Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco - Centro Social ...

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Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco - Centro Social ...

Eu sou o pão vivo

que desceu do céu;

se alguém comer deste pão,

viverá para sempre;

e o pão que eu der

é a minha carne,

que eu darei pela vida

do mundo.

João 6:51

EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

Junho 2011 - Campo Grande-MS - Ano XIV - nº 162

“ Deus suscitou

São João Bosco

para dar à

juventude um

mestre e um pai.”

Dom Bosco


2 EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

junho 2011 - ANO XIV - nº 162

EDITORIAL

“BOM MESTRE, QUE

DEVO FAZER PARA GA-

NHAR A VIDA ETERNA?”

Estamos diante da pergunta religiosa

do homem de todos os tempos:

o que fazer para salvar-se? Quem

faz esta pergunta não é um sujeito

qualquer, que se contenta com

qualquer coisa.

Até aqui, não havia nada a objetar

a quem fez a pergunta, mas

enaltecer uma atitude tão honesta

com as exigências do seu coração,

com suas perguntas infi nitas

e imensas. Mas este homem, que

busca um Bom Mestre, encontrar-

-se-á com alguém insuspeito que

colocará em crise seus usos e

costumes. Jesus vai repassando

o que seu interlocutor sabia: não

matar, não cometer adultério, não

roubar, não enganar nem estafar,

honrar os pais...

SEDE:

EXPEDIENTE

EntreNós é um informativo

mensal elaborado pela Pastoral da

Comunicação Social da Paróquia

São João Bosco.

Direção Geral e Orientação:

Pe. Wagner Galvão

Colaboradores:

Ana Cristina Espindola Geraldi,

Ebbi Golin e Luis Gustavo Medeiros

Projeto Gráfi co e Editoração:

Compet Marketing e Comunicação

Impressão:

Tiragem: 3 mil exemplares

Paróquia São João Bosco

Rua Paraíba, 1.787 Vila Célia 3317-4860

79.022-310 Campo Grande-MS

psjb2@terra.com.br

www.paroquiasaojoaobosco.com.br

de segunda a sábado às 19h

domingo às 8h, 9h30, 17h e 19h

todas as quartas às 19h - Missa

dos enfermos

Podemos imaginar a cara de

insatisfação daquele homem

diante do seu brilhante currículo

espiritual. Tudo o que o

Bom Mestre ia enumerando ele

já cumpria, já sabia, desde sua

mais terna infância!

Estaria certo de sua entrada

na vida eterna? Tinha todos os

seus papéis em dia para merecer

a salvação defi nitiva? Havia

pagado todas as prestações de

sua eternidade em moeda de

mandamento cumprido, já desde

pequeno?

Chegando a este ponto, o diálogo

fi ca suspenso no ar. “Jesus

olhou para ele com amor e disse:

‘Só uma coisa te falta’.” O que

será que aquele homem pensaria

sobre este requisito que lhe

faltava, segundo o Bom Mestre?

Algum novo mandamento?

Aquele bom homem praticava

INST. MISSIONÁRIO SÃO JOSÉ

de segunda a sexta-feira às 17h30

sábado às 17h

domingo às 7h30

67 3324-2179

Vida Eterna

Horário das Missas:

uma espécie de “consumismo

religioso”. Ele era rico de tantas

coisas, mas também queria

acumular seu tesouro de virtude,

seu cofre de mandamentos

e cumprimentos, para não ser

pobre em nada.

Quanto seria preciso pagar? O

que falta para ter também a vida

eterna? A surpresa é que Jesus

não lhe pede para “acrescentar”

isso que falta às suas provisões,

e sim que deixe os obstáculos,

que abandone coisas, que renuncie

a si mesmo... E então,

que o siga, que vá com Ele, que

compartilhe sua vida, que anuncie

sua Palavra, que construa

seu Reino.

Este era o novo mandamento,

o único mandamento, a grande

novidade: seguir o Bom Mestre,

deixando todo o resto. A salvação

não é fruto das nossas con-

CAPELA DOM BOSCO

de segunda a sábado às 19h

domingo às 9h30 e 19h

67 3312-3043

quistas, dos nossos pagamentos

cumpridores; é um dom, um

presente, uma graça, que Deus

nos oferece em seu Filho: a salvação

é encontrar-se com Jesus

Cristo. Segui-lo e imitá-lo foi o

que fi zeram os que verdadeiramente

se encontraram com Ele.

Tal encontro tão se reduz a um

intimismo privado, pelo contrário:

transforma-se em uma santidade

que dá glória a Deus e que

abençoa os irmãos, frutifi cando

em mil empresas de caridade,

de humanização, de liberdade,

de justiça e de paz.

Um abraço a todos.

Pe Wagner Luís Galvão.

Pároco

CAPELA DO JESUS MISERICORDIOSO

primeira quarta-feira do mês às 20h


A família é um assunto sempre atual em

qualquer ocasião. Casado ou solteiro,

jovem ou adulto, com ou sem problemas

matrimoniais, o leitor ou ouvinte

muito lucrará com uma refl exão sobre

os ensinamentos de Jesus Cristo a

respeito dessa matéria. No entanto, há

períodos mais agudos que exigem um

conhecimento realmente aprofundado

sobre essa “celula mater” da sociedade.

E em nossos dias, ela vive um desses

momentos de crise, cuja solução se

impõe, para o bem, não só dos casais,

fi lhos, mas de toda a comunidade, sem

excluir a religiosa. Sem dúvida, o descalabro

existente em muitos lares se

transmite às novas gerações. Quando

tomamos conhecimento do que sucede

na faixa etária entre 12 e 19 anos,

surge uma grave preocupação: perguntamos

se o ambiente doméstico de hoje

está educando para o futuro e corrigindo

os desvios que enfrentam na atualidade. E

há muito a questionar e refletir, sobre seus

efeitos negativos que atingem a instituição

familiar, fundamentada sobre valores morais.

