O jornal da Escola Básica Integrada Francisco Ferreira Drummond

ebiferreiradrummond.net

O jornal da Escola Básica Integrada Francisco Ferreira Drummond

Fundado em 2011 pela turma A do 8.º ano de escolaridade ∙

Ano de 2012 ∙ Número dois ∙ 23/03/2012 ∙ 1€.

O jornal da Escola

Básica Integrada Francisco

Ferreira Drummond

EDITORIAL

Mais um período letivo a findar e,

como não poderia deixar de ser,

mais um número do jornal escolar

“O Repórter Drummond”, um

veículo privilegiado de

comunicação com a comunidade

educativa, que permite transmitir

para o interior e o exterior da

nossa Escola o que de nela melhor

se faz, tendo por objetivos:

promover as iniciativas individuais

e os trabalhos participativos e

coletivos, isto é, todo o conjunto

de pequenos e grandes gestos que

determinam a essência da

identidade da nossa Escola;

sensibilizar os alunos para a

importância do trabalho em grupo,

assim como para a produção

textual, fazendo um uso

responsável da linguagem;

desenvolver a autonomia, a

criatividade e a responsabilidade;

fomentar os valores da

cooperação, da solidariedade, da

curiosidade e da verdade;

estimular a formação de opinião e

ampliar a sua visão de mundo,

sociedade, escola e humanidade.

A delegada da turma A do 8.ºano,

Catarina Dinis, e a professora da

disciplina de Português, Susana

Castro.

1


Aproxima-se o final de mais um

período letivo!

A dinamização de projetos são

realidades na nossa escola, reconhecidos

como fundamentais para a melhoria das

aprendizagens dos nossos alunos e do

próprio ambiente educativo. É de referir

a colaboração ativa dos parceiros da

comunidade educativa, em articulação

com a Comissão Executiva Instaladora,

para a resolução dos problemas

existentes.

Com o desenvolvimento destas

dinâmicas, no âmbito do Plano Anual de

Atividades, verifica-se que a Escola vai

valorizando, cada vez mais, a sua própria

identidade. Esta evolução é, pois, o

resultado do esforço e empenho dos

profissionais e alunos que, diariamente,

contribuem para a qualidade das

aprendizagens e a melhoria dos

resultados escolares.

É importante referir que, além da

participação cada vez mais articulada nas

atividades, que se têm vindo a

desenvolver, das diversas estruturas de

coordenação educativa da Escola,

também a participação dos pais e

encarregados de educação vem sendo

cada vez mais uma realidade reconhecida

e fundamental para a concretização dos

objetivos.

É, pois, com satisfação e orgulho

que constatamos que, apesar das

adversidades, a nossa Escola continua a

“crescer” e a enfrentar os novos desafios,

apostando sempre e cada vez mais na

melhoria e no sucesso.

Boa Páscoa para todos!

Uma mensagem da CEI 2

Momento de balanço 3

Atividades da nossa Escola 4

Dossiê sobre bullying e cyberbullying 16

No confessionário com… 21

De que mais gostamos na nossa Escola? 22

Sugestão de leitura 23

A biblioteca escolar 24

O Clube de Leitura 25

O cantinho da escrita 27

Educação Moral e Religiosa Católica 34

Do lado das línguas estrangeiras 36

Às voltas com a matemática! 37

No laboratório da química 38

Mexe-te pela tua saúde! 39

Clube Horteco 40

Para desopilar 41

Sabias que… 42

Passatempos 44

2


No final do primeiro período letivo, a

comunidade educativa adquiriu 247

exemplares do primeiro número do jornal

escolar “O repórter Drummond”, sendo que

574 alunos estão matriculados na Escola, que

conta também com 63 professores e 34

assistentes operacionais.

Passamos a apresentar o relatório das

vendas do nosso jornal, por ciclo de ensino e

por categoria profissional:

Educação pré-escolar – 35 exemplares.

1º ciclo – 85 exemplares.

2º ciclo – 36 exemplares.

3º ciclo – 47 exemplares.

Professores – 20 exemplares.

Funcionários – 9 exemplares.

Outros (indeterminados) – 15 exemplares.

A equipa de trabalho da Oficina do Jornal

Escolar.

Gostei de ler a história

sobre Francisco

Ferreira Drummond,

de descobrir o projeto

dos cães da educação

pré-escolar e da

rubrica intitulada “No

confessionário

com…”. A impressão é

que não estava boa.

A funcionária

Filomena Cardoso

O que achaste do 1º

número do teu jornal

escolar

Gostei de ver as fotografias dos alunos. Achei os textos

engraçados e as atividades interessantes. Foi pena o jornal

não ser a cores e não haver nada acerca do 2.º ciclo.

Jorge Neves, 7.ºC

Achei os temas tratados

interessantes, porém as

fotografias estavam

muito escuras.

A funcionária Alzira

Ferreira

Adorei o jornal; estava

muito giro, mas as

fotografias estavam

demasiado escuras.

Helena Martins, 7.ºB

Gostei dos desenhos e

dos conteúdos, mas as

fotocópias estavam

muito escuras.

Ana Sofia Espínola, 5.ºA

Adorei o jornal; acho que

é uma ideia muito boa e

original, mas a qualidade

da impressão deveria ser

melhorada.

Rita Ferreira, 5.ºC

Opiniões recolhidas pela aluna Carolina Reis

da turma A do 8.º ano de escolaridade.

3


No último dia de aulas do primeiro período letivo, teve lugar na nossa Escola a atividade Peddy Paper

cujo sucesso foi enorme! Os alunos do 1.º ciclo tiveram o prazer de, em equipas, explorar a suas capacidades

físicas, juntamente com o conhecimento das diversas disciplinas que estudam.

A prova teve início e fim no balcão do Jardim de Infância e os diferentes professores ocupavam um

posto onde os alunos teriam de efectuar as provas. No primeiro posto, os alunos registavam o nome do grupo e

a hora em que partiam, levantavam o guião e tinham conhecimento das provas a realizar. Neste posto ainda, os

alunos entregavam, no final da prova, os guiões, registavam a hora em que terminavam e entregavam os

objetos pedidos no decorrer do Peddy Paper. Nos outros postos, que se encontravam nas diferentes áreas da

Escola, os alunos cumpriam os objetivos do guião.

As questões e atividades, apropriados às diversas faixas etárias, entusiasmaram todas as equipas que,

nesse divertido esforço, seguiram um guião onde, etapa por etapa, conseguiram alcançar os objetivos

propostos. Os desafios diziam respeito às áreas de Língua Portuguesa, Matemática, Estudo do Meio, Educação

Física e, obviamente, Inglês. A atividade decorreu no maior dos entusiasmos por parte dos alunos e com grande

satisfação por parte dos professores.

Alunas do 8.ºano acompanharam durante toda a atividade os alunos do 1.º e 2.º ano e todos os

docentes do 1.º ciclo, além da professora Marisela Silva e do professor Sérgio Campos, apoiaram o desafio nos

diferentes postos. O espírito empolgante de equipa, a entreajuda e o divertimento foram sentidos e vividos por

todos.

A equipa vencedora do grupo do 1.º e 2.º ano foi da turma 2 da professora Benvinda Mendonça,

constituída pelos alunos Francisco, Érica, Inês, Joana, Gonçalo, Filipa e Tiago; a equipa vencedora do grupo do

3.º e 4.º ano foi “Os cinco amigos unidos” constituídos por Sandra Castro, Miriam Leal, Brites Peste, Luís Soares

e Rodrigo Costa da turma da professora Lúcia Azevedo. Parabéns!

A professora Marisela Silva (2.ºciclo).

4


Festa de comemoração da 1.ª tiragem

do 1.º jornal escolar da EBIFFD

A tiragem do primeiro número do jornal

escolar “O Repórter Drummond”, fundado pela

turma A do 8.º ano de escolaridade, no ano letivo

de abertura da EBI Francisco Ferreira Drummond,

foi comemorada pelos alunos da turma acima

referida na sala dos professores na quarta-feira, dia

14 de dezembro de 2011, dia de lançamento do

jornal.

Os discentes prepararam um copioso

almoço, que partilharam com os seus professores e

os membros da Comissão Executiva Instaladora,

num ambiente aprazível e descontraído. A

Delegada de Turma, Catarina Dinis, abriu a

cerimónia comemorativa com um discurso de

apresentação do projeto da Oficina do Jornal

Escolar e de agradecimento aos convidados, após o

que a turma presenteou a professora coordenadora

do projeto com um ramo de flores. De seguida, foi

projetado um documento audiovisual sobre as

etapas de criação do primeiro jornal da nossa

Escola.

A turma A do 8.º ano de escolaridade

agradece à Comissão Executiva Instaladora e aos

funcionários da Escola por terem proporcionado

todas as condições necessárias ao lançamento do

jornal e à realização da festa de comemoração do

mesmo.

Artigo coletivamente redigido pelos alunos da turma

A do 8.º ano de escolaridade, na aula de Português.

Senti-me muito orgulhosa com o lançamento do

nosso jornal! Foi muito bom ver o nosso esforço

recompensado. Ana Teresa Ávila

O que eu senti? Ansiedade, nervosismo e alegria ao

mesmo tempo. Queria que tudo corresse bem.

Acho que a nossa turma trabalhou muito bem!

Laura Mendonça

Não consigo explicar a sensação que eu tive ao ver

todas as pessoas da Escola a ler o jornal. Foi uma

alegria tão grande ver o esforço e o trabalho

recompensados de todos aqueles que

contribuíram para o jornal! Carolina Reis

Senti muita alegria e muito orgulho ao ver o que a

nossa turma conseguiu realizar. Beatriz Misturada

A festa de comemoração do nosso jornal foi muito

divertida. Senti orgulho por ver o trabalho feito

pela nossa turma e pelas outras turmas da nossa

Escola. O que mais gostei foi do convívio entre os

professores e os alunos. Laura Teixeira

5


Comemorando a PAZ…

O Dia Mundial da Paz foi comemorado

no dia 3 de janeiro de 2012, pelas 14h00,

na Escola Básica Integrada Francisco

Ferreira Drummond, pelo grupo de

crianças da educadora de infância Guida

e pelas turmas A e C do 7.º ano de escolaridade, num trabalho

de equipa que juntou a educação pré-escolar com o 3.º ciclo

de ensino.

Nesse dia, foram lançados 53 balões brancos

portadores de mensagens de Paz redigidos pelas crianças e

pelos adolescentes das turmas acima referidas. Foram

também libertos pombos-correios, seis dos quais eram

detentores de mensagens de Paz escritas para a comunidade,

que foram posteriormente devolvidas aos alunos de modo a

que esses entendessem a verdadeira dimensão da atividade.

