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    Se no craneo de Deus tem fundamento

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    ViLLAKCETB Lastimaes não ser eu vo

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    E tão ligeira e mentida, Tão pass

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    Na dor de todo o momento Meus dias

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    Sonho sois ou íin£Ímento Da tris

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    O que outro tempo foi bem Para a mi

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    Beijae, ao fim das canceiras De vos

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    De negro arrayae n'est'ora Os débe

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    Vem o tempo casadouro, Dá-lhes nã

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    Rústica Que queres tu de mim, rude

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    Nos campos ha ainda o riistico amor

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    54 Quando a alma se nos forma, em n

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    Filhos A Armando da Silva. Vaes ser

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    Purificar no filho o amor, a suar,

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    62 Não consintas que eu vá, n uma

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    64 Talhado em cedro, olhae, por dé

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    De negro «Je m'abille de couleur n

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    o Bem Muda-se em volta a mim a natu

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    No mercado de peixe O mercado de pe

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    o meu S. Braz Aquelle que ali vês

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    Vida simples Ter um canto de terra

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    RUIVA A José Autonio Serrano.

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    II Cada olhar que me vê, vê-me á

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    Por mal, eu amo : IV cumpro este de

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    Só Wagner se dá bem com os teus n

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    86 O mesmo Deus, creando as pedras

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    VIII Entre os vicios que tem o anim

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    IX Não posso bem dizer ha quantos

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    92 Arrasta as perversões banaes de

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    Coração Meu pobre coração despe

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    Voltas Isto nem vida parece, : ! Qu

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    II De tão farto de chorar, Já nã

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    Endechas Feliz de quem tem Saudades

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    Dor íecimda Quem não sabe o que s

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    Ressurreição Já quando as azas p

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    Amem do peito alguém, Que sendo o

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    CADÁVERES

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    112 Mas vendo o outro vestido, e ne

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    114 Trazemos aberto ao ar O ventre

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    116 Vossa mascara torcida É toda n

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    118 De thorax d'esmeralda, aza teci

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    Podre A João Galhardo. E dizer —

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    As mãos da podridão, endurecidas,

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    c. Xinguem me dá alegrias : Xào n

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    ]I o que fiz eu de mim ? que má ve

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    IV o teu aíFecto é uma flor morta

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    VI De sentir que não posso merecer

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    VIII Que desgraça ha em mim, por e

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    Mas como pode ser tão miserável E

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    XII Onde tu passas, o ar se doura !

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    índice PAG. Palavras do auctor 7 P

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    15' PAG^ II . 117 Endechas 11*J Dor