Nas últimas décadas vem se acentuando

uma problemática que afeta a própria

estrutura da instituição. Esse fato tem

sido enfrentado pela Igreja, na medida

de sua importância para o bem-estar

material, social e espiritual das nações

e dos indivíduos. Lembro a realização

no Rio de Janeiro, do Congresso Mundial

da “Família, Dom e Compromisso,

Esperança da Humanidade” em 1997,

com a presença do Santo Padre. Seus

Fernando de Bulhões (verdadeiro

nome de Santo Antônio), nasceu

em Lisboa em 15 de agosto de

1195, numa família de posses. Aos

15 anos entrou para um convento

agostiniano, primeiro em Lisboa

e depois em Coimbra, onde provavelmente

se ordenou. Em 1220

trocou o nome para Antônio e ingressou

na Ordem Franciscana,

na esperança de, a exemplo dos

mártires, pregar aos sarracenos no

Marrocos. Após um ano de catequese

nesse país, teve de deixá-

-lo devido a uma enfermidade e

seguiu para a Itália. Indicado professor

de teologia pelo próprio são

Francisco de Assis, lecionou nas

universidades de Bolonha, Toulouse,

Montpellier, Puy-en-Velay e

Pádua, adquirindo grande renome

como orador sacro no sul da Fran-

EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

discursos, nessa oportunidade, não

podem ser esquecidos por católicos e

pessoas de boa vontade.

Hoje, proponho à refl exão algumas características

constitutivas do contrato

matrimonial e do sacramento do Matrimônio,

que são o alicerce da Família.

Não se trata de algo privado, particular,

pessoal, que dependa somente da

decisão dos nubentes. Pelo contrário,

é uma instituição divina. Decisão alguma

pode ser tomada nesta sociedade,

que venha a prejudicar os demais integrantes,

salvo razões muito especiais.

Assim, os problemas dos pais não podem

jamais prejudicar os fi lhos. E é falsa

a alegação de que os atritos entre os

genitores são mais nocivos à prole, do

que a separação, como o constatam as

últimas pesquisas a respeito. A resposta

certa é a supressão das causas que levam

às desavenças escandalosas entre

os pais. Ao apelo para o direito pessoal

à felicidade, falta alicerce, pois o dever

de educar a prole é superior a qualquer

reivindicação com base no usufruto

egoísta do bem-estar pessoal. A ânsia

do prazer e a rejeição do sacrifício em

favor dos fi lhos tornam penosa a vida

matrimonial, com os seus desentendimentos.

Acresce a sobrevida pela maior

longevidade na época atual. Esse fato,

evidentemente, pede maior esforço

para suportar o que causa sofrimento.

A isso vem se juntar a fragilidade trazida

por expectativas e ilusões que provocam

decepções quando se descobre a

SANTO DO MÊS - Santo Antônio

A Pastoral Familiar

ça e na Itália. Ficaram célebres

os sermões que proferiu em Forli,

Provença, Languedoc e Paris.

Em todos esses lugares suas prédicas

encontravam forte eco popular,

pois lhe eram atribuídos feitos

prodigiosos, o que contribuía

para o crescimento de sua fama

de santidade.

A saúde sempre precária levou-o a

recolher-se ao convento de Arcella,

perto de Pádua, onde escreveu

uma série de sermões para domingos

e dias santifi cados, alguns dos

quais seriam reunidos e publicados

entre 1895 e 1913. Dentro da

Ordem Franciscana, Antônio liderou

um grupo que se insurgiu contra

os abrandamentos introduzidos

na regra pelo superior Elias.

realidade. Esses fracassos nos levam a

sempre mais apurar a preparação dos

noivos, não somente antes, mas em

continuidade após a recepção do sacramento.

A instabilidade que marca a juventude

hodierna conduz à fragilização dos

compromissos. Em decorrência, urge a

formação do caráter, a seriedade exigida

pela vida cristã, especialmente tudo

o que decorre do matrimônio. O mal

provocado pelo divórcio é incalculável.

A facilidade na dissolução do vínculo,

diante do Estado, abre brechas, com

graves conseqüências para a vida familiar

decorrente do sacramento indissolúvel.

Essa crise que fere profundamente

a vida familiar, faz sofrer os fi lhos e o

consorte que está consciente de sua

responsabilidade em preservar a vida

comum, superando os obstáculos. O

mundo moderno é infenso à fi delidade

conjugal e constantemente cria obstáculos

à sua observância. Esse desafi o

só pode ser enfrentado por uma sólida

conduta cristã e um caráter que possibilite

superar os atrativos que, atendidos,

destroem a vida conjugal.

Os Movimentos de Casais são um precioso

instrumento à disposição de uma

pastoral em favor da sobrevivência da

vida matrimonial.

E os matrimônios fracassados? A preparação

e o sucesso do casamento

Após uma crise de hidropisia (Acúmulo

patológico de líquido seroso

no tecido celular ou em cavidades

do corpo). Antônio morreu a caminho

de Pádua em 13 de junho de

1231. Foi canonizado em 13 de

maio de 1232 (apenas 11 meses

depois de sua morte) pelo papa

Gregório IX.

A profundidade dos textos doutrinários

de santo Antônio fez

com que em 1946 o papa Pio XII

o declarasse doutor da igreja. No

entanto, o monge franciscano conhecido

como santo Antônio de

Pádua ou de Lisboa tem sido, ao

longo dos séculos, objeto de grande

devoção popular.

Sua veneração é muito difundida

nos países latinos, principalmente

dependem dos cônjuges, mas também

da própria comunidade cristã. Evidentemente,

não faltará a graça de Deus. O

Senhor, entretanto, age através da comunidade

eclesial, Esta não pode ser

mero assistente diante da derrocada

nessa matéria e o sofrimento de tantos

irmãos nossos. A atitude, aliás, a única

válida e efi caz, é envolver cada caso

num ambiente de bondade e compreensão.

E, ao mesmo tempo, nada ceder

em relação ao conteúdo disciplinar.

Nada se obtém de duradouro, na base de

concessões para ser agradável no momento

presente. Dizer tudo e só o que o

Magistério ensina, e nada em decorrência

de interpretações pessoais mas sempre

com bondade e fraterno acolhimento.

Todo essa matéria tão importante está

confiada à Pastoral da Família na Arquidiocese.

