três mil euros,

conforme disse ao BP o presidente desta autarquia António

Parada, mostrando-se, ainda, muito optimista no resultado de um

almoço que se realiza neste domingo que se prevê “junte cerca de

mil pessoas e renda para os cofres do bombeiros cerca de 10 mil

euros”.

-

esde 1 de Dezembro os bombeiros do concelho do Seixal pas-

Dsam a contar com a primeira mulher chefe.

Em cerimónia realizada no quartel dos Bombeiros Voluntários de

Amora, Maria de Fátima Correia Mendes da Silva foi promovida à

categoria de chefe, conjuntamente, com os bombeiros Susana Pestana

e Manuel Oliveira, que receberam as divisas de bombeiros de

1ª.

Numa cerimónia, que contou com a presença dos “seus” Bombeiros,

da “sua” Escola de Infantes e Cadetes, de muitos amigos e

membros da Direcção da Associação, Fátima Silva foi apadrinhada

pelo adjunto do comando dos Bombeiros Mistos do Seixal, José

Mendes, dos pequenos Beatriz Costa e Francisco Baião, da bombei-

Voluntários de Amora, Lúcia Soares.

Há 27 anos nos Bombeiros Portugueses, Fátima Silva, segundo o

comando dos Voluntários da Amora,” sempre foi uma mulher lutadora,

vencedora, que sempre aceitou com coragem, tolerância a

sabedoria as adversidades da vida”.

“Mergulhada em momentos menos bons, ao mesmo tempo submersa

em momentos alegres de sorrisos e gargalhadas é a bombeira

que dá sentido à divisa “Vida por Vida” que um dia abraçou e

que a torna uma pessoa muito especial”, conclui o mesmo comando.

pagamento de salários aos seus colaboradores.

o passado dia 3 de De-

Nzembro tomaram posse

no salão nobre da Associação

Humanitária dos

Bombeiros de Cantanhede

o Subchefe José Manuel

Ferreira de Oliveira, como

segundo comandante, e o

bombeiro de 2ª Nuno Duarte

de Nascimento Carvalho,

no cargo de adjunto

de comando.

A cerimónia, singela

-

cado para a instituição,

contou com a presença,

do presidente da Câmara

de Cantanhede, João

Moura, do ainda presidente

da mesa dos congressos

da Liga dos Bombeiros

Portugueses e recém -

eleito presidente do seu

conselho executivo, comandante

Jaime Marta

Soares,

Do comandante Distrital

de Operações de Socorro

de Coimbra, coronel

António Martins, representantes

das associações

e corpos de bombeiros

dos distritos de Coimbra e

Aveiro, os órgãos sociais

da Associação, bombeiros

do Quadro Activo, Quadro

de Honra, Quadro de Reserva

e a fanfarra.

LEIXÕES

Sensíveis a isso, os pescadores, tantas vezes socorridos pelos

bombeiros, decidiram agora ser eles não só a ajudar mas também

a sensibilizar a comunidade para esta situação.

CANTANHEDE

Novos elementos de comando


DEZEMBRO 2011

VILA REAL

Despiste no IP4

o passado dia 29, pelas 5.30 h., os bombeiros da Cruz Branca

Nforam chamados para um acidente de um camião com reboque

dos Correios, no IP4, próximo do Alto de Espinho (Marão).

contrária e precipitou-se num talude com cerca de 30 metros. O

Cruz Branca enviaram para o local sete operacionais apoiados por

-

mento, Em comunicado o bombeiros dão conta da “necessidade de

efectuar trabalhos de desencarceramento com recurso a várias ferramentas

e almofadas de alta pressão e de dar apoio ao motorista”

O nevoeiro intenso e o gelo não facilitaram os trabalhos de socorro.

Por outro lado, o declive da ravina e a existência de material arbus-

para facilitar a sua remoção para a estrada onde o seu estado foi

avaliado e estabilizado pela equipa da VMER de Vila Real.

, que apresentava ferimentos ligeiros, para o Hospital de Vila Real.

s bombeiros portugueses

Ocontinuam a somar com

êxito a assistência e realização

de partos fora do ambiente hospitalar.

Desta feita, foi em plena

A8 e os protagonistas foram

três elementos dos Voluntários

da Malveira, Ana Rodrigues,

Tiago Correia e Cláudio Esteves.

A situação ocorreu em plena

madrugada com uma chamada

de socorro recebida nos Bombeiros

Voluntários da Malveira

para uma grávida já em trabalho

de parto em Póvoa da Galega.

Impossibilitados de alcançar

o Hospital de Torres Vedras os

m acidente de viação na A24,

Uno sentido Régua Lamego, ao

quilómetro 93.3, mobilizou 13

operacionais dos voluntários do

Peso da Régua, quatro viaturas, a

VMER de Vila Real e ainda elementos

da Brigada de Transito e da

Operscut.

De causas desconhecidas, o acidente

deixou encarcerado na viatura

um homem de 31 anos, natural

de Cambres, que apresentando

ferimentos ligeiros foi transportado

ao Hospital Distrital de Vila Real.

s Bombeiros Municipais de Tavira responderam, na madrugada

Ode dia 1 de Dezembro, ao alerta de incêndio num segundo andar

do n.º 2 da Travessa de Lisboa.

Quando os bombeiros chegaram ao local tinham parte de uma

habitação tomada pelas chamas e ainda a suspeita de uma jovem

-

da por um agente da Policia de Tavira que, com a colaboração do

enfermeiro da SIV, arrancou uma grade de ferro e auxiliou o seu

resgate de um compartimento com uma pequena janela para o

exterior.

uma auto-escada dos Municipais de Tavira e transportada ao hospital,

onde recebeu tratamento.

aquela habitação.

comando, e um outro de combate a incêndios urbanos e a auto-

-escada, e ainda efectivos da PSP. O INEM enviou para o local uma

ambulância SIV sedeada em Tavira.

João Horta

o dia 28 de Novembro um

Ngrupo de amigos passeava

na serra da Arrábida, quando

um deles caiu subitamente para

a falésia do Creiro, em Setúbal.

TAVIRA

Incêndio urbano

-

tuado em descensão junto à

melhor estabilização do sinistrado

que foi transportado por

RÉGUA

Acidente mobiliza muitos meios

SETÚBAL

Turista cai em falésia do Creiro

MALVEIRA

Mais um parto em plena A8

uma lancha até ao Porto de Setúbal,

onde ambulância aguardava

para o encaminhar a uma

unidade hospitalar.

Nas operações de salvamen-

15

to estiveram envolvidos meios

da Companhia de Bombeiros

Sapadores de Setúbal, INEM e

Sérgio Santos

bombeiros cumpriram o protocolo

estabelecido e encostaram

a ambulância de socorro na

berma da A8 para ajudar a parturiente

Ana Vila Nova a dar à

luz a Leonor, com 3,1 quilogramas

de peso.

-

to, foram transferidas pelos

bombeiros para o Hospital de

Torres Vedras, de onde ambas

já tiveram alta.

“Foi um misto de ansiedade e

felicidade” admitiu a bombeira

Ana Rodrigues ao fazer o balanço

do primeiro parto assistido.

Para o bombeiro Cláudio Esteves

“foi um dos momentos mais


16 DEZEMBRO 2011

Nas associações de bombeiros de todo

o País reina incerteza. O futuro

não se avizinha fácil. Faltam apoios



funcionamento dos quartéis.


Associação Humanitária dos Bombeiros

Oliveira de Azeméis mantém em

funcionamento uma escola de infantes e

cadetes que todos os sábados leva ao

quartel dezenas de crianças e jovens.


o sonho partilhado pela maioria dos


operacionais mais velhos

O futuro das associações e do voluntariado

pode mesmo passar por estas escolas que

já começam a ter expressão um pouco por



Texto:

Fotos:

OLIVEIRA D

Cadetes e infantes sã

N

em mesmo o frio e chuva

demovem dezenas que

crianças e jovens que ao

sábado de manhã trocam a

cama e actividades de puro la-

zer pela Escola de Infantes e

Cadetes da Associação Humanitária

dos Bombeiros Voluntários

de Oliveira de Azeméis.

Divididos em quatro turmas,

os formandos dos 8 aos 17

anos recebem formação de 15

bombeiros/monitores, orienta-


Ana Moreira a “autora” e a

mentora deste interessante

projecto.

A responsável pela escola revela

aos jornalistas que esta escola

não é um centro de actividades

de tempos livres é antes

um espaço de aprendizagem,

pois só desta forma é possível

ter bons bombeiros.

Por outro lado, defende que

este pólo poderia ser encarado

como espaço de excelência para

a integração de crianças e jovens

em risco, muito embora

não haja qualquer tipo de apoio

externos. Todos os custos desta

escola são suportados pela instituição.

A verdade é que por ali reina

a felicidade. Todos sem excepção

mostram um fascínio pelos

bombeiros e pelas coisas dos

bombeiros.

Por agora, os aspirantes com

quem contactamos são peremptórios:

“Sim queremos ser bombeiros”.

A escola funciona há seis

anos e já garantiu reforços para

o corpo de bombeiros, o que na

óptica de Ana Moreira é um bom

indicador.

Na parada, os alunos da turma

B, com idades compreendidas

entre os 11 e 12 anos, ouvem

atentamente o monitor e

cumprem de forma exemplar a

formatura. Depois da devida ordem,

os aspirantes a bombeiro

não hesitam em responder às

questões dos jornalistas.

Filipe Santos, tem 12 anos, e

orgulha-se de estar na corporação

“há já quatro anos”, veio

“para seguir o exemplo do pai”.

“Cada ano que passa gosto

mais de estar aqui na escola”,

diz.

“Se vou ser bombeiro? Claro

que sim!” garante.


DEZEMBRO 2011

E AZEMÉIS

o promessa de futuro

Deixamos a parada e entramos

no quartel onde as restantes

turmas executam várias

tarefas. Fazem cartazes,

preparam o convívio de Natal

ou abordam temáticas da actualidade.

Os cadetes da turma D estão

tão embrenhados no trabalho

que nem dão pela presença

de “estranhos”, só des-

grafo

Marques Valentim dá

alerta para a presença de jornalistas.

Jorge Nogueira, de 15 anos

interrompe os seus afazeres

para revelar que veio para a

escola para cumprir um desejo

do pai “que queria ser bombeiro”,

mas pelos vistos rendeu-

-se. Fala com entusiasmo da

possibilidade de dentro de alguns

anos poder ser útil ao

seu semelhante “numa ambulância

ou num veículo de combate

a incêndios”.

Vítor Dias, tem 14 anos,

mas é “caloiro”, ainda anda a

descobrir os cantos à casa.

“Estou a gostar, isto é engraçado…

Vim para aprender a

ser mais disciplinado e os

meus pais dizem que eu já

ando mais calmo”, revela.

Na turma A - a dos mais novos

- discute-se a problemática

do bulling. Os monitores dão o

mote, e os pequenos falam sobre

o assunto. Á nossa invasão,

tentam aproveitar para encerrar

o sério debate, mas rapidamente,

depois de dizermos ao

que vamos, recuperam a con-

centração e voltam ao trabalho,

não sem antes Sérgio de Oliveira,

de 9 anos, nos contar que

ouviu falar dos bombeiros

“numa aula de estudo do meio”

e gostou muito e é por isso que

ali está porque quer ser, dentro

de alguns anos, “um dos melhores”

operacionais do quartel

de Oliveira de Azeméis.

