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O galante século XVIII

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    SÉCULO XVIII rando alívio! Conta-

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    S Ê C h L o X r I l 1 matéria de

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    SÉCULO XVIII poso ou amante, rebot

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    Ê C U L o XVIII Assim fala uma mul

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    o X o casamento. Argumentos a favor

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    Ê C U L o XVIII lunca ku as obras

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    Ê C U L o XVIII percebesse disso?

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    : Ê C U L o X V 1 I 1 aente simpá

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    Ê C V L o XVIII — Tem as que sã

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    SÉCULO XVIII nosso apanágio, mas

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    ! SÉCULO XVIII tos, por uma sorte

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    Ê C U L o XVIII — Ditoso o liome

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    SÉCULO XVIII atitude de D. Juan de

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    i Ê C U L o XVIII eíugiou-se em A

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    SÉCULO XVIII Os portugueses cliama

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    SÉCULO XVIII vizinlios das aldeias

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    SÉCULO X VIII além de pouco estim

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    SÉCULO XVIII Com a actriz Gamaria

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    È C V L o X V 1 1 1 Mal o marquês

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    SÉCULO XVIII muitos anos no Teatro

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    SÉCULO XVIII ficadas aos arrebatam

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    SÉCULO XVIII Largava eu de Santar

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    SÉCULO XVIII Apurei o ouvido e ouv

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    Ê C U L o XVIII razões para duvid

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    È C U L o XVIII coroa na cabeça d

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    SÉCULO XVIII Na Abissínia a puni

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    S 1^ C U L o X VIII açular contra

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    V L o X V Símbolos burlescos da tr

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    SÉCULO XVIII plausível, estranho

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    SÉCULO XVIII vir para designar o e

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    Nobreza hereditária e nobreza de f

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    SÉCULO XVIII Os r-sis antigos inve

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    SÉCULO X V I 1 1 pequenos ; se se

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    S Ê C V L o X V i I 1 tradigam. N

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    SÉCULO X V I t t Coculi. Tem um ir

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    SÉCULO X V I 1 i Kondern, onde jan

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    C U L o X V Grandes senhores e seus

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    SÉCULO XVIII aberta, dão-nos a su

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    C V L o X Os judeus levaram para o

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    SÉCULO XVIII Magnífico é o títu

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    SÉCULO XVIII detinha outro, à pas

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    S J2 C U L o XVIII mente o rei que

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    S Ê C V L o XVIII corpulência nã

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    ! SÉCULO XVIII médicos, mais não

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    SÉCULO XVIII gano, pregador, capel

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    ! SÉCULO X VIII cesse a jogar no d

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    SÉCULO XVIII Para que o escândalo

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    SÉCULO XVIII chamar habitadores. T

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    SÉCULO XVIII dote, no momento de c

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    SÉCULO XVIII está em movimento pe

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    o X Achincalhe à Ordem de Cristo.

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    ; SÉCULO XVIII A ilustre viajanta,

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    SÉCULO XVIII naus ; Moisés, pegur

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    È C V L o X V I I í O monarca pod

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    ! S Ê C V L o XVIII e eu recusei-m

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    SÉCULO XVIII cia suspeito, por me

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    SÉCULO XVIII — Espanta-me que Vo

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    SÉCULO XVIII cruz de Santiago a Ca

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    TRADIÇÃO, CRENÇAS, FANATISMO

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    o GALANTE que expirasse, voltou aqu

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    o G A L A N A quinta-feira santa na

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    o GALANTE matéria tão vaga. Dizem

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    o G A L A N Montezuma e os sacrifí

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    Õ Ô A L À N t E retiraram para a

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    o GALANTE mã, quis experimentar se

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    o GALANTE meus senhores, passar com

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    o GALANTE trevas tremendas, cristã

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    o GALANTE muitas das absurdas catar

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    A MULHER DO SÉCULO XVIII BELEZAS E

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    o G A L A N T h Convenci-me, então

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    o GALANTE zes acima ditas. A erva,

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    o GALANTE modificar a casa que meu

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    o GALANTE diabo do corpo duma mulhe

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    o GALANTE jurava-o a não voltar a

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    o GALANTE a entrar nos cemitérios

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    SÉCULO XVIII O sebastianista enter

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    o GALANTE Joana Vitorina, flor da t

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    o GALANTE Peregrinações e romaria

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    GALANTE A arte de curar o semelhant

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O século XVIII: a revolução francesa e a Psiquiatria
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