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4,8 MB - Infoteca-e - Embrapa

Circular Técnica

Ntlmero,75

ISSN 0100-7556

,

TESTE DE ANELAGEM EM ESPECIES

ARBÓREAS NA FLORESTAAMAZÔNICA

Ministério

da AariaJItura

• do Abastecimemo

Dezembro,1998


REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

Presidente

Fernando Henrique Cardoso

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO

Ministro

Francisco Sérgio Turra

EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA

Presidente

Alberto Duque Portugal

DIRETORES

Dante Daniel Giacomelli Scolari

Elza Ângela Battagia Brito da Cunha

José Roberto Rodrigues Peres

CHEFIA DA EMBRAPA AMAZÔNIA ORIENTAL

Emanuel Adilson Souza Serrão - Chefe Geral

Jorge Alberto Gazel Yared - Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento

Antonio Carlos Paula Neves da Rocha - Chefe Adjunto de Apoio Técnico

Antonio Ronaldo Teixeira Jatene - Chefe Adjunto de Administração


ISSN 0100-7556

Circular Técnica NQ 75 Dezembro, 1998

TESTE DE ANELAGEM EM ESPÉCIES

ARBÓREAS NA FLORESTA AMAZÔNICA

Maureen Peggy Sandel

Anadilza Maria Valente Baima

João Olegário Pereira de Carvalho


Exemplares desta publicação podem ser solicitados à:

Embrapa-CPA TU

Trav. Dr. Enéas Pinheiro, sln

Telefones: (091) 246-6653, 246-6333

Telex: (91) 1210

Fax: (091) 226-9845

e-mail: cpatu@cpatu.embrapa.br

Caixa Postal, 48

66095- 100 - Belém, PA

Tiragem: 200 exemplares

Comitê de Publicações

Leopoldo Brito Teixeira - Presidente

Antonio de Brito Silva

Expedito Ubirajara Peixoto Galvão

Joaquim Ivanir Gomes

Oriel Filgueira de Lemos

Revisores Técnicos

Fernando Cristóvam da Silva Jardim - FCAP

José do Carmo Alves Lopes - Embrapa-CPATU

José Natalino Macedo da Silva - Embrapa-CPATU

Samuel Soares de Almeida - MPEG

ValdineY Travassos - FCAP

Expediente

Coordenação Editorial: Leopoldo Brito Teixeira

Normalização: Célia Maria Lopes Pereira

Revisão Gramatical: Maria de Nazaré Magalhães dos Santos

Composição: Euclides Pereira dos Santos Filho

Eduardo' Jorge Maklouf Carvalho

Maria do Socorro Padilha de Oliveira

Célia Maria Lopes Pereira

Maria de N. M. dos Santos - Secretária Executiva

SANDEL. M.P.; BAIMA, A.M.V.; CARVALHO. J.OP. de. Teste de anelagem

em espécies arbóreas na floresta amazônica. Belém: Embrapa-CPATU,

1998. 13p. (Embrapa-CPATU. Circular Técnica, 75).

1. Essência florestal - Anelagem - Brasil - Amazônia. 2. Manejo florestal

- Brasil - Amazônia. 3. Essência florestal - Debate. I. Baima,

A.M.V., colab. li. Carvalho, J.O.P. de. colab. 111. Embrapa. Centro de Pesquisa

Agroflorestal da Amazônia Oriental (Belérn, PAI. IV. Tftulo.

V. Série.

CDD: 634.953

© Embrapa - 1998


SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 5

CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA 6

METODOLOGIA 6

RESULTADOS 9

CONCLUSÕES GERAiS 12

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFiCAS 13


TESTE DE ANELAGEM EM ESPÉCIES

ARBÓREAS NA FLORESTA AMAZONICA 1

INTRODUÇÃO

Maureen Peggy Sandef

Anadilza Maria Valente Bairna"

João Olegário Pereira de Carvalho"

A floresta tropical úmida é caracterizada principalmente

pela alta diversidade de espécies, favorecendo

grande quantidade e variedade de produtos, principalmente

madeireiros. Tratamentos silviculturais ainda são pouco usados

para aumentar a produtividade e a qualidade de madeiras

nas florestas naturais. São feitos geralmente de forma seletiva,

com o principal objetivo de melhorar as condições de luminosidade

para as espécies de interesse econômico, utilizando

técnicas de abertura do dossel.