Histórias como estas e mui-

17

tas outras partilhadas pelos formandos

de palmo e meio pare-


escola, onde imperam os valores

da solidariedade e da ajuda

ao próximo, onde se tenta formar

homens melhores que,

sensibilizados desde tenra idade

para as questões do voluntariado,

podem mesmo vir a ser o

futuro desta instituição.


18 DEZEMBRO 2011

s bombeiros Cabeceirenses res-

Ogataram uma cadela de um buraco

com 17 metros de profundidade

na freguesia de Arco de Baúlhe.

Segundo fonte dos voluntários de

Cabeceiras de Basto “um caçador ha-

ealizou-se recentemente um exercício con-

Rjunto dos Bombeiros Voluntários de Alverca e

dos Bombeiros Privativos das OGMA/EFACEC

num cenário de incêndio numa aeronave.

As práticas e métodos de combate a este tipo

de incêndios e a aproximação dos veículos de

via perdido a sua cadela”, três dias

depois regressou ao local e ouviu os

latidos do animal pediu ajuda. A operação

foi assegurada pelos bombeiros

Fernando Ribeiro, Daniel Cunha e

Vítor Raimundo, que “depois de um

CABECEIRAS DE BASTO

Bombeiros os melhores amigos dos animais

trabalho complicado” conseguiram

resgatar o cadela que para além de

uma fractura apresentava sinais de

desidratação e uma fractura.

Há cerca de dois meses, revelam

os bombeiros cabeceirenses, foram

SETÚBAL

Formação de escoramento obriga a intervenção real

o decorrer de uma formação em técnicas de escoramento e de-

N -

cações, operacionais da Companhia de Bombeiros Sapadores de

Setúbal (CBS), foram chamados a uma intervenção real.

O mau tempo causou violentos estragos na estrutura de num

edifício no centro de Setúbal obrigando a intervenção desta equipa

de sapadores especializados (USAR), que procederam “ao escoramento

do edifício e montagem de tirantes em aço para não ocupar

demasiado a via pública”, conforme relata fonte dos sapadores.

A formação destas equipas bem como esta operação estão a cargo

do comandante da CBS Major Paulo Lamego e do subchefe Ulisses

Aurélio.

Sérgio Santos

socorro foram testados e treinados pelos oito

elementos e dois veículos dos bombeiros das

OGMA/EFACEC e os onze operacionais e quatro

veículos dos voluntários de Alverca (conforme

Sérgio Santos

ALVERCA

Incêndio em aeronave testa meios

também chamados ao lugar da Ribeira

para socorrer quatro gatinhos,

após o atropelamento da progenitora.

Os bombeiros Sérgio Basto, Daniel

Cunha, Armando Fraga e Ricardo Pe-

reira, salvaram os pequenos felinos.

Registe-se que estes gatinhos foram

depois acolhidos por uma das moradoras

de Ribeira, que comovida com

a história, não hesitou em dar uma

casa aos pequenotes.


DEZEMBRO 2011

m cumprimento das normas internacionais

Eda aviação civil em vigor e de acordo com o

disposto no Sistema de Gestão e Segurança

Aeroportuária, o Comité de Emergência do Aeroporto

Internacional da Madeira, em Santa

Cruz, realizou em 22 de Outubro um exercício

denominado “Exercício de Emergência à Escala

Total Aeroporto da Madeira 2011”.

No cenário do exercício, um avião A330,

num voo com origem em Caracas e tendo

como destino a Madeira, com 155 pessoas a

bordo (8 tripulantes e 147 passageiros), devido

a uma avaria que originou uma fuga de

-

res e é obrigada a fazer uma amaragem a cerca

de 1 milha fora

Durante a emergência, a tripulação mantém

o controlo, faz uma amaragem sem desinte-

-

-

mente.

Com este exercício, o Serviço Regional de

Protecção Civil da Madeira mobilizou um conjunto

de recursos alargado, que abrangeu os

bombeiros e outros agentes de protecção civil

por si activados e em coordenação com muitos

outros cuja área de responsabilidade tem, entre

outras, uma ligação muito directa com o

teatro de operações que foi objecto do cenário.

O teste à capacidade do dispositivo de resposta

operacional, face à ocorrência de um acidente

aéreo grave (amaragem de uma aeronave)em

várias áreas de intervenção.

A montagem e accionamento de um sistema

de triagem, com o estabelecimento de um Posto

Médico Avançado (PMA), coordenado pelo

Serviço de Emergência Médica Regional através

das equipas médicas de intervenção rápida

(EMIR) foi uma dessas áreas.

A par disso, testou-se, a utilização dos corpos

de bombeiros, essencialmente, na sua capacidade

de evacuação, as acessibilidades de

meios externos de socorro às zonas do Centro

de Salvamento Costeiro/ Triagem / Necrotério

e Parque Desportivo de Água de Pena, a montagem

de um sistema de evacuação, a articulação

com os vários organismos/instituições

necessárias a este tipo de acidente – em particular

articulação com o serviço de busca e salvamento

marítimo, a montagem do Posto de

Quiosques Multimédia

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informativo/lúdico/publicitário

MADEIRA

Exercício no aeroporto com amaragem

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Comando Operacional (PCO) no terreno, articulando

as acções com o COE e o OSC, a interoperabilidade

dos diversos agentes de socorro

e emergência e outros intervenientes que são

activados num cenário deste tipo.

No conjunto das diferentes áreas pretendeu-

-se também exercitar o planeamento, coordenação

e condução de uma operação de emergência

e criar rotinas de comportamento e actuação,

bem como o aperfeiçoamento de procedimentos

– consolidação da doutrina

operacional.

Para os vários intervenientes no exercício e

cuja responsabilidade de activação e coordenação

é do Comando Regional das Operações

-

a capacidade de resposta às solicitações do

SRPC, face a uma situação de catástrofe /acidente

grave com movimento de AMS das várias

corporações de bombeiros, quer em “real

time” quer em “table top”.

Foi posto em prática tudo o que diz respeito

ao Sistema Integrado de Operações de Protec-

Monitores Tácteis

de Secretária

Controlo/Gestão

de Quartéis

Acesso a espaços

dedicados aos

Bombeiros

19

ção e Socorro da Região Autónoma da Madeira,

especialmente no que diz respeito ao Teatro

de Operações e à sua organização operacional.

Zona de Concentração e Reserva, Zona

de Apoio, Posto de Comando Operacional.

Toda a coordenação de meios e recursos foi

efectuada utilizando o Sistema Integrado de

Comunicações de Segurança, Emergência e

Defesa da Madeira (SICOSEDMA)/Sistema Integrado

das Redes de Segurança de Portugal

(SIRESP), desde o utilizador no TO às estruturas

com capacidade de decisão.

Dada a abrangência do exercício, e da necessidade

de resposta às operações de socorro

-

ram, o Serviço Regional de Protecção Civil, IP

-

bilidades, um efectivo de cerca de 17 Viaturas

e 64 elementos dos diversos agentes de protecção

civil do Dispositivo de Resposta Operacional

Regional.

A Autoridade Nacional de Protecção Civil

(ANPC) esteve representada como observadora

na pessoa do comandante Elísio Oliveira,

Comandante Operacional Distrital de Lisboa.

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20 DEZEMBRO 2011

Nova AP cenário para simulacro

o âmbito do Plano de Emer-

N

os bombeiros do Sul Sueste

-

-

mulacro de explosão e incêndio

num tanque de produção de solução

de nitrato de Amónio.

O exercido teve como objectivo

testar a operacionalidade

emergência, bem como a capacidade

de resposta dos meios

externos, nomeadamente do

corpo de bombeiros do Sul e

Sueste.

O simulacro recreou uma explosão,

seguida de incêndio

num tanque produção de solução

de nitrato de amónio.

Depois de dado o alarme, os

bombeiros externos foram chamados

a intervir, chegando ao

local em poucos minutos, e estabelecendo

o dispositivo de

combate ao incêndio, em articulação

com a equipa de segurança

da empresa. Aos bombeiros

coube o estabelecimento de

cortinas de água para arrefecimento

das estruturas adjacentes

ao incêndio e o regaste e

evacuação em ambulância de

um acidentado.

O simulacro envolveu quatro

viaturas e um total de 11 operacionais,

entre os quais um chefe e um elemento

do comando.

da direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros

Voluntários Sul e Sueste sublinhou “a necessidade

da Câmara Municipal do Barreiro, da

Autoridade Nacional de Protecção Civil e das empresas

instaladas na zona industrial ganharem

maior sensibilidade para o risco a que o Barreiro

se encontra sujeito e assim se disporem a colabo-

da renovação dos meios de protecção e socorro

1.ª edição do “Rescue Chal-

A lenge Lisboa 2011” organizada

pelo Regimento de Bombeiros

Sapadores de Lisboa decorreu

nos dias 17,18 e 19 de

Novembro na escola desta instituição.

A troca de experiências, de

conhecimentos e de competên-

cias técnicas no âmbito dos trabalhos

de desencarceramento,

quer na segurança dos operacionais

quer no socorro pré-

-hospitalar às vítimas, trouxeram

à capital para participar

nesta competição vinte equipas

de bombeiros de todo o País.

As jornadas tiveram início

ao dispor, cuja obsolescência constitui uma preocupação

latente”.

Na ocasião o porta-voz do corpo de bombeiros

disse ainda que “a associação apresentou uma

candidatura ao QREN, já aprovada, para aquisição

de um novo Veículo Urbano de Combate a

mas a viatura só chegará ao quartel “se for pos-

segundo referiu Eduardo Correia.

Rescue Challenge Lisboa 2011

com várias bancadas práticas e

múltiplos cenários cabendo às

várias equipas aperfeiçoar as

técnicas antes de realizaram

júri da Asociacón Profesional de

Rescate en Acccidentes de Trá-

Sheraton cumpre programa de segurança

Hotel Sheraton em Lisboa cumprindo

O um rígido programa de prevenção e

segurança testou uma vez mais os sistemas

de incêndio e evacuação, num simulacro

que envolveu todas as equipas da

unidade da Rua Latino Coelho. Coordenadas

pelo Departamento de Segurança,

bem como o Regimento de Sapadores

Bombeiros de Lisboa, a Protecção Civil,

entre outras entidades competentes nesta

área.

om o intuito de testar o plano de segurança,

Cbem como procedimentos de rotina em situação

de emergência, nomeadamente em caso de

de cenário a um exercício de evacuação, promovido

e coordenado pelo corpo de bombeiros voluntários

de Valadares.

A competição permitiu avaliar

as equipas em várias modalidades

tendo o RSB Lisboa –

-

mio por equipas num pódio que

-

os bombeiros voluntários de

VALADARES

Exercício na escola

“Chefe de Equipa”, “Socorrista”

e “Equipa Técnica” premiaram,

também, as práticas da equipa

Na sessão de abertura estiveram

presentes o vereador da

protecção civil da Câmara Municipal

de Lisboa, Manuel Brito; o

comandante do RSB de Lisboa,

Participaram neste exercício 920 alunos, professores

e restantes funcionários, bem como vários

elementos da Protecção Civil Municipal.

