Novos Caminhos 67.indd - Transfretur

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Circulação___________________________________________________________________________________________________________________

Operação-Brás revela bom senso da administração

S

Sabendo do potencial de negócios

produzidos pelas centenas

de ônibus que chegam ao

complexo têxtil do Brás (tangenciado

pelas ruas: Maria Marcolina, Oriente,

Rua Miller e Rua Silva Teles, que contam

com um fluxo muito grande de

pedestres); a Secretaria Municipal de

Transportes de São Paulo atendeu as

reivindicações dos compradores, dos

lojistas da região do Brás e também

dos empresários de fretamento para

que houvesse condições de estacionar

em alguns logradouros por ocasião do

período de Natal e do aquecimento

nas vendas.

Como já havia acontecido

em períodos anteriores,

sem provocar

mais problemas a

otimização dos

estacionamentos

em ruas determinadas

faz com

que haja maior flui- flui- fluifluidez no tráfego.

Logradouros em que

está permitido o

estacionamento

Página

3

Conte sua

História

Página

5

Acessibilidade

Página

6

Balanço do

7° Encontro


Brás_ _________________________________________________________________________________________________________________________

Compradores aprovam parada em frente às lojas

D

Do estacionamento na Avenida do Estado

até o epicentro comercial do Brás anda-se

cerca de dois quilômetros, o que não seria

melhor do que naquela ‘lonjura’ que leva uma hora

para chegar”, disse referindo-se ao estacionamento

na avenida do Estado.

muito, não fosse o congestionamento de

O motorista da Agência de Viagens Re-

veículos, as calçadas tomadas por pedestres

baotur, Antônio Curtis foi mais categórico.

e por camelôs e muita gente com muitas sa-

“Facilitou na rapidez. Ficou mais fácil, mais

colas de compras. Por isso, a permissão do

seguro. Eles (os lojistas) tinham de fazer

estacionamento tende a beneficiar todos.

um abaixo-assinado para os ônibus volta-

Em um dos endereços em que a parada

rem para cá. O estacionamento na avenida

é permitida, na rua Casemiro de Abreu (lado

do Estado tira o cliente deles”. A empresa

ímpar) entre a rua Silva Teles e rua Oriente,

tem sede em São João da Boa Vista e é asso-

havia vários ônibus aproveitando a concessão. Em ciada do SinfreCar.

um destes ônibus, estava a sacoleira de Aguaí, cidade Na rua Xavantes (lado par) entre as ruas Mendes

próxima a São Júnior e Mendes Gonçalves estava outro revendedor de

João da Boa produtos das confecções do Brás, o

Vista, Mari- carioca Carlos Roberto. “Agora essa

Fernandes tamos mais próximo à fonte de dis-

Moreira. De tribuição. Antes teríamos que pagar

acordo com um táxi ou voltar andando levando

ela, “foi mui- sua mercadoria. É preciso facilitar a

to bom o es- demanda dos passageiros em procutacionamentorar

o comércio têxtil de São Paulo”.

nestas ruas. Mesmo com tantas opiniões favoráveis à medida, o es-

A c h o m a i s tacionamento é válido somente para o período de final

prático. É bem de ano.

Vizinhança___________________________________________________________________________________________________________________

Moradores e lojistas buscam solução para todos

P

Parece difícil remediar a situação do Brás,

o que faz a alegria de muitos acaba sendo

um transtorno para outros. Os moradores

estão entre os últimos, de acordo com o relato da

secretária da Associação de Moradores do Brás,

Pari e Canindé (AMCA), Yara da Mata, que também

participa do Conselho de Segurança do Brás, Pari,

Canindé e Armênia (Conseg). Em entrevista, Yara

explicita que são tantos elementos, que o local

para que os ônibus estacionem é só mais um dos

problemas, agregados a um complexo que só pode

ser resolvido em conjunto com todos agentes sociais:

moradores, lojistas, compradores, camelôs,

motoristas de ônibus e CET.

“A parada de ônibus é proibida por lei municipal.

