0 BURACÃO DA RUA "H", 1 PONTO TURÍSTICO DO PARQUE

cpvsp.org.br

0 BURACÃO DA RUA "H", 1 PONTO TURÍSTICO DO PARQUE

Editorial

Apresentamos aos mo-

Tadores do Parque Santa

Madalena o primeiro nú-

mero do "JORNAL". "Que

é a partir de agora o di-

vulgador oficial do Cen*

tro Cívico (CECISPAM).

Quem não participou,

não sabe o quanto foi

exigido de noss a equi-

pe inexperiente e inclu-

sive desconhecendo como

montar um bom jornal.

Uma equipe de jovens de

boa vontade, perseveran-

tes e sobre tudo resolvido

levar avante um desafio

que há muito tempo es-

tava por ser aceito, prin-

cipalmente por morado-

res do próprio bairro sem

um mínimo de ajuda de

pessoas que moram fora

do Parque. Foi difícil

sairmos da estaca zero.

pois somente boa vonta-

de não dá camisa prá

ninguém, mas recebemos

apoio maciço desde o iní-

cio dos trabalhos até a

fase atual. Apoio dado pe-

ia Diretoria do CECIS-

PAM, que é formada por

homens simples, morado-

res do bairro, mas cons-

cientes da responsabili-

dade que lhes cabe en-

quanto representantes da

entidade máximo do bair-

ro de Santa Madalena.

Foi sobretudo este apoio

e a confiança em nossa

equipe que garantiu aos

senhores moradores do

Parque terem acesso a

meio de comunicação

muito importante em

nosso tempo, como sem-

pre foi desde quando ro-

dado o primeiro jornal da

História. Sabemos que

muito tem de ser feito

para chegarmos a um

jornal, razoável e cons-

cientes dessa luta espera-

mos a sua colaboração

pois um dos nossos obje-

tivos é manter o jornal

aberto a todos os mora-

dores, suas sugestões

apontando meios de me-

lhorarmos o jornal ou

suas reclamações, reivin-

dicações deve ser levadas

ao nosso jornal para me-

lhor podermos aprovei-

tá-lo. Por enquanto é um

pequeno jornal, mas des-

de já muito querido pela

equipe. Pois foi um traba-

lho feito por nós. EQUI-

PE DE DIVULGAÇÃO.

voz MORRO

Ano I — Número zero — Caráter experimental —

Social do Parque Santa Madalena

Órgão Divulgador do Centro Cívico

- Abril, 1978

0 BURACÃO DA RUA "H",

1

PONTO TURÍSTICO DO PARQUE

Um jornal que não fa-

lasse do "buracão do Par-

que Santa Madalena, es-

taria incompleto, este

buracão é ponto de en-

contro de várias ruas.

Rua Almirante Otacilio

Cunha, Rua 9, Rua 10 e a

Rua H que começa jus-

tamente no meio do bu-

racão.

Os moradores que pos-

suem residências próxi-

mas do buraco , vivem

em constantes pesadelos

pois desde que o citado

buraco já destruiu uma

rua por completo, desbar-

rancou um pedaço do

ff Campeonato

de Damas»

Atenção Da mistas:

O Departamento Socio-

Cultural do CECISPAM es-

tará promovendo no mês de

de Abril o l.o Campeonato

de Damas do Bairro.

Se você gosta de Damas e

se considera um aspirante

ao Titulo de l.o Campeio

venha ao CECISPAM e faça

a sua inscrição.

Dizer a todo mundo que

é bom é facll, o importante

ê prová-lo.

Para inscrição traga ura

documento de Identidade e

Cr$ 10,00 para a taxa. Os

prêmios que serão ofereci-

dos é adquiridos, com as ta-

xas de inscrição.

Os prêmios conferidos se-

rão os troféus.

Inscrições na sede do CE-

CISPAM, nas sextas feiras

das 20 às 22 hs

terreno do lado de cima,

fez com que três ruas

terminassem dentro de-

le, este possui uma área

de aproximadamente 25

metros de diâmetro e 10

a 12 metros de profundi-

dade no nível da rua, é

de tirar o sono de qual-

quer pessoa.