Atuou um coro formado pelas crianças do pré-escolar e pelos

alunos do 3.º ciclo que, em uníssono, cantaram pela Paz,

fazendo-se acompanhar pelos seus próprios instrumentos

musicais. Outras crianças e jovens estiveram presentes nessa

altura, tendo-lhe sido dada a possibilidade de participarem

ativamente na atividade.

Para a realização deste evento, contámos com a

simpática colaboração da Associação de Avicultores Terceira,

na pessoa dos Senhores João Adriano, Tiago Ornelas e António

Pires. Esta atividade marcou o encerramento de um projeto

desenvolvido ao longo do 1.º período letivo, direcionado para

os valores da PAZ, através do desenvolvimento de atividades

de leitura, expressão escrita e plástica, bem como de reflexão

sobre temas do âmbito da Cidadania, de modo a que as

crianças e os alunos ficassem sensibilizados para os valores do

amor, do respeito, da tolerância e da solidariedade, e cujo

resultado final esteve exposto durante a primeira quinzena do

mês de janeiro de 2012, na nossa biblioteca escolar.

Artigo coletivamente redigido pelos alunos da turma C do 7.º

ano de escolaridade, na aula de Português.

6


A paz é quando se partilha e não

se magoa os amigos.

Francisca Fagundes, sala A1.3

Guerra não rima com

vida.

Luciano Filipe e

Paulo Couto, 7.ºA

A paz é conversar e cantar

juntos.

Inês Picanço, sala A1.3

Quando a gente brinca

juntos, estamos em paz.

Miguel Toste, sala A1.3

A paz é quando se

anda de baloiço e

os amigos estão a

empurrar.

Leandra Toste,

sala A1.3

Basta de guerras que só

trazem mortes e sofrimento.

Viva a paz que é sinónimo

de amor e alegria!

Mariana Neves e Catarina

Mendes, 7.ºC

A paz é a melhor coisa do mundo

para vivermos em harmonia uns

com os outros.

André Faria e André Pires, 7.ºC

A paz é quando se partilha e

não se magoa os amigos.

Francisca Fagundes, sala A1.3

A paz é não bater nos outros.

Pedro Toste, sala A1.3

A paz é estar sossegado na

cama para dormir.

Samanta Medeiros, sala A1.3

A paz é quando temos amigos

para jogar e brincar.

Sara Viveiros, sala A1.3

A discriminação e o racismo são coisas más. Fazem-te sofrer e, por

vezes, adoecer. Solta a alegria dentro do teu coração!

Mariana Rosa e Chantell Pacheco, 7.ºC

No âmbito do Dia Mundial da PAZ, os alunos das

turmas A e C do 7.º ano de escolaridade

recomendam a leitura do Diário de Anne Frank, um

testemunho esperançoso de uma adolescente

perante a brutalidade da Segunda Guerra Mundial.

A paz é quando os outros

estão tristes e temos de

os animar.

Simão Tavares, sala A1.3

A paz é brincar com os

irmãos.

Francisca Pires, sala A1.3

A paz é importante. Para quê tanta

discriminação, se há tanto carinho no

teu coração?

Mariana Rosa e Chantell Pacheco, 7.ºC

A paz é uma coisa muito bonita que

devemos partilhar com todos.

Catarina Mendes e Mariana Neves,

7.ºC

A paz é os amigos.

Solange Brum, sala A1.3

A paz é ouvir música com o

amigo.

Filipa Benevides, sala A1.3

A paz é ver livros com os

amigos.

Matilde Romeiro, sala

A1.3

A paz anda por aí. Algures!

Isac Neves, sala A1.3

A paz é ver livros com os amigos.

Matilde Romeiro, sala A1.3

A paz é o céu.

Ricardo Pereira, sala A1.3

A paz é não precisar

de bater nos meninos.

Luana Romeiro, sala

A1.3

Todos têm direito à

vida e à paz.

Soraia Rocha, 7.ºC

A vida tem dois

caminhos: um bom e

um mau. Nunca sigas

o mau, mas sim o

bom.

Diogo Rocha, 7.ºC

7


No dia 20 de janeiro de 2012, a nossa Escola comemorou o dia do seu patrono, Francisco Ferreira

Drummond, bem como o 215.° aniversário do seu nascimento, tendo sido esta iniciativa um contributo

para a criação da identidade da nossa nova Escola e a integração de toda a comunidade educativa.

As atividades tiveram inicio às 14h30 com uma palestra proferida por Maduro Dias intitulada “Um

Patrono serve para quê?” destinada aos alunos do 3.º ciclo do ensino básico, seguida, pelas 15h30, de uma

homenagem a Francisco Ferreira Drummond que consistiu na deposição de uma coroa de flores no

monumento ao autor dos “Anais da Ilha Terceira”. À noite, pelas 20h30, decorreu a sessão solene com os

conferencistas Neves Leal (“Francisco Ferreira Drummond: o Homem e o Tempo”) e Maduro Dias

(“Drummond, os Anais e os Açores”). O serão cultural foi ainda animado com um concerto de guitarra

clássica a cargo de Luís Araújo baseado num romance anónimo, no “Estudo n.º 12”, de Geraldo Garcia e em

“O Brasileirinho de Pernambuco”. As atividades festivas encerraram com um concerto a cargo da

Orquestra de Cordas da Escola Básica e Secundária Tomás de Borba (Ases Tod, de E. Grieg, Arietta, de L.

Anderson e Finale, de L. Anderson).

A comunidade educativa acedeu ao repto da Escola e participou nas várias atividades

desenvolvidas, estando presentes os representantes das várias instituições civis e religiosas das três

freguesias da comunidade educativa: São Sebastião, Feteira e Porto Judeu. Os alunos participantes

revelaram espírito colaborativo na preparação e na realização de todas as atividades, sendo também

percetíveis o orgulho e a satisfação de conhecerem melhor a vida e a obra do nosso patrono, Francisco

Ferreira Drummond.

O professor da disciplina de Geografia, Rui Sousa (3.ºciclo).

8


Na quintafeira

seguinte,

2 de fevereiro,

no dia das

amigas, as

meninas

desfilaram

com guarda

chuvas.

A professora Benvinda Mendonça (1.ºciclo).

No dia de

amigos, 26 de

janeiro, os

meninos do

pré escolar e

do 1.º ciclo

desfilaram no

auditório da

nossa escola,

com gravatas

originais!

9


Por falar em amizade…

Os alunos da turma 6 do 4.º ano de escolaridade, da professora Vanda Pimpão, ainda

redigiram estas lindas quadras sobre o valor da amizade.

10


Em França, no dia 2 de fevereiro, celebra-se La Chandeleur, a Candelária, o Dia da Luz, 40 dias

depois do Natal, tendo este nome origem na palavra «candeia».

A tradição, que nasceu na época dos romanos, era uma festa celebrada em honra do deus Pan.

Durante toda a noite, os fiéis andavam nas ruas de Roma acenando tochas. Em 472, o Papa Gelasius 1.º

decidiu cristianizar a festa. A Candelária passou então a simbolizar a purificação da Virgem Maria. Nesse

dia, fazem-se procissões de velas em honra da Virgem Maria.

Hoje, a Candelária é o dia dos crepes e constitui um momento mágico no seio das famílias

francesas. Até há quem diga que se fizer saltar o crepe com a mão direita, tendo uma moeda na mão

esquerda, e se o crepe cair na frigideira, isso irá garantir prosperidade para toda a família ao longo do ano.

Em jeito de comemoração deste dia, e lembrando a tradição francesa, todos os alunos do 3.º ciclo tiveram

a oportunidade de fazer e provar os deliciosos crepes. Assim, os discentes participaram ativamente na

confeção dos crepes que distribuíram pela escola aos professores e funcionários. A turma do 8.º B realizou

cartazes onde constavam a origem e a tradição

francesa. Foi distribuído aos alunos um

panfleto, no qual eram explicadas a origem e a

tradição francesa, bem como a receita de

crepes e alguns provérbios franceses alusivos a

esta data.

Foi com grande entusiasmo que os

alunos participaram nesta atividade!

Poème de la Chandeleur

La Chandeleur,

C'est demain la chandeleur,

Demain nous mangerons des crêpes.

Des crêpes rondes, des crêpes blondes,

Des crêpes qui s'envolent,

Comme à pigeon vole.

Des jolies crêpes dorées

Qui pourraient bien nous sauter

Sur le nez.

Proverbes

À la Chandeleur, l'hiver se meurt ou prend vigueur.

À la Chandeleur, grande neige et froideur.

À la Chandeleur, le froid fait douleur.

À la Chandeleur, le jour croît de deux heures.

Si le ciel n'est ni clair ni beau, nous aurons plus de vin que d'eau.

11


Ingredientes:

Preparação:

250g de farinha;

4 ovos;

1/ 2 de leite;

uma pitada de sal;

Receita dos crepes

50 gramas de manteiga;

1 pacote de açúcar de baunilha;

1 colher de sopa de rum (5 cl).

1. Coloca numa tigela a farinha e os ovos. Adiciona o leite aos poucos e mistura muito bem. Junta a colher

de sopa de rum.

2. Assim que obtiveres uma massa líquida, acrescenta o açúcar de baunilha e uma pitada de sal.

3. Coloca um pano sobre a tigela e, se possível, deixa a massa descansar 1 hora.

4. Aquece uma frigideira e adiciona um pouco de manteiga para untá-la.

5. Verte uma concha de massa na frigideira e deixa cozer durante um minuto de cada lado.

6. Depois de cozido o crepe, pincela com creme de Nutella.

Bom apetite!

A professora da disciplina de Francês, Izália Sousa (3.ºciclo)

12


No dia 17 de fevereiro, os alunos da turma 2 do 2.º ano de escolaridade, da professora Benvinda Mendonça,

deram largas à sua imaginação com o desfile de fantasias de Carnaval. Foi muito divertido!

Carnaval na eira, Páscoa à lareira.

Alegria,

Entrudo, que

amanhã será

cinza.

Entrudo

borralheiro,

Páscoa soalheira.

Entrudo borralheiro, Natal em

casa, Páscoa na praça.

Não há Entrudo sem Lua Nova, nem

Páscoa sem Lua Cheia.

No Carnaval, nada parece mal.

Esta vida são dois dias e o Carnaval são três.

Namoro de Carnaval não chega ao Natal.