A anelagem é conhecida como o método mais tradicional

de eliminar árvores sem derruba (Smith, 1962). Consiste

em retirar a casca e a entrecasca da árvore ao redor do

fuste, provocando uma descontinuidade nesses elementos e

interrompendo o transporte de metabólitos (Jardim,1995).

Pode ser feita sem ou com a utilização de arboricidas ou

qualquer produto químico. Existem vários tipos de anelagem,

porém neste trabalho foram utilizados apenas dois: a anelagem

completa e a anelagem com entalhes, sem a aplicação

de qualquer produto químico, ambas com a finalidade de eliminar

árvores indesejáveis, para proporcionar maior penetração

de luz na floresta e reduzir a concorrência por nutrientes.

'Estudo desenvolvido pela Embrapa Amazônia Oriental e Faculdade de Ciências

Agrárias do Pará (FCAPl. com o apoio do governo britânico através do Department

for International Development (DFID). Parte da tese de Mestrado do primeiro autor.

2Eng.- Ftal., M.Sc., Faculdade de Ciências Agrárias do Pará, Caixa Postal 917,

CEP 66077-530, Belém, PA. peggy@cpatu.embrapa.br

3Eng.- Ftal., Bolsista/CNPq/Embrapa Amazônia Oriental, Caixa Postal 48,

CEP 66017-970, Belém, PA. anadilza@cpatu.embrapa.br

4Eng. Ftal., Ph.D., Embrapa Amazônia Oriental. olegario@cpatu.embrapa.br


Será determinada a eficiência da anelagem e definido

o tipo de anelagem mais indicado para as oito espécies

escolhidas. É um trabalho em andamento, porém algumas informações

já podem ser fornecidas.

CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA

A área experimental é de 5 ha, na Floresta Nacional

do Tapaj6s, à margem da BR-163, Km 69, no município

de Belterra, no Pará, onde a floresta é classificada como

mata zonal clímax do tipo mata alta sem babaçu. O clima da

região é do tipo Ami, pelo sistema de Kõppen. A precipitação

média anual está em torno de 2.1 OOmm, com estação de

menor pluviosidade de um a cinco meses, com uma temperatura

média anual de 25°C. A umidade relativa média é de

86% e a altitude é de 175 m (Carvalho, 1982).

O relevo da área experimental é plano, com um

solo do tipo Latossolo Amarelo Distr6fico, textura muito argilosa,

apresentando mais de 70% de argila no horizonte B

(Brasil, 1977).

METODOLOGIA

Foram analisados dois tipos de anelagem, em três

classes diamétricas, perfazendo seis tratamentos. Os tipos de

anelagem foram: anelagem completa - consiste em retirar

casca da árvore com machadinha, formando um anel completo

de aproximadamente 30 cm de largura, à altura de 1 m do

solo; e anelagem com entalhes - são cortes com machadinha

em volta da árvore, sem retirar a casca, a 1 m de altura do

solo.

As árvores de cada espécie foram divididas em

três classes de tamanho, a partir de 20 cm de diâmetro, com

intervalo de 15 cm entre classes.

6


Foram utilizados seis tratamentos: Tr. T2 e T3, que

corresponderam à anelagem completa e T4 , T5 e T6 à anelagem

com entalhes.

Tratamento 1 (Ti) = Anelagem completa das árvores

na classe diamétrica I (20 cm s DAP < 35 em):

Tratamento 2 (T2) = Anelagem completa das árvores

na classe diamétrica " (35 cm s DAP < 50 em):

Tratamento 3: (T3) = Anelagem completa das árvores

na classe diamétrica 111 (50 cm ::;DAP < 65 cm);

Tratamento 4: (T4) = Anelagem com entalhes das

árvores na classe diamétrica I (20 cm s DAP < 35 cm);

Tratamento 5 (T5) = Anelagem com entalhes das

árvores na classe diamétrica 11 (35 cm ::;DAP < 50 em): e

Tratamento 6 (T6) = Anelagem com entalhes das

árvores na classe diamétrica 111 (50 cm s DAP < 65 em).

