ESPECIAL - Free São Paulo

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ESPECIAL - Free São Paulo

ENTREVISTA

Distribuição Gratuita

{ 26 Jul }

{ ano 1 - n 40 }

Filha de Paulo José e Dina Sfat, Bel Kutner nasceu atriz

Série

ESPECIAL

As drogas e a

adolescência

O fenômeno

Russomanno

Como o apresentador Celso Russomanno fez para despontar como um dos

favoritos nas eleições para prefeito de São Paulo, a partir do pequeno PRB

VIAGEM: O inverno além de Campos de Jordão / NA TELA: Batman ressurge / PROFISSÃO: Engenheiro Civil


PROMOÇÃO

BATMAN

NO CINEMARK

NA FAIXA

04

para as

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{ charge }

Edgard Saraceni

O CONCILIADOR - “Se está bom para ambas as partes”, o candidato

Celso Russomanno se prepara para ser a maior surpresa deste ano

{ opinião }

Free São Paulo,

toda quinta, grátis no Metrô

Celso Russomanno, terceira via

ou só um desvio nas pesquisas?

A pesquisa de intenção de votos

do Datafolha, divulgada no último

sábado, trouxe um dado que

chamou demais a atenção de quem

está diretamente envolvido com

as eleições em São Paulo. Muito

mais que a liderança do candidato

José Serra (PSDB), que estacionou

na faixa dos 30 pontos, destacouse

demais o “empate técnico”

proporcionado com a subida do

apresentador Celso Russomanno

(PRB), que surge com 26% das

intenções de votos.

A posição do homem que se

notabilizou por conciliar conflitos

entre consumidores e fornecedores,

por meio de um programa de TV,

nem é novidade. Desde os primeiros

levantamentos sobre a corrida

eleitoral na Capital, ele sempre

aparece nas primeiras posições.

Porém, havia uma ideia de que

Russomano não se seguraria

por muito tempo no momento

em que as demais candidaturas

fossem postas à mesa. No entanto,

com o fraco desempenho de

Fernando Haddad (PT), que segue

desconhecido da população, e a

demora de Gabriel Chalita (PMDB)

em se apresentar como alternativa,

Russomanno decolou.

Desta forma, neste momento

em que a campanha ainda não

foi para a televisão no horário

eleitoral obrigatório, quando terá

muito menos tempo que seus

concorrentes, Russomanno se

consolida a ponto de figurar como o

principal nome de quem busca a tão

propagada terceira via. Tem grandes

chances de angariar votos de quem

não quer Serra e nem a volta do PT.

A Revista Free São Paulo é uma publicação do Grupo MG Com

Publisher: Luciano Maciel (luciano@freesp.com.br) · Diretor de Redação: Ernesto Zanon (zanon@

freesp.com.br) · Reportagem: Gil Campos e Ana Paula Almeida · Diretor Comercial: Agnaldo

Antônio (aantonio@freesp.com.br) - Tel. (11) 2823-0800 · Diretor de Marketing: Waltinho Saavedra

(marketing@freesp.com.br) · Projeto Gráfico e Diagramação: Agência Comunnica (contato@

comunnica.com.br · Arte: Ana Flávia Canto · Executivos: Albany Rezende, Cristina Stepanov,

Kise Sousa, Michele Oliveira e Robson de Moraes · Impressão Plural Industria Gráfica LTDA ·

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05


{ aspas }

06

“Isso não é algo

que está me

preocupando

nem um pouco”

Fátima Bernardes,

jornalista e

apresentadora,

sobre o baixo

índice de

audiência de seu

programa diário

“Encontros”

“Acho perda

de tempo se

envolver com

pessoas”

Jonatas Faro,

ator, sobre sua

solteirice à revista

Contigo!

“Nunca me

senti insegura”

Guilhermina Guinle,

atriz, traçando um

comparativo de sua

personalidade com a

da personagem que

irá interpretar em

“Guerra dos Sexos”.