Esta é a primeira coisa. Ontem (dia 11 de

dezembro) os ônibus estavam estacionados em

ruas proibidas, como: Alexandrino Pedroso, Victor

Hugo, Thiers, Canindé. Antes de 1º de novembro

- data da proibição de estacionamento - chegavam

(os sacoleiros) de madrugada. Passamos dois anos

sem dormir. É um bairro comercial, mas tem várias

residências. Os sacoleiros deixam um rastro de lixo,

junta o carrinho de coco, do milho verde, o refrigerante.

Você tem que analisar que não se anda

mais”, desabafa avaliando que com os ônibus que

encobrem o bairro, vêm os sacoleiros que os sujam

que por sua vez trazem os camelôs de mercadorias

e alimentos que se somam ao caos em que ela diz

que se encontra o bairro - “Ah! Tem também o

carroceiro que passa recolhendo tudo, para mais

adiante despejar na rua e ver o que lhe interessa. O

resto fica à espera do lixeiro”.

Babel de problemas - “Também tem loja que

não quer camelô e coloca uma barraca na frente

com um funcionário seu lá fora para vender seus

produtos”. Talvez os calçadões fossem uma saída,

mas “também podem ampliar o número de camelôs”.

“Queremos mais residências, mas não populares,

porque já temos oito albergues e junto com

gente que precisa vem a malandragem. O Brás já

foi classificado como segundo bairro mais violento,

ficando atrás de Guaianases”.

Como se vê, há muitos problemas sob o viés

dos moradores, e outros que se multiplicam quando

entram outros agentes.

Para o Presidente da Associação dos Lojistas do

Brás (AloBrás), Shlomo Shoel, há muita complicação

porque há interesses específicos. “Muitos lojistas

concordam com o estacionamento dos ônibus,

mas não querem que seja na porta deles. Nada é

unânime. É muito difícil atender todos. Na minha

opinião deve haver dois estacionamentos grandes

e ônibus circulares”.

O comerciante Shoel é muito sincero em dizer.

“Tudo é muito contraditório. Eu não ajo quando

vejo que os interesses são particulares. Precisamos

realizar um trabalho comunitário”, entenda-se por

comunitário que atenda a todos.

Enquanto isso, o corredor da moda - projeto

que ligaria a rua José Paulino à Rua São Caetano e

esta à rua Oriente - está parado.


“Na luta pela sobrevivência”

E

Em 1973, o Senhor Elias Rufino

começou a dirigir o

primeiro ônibus da Transportes

Rufi no. “O primeiro passo foi

no eventual, porque a demanda era

muito grande. Mas logo partiu

para o contínuo”, relata

o Gerente da atual Renalita,

Élcio Carmo, na empresa desde

1990.

Durante algum tempo o

próprio Elias Rufi no dirigia e

fazia a manutenção, história

semelhante a de outros

empresários. Depois de algum tempo,

Rufi no se juntou a Jandir da Silva

da Tropical Turismo e a Geraldo

Beu (atual proprietário da Renalita).

Em 10 anos de empresa o número

de veículos chegou a 15 unidades.

“Eram veículos usados comprados

de outras empresas. Foi a partir de

1985 que se começou a investir em

veículos novos e a Rufi no Transportes

começou de fato a se infiltrar

no mercado. Em 1990, a empresa

tinha conquistado uma frota de 135

ônibus. Não fi cava ônibus parado na

Série Conte sua História

A nova diretoria do Transfretur quer que os associados conheçam

as histórias das empresas de fretamento. Por isso, a partir de agora, o

Novos Caminhos trará um breve histórico da trajetória das companhias

mais tradicionais até as mais jovens, tendo por base a ordem de registro

da empresa na entidade desde sua fundação, em 1989.

_________________________________________________________________

PERFIL

Fundada em 1973

Nº de carros:

33 (ônibus, microônibus e vans)

Nº de funcionários:

4 0 ( m o t o r i s t a s , m a n u t e n ç ã o ,

administrativo)

Receita:

65% contínuo, e 35% eventual

Idade Média da Frota:

6,4 anos

Tipo de ônibus:

E x e c u t i v o - C a r r o c e r i a

Marcopolo

garagem. Havia uma procura grande,

com concorrência pequena. Tudo

que as empresas tinham, alugavam”.

