UCBC Informa - Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro

cpvsp.org.br

UCBC Informa - Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro

UNIÃO CRISTA BRASiLEIRA DE COMUNICAÇÃO SOCJAL - UCBC

SAO WVJLO ANO XIX - r 135 - OUT/ NOV/ DEZ/ DE 1987.

S U H A R I 0

■ r BALANÇO GERAL DE 1987.

iriFORME ADfíiriISTRATIVO HA UCBC/Q7

J VI ENCOr}T. n .O NACIONAL DE SÓCIOS

* 1987: AVANÇOS DO PROJETO LCC

* A VERDADETR; oonspiRAçÃo CONTRA ns povos rr;ofGEfiAS

* COMUNICAÇÃO LIVRE PARA A DEMOCRATIZAÇÃO DO PAÍS

p ;. G

* SISTEMA DE CONCESSÕES DE CANAIS DE RÁDIO E TV É CONDENADO 08

* 1° FESTIVAL DE MÚSICA POPOLAH DO MIGRANTE - VEMCEDORE'

* CONSELHO APROVA PROPOSTA DE ALUNOS DE RP DA METODIST/ 1

* AVISTA DE CUUim VOZES: 00 ANOS DE JORNALISMO

* TEA;RO

* ATENÇÃO: VIDEOMANÍACOS

* REALIZADA TT CONSULTA DA CELADEC

* 20 DE NOVEMBRO- DIA NACIONAL DA CONSCIÊNCIA NEGRA

* FOTOS - CONGRESSO RE COMUNICAÇÃO SOCIAL ^CRC

* REPERCMTE TRIBUNAL DA COMUNICAÇÃO

Redatora Responsável: MÁRCIA CRUZ PIVA

04

05

05

OG

00

09

10

10

10

11

12

13

14

T


íno de 19G7 começou con esperança

renovação. Um novo congresso

preparava-se ■ j^ara elaborar a f-JOVA

CONSTITUIÇÃO. Tuc'o era festa. Tudo

esperança! Apesar do falência do

Plano Cruzado, esperava-se o mila-

gre da Wova Cariei para o Pais.

A medida ■-.


Chegamos ao fim do raio de 1987.

Cora elo, o primeiro período da

diretoria eleita em fevereiro.

E importante um balango, ainda

que breve, das atividades rea-

lizadas pela entidade neste pe

ríodo de transição da vida bra

"sileira. Este relato será fei-

to a partir da ótica da presi-

dência. Deixa-se, por isso, -

que as vice-presidências e de-

mais membres da diretoria rea-

lizem o balanço de suas respe-

ctivas responsabilidades.

■Damtatos e íanconitros.. ..

Entre os diversos contatos e

encontros realizados pela UCBC

neste ano de 1987, merecem des

taques:

. Em maio do corrente(4 a 8) -

foi realizado um encontro 'de

comunicadores sociais de vári-

os países latino-americanos. 0

objetivo do mesmo era discutir

questões relativas à elabora -

çao de um projeto conjunto de

confeccçao dedeos na Pasto-

ral. 0 encontro foi em Buenos-

Aires e a UCBC foi representa-

da por seu presidente;

. A UCBC também esteve presen-

te nas articulações realizadas

em Brasília para defender as

propostas da Frente Nacional

de Luta por Políticas Democrá-

ticas de Comunicação da Assem-

bléia Nacional Constituinte.

: uito embora as reinvidicações '

mais progressistas não tenhan

prosperado, e o esforço valeu

para manter a articulação ini-

ciada ern 1984;

. Membros da UCBC estiveram pre-t

sentes em Quito, Equador, nas

Assembléias Continentais de Unda

Al, 0CIC-A1 e UCLAP. Na oportuni-

dade houve eleição para a UCLAP.

BAL&ÍÇ3 ZEEJ-í. DE 1987.

LítvBC. informa

.n mantidos na Diretoria da ,

entidade: Frei Clarêncio Neo ' '

(Presidente), Pedro Gilberto

Gome3(Secretário Geral) e lanar

de Oliveira Soares(Tesoureiro).

Elson Faxina foi designado Secre-t

tario Executivo da mesma. Depois

deste evento, os mesmos per-

maneceram em Quito para paroi-

parem do Congresso :iundial da

Unda e OCIC. A participação

neste Congresso proporcionou à

UCBC uma série de contatos, ira

portantes a nível mundial: Com

a organização de ajuda frater-

na ADVEIJIAT, da Alemanha;ÜCIP,

na pessoa de seu presidente e

de seu secretario executivo• W

ACC-ALC, na pessoa de seu se-

cretário executivo Osvaldo Hir

schmunn; ca:! PROA e SOIJOLUX. A

lém disso Ismar e Pedro Gilber

to mantiveram contatos com o

CIECPAL, visando futuros inter

cãi.Mos em publicações. Outro

contato interessantes foi reali

zado com os jesuítas latino-a-

mericanos que trabalhai;! em co- ,

munlcação social.

Pode-se dizer que, graças a es

tes encontres, a UCBC é hoje u

ma erítidade conhecida e reco -

nhecida internacionalmente.

. Representantes da UCBC esti-

veram presentes nas reuniões

do Conselho Latino-americano

das Igrejas (CLM) e na reuni-

ão continental e nacional do

Conselho Evangélico Lâtino-aroe

ricano de Educação Cristã(CELA

DEC):

. A UCBC recepcionou em 3ão Pa

ulo os senhores Adan Medrano.

da organização de ajuda frater

na BETEVOLEirTL'-. e Pe. Hânrry \

chit, da Conferência Episcopal

I lorte-americana.