O Centro Cívico já en-

viou ofício à administra-

ção para que este enor-

me problema seja resol-

vido o mais rápido possí-

vel. Assim esperamos

pois não podemos adivi-

nhar as conseqüências

desse enorme buraco.

TIPOS POPULARES DO

PARQUE SANTA MADALENA

Para quem não conhece, esse é o "Mane", embo-

ra dificilmente se encontre alguém, que nunca tenha

visto o "Mane".

O Mane é considerado o posto de informação pa-

ra qualquer pessoa que não conheça o Parque San-

ta Madalena. Sabe todos os nomes das Ruas e nú-

meros e letras, pois quase todas as ruas do Parque

tem placa de números e letras.

O Mane também é encontrado em quase todas as

festas de Aniversários, Casamentos, Bailinhos, Fu-

nerais, Jogos de Futebol, Missa, etc... Mesmo que

certas pessoas não convidem o Mane vai mesmo as-

sim pois talvez a pessoa mais importante convidada

para certas ocasiões seja amiga do Mane, e também

o leve. SALVE MANE!

DEPARTAMENTOS ATUAIS

DO CENTRO CÍVICO

Presidente Executivo; Vice-Presidente; Secretá-

rio Geral; Relações Públicas; Presidente do Conselho

Fiscal; Presidente Esporte CECISPAM; Turismo; As-

sistência Social; Departamento Sócio Cultural; As-

sessores da Presidência.

Aos Representantes de Entidades

e Grupos Populares

Aos responsáveis por equipes de futebol. Sociedade Amigos de

Bairro, violeiros, grupos de forró, sanfoneiros, grupos de música popu-

lar brasileira e outras entidades formadas pelo povo que estiverem inte-

ressadas em divulgar seus trabalhos, procurem-nos, estamos à sua in-

teira disposição. Este jornal está também a seu serviço. Jornal "A VOZ

DO MORRO", órgão divulgador do CECISPAM. Procure a equipe do

Jornal.

«Teatro

Amador»

Cssitis dü Kã m

Em termos de teatra

até que o Madalena não

está tão parado. Temos

atualmente, dois grupos

de Teatro Popular for-

mados por operários do

nosso bairro.

Um dos grupos o "FAR^.

RAPO" foi formado a

quase um ano e já com-

pleiou 20 apresentações

da peça apresentada

atualmente pelo grupo. A

peça de nome "PASSA-

GEM" o grupo "FARRA-

PO" ensaia atualmenta

na Paróquia a Reconci-,

liação.

O outro grupo "CECT-

SAMA" o mesmo que

apresentou-se no Natal

na mesma Paróquia está

atualmente ensaiando

uma peça inédita que se-

rá apresentada em locais

diversos de nossa região.

Quem estiver com in-

teresse nas apresentações

desses grupos é só pro-

curar Valdemar Gomes

do "CICISAMA" e Agenor

Ribeiro ou Margarid»

Maria do grupo "FAR-

RAPO".

O grupo "CECISAMA'

ensaia atualmente ao CE-

CISPAM.


Página 2 A VOZ DO MORRO Abril de 1978

revista com os Fundadores

Resoiv^iujá utrite número saber

as origens do Centro Cívico através do

entrevistas feitas com os fundadores.

E' ciaro, que não podemos fazer com

que todos os fundadores participem

desta edição, mas prometemos que

nos próximos números tenha a parti-

cipação de todos.

Participam desta entrevista os

Senhores: Maurilio Zan, Jaime de Li-

ma Novaes, Leonel Pichitelli, e Antô-

nio Batista.

Foi a seguinte a primeira questão:

De quem partiu a idéia de

lundar o Centro Cívico?

MAURÍLIO ZAN. R — Quem teve

a Idéia de fundar o Centro Cívico foi

o sr. Jaime de Lima Novaes, junta-

mente com José Queirós já falecido,

Clóvis Francisco dos Reis também já

falecido, depois com mais alguns, m.

■ radores que no momento os nomes

não vem a mente convidaram a mim

para fazer parte de uma entidade

que representasse o bairro.