Alguns provérbios

populares sobre o Carnaval

e o Entrudo…

Em dia de

Entrudo, não

há querela.

(Açores)

Quem quiser o alho cabeçudo,

sache-o pelo Entrudo.

A professora da disciplina de

Português, Susana Castro (3.ºciclo).

13


Para manter a tradição, o Clube de Teatro da Escola Básica Integrada Francisco Ferreira Drummond

ensaiou um bailinho de carnaval com a participação de 31 elementos, tendo sido apresentado a toda a

comunidade escolar no dia 17 de fevereiro de 2012.

O assunto do bailinho, “Um presépio bué da moderno”, foi escrito pela aluna Jéssica Leal da turma

B do 8.º ano de escolaridade e as letras das canções pela professora Tânia Coelho. Todos os participantes

mostraram-se interessados e, durante duas semanas, além do ensaio realizado na hora em que decorre o

Clube, ensaiaram também nas horas de almoço.

O Clube de Teatro deixa um agradecimento especial à professora Izália Sousa pela colaboração na

organização do bailinho.

A professora responsável pelo Clube de Teatro, Tânia Coelho (3.ºciclo)

Deixamos aqui a letra de um dos

refrães:

Ilha de encantos e sonhos,

Esta ilha onde nasci.

Cada cantinho um tesouro,

Cada flor uma sensação.

Oceano que nos embala

Ao som de uma canção,

A nossa Escola vos saúda

Do fundo do coração.

14


Desde alguns anos a esta parte que se realiza na ilha Terceira um concurso denominado “Spelling

Contest”, que é dinamizado nas várias escolas da ilha pelos professores de Inglês do 2.º ciclo e que tem ganho

cada vez mais popularidade junto dos alunos, promovendo uma motivação crescente para a aprendizagem da

língua Inglesa.

O referido concurso testa os conhecimentos dos alunos e a sua capacidade em soletrar ou escrever

palavras. No que respeita à parte oral do concurso, os alunos são sujeitos a uma prova de soletração de

palavras na qual deverão, primeiramente, ler, depois soletrar, e voltar a ler a palavra. No concurso escrito, os

alunos têm de registar as palavras que são soletradas por um professor, e ainda realizar uma ficha de

ordenação alfabética.

Este ano, a grande final do concurso decorrerá na Escola Básica Integrada Francisco Ornelas da Câmara

na Praia da Vitória, no final do 3.º período letivo. Para selecionar os alunos participantes, que representarão a

nossa Escola na grande final, serão necessárias realizar duas eliminatórias para escolher os melhores alunos.

Na primeira eliminatória que decorreu no final do 1.º período letivo, foi selecionado o melhor elemento de

cada turma do 5.º ano e do 6.º ano, no total de seis discentes. Os alunos que passaram à próxima eliminatória,

a realizar no final deste 2.º período letivo, foram os seguintes: Bia Costa do 5.ºA, Sara Costa do 5.ºB, Alexis Reis

do 5.ºC, Francisco Lima do 6.ºA, Dinis Toledo do 6.ºB e João Toste do 6.ºC.

De entre os alunos mencionados, apenas serão apurados três para representar a Escola Básica

Integrada Francisco Ferreira Drummond na grande final do concurso, onde estarão presentes alunos de todas

as escolas da ilha Terceira participantes no concurso.

Good luck to everyone!

Vem ajudar, vem trazer a

PAZ, vem acabar com os

maus tratos. Vem, partilha

a PAZ com o mundo!

Teacher da disciplina de Inglês, Cláudio Cruz (2.ºCiclo)

Publicidade elaborada pela aluna Carolina Toste

da turma C do 7.º ano de escolaridade,

para a disciplina de Português.

Máscara de Carnaval da Joana

do 7.ºD, para a disciplina de

Educação Tecnológica

15


Bullying é uma palavra utilizada para descrever violência, que tanto pode ser física ou psicológica.

Na maioria dos casos, quem pratica o bullying tenta proporcionar à vítima uma sensação de

angústia, dor, medo e ódio e quer mostrar que tem o poder nas mãos. Em grande parte dos casos de

bullying, a vítima não denuncia o agressor, pelo facto de sentir medo mas, muitas vezes, os amigos, os

colegas da escola ou a própria vítima denunciam-no.

As crianças ou adolescentes que sofrem de bullying podem tornar-se adultos com sentimentos

negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive,

adquirirem um comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá tentar ou cometer suicídio.

Há uma tendência de as escolas não admitirem a ocorrência do bullying entre os seus alunos, ou

desconhecem o problema ou simplesmente negam-se a enfrentá-lo. Esse tipo de agressão geralmente

ocorre em áreas onde a presença ou supervisão de auxiliares de educação é mínima ou inexistente.

Colegas da EBI Francisco Ferreira Drummond,

façam com que a nossa Escola jamais tenha

alguma vítima de bullying!

Mariana Rosa da turma C do 7.º ano de

escolaridade, para a disciplina de Português.

DIZ NÃO AO BULLYING!

Não permitas que os valentões tomem conta da tua vida!

Se tu ou teus amigos são vítimas de bullying, fala com os

teus professores e com os teus pais!

Publicidade elaborada pelos alunos Rui Martins e Miguel Lourenço da

turma A do 8.º ano de escolaridade.

16


CYBERBULLYING: O QUE É?

O cyberbullying é um dos temas abordados na área curricular não disciplinar de Cidadania e no âmbito dos

desafios lançados aos alunos do projeto SeguraNet. Trata-se de uma modalidade que preocupa especialistas, pais e

educadores em todo o mundo, pelo efeito multiplicador do sofrimento das vítimas. Na sua prática, utilizam-se as

modernas ferramentas da Internet e de outras tecnologias de informação e comunicação, móveis ou fixas, com o intuito

de maltratar, humilhar e constranger outrem. Estes atos de abuso e assédio concretizam-se através de meios

eletrónicos tais como o correio eletrónico, mensagens instantâneas de texto, blogues, telemóveis e websites. É uma

forma de ataque perversa que extrapola em muito os muros da escola, podendo atingir dimensões incalculáveis.

COMO É PRATICADO O CYBERBULLYING?

O cyberbullying pode adotar muitas formas:

• envio de mensagens violentas ou ordinárias online, com o objetivo de despoletar querelas verbais dentro dos fóruns

(“flaming”);

• insultar alguém através do envio constante e repetido de mensagens (assédio);

• difamar alguém de forma a prejudicar a sua reputação via correio eletrónico, mensagens instantâneas, etc.;

• enviar ou publicar mensagens de texto de cariz depreciativo usando a identidade de outrem (roubo de identidade);

• publicação de conteúdos privados ou embaraçosos sobre alguém (exposição);

• ganhar a confiança de uma pessoa para a enganar e assim conseguir que publique ou partilhe informação obtida

sob confidencialidade (fraude);

• exclusão deliberada de alguém de um grupo para o/a magoar;

• denegrir e assediar alguém de forma continuada e ameaçadora com o objetivo de provocar medo (“cyberstalking” ou

perseguição cibernética).

FORMAS DE COMBATE AO CYBERBULLYING

A Comissão Europeia lançou uma campanha de sensibilização para combater o cyberbullying, especificando que

este termo cobre todo o género de assédio online – verbal, psicológico ou físico – de forma repetida por uma pessoa ou

um grupo relativamente a outros. O bullying representa sempre uma forma errada e inaceitável de comportamento;

nunca deve ser subestimado ou ignorado.

Cabe essencialmente aos pais e encarregados de educação supervisionar o que os filhos fazem quando estão

online. As mensagens instantâneas e outras formas de conversação on-line são ferramentas úteis e divertidas utilizadas,

não apenas para pura diversão, mas também para efeitos de trabalho. No entanto, existem alguns cuidados a observar

na Internet, nomeadamente quando se utilizam serviços de mensagens instantâneas:

1. Não uses o teu nome verdadeiro. Não deverás usar o teu nome verdadeiro como identificador de entrada

em qualquer sala de conversação ou aplicação de mensagens instantâneas. Mesmo uma alcunha poderá ser

suficiente para seres identificado.

2. Nunca divulgues informação pessoal. Não deverás revelar onde vives, que idade tens, o teu nome verdadeiro

ou a tua escola, ou qualquer outra informação que te identifique a ti ou à tua família.

3. Nunca combines encontros com estranhos. No caso de ainda quereres combinar, deverás garantir que vais

acompanhado com alguém responsável e que mais pessoas estão informadas sobre o teu paradeiro.

4. Não aceites ficheiros enviados por quem não conheces. É muito comum os sistemas informáticos serem

infetados com vírus, cavalos de Tróia ou spywares enviados por correio eletrónico ou diretamente através da

aplicação de conversação online. Mesmo de utilizadores que conheces, garante que tens um antivírus instalado

e analisa cuidadosamente tudo o que te for enviado.

O Professor de TIC e da área curricular não

disciplinar de Cidadania, Rui Barbosa.

17


O filme fala sobre uma

rapariga que foi vítima

de cyberbullying e que

tentou o suicídio.

Concluí que é

importante lutar contra

o cyberbullying.

Tiago Melo

Na minha opinião, o

filme é interessante

para tentar perceber o

que é o cyberbullying

e como acabar com

ele. O mais

importante é que não

nos podemos deixar

rebaixar pelas

ameaças ou insultos

que são feitos por

pessoas nas redes

sociais.

Natanael Pimentel

Eu acho que o

cyberbullying é tão

perigoso como o

bullying.

Catarina Dinis

Opiniões dos alunos recolhidas pela Diretora da Turma A do

8.º ano de escolaridade, Ângela Baptista.

No âmbito da área curricular não disciplinar de Cidadania,

a turma A do 8.º ano de escolaridade trabalhou os temas do

bullying e do cyberbullying. Estes foram alguns dos comentários

tecidos pelos alunos, após a visualização do filme intitulado

Cyberbullying.

A mensagem do filme é a seguinte: não se deve

prejudicar as pessoas pela internet, nem de outra

forma qualquer.

João Brum

O cyberbullying é o bullying praticado na

Internet, através das redes sociais, do e-mail,

do Messenger, etc. A mensagem do filme é a

seguinte: se alguém é vítima ou conhece

algum caso de bullying ou cyberbullying, deve

sempre denunciá-lo e nunca desistir.”

Carolina Reis

Por vezes, falar com os pais é

muito melhor e muito mais

aliviador do que ficar calado e

esconder o que sentimos.

Ana Teresa Ávila

Nunca se deve colocar uma foto

na Internet porque não dá para

voltar a tirá-la. Fica para

sempre.