T

1 _


continuadSo

Projetos pjpQgranEcos...

úlguns foram encamirjiiados pela

atual diretoria. Entre estes:

.Projeco de Fomação e Capaci

taçao em Coniunicação. É um pro

je'co para quatro anos (até

1990), enviado à ADY2NIAT, no

.matante de US$130,000,00.

.Deu-se andar.iento ao projeto -

enviado à EMW para a quisição-

de uma off-set de mesa para a-

C-lizar nossas publicações.

. Foi apresentado CIPq e ao Cl

ID(do Ctinadá) ura projeto para

recuperar a memória histórica

da UCBC. 0 CrPq dará sua res -

posta em janeiro, enquanto que

a entidade canadense negou re-

cursos.

. Foi apresentado um projeto -

de confecção dedeo para con

ferência Episcopal Norte-ameri

cana. A resposta foi negativa.

. Conseguimos financiamento pa

ra realização do seminário du-

rante o encontro Nacional de

Sócios ern fevereiro. Pagamento

a hospedagem.

. Ainda na linha dos projetos,

a V'ACC confirmou uma verba, a-

inda que reduzida, para o ano

de 1988.

As assessorias ...

No campo do trabalho das esco-

las confessionais de comunica-

ção, a UCBC, juntamente com a

ABECOM e o IMS, realizou o cur

so de atualização de deontolo- -

gia da canunicação. Deste en -

contro, saiu um documento, já

publicado no Boletim. Projeta-

se publicar as palestras deste

encontro .

. 0 projeto LCC mantém um rela

tório à parte. Vale registrar

o encontro nacional do Embú -

que delineou perpectivas futu-

ras parei o desenvolvimento do

projeto.

I IIW III I 11 IIWI II III

UCBC Informa

. A assessoria de Direitos Hu-

manos continua com acolabora -

ção do sócio Firmino Luiz dos

Santos Neto. Neste particular,

vale ressaltar a carta enviada

ao Ilrno. Sr. José Sarney Costa

- Presidente da República. Ne-

la, a UCBC solidariza-se com o

Presidente da CNBB, D Luciano

Mendes de Almeida e solicita a

imediata demissão do Sr. Paulo

Brossard de Souza Pinto - Mi -

nistro da Justiça .

E as publicações ...

Neste ano 1987 a UCBC esteve a

tiva no campo das publicações.

. Saiu o primeiro número do L-

CC Cadernos, destinado a impul

sionar no campo da Leitura Cri

tica.

. Foi publicado o livro Cultu-

ra, Meios de Comunicação e I-

greja, em co-edição com a Loyo

Ia, Unda-Br e OCIC-Br.

. Com o apoio da v/ACC e do CA-

NECO, publicou-se o livro Fnti

dades Cristã de Comunicação no

BrasU.

. Durante o XV Congresso foi -

lançado o livro do Congresso -

de Belo horizonte - / Canmica

ção «ia Construção da Paz.

. Estão no prelo: o livro do

segundo encontro latino-ameri-

cano de educação para a televi

são e o segundo número de LCC-

CADERN0S.

E importante que os sócios, pa

ra ajudar a entidade, comprem

estes livros. Basta pedir a se

cretaria da UCBC.


continuação

Ccngresao e Tribinal ...

A grande realização deste ano

foi, sem dúvidas, o XV Congres

so Brasileiro de Comunicação -

Social. Embora nao tivesse a a

fluencia de público que se es-

perava: cerca de 800 pessoas ,

na análise dos participantes

foi um dos melhores realizados.

Isto pelo grau e nível de par-

ticipação nos painéis. Apesar

de alguns contratempos, a dire

toria sente-se feliz com a rea

lização do mesmo. 0 Congresso

demostrou que deve haver uma

maior participação das bases

na sua realizaçã. Caso contrá-

rio, dadas as mudanças havidas

na conjuntura do País, este ti

po de evento tende a perder o

seu sentido.

Dentro do congresso, salientou

-se em importância externa, a

realização do TRIBUNAL DA COMU

NICAÇÃO, que condenou perempto

riamente a atual legislação de

de comunicação no País.

0 próximo será realizado em

Londrina (Paraná) e terá como

tema: "COMUNICAÇÃO, MEMÓRIA, -

E RESISTÊNCIA". Esperamos as

sugestões dos sócios quanto à

temática e conferecistas...

Oatras atividades - muitas -

que não foram aqui alencadas -

serã apresentadas pelos respe£

tivos responsáveis. A diretor!

a pretende apresentar um balaii

ço mais completo de suas ativi

dades durante o encontro de So

cios. Este encontro será reali

zado de 18 (à noite) a 21 de -

fevereiro de 1988, na casa de

Retiros Pe. Kentnich, em Jara-

guá, São Paulo.

UC/ If C . informa

Antes de terminar, uma palavra

quanto aos núcleos regionais.A

UCBC espera que os associados

das diversas regiões organizem

-se em núcleos para melhor desenvolver

o trabalho. Neste -

particular, vale lembrar a ini

ciativa dos assossiados do Rio

Grande do Sul, que fundaram o

núcleo UCBC/SUL e criaram "UC-

BC DEBATES", para discutir os

problemas atinentes a canunica

ção social. Algo semelhante es

...... ' ■'■

ta iniciando no Paraná. No pro

ximo ano, o núcleo UCBC/SUL da

rá inicio à sua "SEMANA DA CO-

MUNICAÇÃO", durante o mês de -

maio.

