Armando Luiz Bortolini - Comissão Reflexões - pucrs

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Armando Luiz Bortolini - Comissão Reflexões - pucrs

Instituto Marista Hoje

Ir. Armando Bortolini


3­12 Setembro 2007


3­12 Setembro 2007


De onde

vem

a idé id éia ia? ?


O 20º Capítulo geral pediu ao Conselho geral para:

Criar as estruturas que considerar

necessárias para apoiar, em nível de Instituto,

a missão partilhada entre Irmãos e Leigos e o

serviço educativo evangelizador das crianças

e jovens mais pobres e excluídos...

a efetivação

de fóruns internacionais

de missão Marista.

(Escolhamos a vida, 48.6)


MISSÃO MARISTA:

PRIMEIRA

ASSEMBLÉIA

INTERNACIONAL

a efetivação

de fóruns internacionais

de missão Marista.


2002 – Dezembro: questionário enviado às Unidades

Administrativas (respostas favoráveis à realização da

Assembléia)

2003 – Junho: Primeira aprovação pelo Conselho Geral

2004 – Agosto: Nomeação da Comissão preparatória

2004 ­ Dezembro: Primeira reunião da Comissão preparatória

2005 – Janeiro: Projeto inicial para a Assembléia

– Junho­Julho: Projeto definitivo (2ª reunião Comissão

preparatória)

– Setembro: Conferência Geral


Comissão preparatória

Ir. Alphonse Balombe (R. D. Congo); Sr. Chema Pérez Soba (Espanha); Sra.

Dilma Alves Rodrigues (Brasil); Sra. Erica Pegorer (Austrália); Ir. John Y Tan

(Filipinas); Administração geral : Ir. Juan Miguel Anaya, Ir. Michael Flanigan, Ir.

Pedro Herreros, Ir. Emili Turú


Por que uma

Assembléia

Internacional?


1

A Assembléia constitui

um novo passo na vida do Instituto Marista,

oferecendo a irmãos e leigos a oportunidade de

refletir juntos, em igualdade de condições, a

respeito da missão do Instituto no presente e

para o futuro, assim como sobre a própria

identidade de cada um.


1

A Assembléia constitui

um novo passo na vida do Instituto Marista,

oferecendo a irmãos e leigos a oportunidade de

refletir juntos, em igualdade de condições, a

respeito da missão do Instituto no presente e

para o futuro, assim como sobre a própria

identidade de cada um.


2

Apresenta­se como uma ocasião para fortalecer os

processos de reestruturação e internacionalização

que vivem as Províncias, no início do século XXI,

dialogando entre Irmãos e Leigos acerca daquilo

que os move e os preocupa no seu trabalho com a

infância e a juventude.


2

Apresenta­se como uma ocasião para fortalecer os

processos de reestruturação e internacionalização

que vivem as Províncias, no início do século XXI,

dialogando entre Irmãos e Leigos acerca daquilo

que os move e os preocupa no seu trabalho com a

infância e a juventude.


3

Ocasião de se perguntar pela

própria vivência de serviço à missão marista e pelas

convicções que a nutrem, assim como as vocações

que a ela se consagram, motivando um novo olhar

ao texto “Missão Educativa Marista” e aprofundando

a compreensão do 20º Capítulo Geral.


3

Ocasião de se perguntar pela

própria vivência de serviço à missão marista e pelas

convicções que a nutrem, assim como as vocações

que a ela se consagram, motivando um novo olhar

ao texto “Missão Educativa Marista” e aprofundando

a compreensão do 20º Capítulo Geral.


4

As sugestões e recomendações que nascerem

da Assembléia Internacional poderão ser

estudadas pelos participantes ao 21º Capítulo

General (2009), se assim o decidirem, e

contribuir a traçar as suas orientações para o

mundo marista.


4

As sugestões e recomendações que nascerem

da Assembléia Internacional poderão ser

estudadas pelos participantes ao 21º Capítulo

General (2009), se assim o decidirem, e

contribuir a traçar as suas orientações para o

mundo marista.


NOVO PASSO NA VIDA

DO INSTITUTO MARISTA

Irmãos e leigos refletindo juntos, em igualdade de

condições, sobre missão e identidade

Fortalecendo os processos de reestruturação e

internacionalização

Novo olhar sobre o texto “Missão Educativa Marista” e

aprofundar a comprensão do XX Capítulo Geral

Contribuir a perfilar orientações de futuro para o mundo

marista.


Qual é a finalidade?


