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Caderno de Resumos (PDF) - Sociedade Brasileira de Estomatologia

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sendo que a presença

sendo que a presença destes sugere um processo inflamatório crônico. Poucos trabalhos na literatura discutem a presença e participação destes corpúsculos em alterações periapicais. Paciente do sexo feminino, 36 anos foi encaminhada pelo endodontista ao cirurgião Buco-maxilofacial para avaliação de discreto abaulamento em região anterior de maxila. Ao exame radiográfico periapical observouse rarefação óssea circunscrita associada a unidade 1.2, sugestiva de cicatriz periapical. Foi realizada a excisão cirúrgica da lesão e o material encaminhado para exame histopatológico. As secções mostraram tecido conjuntivo fibroso vascular, rico em plasmócitos, os quais muitas vezes exibiam corpúsculos de Russel em seu citoplasma (Células de Mott), além de esférulas globulares eosinofílicas, muitas vezes dispostas em placas e acúmulo focal de células xantomatosas. Diante dos aspectos histomorfológicos foi sugerido a realização de exame imuno-histoquímico para descartar a monoclonalidade da lesão. Este exame foi positivo para os marcadores: CD45LCA, KLC, LLC, VS38 e CD79. Os aspectos histomorfológicos e imuno-histoquímicos foram compatíveis com Periodontite Apical Crônica por Corpúsculos de Russel. A paciente encontra-se em acompanhamento clínico e radiográfico, com cicatrização óssea da região. 50-Título: FIBROMA OSSIFICANTE CENTRAL ASSOCIADO A CISTO ÓSSEO ANEURISMÁTICO Autores: Cassio Guimarães; Jose Antônio de Carvalho Soares *; Guilherme Loureiro Nobre Baptista; Ana Claudia Garcia Rosa; Vera Cavalcante Araujo Paciente ABS, sexo feminino, leucoderma, 09 anos, apresentou-se ao ambulatório odontológico do serviço de cirurgia buco-maxilo-facial da prefeitura municipal de Teófilo Otoni-MG, com queixa principal de edema assintomático de face, com seis meses de evolução. Ao exame clínico extraoral, observou-se assimetria facial esquerda decorrente de um aumento de volume com apagamento do sulco naso-labial e levantamento da asa esquerda do nariz. À oroscopia, observou-se uma expansão óssea da maxila em região posterior esquerda, consistência firme, assintomática à palpação, dentes hígidos e sem mobilidade e mucosa com coloração normal. Ao exame radiográfico panorâmico, observou-se grande área radiopaca de contorno irregular, com envolvimento de seio maxilar, expansão óssea do osso malar, sem deslocamento dentário e sem reabsorção radicular. A paciente foi submetida à biópsia incisional, sendo o espécime encaminhado para exame anátomo-patológico, onde se obteve o diagnóstico de fibroma ossificante central associado a cisto ósseo aneurismático. Após o diagnóstico, o paciente foi encaminhado para tratamento cirúrgico adequado. 51-Título: FIBROMA OSSIFICANTE: RELATO DE CASO Autores: Mônica Diuana CALASANS- MAIA; Ricardo CRUZ; Igor Iuco Castro da SILVA; Simone de Queiroz Chaves LOURENÇO; Eliane Pedra DIAS O fibroma ossificante, lesão fibro-óssea benigna, caracterizase pela formação de área circunscrita de tecido fibroso, contendo osso metaplásico e massas mineralizadas. Afeta crianças e adultos, da 2ª à 4ª décadas de vida, predileção pelo sexo feminino. Apresenta crescimento lento e progressivo, sem evidências de malignização. Ao exame clínico-radiográfico, há aumento de volume variável, assintomático, duro à palpação, bem delimitado, localizado na região posterior da mandíbula, com divergências ou reabsorções radiculares. Em tumores extensos encontra-se assimetria facial evidente, dor e parestesia. O tratamento preconizado é enucleação, em casos avançados recomendase ressecção cirúrgica e posterior enxertia óssea. O relato