Espera-nos encontrar-nos todos

em fevereiro.

Desejo a todos os sócios da UC

BC um Feliz Natal e um melhor

ano de 1988. Qute o Senhor nos

acompalhe e nos ilumine no di

fícil trabalho no campo da Comunicação

Social.

Pedro Gilberto Gomes

Presidente


Dentro da atual conjuntura so-

cio-econômica em que vivemos e

significativo. Mesmo quando se

trata de uma entidade cristã ,

sem fins lucrativos, como é a

UCBC. Para os nossos sócios in

fonnamos que a entidade só po-

de caminhar com a sua ajuda. 0

pagamento da anuidade é condi-

ção necessária paira a manuten-

ção da sede: pagamento de água,

luz e telefone. Além disso te-

mos os serviços de secretaria,

correios etc.

0 reajuste do aluguel foi para

rnals de 200% daquilo que paga

vamos em agosto de 1987. Esta-

mos quase sem condições finan-

ceiras para permanecer aqui,

na Praça da Se,'21 6 5 andar.

Mas esperamos contar' com a com

preensão dos coTipanheir-os. Dos

antigos e dos novos. Sem esse

pequeno esforço nossa entidade

terá seríssimas dificuldades.

No decorrer de 1987, além da

edição de LCC Cadernos, impres

sos graças ao patrocínio de

WACC, também editamos "Entida-

des Cristã de Comunicação no

Brasil" com apoio financeiro

de CAMECO (Catholic Media Coun

cil-Aachen) e da V/old Associa-

tion for Christian Caanunicat-

on (V/ACC) de Londres.

Além disso, graças às Edições

Paulinas, editamos o livro

"Comunicação na Construção da

Paz" resgatando o conteúdo do

XIV Congresso Brasileiro de Co

municação Social, realizado em

Belo Horizonte (1985).

Para a nossa sede adquirimos

o telefone. Antes era alugado.

E custava altíssimo por mês.

Agora, com a sede apta para o

atendimento de todos, resta-se

a dificil tarefa cie manter as

atividades projetadas para

1988.

■»IIIII

UCBC. informa

HíHM-E /«íEIISTMTIVO M- UC3C/S7

Ho que tange aos cursos dados

dentro do Projeto Leitura Crí-

tica da Comunicação,companhei-

ro Ismar de Oliveira Soares a-

presenta uma síntese quantita-

tiva dessa terefa da UCBC.

Insistimos junto a todos os só

cios no sentido de "quitarem"

as anuidades atrassadas e so-

bretudo a de 1937. Para as de-

mais vale a refência antiga

(85 e 86 - 1.000,00). A anuida

de de 87 corresponde ao valor

de 02 OTNS.

Auguramos un FELIZ MATAL e um

ANO NOVO cheio de Paz e progres

so a todos que lutam pela jus-

tiça e pela igualdade fraterna.

Francisco Assis M. Fernandes

Diretor Administrativo UCBC

VI ETCCPim) JHCIONAL CE SÓCIOS

0 VI Encontro Nacional de sócios

da UCBC, a realizar-se nos dias

18,19,20 e 21 de fevereiro próxi^

mo, na Casa de Retiros Pe. Kent-

nich, no Jaraguá, contara com a

participação do Pe. Renato Hevl_

a, do Chile e de um profissio-

nal do IBASE. Com o objetivo de

discutir a problemática da Cornu

nicação frente aos desafios da

sociedade contemporânea, será

realizado um seminário sobre a

questão. A Assembléia Geral Orxli

nária da entidade acontecera du-

rante o encontro. Sócio, conta-

mos com você.

g ie carta anexa com maiores

infonnaçõc .

4 _


19S7:. AVA^iÇOG iDO eíOIETO LDC

Dois fatos marcaram o Pr-ojeto

LCC em 1987: a reelaboraçao me

tôdológica e a ampliação da as

sessoria em projetos de educa-

ção para cammicaçao.Em maio

realizamos o encontro dos co-

ordenadores regionais. Fizemos,

na ocasião, um amplo debate so

bre, conteúdo e métodos» De to

do este trabalho resultou un

relatório de 70 páginas divido

em duas partes. Ha primeira, a

descrição do encontro e, na se_

gunda, a elaboração de una no-

va proposta de trabalho. Fez -

se uma opção pela redução do

numero de cursos e pelo acompa

nhamento às pessoas que parU

ciparam dos eventos prograna -

dos.

Quanto à assessoria, prestamos

serviços a vários organizações,

entre elas a CNBB, ao Projeto

deo Escola, à Arquidiocese

de São Paulo, ao ITESP, ao Ins

tituto Teológico Pio MT, ao Se:

minário Diocesano de flova Igua

çu, à Inspetoria Salesiana de

Sao Paulo, ao CESEP, Debatemos

nosso projeto em eventos premo

vidos, pela ABT, Encontro de

Video na Educação, cm reuni-

ões do Departamento de Comuni-

cação e Artes da ECA/USP, na

Universidade de Taubaie.

Os regionais atenderam solici-

tações de comunidades de seus

respectivos Estados ou Estados

vizinhos: Rio Grande do Sul,

Paraná, São Paulo, Goiás, Ron-

dônia, Ilato Grosso do Sul, Rio

de Janeiro, Minas Gerais. Três

pesquisas acadêmicas estudam o

projeto LCC sob ângulos dife-

renciados junto ao Curso de

PÓs-Graduação da ECA/USP.