Também já estavam Antônio Ba-

tista, Antônio dos Santos, Leonel Pi-

chitelli e Antonieto D. De Oliveira.

— Porque Centro Cívico e não

Sociedade Amigos de Bairro?

JAIME DE L. NOVAES. R —'

Bem, primeiramente para ter uma di-

ferenciação com Sociedade Amigos do

Bairro, o que daria um outro aspecto

a essa entidade já que existia "Socie-

dade União de Vilas". Segundo por-

que o nome Centro Cívico dá um sig-

nificado melhor do que diz respeito a

palavra Associação e também crian-

do, um novo nome incentivaria ma^s

os moradores, e é um centro onde se

concentra os moradores para discuti-

rem problemas relacionados ao bair-

ro e civismo, então nós optamos ncr

Centro Cívico. ^

— Qual o objetivo principal de se-

formar o Centro Cívico?

ANTÔNIO BATISTA. R - Fo-

ram vários os objetivos colocados

exemplo:

melhoria do bairro, unir os morado-

res do Parque e fazer com que os mo-

radores se interessassem pelos proble-

mas que o Parque enfrentava e ainda

fctilrenta, canalizar as reivindicações

para que as mesmas tivessem mais

força para serem atingidas.

— Encontraram muitas dificul-

dades para ojnício do trabalho? Se

encontraram cite uma?

LEONEL PICHITELLI. R - En-

contramos sim falta de local para

reuniões, falta de sede social isso nos

causava alguma barreira, mas o que

tínhamos mesmo era muito trabalho

e conseguimos superar isto tudo com

um trabalho coeso, forte e perseve-

rante .

— Qual foi a primeira reivindi-

cação atendida?

MAURÍLIO ZAN. R — A primeira

reivindicação atendida foi o asfalto,

com bastante força e energia da Di-

retoria.

- — Participa ainda do CECiâ-

ÍAM? Porque?

JAIME DE L. NOVAES. R —

Participo ainda, pois o 'CECISPAM

está dentro do meu coração e tam-

bém por ser eu um dos fundadores,

é claro que atualmente a minha par-

ticipação não é tão intensa, pois ten-

do tido muito trabalho, com minha

firma ultimamente, mas logo que eu

tiver um pouco mais de tempo vol-

to a participar como antes.

— Considera o CECISPAM um

locar em que se possa levar a família?

LEONEL PICHITELLI. R —

Sim, embora não tenha um atrativo

social, mas desde que todos os direto-

res façam uma programação interna

constante isso então será possível,

pois o Centro Cívico foi criado justa-

mente para esse fim entrosar as fa-

mílias.

— Qual a reação dos moradores

após a primeira reivindicação aten-

dida?

ANTÔNIO BATISTA. R — Foi

boa os moradores gostaram e aplau-

diram, satisfeitos por o Centro Cívico

ler reivindicado uma coisa que era

necessáricK para o bairro.

— Sua esposa participou das ati-

vidades do CECISPAM?

MAURÍLIO ZAN. R — Sim, mui

to, através da diretoria feminina da

qual .ela foi Vice Presidente.

— Na gestão da diretoria, fun-

dadora conseguiram atingir os obje-

tivos por ela programados?

JAIME DE L. NOVAES. R -

Conseguiram apesar de muitas difi-

culdades, atingimos 75% das reivin-

dicações mais necessárias do bairro.

— A sua participação exigiu

muito de sua pessoa? Deixou muitos

afazeres particulares ao lado?

LEONEL PICHITELLI. R - Sim.

porque nunca havia participado de

alguma entidade, foi uma coisa mui-

to boa, porque pude melhorar meus

conhecimentos em todos os sentidos,

e aprendi a viver melhor em comu-

nidade.

--.Gosta de esportes? Qual jornal

que lê?

ANTÔNIO BATISTA. R Sim,

gosto demais de futebol/ gosto do

São Paulo aqui e do Vasco no Rio.

Gosto muito de ler, mas lia muito

quando era mais jovem agora só te-

nto tempo de ler na hora do almoço.

— Na sua gestão encontrou pro-

blemas relacionados a Diretoria? To-

dos participam por igual?