do caso refere-se a uma paciente leucoderma, 44 anos, com queixa de assimetria facial causada por aumento de volume, duro, localizado na região entre pré-molares e molares XV Congresso Brasileiro de Estomatologia 30 inferiores esquerdos, com aproximadamente 6 meses de evolução. Durante a anamnese não foram constatadas alterações relevantes. Foi solicitado exame radiográfico, revelando extensa área radiopaca, 6 cm no maior diâmetro, com halo radiolúcido e limitada por uma linha esclerótica e divergências radiculares dos dentes adjacentes. Foi realizada biópsia incisional que confirmou o diagnóstico clínico provável de fibroma ossificante. A paciente foi submetida à enucleação total da lesão, com acompanhamento radiográfico pósoperatório satisfatório. A reconstrução mandibular será realizada através de enxerto autógeno e xenógeno para posterior instalação de implantes e reabilitação protética. 52-Título: RELATO DE CASO CLÍNICO: FIBROMA OSSIFICANTE CENTRAL Autores: Rodrigo Calado Nunes e SOUZA*; Eder Magno Ferreira OLIVEIRA; Antonio Augusto CAMPANHA; Steno Sobottka PIERI O fibroma ossificante central é uma lesão fibro-óssea sendo freqüentemente assintomática, bem delimitada, expansiva e mais comumente encontrada nos maxilares. Algumas vezes pode atingir grandes proporções, causando dor, tumefação e parestesia. O estudo radiológico mostra predomínio de osteólise e, posteriormente, aumento da calcificação da lesão, tornando-a radiopaca. Os indivíduos afetados normalmente estão na 3ª ou 4ª décadas de vida, com uma predileção pelo sexo feminino. As regiões de pré e molares são as mais afetadas. Paciente masculino, feoderma, 38 anos, com queixa abaulamento ósseo intra-oral adjacente a terceiro molar semi-erupconado com evolução de 8 meses. O mesmo relatou episódios de dor aguda e drenagem de secreção na região afetada, sendo tratado repetidamente em consultório com antibióticos e irrigação local em virtude do diagnóstico incorreto de pericoronarite. Após realização de Rx panorâmico verificou-se presença de imagem radiolúcida preenchida por regiões de radiopacidade moderada. O quadro de infecção persistia com dor e drenagem de secreção. O resultado da biópsia incisional foi de Fibroma Ossificante Central e então foi realizada a exérese da lesão por enucleação. Após o procedimento o paciente relatou parestesia em lábio inferior do lado operado em virtude do envolvimento do canal mandibular, sendo necessário também o tratamento endodôntico do segundo molar inferior. O pós-operatório de 9 meses demonstra regressão da área radiolúcida local e o paciente relata uma leve parestesia em lábio inferior do lado comprometido. 53-Título: CERATOCISTO ODONTOGÊNICO: RELATO DE CASO Autores: Marcela LINS Cavalcanti*; André Finizola de FREITAS; Andréa Cristina Barbosa da SILVA; Antônio Carlos Veloso GALVÃO FILHO; Marize Raquel DIniz da ROSA O Ceratocisto Odontogênico (CO) é uma forma distinta de cisto odontogênico do desenvolvimento que apresenta alta atividade proliferativa, comportamento clínico e aspectos histológicos específicos, além de recidivas freqüentes após o tratamento. De acordo com a WHO (2005) foi renomado a tumor odontogênico ceratocístico, baseado em seu potencial local de destruição, fazendo parte atualmente dos tumores Odontogênicos benignos. O objetivo deste trabalho é descrever um caso de CO em paciente do sexo masculino, 22 anos de idade, leucoderma. O paciente procurou o serviço de Cirurgia Buco-Maxilo-Facial, queixando-se de drenagem de secreção purulenta com odor fétido na região de terceiro molar superior direito. Ao exame clínico, observou-se tumefação da região, com lesão de consistência mole, medindo aproximadamente 4x4 cm. O exame radiográfico revelou lesão unicística, de aspecto radiolúcido, com a presença do elemento 18 incluso. Realizou-se biópsia excisional da lesão, acompanhada de curetagem óssea severa. O espécime foi encaminhado para exame