Cada tratamento descrito teve duas repetições,

correspondendo a duas árvores de cada espécie. Foram aneladas

96 árvores, sendo 48 em cada tipo de anelagem.

A seleção das espécies foi feita, considerando os

seguintes critérios:

- A alta abundância da espécie, com número suficiente

de representantes na sua distribuição diamétrica, com

base nos dados obtidos no inventário, no qual todas as plantas

a partir de 10cm de DAP (diâmetro a 1,30 m de altura),

inclusive palmeiras, foram medidas e identificadas;

- Cada espécie pertence a uma família botânica

diferente, com características bem distintas.

Com base nesses critérios, foram escolhidas

oito espécies: Carapa guianensis-Meliaceae-(andiroba),

Syzygiopsis sp.-Sapotaceae-(abiu), Hevea sp.-Euphorbiaceae-

(seringueira), He/icosty/is sp.-Moraceae-(muiratinga),

Couratari oblongifolia-Lecythidaceae-(tauari), Sclerolobium

7


crysophy/lum-Leguminosae-(taxi-vermelho), Virola melinonii-

Myristicaceae-(ucuúba-da-terra-firma) e Bixa arborea-

Bixaceae-( urucu-da-mata).

As árvores receberam numeração de acordo com

o tratamento: o código botânico correspondeu às duas primeiras

letras iniciais do nome vulgar da árvore, seguido da letra

A (anelagem ), tratamento correspondente e número de

ordem da árvore.

Exemplo: AN-AT1.1, onde:

AN = andiroba,

A = anelagem,

T1 = tratamento 1

1 = primeira árvore registrada na parcela

Os dados foram coletados através de 24 observações

realizadas, nas árvores aneladas, considerando os sintomas

apresentados na parte aérea da árvore (copa e fuste),

conforme descritos a seguir:

- Sintomas observados na copa: folhas com coloração

verde sem nenhum sinal de reação à anelagem; folhas

com coloração amarela; folhas caindo mais do que o normal:

algumas folhas caídas, ou quase todas; copas sem folhas;

ramos secos, pequenos ou grandes, despencando-se, sem

vida, da árvore;

- Sintomas observados no fuste: nenhum sinal de

reação no local de anelagem; casca parcialmente morta abaixo

do anel; casca parcialmente morta acima do anel; casca

totalmente morta abaixo do anel; casca totalmente morta

acima do anel; madeira morta somente no anel; madeira morta

abaixo do anel; madeira morta acima do anel; insetos perfurando

o fuste mais do que o normal; ligação da casca entre

as partes superior e inferior do anel; raízes adventícias na

casca; diminuição da exudação natural (látex, resina, etc.);

cessamento da exudação natural (látex, resina, etc.); árvore

8


morta em pé; árvore morta, seca, perdendo casca e galhos;

árvore morta, caída; árvore caída, quebrada no anel, porém

com fuste e/ou copa viva.

RESULTADOS

Houve grande variação nos sintomas apresentados

entre as espécies e mesmo dentro de cada espécie, entre as

classes de diâmetro. Entretanto, não houve muita variação

nos sintomas quanto aos tipos de anelagem.

Algumas espécies, em determinadas classes diamétricas,

mostraram grande resistência à anelagem até aos

doze meses, tendo outras reagido negativamente desde os

três meses após a anelagem, morrendo a partir dos doze meses.

Aos dois anos após a anelagem, todas as espécies estudadas

mostraram sensibilidade a esse trato silvicultural, em

todos os tratamentos do experimento.

Syzygiopsis sp., Sapotaceae, começou a sentir o

efeito da anelagem a partir 18 Q mês, na classe de diâmetro I

(20 cm s DAP < 35 cm), com anelagem completa, e na

classe 111 (50 cm s DAP < 65 em) com anelagem com entalhes.