MAURÍLIO ZAN. R - - Sim, to-

dos participam por igual, pelo menos

na primeira gestão depois houve pro-

blemas. E atualmente apenas uma pe-

quena parcela dos diretores partici-

pam, não sabemos porque.

— O que de mais importante na

sua opinião foi reivindicado e atingi-

do através do CECISPAM?

JAIME DE L. NOVAES. R — Na

minha opinião a primeira mais im-

portante reivindicação foi a formação

do Centro Cívico.

E entre várias outras cito escolas,

pavimentação, iluminação pública,

posto de Saúde, telefone, entrada da

linha de ônibus no bairro, etc.,.:

COSTUREIRA

Costura-se roupas para senhoras e senhores, jovens e

crianças.

Vestidos de Noivas, vestidos fincr>, e comuns, saias,

blusas, calças, camisas, aventais, uniformes e cortinas.

Av. Custódio de Sá e Faria n.o 11

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Temperados Cristal e Comum

ESTAMOS ADMITNDO

VIDRACEIROS

Rua 17 N. 0 5 — Fone: 444-9058

J. ELBA — SÃO PAULO

f(

EXPEDIENTE

A VOZ B0 MORRO ))

ÓRGÃO DIVULGADOR DO CENTRO CÍVICO SOCIAL DO

PARQUE SANTA MADALENA — AVENIDA 5 No 113

RESPONSÁVEIS PELO JORNAL:

Roberto Franco — Rita de Cássia R. Camargo — José

Benedito da Silva

EQUIPE DE TRABALHOS GERAIS:

Agenor Ribeiro dos Santos — Valentim Arauio Pereira ~

Edgar Gonçalves dos Santos — Margarida Maria R. Ca-

margo — Maria Aparecida de Camargo Franco — Manoel

Gonçalves de Mattos

luipresso no Grupo Impressor de São Paulo, Rua dos Ita

lianos, n.o 433/463 — Tel.: 221-6929 — São Paulo - Capital

MOTORISTA

DEZ MANDAMENTOS

O motorista é o maior responsável pelos

acidentes nas estradas, numa proporção de

mais de 50%. Por essa razão a Polícia'Rodo-

viária recomenda

i? Nunca ultrapasse os 80 km/h;

-^ Não seja distraído;

-^ Dirija com prudência;

■j^ Conserve a distancia de segurança;

it Não se precipite na direção;

■jír Diminua a velocidade quando as

condições atmosféricas forem desfa-

voráveis:

it Sinalise suas manobras;

it Nunca dirija alcoolizado;

-jír Verifique as condições do veículo

antes de viajar;

^ Seja sempre educado ao volante,

respeitando os demais motoristas .

i


Abril de 1978 A VOZ DO MORRO Página S

HISTÓRICO DA FUNDAÇÃO

O Centro Cívico So-

cial do Parque Santa Ma-

dalena, foi fundado no

dia 1.° de Outubro de

1972 por um grupo d.5

moradores amigos do

Parque.

Estes moradores fizíj-

ram suas primeiras reu-

niões na Paróquia da Re-

conciliação e na residên-

cia do Sr. Maurílio Zau.

Suas discussões giravam

em tomo de melhoii;a,3

para o bairro e fundação

de uma sociedade de

amigos de bairro. Essa

Sociedade Amigos teria

por objetivo canalizar as

reivindicações o que da-

ria mais força para que

os mesmos, fossem aten-

didos. Um outro objetivo

proposto foi o de promo-

ver a cultura, educação

dos moradores do bairro.

Sendo os primeiros pas-

sos, dado por Maurílio

Zan, Andrijas Ezias, Cló-

vis Francisco dos Reis,

José Queirós, Antonielo

Dias Oliveira, Antônio

Batista, Jaime de Lima

Novaes, Leonel Pichitel-

li e Luiz Garcia.

No início foi propodro

o nome de Sociedade

Amigos' do Bairro, de-

pois Centro Social Rei-

vindicatório da Cidade

Do Parque Santa Mada-

lena, depois surgiu outro

nome: Centro Social Rei-

vindicatório dos Amigos

do Parque Santa Mada-

lena e no dia 29 de outu-

bro de 1972 foi criado o

nome que vigora até ho-

je: Centro Cívico Social

Do Parque Santa Mada-

lena.