histopatológico que revelou fragmentos de cápsula cística, revestidos por epitélio pavimentoso estratificado pouco espesso e uniforme. As células da camada basal apresentavam-se cúbicas, hipercromáticas e dispostas em paliçada, além da superfície luminal está revestida por células epiteliais paraceratinizadas de aparência corrugada. Intenso infiltrado inflamatório na cápsula completou o quadro histológico. O diagnóstico histopatológico foi de CO. O paciente encontra-se em acompanhamento clínico e radiográfico, sem sinais de recidiva. 54-Título: SCHWANNOMA EM ÁPICE LINGUAL – RELATO DE CASO Autores: Alexandre Freitas de SANTANA; Maria Carolina L. J. MONTEIRO ; Larissa Cunha CÉ ; Flávio Renato MARQUES; Vera Cavalcanti ARAÚJO O schwannoma (neurilemoma) é um tumor benigno que tem origem neural, na célula de Schwann de nervos periféricos. Esse tumor tem sido descrito em pacientes adultos em idade entre 20 e 50 anos, sem predileção quanto ao sexo e raça. Em cavidade bucal, são poucos os relatos na literatura, compreendendo, geralmente, 1% das lesões que acometem a região de cabeça e pescoço. O presente trabalho relata um caso clínico de uma paciente do sexo feminino, 62 anos de idade, feoderma, apresentando uma lesão em ápice lingual, assintomática, nodular, pedunculada, de coloração pardacenta, com consistência firme e de superfície lisa. Na anamnese a paciente relatou história de evolução de 50 anos e que a possível origem da lesão teria sido um “espinho de roseira”, ainda quando criança. Após exame anatomopatológico e imunoistoquímico (S-100) foi diagnosticado schwannoma. A paciente encontra-se em acompanhamento não apresentando sinais de recidiva ou alterações motoras e/ou sensoriais após 1 ano. 55-Título: CARCINOMA EPIDERMÓIDE DE SEIO MAXILAR: ESTUDO CLÍNICO PATOLÓGICO DE 77 CASOS. Autores: Marcello ROTER Marins*; Fernando Luiz DIAS; Roberto Araújo LIMA; Kelen C. N. SOUZA; Adriano Mota LOYOLA As neoplasias dos seios paranasais são raras, representando menos de 3% dos tumores de cabeça e pescoço. Mais de 50% das lesões sinusais são carcinomas epidermóides. Pouco se conhece sobre a expressão clínica e comportamento destas lesões. Este trabalho descreve a casuística de carcinomas epidermóides de seio maxilares (CESM) diagnosticados e tratados no INCA entre 1996 e 2006. Foram analisados: dados sócio-demográficos, clínicopatológicos, seguimento e prognóstico dos pacientes. De 197 tumores sinusais, 77 casos (39,0%) representaram CESM. A idade média dos pacientes foi 58,2 ± 1,9 anos (variando de 3 a 89 anos), a maioria (60,2%) deles entre a 5ª. e 7a. décadas de vida. Observou-se maior acometimento de indivíduos brancos (62,3%), e uma relação entre homens: mulheres de 1,1:1. Pacientes fumantes constituíram 41,5% da amostra, não-fumantes, 41,5% e ex-fumantes 16,8%; 52,8% dos pacientes eram etilistas crônicos. Aumento de volume foi a manifestação clínica mais freqüente tanto na queixa principal (28,0% dos pacientes), quanto na avaliação clínica (72,2% dos casos), seguido de dor (65,2%) e obstrução nasal (10,3%). Aproximadamente 62% dos casos encontravam-se nos estágios III e IVA. O tempo de seguimento médio dos pacientes foi de 24,1 meses, variando de três a 178 meses. Neste intervalo, 64,2% evoluíram para óbito decorrente da doença. Em conclusão, CESM é o tumor maligno mais freqüente do SM, diagnosticado em estágios avançados e associado à reduzida sobrevida. Estes dados reproduzem aqueles encontrados na literatura internacional. XV Congresso Brasileiro de Estomatologia 31 56-Título: MUCOCELE EM MUCOSA JUGAL Autores: Thiago Macedo MARQUES; Alvimar