Fonte dos bombeiros sublinha “a forma bastante

organizada como decorreu a acção, demonstrativa

da excelente formação cívica da comunidade

escolar”.

Joaquim Leitão; o presidente da

Liga dos Bombeiros Portugueses,

Duarte Caldeira entre outras entidades

convidadas, que assistiram

à prova inicial de demonstração

realizada pela equipa do

Consorcio Provincial de Extinción

Sérgio Santos


DEZEMBRO 2011

N

O cenário recreou a colisão entre um autocarro e dois veículos

grupo de peregrinos que circulava no momento, na Rotunda dos

-

-

gem do um posto de triagem, efectuada a triagem multi-vítimas

avaliadores provenientes dos CB de Minde e Torres Novas.

-

va fonte dos voluntários de Fátima “os objectivos propostos para

cenários multi-vítimas e testar a capacidade de resposta”.

m sismo de magnitude 6.6 na Escala de Ri-

U -

vente foi o cenário criado pela Autoridade Nacio-

de Novembro.

A momentânea incapacidade de resposta face

-

-

-

nicipais do Cartaxo e nos voluntários de Salvater-

-

necessidades primárias para os seus municípios.

Neste cenário, assumiu papel principal a trans-

SANTARÉM

-

-

-

-

-

Sérgio Santos

FÁTIMA

-

Escola Secundária Ferreira Dias, na freguesia

A de Agualva foi, recentemente, palco de um

exercício que visou simular uma pequena explosão

num laboratório.

O treino dos docentes e alunos, garantindo o

A Bombeiros Voluntários Cabeceirenses

promoveu, em parceria

com o Instituto Nacional

um treino em grande escala em

do Externato de S. Miguel de

Refojos, teve como objectivo a

-

-

dam normas internacionais.

AGUALVA – CACÉM

CABECEIRA DE BASTO

uma vítima de paragem car-

Tendo em conta a importância

do cidadão comum nesta

forem iniciados os procedimen-

21

-

ículos dos Bombeiros Voluntários de Agualva-Ca-

-

-

-

Sérgio Santos

tos maior será o sucesso da re-

dem salvar vidas.

-

-

rios dos bombeiros Cabeceirenses,

de Vila Verde e do INEM.

foram suportados pela Asso-

-

beiros Voluntários Cabeceirenses.

-


22 DEZEMBRO 2011

O com a participação de vários elementos de grupos resgate canino, envolvidos num exercício de

busca e salvamento numa situação de emergência pré hospitalar.

A iniciativa que se prolongou por dois dias incluiu ainda sessões de treino e obediência e educação

canina e um outro exercício de menores dimensões mas que também contou com o apoio dos cães.

corpo de bombeiros de Óbi-

O dos realizou um exercício

que marcou o encerramento do

1.º período de formação/instrução,

com um simulacro de in-

Entretanto, na vertente de

emergência pré-hospitalar, o

corpo de bombeiros recebeu no

seu quartel Sara Rosado, psicóloga

do INEM Coimbra, que durante

algumas horas explorou temáticas várias

ao nível das competências de um tripulante de

ambulância que terá que estar preparado para lidar

e actuar em situações tão diversas como a

tentativa de suicido, violação, abuso sexual,

maus tratos, entre muitas outras.

Questões como “Como devemos agir perante

estas situações? Que atitudes devemos tomar?

Quais os sintomas mais comuns? Como deve-

Resgate canino

BRASFEMES

ÓBIDOS

Operacionais preparam-se erminaram, recentemente, os primeiro curso

Trealizado na Unidade local de Formação (ULF)

da Escola Nacional de Bombeiros (ENB), do Distrito

de Vila Real sediada nos Bombeiro Voluntários

Flavienses, em Chaves.

O curso Combate a Incêndios Florestais para

-

ção de 50 horas distribuídas por nove dias em

horário pós laboral e contou com 17 elementos

dos corpos de bombeiros voluntários de Salto,

Formação reforçada

inco elementos dos Bombeiros Voluntários de Brasfemes rece-

Cberam formação em condução fora de estrada (CFE), numa acção

que permito reforçar as competências e aptidões dos operacionais.

O curso ministrado por um formador da Escola Nacional de Bom-

Brasfemes, e nas dunas e praias da Figueira da Foz.

Sérgio Santos

mos pedir ajuda? Quais os factores de stress?”

-

zes ferramentas que possam, por exemplo, eli-

-

cas.

esta formação permitiu a profícua troca de experiências.

Centro Novas Oportunidades da Escola Nacional de Bombeiros

O realizou, nos dias 14 e 30 de Novembro, os primeiros júris de

As sessões decorreram nas instalações de Sintra, tendo sido cer-

-

tinha e três de Odivelas.

Ainda em 2011, os CNO da ENB (Sintra e Lousã) vão realizar

nível europeu.

Primeiros bombeiros

ULF assegura primeiro curso

Branca – Vila Real, tendo como formadores da

ENB Manuel Miranda dos bombeiros de Viatodos

e a Catarina Vicente dos voluntários de Murça.

Entretanto, terminou ontem, dia 14, um curso

-

restais (CECIF) que teve a duração de 25 horas.

Registe-se que a instalação distrital destas unidades

de formação insere-se numa estratégia de

resposta à necessidade de ministrar formação

tendo em vista a carreira de bombeiro, principalmente

nos módulos obrigatórios de promoção a

pombeiro de 2.ª, 1.ª e a subchefe. Desta forma,

o objectivo é formar adequada e atempadamente

os bombeiros inscritos, em horários e locais que

minimizem faltas laborais e ausências do seio fa -

miliar. No entanto, a Escola Nacional de Bombeiros

(ENB) pretende que o funcionamento das ULF

seja caracterizado pelo rigor organizativo e pedagógico,

facto que só valoriza os intervenientes.

Esta nova responsabilidade, associada à co-

-

beiros e consequente distância física dos centros

de formação da ENB, conduziu, inevitavelmente,

à necessidade de adopção de um novo modelo

formativo, assente no conceito das Unidades Locais

de Formação.

Este modelo assenta no fomento de parcerias

envolvendo a ENB as associações e os copos de

bombeiros, sendo sustentado por protocolos, que

possibilitam o aproveitamento da capacidade instalada,

ou a instalar, ao nível das construções e

dos equipamentos.

-

banos e industriais, os equipamentos de suporte

correspondentes e uma bolsa de formadores adequada

aos diferentes módulos, constituem o triângulo

de instalação das ULF e condição do seu

sucesso.

Estabelecendo parcerias, empregando forma-

-

ples, racionalizando recursos, é possível aproximar

a formação dos seus destinatários, sem

prescindir da precisão técnica, do cuidado pedagógico

e da segurança dos exercícios.

harmonização pedagógica dos conteúdos programáticos

e de avaliação bem como a universalização

da linguagem, conceitos e gestos técnicos,

em suma, a normalização do acto formativo.

ENB

Nova oferta

Escola Nacional de Bombeiros dispõe de uma renovada e refor-

A çada oferta formativa, designadamente os cursos de Condução

Fora de Estrada para veículos Ligeiros (níveis I, II e III), de Mecânica

e Cadeia Cinemática dos Veículos 4X4 e de Salvamento e Desencarceramento

Ferroviário. Numa outra vertente, a escola também

assegura formação no âmbito de “Enquadramento Legislativo

dos Bombeiros Voluntários”

Estas são valências consideradas importantes para o bom desempenho

operacional, mas que não se encontram contempladas

nos quadros que regulamentam a formação dos bombeiros volun-

estando limitada a bombeiros ou a outros agentes de protecção e

socorro.


DEZEMBRO 2011

Associação Hu-

A manitária dos

Bombeiros Voluntários

do Peso da Régua

complementou,

no passado dia 28

de Novembro, o seu

131º aniversário.

As festividades

começaram de manhã,

com o hastear

da bandeira no

-

reira, com formatura

do corpo activo e

da fanfarra. De seguida

os bombeiros

rumaram aos cemitérios

da cidade

(Godim e Peso da

Régua), tendo colo-

campas dos bombeiros

e directores

falecidos. Seguiu-se uma missa solene,

na igreja matriz da cidade, celebrada

pelo arcipreste, padre Luís Marçal,

em memória dos fundadores, dos

bombeiros, sócios e beneméritos já falecidos.

Depois, os bombeiros deslocaram-

-se ao Largo do Cruzeiro, onde prestaram

homenagem ao comandante

atribuição de dois crachás de ouro da Liga

A dos Bombeiros Portugueses (LBP) e a inauguração

de uma viatura de apoio cedida pela

REFER marcaram a cerimónia comemorativa do

118º aniversário da Associação Humanitária

dos Bombeiros Voluntários de Paço de Arcos,

Oeiras.

Os crachás foram entregues ao comandante

Luís Silva e ao bombeiro de 3ª supra numerário

-

Afonso Soares, com a colocação de um

De regresso ao quartel, remodelado

recentemente, as entidades presentes

puderam constatar os melhoramentos

ali realizados.

-

gues, um benemérito da Associação,

deu-se início à sessão solene, sendo a

passagem do 95.º Aniversário da Associação Humanitária dos

A

pela cerimónia de tomada de posse do 2..º comandante, bem

como pela inauguração de duas novas viaturas.

O programa incluiu a romagem ao talhão dos bombeiros voluntários

da cidade de Lisboa e ao mausoléu do Regimento de Sapadores

Bombeiros, bem como a missa solene e a bênção de um novo

veículo urbano de combate a incêndios (VUCI) e uma ambulância

de socorro (ABSC).

As festividades culminaram no dia 17 de Novembro com a sessão

solene que permitiu homenagear aqueles que voluntariamente

tem trabalhado em prol da instituição; entre os quais bombeiros,

associados e beneméritos, todos agraciados com medalhas da Liga

dos Bombeiros Portugueses (LBP) e da associação.

Um dos pontos altos desta cerimónia foi a imposição dos galões

de 2.º comandante a António Carlos Alves e a entrega da medalha

da associação pela Humanidade a Duarte presidente da LBP.

Parreira, a convite do vice-presidente da LBP,

Rama da Silva, presente na cerimónia.

bombeiro de 2ª do operacional Nuno Filipe Oliveira.

Antes da cerimónia decorreu ainda a inauguração

de uma viatura de apoio cedida pela REFER e

equipada pela Associação. Trata-se da terceira

viatura do género oferecida por aquela empresa

aos Voluntários de Paço de Arcos.

Durante a sessão solene foram distribuídos

PESO DA RÉGUA

Fénix de Honra no aniversário

Mesa constituída pelo presidente da

-

to Marques, tendo à sua esquerda o

comandante Álvaro Ribeiro, em representação

da Federação Distrital dos

Bombeiros de Vila Real, e o presidente

sua direita encontrava-se o presidente

da Câmara Municipal de Peso da Ré-

PAÇO DE ARCOS

Dois crachás e nova viatura marcam festejos

CAMPO DE OURIQUE

emblemas aos associados com mais de 25 e 50

LBP e de bons serviços da Câmara Municipal de

Oeiras a diversos bombeiros. A Associação procedeu

também à entrega de diplomas de agradecimento

a elementos do corpo de bombeiros envolvidos

nos melhoramentos no grupo de socorro

-

tomáticos externos (DAE) e envolvidos na organização

das festas da Senhora do Navegantes e

festas populares.