Favorecer,

em todo o Instituto, processos de diálogo

e compromisso entre os protagonistas da

Missão Marista


Favorecer, em todo o Instituto, processos de diálogo e

compromisso entre os protagonistas da Missão Marista

Favorecer,

em todo o Instituto, processos de diálogo

e compromisso entre os protagonistas da

Missão Marista


Favorecer, em todo o Instituto, processos de diálogo e

compromisso entre os protagonistas da Missão Marista

1

Uma releitura da Missão Marista a partir da

vida de Champagnat, levando­se em conta:

­ sua paixão em anunciar a Boa Nova,

­ seu desejo de enviar­nos para estar entre

os jovens, particularmente os mais

necessitados, ­ sua busca de discernimento

constante que o faz adaptar­se às

necessidades do meio em constante

processo de mudança.


Favorecer, em todo o Instituto, processos de diálogo e

compromisso entre os protagonistas da Missão Marista

2

Clarificar e aprofundar o que

entendemos por “vocação marista”: o

que é próprio e o que é comum a

irmãos e leigos/as, etc.


Favorecer, em todo o Instituto, processos de diálogo e

compromisso entre os protagonistas da Missão Marista

3

Promover uma maior co­

responsabilidade entre aqueles

que compartilham da Missão

marista, especialmente

oferecendo estruturas, modelos,

etc. que a favoreçam.


Favorecer, em todo o Instituto, processos de diálogo e

compromisso entre os protagonistas da Missão Marista

4

Um maior conhecimento e valorização

da diversidade de expressões em que

se encarna a Missão marista no mundo

de hoje, assim como da sua

internacionalidade como uma força que

deve ser levada em conta.


Nova leitura da

Missão Marista

Maior co­ co ­respon respon­ ­

sabilidade

PROCESSOS

DE

DIÁLOGO

E

COMPROMISSO

Compreensão da

“voca “ vocaç ção ão marista” marista ”

Apreç Apre ço o da

diversidade de

expressões


Como se realizará?


2006 ­ Dezembro FIM DA

FASE PROVINCIAL

2006 ­ JANEIRO

INÍCIO DAS FASES LOCAL e

PROVINCIAL

­ Envio a Roma de uma

síntese

­ Escolha de representantes

de cada Província

2007: Janeiro ­ Agosto

­ Possível atividade regional

­ Preparação para os participantes


2007: Setembro

ASSEMBLÉIA

INTERNACIONAL


FASE LOCAL

• Formação de grupos: mínimo de cinco

reuniões

• Cada grupo escolhe alguns temas, de acordo

com a sua experiência e interesses


uma missão única e

plural

A que somos

chamados juntos

Em atitude de

constante renovação

Fases local e provincial: Temas

1. Vivida em um determinado lugar

2. Entre os jovens, especialmente os mais

abandonados

3. Na escola e em outros campos educativos

4. Vocação marista do Irmão e do Leigo

5. Semeadores da Boa Nova.

6. Em corresponsabilidade

7. Champagnat atento aos sinais dos tempos

8. Olhamos juntos para o futuro


FASE PROVINCIAL

• Cada província decide como realizar a fase provincial

• Ao final da fase provincial, se prepara uma síntese que

contenha:

a) O espírito com que foi vivido o processo na província;

b) O que a província deseja comunicar à Assembléia

• Cada província elege o número de irmãos e leigos que

lhe corresponde para participar da Assembléia

Internacional


Você , como membro da

Missão Marista , est á

convidado

a participar

deste singular acontecimento


Você, como membro da

Missão Marista, está

convidado

a participar

deste singular acontecimento


Juntos,

com milhares de

MARISTAS

dos cinco Continentes


Construindo

UM CORAÇÃO,

UMA MISSÃO


Construindo

UM CORA Ç ÃO,

UMA MISSÃO


SUPERIOR GERAL:

Sé S éan an Sammon

Oportunidade para

dedicarmos algum

tempo para sonhar.

Marcelino foi um

sonhador

muito especial.

Coragem e entusiasmo

de dar vida aos sonhos.