Sou grato pelo excelente trabalho

realizado na Arquidiocese do Rio de

Janeiro. A visita do Santo Padre, o II Congresso

Mundial: “Família Dom e Compromisso,

Esperança da Humanidade”,

as diretrizes sábias e firmes do Pontifício

Conselho para a Família sob a direção

imediata do Cardeal Alfonso Lopez Trujillo

nos dão alento em tão importante atividade

pastoral.

As palavras finais da Carta Apostólica

“Novo Millennio Ineunte”, por ocasião do

encerramento do Grande Jubileu, no dia

6 de janeiro último, “Duc in Altum”, “Conduze-nos

para o Alto”, nos confortam e

orientam na restauração e resguardo da

Família cristã.

em Portugal e no Brasil. Padroeiro

dos pobres e casamenteiro, é invocado

também para o encontro de

objetos perdidos. Sobre seu túmulo,

em Pádua, foi construída a basílica

a ele dedicada.

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4 EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

junho 2011 - ANO XIV - nº 162

O Poder do Silêncio

J.Y.Leloup

“Bem aventurados os mansos,

porque eles possuirão

a Terra”

Aprenda com o silêncio a ouvir

os sons interiores da sua

alma, a calar-se nas discussões

e assim evitar tragédias

e desafetos...

Aprenda com o silêncio a

aceitar alguns fatos que

você provocou, a ser humilde

deixando o orgulho gritar

lá fora, a evitar reclamações

vazias e sem sentido...

Aprenda com o silêncio a reparar

nas coisas mais simples,

valorizar o que é belo,

ouvir o que faz algum sentido...

Aprenda com o silêncio que

a solidão não é o pior castigo,

existem companhias bem

piores...

Aprenda com o silêncio que

a vida é boa, que nós só precisamos

olhar para o lado

certo, ouvir a música certa,

ler o livro certo.

Aprenda com o silêncio que

tudo tem um ciclo, como as

marés que insistem em ir e

voltar, os pássaros que migram

e voltam ao mesmo lugar.

Como a Terra que faz a

volta completa sobre o seu

próprio eixo, complete a sua

tarefa.

Aprenda com o silêncio a respeitar

a sua vida, valorizar o

seu dia, enxergar em você

as qualidades que você possui,

equilibrar os defeitos que

você tem e sabe que precisa

corrigir, e enxergar aqueles

que você ainda não descobriu.

Aprenda com o silêncio a relaxar,

mesmo no pior trânsito,

na maior das cobranças, na

briga mais acalorada, na discussão

entre familiares.. .

Aprenda com o silêncio a respeitar

o seu “eu”, a valorizar

o ser humano que você é, a

respeitar o Templo que é o

seu corpo, e o Santuário que

é a sua vida.

Aprenda hoje com o silêncio,

que gritar não traz respeito,

que ouvir ainda é melhor que

muito falar...

Na natureza tudo acontece

com poder e silêncio, com

um silêncio poderoso; por

vezes, o silêncio é confundido

com fraqueza, apatia ou

indiferença. Pensa-se que a

pessoa portadora dessa virtude

está impedida de reclamar

seus direitos e deve tolerar

com passividade todos

os abusos. Acredita-se que o

silêncio não combina com o

poder, pois este tem se confundido

com prepotência e

violência.

Sempre que a palavra poder

lhe vier à mente, lembre-se

do Sol que nasce e se põe em

profunda quietude; move gigantescos

sistemas planetários,

mas penetra suavemente

pela vidraça de uma janela

sem a quebrar. Acaricia as

pétalas de uma rosa sem a

ferir, e beija as faces de uma

criança adormecida sem a

acordar; vamos encontrar na

natureza lições preciosas a

nos dizer que o verdadeiro

poder nada de mãos dadas

com a quietude.

As estrelas e galáxias descrevem

as suas órbitas com

estupenda velocidade pelas

vias inexploradas do cosmos,

mas nunca deram sinal da

sua presença pelo mais leve

ruído.

O oxigênio, poderoso mantenedor

da vida, penetra em

nossos pulmões, circula discreto

pelo nosso corpo, e nem

lhe notamos a presença.

A luz, a vida e o espírito, os

maiores poderes do universo,

atuam com a suavidade

de uma aparente ausência.

Como nos domínios da natureza,

o verdadeiro poder

do homem não consiste

em atos de violência física.

Quando um homem conquista

o verdadeiro poder, toda

a antiga violência acaba em

benevolência.

A violência é sinal de fraqueza,

a benevolência é indício

de poder.

Os grandes mestres sabem

ser severos e rigorosos sem

renegarem a mais perfeita

quietude e benevolência.

Deus, que é o supremo poder,

age com tamanha quietude

que a maioria dos homens

nem percebe a Sua ação.

Essa poderosa força, na qual

todos estamos mergulhados,

mantém o Universo em movimento,

faz pulsar o coração

dos pássaros, dos bandidos e

dos homens de bem, na mais

perfeita leveza.

Até mesmo a morte chega

de mansinho e, como hábil

cirurgiã, rompe os laços que

prendem a alma ao corpo, libertando-a

do cativeiro físico.

O verdadeiro poder chega

sem ruído, sem alarde e

sem violência.

E em respeito a você, eu me

calo, me silencio, para que

você possa ouvir o seu interior

que quer lhe falar, desejar-lhe

uma vida vitoriosa.


EntreNós

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Como Nasceu o Domingo

Durante longo percurso histórico

(sobretudo no segundo milênio),

em nossa Igreja, uma grande

maioria de cristãos viu no domingo

apenas o frio cumprimento da

“lei” do descanso e do culto, sem

motivação teológico-espiritual.

Simplesmente se guardava o domingo

e se ia à missa neste dia

porque existia uma lei da Igreja

que obrigava.

Hoje, já vivemos outra situação.

Lá por sexta-feira ou sábado,

quando as pessoas se despedem

umas das outras, já é bastante

comum dizer: “Bom fi m de

semana”. Não se diz mais “bom

domingo”, como antigamente.

Com algumas exceções, é claro.