Corpo reforçado em dia de aniversário

Das entidades convidadas, destaca-se a presença do vereador

da Protecção Civil da Câmara Municipal de Lisboa, Manuel Brito; do

adjunto distrital de Lisboa da ANPC; do presidente da Liga dos

gua, Nuno Gonçalves, Duarte Caldeira,

presidente do Conselho Executivo da

Liga Portuguesa dos Bombeiros Portu-

-

te da Mesa dos Congressos dos Bombeiros

Portugueses, Carlos Silva, comandante

distrital de Vila Real (CO-

DIS) e António Fonseca, comandante.

Na sua intervenção, o presidente da

-

gratulou-se com a presença das duas

-

gueses e agradeceu o apoio incondicional

que o Município prestou à Associação,

foi a força motriz, quer nas obras

de remodelação do Quartel, quer na

23

realização do recente congresso da

LBP.

Um dos pontos altos da sessão sole-

-

ca, “Fénix de Honra” - a segunda mais

Bombeiros Portugueses, colocada no

estandarte dos Bombeiros da Régua,

pelo ainda presidente do Conselho

Executivo da LBP, Duarte Caldeira.

De seguida, foi entregue a Medalha

de Ouro da Federação dos Bombeiros

de Vila Real à Câmara Municipal da Régua,

na pessoa do seu presidente, e a

Duarte Caldeira.

Adérito Rodrigues

A cerimónia foi presidida pelo vice-presidente

da Câmara Municipal de Oeiras, Paulo Vistas, e

contou com a presença do vice-presidente da

LBP, Rama da Silva, do presidente da assembleia-

da Silva, do segundo comandante operacional

distrital, André Fernandes, do comandante operacional

municipal, Filipe Palhau, tendo como an-

Bettencourt, o presidente da direcção, Carlos André,

e o comandante Luís Silva.

Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira e de representantes de

associações congéneres da cidade de Lisboa.

Sérgio Santos


24 DEZEMBRO 2011

Associação Huma-

A nitária de Bombeiros

Guilherme Gomes

Fernandes – Bombeiros

Novos de Aveiro foi

distinguida pela Liga

dos Bombeiros Portugueses

(LBP) com a

Fénix de Honra na passagem

do seu 103.º

aniversário.

A colocação da distinção

no estandarte

da instituição decorreu

durante a sessão solene

do aniversário pelo

vice-presidente da LBP,

Rui Silva, e a convite deste, também pelo presidente

da Câmara Municipal de Aveiro, Elio Maia,

e pelo presidente da direcção, Albuquerque Pinto.

No âmbito do aniversário decorreu também a

inauguração de uma nova viatura de combate a

do QREN.

Desta vez, o programa comemorativo decorreu

em S. Jacinto, no aquartelamento da Secção ali

existente a comemorar o seu 30º aniversário.

Na sessão foram promovidos 9 estagiários a

bombeiro de 3ª e atribuídas medalhas de assiduidade

a diversos elementos.

Antes da sessão solene decorreu a cerimónia

nuclear da visita dos cemitérios no de S. Jacinto

seguindo-se uma missa solene na Capela de Nossa

Senhora das Areias.

A manutenção da Secção de S. Jacinto dos Novos

de Aveiro tem estado precisamente na ordem do

quer pelos custos que ela acarreta, quer pela redu-

-

des que têm sido sobejamente apresentadas pelo

presidente da direcção, Albuquerque Pinto.

A Junta de Freguesia de S. Jacinto, entretanto,

já se responsabilizou pelo salário de um dos bombeiros

ali colocados bem como pelas despesas

que já cobria relativas às instalações.

AVEIRO

Bombeiros Novos receberam fénix

o dia 27 de Novembro os

NBombeiros Municipais do

Cartaxo comemoraram 75 anos

da sua fundação.

A cerimónia foi presidida pelo

Major General Arnaldo Cruz,

presidente da Autoridade Nacional

de Protecção Civil (ANPC),

em representação do secretário

de Estado da Administração Interna,

tendo contado com a presença

do presidente da Câmara

Municipal do Cartaxo, Paulo Caldas

e do presidente da Liga dos

Bombeiros Portugueses (LBP),

Duarte Caldeira, entre muitas

outras entidades.

Na ocasião foram entregues

três Crachás de Ouro da Liga,

um no estandarte do corpo de

bombeiros, alusivo aos 75 anos

da instituição e, e os outros

dois, respectivamente, ao chefe

do QH Francisco Bacarote da

Silva e ao subchefe QH Carlos

Manuel Pego. Intervindo nesta

cerimónia tanto os presidentes

da ANPC e da LBP sublinharam

a importância da intervenção

dos bombeiros como pilar do

Sistema de Protecção Civil em

Portugal.

Também o presidente da Câmara

Municipal do Cartaxo destacou

a importância do corpo de

bombeiros no âmbito da comunidade

cartaxense, associando

esta instituição à história do

município ao longo dos últimos

75 anos.

O presidente da Câmara, a propósito, garantiu

que a autarquia vai cortar em tudo “menos nos

Bombeiros”.

Entretanto foi a intervenção

do comandante, Mário Silvestre,

que mais prendeu a atenção

de todos os presentes,

dada a sua qualidade e oportunidade.

Depois de evocar a diversidade

das missões atribuídas aos

bombeiros, Mário Silvestre dirigiu-se

directamente ao presi-

“os bombeiros do Cartaxo estão

preocupados com a evolução do

socorro às populações. As últimas

decisões operacionais que

de uma forma extemporânea

colocam no Agente de protecção

civil INEM, a coordenação

operacional da emergência média

efectuada pelos Corpos de

CARTAXO

á 18 meses que os Bombei-

Hros Voluntários de Alverca

esperam que o Instituto Nacional

de Emergência Médica

(INEM) reponha a ambulância

de que dispunham, como Posto

de Emergência (PEM), acidentada

em Maio de 2010.

O INEM, entretanto, terá decidido

não reparar a referida

viatura tendo enviado uma outra

que os Voluntários de Alverca

recusaram por ser “tão velha,

que não reunia condições

mínimas de segurança para os

bombeiros e doentes”.

O tema voltou a estar no centro

da sessão solene comemorativa

do 85.º aniversário da

Associação, quer nas palavras

do presidente da direcção, Luís

Coimbra, quer do comandante,

Alberto Fernandes.

A ampliação do quartel foi,

de novo, igualmente abordada.

A transferência das sepulturas

do cemitério contíguo ao quartel

decorre há 3 anos, não obstante,

segundo o previsto, já

devesse estar concluída.

Durante a sessão solene comemorativa

procedeu-se à entrega

de medalhas de assiduidade

da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) a

diversos elementos do corpo de bombeiros, com

destaque para a referente a 20 anos, atribuída a

Bruno Chaves, bombeiro de 1ª, e duas a 25 anos,

entregues ao comandante Alberto Fernandes e ao

subchefe Pedro Ferreira.

Decorreu ainda a cerimónia de promoção a

bombeiro dede três estagiários e a passagem

anual de estandarte entre secções do corpo de

bombeiro, que será caso único entre associações

de bombeiros.

A sessão contou com as presenças, do pre-

75 anos a servir a comunidade

ALVERCA

Ambulância INEM por substituir

Bombeiros, é, em nossa opinião

perigosa, existindo já no terreno

situações preocupantes para

as quais solicito a devida atenção

e cuidado.”

E acrescentou: “As nossas

preocupações não se esgotam,

infelizmente, na problemática

descrita anteriormente, com

efeito, os corpos de bombeiros

mistos detidos pelas autarquias,

designação criada com a

publicação do DL 247/2007,

continuam sem legislação, uma

vez que o diploma continua por

regulamentar.”

Abordando de seguida a te-

-

mandante dos Municipais do

Cartaxo fez um contraponto

com a realidade das Associações

Humanitárias de Bombei-

instituições, estamos a favor de

um igual tratamento que importa

referir que é urgente”.

A propósito da temática da

legislação e do enquadramento

do orçamento do Estado o comandante

sublinhou que “os

Bombeiros das autarquias não

podem estar sujeitos a regimes

gerais, necessitam de estatuto

próprio. Necessitam que as reformas

previstas para o sector

público no novo orçamento de

estado não se apliquem, porque

esta missão não pode estar sujeita

a este tipo de restrições”.

sidente da assembleia-geral, major general

Mendes Andrade, do vereador da Protecção Civil

da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira,

Vale Antunes, do presidente da Assembleia

Municipal, João Quitalo, do vice-presidente da

LBP, Rui Rama da Silva, do presidente da Federação

de Bombeiro do Distrito de Lisboa e comandante

operacional municipal, comandante

António Carvalho, do comandante distrital de

operações de socorro, Elísio Oliveira, e do presidente

da Junta de Freguesia de Alverca,

Afonso Costa.

Dirigindo-se à população do

Cartaxo, Mário Silvestre garan-

-

beiros que a serve e acreditar

que tudo faremos para que possam

viver com segurança”.

Finalmente agradeceu o empenho

e o espírito de servir dos

homens e mulheres que comanda,

não esquecendo as famílias

dos Bombeiros “ que

aceitam de bom grado partilhar

o seu ente querido com a

nobre causa da salvaguarda de

outras vidas, permitindo com

este espírito a liberdade e serenidade

a todos os que arriscam

diariamente a sua integridade

em prol de um bem

maior”.


DEZEMBRO 2011

Associação Humanitária de

A Bombeiros Voluntários de

-

-

-

-

ções.

Este encontro reuniu várias

entidades ligadas aos bombei-

-

-

-

-

-

-

de alguns cidadãos beneméri-

-

-

escondia emoção e alguma vai-

-

signadamente o moderno e su-

-

téis nacionais.

Os convidados tiveram de-

tuição.

destinado aos serviços de saú-

-

Bárbara.

-

-

-

-

-

-

-

uma área coberta de 1400 me-

-

to de viaturas e 400 a áreas ad-

balneários.

Não obstante a actual con-

-

-

-

cada um dos elementos do cor-

SINES

Futuro faz-se de investimento

gueses.

-

-

-

-

-

-

-

-

-

Socorro de Setúbal e Manuel

-

blemática instituição.

-

-

Associação Humanitária de

A Bombeiros Voluntários da

-

-

tou-se de duas novas ambulân-

da instituição e destinadas a

Associação Humanitária dos

A Bombeiros Voluntários da Figueira

da Foz assinala no dia 19 de Dezembro

o 129.º aniversário com um

já no dia 17 e inclui entre outras ac-

-

-

No dia 18 os voluntários reúnem-

-

bombeiros. A sessão solena está

A

instituição.

-

-

-

-

ciação recentemente.

-

deu a inauguração foram atri-

gentes.

-

-

do tratar-se da sua última re-

dado em breve irem ocorrer

-

lanço da candidatura feita ao

-

ções envolvidas. Deu nota da

Parque recebe reforço

-

-

-

-

cento ou ainda mais.

Intervieram também outras

FIGUEIRA DA FOZ

Associação assinala 129.º aniversário

VINHAIS

Crachá de ouro para 2.º comandante

-

-

-

-

-

-

-

25

e o comandante da Associação.

-

-


26 DEZEMBRO 2011

FIGUEIRA DA FOZ

Quartel recebeu obras

quartel dos voluntários da Figueira, instalado há quase quatro

O décadas num antigo armazém de bacalhau, acusava a degradação

própria dos edifícios com pouca manutenção, mas a associa-

-

zação de importantes obras.