Diogo Amaro

Ao ver este filme, chego à

conclusão de que quando há

ameaças ou insultos na

Internet, deve-se imprimir

tudo e não se deve fazer isso

a ninguém. Laura Teixeira

A mensagem do filme é a de

que se formos vítimas de

cyberbullying, devemos contar a

alguém próximo: pais, irmãos ou

até professores.

Laura Mendonça

18


Ao longo segundo período letivo, um dos temas escolhidos para tratar nas aulas da área curricular

não disciplinar de Cidadania de algumas turmas, foi o bullying e o cyberbullying, tendo este tema servido

para alertar e consciencializar os nossos alunos de que este “fenómeno” mora mesmo ao nosso lado e tem

lugar em todas as escolas, das mais problemáticas às mais conceituadas. Queria recordar e deixar alguns

conselhos práticos, que podem ser utilizados pelos alunos, que sejam alvos de bullying.

Se te encontrares numa situação de bullying, deves contar a um amigo, a um professor, aos teus

pais ou a alguém em quem confies na tua família. Os teus agressores não vão parar, enquanto não

contares a alguém. Caso não te sintas à vontade para falar, podes sempre escrever um pequeno texto a

contar o que está a suceder. O teu diretor de turma também precisa de saber o que se está a passar. Tenta

falar com ele de modo a que outros colegas não se apercebam, isto é, podes ficar no final da aula, com

pretexto de justificares alguma falta ou tirar alguma dúvida relacionada com as aulas.

Durante o tempo que passas na escola, quer nos intervalos, quer durante a de almoço ou mesmo

após a saída da escola, deves adotar alguns procedimentos e rotinas para evitares que te voltem a

maltratar.

Deves procurar estar sempre em áreas onde haja muita gente. Caso te batam, conta

imediatamente a um assistente operacional ou ao teu diretor de turma.

No autocarro, tenta sentar-te perto do condutor, no percurso que fazes para casa. Se tiveres

medo que alguém te espere no caminho, tenta andar acompanhado, muda o percurso e não o

faças sempre à mesma hora.

Dá o teu número de telemóvel só a amigos em quem possas confiar. Caso recebas e-mails ou

chamadas ameaçadoras, conta aos teus pais, pois estas ações são um crime punível por lei.

Se vires algum colega teu a ser maltratado, conta de forma discreta, a um adulto. Nunca

enfrentes os agressores! O teu colega precisa de ajuda, mas não te envolvas com os

provocadores.

Se te sentes pouco confiante, tenta aprender judo ou outra arte marcial, para aumentar a tua

autoconfiança.

19


Não te mostres ofendido com as coisas que te dizem, encolhe os ombros e faz como se o que te

dizem não te incomodasse.

Evita olhar os provocadores nos olhos para que eles não vejam que te magoaram.

Os amigos, por vezes, também se afastam, com medo de serem perseguidos ou maltratados

como tu. Neste caso, tenta falar com eles a sós, quando não houver ninguém por perto e diz-lhes

que não sabes a razão por que eles mudaram e já não são amigos. Vais ver que eles ficam sem

saber o que te responder. Para ter amigos, é preciso ouvi-los, dar-lhes atenção e ser preocupado.

Se agires assim, os verdadeiros amigos nunca te abandonarão. É com esses que podemos sempre

contar.

A tua linguagem corporal também diz muito acerca de ti. Se caminhares sem tentar dar nas

vistas e olhares para o chão enquanto passas nos corredores ou no pátio, vais provocar o efeito

contrário: vão achar que tu és vulnerável e que estás na defensiva. Se caminhares direito e

seguro, a olhar em frente, envias outra mensagem a quem te vê; vais parecer confiante e pronto

a responder a qualquer provocação. Podes não te sentir muito confiante, mas vais seguramente

parecê-lo.

Não penses em faltar às aulas. Cada dia que faltas é um triunfo para os provocadores. Ao ires à

escola, estás a demonstrar que o comportamento dos agressores não está a ter efeito. Ser

aterrorizado pelos colegas não é uma fatalidade por que tens de passar.

Os pais e encarregados de educação também têm um papel muito importante na prevenção das

situações de bullying. O convívio diário, o diálogo e a observação de comportamentos estranhos ou pouco

habituais podem ser indicadores de que algo não está bem com o seu(a) filho(a).

Quando esta situação se deteta e o(a) jovem não conta o que se está a passar, devemos observar se

este(a) não possui algumas marcas de agressão ou se lhe falta algum objeto que habitualmente leva para a

escola, como por exemplo, o telemóvel, o relógio, a carteira, a consola de jogos, etc. Caso se verifiquem as

suspeitas, o encarregado de educação deverá contactar de imediatamente o diretor de turma, para que se

possa averiguar a situação e tomar as providências adequadas.

Cabe a todos nós agir e alertar para as

situações de bullying.

O professor Coordenador dos Diretores de Turma, Cláudio Cruz (2.ºciclo).

Nota: para a redação do artigo, foi consultada informação no sítio http://vozesilenciadas2.blogspot.com.

20


Nome Pedro Teixeira. Conceição Cordeniz.

Cargo

Assistente

(barman).

operacional Professora do 1.ºciclo.

A felicidade é

Acabe as frases…

Uma coisa que toda a gente Estar bem comigo e com os

gostava de ter!

outros.

O traço principal do meu caráter é Ser orgulhoso e direto. Ser paciente.

O meu maior sonho é Viajar pelo mundo. Viajar muito mais.

Gostava de conhecer Muita gente. Muitos

culturas.

países e as suas

O que mais aprecio nos outros é Nada. A verdade.

Não suporto A mentira. A mentira e a aldrabice.

A minha cor preferida é O preto. O azul.

Se fosse um animal, seria Uma águia. Uma égua ou uma leoa.

As minhas férias ideias seriam em Itália.

Em poucas palavras…

Qualquer sítio muito calmo.

Onde gostaria de viver? Na Austrália. Onde vivo atualmente.

Que cantores/grupos prefere? Todo o tipo de música. Áurea, Beatles e Luís Represas.

Qual é o seu filme de eleição? The Zookeeper. África Minha.

Que dom da natureza gostaria de

possuir?

O vento.

Sobre a nossa Escola

Ter boa voz para cantar.

O que mais gosta na nossa Escola? O bar e o pavilhão. A luz natural que existe em

todos os espaços.

Que recado gostaria de deixar à Nenhum. Continuem com força que estão

Comissão Executiva Instaladora?

Verdadeiro ou falso?

a fazer um bom trabalho.

Tenho mau acordar. F F

Tenho sentido de humor. V V

Tenho hábitos de leitura? F V

Gosto de praticar desporto. V V

Gosto de cozinhar. V V

Gosto da Escola onde trabalho. V V

Já viajei até ao estrangeiro. V V

Esta entrevista foi coletivamente elaborada pelos alunos da turma A do 8.º ano, na aula da disciplina de Português, de modo a

que os membros da nossa comunidade educativa se conheçam melhor!

21


O salto em comprimento.

Fernando Dinis, 4.º5

As aulas de Educação Física.

Érica Aguiar, 5.ºC

A sala de aula.

Inês Neves, 2.º2

As aulas.

Carmen Silva, 4.º6

Que me respeitem.

Diogo Rocha, 7.ºC

Os pátios.

Ana Ferreira, 7.ºA

Letícia Azevedo e Madalena Misturada, 3.º3

Brincar.

Nelson Nunes e Maurício Neves, 3.º3

As raparigas.

Rodrigo Ferreira, 5.ºC

Estar com os amigos.

Cátia Leal, 7.ºA

Inês Borges, 7.ºC

Helena Martins e Nuno Vieira, 7.ºB

Brincar aos touros.

Leandro Amaro, 1.º ano

A hora de ir embora.

José Augusto, 8.ºB

A hora do almoço.

Carolina Reis e Vanessa Cunha, 7.ºC

Luís Oliveira, 8.ºA

Gostamos de tudo!

Filipa Dias, Tânia Pires e Vanessa Borges, 2.º 2

A biblioteca.

Catarina Neves, 4.º5

Inês Cardoso Cristiano, 4.º6

Trabalhar.

Joana Dias e Érica Andrade, 2.º2

O recreio.

Quévin Medeiros, 7.ºC

Opiniões recolhidas

pela aluna Catarina

da turma A do 8.º

ano de escolaridade.

A sala de alunos.

Soraia Rocha, 7.ºC

O ginásio.

Joela Dutra, 6.ºC

Beatriz Ferreira e Diana

Borges, 4.º5

O refeitório.

Dilia Borges, 4.º5

Os nossos alunos.

Prof. Rui Sousa e Susana Castro

O campo de futebol.

Diogo Gonçalves, 3.º4

David e Vítor Dinis, 4.º5

Maria Melo, 5.ºA

Francisco Lima, 6.ºA

Leandro Dutra, 7.ºA

Mariana Brasil e Carlota Soares do 7.ºB

André Lourenço e Catarina Mendes, 7.ºC

Os intervalos.

Pedro Neves, 6.ºB

Chantell Pacheco e Nicole Almeida, 7.ºC

Cláudio Ávila, 8.ºB

Ana Ferreira e Vanessa Sousa, 7.ºB

As aulas de Educação Tecnológica.

Micaela Ponte, 7.ºB

22


O Guarda da Praia de Maria Teresa Maia Gonzalez, autora da

obra A Lua de Joana, é um livro que conta a história de um rapaz

chamado Luís, mais conhecido por Dunas, que guarda uma praia com

grande significado para ele, por lá estar sepultada a sua mãe. Vive

numa aldeia, onde tem muitos amigos, com a sua avó porque o seu

pai vive na América. Mas onde se sente realmente bem é ao pé dos

“bichos do mar”. Também gosta de andar por de trás das dunas, que

é o local preferido do seu pai.

Um dia, conhece uma rapariga vinda da cidade em busca de

paz e sossego para escrever um livro. Tornam-se amigos e

confidentes, vivendo inúmeras aventuras, sendo que ambos

aprendem várias coisas um com o outro. Trata-se de uma amizade

muito especial que para sempre ficará guardada nos seus corações.

Quando acaba o seu livro, a escritora volta para a cidade.

Dunas diz-lhe que a morte dói, que quando as pessoas de quem

gostamos nos deixam é que damos pela sua falta e percebemos o

verdadeiro significado que elas têm para nós. No verão seguinte, a

rapariga volta para junto de Dunas que se tinha entretanto ido

embora para longe. Não é certo que ele volte mesmo…

Este livro, além de muito bem escrito, é interessante porque

nos mostra, de uma maneira simples, que a vida é feita de bons

momentos mas que, infelizmente, tudo tem um fim, dando-nos que

pensar e refletir sobre tudo o que acontece na nossa vida que

constitui um mundo de coincidências, surpresas e desespero.