OBJETIVO PRINCIPAL:

Favorecer formas de diálogo e

compromisso – Irmãos e Leigos


CARTA DE MENDES – 5 NÚ N ÚCLEOS CLEOS

a) Uma revolução do coração e abertura

ao espírito.

b) Maristas de Champagnat em parceria:

Vocação e Missão

Somos chamados a trabalhar juntos.


c) Presença marista na evangelização:

­ Integração fé e vida

­ Valores humanos e cristãos

d) Educação Marista:

­ Novos desafios – avaliar as obras

­ Centros educativos – crianças e jovens

­ Lugares de atuação – os excluídos


d) Defesa e promoç promo ção ão dos direitos e deveres

das crianç crian ças as e jovens:

­ Direitos humanos

­ Doutrina social da igreja

­ Redes maristas de colaboração

e informação – com a sociedade


AVALIAÇÃO DA ASSEMBLEIA:

Esses dias me permitiram descobrir coisas novas e

me apaixonar pelo espírito de Champagnat.

Depoimento de participante.

www.champagnat.org/maristas


COMUNIDADE DOS IRMÃOS

IRMÃO

SUPERIOR DA

COMUNIDADE

IRMÃO “A” IRMÃO “B” IRMÃO “C”


UNIDADE ADMINISTRATIVA

COMUNIDADE

“1”

SUPERIOR

PROVINCIAL

COMUNIDADE

“2”

COMUNIDADE

“3”


INSTITUTO MARISTA

IRMÃO

VIGÁRIO

GERAL

IRMÃO

SUPERIOR

GERAL

PROVÍNCIA “a” PROVÍNCIA “b” PROVÍNCIA “c”

PROVÍNCIA “d”

DISTRITO “e”


CAPÍTULO CAPÍ CAP ÍTULO TULO GERAL

IRMÃO

VIGÁRIO

GERAL

IRMÃO

SUPERIOR

GERAL

IRMÃOS

CONSELHEIROS

GERAIS

PROVÍNCIA “a” PROVÍNCIA “b” PROVÍNCIA “c”

COMUNIDADE “B” COMUNIDADE “A”

COMUNIDADE “C”


• Uma ASSEMBLÉIA REPRESENTATIVA de todo o Instituto.

• Expressa a PARTICIPAÇÃO de todos os Irmãos na

VIDA e MISSÃO do Instituto.

• É a CORRESPONSABILIDADE no GOVERNO.

• Exerce a AUTORIDADE SUPREMA no Instituto.

• É CONVOCADO pelo Irmão SUPERIOR GERAL.


• Estudar os assuntos de maior importância relacionados

com a natureza, finalidade e espírito do Instituto.

• Promover a renovação e adaptação do Instituto.

• Por essa razão conta com as contribuições de todos.

• Propor à Santa Sé modificações em algum

ponto da Constituição.

• Eleger o Irmão Superior Geral, Irmão Vigário

Geral e Irmãos Conselheiros Gerais.


1 º 1 Capítulo Geral

1839

º Capítulo Geral

1839

L’Hermitage

112 Capitulares

Nomeou como DIRETOR

GERAL vitalício

IR. FRANCISCO.

Nombró como Asistentes

al H. Luis María

y al H. Juan Bautista

“LOS TRES UNO”


2º Capítulo Geral

1852‐1854

3 sessões‐ L’Hermitage

33 Capitulares

• Elaborou as Regras de 1852.

• Elaborou o GUIA DAS ESCOLAS.

• Elaborou a CONSTITUIÇÃO de 1854.

• Confirmou a separação definitiva da obra dos Irmãos da dos Padres e da

SOCIEDADE DE MARIA, por decisão da Santa Sé.

• Introduziu o VOTO DE ESTABILIDADE que podem fazer os Irmãos que

sejam os mais capazes e virtuosos depois de 15 anos de comunidade e 10

de profissão. Este voto será condição para ser Superior Geral, Conselheiro,

Diretor do Noviciado ou Capitular.

Membro Assistente de Ir. Pascal


3º Capítulo Geral

1860

Saint Genis Laval

36 Capitulares

Nomeou IRMÃO LUIS MARÍA como SUPERIOR

GENERAL vitalício.

Nomeou 5 Assistentes por Províncias.

Trabalhou pela reestruturação das Províncias

em causa do aumento da quantidade de

Irmãos no Instituto.


20º Capítulo Geral

2001

Roma

117 Capitulares

• Revitalizar nossas comunidades,

para que sejam espaç espa ços os de

fraternidade, fraternidade , de simplicidade e de

vida evangé evang élica, lica, ao serviç servi ço o da

missão. missão .