O telhado do parque de viaturas, que “tinha chegado a um estado

de degradação que começava a ameaçar pessoas e equipamento”,

foi integralmente substituído, uma intervenção que obrigou a

-

ração do pavimento.

Esta obra custou aos cofres da associação 157 mil euros está

concluída e constituiu o orgulho desta grande família.

Para assinalar mais este momento importante na vida da insti-

-

pectáculo de variedades, que permitiu não só reunir a comunidade

mas, também, e angariar fundos para a ajudar a suportar o custo

das obras.

s bombeiros voluntários de Tabua-

Oço receberam três novas viaturas,

que enriquecem o parque automóvel

desta associação humanitária e dotam

os soldados da paz de melhores meios

para que possam responder com pron-

-

tações. Foi no dia 8 deste mês, que perante

inúmeros convidados, população

inauguração e bênção das mesmas.

A cerimónia teve início logo pela

manhã, com a imposição de insígnias a

diversos bombeiros e a muitos outros

que apesar de já não estarem no activo,

foram distinguidos pelo desempenho

durante os anos de serviço e que

agora passam a fazer parte do Quadro

de Honra.

No salão nobre dos bombeiros, a

sessão contou com as presenças do

presidente da Câmara, entre outras individualidades,

nomeadamente José

Gonçalves presidente da assembleia-

-geral da instituição que na ocasião

manifestou alegria pois, disse, “são acções

destas que dão força e ânimo a

trabalhar em prol desta causa humanitária.

Já o vice-presidente da direcção, Fi-

dia a dia mas também do trabalho, esforço

e empenho em ultrapassá-las”.

Por sua vez, o comandante Ernesto

Fonseca referiu que importa não esquecer

o trabalho desenvolvido por estes

bombeiros, sendo esta condecoração

“justa e merecida”.

Rebelo Marinho, da Federação de

Bombeiros do Distrito de Viseu, na sua

s Bombeiros Voluntários de Almeida contam com um novo

Oquartel, cuja construção fomos noticiando nos últimos dois

anos. A cerimónia de inauguração contou com a presença do ministro

da Administração Interna, Miguel Macedo.

O novo quartel representou um investimento de 1,3 milhões de

euros e teve uma comparticipação de cerca de 688 mil euros do

Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN).

A primeira pedra da construção foi lançada em Julho de 2009. O

edifício desenvolve-se em dois pisos com uma área de construção

de mais de 1.200 metros quadrados. O conjunto inclui a casa escola

e foi construído fora das muralhas da vila de Almeida.

bombeiro inglês, Adrian Langley, agora aposentado após 25

O anos de serviço, obteve 20 equipamentos de protecção individual

completos usados e doou-os aos Bombeiros Municipais de Tavira,

o corpo de bombeiros que inclui na sua área de intervenção a

Freguesia de Santo Estêvão, onde habitam precisamente os seus

país.

Adrian Langley contou com o apoio das autoridades locais de

Hampshire Milton, no Reino Unido, e de várias empresas de transporte

e mudanças que operam entre aquele país e Portugal para

conseguir obter os equipamentos e transportá-los para Tavira.

Na notícia, incluída em “algarveresident.com”, o antigo bombeiro

manifesta-se muito satisfeito por ter conseguido dar apoio aos Municipais

de Tavira, citando ainda a excelente iniciativa que desenvolvem

durante a quadra natalícia com a montagem de um notável

presépio.

TABUAÇO

Bombeiros adquirem viaturas

Torga ou Alexandre O’ Neill, para falar

representa para estes homens e mulheres

que sem nada pedirem tudo dão

para a defesa de bens e pessoas.

O sentimento de orgulho na causa e

no dia a dia, foram também algumas

das preocupações manifestadas pelo

Comandante Operacional Distrital César

Fonseca.

A encerrar a cerimónia, o presidente

da câmara municipal, João Ribeiro,

enalteceu a acção dos voluntários de

Tabuaço, prestes a completar 80 anos

de vida. O autarca expressou o “carinho

e admiração” que tem pela instituição,

e prometeu “dentro do possível

todo apoio como aliás tem vindo a fa-

ALMEIDA

Inaugurada nova casa

TAVIRA

Apoio veio do Reino Unido

O projecto possui uma zona de estacionamento de ligeiros com

capacidade para 29 lugares, uma zona administrativa e de lazer,

zona de parque de viaturas de emergência e camaratas. A entrada

principal pedonal do edifício é feita através da zona administrativa

que é composta pela recepção, gabinetes, sala de reuniões/aulas e

uma Sala do Bombeiro/Bar. A zona de viaturas de emergência é

apoiada pela arrecadação de material de combate e arrecadação

-

tas, sendo 6 camaratas/piquete de fogo e saúde feminina, 6 camaratas/piquete

de saúde Masculina e 8 camaratas/piquete de fogo

masculina.

zer desde que foi eleito”. O subsídio

mensal atribuído pelo município “é sagrado

sendo o primeiro dinheiro a sair

dos cofres da câmara, porque os compromissos

assumidos têm de ser satisfeitos”.

A entrega de um espalhador de

sal para o tempo de Inverno e a requa-

apostas da autarquia, que, segundo o

presidente, devem ser concretizadas a

“curto prazo”.

Constituíram momentos altos das

cerimónias a bênção de novas viaturas

pelo Pe. Manuel Gonçalves, bem como

ruas da vila, com o ensurdecedor som

das sirenes a dar sinal inequívoco, de

que a associação humanitária dos

bombeiros voluntários de Tabuaço estava

em festa.

Registe-se que uma destas viaturas

é um carro de combate a incêndios

apetrechado com a melhor tecnologia,

teve um custo de 105 mil euros suportado

pela Associação Nacional de Protecção

Civil ao abrigo da candidatura

aos fundos comunitários no âmbito do

Quadro de Referência de Estratégia

Nacional. A outra, uma ambulância importou

em 45 mil euros, pagos na íntegra

pelos bombeiros de Tabuaço, bem

como a viatura de transporte de pessoal

que apesar de usada teve um custo

de 6 mil euros. Embora existam algumas

carências, conforme sublinha

fonte da instituição, nomeadamente de

uma viatura de desencarceramento, os

voluntários de Tabuaço dispõem de

“condições que permitem enfrentar o

futuro com algum optimismo”.


DEZEMBRO 2011

uma sala com mais de du-

N

muitos pontos do País, entre

-

tes da sociedade civil, bombei-

a II Gala dos Bombeiros do Distrito

da Guarda.

O evento promovido pela Federação

Bombeiros Distrito da

-

tuito de homenagear todos

aqueles que, com ou sem farda,

servem o lema vida por vida. Este ano, na galeria

Manuel Madeira Grilo, agraciado com a Fénix de

Honra, galardão máximo da liga dos bombeiros

portugueses (LBP) e António José Santinho Pa-

Guarda, distinguido com Crachá De Ouro.

Nesta festa foram ainda galardoados o Chefe

Luciano Fortunato Viegas dos Bombeiros de Melo,

o comandante António José Amaral Marques dos

voluntários de Celorico da Beira, o comandante

José António Rebelo Machado, dos bombeiros da

Meda, o comandante do QH Aníbal Augusto Ca-

Côa.

Nesta grande festa foi ainda homenageado a

título póstumo o dirigente Álvaro Amaral Reis

Melo que durante muitos anos foi símbolo de tra-

imagem que

A aqui se divulga

retrata dois bombeiros

a combater

-

restal, uma pastel

sobre a tela de Pedro

Ribeiro, de 31

anos, e bombeiro

de 3.ª nos Voluntários

de Viseu.

A pintura dá-lhe

sobretudo as suas

obras inspiradas

nos bravos solda-

VISEU

Soldados da paz retratados em tela

O quadro que o

-

-se exposto no quartel dos Bombeiros Voluntários

de Viseu. Pedro Ribeiro salienta que arte também

segundo comandante dos

O Bombeiros Voluntários da

Covilhã, Adolfo Gato, passou ao

Quadro de Honra e foi homenageado

no decurso do jantar de

num hotel daquela cidade.

Nessa ocasião, o vice-presidente

da Liga dos Bombeiros

Portugueses, Rui Silva, ali presente,

condecorou-o com o crachá

de ouro. Adolfo Gato deixa

o corpo activo após 44 anos de

bons serviços à causa.

No jantar estiveram presentes

duas centenas de pessoas,

incluindo todos os bombeiros,

GUARDA

Gala distinguiu

personalidades do distrito

COVILHÃ

balho e dedicação na associação de Fornos de Algodres.

Marcaram presença nesta gala, que teve como

-

ção da Guarda, entre muitas outras individualidades,

Duarte Caldeira, pela Liga dos Bombeiros

Portugueses, e o comandante Jaime Soares, em

representação da Mesa dos Congressos da LBP.

permite dar a conhecer a actividade dos bombeiros.

Sérgio Santos

Segundo comandante recebe o crachá

pelo vereador substituto. O presidente da junta de freguesia local também compareceu.

Associação Humanitária dos

A Bombeiros Voluntários do

Montijo decidiram homenagear

o seu comandante, Vitor Manuel

Ferreira Pires, conhecido

por Vitor Laginha, no momento

em que este decidiu retirar-se

passando ao Quadro de Honra

(QH).

O comandante Laginha, que

a dado passo da história da instituição

acumulou também com

a função de presidente da direcção,

entendeu dar por concluída

uma missão de duas décadas

durante as quais lutou

por recuperar o prestígio da Associação,

desacreditada, sem

crédito e crivada de dívidas à

data em que a ela se dedicou.

Nesse período de tempo, Vitor

Laginha renovou integralmente

o parque automóvel da

administração uma gestão rigorosa,

com dispêndio de muito

tempo e também de muitos recursos

pessoais.

-

brar, a propósito, o apoio também

recebido do já falecido empresário

António Xavier de

Lima.

O comandante Laginha,

igualmente empresário de su-

-

-

car com essa designação mas

com a de corticeiro, a sua actividade

de toda a vida.

Recorde-se que o comandan-

-

-

tusiastas das duas corridas de

bombeiros portugueses na Monumental

do Montijo, nomeadamente,

em benefício da Casa do

Bombeiro.

A homenagem começou com

o descerramento de um busto

na frontaria do quartel. Vitor

do neto e da mulher.

Seguiu-se depois um almoço

ssociando-se às comemorações do dia de S.

AMartinho promovidas pelos voluntários de Vila

do Conde, a empresa MOFIL ofertou ao corpo de

bombeiros 12 capacetes de protecção no combate

a incêndios.

Visivelmente satisfeito com este apoio, o comandante

Joaquim Moreira aproveitou a ocasião

para homenagear os 120 bombeiros que inte-

Conde, salientando “que com o empenho destes

MONTIJO

Homenagem ao comandante Laginha

convívio onde participaram cerca

de três centenas de pessoas,

entre bombeiros, dirigentes,

autarcas, familiares e muitos

amigos do homenageado. Na

mesa de honra estiveram presentes,

a presidente da Câmara

Municipal do Montijo, Maria

Amélia Antunes, o presidente

da Liga dos Bombeiros Portu-

VILA DO CONDE

Empresa oferece capacetes

27

gueses, Duarte Caldeira, o presidente

da Reviver Mais, Lourenço

Baptista, o comandante

distrital de socorro, Dinis Jesus,

acompanhados, do presidente

da assembleia-geral, Luís Graça,

do presidente da direcção,

Rui Pimenta, e os restantes dirigentes

e elementos de comando

da instituição.