A aluna Chantell Pacheco da

turma C do 7.º ano de escolaridade.

Publicidade elaborada pelas alunas Ana Teresa Ávila e

Laura Mendonça da turma A do 8.º ano,

para a disciplina de Português.

23


A biblioteca da nossa Escola é um espaço destinado à leitura e

descoberta dos trilhos do saber, no qual podes encontrar respostas

para as tuas dúvidas, pesquisar para os teus trabalhos ou

simplesmente passar os teus tempos livres, num ambiente acolhedor

e descontraído.

Ler é sempre um prazer e não existe nenhum limite mínimo

para o fazer. Pega num livro, contempla-o e depois atreve-te a levá-lo

contigo. Na nossa biblioteca, existem livros para todas as idades!

esperam…

No espaço da “Casa dos Livros”, tens direito a…

consultar ou ler todos os livros aí existentes;

trabalhar, jogar e pesquisar no computador;

requisitar livros, para depois ler em casa ou noutro local;

participar nas atividades de animação que a biblioteca

organiza.

Na biblioteca, também podes encontrar…

a sala de apoio, que pretende constituir-

-se enquanto um espaço destinado para te ajudar no processo

ensino/aprendizagem;

a ludoteca, onde podes encontrar jogos didáticos;

o espaço infantil, com livros de ilustrações apropriadas;

revistas sobre diversos assuntos;

livros de histórias, de aventuras extraordinárias, de poesia

e de banda desenhada;

filmes didáticos;

jogos de mesa, jogos de computador e acesso à Internet.

Atreve-te e vai à biblioteca. Nem imaginas as surpresas que te

A professora Coordenadora da

biblioteca escolar, Clara Meireles Rodrigues (2.ºciclo).

Um livro

Um livro aberto

É um cérebro que fala.

Um livro fechado

É um amigo que espera

À porta da sala.

Um livro esquecido

É uma alma que perdoa,

É uma coisa que assinala.

Um livro destruído

É um coração que chora,

É um livro que nunca se cala.

A aluna Chantell Pacheco da

turma C do 7.º ano de

escolaridade.

Máscara de Carnaval do Bryan

do 8.ºB, para a disciplina de

Educação Tecnológica

24


O Clube de Leitura “Uma Janela para o Mundo” funciona, na nossa Escola, desde o primeiro período.

Apesar de ser facultativo, o teu professor de Português já te deve ter informado acerca da sua importância

para o desenvolvimento das tuas capacidades de leitura e compreensão de textos.

Para pertenceres a este clube, basta preencheres uma ficha de inscrição, juntares-te a outros três

colegas num grupo, escolheres um livro que achas que irás gostar e teres o prazer de o ler. A partir daqui,

por cada livro que leres, depois de preenchida uma simples ficha de leitura, somarás um ponto. Depois, é só

estares com atenção para saberes se foste um dos três melhores leitores ou se o teu grupo foi um dos

vencedores do mês.

Quantos mais livros leres, juntamente com os elementos do teu grupo, mais hipóteses terás de

vencer! Quantos mais livros leres, mais janelas abrirás para o Mundo e mais conhecimento possuirás! Não

te esqueças que ler é viajar…

Ler é viajar!

O professor Coordenador do Departamento de Línguas, João Bento (2.ºciclo).

Partir com um livro para outro lugar, para outro tempo, para viver outras

vidas, experimentar outras emoções.

Ler é viajar!

Ler é viajar!

Sem agência de viagens, sem horários, sem taxas acrescidas.

Sós ou acompanhados, sabemos que voltaremos com mais bagagem no

final desta viagem.

Ler é viajar!

Com a vantagem de a nossa viagem ser única, sabendo que ninguém

conseguirá fazer uma viagem igual. Ainda que leiam o mesmo livro que nós,

Ler é viajar!

outros homens farão outras viagens.

Viajar ao encontro de homens e mulheres que souberam dar às palavras o

exotismo, o humor, as cores, as dores, os sons, os tons, os cheiros, o amor

que nós gostaríamos de encontrar sempre.

No fundo, aquilo que procuramos quando viajamos.

Ler é viajar!

25


Como muitos alunos da Escola Básica Francisco Ferreira Drummond, inscreve-te tu também no Clube de

Leitura. Vais aprender muito e habilitar-te a prémios! Solicita mais informações na biblioteca escolar…

Ler é divertido e, no fim de cada mês, recebo uma

pequena lembrança que para mim é um grande

tesouro.

Eu fui para o Clube de Leitura

porque a professora de

Português disse que era muito

importante para enriquecer o

vocabulário e desenvolver-me

culturalmente.

Matilde Silveira do 6.ºB

Eu participo no Clube de

Leitura, pois gosto de ler vários

tipos de livros. Quanto mais

leio mais vontade tenho de ler!

Letícia Candelária do 6.ºB

A professora de Português disse

para me inscrever no Clube de

Leitura e estou a gostar muito.

Eu gosto de

participar no

Clube de

Leitura para

aprender

várias

histórias.

Tiago Arruda

do 6.ºC

Ruben Sousa do 6.ºC

Dinis Toledo do 6.ºB

Eu estou no Clube de

Leitura, porque tenho

interesse em ler para

melhorar a minha cultura

geral.

Susete Soares do 6.ºB

Eu participo no Clube de Leitura porque

descobri que é uma atividade que me ajuda a

crescer. Eu gosto de ler e a leitura é muito

motivante para mim.

Mariana Mendes do 6.ºB

Eu inscrevi-me no Clube de

Leitura porque a minha

professora de Português disse

que eu ia melhorar o meu

desempenho escolar e,

acreditem, estou mesmo a

conseguir fazê-lo!

André Rego do 6.ºC

Alunos da Escola Básica Francisco

Ferreira Drummond: um pedaço de

mundo que lê, um pedaço de mundo

que pensa!

A professora da disciplina de Português,

Susana Castro (3.ºciclo).

26


Os meus sentimentos

Por ti podem mudar,

Mas bem lá no fundo

És quem eu não quero deixar.

Podes dizer-me que não

As vezes que tu quiseres

Porque mesmo que sejamos só amigos,

Tu estarás sempre comigo.

O teu sorriso é encantador

E é um dos motivos que me faz

Sonhar e não querer acordar.

A tua amizade para mim é muito importante,

Pois és um grande amigo

De quem eu gosto tanto.

O brilho dos teus olhos ilumina o meu dia.

Mesmo quando estou triste,

Tu apareces como por magia.

A cada palavra ou gesto teu,

Parece que estou no céu

E tu estás a meu lado.

O Amor é como uma flor, que deve ser

regada de dia para dia. Se não regares o

amor, ele vai murchar um dia.

Carolina Reis, 8.ºA

Soraia Rocha, 7.ºC

O meu coração está cheio de solidão,

Tenho de arranjar uma paixão.

Acabei de a avistar,

Toca a namorar

Para depois casar

E continuar a amar.

O amor é o fim,

O amor é a estrada,

André Lourenço, 7.ºC

O amor é o início da caminhada.

O amor é o que une,

O amor é o que ata.

O amor o medo despedaça.

O amor é a chama,

O amor é a brasa.

O amor é o viajante que retorna a casa.

O amor liberta,

O amor não passa.

O amor é um estado de graça.

O amor é consciência.

O amor é real,

O amor é a ausência do mal.

O amor é tudo aquilo que somos,

Quando os nossos passos são fiéis aos nossos sonhos.

Carolina Toste, 7.ºC

27


Máscara de Carnaval do Simão

do 7.ºA, para a disciplina de

Educação Tecnológica

Diz não à violência e

SIM à PAZ!

Publicidade elaborada pelos alunos Luís Oliveira

e Laura Teixeira da turma A do 8º. ano de

escolaridade, para a disciplina de Português.

28


No século XVIII, na ilha Terceira, numa

pequena vila, S. Sebastião, nasceu um menino

tenro como os prados e veloz como as forças da

natureza. Chamava-se Francisco Drummond.

Numa terça-feira, o pai de Francisco disselhe:

Francisco, hoje vais arrumar a loja! Pois

agora é a tua vez. Como sabes, a tua irmã

arrumou-a ontem.

Então, Francisco foi para a loja e descobriu

numa caixa um livro que dizia:

“Qualquer um faz magia!” - ao ver o título ficou

entusiasmado e começou a ler. Quanto mais lia,

mais encorajado ficava. Até que fixou uma magia.

Mas nunca contou a ninguém o que tinha

acontecido naquela tarde.

No dia seguinte, foi para a floresta e disse:

– Loendi lore!

Ao pronunciar aquelas palavras apareceu

um coelho. Francisco ficou admirado e disse-lhe:

– É pá, eu sou um grande mágico!

No dia seguinte, ao passear pela vila, viu

um cartaz, fixado na parede da escola primária,

que dizia “Concurso de Talentos, inscreve-te”!

Francisco deu dois passos para a frente,

empurrou a velha porta da escola e resolveu

inscrever-se.

O dia 27 de janeiro chegou e ele correu

para o local. Quando o chamaram, Francisco

subiu ao palco, estava um pouco nervoso, mas

acreditava na sua força interior e, confiante, disse

para si:

– Atu iku soai.

De repente, da sua cartola saíram várias

pombas brancas. O júri admirado disse:

Francisco, como fizeste isso?

Ele respondeu – rindo – É segredo!

O concurso terminou e Francisco

regressou a casa. Como estava muito ansioso,

não conseguiu dormir, pois os resultados eram

apresentados no dia seguinte. De manhã,

levantou-se e foi à escola saber as classificações.

Quando reparou que o seu nome estava em

primeiro lugar, foi a correr para o Conselho

Executivo buscar o seu prémio. Foi um prémio

simbólico, mas muito gratificante para ele. Ficou

tão feliz com o seu certificado de participação

que nem deu conta do caminho até sua casa.

Tinha a sensação que foi transportado num

tapete voador… Quando, por fim, chegou, disse à

mãe:

– Mãe, mãe! Eu ganhei o concurso de

talentos! E a mãe perguntou:

– Como ganhaste, meu filho? Ele

respondeu:

– É segredo! Não posso dizer-lhe!

De repente, sentiu uma força imensa que

o puxava para a floresta. Então, novamente, no

mato, Francisco disse:

– Undi hurá!