Em todos os demais tratamentos, as árvores apresentaram

madeira morta no local anelado e outros sintomas de debilidade.

A mortalidade foi aumentando progressivamente a

partir do 21 Q mês. Aos 24 meses após à anelagem, verificouse

a presença de árvores mortas em cinco dos seis tratamentos.

Apenas o tratamento com anelagem completa e classe 111

(50 cm s DAP < 65 cm) não apresentou mortalidade. Entretanto,

as árvores desse tratamento apresentaram madeira

morta no local da anelagem, além de outros sintomas como a

queda das folhas, perfuração de insetos no fuste, e casca

parcialmente morta abaixo e acima do anel.

As árvores de Carapa guianensis, Meliaceae, mostraram

maior sensibilidade à anelagem a partir dos 12 meses,

e aos 15 meses começaram a morrer os primeiros indivíduos.

9


A mortalidade foi progredindo a cada mês, com exceção

das árvores tratadas com anelagem com entalhes na classe 111

(50 cm ~ DAP < 65 em), que a partir do 20 2 mês começaram

a se recuperar dos cortes, através da regeneração da

casca.

Helicosty/is sp., Moraceae, foi uma das espécies

mais resistentes à anelagem. Apenas no 21 2 mês apresentou

o primeiro indivíduo morto. A taxa de mortalidade começou a

ter mais expressão a partir do 24 2 mês após a anelagem. Entretanto,

aos 20 meses, ainda apresentou grande resistência

à anelagem completa na classe 111(50 cm s DAP < 65 em) e

à anelagem de entalhes na classe I (20 cm s DAP < 35 cm),

embora as árvores desses tratamentos tenham apresentado

madeira morta no local anelado.

Hevea sp., Euphorbiaceae, foi a espécie mais resistente

à anelagem. Algumas árvores começaram a apresentar

sintomas de mortalidade desde os seis meses após os tratos,

porém houve pouca mortalidade na maioria dos tratamentos.

Houve grande recuperação das árvores, através da

regeneração natural das cascas, chegando a haver, em certos

casos, uma interligação da casca da parte superior do anel

com a inferior.

As plantas de Couratari ob/ongifo/ia,

Lecythidaceae, mostraram uma variação muito grande entre

os tratamentos até o 24 2 mês após a anelagem. Enquanto

aos nove meses já havia árvores mortas na anelagem com

entalhes na classe I (20 cm s DAP < 35 cm), nos demais

tratamentos a reação à anelagem era mínima. Aos 18 meses

a anelagem de entalhes começou a mostrar eficiência em todas

as classes de diâmetro.

Scterolobium chrysophy/lum, Leguminosae, foi

uma das espécies mais sensíveis à anelagem. Desde os três

meses após os tratos, todas as árvores já apresentavam casca

morta abaixo da região anelada, algumas também acima, e

outras com insetos perfurando a madeira. Aos nove meses,

10


foram observadas árvores mortas em todos os tratamentos.

A taxa de mortalidade foi aumentando rapidamente, e a partir

do 18" mês, somente a anel agem de entalhes, na classe 111

(50 cm ~ DAP < 65 em), ainda apresentava 50% de indivíduos

vivos. A taxa de mortalidade da espécie aos 18 meses

de idade foi de 92%, mantendo-se inalterada até aos 24 meses.

Virola me/inonii, Myristicaceae, mostrou-se resistente

até um ano após a anelagem, a partir daí foi perdendo a

resistência e, aos 15 meses, começou a morrer. Aos 21 meses

já havia árvores mortas em todos os tratamentos.

Bixa arborea, Bixaceae, foi a espécie que se apresentou

mais sensível à anelagem. Aos seis meses já existiam

árvores mortas no tratamento de anelagem com entalhes na

classe 111(50 cm ~ DAP < 65 em). e aos nove meses foram

observados mais três tratamentos com mortalidade. Um ano

após a anelagem, a taxa de mortalidade atingiu 100%.