Registe-se que os Bombeiros Voluntários de

Vila do Conde combateram, este ano, 323 incên-

-

meros que segundo o comandante “muito semelhantes

aos de 2010, o que, tendo em conta que

o período de calor foi mais longo, permite concluir

que o dispositivo deste ano teve um balanço


28 DEZEMBRO 2011

direcção da “Reviver Mais”,

A Associação dos Operacionais

e Dirigentes dos Bombeiros

Portugueses, eleita e empossada

no passado dia 19 de Novembro,

em Paredes, pretende

ver a base social da instituição

situada nos mil associados.

CABECEIRAS DE BASTO

“Nos termos do disposto no art.24º e seguintes da Lei nº2/99

de 13 de Janeiro, solicitamos o direito de resposta à notícia publicada

no JornalBombeiros de Portugal”, intitulada “Voluntários

de Setúbal levam ANBP a tribunal”, na edição de Novembro desta

publicação.

É necessário falar verdade acerca da situação dos Bombeiros

Voluntários de Setúbal!

Na sequência da conferência de imprensa onde o Presidente

da AHBV de Setúbal, José Luis Bucho, difama os Bombeiros Sapadores

de Setúbal e a própria ANBP/SNBP, vindo também reforçar

essas acusações no último Congresso da LBP, o Conselho

Geral desta Instituição decidiu instaurar um processo-crime ao

Sr. José Luís Bucho e reagir assim às declarações proferidas:

1.- A providência Cautelar apresentada pela ANBP/SNBP foi

CONTRA a C.M. Setúbal. Não entendemos a preocupação do Presidente

da AHBV Setúbal.

2.- Lamentamos esta posição da AHBVS e do seu presidente

quanto às reivindicações efectuadas pelos Sapadores de

Setúbal junto da autarquia.

Toda a fundamentação por nós apresentada baseia-se na formação,

disponibilidade, jurisdição e declarações do Comandante

da CBSS.

3.- Não foi objectivo da ANBP/SNBP denegrir os B.V. Setúbal.

Lamentamos que o Presidente da AHBVS assuma uma posição

que não é da sua competência, que substitua a autarquia e

que se confunda a situação operacional com a questão dos meios

humanos.

4.- Os Sapadores assumem há mais de 30 anos o socorro

em Azeitão e há 226 anos no município. Cabe-lhes a responsabilidade

jurídica ( Dec.- Lei 247/2007 de 27 de Junho no seu Artº

5).

5.- A prova da incoerência da autarquia está no argumento

de que colocar os B. V. em Azeitão é uma questão de organi-

quantias transferidas para a AHBVS e as escalas onde 1 bombeiro

conseguia estar de serviço a 3 viaturas ao mesmo tempo e

trabalhar 48 horas sem descanso. São factos comprovados!

“REVIVER MAIS”/2012-2014

Acção Social orienta novo mandato

O objectivo foi referido na

ocasião pelo presidente do conselho

de administração executivo,

Lourenço Baptista, durante

a apresentação do Plano de Actividades

e Estimativa Orçamental

para 2012 (PAEO2012),

documento aprovado por una-

Bombeiros

promovem jornadas

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Cabecei-

A renses, organizou recentemente as “I Jornadas de Emergência

Pré-hospitalar - Terras de Basto”, encontro que contou com a presença

de cerca de 300 participantes de vários pontos do país, num

dia dedicado ao debate da situação dos bombeiros das Terras de

Basto e à apresentação de temas relacionados com a actuação di -

ária dos operacionais na área da Emergência pré-hospitalar.

Segundo a organização “as jornadas foram um sucesso, não só

pelo número de presenças num um evento realizado pela 1ª vez,

como também pelo interesse dos temas em análise”, assim sendo,

parece certo que em 2012 as Terras de Basto voltam a acolher o

evento.

nimidade e aclamação, bem

como o respectivo Parecer do

Conselho Fiscal.

“Basta que cada um traga

mais outro para o nosso seio”,

que considera importante o

alargamento do número de associados,

nomeadamente a sua

incidência numa maior representatividade

da associação,

enquanto IPSS e pessoa colectiva

de utilidade pública, e no

projecto da Casa do Bombeiro

junto das entidades governamentais.

E acrescenta, a este

respeito: “Sabemos que o Governo

não dispõe de momento

-

mos esperança que venha a

apoiar a Casa do Bombeiro. Va-

na defesa do cumprimento da

lei, confrontando-o com o diploma

n.º 241/2007 e tentar obter

uma carta de compromisso de

modo a ver consagrado o apoio

necessário.”

-

cadas para o próximo ano, a

“Reviver Mais” tem como um

dinamização do Departamento

de Acção Social, que passará a

ser integrado, além do provedor

social, por uma psicóloga, também

membro da direcção.

“Porque a defesa dos legítimos

interesses dos sócios, à luz

da dignidade humana, deve es-

tar na primeira linha das preocupações

da nossa Associação,

assumiremos a mais ampla disponibilidade

para acolher situações

de carência económica e

social, à luz de protocolos de

cooperação com entidades ligadas

aos bombeiros, designadamente

a Liga dos Bombeiros

Portugueses, no âmbito do Fundo

de Protecção Social, e com

sociais”, refere o PAEO2012.

Madeira Grilo, Lourenço Baptista

e José António Laranjeira,

assim a como a maioria dos titulares

dos órgãos sociais, foram

reconduzidos nas suas funções,

presidindo aqueles diri-

Direito de resposta

6.- NUNCA a ANBP/SNBP tiveram intenção de denegrir a

AHBVS, os seus directores ou mesmo os seus bombeiros volun-

-

mandantes e bombeiros em geral tenham conhecimento de todos

os factos e não apenas aqueles que foram, com demagogia,

proferidos nos Congresso da LBP na Régua;

7.- Quem efectuou uma avaliação técnica dos B.V. de Setúbal

foi o Comandante da CBS quando realizou exercícios con-

falta de operacionalidade, de conhecimentos técnicos e de efec-

faltavam aos exercícios e nem sabiam montar uma maca. Não

vimos o Sr. presidente da AHBVS ou a C.M.Setúbal fazer comentários

acerca desta situação;

8.- ANBP/SNBP lamentam que tivesse sido aprovado um

voto de protesto e que a Mesa do Congresso da LBP não fosse

isento nesta matéria. Foi só considerado o texto apresentado

pela AHBV Setúbal, quando esta situação é do domínio público

e estávamos perante uma plateia que deveria ser bem informada.

9.- Estranhamos a votação e destacamos as 2 abstenções,

pois a maioria dos Srs. Presidentes e Comandantes reúnem com

os Directores da ANBP/SNBP, e também com o presidente Dr.

Fernando Curto, e sabem o modo como salvaguardamos as Associações.

Prova disso é a assinatura de muitos Acordos de Empresa

e as reuniões que decorrem com as AHBV.

10.- No inicio de 2012, poderemos provar que com a celebração

dos AE com as AHBV (e o trabalho dos Directores e Comandantes)

há mais bombeiros a desempenhar o voluntariado

organizado, do que havia antes dos AE.

11.- De salientar que os AE tiveram o apoio da LBP e que

são arbitrados pelo Ministério do Trabalho;

12.- Sempre defendemos

Associações, mas NUNCA colocamos em causa nenhuma, pois

13.- De salientar que a ANBP/SNBP celebram AE com

gentes à mesa da assembleia

geral, conselho de administra-

respectivamente.

O acto eleitoral e a apreciação

do Plano de Actividades e

Estimativa Orçamental para

2012, a par de outros aspectos

da vida associativa, ocorreram

no âmbito de uma assembleia

geral, antecedida de sessão de

abertura, que reuniu nas instalações

da Associação Humanitária

dos Bombeiros Voluntários

de Paredes, cedidas especialmente

para o efeito pela direcção

e pelo comando da instituição.

Na organização da jornada,

a direcção da “Reviver Mais”

contou com o apoio do delegado

distrital do Porto e secretário

da mesa da assembleia geral,

Fernando Bastos, e ainda da

Junta de Freguesia de Castelões

Cepeda, que cedeu o autocarro

da autarquia para um passeio

turístico proporcionado aos

acompanhantes.

restaurante dos Bombeiros Voluntários

de Paredes, o almoço-

-convívio do encontro, momento

que serviu de pretexto para

os responsáveis pela associação

com a actuação de um duo de

violonistas.

celebrámos um AE com os B.V. Ortigosa, onde tudo corre sem

atropelos.

14.- ANBP/SNBP sempre defenderam as AHBV. Fomos os

únicos a denunciar a situação dos B.V. de Faro dizendo que a posição

da autarquia iria levar à sua extinção. Sabiam que deixou

Voluntários?

15.- ANBP/SNBP sempre pugnaram pela coabitação entre

-

pios onde há bombeiros sapadores e municipais, o socorro não é

uma vez que cabe às autarquias a responsabilidade na área da

protecção civil?

16.- ANBP/SBNP apresentaram uma proposta onde defen-

igualdades de circunstância, seja dada prioridade aos voluntários

nos seus quartéis. Quem não a aprovou?

17.-Acerca das posições da Direcção da AHBVS e do seu

-

guém. Só avaliamos a situação operacional, disponibilidade, formação

e responsabilidade jurídica da CBSSetúbal;

18.- Quanto ao recurso aos tribunais por parte da AHB-

VS (coisa que não desejamos), será bom para apurarmos quem

tem razão, para denunciar situações operacionais existentes entre

a CMSetúbal e a AHBVS e para provar que os argumentos

usados pela autarquia para retirar os sapadores de Azeitão, podem

ter outros objectivos que desconhecemos.

de Portugal: todos nos conhecem, sabem das nossas lutas, e ao

longo destes mais de 20 anos têm vindo gradualmente a aceitar

as nossas propostas. Nós, quando erramos, sabemos voltar atrás

e começar de novo, coisa que outros e outras Instituições não

sabem ou nunca quiseram fazer!

O Conselho Geral da ANBP/SNBP

2011-11-28”


DEZEMBRO 2011

secção desportiva dos

A voluntários de Macedo

de Cavaleiros, durante o ano

de 2010 e primeiro semestre

de 2011, organizou uma série

de eventos com o intuito

de angariar verbas para investir

no quartel, garantindo

condições de excelência a

todos os elementos dos

bombeiros.

Assim, nos últimos meses,

este dinâmico grupo

equipou a sala do bombeiro

com novo e moderno mobiliário,

um televisor LCD, um

sistema home cinema, vários

computadores.

Na sala de jogos foram

restauradas as mesas de bilhar

e matraquilhos e disponibilizados,

para entretimento

dos soldados da paz,

um televisor, consolas de jogos

e uma nova mesa de

mesa de ping-pong.

A secção desportiva é

também responsável pela

construção e instalação de

um nicho de São Pedro, o

padroeiro da associação de

Macedo de Cavaleiros.