Quando vociferou aquelas palavras,

Francisco desapareceu. Nesse instante, ia a

passar um lenhador que assistiu ao seu

desaparecimento. Preocupado, o lenhador foi a

casa do Francisco chamar a sua mãe. Aflito,

gritava:

– Ó Maria Drummond! O seu filho

desapareceu!.. A mãe aflita saiu a correr e foram

os dois para a floresta. Quando lá chegaram,

viram o livro “Qualquer um faz magia!”. Abriramno,

começaram a lê-lo e repararam na palavra

mágica Undi hurá! E em uníssono, gritaram:

– Undi hurá!

Nesse instante, ouviu-se uma melodia: era

o som de um piano. As árvores pareciam que

estavam a dançar e sussurravam:

– Drum, Drum…! Dando a sensação que

estavam a dizer Drummond, Drummond... Então

apareceu uma estrela e Francisco desceu em

direcção à sua mãe. Depois de um longo abraço,

perguntou:

– Mãe, como chegou até aqui? Como

conhecia a magia? E a mãe respondeu:

– A magia habita nas palavras, na força

como são pronunciadas. Basta acreditares e

repeti-las, uma e outra vez, até a magia

acontecer…

O aluno Vasco Melo da turma B

do 6.º ano de escolaridade para

a disciplina de Português.

29


Era uma vez um pequeno anão chamado João que era muito esquecido,

porque ingeria diariamente demasiadas quantidades de queijo. Porém, nunca se

apercebeu que essa era a causa do seu problema.

Ora, o anão João não aguentava mais ser esquecido e, um dia, decidiu ir

consultar um médico, que lhe receitou uns comprimidos para a amnésia. Na

farmácia, ficou furioso quando lhe comunicaram o preço da medicação que lhe fora receitada; os

comprimidos eram excessivamente caros! Começou a pensar e lembrou-se que talvez um mágico o

pudesse auxiliar. Caminhou até à gruta do mágico da floresta e pagou noventa euros pela conversa! O

mágico aconselhou-o a adquirir uns óculos que lhe permitiriam recordar-se das coisas. O anão lá foi

comprar os óculos e rapidamente se apercebeu que fora enganado e roubado: os óculos não resolveram o

seu problema de esquecimento. Decidiu então voltar para casa por um atalho, uma vez que não lhe

sobrara dinheiro para apanhar o autocarro. Quando ia a caminhar pela floresta, ouviu um barulho e

reparou na presença de um ratinho solitário, que se apercebeu da profunda tristeza do anão.

– O que se passa contigo anão? Estás tão deprimido!

– Não estou nada bem: eu sou muito esquecido e não encontro uma solução para conseguir

recordar-me das coisas mais simples.

das coisas.

– Tu, por acaso, costumas comer queijo?

– Sim, eu adoro queijo!

– Aí está a causa do teu problema: se deixares de comer queijo, vais ver que começas a lembrar-te

– Pois é, obrigado amigo! Mas… Como é que vou conseguir deixar de comer queijo? Acho que não

vou conseguir resistir à tentação…

– Se me levares para a tua casa, eu posso ajudar-te: eu como o queijo por ti!

O anão João aceitou a proposta do pequeno rato e, a partir desse dia, nunca

mais ficou esquecido. O rato não precisou de dinheiro para ajudar o anão porque

quem é bom, ajuda: não engana, nem rouba.

As alunas Elsa Pacheco e Magda Aguiar da turma A do 7.º ano de escolaridade, para a disciplina de

Português, aquando do estudo das características e das etapas do conto tradicional.

30


Os alunos da turma 2 do 2.º ano de escolaridade, da professora Benvinda

Mendonça, estiveram a trabalhar os textos em poesia. Para demonstrar os seus

conhecimentos, escreveram poemas para oferecer no Dia do Pai (19 de março).

O meu pai gosta de brincar,

Ele é lindo.

Comigo gosta de saltar,

Porque é meu amiguinho!

Ele dá-me muito carinho

E é muito meu amigo.

Nunca me deixa sozinho

E brinca sempre comigo.

Gonçalo Mota

Leandra – O meu pai brinca comigo aos cafés, joga comigo com jogos e eu vou com ele às vacas.

Inês Ferreira – O meu pai é o Egídio; ele brinca comigo, compra gamas e chupas e, às vezes, compra-me

chocolates. O meu pai gosta de mim.

Francisco

Rápido

Amigo

Novo

Carinhoso

Inteligente

Simpático

Carinho

Orgulho.

Francisco Leal

Sara – O meu pai dá-me beijos e abraços. Eu dou passeios com o meu pai e ele joga à bola comigo.

Solange – O meu pai brinca comigo, faz comida, põe a mesa, põe os copos e come. Vou dar passeios com o

meu pai e depois ele vai para o computador e escreve.

Jeitoso

Orgulhoso

Sabedoria

Esperto

Lindo

Unido

Carinhoso

Inteligente

Original

Esperto

Meu amigo

Amizade

Inês Picanço – Quando vou a casa do meu pai, ele não está; depois ele chega a casa, põe-se de joelhos e eu

dou uma corrida e vou para os braços dele. Quando ele pega no sono, pensa que não está a dormir, mas

está! Ele está com os olhos fechados, mas imagina que está acordado. Nós vamos dar passeios para casa

Érica

Novo

Unido

Esperto

Leal

Pedro

José

Orgulhoso

Simpático

E inteligente.

Filipe

O grupo de crianças da educação pré-escolar da

educadora de infância Margarida Machado

aproveitou para falar sobre os seus pais.

31


da minha avó e depois fico lá uma “pisca” com a minha avó; ela dá-me daquele

queijinho amarelo com pão de forma.

Pedro – O meu pai brinca comigo; eu e ele lavámos o cão juntos. Quando eu compro

um carro novo, ele deixa-me andar. Vou com ele para casa da minha prima Margarida

e brincámos com alguma coisa que ela tenha.

Simão – O meu pai é faroleiro, trabalha na rua e os outros homens trabalham dentro do farol, mas o meu

pai tem de trabalhar na rua para limpar o cocó do Matrix. O Matrix é o cão do Alberto. O meu pai trabalha

todos os dias e conta-me histórias. À noite, vai para a cama e, quando acorda, veste-se e vai para a rua. Ele

brinca comigo à bola, mas a bola é daquelas de praia e está murcha; a da Marina é que está boa. Dentro de

casa, o meu pai arranja as coisas que estão partidas e, outras vezes, a minha mãe tem de comprar novas.

Carolina – Eu brinco com o meu pai no meu quarto, com jogos e ao faz-de-conta. Eu faço de conta que sou

a professora e o meu pai é o aluno, ele fica sentado na almofada e os dois procuram as peças dos jogos. Eu

brinco com ele no computador e vejo o Noddy, a Dora e o Ruca.

Salomé – O meu pai, às vezes, vai para casa e come. A minha mãe diz que está tarde e eu brinco sozinha e

o meu pai tem que ir trabalhar. Eu fico a brincar sozinha porque ele vai para as vacas.

Filipa – O meu pai está sempre a agarrar-me na sala para eu ver futebol com ele. Eu dou-lhe sempre um

beijinho quando chego a casa e, à noite, quando vou para a cama, dou-lhe também um beijinho e desejo-

lhe bons sonhos. Ele é faroleiro e, sempre que ele trabalha, eu vou às cortinas com ele. Subimos três

escadas e estão lá as cortinas. As cortinas de dia estão para cima e, de noite, os pais que vão trabalhar,

abatem. Quando chega à noite, eles fecham as portas com as chaves todas e de dia vão abrir.

Samanta – O meu pai é engraçado; é lindo e é um amor para mim. Ele gosta muito de mim e adora-me. Ele

ajuda-me a fazer desenhos e a escrever. Quando eu estou em casa, ele vai-me buscar para ir para casa dele

e brinco com as minhas bonecas. O pai ajuda-me a jogar na Playstation, que ele comprou para mim. A

Filipa lava-me e o meu pai comprou-me um shampoo de bailarina para eu lavar a cabeça, comprou um gel

de banho da princesa e uma pasta de dentes das princesas. Ele compra livros e eu durmo numa caminha

sozinha.

Francisca Fagundes – O meu pai vai comigo à quinta dos animais e eu gosto muito de gatinhos. Vou ver as

danças com ele e ele partiu uma perna, quando estava na quinta. Ele comprou-me uma esponja para eu

não ficar suja e comprou-me um gelado e um sumo.

32


Isac – O meu pai é Álvaro e vai fazer uma casa nova para mim, com cimento e

blocos. O meu pai leva-me sempre no seu carro.

Daniela – O meu pai é o meu amor. Ele brinca sempre comigo e, depois, eu

vou com ele para o computador, eu dou passeios com ele todo o dia e vou

para casa da minha avó Carmem. Ele diz sempre coisas para eu dormir e ele

dorme mais eu. Ele dá-me cartas para eu fazer letras e eu faço.

Francisca Pires – Gosto do meu papá, adoro o meu papá. Ele chama-se

Fernando e trabalha na Terra-Chã. Ele vem trazer-me à escola e vou com ele

ao híper comprar coisas; compro coisas para a minha mãe e coisas para mim.

Luana – O meu pai brinca comigo e vê a bola comigo. O meu pai vai trabalhar todos os dias e corta pedras.

Ele vai para a cama comigo e brinca com as minhas mãos; é a tocar uma na outra. Brinco com o meu pai à

bola e vejo a novela com ele, é a “Rosa Fogo”; quando acaba, vou para a cama com ele.

Matilde – O meu pai às vezes trabalha, às vezes ele vai ao café comprar cigarros e comprar coisas para

mim. Ele gosta muito de mim e, às vezes, é meu amigo e, às vezes, é …toda a noite. Ele é meu amiguinho,

brinca e vai aos baloiços comigo.

Ricardo – O meu pai é bonito, é amigo e inteligente. Ele brinca, conta histórias e faz desenhos comigo. Jogo

com ele no computador, vejo

os desenhos animados com

ele e não gosto que ele me dê

dentadas nas bochechas.

Miguel – O meu pai brinca e

come sopa comigo. Ele vai à

despensa buscar brinquedos

para eu brincar e fazemos o

alfabeto. Eu vejo T.V. com o

meu pai.

Pai,

Vens com os olhos cansados,

Os dedos gretados,

Os pés doridos,

Os sonhos moídos.

Onde colheste o sorriso

Que me dás

Como uma flor?

Luísa Ducla Soares

* Uma simples homenagem a todos os pais, mas de

modo particular aos das crianças da turma A1.3.