O mais importante é que dos

135, cerca de 100 veículos tinham

idade média de três anos.

Uma média bastante signifi -

cativa e que, segundo conta

Élcio, não resistiu ao Plano

Real (1994). “Tivemos muitos

contratos rescindidos. Todos

lembram que tínhamos

de converter para URV (Unidade

Real de Valor, divisão

da moeda por Cr$ 2750,00).

Alguns clientes começaram a

achar que fi cava caro. Nós, em algumas

situações, achávamos que não

valia a pena, e desistíamos. Fomos

encostando os carros, que foram

sendo vendidos”.

Em 1995, Geraldo Beu comprou

a parte de Elias Rufi no, que foi para

outro ramo, e alterou a razão social

da empresa de Transportes Rufi no

para Renalita Transportes e Turismo

Ltda. “Me sentia desafi ado a fazer

o nome se tornar um nome forte.

Investindo em frota. Investindo em

mídia. Era preciso fazer aparecer e

ter credibilidade. Em três

anos nós conseguimos”.

“Hoje estamos administrando

nossa situação.

Se precisarmos de ônibus

vamos em busca da aquisição.

Hoje vemos mais a

necessidade do cliente. Por

isso, estamos trabalhando

com vans, e microônibus.

Optamos por nos diferenciar

e estamos na luta pela

sobrevivência”, fi naliza.

3


Editorial _______________________________

DIVULGAÇÃO

Fim de mais uma etapa

Estamos nos aproximando da

época em que todos se abraçam e

desejam aos amigos, clientes e familiares

muitas felicidades, comemorando

a passagem de mais um

ano de trabalho, mais uma etapa de

nossas vidas.

E juntamente com estas comemorações,

chegam também as nossas

preocupações, “O que nos espera

no próximo ano?”.

Tenham a certeza de que na vida

tudo acontece com base naquilo que

realmente acreditamos e não nas ilusões

que por muitas vezes nos confundem,

se desejamos ser felizes, se

desejamos ser capazes, se desejamos

alcançar um objetivo, temos que nos

fortalecer de espírito e lutarmos por

nossos objetivos, e veremos que eles

sempre estão ao nosso alcance, só

não podemos é cruzar os braços e

esperar que caiam do céu; isso sim

é ilusão.

A exemplo disso, posso citar uma

busca de objetivo muito bem sucedida,

que é o trabalho feito por um

grande amigo a quem tenho muito

respeito e admiração, Sr. Claudinei

Brogliato, que à frente da Presidência

da FRESP e do TRANSFRETUR juntamente

com toda a sua equipe de

trabalho, conseguiu melhorar em

muito a imagem do nosso segmento

perante a sociedade e as autoridades,

dando aos empresários novos

ânimos para prosseguirem lutando

por seus ideais. Deixo ao Claudinei

os meus parabéns e também desejo

ao amigo Silvio Tamelini e toda a sua

equipe, muito sucesso nessa nova

jornada, com a certeza de que eles

também não medirão esforços para

dar continuidade a este trabalho durante

sua gestão.

A todos um Feliz Natal e um ótimo

2007 e que DEUS esteja sempre

ao nosso lado.

Élcio C. Carmo -

Gerente da Turismo Renalita



ICF____________________________________________________________________________________________________________________________

____________________________________________________________________________________________________________________________

Mês

D

D

Custos de operação acima da infl ação

Desde que o Índice de Custos do Fretamento

– ICF foi criado em 2001 é possível

perceber que os custos operacionais

do serviço de transporte por veículos mantém

uma certa coerência com a evolução da inflação

oficial que utiliza outra metodologia de cálculo.

Em períodos de alta o ICF é capaz de identificar

elevações significativas nos preços dos insumos

do transporte. O mesmo acontece quando ocorrem

baixas ou estabilização dos preços.