Apesar da muita obra feita

esta equipa não esconde orgulho

no novo ginásio instalada

no quartel. Os bombeiros

podem agora usufruir de

um complexo apetrechado

com quinze máquinas para

diversos de exercícios, variadíssimos

acessórios e ainda

um sistema de som.

manhã acordou cinzenta, contrastando com a

A alegria que transparecia no rosto dos cerca de

100 pescadores que muito cedo se juntaram à

porta do quartel dos voluntários de Penacova

para participarem no XVII Convívio de Pesca Desportiva

promovido pela associação.

O Sol acabou por marcar presença dando colorido

especial ao evento e animando as mulheres e homens

que contribuíram “uma espectacular moldura

humana, irmanada numa cumplicidade de sentimentos,

onde a competição se confundia com solidariedade

conforme sublinha fonte da organização.

Apesar do convido ter sido mesmo a marca

desta evento, importa referir que Paulo Santos de

Vila Nova de Poiares foi distinguido com um relógio

de pulso, oferta da Câmara Municipal de Penacova

e com a estada nos Moinhos de Vento do

-

-se que Mortágua colocou as suas duas equipas

nos dois primeiros lugares, tendo o Clube de Pesca

de Penacova assegurado a terceira posição.

s bombeiros da Pampilhosa

Opromoveram recentemente

mais um passeio todo-o-terreno,

incitativa que, segundo a direcção,

constituiu assinalável

sucesso.

O evento que reuniu na mata

nacional do Buçaco de 250 participantes,

contou com o apoio

de uma equipa de 60 pessoas,

entre civis e bombeiros.

MACEDO DE CAVALEIROS

Secção muito activa

PENACOVA

Voluntários em convivio

PAMPILHOSA

Os vencedores de cada um dos escalões tiveram

também direito a pernoitar na unidade da

Serra da Atalhada, um prémio assegurado pelo

empreendimento turístico, pelas juntas de freguesia

de Friúmes e de Travanca do Mondego e

pela Quinta Nora.

um almoço para duas pessoas nos restaurantes o

Cortiço, Pedra do Moinho, O Côta, e a Churrasqueira

Padaria do Largo em Espinheira.

Todos os participantes levaram para casa taças

e troféus, oferecidas pelos muitos patrocinadores

do evento.

Mata nacional recebe

passeio todo-o-terreno

ealizou-se no passado mês

Rde Novembro o 1.º Passeio

BTT “ Trilhos do Paúl e da Lezíria”,

organizado pelos Bombeiros

Voluntários de Golegã, com

o intuito de recolher fundos

para a associação.

O passeio contou com uma

centena de participantes que

puderam desfrutaram da mag-

Paúl do Boquilobo.

Terminada a prova, tempo

para um almoço de confraternização

durante o qual foram sorteados

diversos equipamentos .

“Apesar do cansaço, os intervenientes

nesta prova não escondiam

a satisfação e o desejo

de no próximo ano repetir a

aventura”, garante porta-voz da

associação.

JSousa, bombeiros de 3.ª nos

voluntários de Brasfemes, “uniram

os machados” no passado

dia 15 de Outubro.

A cerimónia do casamento

realizou-se na igreja da Sé

Nova, em Coimbra onde os familiares,

amigos e os colegas

não faltaram para desejar aos

noivos muitas felicidades.

Sérgio Santos

Associação Humanitária dos

A Bombeiros Voluntários de

Loures participou, numa procissão

da padroeira local.

Com uma guarda de honra

composta por vários elementos

do corpo de bombeiros, que ladearam

a imagem que seguiu

no interior de uma viatura antiga

da corporação. A banda da

associação acompanhou o préstito

e muitos foram os que se

juntaram aos bombeiros numa

clara demonstração de

Sérgio Santos

GOLEGÃ

Pelos trilhos do Paul e da Lezíria

BRASFEMES

Bombeiros de 3.ª dão o nó

LOURES

Soldados da paz na procissão

29


30 DEZEMBRO 2011

Associação Humanitária dos

A Bombeiros Voluntários (AHBV)

-

-

do, a sua escola de infantes, o que

constituiu mais um capítulo de revelo

na história desta instituição.

Em declarações ao BP, fonte

dos voluntários explica que a intenção

da associação é “complementar

a formação cívica de

crianças e jovens dos 6 aos 16

anos de idade, essencialmente na

área da protecção civil e segurança”.

A escola já está a funcionar e

m animado encontro reuniu,

Uem Vizela, em Novembro último,

as Equipas de Intervenção

Permanente (EIP) de Felgueiras,

Vieira do Minho, Barcelos, Barcelinhos,

Caldas das Taipas, Famalicão,

Famalicenses, Viato-

Vizela. Decorreu no passado dia

5 de Novembro de 2011 o encontro

entre – EIP.

O dia foi preenchido com visitas

às instalações da Real Associação

Humanitária dos Bombeiros

Voluntários de Vizela, ao

Santuário do S. Bento das Pêras

e ao Parque das Termas.

O convívio terminou com um

jantar, durante o qual foi escolhida

a equipa que em 2012 terá

FIGUEIRA DA FOZ

Começaram as aulas na escola de infantes

os 24 alunos que a frequentam

prometem muito empenho até

-

do para Junho de 2012. Até lá,

todos os sábados, das 9.30 às

12.30h. sete monitores, bombeiros

com formação nas mais

diversas áreas de socorro, vão

acompanhar e orientar este

grupo.

Os “novos “bombeiros” já

exibem com orgulho as fardas

oferecidas pelo Casino Figueira

que, ao abrigo de um protocolo

com os bombeiros, assume o

patrocínio desta escola.

VILA DAS AVES

“Juve on Fire”

JuveBombeiro de Vila das

A Aves promoveu no passado

mês de Novembro uma animada

festa, que segundo revela a

organização foi badalado por

todo o distrito do Porto e constitui

um “sucesso”. “Juve on

Fire” pautou-se pela “grande

adesão e pela boa disposição”,

revelam os jovens bombeiros.

Entretanto, este dinâmico

grupo comemorou, em grande,

o Dia de S. Martinho reunindo a

grande família dos voluntários

de Vila das Aves. No animado

convívio marcaram presença os

elementos do corpo activo, mas

também da fanfarra e da escola de cadetes. A festa contou com o patrocínio da Doce Réplica e da

Frutaria Miguel e Manuel Moreira.

A propósito destas duas iniciativas a juve de Vila das Aves sublinha que “nestas actividades são

realçados valores subjacentes ao associativismo e ao voluntariado nos bombeiros”.

VIZELA

EIP em encontro

de assegurar este encontro. Para

o ano caberá a EIP de Felgueiras

-

mento era unânime: “o encon-

Tirando partido deste momento

muito especial que marca

a entrada dos mais novos no

quartel e de alguma forma assegura

o futuro do corpo de

bombeiros, a direcção da instituição

apresentou à comunidade

a nova mascote, o Sparky,

um Serra da Estrela de pelo

curto com dois meses de idade,

oferecido por um criador de Alpedrinha.

“O Sparky é agora, tal como

os infantes, mais um bombeiro

em fase de treino”, sublinha

fonte da associação.

tro correu dentro das expectativas

e que serviu para todas as

equipas se conhecerem melhor

e traçarem experiências de

campo”.

s alunos da escola básica de

Oprimeiro ciclo n.º1 de Oliveira

de Frades visitaram recentemente

o quartel de bombeiros,

numa acção integrada

nas comemorações do Ano Europeu

da Voluntariado.

Esta iniciativa que permitiu

às crianças conhecer as instalações

e as viaturas, foi enriquecida

com breves explicações sobre

o dia-a-dia de um corpo de

bombeiros.

Os voluntários de Oliveira de

Frades demonstraram à pequenada

o funcionamento dos extintores, simulando um pequeno incêndio.

Nesta actividade estiveram presentes os elementos da Equipa de Intervenção Permanente, e elementos

do corpo activo dos bombeiros voluntários de Oliveira de Frades.

Escola Secundária de Penacova, acolheu, no

A passado dia 24, uma acção de formação destinada

ao o pessoal não docente, dinamizada pela

Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários

de Penacova.

Esta acção permitiu aos formandos adquirirem

conhecimentos nas áreas do Sistema Integrado

de Emergência Médica (SIEM) e Suporte Básico

VILA VIÇOSA

Escolinhas mostram-se à população

núcleo Escola Segura da

O Guarda Nacional Republicana

(GNR) e as escolinhas dos

Bombeiros de Vila Viçosa promoveram,

recentemente um simulacro

de acidente de viação

que visou alertar a população

para a importância do uso dos

cintos de segurança e dos sistemas

de retenção de crianças,

-

dem fazer a diferença entre a

vida e a morte.

Esta acção permitiu ainda dar

visibilidade e valorizar o trabalho

desenvolvido pela associação dos voluntários de Vila Viçosa, agora apostada em garantir o futuro

com a dinamização de uma escolinha onde crianças e jovens, dos 6 aos 16 descobrem o voluntariado

e começam a entender o valor e a verdade do lema “vida por vida”.

OLIVEIRA DE FRADES

Crianças visitam quartel

PENACOVA

Formação na secundária

de Vida, tendo ainda a oportunidade de obter noções

básicas para a correcta abordagem a vítimas

de AVC ou de enfarte agudo de miocárdio.

A formação teve como objectivo dotar os funcionários

da escola das ferramentas que lhes per-

-

-

dos.


DEZEMBRO 2011

s sociedades de hoje – as quais nós Bombeiros não estamos

Aalheios - estão cada vez mais vulneráveis aos riscos. Transversais

como são, obrigam o elemento Bombeiro a estar atento e a prevenir-

-se dos ditos riscos que são inerentes aos serviços que despenhamos:

(combate aos diversos tipos de incêndios; acidentes com todos

os tipos de produtos; acidentes de viação; acidentes ferroviários;

catástrofes aéreas; explosões; sismos; derrocadas; poluições de diversa

natureza; acidentes NBQR; e muitos mais, tudo isto com os

às quais todos, de uma ou de outra forma estamos expostos.

A prevenção, - palavra tão usada na nossa área – resulta de

prevenir (do latim praevenir, antecipar-se antes que aconteça),

prepara-nos contra a espontaneidade que o nosso voluntarismo

por vezes nos trás levando-nos mesmo a cometer alguns amado-

Seria injusto dizer-se que o panorama actual é mau. Nas duas

últimas décadas demos passos largos neste âmbito, contudo, ainda

estamos longe de atingir o necessário.

-

bro de 1990 e a posterior publicação do Decreto-Lei nº 441/91 de

14 de Novembro que transpôs a Directiva Comunitária nº 89/391/

CEE do Conselho, de 12 de Junho, também designada por “Directiva

de Quadro”, que resulta de outras editadas em 1975, 77 e 80,

veio trazer uma maior consciencialização e abertura para poder-

-mos ter chegado ao panorama actual.

Quando em 1986 tive o prazer de na companhia do Comandante

Carlos Serra e Moura (infelizmente há pouco tempo ido deste mundo),

visitar aquele que há altura era o maior Corpo de Bombeiros

do mundo o NYFD, constatei algo que para mim foi uma completa

novidade, e, que sendo uma história interessantíssima, não é de

forma alguma aquilo quero tentar transmitir hoje e aqui, mas que

A protecção individual do bombeiro

me despertou para uma realidade que até ali não dava muita atenção.

