Revista da - Controladoria-Geral da União

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7.02.2008, por ter feito compras com

o cartão, no valor de R$ 183,00, na

Casa dos Colchões; de R$ 400,00 em

papelarias; e R$ 14.600,00 para pagar

combustível no Posto São

Cristóvão. Na Casa dos Colchões foram

adquiridos cinco colchonetes

para a sede do IBGE na Paraíba, de

forma a permitir o pernoite, na sede,

de servidores encarregados do planejamento,

monitoramento e transmissão

de dados dos censos, durante a

execução dos mesmos; (a nota fiscal

constante da prestação de contas foi

emitida em nome do IBGE e os colchonetes

estão guardados na sede

estadual do órgão); no caso das papelarias,

a CGU solicitou e aguardava

ainda remessa de documentação,

embora, em princípio, despesas com

material de expediente, normalmente

adquiridos em papelarias, sejam típicas

de suprimento de fundos; quanto

aos gastos com combustível, a informação

da reportagem não se confirmou:

no Posto São Cristóvão foram

gastos cerca de R$ 5 mil; em outro

posto de combustível R$ 1.400,00, e

o restante das despesas foi feito para

pagamento de passagens urbanas a

cerca de 50 recenseadores, locação

de meio de transporte e manutenção

de veículos. As notas fiscais de abastecimento

de combustível, a que a

CGU teve acesso, estão emitidas em

nome do IBGE e trazem as placas e

quilometragem dos veículos.

Consultas ao Renavam confirmaram

que os veículos são do IBGE.

Agência matrimonial

Outra matéria publicada em

14.02.2008 “denunciou” que um

Revista da CGU

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servidor do Ministério da Agricultura

gastou dinheiro público com serviços

de uma agência matrimonial. O gasto,

de R$ 245,00 foi feito em uma

oficina mecânica erradamente classificada

como agência matrimonial no

cadastro de CNPJ da Receita Federal.

O mesmo problema aconteceu envolvendo

a Marinha e uma empresa

baiana que reformou, ao custo de R$

1 mil, um apartamento do Hotel de

Trânsito da Base Naval de Aratu, na

Bahia.

Em 07.02.2008, outro jornal estranha

mais um gasto “pitoresco”: o

pagamento de R$ 1.400,00 para reforma

de uma mesa de sinuca no

Ministério das Comunicações. O fato

foi explorado em outras matérias de

muitos outros jornais e revistas. O

gasto, entretanto, foi considerado

regular, tendo em vista tratar-se da

preservação do patrimônio público

sob a guarda e responsabilidade do

Ministério, para uso dos motoristas.

Da mesma forma, foi regular o

gasto de R$ 80,00, também do

Ministério das Comunicações e também

“denunciado” por um jornal em

17.02.2008, para manutenção corretiva

do sugador de líquidos de consultório

odontológico. O gasto foi

justificado com a necessidade de

conserto, em caráter emergencial,

do consultório que funciona no

Ministério.

Um jornal “denunciou”, em

08.02.2008, os gastos de R$ 199,00

(em farmácia) e R$ 4.935,00 (em saques),

feitos por uma funcionária da

Alfândega do Porto de Santos. No

primeiro caso, tratou-se de compra

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