33


Nossa Senhora das Candeias, como é conhecida na nossa Ilha Terceira, ou Nossa Senhora da

Candelária, Nossa Senhora da Luz e Nossa Senhora da Purificação, são outras designações presentes em

outras ilhas Açorianas, nomeadamente em São Miguel e no Pico, onde até existe uma freguesia designada

por Candelária, bem como em vários distritos de Portugal Continental. Estes são alguns títulos dos muitos,

pelos quais a Igreja Católica venera a Virgem Maria, estando esta designação particularmente enraizada

em Portugal, apesar do seu surgimento ter sido nas Ilhas Canárias, em Espanha.

A origem da devoção à Senhora da Luz remonta à festa da apresentação do Menino Jesus no

Templo e da purificação de Nossa Senhora ("Candelária"), que se deu quarenta dias após o seu

nascimento. De acordo com a Lei daquele tempo, as mães, após darem à luz, ficavam “impuras” e, por

isso, não podiam visitar o Templo até quarenta dias após o parto; nessa data, deviam apresentar-se diante

do sumo-sacerdote, a fim de apresentar o seu sacrifício (um cordeiro e duas pombas ou duas rolas) e assim

purificar-se. Talvez seja por esta história que, ainda hoje em dia, todos os anos, se celebra o dia de Nossa

Senhora das Candeias a 2 de fevereiro (40 dias depois do Natal) e, segundo a tradição popular, o “tempo”

que fizer neste dia permite ao Homem saber se o inverno já passou ou não, por isso o povo inventou o

seguinte provérbio, que ainda hoje se ouve na nossa Terceira: «Se Nossa Senhora das Candeias vier a rir

[se fizer bom tempo], o inverno está para vir; se a Senhora vier a chorar [se chover], o inverno está a

acabar.»

No entanto, de região para região do nosso país, existem variações deste provérbio, mas todas com

o mesmo significado. Deixamos aqui as que encontrámos, para vosso conhecimento:

«Se a candeia chora, está o inverno fora, se a candeia está zagaril (significa “bom tempo”), está o

inverno para vir» (Algarve).

«Se a Senhora das Candeias chorar, está o inverno a passar; se está a rir, está o inverno para vir.».

«Quando a candelária chorar, o inverno já está fora. Quando a candelária rir, o inverno está para

vir.».

«Se a candeia rir, está o inverno para vir; se a candeia chorar, o inverno está para fora.».

Em jeito de conclusão, apresentamos algumas fotos de imagens da Nossa Senhora das Candeias,

em algumas zonas onde é festejada.

Os alunos da turma A do

6.º ano de escolaridade.

Festa de Nossa Senhora das Candeias, na Ilha do Pico

Segundo a tradição, faz-se uma cantata às estrelas na noite de 1 de fevereiro e,

no dia 2 do mesmo mês, sai à rua a procissão em honra de Nossa Senhora das

Candeias.

GRANDIOSAS FESTAS EM HONRA DE NOSSA SENHORA

DAS CANDEIAS 2012

Seguindo a tradição dos anos precedentes, também, neste

ano, a Festa em honra de Nossa Senhora das Candeias vai ser

realizada com a colaboração da Câmara Municipal, da Junta

de Freguesia de Mourão e da Paróquia, encarregando-se a

Câmara Municipal do arraial noturno, variedades, exposições,

som exterior, fogo-de-artifício e iluminação; a Junta,

encarregando-se do espetáculo taurino, e a Paróquia de

todos os serviços religiosos, nomeadamente, Novena, Missa

Solene e Procissão.

34


Na aula de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), onde se falou do tema da Páscoa, a

professora Elisabete Rodrigues colocou duas perguntas a todos os alunos: o que é a Páscoa para ti? Como

vives e participas nesta festa cristã? Após ouvirmos as respostas de uns dos outros, achámos que seria

interessante partilhar um resumo das nossas opiniões sobre este tema, com toda a comunidade escolar,

através do nosso jornal escolar.

Para muitos de nós, quando pensamos na Páscoa, a primeira coisa que nos vem à cabeça é

fériaaaaaaaaaaassssssssss! Depois vêm os ovos de chocolate, as amêndoas, as brincadeiras, o estar com a

família e os amigos e eis que dois alunos dão uma resposta diferente:

– Para mim, a Páscoa é a celebração do dia em que Jesus morreu! Vivo a Páscoa com a minha

família, agradecendo a Deus.

– A Páscoa é uma alegria para mim e para a minha família. Eu vivo a Páscoa a ver filmes de Jesus,

comer pipocas e ovos da Páscoa.

De seguida, a professora explicou-nos o sentido da Páscoa na perspetiva dos valores e da religião,

relembrando o significado da palavra Páscoa = passagem para a libertação do ser humano!

E agora para si, caro leitor, a nossa professora de EMRC também quer transmitir uma mensagem:

do que se precisa libertar hoje? O que o aprisiona? A rotina, os bens materiais, o stress, os problemas,....

até a famosa crise. Então a Páscoa fará cada vez mais sentido, nos dias de hoje, na medida em que nós

quisermos, pela força espiritual desta época, nos libertarmos a caminho da felicidade. Mesmo no meio de

uma sociedade que atravessa tempos difíceis, temos de acreditar! É difícil fazê-lo, no meio de tantas

asneiras cometidas por várias figuras públicas do nosso país, mas olhemos para o exemplo de uma grande

figura histórica, Jesus Cristo, que até a vida nos deu para que acreditássemos que a libertação é sempre

possível!

Uma Santa Páscoa para todos!

Desenho da aluna Marta do 5ºA

Os alunos da turma

A do 5.º ano de

escolaridade a

professora da

disciplina de

Educação Moral e

Religiosa Católica,

Elisabete

Rodrigues.

35


Neto – Ó avó, não te importas de me ajudar a achar o m.m.c.?

Avó – Que horror! Ainda não o encontraram? Já no meu tempo

de escola andavam à procura dele!

Professor – Não se esqueçam que na próxima quarta-feira têm

as Olimpíadas de Matemática.

Aluno – Professor, é preciso trazer sapatilhas?

A figura seguinte é composta por 17 fósforos que

formam 6 quadrados geometricamente iguais entre

si. Retira apenas 3 fósforos de forma a obteres 4

quadrados geometricamente iguais entre si.

A figura seguinte é composta por 12 fósforos. Retira

apenas 2 fósforos de forma a obteres 2 quadrados.

1.º LMFAO - Party rock anthem.

2.º LMFAO - Sexy and I know it.

3.º Tom Boxer & Morena - Deep in love

4.º

Maroon 5 feat Christina Aguilera -

Moves like jagger.

5.º Adele - Someone like you.

6.º

Hallux feat Marcus - Ela quer

dançar.

7.º David Guetta – Titanium.

8.º Luan Santana - Amar não é pecado.

9.º Quim Barreiros – Cabritinha.

10.º

Um aluno que não tinha feito os

trabalhos de casa tentou

impressionar o professor. Explicou

que, na noite anterior, havia caído

sobre a sua terra uma tempestade

tão grande, tão grande que em vez

de raios, viam-se diâmetros.

Músicas favoritas dos alunos do

3.º ciclo da EBIFFD, pela turma B

do 8.º ano de escolaridade

Black eyed peas - Don't stop the

party.

A professora da disciplina de Matemática,

Ana Babo (3.ºciclo).

37


• Água.

O que precisas?

• Borato de sódio.

• Cola mouse.

• Corante alimentar.

• Copo de plástico.

• Varetas de madeira (podes usar

palitos de fazer espetadas ou o

cabo de uma colher de pau).

• Seringa ou copo medidor.

A professora da disciplina de

Ciências Físico-Químicas, Tânia

Coelho (3.ºCiclo).

A química é uma ciência experimental. Um bom cientista é bom observador. O

desafio é olhares à tua volta e identificares a química no teu dia-a-dia.

Gostavas de ser cientista por um dia? Então, mãos à obra… Vamos

fabricar pegamonstros!

Como fazer?

1. Terás que preparar a solução de borato de sódio.

Numa garrafa de água de 1,5 l, põe uma carteira de borato de

sódio (poderás comprar borato de sódio na farmácia) e

adiciona 1 l de água. Tapa a garrafa e agita até o borato de

sódio ficar todo dissolvido.

2. Num copo de plástico, adiciona cerca de 10 ml de cola

mouse (cola liquida transparente) e 2 ml de água.

3. Põe umas gotas de corante alimentar para que o teu

pegamonstros ganhe cor.

4. Agora vamos fazer “magia”. Adiciona 10 ml da solução

de borato de sódio que preparaste no início ao copo de

plástico e mistura tudo muito rapidamente.

Diogo do 7.ºC Júlio do 7.ºD Mariana do 7.ºB

38


Segundo a organização Mundial de Saúde (OMS), A SAÚDE é um bem-estar

geral, não sendo apenas a ausência de doença. Os hábitos de vida saudável são

fundamentais para a manutenção do estado de saúde. Uma das formas de

promover a tua saúde é teres atenção aos teus hábitos alimentares.

A ALIMENTAÇÃO é fundamental para a vida. Sem ela, não há energia, não poderias correr, nem

mesmo sobreviver, ainda que te mantivesses inativo. Não é necessário comer muito; é preciso comer bem.

Dentro da roda dos alimentos tens:

1. As proteínas – reconstroem as novas células e os tecidos, sendo portanto indispensáveis (produtos

lácteos, ovos, carne, peixe, legumes, cereais, …).

2. Os hidratos de carbono – constituem a principal fonte de energia para os teus exercícios, existindo

nos produtos vegetais, no leite e massas.

3. Gorduras – são os nutrientes mais ricos em energia, que transportam várias vitaminas e existem no

azeite, margarinas, óleos vegetais e no peixe.

4. As fibras – são provenientes de alimentos vegetais; não fornecem energia mas são importantes para

o bom funcionamento do intestino.

5. As vitaminas e os sais minerais – não fornecem energia, mas são indispensáveis ao bom

funcionamento do organismo.

6. A água – entra na constituição de todos os tecidos, sendo por isso possível a realização da maior

parte dos fenómenos vitais.

A EDUCAÇÃO FÍSICA é uma disciplina que, através do movimento, contribui

para o desenvolvimento humano, sendo que a prática do exercício físico provoca

melhorias a nível motor, cognitivo e na relação com os outros.

Seguem as seguintes dicas de HIGIENE:

Repousar, no mínimo, oito horas por dia.

Praticar atividade física regularmente (3 a 4

vezes por semana num mínimo de 20 minutos).

Criar hábitos de higiene pessoal.

Conviver com os outros porque promove o bem-estar.