Maiores informações serão pre-

tados no Encontro Nacional de

Sócios, fevereiro de 1988.

Ismar de Oliveira Soares

Coord Projetos - LCC

Uv l>v/. informa

/■. ".^H^DAJIEIPA TJFPZFAÇtO OOfITIW OS

?COT£ IIDÍflEi' A IGREJA E 0 BRASIL

0 Conselho Indigenii ta "':: ionario

e r CflBB publicarai un folheto on

■ .;■ .,■ : an a verdadej ra conspl-

rr-ção contra os povos Indígena

11 i Brasa 1.

Ua putolicação, demonstrasi que hau

ve, de fato, uma conspiração con-

tra a sobrevivêneia rios Índios.

Denuncian a campanha difamato: :;

movida contra organismos que de-

féndern a causa Indígena» Evidenci_

am a falsidade dós documentos a-

presentados e põem a descoberto os

verdadeiros interesses que moveram

o jorn.-d 0 F^-a^o de S.Paulo' a-

hr ir espaço.^, a mineração pari Lcu-

lar on terras indígenas. D. Krvir

Krautler pede que todos "reprodu-

zam", divulguem este livreto, e

sintam-se à.vontade para solicitar

sclarecimentos. E sobretudo denun

ciem os reais interesses dessa sor

"ria campanha, que objetiva conde-

n r as populações indígenas ao e-

tnocídlo e ao genocádio Irrev rsí^

" ■:...".

UCHC .'IJ>ERE A IJSC1ARAÇAD CH PüíITOPI-

G6 QA 'Ca^ISS^ÍJ' SaUSOSMCMÍ/í DE PAZ;

A 1 ! aves do seu [ residente, i T; C^C

lei Lu a declaração de Pricipi

Comissão Sul-americana c3e Paz,

deíjlar ja f' : :;.

cia como fundamento da Paz na Ame

rica Latina; advoga una segurança

democrática e propõe que a America

do Sul seja una zona de Paz. Desta

maneira, estar-se-á contribuindo

para a Paz Mundial.

No último artigo - " os integran-

tes da Comissão Sul-americana de

Paz, iniciamos nossos trabalhos

fazendo um chamado à consciência e

a capacidade de ação de todos os

latino-americanos dispostos a com-

prometer-se na grande tarefa comum

de estabelecer' na América do Sul

um novo espaço histórico para a

paz ativa, a democracia integral

e o desenvolvimento com equidade".


Os participantes do XV

L

2 COIÍGRESSO

BRASI1EIR0 DE COriUriTCACÃO SOCIAI. ,

pr-omovido pala União Brasileira de

Co:;Tunicação Social - UCBC -, veali

zado no Instituto Hetodista de Ensino

Superior, de 29 de outubro a

1 ? .de novembro de 1987, cai o tema:

POLÍTICAS DE COrUIflCAQÃO;PARTICIPA

7Ã0 POPULAR, advogam una maior par

ticipaçao do povo no estabelecimen

to de políticas de comunicação para

o Brasil. Consideram que somenbe

uma comunicação livre permitirá

unia verdadeira democratização do -

Pais. Deste modo, em plenário, resolve

ran apoiar e assumir o docu : n

to que professores de ÉTICA E LE- "

GISLAQÃO dos Estados de Goiás, Minas

Gerais, Paraná, Rio Grande do

Sul e Sao Paulo aprovaram em 30 de

outubro de 1937.

Diz este documento:

Os professores fde Ética e Legislação

dos estados de Goiás, Hinas Ge

rais, Paraná, Rio Grande do Sul e

Sao Paulo, remidos no Instituto -

letodista de Ensino Superior, em

São Bernardo do Campo, de 25 a 30

de outubro cie 1987, sob a convocação

da União Cristã Brasileira de

Ca lunicação Social e Associação de

Escolas de Comunicação, preocupados

com o elitisno que domina o ensino

da comunicação e a atuação dos meios

de informação no Brasil e.

Considerando que a liberdade de

coiiiunicação e de auto-expressão ■

da sociedade é indispensável ao

desenvolvimento político, oconõ

mico e cultural do País e de li

bertação do persistente modelo

colonial;

Considerando qUe a comunicação

e uma capacidade universal que

não pode o Capital e o Estado -

, coibir;

CCXliniCAÇPJD LTVRE PJ&A A.

lE-IX^TIZAÇÃD DO PAÍS

Uv^BC Informa 6 -,

Considerando que a informação -

sobre fatos e idéias da vida BO

ciai contitul patrimônio social

inapropriavol;

Considerando que o noticiário e

as mensagens de qualquer nature

za nao devem trazer prejuízos a

vida da pessoa, dos grupos soei

ais e da população;

Considerando que os meios e as

empresas de infonnação são ape-

nas agentes de intermediação da

comunicação social;

Considerando que as razões éti-

cas constituem a origem da legi

timidade das leis, superando-as

no caso de leis injustas e que

cabe a legislação viabilizar o

desenvolvimento democráti co.

Considerando que o ensino de é-

tica é fLndamental como elemen-

to aglutinador na formação da -

consciência crítica na universi

dade;

Considerando que o compromisso

com a verdade e com o interesse

publico constitui ato indeclina

vel dos profissionais da comuni

çao social.

FriEeiro: o debate e a formação -

de soluções para os graves proble

mas da comunicação social devem -

ultrapassar os limites restritos

da especialização e ser produto da

inserção da Universidade no meio

social e popular.