Mas, para uma grande maioria,

o importante não é mais o

domingo. O mais importante é o

fi m de semana, do qual faz parte

também esse dia. Temos que

admitir que, para muita gente,

o domingo simplesmente foi

substituído pelo fi m de semana.

No mundo e na sociedade em

que vivemos hoje, o domingo

tem como característica a suspensão

dos trabalhos. Trata-se

de dia de folga e de folguedos,

com início já na sexta à noite.

Dia de lazer. Dia próprio para

passear, viajar, fazer turismo,

visitar amigos e parentes, brincar,

ir à praia, fazer uma pescaria.

Dia próprio para dormir

um pouquinho mais, assistir um

jogo de futebol, ir ao cinema, ao

teatro, a um show, à igreja, comer

num restaurante etc. Tanta

coisa se faz no domingo, ou

melhor, no fi m de semana. Existe

inclusive toda uma indústria

de prestação de serviços para

atender à imensa demanda de

lazer dos homens e mulheres de

hoje. São as chamadas indústrias

do lazer. Empresas de turismo,

hotéis, restaurantes etc.,

para atender à folga dos fi ns de

semana.

Para outros, mesmo sendo o

dia próprio do lazer, o domingo

também não deixa de ser um

dia de trabalho. Certas necessidades

do mundo hodierno

obrigam pessoas a trabalharem

nesse dia. Nos serviços de

transporte, nos hospitais, em

grandes indústrias com funcionamento

ininterrupto, em

indústrias do lazer etc. Outras

pessoas, devido ao sufoco

econômico que passam, aproveitam

a folga do domingo para

fazer algum biscate. Outras

aproveitam a folga para construir

ou reformar a casa, participar

de algum mutirão. E assim

por diante.

A Conferência Nacional dos Bispos

do Brasil (CNBB) publicou

em 1989 um documento sobre

a animação da vida litúrgica do

Brasil. É o famoso Documento

43. Nele, a CNBB aponta para

as seguintes difi culdades em relação

ao domingo:

“Sentimos fundo no coração

a deturpação do domingo, imposta

pelas injustiças e pelo

consumismo de nossa época

dominada pelo espírito secu-

larista. Alguns são obrigados a

trabalhar no domingo por imposição

de suas profi ssões. A caridade

com que exercem seus

deveres é seu sacrifício espiritual,

já que estão impedidos de

celebrar plenamente o dia do

Senhor. Inaceitável, outrossim,

é a sociedade que obriga multidões

à luta pela sobrevivência

por causa do trabalho mal

remunerado, que desfi gura o

Domingo feito dia de horas extras.

A própria realidade urbana

difi culta, muitas vezes, a vivência

cristã do Dia do Senhor.

Lamentamos também o consumismo

secularista, que leva

centenas de pessoas ao mero

lazer, viagens e programas,

que mais parecem criados para

distrair ou dirigir as atenções

em direção oposta ao culto e

à religião. Corremos também o

risco de esvaziar o sentido do

Domingo com o excesso e superposição

de comemorações,

que pretendemos realçar neste

dia, sem notar que não sobra

espaço para celebrar o mistério

pascal...” (n. 117-119).

Diante destas difi culdades, e

de outras que eventualmente

se possam apontar, nos perguntamos

agora: Tem valor e

sentido ainda o domingo? Se o

tem, qual seria? Voltaremos ao

assunto, tentando responder a

estas questões.

Perguntas para reflexão

pessoal e em grupos:

1. Como passamos o domingo

em nossa comunidade? O que

fazemos?

2. Como passamos o domingo

na família? O que fazemos?

3. O que está sendo mais valorizado

nesse dia?

4. Além das difi culdades acima

apontadas, que difi culdades

você indicaria a mais, em relação

ao domingo?

5. Que difi culdades maiores

você pessoalmente sente em relação

do domingo?

6. Entre as difi culdades todas,

qual você julga a mais séria, e

por quê?

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6 EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

junho 2011 - ANO XIV - nº 162

ACOLHIDA

1. Um canto inicial.

2. Criar um bom ambiente.

Dar as boas-vindas. Colocar

as pessoas à vontade.

3. Apresentar brevemente o

assunto que vai ser refletido,

meditado e rezado neste encontro.

4. Invocar a luz do Espírito

Santo.

1. OLHAR A PRÁTICA DA

NOSSA COMUNIDADE

Neste primeiro Círculo vamos

meditar sobre o início, o portão

de entrada, do Evangelho

de Mateus. Por meio de uma

lista de nomes dos antepassados,

o evangelista conta

para as comunidades quem é

Jesus. Nas nossas carteiras

de identidade também tem os

nomes da gente e dos pais.

Estudo Bíblico do

Evangelho de São Mateus

Algumas pessoas, para dizer

quem são, lembram ainda os

avôs e as avós, o lugar de origem,

os costumes e as tradições

de antigamente. Outras,

para indicar que uma pessoa

é importante, costumam

dizer: “Ela é de família! Tem

tradição!” Outras ainda têm

vergonha de alguns membros

da sua família e se escondem

atrás de aparências que enganam.

Vamos conversar sobre

isto.

1. Quando me apresento, o

que digo de mim mesmo?

2. Quando me apresento, falo

da minha família? O que sei a

respeito dela?

2. OLHAR A PRÁTICA DE

JESUS

1. Introdução à leitura do texto

Vamos ouvir o longo texto sobre

a origem de Jesus. A carteira

de identi-dade de Jesus

tem muitos nomes estranhos,

difíceis de pronunciar. Durante

a leitura vamos prestar

atenção para ver se conhecemos

algumas das pessoas

que aparecem nesta lista.

Sobretudo, prestemos atenção

em quantas e quais são

as mulheres que aparecem

na lista dos antepassados de

Jesus.

2. Leitura do texto: Mateus 1,1-17.

3. Momento de silêncio.

4. Perguntas para a refl exão:

1. Nesta lista, quais os nomes

conhecidos?

2. Quais as mulheres que

aparecem na lista? O que

sabe sobre cada uma delas?