O professor Coordenador do Departamento de Educação Física,

Miguel Martinez (2.ºciclo).

39


No âmbito das atividades extracurriculares organizadas na nossa Escola, foi

criado o clube “Horteco”, com a coordenação dos professores Rui Sousa e Célia

Pacheco, tendo como objetivo primordial criar uma horta biológica. São também princípios importantes

desta iniciativa a reutilização de materiais, o espírito ecológico e a valorização de hábitos de vida típicos da

cultura rural açoriana. A “Horteco” desenvolve, semanalmente, as suas atividades durante 90 minutos no

recinto exterior da Escola e utiliza a sala da disciplina de Educação Visual e Tecnológica como área de

apoio. A Comissão Executiva Instaladora adquiriu os instrumentos necessários para o cultivo da terra e os

alunos e professores doaram sementes e plantas para povoar a “Horteco”.

O nosso espaço está organizado em três partes distintas: a horta vertical, o cantinho das aromáticas

e a horta tradicional. Na zona destinada às hortícolas, estão semeados/plantados: nabos, grelos, alface,

beterraba, batata, brócolos e couve-flor. No cantinho das aromáticas temos, por exemplo, salsa, salva,

açaflor e hortelã. A horta vertical é utilizada, sobretudo, para a germinação de sementes.

Os “Hortecos” têm vindo a aumentar o seu número, pois o trabalho exterior é uma atividade que

cativa os alunos da escola. Todos os membros trabalham com entusiasmo e regam a horta várias vezes por

semana.

No passado mês de fevereiro, os Serviços Florestais da Ilha Terceira ofereceram-nos uma planta

endémica, o folhado (Viburnum tinus), que foi integrada no jardim da Escola. Os alunos deixam, assim, um

marco importante neste estabelecimento de ensino, podendo recordar a árvore que plantaram sempre

que visitarem a escola, quem sabe futuramente na qualidade de encarregados de educação.

Os professores responsáveis pelo Clube Horteco, Rui Sousa e Célia Pacheco (3.ºciclo).

40


Um cavaleiro de idade média regressa a casa

depois de vários anos nas Cruzadas. Quando

tira a armadura, a mulher exclama:

– Como estás bronzeado!

– Não – responde ele – é só ferrugem!

O Filipe vê o seu amigo Frederico sentado à

mesa diante de uma enorme piza.

– Tu vais comer isso tudo sozinho?

– Claro que não! Estou à espera das batatas

fritas!

Um caracol vê passar uma lesma e exclama:

– Uau! Mas que bela descapotável!

O pai pergunta ao Vasquinho, de 4 anos:

– Que estás a fazer com esse lápis e essa

folha de papel?

– Estou a escrever uma carta à Júlia para lhe

dizer que gosto muito dela.

– Mas tu não sabes escrever, Vasquinho...

– Não faz mal, ela também não sabe ler!

O aluno Sérgio

Ávila da turma

A do 7.º ano

para a

disciplina de

Português.

Durante um casamento, uma menina pergunta à

mãe:

– Porque é que a noiva está vestida de branco?

– Porque ela está feliz... O branco é a cor da

felicidade, da alegria...

– Então porque é que o noivo está vestido de

preto?

– ….

O cabeleireiro diz ao cliente:

– Esta mousse faz crescer cabelo até numa bola

de snooker...

– Ótimo! Mas não acha que isso ia atrapalhar um

bocadinho o jogo?

A aluna

Cátia Leal

da turma A

do 7.º ano

para a

disciplina de

Português.

No Alentejo, três compadres estavam sentados num fardo de

palha e chega um turista no seu Ferrari e pergunta assim:

– Olhe, desculpe, sabe dizer-me para onde esse caminho vai?

E um dos compadres respondeu:

– Esse caminho não vai a lado nenhum porque a gente precisa

dele aqui.

41


Sabias que às datas do nosso calendário correspondem uma série de acontecimentos incríveis, sendo que alguns

até modificaram o mundo e outras remetem-nos para festejos religiosos. Vais agora descobrir o significado de algumas

datas do 2.º período letivo, a partir da informação retirada e adaptada do Livro das datas de Luísa Ducla Soares.

Dia 1 de janeiro – Dia Mundial da Paz

Ano novo, vida nova! A passagem de ano é sempre uma festa,

mesmo que decorra em casa. Muitos a celebram com ceias, bailes, música,

fogo-de-artifício. Comem-se as doze passas e, por cada uma, pede-se um

desejo. Ora, as Nações Unidas, em 1981, também tiveram um desejo: o de

que a Paz reinasse no mundo. Como era bom que acabassem as guerras e

a violência! Não só os governantes mas cada um de nós pode contribuir

para a Paz. Não queres dar uma ajuda?

Dia 6 de janeiro – Dia de Reis

Quando Jesus nasceu, três Magos do Oriente terão visto uma estrela muito brilhante no

céu. Esta estrela diz-nos que nasceu o novo rei dos Judeus, acharam eles, e resolveram segui-la.

Pelo caminho, falaram com o rei Herodes e perguntaram-lhe se ele sabia onde estava o menino.

Herodes bem queria saber, para o matar, pelo que lhes pediu que o informassem, caso o

encontrassem.

Os três Reis Magos, Gaspar, Belchior e Baltasar continuaram a seguir a estrela que só

parou sobre um pobre estábulo onde encontraram Jesus, com a sua mãe e São José, rodeado de

animais e de pastores. Deram-lhe os presentes que traziam: ouro, incenso e mirra. Ouro, porque

consideravam que Jesus era um rei; incenso, porque o consideravam Deus; mirra, uma erva muito

amarga, porque já estavam a adivinhar que ia sofrer muito. Claro está que voltaram às suas terras

sem avisarem Herodes…

No Dia de Reis, é costume, em alguns países, dar os presentes de Natal, o que não

acontece em Portugal. Aqui, cantam-se as Janeiras e come-se bolo-rei, que tem o feitio de uma

coroa.

Festa móvel, sempre a uma terça – Carnaval

Geralmente, o carnaval é em fevereiro, entre o domingo e a terça-feira gorda. Nos países católicos, o período

antes da Páscoa era de sacrifícios e um deles consistia em não comer carne. Há quem diga que Carnaval significa “adeus

à carne”. Para a despedida dos prazeres da vida, organizavam-se bailes e festas antes da Quaresma. As pessoas

mascaravam-se, brincavam, divertiam-se.

Há carnavais muito famosos como o do Rio de Janeiro e o de Veneza. Em Portugal, festeja-se com desfiles em

Torres Vedras. Ovar, Loulé, Sesimbra e noutras localidades. Cá na ilha Terceira, festeja-se com os nossos bailinhos!

42


19 de março – Dia do Pai

Em Portugal, homenageiam-se os pais no dia de São José. Noutros países,

foram escolhidas datas diversas. Foi em 1919 que uma senhora americana lançou

a ideia deste dia, motivada pela grande admiração que tinha pelo seu pai que,

ficando viúvo, criou com muito amor e dedicação os seus seis filhos.

21 de março – Dia da Árvore

O Dia da Árvore foi comemorado, pela primeira vez, nos Estados Unidos da América

em 1872. Coincide com a chegada da primavera e procura-se chamar a atenção das crianças

para a importância das árvores para a nossa vida e para a vida do Planeta Terra.

As escolas costumam comemorar este dia com passeios às florestas, piqueniques

nas matas ou plantando uma árvore, sempre que possível.

1 de abril – Dia das Mentiras

Parece que o costume de contar mentiras surgiu em França, no século XVI. Durante muito tempo, festejou-se o

início do ano no dia 1 de abril mas o rei resolveu adotar outro calendário, o gregoriano, pelo qual o ano começava a 1

de janeiro.

Muitas pessoas não se conformaram e continuaram a mandar convites para festas e votos de feliz ano novo em

abril. Alguns brincalhões passaram então a divertir-se, anunciando celebrações que não se realizavam. Daí até dizerem

outras mentirolas foi um passo.

Hoje, até os jornais, a rádio e a televisão fazem gala em inventar as suas mentiras.

Festa móvel em final de março ou abril – Páscoa

Na Sexta-feira Santa, os Cristãos lembram a morte de Jesus Cristo na cruz.

E, no Domingo de Páscoa, comemoram a sua Ressurreição. Segundo a Bíblia, três

dias depois da morte, Jesus voltou à vida e subiu para o Céu.

A Igreja celebra esta quadra com procissões, algumas muito famosas como

as de Braga. Fazem-se bolos próprios da época, os folares e outras especialidades.

O hábito de dar ovos nesta época vem da tradição pagã, pois os ovos

simbolizam o renovar da vida na primavera. Mas, se hoje as crianças recebem ovos

de chocolate, além das amêndoas, tal deve-se aos confeiteiros franceses, que

tiveram essa doce ideia.

A Páscoa muda de data por ter de coincidir com o primeiro domingo de lua

cheia depois de 21 de março.

A professora da disciplina de Português, Susana Castro (3.ºciclo).

43


Desenhos da aluna

Catarina Dinis do 8.ºA

44


Gostas de desenhar e queres publicar as tuas obras

neste espaço? Envia as tuas produções artísticas para o

teu jornal escolar. Fala com um professor teu ou

contacta os alunos da turma A do 8.º ano de

escolaridade!

Desenhos da aluna

Carolina Reis do

8.ºA

45


Ficha técnica

Propriedade: Escola Básica

Integrada Francisco Ferreira

Drummond.

Equipa de trabalho: turma A do

8.º ano de escolaridade.

Tiragem: exemplares.

Nota: as imagens colocadas no

jornal, que não estão atribuídas

a alunos, foram retiradas do

motor de busca da Google.

Agradecimentos

A equipa de trabalho do

mais recente jornal escolar da

ilha Terceira agradece a todos

os alunos, professores,

funcionários e à Comissão

Executiva Instaladora da nossa

Escola, que contribuíram para

esta segunda edição.

Esperamos continuar a

receber o apoio de toda a

comunidade educativa, através

de produções textuais e

artísticas, pois só assim

poderemos continuar a divulgar

as iniciativas e dinâmicas

pedagógicas da nossa Escola.

A paz vem de dentro

de ti. Não a procures

à tua volta.

Publicidade elaborada pelos alunos Luís Oliveira e Laura

Teixeira da turma A do 8.º ano de escolaridade,

para a disciplina de Português.

Máscaras de Carnaval dos alunos Diogo do 8.ºA e Jorge do 7.ºC

para a disciplina de Educação Tecnológica

46

More magazines by this user
Similar magazines