Nos últimos doze meses o ICF identificou evoluções

acima da inflação em até 1%, em alguns

meses foi possível medir uma deflação, ou seja,

uma redução do custo de operação, em dezembro

de 2005, junho e agosto de 2006.

O serviço de Entrada/Saída realizado com o veí-

Standard E/S Standard 3T Luxo E/S Luxo 3T Super Luxo Microônibus

Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês Índice % no mês

Out-05 193,18 1,56 186,53 1,11 193,37 1,99 189,32 1,52 194,90 1,85 131,77 1,20

Nov-05 195,45 1,17 188,14 0,86 196,23 1,48 191,51 1,16 194,86 -0,02 132,96 0,90

Dez-05 195,41 -0,02 188,08 -0,03 196,20 -0,01 191,46 -0,02 194,83 -0,02 132,94 -0,01

Jan-06 195,48 0,03 188,20 0,06 196,25 0,03 191,56 0,05 194,91 0,04 132,98 0,03

Fev-06 195,48 0,00 188,18 -0,01 196,25 0,00 191,54 -0,01 194,90 -0,01 132,98 0,00

Mar-06 195,54 0,03 188,27 0,05 196,30 0,02 191,61 0,04 194,96 0,03 133,03 0,04

Abr-06 195,60 0,03 188,38 0,06 196,35 0,02 191,71 0,05 195,03 0,04 133,07 0,03

Mai-06 198,74 1,60 191,49 1,65 199,01 1,35 194,30 1,35 197,58 1,30 135,69 1,97

Jun-06 198,55 -0,10 191,18 -0,17 199,02 0,01 194,32 0,01 197,36 -0,11 135,61 -0,06

Jul-06 199,61 0,54 191,82 0,33 200,24 0,61 195,16 0,43 198,62 0,64 136,32 0,53

Ago-06 199,54 -0,04 191,69 -0,07 200,17 -0,03 195,05 -0,05 198,54 -0,04 136,28 -0,03

Set-06 199,63 0,05 191,73 0,02 200,29 0,06 195,12 0,04 198,66 0,06 136,34 0,05

Out-06 199,72 0,04 191,86 0,07 200,36 0,03 195,23 0,06 198,74 0,04 136,38 0,03

4

culo Standard teve variação de 0,04% em outubro

e acumula nos últimos doze meses 3,39%. O serviço

de três turnos com o mesmo veículo registrou,

0,07% e 2,86% respectivamente. Com o ônibus

luxo para os mesmos serviços ficou assim: Entrada/Saída

0,03% no mês e 3,61% nos doze meses;

3T 0,06% e 1,97% seguindo a mesma seqüência.

O ônibus Super Luxo, normalmente utilizado

para fretamento eventual teve seus custos operacionais

elevados em 0,04% em outubro e 1,97%

em doze meses. Já o microônibus, veículo cada

dia mais requisitado no mercado, em outubro aumentou

0,03% e nos últimos 12 meses 3,50%.

4

Jorge Miguel dos Santos -

Economista e Diretor-executivo do Transfretur

Como utilizar o índice de custos do fretamento

Desde de 2001, ano em que foi elaborado

o Índice de Custos do Fretamento

(ICF), os empresários têm em mãos uma

importante ferramenta para mensurar os valores

e as oscilações de preços que vêm acontecendo

com os insumos, com os encargos e outros componentes

do serviço de fretamento.

São mensurados três tipos de serviço: Entrada

e Saída, Três turnos e eventual com rodagem em

quilômetros de: 2500, 6500 e 5000, respectivamente

para veículos microônibus, executivos e

luxo, e superluxo.

Para que seja feito o cálculo do ICF são tomados

como parâmetros os valores repassados por

20 empresas. São estas empresas que informam

os preços que estão pagando por todos os itens

que compõem o valor do serviço.

Para obter a variação, ou o índice, de cada mês

o procedimento é simples: após escolher a metodologia

para formação do preço faz-se a coleta

dos preços aplicando os resultados no modelo

escolhido, obtendo-se assim o preço do serviço.

A comparação do mês atual com o anterior dará

a variação do mês, e assim sucessivamente. Des-

ta forma, é possível medir ao longo do tempo a

evolução dos custos do fretamento contínuo e

eventual.