Segurvio: A Constituição e as leis

devem subordinai" o exercício da

canunicaçao de massa co interes-

se publico, vedíindo qualquer for-

ma de mercantilismo, garantindo o

acesso e o uso dos rneios pelos -

grupos sociais, pelas diversas cor

rentes de opinião e pelos movimen

tos populares.


continuação

.Tbraeiro: A criação de un Conselho

nacional cie Comunicação, como ór-

gão civil autônomo, independente

dos poderes políticos e econSmi-

cos, para formular e superlnten-

cterpolíticas nacionais de comuni

cação e instruturar organismos rê

Sionais de defesa dos direitos do

usuário dos meios e serviços de

er.presas de informação.

^ art qi ^ empresas de infonnaçSes

sofriente poderão funcionar roedian-

te regras transparência que asse

gurem seu controle democrático, o •

bí\igando-se à contabilidade aber^

ta e a caracterização de publici-

dade^e propaganda bem como à dis-

tinção entre material informativo

e opinativo.

'sMJnito; Autoridades oficiais e pes

soas com atuação pública se obri- _

gan a prestar informações de inte-

resse social, responsabilizando-

se judicialmente tanto pelo desvir

tuamento quanto pela omissão da ver

dade. —

Sexto: Aos trabalhadores da comuni

cação, incluindo-se jornalistas, ""

publicitários, relações públicas,

radialistas, artistas e técnicos,

fica assegurada a cláusula de cons

ciência, garantindo-se-lhes recu-""

sa quanto da exigência de presta-

ção^ de serviço que importe em da-

no a sua integridade ética oa

moral.

^ti^Pj- A implantação imediata de

uma Agencia nraslleira de Notíci-

as, totalmente autônoma, com atua

çao internacional, para a produção

de matéria-prima, de modo regular

e a baixo custo, assegurando li-

vre acesso à atividade informativa.

.——.

UCBC.infor mii

Oitavo: A contextualização da in-

ro '' : ;. a Pluralidade de versões

3.';.' matéria controversa e a r

sentatividade das diferentes cor^

rentes de opinião são indispensá-

veis a comunicação democrática.

IfcffHi Os professores de ética, con

gratulando-se com os companheiros"

que integram o Comitê Paulista de

Data pela Democratização da Comu-

nicação, aplaudem a iniciativa do

Tribunal Popular, que julga as Con

s da rádio e Televisão no

Pais, reafimam a disposição de

flmdar comitê e eventos em seus

estados, Integrando as Escolas de Corau

, o nestes movimentos.

Ao Lr este documento, os partici-

pantes doJCVS Congresso Brasileiro de

Comunicação Social estão afirmando que

a participação popular, a postura éti-

ca no uso dos meios de comunicação e a

vid. democrática estão profundamente

I Lgedos entre si. Consoante isso, com-

prometem-se a lutar para que se estabe

leça no Brasil uma comunicação verdr ■'

livre, exigência determinante ""

de uma orfiem democrática.

Wa CONGRESSO DRASILEino DE CainiCAÇÂO SOCIAL

Sio Beroar-do do Campo, 12 cte novembro de 1987

7 ^


T

Os debates realizados durante o XV

Congresso Brasileiro de Comunicação

Social, através de mesas redondas e

painéis, evidenciaram que, no que se

refere ao estabelecimento das polí-

ticas de comunicação no Brasil, exis

te uma marginalização da participa-

ção popular. Por outro lado, a apre

sentação de experiências populares de

comunicação, através do uso de mei-

os alternativos como vídeo, teatro,

radio, mural, jornal comuniteário, au

dio-visual, Leitura Crítica da Comu_

nicação (LCC), entre outros, demons-

tra que o movimento popular está bus

cando formas de participóição. Por sua

vez, o julgamento simulado da Lei de

Concessões de Canais de Radio e Tele

visão, no TRIBUNAL DA OCMIUCAÇÃO , _

mostrou que existe um vasto movimen

to pela democratização dos meios de

comunicação na País.

Este movimento não só atinge as cama

das populares, mas tem seus defenso-

res no mundo político partidário e no

mundo profissional da comunicação. Is

so ficou demostrado pelos depoimentos

do Deputado Federal PT/RS, Olívio Du-

tra e pelo jornalista Florestan Fer -

nandes júnior. Apesar dos esforços do

advogado de defesa em descaracterizar

o reu, falaram mais alto os depoimen-

tos das diversas testemunhas e os ar-

gumentos da promotoria. A condenação

foi unânime. Segundo sentença proferi

da pelo Juiz Dalrno Dallari, é preciso

que o sistema tome-se democrático, -

"sofrendo a ação permanente da socie-

dade que não deve descansar até a vi-

toria final na luta pela democratiza-

ção dos meios de comunicação". A con-

denação foi um primeiro passo de uma

campanha que terá início em dezembro

e se estenderá até setembro do próxi-

;no ano. De acordo com os organizadores

do TRIBUNAL DA COHUMICAÇÃO (UCBC, Comi_

te Paulista pela Democratização dos

Meios de Comunicação e Instituto Meto-

dista de Ensino Superior) "a situação

atual de monopólio do sistema de con-

cessões de rádio e TV está sob o des-

crédito geral. Sendo assim, é preciso

UCBC .informa

SISTEím DE OONtaSSÕES TE WJãS

DE RÁDIO E W É COJEErCMX)

mob:'1 i jar o maior número possível cie en

s da sociedade civil para conse -

guir efetiva democratização e mudança -

isa legislação".