No período estudado (24 meses), as espécies mais

sensíveis à anelagem foram: Virola me/inonii, (Myristicaceae),

Bixa arborea (Bixaceae), Sclerolobíum chrysophyflum

(leguminosae) e Syzygiopsis sp., (Sapotaceae). Enquanto

que as mais resistentes foram: Carapa guianensís

(Meliaceae), He/icosty/is sp. (Moraceae), Coratarí oblongifo/ia

(lecythidaceae) e Hevea sp. (Euphorbiaceae).

Quanto ao tipo de anelagem, houve pequena variação

na taxa de mortalidade. Os tratamentos com anel agem

completa apresentaram, em média, 69% de mortalidade e

aqueles com anelagem com entalhes 67%, portanto, com

uma variação mínima. Entretanto, referente às classes diamétricas,

observou-se que na classe 11(35 cm ~ DAP < 50 em)

ocorreu a maior taxa de mortalidade nos dois tipos de anelagem,

sendo o tratamento de anel agem completa na classe 11

o mais eficiente, apresentando 81 % de mortalidade. Os tratamentos

com anelagem completa na classe I (20 cm ~ DAP

11


35 cm) e classe 111(50 cm s DAP < 65 cm) apresentaram

62% de mortalidade. No tipo de anelagem com entalhes,

houve diferença entre os tratamentos, tendo a maior mortalidade

ocorrido na classe 11(75%), a média na classe 111(69%)

e a menor na classe I (56%).

CONCLusões GERAIS

As principais conclusões e recomendações, com

base na pesquisa, considerando as oito espécies estudadas

no período de 24 meses, foram as seguintes:

a) tanto a anelagem completa como a de entalhes

poderão ser aplicadas com sucesso, porém a completa é mais

eficiente, principalmente por dificultar a recuperação da "ferida"

através da regeneração da casca;

b) as árvores com DAP entre 35 cm e 50 cm foram

as mais sensíveis à anelagem, seguidas das árvores de

diâmetros maiores. As árvores mais jovens, de DAP entre

20 cm e 35 cm, mostraram maior resistência à anelagem;

c) a anelagem pode ser aplicada com sucesso

como trato silvicultural nas espécies Bixa arborea, (Bixaceae),

Viro/a melinonii (Myristicaceae), Scterotobium chrysophy/lum

(Leguminosae), Carapa guianensis (Meliaceae) e

Syzygiopsis sp. (Sapotaceae);

d) as espécies Helicosty/is sp. (Moraceae) e

Coratari ob/ongifo/ia (Lecythidaceae) necessitam de um período

de estudo de mais de dois anos, para mostrar resultados

satisfat6rios com trato silvicultural por anelagem. É provável

que melhores resultados sejam obtidos em curto prazo, utilizando-se

produtos arboricidas;

e) a Hevea sp. foi a mais resistente à anelagem e

s6 poderá ser eliminada através de produto arboricida ou derrubada;

12


t) para se obter mais eficiência, no período desejado,

torna-se necessária a utilização de arboricidas nos tratos

silviculturais; e

g) há necessidade de se repetir a pesquisa para

maior número de espécies.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Departamento Nacional de Produção Mineral. Projeto

RADAM Brasil. Folha AS - 21 - Santarém: geologia,

geomorfologia, pedologia, vegetação e uso potencial da

terra. Rio de Janeiro, 1977. 522p. (Projeto RADAM

Brasil. Levantamento de Recursos Naturais, 10).

CARVALHO, J.O.P. de. Análise estrutural da regeneração natural

em floresta tropical densa na região do Tapaj6s no

estado do Pará. Curitiba: Universidade Federal do Paraná,

1982.

JARDIM, F.C.S. Comportamento da regeneração de espécies

arb6reas em diferentes intensidades de desbaste por

anelamento, na região de Manaus-AM. Viçosa: UFV,

1995. 169p. Tese de Doutorado.

SMITH, D.M. The practice of silviculture. New York: J.

Wiley, 1962.

13


Empresa Braaileira de Pesquisa Agropecuária

Ministério da Agricuttura e do Abastecimento

Centro de Pesquisa Agroftorestal da Amaz6nia Oriental

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Fax (091) 278-9845 CEP 66017-970

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