3. Se o evangelista coloca

apenas estas cinco mulheres

ao lado de mais de 40 homens,

sem dúvida ele quer

comunicar uma mensagem.

Qual é esta mensagem?

4. O que tudo isto nos diz sobre

a identidade de Jesus? E

o que diz sobre nós mesmos?

3. CELEBRAR A VIDA DA

COMUNIDADE

Sugestões para a celebração

1. Preces: O que este texto

nos faz dizer a Deus? Colocar

em forma de prece tudo

aquilo que refletimos sobre

o evangelho e sobre a nossa

vida. Como refrão após cada

prece digamos: “Ajuda-nos,

Senhor, a conhecer Jesus!”

Terminar esta parte com um

Pai-Nosso.

2. Rezar um salmo. Sugestão:

Salmo 8: “Teu Nome é

maravilhoso!”

Preparar o próximo encontro

1. Anotar o texto que será estudado

no próximo encontro.

2. Distribuir as várias tarefas

da acolhida e da

leitura do próximo encontro.

3. Marcar data e local da próxima

reunião do grupo.

Uma ajuda para o grupo

1. SITUANDO

1. O portão de entrada do

Evangelho de Mateus e de

todo o Novo Testamento é

uma longa lista de nomes.

Parece um texto sem muita

novidade. No entanto, através

dele o evangelista mostra

quem é Jesus e como Deus

agiu de modo surpreendente

para compor sua promessa.

2. Mas qual a novidade deste

texto? Na sociedade patriarcal

dos judeus, as genealogias

traziam somente nomes

de homens. Elas serviam

para mostrar a pureza da

raça. Por isso, surpreende-

-nos o fato de Mateus colocar

cinco mulheres entre os

ante¬passados de Jesus:

Tamar, Raab, Rute, a mulher

de Urias e Maria. Por que

Mateus escolhe precisamen-

te estas mulheres, omitindo

outras que eram muito mais

conhecidas na tradição bíblica?

O que há de comum

entre elas? Esta é a pergunta

que ele quer deixar na cabeça

dos leitores e das leitoras.

2. COMENTANDO

1. Mateus 1,1 e 1,17: O começo

e o fim da genealogia.

No começo e no final da genealogia,

Mateus deixa claro

qual é a identidade de Jesus:

ele é o Messias, filho

de Davi e filho de Abraão.

Como descendente de Davi,

Jesus é a resposta de Deus

às expectativas do povo judeu

(2Sm 7,12-16). Como

descen¬dente de Abraão, ele

é uma fonte de bênção e de

esperança para todas as nações

do mundo (Gn 12,13).

Assim, tanto os judeus como

os pagãos, que faziam parte

das comunidades da Síria

e da Palestina na época de

Mateus, ambos podiam ver

suas esperanças realizadas

em Jesus.

2. Mateus 1,2-16: A longa lista

dos nomes.

Ao fazer a lista dos antepassados

de Jesus, Mateus elaborou

um esquema de 3x14

gerações. O número 3 é o número

da divindade. O número

7 (14 = 2 x 7) era o número

da perfeição. Naquele tempo,

era comum interpretar ou calcular

a ação de Deus na vida

através de um número determinado

de datas ou de tempos.

Por meio destes cálculos

simbólicos, Mateus mostra

a presença de Deus ao longo

da história das gerações.

Ele exprime a convicção das

comunidades de que Jesus

apareceu no tempo estabelecido

por Deus. Com a sua

chegada a história alcançou

o seu pleno cumprimento.

Esse estudo continua

nos próximos jornais.


“Perdoai as nossas ofensas, assim

como perdoamos a quem nos tenha

ofendido” (Mt 6,7-14)

“Se você estiver para fazer sua oferta

sobre o altar, e lembrar-se que

seu irmão tem algo contra você,

deixe ali sua oferta e vai reconciliar-

-se com ele, só depois fará sua

oferta” (Mt 5,23-24)

Observe que nos dois trechos acima,

temos uma condição para alcançarmos

nosso objetivo:

No Primeiro a condição é “perdoa-

-me, assim como perdôo, isto é, só

serei perdoado se também perdoar

. No segundo é que se alguém tiver

algo contra você ,e não você contra

alguém.

No segundo texto, mesmo que nao

foi você quem deu causa ao desentendimento,

deverá procurar o outro

para a reconciliação. Parece-nos difícil

não ?, mas ao lembrar-nos de

duas passagens do evangelho, as

coisas se tornam fáceis.

“Todo aquele que se humilha será

exaltado e todo aquele que se exalta

será humilhado”

“Aquele que quiser ser o primeiro

no Reino de Deus, que seja servo

do seu irmão, pois o fi lho do homem

veio a esse mundo para servir

e não para ser servido. Não será o

discípulo maior que o seu Mestre”.

EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

O Valor do Perdão

Deus não faculta à pessoa ofendida,

da espera de reconciliação por parte

do ofensor, pois você até poderá

ter perdoado, mas pode ter fi cado

mágoas por parte da outra. Todos

nós somos pecadores e não estamos

livres de tais acontecimentos;

por causa de uma palavra colocada

em momento errado... pronto está

causado o problema.. tendo como

conseqüência a mágoa e até o

rompimento nas relações. Por isso

meu irmão não espere ..não deixe

para amanhã... pois o amanhã não

nos pertence...busque o perdão do

outro...mesmo que ele não queira ,

faça sua parte... Deus irá dar-lhe a

graça do seu perdão.

A pessoa que guarda rancor, mágoa,

raiva ou outro adjetivo que

provém do ódio, e não se abre ao

perdão e reconciliação está vivendo

em pecado grave e mortal.. já pensou

se acontecer de você ou a outra

pessoa tiver uma morte inesperada

e não houve tempo para reconciliação

e de receber o sacramento do

perdão dos pecados....pode imaginar

a consequência..? Será que por

causa de orgulho bobo , vale a pena

perder a graça de vivermos na eternidade

junto de Jesus, Maria e contemplar

a face de Deus nosso Pai ?