A UCBC convoca todos os seus sócios para

que se comprometam com e^sn luta.

A democratização da comunicação é condi-

ção indispensável para a efetiva dernocra

tização da sociedade.

São Paulo, 20 de novembro de 1987.

i' rrsiri«L EíE MéSIC* ? ro PI La» DO IIEKABTE

«ESCEMBES

0 1 ? Festival de HÚsica Popular do

Migrante, pronovido pelo Serviço

Pastoral do Migrante e pelo Centro

de Estudos Migratório de Sio Paulo,

realizade nos dias 1? e U de no-

vcnbro, teve cono vencedoras as se-

guintes nú^icas:

li l«s«r - 0 [Jegro e o Migrante

Grupo AUa, Jardin /U b a, Zona teste

2? laigiar - Grito Canpon?s

Valter de Oliveira

35 lUg^. Esperança de ui Migrante

Ze Paraná e sua Turma, Baixada San

t i s t a ,

8

f


Em reunião realizada em 03/10/87, o

Conselho Diretor aprovou diversas -

propostas que os alunos; Eliezer Fer

nandes de Assis, Adilson Seiti Hlro

se, liaria Julieta S. Bento, Mara LT

Paula e Rita C. Zorzan, último anis-

tas do curso de Relações Publicas do

II-IS - Instituto Metodista de Ensino

Superior - São Bernardo do Campo-SP,

desenvolverão como Projeto Experimen

tal, durante o ano de 1937 e que ser

virão de base para que estes sejam -

graduados cano profissionais.

Foram cinco propostas entre as quais

se destaca a da criação do Prêmio -

UCBC de Incentivo à Comunicação que

difere do atual Prêmio UCBC de Comu-

nicação no que diz respeito a quem -

serão os premiados. Ao invés de pre

miar entidades de Comunicação, este

irá premiar os trabalhos desenvolvi-

dos por estudantes e profissionais de

comunicação nas áreas de Jornalismo,

Publicidade/Propaganda, Relações Pu-

blicas e Radialismo, além de pesqui-

sadores, da área da Comunicação. A -

premiação será feita no ano de 1933,

baseada nos trabalhos desenvolvidos

em 1937/ e assim sucessivamente ano

a ano.

0 objetivo é de, confonne ca.provou

pesquisa realizada pelos alunos, de-

senvolver atividades voltadas a es-

te- publico^que consideramos como -

alvo e que não vinha sendo atingido

diretamente pelas nossas atividades,

alem de melhor divulgação nossa ins

tituiçao, bem como promover a adesão

de novos associados.


UC> BC. informa

COÍSELm APHDVÀ PROPOSTA DE AUIMOE

DE RELAÇÕES PJBLICííS DA r^TCDISTA.

IH »«««

Ou!,iv.. proposta aprovada é a de. cria

çao pela UCBC de representantes re^

gionais nas principais regiões do -

Pais, baseadas nas experiências dos

núcleos regionais, visando difundir

s a entidade e suas atividades -

fora do eixo São Paulo-Porto Alegre.

Foi sugerido também uma proposta que

auxiliaria numa melhor divulgação do

congresso anual além da criação de

um regimento com normas de funciona

mento do mesmo.

CM, . , ui ; -ia etapa foi proposta a cri

ação de um Departamento de Relações""

Publicas, com a escolha, dentro do -

quadro associativo, de um profissional

que se dispusesse a dedicar o seu tem

po ná execução da profissão dentro da

UCBC, de forma volúntátia, para que

este pudesse dar continuidade as propôs

tas aqui.apresentadas, bem ca;© pari -""

íejar e divulgar melhor as já exis-

tentes.

Mesta mesma reunião o grupo de alunos

sugeriu que, caro um dos integrantes

havia se associado e estava muito liga

do Ltuição em função da realiza-

ção do congresso na Metodista, além de

estai' mais familiarizado con o projeto,

fosse este una opçaotio exercício da pro

fissão a partir de janeiro de 1988.

0 aluno se propôs.a trabalhar de forma

voluntária e o Conselho aceitou a sua

indicação. Portanto a partir de janeiro

Eliezer Fernandes de Assis .será o Re-

lações Públicas da nossa entidade.


HEVISrK EE CULTURA WUZES :

■BO AOS OE JIMMJC3IC!)

Durante a solenidade de abertura do

XV Congresso de Comunicação da UCBC,

o redator responsável pela Revista

de Cultura Vozes, Frei Claurêncio Ne

otti, recebeu das mãos de Pedro Gil

berto Gomes o prêmio UCBC de Comuni-

cações, homenagem aos 80 anos de clr

culação ininterrupta da revista. Se *

gundo Pedro Gilberto, "o prêmio hon_

ra este ano a passagem do octagésimo

aniversário de Cultura Vozes e seu

esquema editorial voltado para o cum

primento da ética do jornalismo cato

l.ico".

A Revista de Cultura Vozes, vem sen-

do editada deste 1907 e atinge um nú

mero significativo de leitores no

Brasil e exterior. Apresenta textos

culturais, opinativos, depoimento e

entrevistas, a revista desenvolve u-

ma temática voltada para a interpre-

tação brasileira, salientando aspec-

tos polêmicos sobre direitos humanos,

canunicaçao, movimentos populares, I

greja e artes em geral.

