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Introdução Quando

Introdução Quando estudava Medicina já era um curioso acerca do funcionamento do cérebro. Assim, ao me formar em Medicina e, posteriormente, em Filosofia, trabalhei nos primeiros anos de minha vida profissional na área de psiquiatria e neurologia. Estudei como um burro, mas, aos poucos, notei que pouco ou nada compreendia a respeito do funcionamento de meu cérebro. Às vezes, deixava, por algum tempo, meus estudos, pois continuava um ignorante quase-perfeito a respeito dessa área. Teimoso, retornava à procura desse conhecimento que me atraía. Sempre, depois de esforços prolongados, eu continuava ignorante quanto ao meu (meu principal objetivo) e o seu cérebro. Muitas vezes pensei em desistir do estudo, mas o desânimo era seguido por impulsos para aprender. Eu insistia. Lia e lia; quase nada era compreendido acerca do funcionamento de meu cérebro e, evidentemente, do dos meus amigos, familiares e, por que não, de meus inimigos que começavam a aparecer e, aos poucos, foram aumentando. Depois de muitos anos de idas e vindas interrompi meu estudo desiludido. Entretanto, sem querer e sem notar, a partir da ‘Década do Cérebro’, retornei minhas leituras. Li alguns artigos, ocasionalmente, sérios e compreensíveis. Esses textos realmente forneciam alguma luz ao desejado. Mais animado, voltei à caça. A partir da nova safra de conhecimentos notei que todos os que escreviam anteriormente sobre o cérebro pouco ou nada conheciam; davam palpites, especulavam, pois as opiniões dadas não se assentavam em pesquisas bem elaboradas. Percebi, ainda, com alguma alegria, que eu não era o único a não entender nada acerca desse maravilhoso órgão que nos comanda. Somente há mais ou menos vinte anos que as principais revistas de Visite nosso site! www.galenoalvarenga.com.br 6

Medicina e Biologia do mundo começaram a despejar sobre os leitores curiosos textos acerca de pesquisas mostrando a anatomia e as funções de diversas regiões do encéfalo. Os estudos mais bem elaborados só começaram a aparecer há quinze anos, a partir do aparecimento de técnicas bastante diferentes dos chamados “testes psicológicos” e, também, dos estudos usando pacientes neurológicos, bem como as observações feitas em animais portadores de lesões cerebrais propositadamente provocadas. Foi aí então que surgiram as primeiras pesquisas fazendo uso da TEP (Tomografia por Emissão de Pósitrons), da TFRM (Tomografia Funcional por Ressonância Magnética), do exame do fluxo sanguíneo em regiões específicas do cérebro e, ao mesmo tempo, tarefas para provocar medo, alegria, raiva, previsões, felicidade, etc., nos sujeitos examinados. Esse livro nada mais é que um livro que eu, como leitor, gostaria de ter encontrado para comprar. Escrevi, para mim, uma série de idéias lidas, resumidas, reunidas e organizadas de certo modo peculiar. É claro que dei uma melhorada para publicá-lo. Li, cuidadosamente, reli e resumi textos diversos sobre esse assunto durante alguns anos. Foram lidos e relidos algumas dezenas de livros sobre o assunto e, principalmente, centenas de artigos modernos escritos pelos grandes pesquisadores desse assunto no vasto mundo de Deus. Visite nosso site! www.galenoalvarenga.com.br 7

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