A primeira Diretoria

eleita oficialmente foi

,a seguinte: Presidente

Executivo — Jaime De

Lima Novaes; Vice Pre-

sidente — Maurílio Zan;

Secretário Geral — Au-

gusto Roberto Cossina;

l.o Secretário — Leonel

Pichitelli; 2.o Secretário

— Clóvis Francisco dos

Reis; l.o Tesoureiro —

Rui Barbosa; 2.o Tesou-

reiro — Antonieto Dias

de Oliveira; Diretor So-

cial — Francisco Vicen-

te Vasques; Diretor As-

sistente — Joaquim Gon-

Situação da Rua «N»

Apesar de reclamações

feitas por parte de mo-

radores da Rua N à rua

continua em péssimo es-

tado, pois a prefeitura

ak j ga a falta de verba.

O asfalto da rua I che-

ga até no começo da rua

"N", mas quando chega

nesta rua começa os bu-

racos, impedindo a pas-

fagem de carros, até ca-

minhão de lixo, caminhão

de gás não entram mais

Irfsta rua.

Quando um morador

desta rua, fica doente

tem que ser carregado

até chegar no asfalto pa-

ra poder pegar carro ou

ôrnbus.

Há dois anos de tanto

os moradores reclama-

rem a prefeitura mandou

colocar pedras nos bura-

cos, mas com o tempo as

chuvas levou tudo e ago-

chuvas levou tudo e agora

está pior que antes, pois

quando chove as casas

enchem de água e a rua

fica intransitável até pa-

ra pedestres.

Então os moradores

perguntam:

-- Até quando nossa

rua ficará assim?

FARMÁCIA PARQUE

SAIVrA MADALEIVA LTRA.

ANTONIETO DIAS DE OLIVEIRA

(Proprietário)

RUA ALMIRANTE OTACÍLIO CUNHA N. 0 408

PQ. SANTA MADALENA — SP.

çalves de Oliveira; Dire-

tor procurador — Andn-

jas Ezias; Diretor Patri-

monial — Sílvio Manoel;

Diretor de Propaganda

— Valdemar Gomes,

Conselho Fiscal — Paulo

Bezerra da Costa; Con

selheiro — Augusto P.

de Carvalho; Conselho

— Luciano Stramaro;

Conselheiro — Ontonio

Francisco da Silva; Su-

plente de Conselho

Paulo Ferreira de Souza:

Suplente de Conselho —

José Cassiano de Freita?.

As metas do Centro

Cívico estão sendo atin-

gidas pouco a pouco:

melhorias para o bairro;

Assistência Social; (For-

talecimento da unidade

e amizade dos morado-

res, divulgação da Cul-

tura Brasileira.

Esta é uma pequena

página da História tão

grande de nosso Centro

Cívico Social do Praqre

Santa Madalena.

Atenção Senhor Prefeito

Olavo Setúbal

O povo do Parque

Santa Madalena espe-

ra que, com esta edi-

ção, V. Excia. tome

conhecimento dos nos-

sos problemas e faça

alguma coisa por esta

sofrida comunidade.

Faça Já Sm Matrícula

DATILOGRAFIA

A CR$ 45,00 MENSAIS

RUA VINTE E OITO N. 0 110

Ponto Final do Madalena

JARDIM ELBA

AXTIGA RUA 19 E ATUAL RIJA 1CICARIBA.

Quem usa esta rua dia-

riamente tem que ter um

grande preparo físico ou

no mínimo ser filho de

canguru, pois o estado

dessa rua lembra o gran

de terremoto da Nicará-

gua.

Valetas enormes ser-

penteiam por toda a par-

te causando acumulações

de águas podres que le-

vam doenças, as crian-

ças e também aos adultos

os quais recebem em

cheio os gases podres dos

esgotos. Segundo um dos

moradores dessa rua

quando uma pessoa ds

família fica do,ente tem

MAS CiDÊ A RIJA?

ciue ser carregada na. r i

costas e o sacrifício e

maior ainda quando cho-

\e, pois nenhum veiculo

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