Lima de CASTRO; Leda Maria Pescinini SALZEDAS; Marcelo Macedo CRIVELINI O Mucocele é um fenômeno de retenção de muco freqüente em glândulas salivares menores na região de lábio inferior. Este trabalho apresenta um caso em mucosa jugal, enfocando os procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Uma paciente do gênero feminino, leucoderma, 19 anos, apresentou a exame clínico extrabucal aumento volumétrico no lado esquerdo da face. O aspecto intrabucal era de uma lesão nodular submucosa de 4 cm em mucosa jugal, com limites definidos e cor normal. Realizada a punção aspirativa, evidenciou-se líquido límpido e transparente, semelhante à saliva. Este fato permitiu estabelecer o diagnóstico clínico de Mucocele, posteriormente confirmado pela análise microscópica do material colhido na punção e proveniente da remoção cirúrgica completa da lesão. Apesar da atípica manifestação extrabucal e tamanho avantajado, o pósoperatório de 3 semanas foi compatível com cicatrização normal e não apresentou sinais de recidiva. 57-Título: SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON : RELATO DE CASO CLÍNICO Autores: Lineu PERRONE Jr; Plínio Miguel Arcuri; Christiano Piaccezzi; Sandra Regina Guimarães; Paulo Alfredo Nasser Este trabalho visa reportar o caso de um paciente masculino, na quarta década de vida, leucoderma que apresentou-se ao serviço de clínica médica do hospital municipal do Tatuapé com lesões erosivas nas mucosas, e nas regiões de palmas e plantas dos pés. Solicitou-se a avaliação da equipe de cirurgia bucomaxilofacial, a fim de esclarecer o diagnóstico das lesões encontradas na região bucal e olhos. O paciente apresentava diversas máculas avermelhadas em tronco e membros superiores, que resultaram em lesões puntiformes com aspecto de alvo com erosão central, sugestivas de eritema multiforme.As lesões bucais apresentavam-se como grandes áreas ulceradas, com sangramento espontâneo, recobertas por uma grossa camada pseudomembranosa, sendo que o paciente relatava disfagia intensa. A investigação dos antecedentes clínicos do paciente referiam-se a um tratamento pregresso com Penicilina G Benzatina (Benzetacil). Os sinais clínicos de necrólise epidérmica acompanhada de quadro febril, acometimento das mucosas oral e do pênis, assim como as lesões com aspecto de alvo na pele e o acometimento das conjuntivas sugeriram o provável diagnóstico de Síndrome de Stevens-Johnson. Após 20 dias de tratamento com antimicrobianos, antiinflamatórios e analgésicos, estando o paciente sob alimentação parenteral e recebendo curativos as lesões da pele, este recebeu alta hospitalar com acompanhamento ambulatorial. 58-Título: IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO PRÉVIA AO TRATAMENTO ONCOLÓGICO: PACIENTE PORTADOR DE MÚLTIPLAS ALTERAÇÕES MAXILO-MANDIBULARES Autores: Marco Antonio Trevizani MARTINS; César Ângelo LASCALA; Giuliano Saraceni Issa COSSOLIN; Márcia Martins MARQUES; Manoela Domingues MARTINS Paciente masculino, leucoderma, 66 anos, portador de mieloma múltiplo, recebendo doses mensais de Zometa® e realizando tratamento quimioterápico, foi avaliado em leito hospitalar devido à dor intensa em região dorsal e em face esquerda. Na história da doença atual o paciente relatava inicio da dor e formação de bolhas há 1 dia. Ao exame extrabucal notava-se em região dorsal cervical se estendendo para hemi-face direita até região parotídea massetérica, múltiplas lesões vésico-bolhosas, flutuante e sintomáticas. O paciente apresentava radiografia panorâmica realizada recentemente que revelou imagem radiolúcida unilocular, bem delimitada, associada a coroa do dente 38 retido e medindo aproximadamente 2,0 x 1,5 cm. Observava-se ainda

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