A revista pode ser adquirida através

te assinatura ou avulso, nas bancas

de jornal. A redação e administração

estão situadas na rua Frei Luiz, 100

Petrópolis - RJ.

VI SEOTT^L) NAdQNAL HE 30CICS-

II I*#III1IÉ|'I

FEVSRSIBa /

ÜC BC.Informa

Y£AT:?r}

0 Grupo União e Olho Vivo comemora

os seus 20 anos de existência com a

encenação da peça "Morte aos Brancos:

o massacre de uma civilização" de Ce

sar Vieira. A peça evidencia o proble

ma racial existente no País. A renda

* * x

dos espetáculos será destinada a Carrinha

em Defesa da Cultura, desenvolvida

pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos

em Espetáculos de Diversões no

Estado de São Paulo - Sated -, Associ_

ação dos Produtores Teatrais do Esta-

do de São Paulo - Apetsp -, Associação

dos Autores Teatrais de São Paulo - A

part - e Associação dos Produtores de

Teatro Infantil e Juvenil e a Coopera-

tiva Paulista de Teatro - Aptij.

AXENÇ»):

¥

O H

A C

0 Instituto Metodista de Ensino Su-

perior promoverá um concurso de ví-

^deo sobre o terna concessões de rádi

o e TV. 0 objetivo é estimular o in

teresse pela questão. Embora a co-

missão julgadora e os regulamentos

ainda nao estejam definidos, os pre

mios serão os seguintes:

l 9 colocado: uma carne ra dedeo no

valor de 80 mil cruzados;

25 colocado: 20 mil cruzados;

35 colocado: 10 mil cruzados;

Fique atento, os próximos boletins

trarão maiores informações.

10 _


^

-^ão Paulo (AGFJO - Com a participa-

ção de aproximadamente 40 pessoas -

proveniente de diversos países da A

merica Latina representando as Igrê

jas Metodistas, Presbiteriana Inde-

pendente, Católica, Luterana, Discí

pulos de Cristo e Episcopal, além -

do diversas entidades, realizou-se

nos dias 10 e 11 de Outubro a " II

Consulta Brasileira da CELADEC " -

{Comissão Evangélica Americana de

Educação Cristã) na Cidade de São

Paulo.

A "consulta" foi presidida pelo atu

ai presidente da CELADEC, D. Secun-

dino Morales, da Tcreja Metodista ,

residente na Cidade do Panamá, auxi_

liado pelo secretário-geral da enti

dade, Carlos Tamez, da Nicarágua, -

recentemente eleito, e empossados.

A necessidade de se clarificar os -

conceitos soüre Educação Cristã, ca

pacitação de pessoas que elaborara -

terial pedagógico e que participa-

ra do processo do educação, a cria-

çao de uma revista de pastoral espe-

cificamente dirigida aos setores e-

vangelicos, promoção de seminários

sobre a educação popular, criação d^

boletins da CELADEC, foram algumas -

sugestões dos participantes a -

"consulta".

CELADEC NO BRASIL

rio plenário final que se seguiu a dis

cusao dos grupos de estudo, sugeriu-se

que a entidade pudesse começar a atu

10 Brasil, dando apoio, em temos

tssessorla, a vários projetos ja e-

xistentes nas entidades ou Igrejas que

trabalhem na educação popular. Entre -

ito, septiu-se tciiitoéin a neçessidad

r nc ^aís aquilo que seria um

da í 1 de ja

" irião" "L\DEC e qu.' servisse de

ligação sntre as entidades e a organi-

,".). Assim ao grupo de trabalho já -

xistente integrado por' Laan Mendes d

ros (UBRAJE), Francisco .^ssis Marti

ns Fernandes (UCBC) e RemJ Klein juntáram-se,

propostoe pelo plenario.ir. Ir

vani Pulga (SEPAC) e o pe. José Domingos

Bragheto (AGETl),

Realizada "TI Consulta" da CELADEC

Uv/ Bty • informa 1 1

Os participantes da "cônsul •".a" deverãi

receber em breve um relato corrpleto Mo

udo que foi feito do documento da CE

" e de todas as propostas de ativi-

. Após consultas às suas bases, os

; : Lcipantes deve mo roneter suas prio

ridades ao grupo de trabalho, conforme

ficou concluído nos debates em plenário.

A COMUNICAÇÃO

NA CONSTRUÇÃO

DA PAZ

l (li( IM.U) CRISTA HHASIIIIHA Dl

COM CM CAÇÃO SOCtAl

EXEMPLARES A VENDA "IA ZKÜE.

os sócios QUE ESTIVE;; cn 1 :

SUAS ANUIDADES EM DIA PODE

RAO RETIRA-LOS íRATUITAMENTE.

Lemore-se

Encontro Nacional

de Sócios, Fevereiro/8!


Segundo os dados do Instituto Brasileiro de

Geografia e Estatística TBGE - de 1980, o

Brasil possui 47% de negros. Quase metade da

população total. Contudo, são exatamente os

negros deste País que formam a maioria dos

que ganham salários miseráveis e que menos -

oportunidades tem de instrução e ascensão so

ciai. —

"Os negros representam 60% dos que recebem -

ate^meio salário mínimo e pouco mais de 10 -

salaríbs mínimos. Para cada 15 patròes negros

àstem 65 brancos; enquanto que para cada 8

empregados brancos há 6 negros. 39% dos ne -

gros têm menos de um ano de estudo e somente

6%. conseguem ultrapassar o ]? grau. Mo próxl

m© ano o Brasil estará comemorando 100 anos

da "abolição". Basta olhar onde estão os ne-

gros neste País, onde trabalham, onde moram,

para se chegar a uma ánica conclusão: Aboli-

ção? Nao. São cem anos de abandono absoluto".