Nós fomos criados por Deus para

termos a felicidade eterna, e essa

felicidade começa aqui nesse mundo,

embora tudo seja provisório,

podemos, apesar de todas as tri-

bulações e difi culdades, começar

agora. Vivendo na fé, esperança, no

amor e caridade com todos nossos

irmãos...bons ou maus, pois Deus

nos ama igualmente e incondicionalmente.

Quando Jesus, pregrado na cruz

estava nos seus últimos minutos

de vida terrena , disse: “Pai

- perdoaí-os eles não sabe o que

fazem”. Um exemplo mais atual

foi o nosso querido Papa João

Paulo II, que foi visitar na prisão,

o homem que tentou matá-lo e o

perdou.. e as vezes nós por causa

de bobagens , coisas tão pequenas

retemos mágoas de nossos

irmãos...lembre-se ! aquele

que diz que ama a Deus e tem

ódio de seu irmão, está mentindo

e assinando sua condenação.

O ódio é o reverso do amor, e foi implantado

pelo príncipe deste mundo...

o diabo. A palavra diálogo nos

lembra entendimento, concórdia,

harmonia, paz..e tudo isso leva ao

AMOR..que provém de Deus Pai-

Filho através do Espírito Santo. A

palavra diabo vem do grego diablo,

cujo signifi cado é : discórdia, desarmonia,

confl ito, rancor, mágoa,

separação, adjetivos do ÓDIO que

provém de satanás , o tentador. Ele

não perde a oportunidade de adentrar

em todos os ambientes onde

o desentendimento está presente,

pois o prazer dele é a morte do homem.

Como é inimigo de Deus ele

precisa de almas para formar seu

exército maligno. Cabe a cada um

de nós através do perdão e do amor

deter esse inimigo.

Amor e Fraternidade= Salvação e

vida eterna/ Deus- Jesus- Maria -

Santos e Anjos = GLORIA

Ódio e Pecado = Condenação e

morte = Satanás e espíritos do mau

= SOFRIMENTO ETERNO

Estamos em uma época adequada

à conversão, ao perdão ea reconciliação

com Deus, procuremos o

entendimento com nosso irmão,

confessemos os nossos pecados

a um Sacerdote , façemos Penitência..lembrem-se

o ontem não

voltará....o hoje é (o presente que

Deus nos dá) o amanhã só nosso

Pai saberá os acontecimentos.

“ Sede Santo como vosso Pai é

Santo “

Veja o conselho e a receita de

Nossa Senhora para vivermos em

Santidade:

Eu vos dou 5 pedrinhas contra o

seu “Golias “

1. Reze diariamente o terço

2. Jejuar (toda semana quarta e

sexta-feiras )

3. Confi ssão mensal

4. Eucaristia ( se não for possível

todos os dias, pelo menos aos domingos)

5. Leitura e refl exão diária da Bíblia.

Pe Wagner Luís Galvão, SDB

Leia mais sobre o perdão e cura interior:

Livros recomendados:

1. A Parábola do Pai Misericordioso(

autor: Pe. Alfredo C. Veiga Editora

Loyola)

2. A Cura do coração( Oração de

Amorizaçã0 Pe. Alírio J. Pedrini Ed.

Loyola)

3. A Cura pela Missa( Pe. Degrandis

- Ed. Loyola)

4. Benção sobre Benção ( Regis e

Maisa Castro Ed. Rabone)

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8 EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

junho 2011 - ANO XIV - nº 162

Festa de Nossa Senhora Auxiliadora

na Paróquia São João Bosco

Creche e Funcionários Centro Social Dom Bosco Catequese na Coroação de Nossa Senhora Creche Nossa Senhora Auxiliadora Escolinha de Esportes

Bar Pastoral da Família Cachorro-Quente - Terço dos Homens Caixa - Pastoral do Dízimo

Caixa - Pastoral do Dízimo

Carreteiro - Renovação Carismática Comida Típica Árabe - Pastoral dos Enfermos Comida Típica da Colônia Japonesa Coordenadores da Festa

Doces - Apostolado Legião (Santa Rita Vocacional) Equipe Organizadora Visão Geral da Festa

Espetinho - Comunidade Jesus Misericordioso

Pastel - Centro Social Dom Bosco Pescaria - Catequese Prêmio da Rifa


A PARTICIPAÇÃO DA SANTÍS-

SIMA TRINDADE

Na liturgia da Igreja, Deus Pai é bendito

e adorado como a fonte de todas

as bênçãos da criação e da salvação,

com os quais nos abençoou em seu

Filho, para dar-nos o Espírito da adoção

filial. A obra de Cristo na liturgia é

sacramental porque o seu mistério de

salvação se torna presente nela mediante

o poder do seu Espírito Santo;

porque o seu Corpo, que é a Igreja,

é como que o sacramento (sinal e

instrumento) no qual o Espírito Santo

dispensa o mistério da salvação; porque

através das suas ações litúrgicas,

a Igreja peregrina já participa, em antegozo,

da liturgia celeste. A missão

do Espírito Santo na liturgia da Igreja é

preparar a assembléia para encontrar-

-se com Cristo; recordar e manifestar

Cristo à fé da assembléia; tornar presente

e atualizar a obra salvífica de

Cristo pelo seu poder transformador

e fazer frutificar o dom da comunhão

na Igreja.

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A Celebração dos Mistérios Cristãos

Os Sacramentos

O OBJETIVO DOS SACRA-

MENTOS

Os sacramentos são sinais efi cazes

da graça, instituídos por Cristo e

confi ados à Igreja, através dos quais

nos é dispensada a vida divina; produzem

fruto naqueles que os recebem

com as disposições exigidas.

O Espírito Santo prepara para a recepção

dos sacramentos através da

Palavra de Deus e da fé que acolhe

a Palavra nos corações bem dispostos.

A Igreja usa sinais que nos lembram

o amor de Jesus e nos comunica

a graça: são os sacramentos, a

água do Batismo, o óleo do Crisma

e da Santa Unção, as hóstias da

Missa e outros. Através dessas coisa

visíveis que a Igreja nos dá, nós

sabemos que Deus nos ama e nos

faz felizes. Nos sacramentos celebramos

a aliança de Deus com seu

povo.

