Irene Lisboa

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Irene Lisboa

Escola Secundária de Santa Maria da Feira

Língua Portuguesa

Trabalho realizado por:

Ana Filipa Borges

Inês Sousa

Mariana Carneiro

Patrícia Martins


Introdução:

No âmbito do curso de Técnico de

Contabilidade da Escola Secundária de Santa

Maria da Feira, foi-nos proposto o presente

trabalho contextualizado na disciplina de

Português.

Com a realização deste trabalho temos por

objetivo conhecer e dar a conhecer umas das

grandes poetisas portuguesas do seculo XX,

Irene Lisboa.


Índice:

Vida Pessoal de Irene Lisboa;

Estudos;

Vida profissional ;

Trabalho Literário;

Poemas;


Vida Pessoal de Irene Lisboa:

Quem foi Irene Lisboa?

Nascimento;

Infância;


(…)

Expressão dos seus sentimentos;

Características psicológicas de

Irene Lisboa;

Final de Vida de Irene Lisboa;


Irene Lisboa, a terceira a contar da esquerda.


Estudou na Escola Normal Primária de Lisboa;

Suíça, França e Bélgica;

Estudos:

Especializou-se em Ciência de Educação;

Conheceu Jean Piaget e Édouard Claparède;


Educação;

Professora:

Inspetora Orientadora do ensino

primário e infantil;

Produção literária.

Vida Profissional:


Escreveu várias obras, poesia e prosa

(novelas, literatura infantil, diários,

crónicas).

Trabalho Literário:


Poesia:

• Outono havia de vir latente triste (1937).

• Folhas Volantes (1940).

Novelas:

• Começa uma Vida (1940).

• Voltar atrás para Quê? (1956).

Literatura infantil:

Prosa:

• Treze Contarelos Que Irene Escreveu e Ilda Ilustrou (1926).

• Uma mão cheia de nada outra de coisa nenhuma (1955).


Diário

• Solidão – Notas do Punho de uma Mulher

(1939).

• Apontamentos (1943).

Crónicas:

Lisboa e quem cá Vive, 1940.

• Crónicas da Serra (1958).


Irene Lisboa - Amor

Aqueles olhos aproximam-se e passam.

Perplexos, cheios de funda luz,

doces e acerados, dominam-me.

Quem os diria tão ousados?

Tão humildes e tão imperiosos,

tão obstinados!

Como estão próximos os nossos ombros!

Defrontam-se e furtam-se,

negam toda a sua coragem.

De vez em quando

esta minha mão,

que é uma espada e não defende nada,

move-se na órbita daqueles olhos,

fere-lhes a rota curta,

poderosa e plácida.


Amor, tão chão de Amor,

que sensível és...

Sensível e violento, apaixonado.

Tão carregado de desejos!

Acalmas e redobras

e de ti renasces a toda a hora.

Cordeiro que se encabrita e enfurece

e logo recai na branda impotência.


Canseira eterna!

Ou desespero, ou medo.

Fuga doida à posse, à dádiva.

Tanto bater de asas frementes,

tanto grito e pena perdida...

E as tréguas, amor cobarde?

Cada vez mais longe,

mais longe e apetecidas.

Ó amor, amor,

que faremos nós de ti,

e tu de nós?


Museu em homenagem a Irene Lisboa

foi construído no inicio de 1999.


Homenagear a escritora;

Objetivos do Museu

Contribuir para a valorização e divulgação;

Reunir um conjunto de livros;

Contribuir para a ocupação dos tempos livres;

Divulgar o concelho.


25 de novembro de 1958


Conclusão:

Após a realização do presente trabalho de

pesquisa e posterior tratamento da informação,

podemos dizer que gostámos da realização desde

trabalho porque é sempre importante relembrar,

os grandes poetas, que, por vezes, ficam

esquecidos no passado, até para ficarmos a

conhecer mais sobre a literatura portuguesa.


Web-Grafia

http://pt.wikipedia.org/wiki/Irene_Lisboa

http://irenelisboa.blogspot.pt/

http://www.wook.pt/authors/detail/id/7834

http://www.iil.pt/artigo.asp?id=3

http://cvc.institutocamoes.pt/conhecer/bases-tematicas/figurasda-cultura-portuguesa/1414-irene-lisboa.html


FIM

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