• Aprofundarmo­

Aprofundarmo ­nos nos em nossa

identidade especí espec ífica fica de irmãos

e leigos, leigos , ao compartilhar vida:

espiritualidade,

espiritualidade , missão, missão ,

formaç forma ção ão… …

ESCOLHEMOS A VIDA ESCOLHEMOS A VIDA

5 CHAMADAS

5 CHAMADAS


• Centrar apaixonadamente

nossas vidas e nossas

comunidades em Jesus Cristo,

como Maria. E para isso, isso , pôr

em marcha processos de

crescimento humano e de

conversão. conversão .

• Avanç Avan çarmos armos juntos, irmãos e

leigos, leigos , decidida e

inequí inequ ívocamente,

vocamente, na

proximidade com as crianç crian ças as

e jovens mais pobres e

excluí exclu ídos dos, , por meio de

caminhos novos de

educaç educa ção ão, , evangelizaç

evangeliza ção ão e

solidariedade.

solidariedade .

• Criar, em todos os ní n íveis veis, ,

estruturas de animaç anima ção ão e de

governo que impulsionem a

vitalidade do Instituto.


21 º Capítulo Geral

2009

Roma

J Á EST Á EM ANDAMENTO!

J Á EST Á EM ANDAMENTO! J Á EST Á EM ANDAMENTO!

• Fase 1 – DEZEMBRO DE 2007 –

MARÇO DE 2008:

• Anunciar e convidar a tomar parte na

preparação do Capítulo.

• Fase 2 – MARÇO DE 2008 –

NOVEMBRO DE 2008:

• O Instituto, em atitude de

discernimento, escuta as chamadas

dos sinais dos tempos.

• Fase 3 – NOVEMBRO DE 2008 –

AGOSTO DE 2009:

• Aprofundamento dos resultados da

fase 2 por regiões do mundo marista,

para completar as contribuições e

conclusões a serem apresentadas no

Capítulo.


21 º Capítulo Geral

2009

Roma

J Á EST Á EM ANDAMENTO!

J Á EST Á EM ANDAMENTO!

Estamos na fase 2.

Irmãos de todo o mundo e vários leigos e

leigas, professores, colaboradores,

dirigentes, agentes de pastoral, jovens...

Somos chamados a abrir a mente e o

coração para ler a atualidade do Instituto

e o horizonte que se vislumbra, para

escutar a voz do Espírito Santo tal como

Maria e nos colocarmos a caminho com

fidelidade criativa.


CIRCULARES

­ Corações novos para um mundo novo

­ Tornar Jesus Cristo conhecido e amado

­ Maravilhosos companheiros

­ Uma revolução do coração


TEMAS: Relatório de 400 páginas

­ Participantes: 5.870

­ Leigos: 2.100

­ Jovens: 820

­ Irmãos: 2.500

­ Colaboradores: 550


TEMAS

a) Identidade e vocação dos Irmãos

b) A missão

c) Leigos maristas e colaboração

d) Espiritualidade marista


TEMAS

e) Consagração e comunidade

f) Governo

g) Autonomia econômica


TEMAS da Província do RS

a) Realidade e missão – Educação da juventude

b) Vida consagrada – Espiritualidade marista

c) Animação vocacional e formação

d) Leigos maristas


SUGESTÕES DOS LEIGOS

a) Educação da infância e juventude

b) Vocação do leigo e leiga marista

c) A família


PEDIDOS DOS LEIGOS

a) Continuidade do Instituto Marista

b) Divulgar o bem que se faz

c) Que a escola continue o principal campo

da missão marista

d) Avaliação das obras, não somente

pelo financeiro


PEDIDOS DOS LEIGOS

e) Revitalizar as comunidades = espírito de família

f) Voltar às paróquias = presença

g) Liderar a formação dos leigos

h) Incentivo e intercâmbio do MChFM


DESAFIOS

a) Reverter a tendência atual – algumas partes

b) Tornar homens de Deus, como Marcelino

c) Formação inicial e permanente – rever/mudar


d) A comunidade é centro de nossa vida

e) Vocação marista e de leigo, são distintas

f) Pastoral vocacional deve ser prioridade

g) O XXI é ocasião para demonstrar respeito

pela diversidade cultura e de vida


FINAL

O carisma de Marcelino

não pertence nem a

ele e nem a nós – é da igreja.


Irmãos e leigos = vocações distintas,

mas compartilhadas.


RISCO

Podemos perder essa oportunidade

de RENOVAÇÃO.

Agir com coragem e destemor.

Ser fiéis ao sonho e herança de nosso Fundador!


Mais informações:

Texto no CD – Irmãos Maristas Hoje

Site: www.champagnat.org


Email: artolini@pucrs.br

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