Nos momentos mais importantes

de nossa vida, Deus vem a nós

pelos sete sacramentos. Os sinais

mais importantes que a Igreja faz

para celebrar a graça de Deus são:

Batismo, Confi rmação, Missa ou

Eucaristia, Penitência ou confi ssão,

Santa Unção, Ordem e Matrimônio.

SACRAMENTOS SÃO AS FES-

TAS DO AMOR DE DEUS

D. Marlene organizou uma festinha

para celebrar os cinqüenta anos

de seu casamento. Juntou a família

toda, menos o Antônio que

não pôde largar o serviço. Antônio

mandou uma fi lha ir à festa e levar

o presente. D. Marlene fi cou triste

por ele não estar aí, mas agradeceu

o presente que é sinal do

amor do fi lho. No fi nal embrulhou

um pedaço de bolo e entregou-o

à neta:

- Leva para teu pai e conta-lhe

como a festa foi bonita. Que ele

não se esqueça de vir aqui quando

puder.

Antônio repartiu aquele pedaço

de bolo com a esposa e os fi lhos.

Contou muitas histórias da vida de

D. Marlene. Assim a família toda

se uniu à festa e fi cou esperando o

dia em que vão poder estar juntos

com a mãe e a avó.

Você já reparou como é bonita

está história? A festa que D. Marlene

organizou, o presente que

Antônio mandou para ela e o bolo

que ela mandou para Antônio são

la família. Podemos dizer que são

sacramentos da amizade. Nascem

da amizade e a fazem crescer.

É isso que Deus faz conosco.

Ele nos ama sempre, mas de

vez em quando ele organiza

uma festa para nós. O povo

se reúne, lembra o amor que

Deus nos tem e todos fi camos

unidos. Não vemos Deus, mas

vemos os presentes que Ele

nos manda: a hóstia da Missa,

a água do Batismo e os outros

sinais dos sacramentos. Recebendo

esses dons de Deus, nós

fazemos como Antônio distribuindo

o pedaço de bolo com

sua família. Cresce nossa alegria,

nossa união, nosso amor

ao Pai. E fi camos esperando o

dia em que poderemos encontrar-nos

diretamente com Ele.

Por isso o sacramento só vale

para quem tem fé e amor. Sem

fé e amor, como vamos fazer

a festa com Deus?

SACRAMENTO EXIGE FÉ E

COMPROMISSO

Pedro e Tereza são noivos há muito

tempo. Usam aliança, estão

arrumando tudo para casar. Um

dia, Tereza encontrou outro rapaz

e começou até a namorar com ele.

Passou a noite pensando no compromisso

com Pedro. Pedro desconfi

ou daquilo e falou claro com

ela. Discutiram bastante e fi caram

uns tempos sem se falar um com

o outro.

Deus também fez um compromisso

com o povo e disse: “Eu sou

o Deus de vocês e vocês serão

o meu povo; eu vos protegerei

sempre e vocês seguirão os meus

mandamentos”.

os sinais do amor que une aque- Esse estudo continua

nos próximos jornais.

9


10 EntreNós

Boletim Informativo da Paróquia São João Bosco

junho 2011 - ANO XIV - nº 162

CSDB NEWS

O Centro Social Dom Bosco

nasce com o intuito de colaborar

para a promoção humana,

seja na vida de crianças, jovens

ou adultos. Acredita que um dos

meios para que esta promoção

aconteça é através da educação.

Portanto, educação e formação

sempre foram realidades muito

presentes no CSDB.

São algumas das atividades formativas

do CSDB:

CICLO DE PALESTRAS

Direcionado aos pais das crianças

da Creche Nossa Senhora

Auxiliadora, unidades I e II e

da Escolinha de Esportes. Uma

educação de fato eficiente é

aquela que consegue integrar

escola e família em um trabalho

próximo e conjunto. As palestras

que integram o Ciclo de

Palestras acontecem a cada

quinze dias e abordam temas

relacionados à educação e/ou

espiritualidade. São sempre temas

relevantes para os pais e a

família como um todo.

ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS

Os que não tiveram a oportunidade

de serem alfabetizados

ainda crianças, encontram no

CSDB espaço para que esta tarefa

aconteça, não importa em

Capacitar para Promover

que idade estejam. O Curso de

Alfabetização para adultos oportuniza

o acesso ao mundo da escrita

e leitura em aulas que acontecem

duas vezes por semana,

durante o ano todo.

INGLÊS BÁSICO

Nos dias atuais, a Língua Inglesa

tem se mostrado fundamental

em vários campos da atividade

humana (basta uma rápida navegação

na internet para se ter

contato com inúmeras expressões

nesta língua). Desta forma,

o CSDB, em parceria com a CNA

- Cultural Norte-Americano Ltda

oferece o Curso Básico de Inglês,

direcionado principalmente

para jovens e adolescentes (é

necessário ter concluído ou estar

cursando o sétimo ano do Ensino

Fundamental para ingressar no

curso). As aulas acontecem uma

vez por semana e o curso tem

duração média de três meses.

INFORMÁTICA

Outra área para a qual o CSDB

dá uma atenção especial é a Informática;

diante da crescente

necessidade de domínio desta

área para o ingresso no mercado

de trabalho, o CSDB oferece

o Curso de Informática Básica

para jovens a partir de 14 anos.

As aulas acontecem três vezes

por semana e o curso tem duração

média de 70 horas/aula.

CORTE E COSTURA

O Curso de Corte e Costura é

uma ótima oportunidade para

quem deseja aprender uma

nova profissão. É oferecido

três vezes por semana totalizando

180 horas/aula e para

o ingresso é necessário ter a

idade mínima de 18 anos.

LÍNGUA PORTUGUESA

O domínio da língua materna

sempre foi uma necessidade em

todos os campos da atividade

humana. O Curso de Língua Portuguesa

pretende oferecer meios

para a aquisição de domínio nesta

área, preparando, desta forma,

o aluno para a realização de um

concurso, vestibular, Enem, ou

mesmo para os relacionamentos

diários, pessoais ou profi ssionais.

Acontece duas vezes por

semana e tem duração de seis

meses.