Essa atenção levou-me a encetar no Regimento de Sapadores

Bombeiros e Bombeiros Voluntários de Torres Vedras onde na altura

prestava serviço, e nos Corpos de Bombeiros aos quais dava a

minha colaboração como instrutor, uma campanha para sensibilizar

os responsáveis para a Segurança Individual, campanha essa, que

em meados da década de 90 me causou alguns amargos de boca

que me ia custando uma pena disciplinar, (desta vez o bom senso

e a Lei foram mais fortes que a ignorância, má fé e os “politiquei -

ros”). Essa é outra história que um dia contarei.

Impõe-se perguntar? Então e o que se deve fazer para incrementar

cada vez mais a Segurança e Protecção Individual nos

Bombeiros?

Em minha modesta opinião e em primeiro que tudo, consciencializarmo-nos

que, quem tem responsabilidades de mandar deve

pugnar por todos os meios ao seu alcance, dotar os seus elementos

com os necessários e adequados Equipamentos de Protecção Indi -

vidual, usá-los total e convenientemente dando exemplos. Quem

executa, ou seja, os elementos das equipas de trabalho, devem

estabelecer como prioridade, equipar-se convenientemente antes

de qualquer outra acção, só assim protegido se pode prestar um

Felizmente já se vai vendo cada vez mais nas acções de formação

e na instrução contínua, o uso do EPI. É preciso fazer-mos

disso mais que um hábito, se necessário for um vício, (desculpem

o fundamentalismo), mas entendo que a par do conhecimento téc -

nico e do treino, o uso do EPI é fundamental para obter-mos os

objectivos a que nos propomos.

Está neste triangulo (conhecimento, treino e protecção individual)

a chave para o êxito do nosso trabalho como Bombeiros seja ele

em que área for: incêndios; acidentes ou pré-hospitalar.

em Dezembro de 1991

ANIVERSÁRIOS

31

Temos à mão para estudo e consulta o Manual que a Escola Nacional

de Bombeiros muito bem editou em 2009, sob o título de

Manual de Formação Inicial Do Bombeiro VIII, Segurança e Protecção

Individual. Não abarcando algumas matérias e procedimentos

que em nosso entender lá deveriam constar e que são imprescindíveis

para quem dá os primeiros passos como Bombeiro, não deixa

de ser uma ferramenta técnico-pedagógico valiosíssima, de fácil

acesso e de fácil consulta.

Tem nesta problemática toda um papel fundamental as Direcções

das Associações de Bombeiros.

Sabemos por experiência própria o quão difícil é nos dias de

Bombeiros, mas também aqui é preciso haver uma enorme sensibilidade

e consciencialização, para que esta matéria seja uma das

maiores prioridades dos directores.

Já na nossa longa vida de Bombeiro, assistimos ou tivemos conhecimento,

de acidentes em demasia alguns deles com funestas

consequências.

É tempo de todos nós, mas mesmo todos que estamos ligados á

protecção e socorro, de nos sensibilizarmos para a cultura da segurança

e aplicar-mos as regras e procedimentos de segurança e uso

dos EPIs.

Luís Pimentel

1 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Vila Real (Cruz Verde) . .........121

Bombeiros Voluntários do Montijo ....................103

Bombeiros Voluntários de Vila Praia de Âncora. ............95

Bombeiros Voluntários Espinhenses . ...................84

Bombeiros Voluntários de Esmoriz . ....................81

Bombeiros Voluntários de Arraiolos ....................78

4 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Ourém .....................100

5 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Alcabideche ..................85

Bombeiros Voluntários de Farejinhas ...................82

6 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Esposende . .................121

Bombeiros Voluntários de Vila Real (Cruz Branca) .........115

Bombeiros Voluntários de Cheires .....................82

Bombeiros Voluntários do Entroncamento ................63

Bombeiros Voluntários de Vale de Cambra ...............52

8 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Faro. .......................89

9 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Mora .......................72

10 de Janeiro

Bombeiros Voluntários da Amadora ...................107

12 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim .............81

14 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Azambuja. ...................80

Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Foz Côa ............78

Bombeiros Voluntários de São Roque do Pico. .............64

Bombeiros Voluntários de Ortigosa. ....................13

15 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Vila Real de Santo António .......122

Bombeiros Voluntários de Cacilhas ....................121

17 de Janeiro

Bombeiros Voluntários da Rebordosa ...................34

18 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Carrazeda de Ansiães ...........82

Bombeiros Voluntários de Provesende ..................81

20 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Marco de Canaveses ............88

21 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Barrancos....................32

22 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha. .............87

Bombeiros Municipais de Santa Cruz ...................80

24 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Penamacor ...................74

25 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Santa Cruz das Flores ...........61

Bombeiros Voluntários de Côja .......................49

Bombeiros Voluntários do Alandroal ....................32

26 de Janeiro

Sapadores Bombeiros de Lisboa. .....................617

27 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Vale Besteiros .................34

28 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Aveiro .....................130

Bombeiros Municipais de Tomar.......................90

29 de Janeiro

Sapadores Bombeiros do Porto ......................284

Bombeiros Voluntários da Vidigueira. ...................26

30 de Janeiro

Bombeiros Voluntários de Póvoa de Santa Iria. ............69

Bombeiros Voluntários de Vieira de Leiria . ...............65

31 de Janeiro

Bombeiros Voluntários Estoris . .......................89

Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros ...........89

Bombeiros Voluntários de Izeda .......................28

Fonte: Base de Dados LBP


32 DEZEMBRO 2011

O

-

da a isenção de pagamento

nas SCUTS e auto-estradas

que passaram a dispor de portagens

(A22, A23, A24 e A25).

Liga dos Bombeiros Portugueses

(LBP) em reunião havida

com um representante do Instituto

Nacional de Infra-Estruturas

Rodoviárias (INIR) e do

-

trónica de Veículos, SA (SIEV).

“Os veículos de protecção

-

cias e outros veículos de

-

veis, quando devidamente

isenção nas vias com portagem

exclusivamente electrónica.

O único título de isenção

TRANSPORTE DE DOENTES

electrónico, pelo que no futuro

todos os veículos isentos deverão

estar equipados com o

mesmo. A aquisição desses

dispositivos deverá ser feito

junto da Via Verde Portugal.

Na fase inicial, até que as

frotas estejam devidamente

equipadas, caso ocorra a passagem

nas vias em causa de

um veículo dos bombeiros

que ainda não tenha o dispositivo

instalado, será efectuado

o respectivo registo foto-

esse veículo é passível de

isenção, não haverá lugar a

procedimento contra – ordenacional,

segundo foi assegurado

à LBP.

A LBP esteve um ano à espera

de resposta relativamen-

Bombeiros

à beira da ruptura

A preocupação o estado de degradação progressiva e acelerada

a que estão a ser votadas as associações de bombeiros

que efectuam transporte programado de doentes.

A LBP defende que, do próximo Conselho Nacional, a realizar

sábado dia 17 de Dezembro nas instalações dos Voluntários

de S. Pedro de Sintra, deverão sair orientações claras

para acções de desagrado e outras medidas através das

quais os bombeiros portugueses entenderem demonstrar o

seu repúdio e protesto pelo comportamento do Ministério da

Saúde no domínio do transporte de doentes.

A Liga lamenta que ainda não tenha havido qualquer reu-

-

ação a agravar-se a passos largos todos os dias.

O transporte de doentes, e a forma unilateral como muitos

serviços e ARS estão a encarar essa situação, está a condu-

-

cial.

Esta Confederação manifesta-se totalmente solidária com

as posições já assumidas pelas Associações Humanitárias e

LOUVOR/REPREENSÃO

As pescadores nortenhos

que deram início a uma crescente onda de

solidariedade para com os Voluntários de

Leixões a braços com ordenados em atraso e

outros encargos particulares associados.

À Autoridade Nacional

de Protecção Civil,

de ainda não ter iniciado o pagamento de

despesas a ele ligadas.

PORTAGENS NAS SCUTS

Bombeiros têm isenção assegurada

te aos procedimentos necessários

para salvaguardar a

isenção de portagens nas

SCUTS às viaturas das associações

e corpos de bombeiros.

Nos últimos dias, o conselho

executivo da LBP tentou estabelecer

novos contactos, que

acabaram por surtir efeito.

ostumamos ouvir dizer por aí que a

Csituação está tão mal que até já nem

se pode estar doente. E é isso exactamente

que nós bombeiros também va -

mos continuar a dizer com muita razão e

mais força.

É verdade que quando vamos para os

bombeiros e queremos ser voluntários só

perguntamos sobre o que precisam de

nós e nem valorizamos aquilo de que po-

-

çando e muitas vezes com a idade surgem

as doenças que não esperávamos.

Aí começamos a pensar de modo diferente

como é natural.

Esta conversa vem a propósito das taxas

moderadoras que na prática nos tiraram.

Um companheiro veio mostrar-me

a lei que altera a história das taxas. Dizem-me

que agora só tenho isenção

quando vou ao centro de saúde à consul-

Em 26 de Outubro de 2010,

a LBP solicitou ao Instituto Nacional

de Infra-Estruturas Rodoviárias

informação sobre o

assunto. Concretamente, tratava-se

de procurar saber em

que termos a isenção de portagem

já consagrada na legislação

(Decreto-Lei nº 44-

B/2010 de 5 de Maio) se iria

enquadrar nas então anunciadas

portagens a instalar nas

SCUTS.

Em 3 de Novembro de 2010,

o referido Instituto informou a

LBP de que deveria canalizar o

pedido de informação para o

-

trónica de Veículos (SIEV).

-

A Crónica

do bombeiro Manel

Podemos estar

doentes mas pouco

ta. Dizem que é dos cuidados de saúde

primários. Portanto, posso estar doente

-

ção. Se o mal for maior e a doença obrigar

a ir ao hospital fazer exames e outras

coisas então é que me vão à carteira.

O tal companheiro que me mostrou a

lei explicou-me que os bombeiros só terão

isenção da taxa no hospital “ em razão

do exercício da sua actividade”, ou

seja, só quando tivermos um acidente

em serviço. Em tudo o resto a isenção

não conta.

Isto tudo quer dizer que dão com uma

-

res a dizer que mantém a isenção para

os bombeiros. Só não explicam tim por

Como cidadãos que escolhem ser volun-

Estado nos dá. Batem-nos com as mãos

vembro de 2010, passado um

ano, a LBP ainda aguarda a

resposta do SIEV.

Várias associações de bombeiros,

que tinham enviado,

entretanto, a listagem das

suas viaturas para o SIEV, solicitando

a isenção de portagem,

também não receberam

qualquer resposta.

nas costas, dizem que somos os maiores

mas depois as coisas não são bem assim.

Que diabo, damos tanto e não haverá

modo de nos darem mais que migalhas?

Mas vamos outra vez ao assunto. Para

a gripe temos isenção mas tendo um acidente

particular ou uma doença complicada

que obriga a ir ao hospital de nada

nos serve dizer que somos bombeiros

quando nos cobram a taxa. E com a idade

as complicações são cada vez maiores

como sabemos.

Quando estamos em serviço e temos

um acidente a isenção também não nos

serve para nada por que normalmente

quem avança é o seguro.

Dão e na prática pouco ou nada dão.

Podemos estar doentes mas pouco.

o.bombeiromanel@gmail.com

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