CGPJSCTBFJnZAÇÃD

ia alguns anos a comunidade negra, através

rio Movimento Negro, vem demostrando que não

possível falar de democracia racial enquan

to a situação de discriminação no trabalho,-

ras meios de comunicação e em determinados'-

setoresjsociais persistirem. Sendo assim, a

"abolição da escravatura " não è mais come

"ida com festas e homenagens à Princesa

Isabel. 0 13 de Maio ficou para trás. Hoje

passado cem anos(1888-1988) é preciso assu -

ir o papel dos hérois negros. Dia 20 de no-

bro, data em que ZUMBI dos PAU^IARES foi

::orto lembra, mais uma vez, a resistência dos

dos oprimidos e a certeza de que o reino ser

d idade.

ifi i

20 BE J-JGT/EyBaO:

UCy BC. informa

DIA IIÍíCIOriM. BA. OTiS^TFr-CTA JSSA

12_

" A comunidade negra se posiciona como se es

tivesse sobre as fortificaçÕes do Quilombo de

Palmaros, no pico da Serra da Barriga, gritan

do vigorosamente: IIAO! MÃO! e MÃO! Mão há cen

tenario de coisa alguma. 0 que há é uma gran~

de dor, um grande lamento e uma grande cobrãn

ça".

A luta, a resistência e a esperança de liber

dade são elementos de união de todos: aqueles

que^buscam o Reino. A sociedade justa, igua-

litária e fraterna. Axé.'

Campanha da Fraternidade de 1988 - CMBB

"Ouvi o clamor de u e Povo ".

Fragmento desse artigo foram tirados do

Boletim das Migre - Vai-Vem de ou_tu

bro/novenbro de 87 - Ano 6, n e 27

WS-Iâ i/V

ESCRAVIDÃO. ATÉ QUANDO?


Frei Claurencio Meotti,

rnidalor responsável da

Revista de Cultura Vozes,

recebe o Prêmio UCBC de

Comunicação

IJi IJCintorma

XV OtWGSKSSO BE (XIÍimCAÇÍ LAL II

SnASlUE

o Cristã Brasile

Com

r \

13 ■

ooão: UCBC" União Crista Brasileira (

y/v/o: Faculdade detConpuní<


j

i


V

EXTRA...

Uvy KC, informa

REPERCUTE

TUIIUJXAL

DA

COMUNICAçãO

Rádio e TV condenados

a se democratizarem

N« ÚlllllKI Cllll .\(|. II llll/ \'IC!,I

iluiliiln liiliiniiililiitiiiiMiniiiii.-Sii

CimcsuAM ilo Kitilln t 'IV, ii

|il|,Mil D.iiiiin i|e Aliim |)ii||ni|,

il' )!uis i|c niivii jjs ii-Mciiiiiiihiu e ii)

k.';» ;.iiii liin.nimltiiinuuweumilí

tini' ••wíloii pum iimni» ilo |ev6 e

lictiutruim de idillii « limmr o

doiiiíiorállcn. "iiilVoniln n mfli)

lisrinanepto d» inviBiInilo mig püii

divi i!i,Hiiini»riii41 vlióiliilliml nu

lum ptla demi)i;i(iii»ti(ll!) dii« mot

da uinmniaivl»"

t) Tiitmniil Ou Cniminlunlíi,

nq iiall/mm: n» Mrlmlljm, siq

';!

SSn |loin«(i)ii d» rnmpn e rouiiiu

muli ilo mil ncimui, lnj uni

piiiiiinrii i>mn do IUIIH rnnipitnlm

ciniirt n mii«l iliigmn de cnnni-

Pigíim 12 ' Diário Populares---lOi 1987

»otodlrta, qtté etU al-

^ bwdl 4 ma do Sacratnanttf, 230. balr-

I ro Hii Brasília^ do radlaltata HerAtt-ito

^ Barbeiro a do publIolUrkuUex Ptria-

Clulo, antr* outroi. ,

I ' Al («acrlcO*! podem lar faltai nf>

' dia da abertura. Valorai tnfcnnicfiei

1 «UMIUI: (OU) «7-76:0 ou tM-*í.:»

Ns dia SO aerá nalliadft. ainda, o

U Tribunal de Imprcnta, qua Jirgar*

• atua) IC(1»JBCíO pira concniôei de

citaala do ricilo e TV, lendo como Juii:

DIíIBO da Abreu Dallaii e adrofado

de «cumeáo Luti r^ltiardo Gre-

«nhalg Entre oi Jurndoa haverft i

prewnca de Vário Amato, prestdeott

da Flesp; Jilr Menegutlll. prpBjdenle

da C(T e ,'.■■!■. Marau«i de Mello, dl-

. retnr do Centro dt JornaUamo « Dil-

toricio da ICCA-USP,

Coii>-eti


fICBCmmrmf*

I»raça da Se. 21 - 6 o - Sala 612

Edifício São Marcos

01001 - Sào Paulo - SP.

IMPRESSO

flfàBCmfnrma

Praça da Sé. 21 6° - Sala 612

Edifício São Marcos

01001 São Paulo SP.

FÁBIO ROBERTO FERREIRA

Rua Vergueiro, n? 7290

04.272 - São Paulo - SP,

.^

More magazines by this user
Similar magazines