Você poderá participar dos cursos

do CSDB de duas formas:

inscrevendo-se em um deles e

melhor se preparando para o

mercado de trabalho ou sendo

professor(a) voluntário para que

mais jovens e adultos tenham a

oportunidade de fazerem diferente

em suas vidas. Não deixe

de ajudar. Procure o CSDB e saiba

como.

Veja a seguir uma pequena en-

trevista com Juraci Zuza de Andrade,

aluna do curso de Corte e

Costura sobre a importância que

o curso está tendo em sua vida.

CSDB: Por que você optou por

fazer um curso aqui no CSDB?

JURACI: Sempre tive vontade de

fazer um curso de Corte e Costura,

mas nunca tive a oportunidade.

Quando vi que o Centro

Social estava promovendo este,

não pensei duas vezes e resolvi

fazer. Já conhecia o trabalho da

professora e isso me incentivou

ainda mais. O curso tem sido

maravilhoso e tem suprido todas

as minhas expectativas. Era exatamente

isso que eu queria.

CSDB: O curso está contribuindo

de alguma forma em suas atividades

diárias?

JURACI: Sim, com certeza. Hoje

já faço roupas para meus netos

e, meu plano é, ao terminar o

curso, começar a fazer roupas

para outras pessoas também,

trabalhar de forma autônoma. O

curso possibilita isso, te dá a

perspectiva de uma nova profi ssão.

CSDB: Você teria alguma sugestão

para os nossos cursos?

JURACI: Eu gostaria muito de

fazer um curso de pintura em tecidos.

Talvez o CSDB pudesse

oferecer um curso desses, seria

muito bom.


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ILUMINE VIDAS

AJUDE O CENTRO SOCIAL DOM BOSCO A ILUMINAR A VIDA DE MAIS ADULTOS

E CRIANÇAS. AUTORIZE UMA DOAÇÃO NA SUA CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA.

AJUDAR É UM

GESTO VOLUNTÁRIO

E FAZ BEM.

AUTORIZAÇÃO PARA DÉBITO EM NOTA FISCAL/CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA

ENDEREÇO:

CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA/CDC: VALOR DA DOAÇÃO MENSAL:

TELEFONES:

EMAIL:

NÚMERO DE PARCELAS: ( ) 12 MESES ( ) 24 MESES ( ) 60 MESES ( ) OUTRO:

EU, AUTORIZO A EMPRESA ENERGÉTICA DE MATO GROSSO DO SUL, S/A - ENERSUL,

A COBRAR ATRAVÉS DA NOTA FISCAL/CONTA DE ENEGIA ELÉTRICA DE MINHA REPONSABILIDADE, O VALOR ACIMA REFERIDO,

EM BENEFÍCIO DA ENTIDADE CENTRO SOCIAL DOM BOSCO.

CAMPO GRANDE-MS, DE DE .

IDENTIDADE:

CPF:

ASSINATURA: (VALOR MÍNIMO R$10,00)

11


12 EntreNós

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junho 2011 - ANO XIV - nº 162

Espaguete à carbonara

Ingredientes:

- 500 g de espaguete

- 150 g de bacon

- Sal a gosto

- 150 g de queijo parmesão fresco

- 150 ml de creme de leite batido

- 1 ovo

- Azeite e pimenta a gosto

DATA EVENTO

CalendáriodoMês

HORA LOCAL

02/06

03/06

04/06

04/06

05/06

07/06

07/06

08/06

11/06

15/06

16/06

18/06

18/06

21/06

22/06

23/06

25/06

26/06

26/06

29/06

29 e 30/06

Pós Encontro ECC

Reunião Apostolado da Oração

Cenáculo Mariano

Baile Caipira

Encontrão do Segue-me

Reunião Paroquial do Meces

Ciclo de Palestra

Discipulado Células

Baile dos Namorados

Discipulado Células

Pós Encontro ECC

Legião de Maria

Encontrão do Segue-me

Ciclo de Palestra

Discipulado Células

Corpus Christi

Retiro e Formação Apostolado Oração

Churrasco em Prol da Capela Jesus

Tarde de Louvor RCC

Encontro Células

Preparação de Pais e Padrinhos

20h

17h

16h

19h

15h

20h

-

19h

21h

19h

20h

14h30

17h

-

19h

-

14h30

11h30

-

-

20h

Marketing e Comunicação

67 3029.5800

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Sede

Modo de fazer:

Cozinhe o espaguete em uma panela com água fervente e sal.

Corte o bacon em pedacinhos e coloque-o na frigideira, para fritar.

Em uma terrina, rale o queijo e junte o creme de leite batido. Mexa com uma

colher, adicione o ovo e tempere com sal e pimenta, mexendo sempre.

Com uma escumadeira, retire o bacon da frigideira e exclua a gordura.

Depois de cozida a massa, escorra-a numa vasilha. Regue com um pouco de

azeite para a massa não colar e mexa com uma colher de pau.

Em uma travessa, coloque o espaguete, despeje por cima o molho de creme

de leite e o bacon.

ARQUIDIOCESE DE CAMPO GRANDE

RESUMO DO BALANCETE MENSAL ABRIL 2011

Paróquia São João Bosco Comunidade Sede

ENTRADAS CÓD. VALORES (R$)

INSTITUCIONAIS

1 79.492,95


1.1 38.424,00


1.2 39.783,95


1.X 1.285,00

REPASSES INTERDEPARTAMENTAIS 2 3.021,58

RECEITAS FINANCEIRAS

3 1.298,15

TOTAL DE ENTRADAS

83.812,68

SAÍDAS CÓD. VALORES (R$)

ADMINISTRATIVAS





DESPESAS COM PASTORAIS

FILANTROPIAS

REPASSES INTERDEPARTAMENTAIS

TOTAL DE SAÍDAS

Pe WAGNER GALVÃO - PÁROCO

1

1.1

1.2

1.3

1.5

2

3

4

45.128,14

7.920,05

2.119,66

2.330,09

32.758,34

4.363,85

3.757,63

20.316,57

73.566,19

PAULO S. PETRI - TESOUREIRO

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