Número-Índice - Para identificar a variação

do preço de um ou mais períodos basta dividir

o índice (número-índice) do mês atual pelo mêsbase

da comparação. Um exemplo simplifica o

cálculo: digamos que num determinado contrato

é preciso identificar a variação de custos entre

outubro de 2006 e outubro de 2005, a simples

soma das variações mensais não é suficiente pois,

a variação mensal influencia e sofre influência das

alterações de cada mês; em outras palavras o cálculo

é composto.

Na seqüência, o índice de outubro de 2006,

que é igual a 199,72, para o serviço Entrada/Saída

com veículo tipo Standart e, na mesma tabela,

identifique o número-índice do mês anterior à

base que deseja; no exemplo o mês base é outubro

de 2005 e o número-índice é igual a 193,18.

Dividindo o índice do mês atual pelo mês base

obtém-se a variação desejada, que pelo exemplo

corresponde a 3,39%.


Acessibilidade_______________________________________________________________________________________________________________

Normatização da Pessoa com Deficiência é

expedido pela ABNT

de matéria do Novos

Caminhos no final de 2004,

está aprovada a cadeira

que deve ser utilizada pela pessoa

FFruto

com deficiência nos ônibus do

transporte rodoviário. A medida

vale tanto para os ônibus que realizam

o fretamento contínuo quanto

para o eventual (turístico).

Havia muita reclamação com o

improviso no acesso aos ônibus

das pessoas com deficiência de

locomoção, problemas que com

a padronização das maneiras de

acesso se minimizam e fazem com

que sejam evitados muito desconforto

e constrangimento tanto por

parte da pessoa com deficiência

quanto por parte dos motoristas e,

às vezes de um voluntário, que se

viam obrigados a tocar diretamente

no corpo da pessoa.

As empresas devem providenciar

o equipamento de embarque

e desembarque, a cadeira de transbordo,

o elevador ou a rampa, que

a depender do declive possibilita

maior autonomia para o passageiro

com deficiência.

Compra de equipamentos - O Novos Caminhos

entrou em contato com a ABNT, pois,

a entidade possui comitês que verificam à aplicabilidade

das normatizações. O Comitê Brasileiro

de Acessibilidade (ABNT/CB 40) indicou

a Ortobras Indústria e Comércio de Ortopedia

como exclusiva fornecedora, uma vez que foram

os técnicos da empresa que ajudaram na

elaboração da cadeira de transbordo. É possível

também pensar em compras conjuntas a fim

de diminuir o valor da unidade, caso esta seja

a opção do empresário. O valor unitário é de

aproximadamente R$ 1000,00 e as encomendas

têm um prazo de 10 a 20 dias para entrega,

segundo informou o responsável pelo setor de

vendas da Ortobras, Anderson.

Serviço: Ortobras

www.ortobras.com.br

Rua Düren, 298 - CEP 95730-000 - Barão - RS - Brasil Fone (51) 3696-1222 RAMAL 212

Encomendas diretamente com o Setor de Vendas

falar com Anderson - e-mail: vendas@ortobras.com.br


Balanço_ _____________________________________________________________________________________________________________________

ano os organizadores do 7º Encontro,

que aconteceu entre os dias 27, 28 e 29

de setembro em Mogi das Cruzes, estão

se especializando em produzir um evento cujas palestras,

a estrutura e a infra-estrutura

agradem o maior número de

participantes. O resultado vem da

pesquisa realizada no último dia.

Neste ano atingiram o pico de

100% de aprovação o hotel selecionado

(Blue Tree Park Paradise

Mogi das Cruzes), o auditório e salas,

a recepção e o atendimento, a

organização, o estacionamento.

Já os palestrantes Magda Ardito

e Sidney Ardito (Turismo Santa

Rita) juntamente com Gibson Pereira

(Itamaracá Transportes) foram

muito apreciados. Portanto,

o compartilhamento de idéias é algo que deve permanecer

no próximo encontro. Os empresários passam

ensinamentos e estratégias que podem ser adaptadas

Novos Caminhos é o órgão de divulgação

do Transfretur Sindicato das Empresas de

Transporte de Passageiros por Fretamento

e para Turismo de São Paulo e Região - e da

Associtur - Associação dos Transportadores de

Turistas, Industriários, Colegiais e Similares do

Estado de São Paulo.

www.transfretur.org.br

Expediente AA cada

Fresp colhe bons frutos do 7º Encontro

Cartas, dúvidas e sugestões: Rua Marquês de Itú, 95 - 1° andar

cjs. A/B - CEP 01223-001 - Tel.: (0xx11) 3331 -8022 - e-mail´s:

transfretur@transfretur.org.br - associtur@sti.com.br

Jorge Miguel dos Santos - Diretor-executivo

Diretoria: Silvio Valdemar Tamelini, Claudinei Brogliato, Marcelo

Laurindo Félix, José Parada Garcia, José Boico, Jerônimo Ardito, Ricardo

Luiz Gatti Moroni, José Martinho, Eidi Shiguio, Iutaka Soyama

segundo as necessidades de cada empresa.

O publicitário Roberto Sganzerla e o consultor Clóvis

Tavares também apresentaram, de acordo com os participantes,

um ótimo desempenho.

Os empresários continuam

creditando não somente

às palestras o sucesso do encontro,

mas a troca de informações

e experiências que

acontece durante os coffe

breaks, o sábado à tarde livre

e os outros momentos

de descontração. Como sugestão

para o 8º Encontro

estão os temas: composição

de custos, benchmarking, legislação

com a presença de

técnicos da ANTT, da Artesp,

das Secretarias Municipais

de Transportes e outras entidades regulamentadoras e

fi scalizadoras. Também foi sugerida uma sala de debates,

com troca de idéias.

Feira__________________________________________________________________________________________________________________________

Presidente do Transfretur, Silvio Tamelini

visita FENATRANS no RJ

O primeiro evento do novo Presiden- como participante e elogiou o conjunto da inicia-

te do Transfretur, Silvio Tamelini acontiva, com principal ênfase à exposição e à feira. “A

teceu na visita ao 12º Congresso sobre Feira está crescendo muito, e contando com a

Transporte de Passageiros em conso- participação de outros estados. Todas as monnância

com a 6ª Feira Rio Transportes, tadoras presentes. Realmente há um valor na

promovido pela Federação das Em- Em- exposição com a organização da Revista Technipresas

de Transportes de Passageiros bus”, destacou.

do Estado de São Paulo (Fetranspor). O evento aconteceu entre 8 e 10 de novembro

Silvio Tamelini compareceu ao evento na Marina da Glória.

Notas_________________________________________________________________________________________________________________________

Notas

REVISTA

Foi lançada em novembro a Revista Primeiro

Ônibus para divulgar as exposições organizadas

pelo 1º Clube do ônibus

Antigo Brasileiro, liderado

por Kaio la Fontaine da Ex-

presso Redenção e para contar

a história do ônibus no Brasil.

As importações, os modelos,

as inovações, a conservação,

a primeira fábrica no Brasil. A

revista foi distribuída durante

o evento do dia 18 de novembro

- Viver, ver e rever - e também

enviada pelos correios.

DOCUMENTAÇÃO

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran),

expediu a Resolução nº 205, em 20 de outubro,

alterando os documentos de porte obrigatório

na condução dos veículos. A Carteira Nacional de

Habilitação, o Certificado de Registro e Licenciamento

Anual (CRLV) e o comprovante da realização

do curso de Transporte Coletivo de Passageiros.

Todos os documentos devem ser originais. A

única exceção será feita para o CLRV cuja cópia

pode ser apresentada no máximo até o dia 15

de fevereiro. Após este prazo só serão aceitos os

originais. Em contrapartida, não será mais necessário

por o comprovante do DPVAT e do IPVA.

Editoração e produção: Stilo Arte

Jornalista Responsável: Gislene Bosnich - MTB. 26610

imprensa@transfretur.org.br

Tiragem: 2000 exemplares

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