Manuela é uma

mulher extremamente

ciumenta e insegura

“Quem vive de

salário mínimo,

amém”

Rosane Collor,

ex-primeira dama

e ex-mulher

de Fernando

Collor de Mello,

reclamando de

sua pensão de

R$18 mil

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“Elas têm mau

gosto”

Mano Menezes,

técnico da Seleção

Brasileira de

Futebol, sobre as

fãs de Neymar,

maior estrela do

futebol brasileiro

Eles

falaram

Frases que

marcaram a

semana.

Fique por dentro!


{ entrevista }

08

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"Eu não vivo de vender

biquíni e nem filtro solar"

Aos 42 anos, a atriz carioca Bel Kutner interpreta Marialva na

novela "Gabriela", de Walcyr Carrasco, a submissa mulher do

coronel Melk Tavares (Chico Diaz) e mãe da estudante Malvina,

personagem de Vanessa Giácomo. Fora da telinha, ela dirige a peça

"Maratona de Nova York", em cartaz em São Paulo, com Anderson

Muller e Raoni Carneiro. Mãe de Davi, de 6 anos - com o ex-marido,

o músico Fabio Mondego -, e filha dos atores Paulo José e Dina Sfat

(1938-1989), ela conta que, na infância, o quarto que dividia com as

irmãs Ana e Clara se transformou em teatro, com palco e tudo.

Igor Giannasi/ Agência Estado

Seus pais tiveram grande influência para você se tornar

atriz?

BEL KUTNER - Claro, eu fui criada para isso. Por mais

que eles dissessem que não. O meu quarto e das minhas

irmãs tinha um palquinho.

Vocês que pediram?

BEL KUTNER - Não. Como assim? Com sete anos:

'mamãe, tive um sonho, quero um teatrinho'? Não, eles

eram doidos. E aí, para não atrapalhar o teatro, tinha

um triliche. O banheiro era um camarinzinho, com

espelhinho, luzinha. Surreal.

Vocês brincavam de encenar?

BEL KUTNER - Ué, tinha sessão toda semana. Tinha

bilheteria na porta do quarto, de madeira, feita por

marceneiro. Meu pai sempre gostou dessas coisas, ele

tem uma oficina na casa dele, em que mexe com coisa

elétrica, faz luminária, volta e meia toma um 'chocão'. E

eu fico: 'ó, vai queimar o marca-passo, hein?'. Claro que

não tem nada a ver, né?

E profissionalmente, como foi?

BEL KUTNER - Fui para o Tablado (escola de teatro

no Rio) na adolescência. Comei a fazer aula com Sura

Berditchevsky, Guida Vianna, Louise Cardoso, Bernardo

Jablonski e o Carlos Wilson, que foi quem me colocou no

teatro. Isso com 14 anos. Aí, eu peguei o bicho.

E na TV?

BEL KUTNER - Desde criança eu era usada quando

precisavam de filhos. Minha mãe falava 'não, vai estudar',

então personagem fixo ela não deixava fazer. Até me

convidavam para uma coisa ou outra, ela não queria. Mas

quando tinha coisa de cena, evento de época, como O

Caminho das Pedras Verdes, um caso especial sobre Borba

Gato (dirigido por Paulo José, em 1978), e precisavam de

um monte de crianças, éramos nós e os primos. Ia todo

mundo lá gravar. Tinha criança chorando de verdade na

cena, uma coisa horrorosa.


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Você fez "Corpo Santo" (1987), na TV

Manchete, não é? Foi sua primeira

novela?

BEL KUTNER - Fiz. Foi a primeira

novela inteira, apesar de que eu morria

de overdose. O Jonas Bloch me matava

numa festinha. Era pesadíssima.

Você acha que a televisão mudou em

relação a abordar temas difíceis?

BEL KUTNER - Não, acho que tem

sempre alguém tentando falar de

coisas mais pesadas. Eu estava vendo

outro dia no YouTube, alguém me

mandou o link, Bebê a Bordo (1988).

Eu fiz a minha mãe quando era nova.

Eu comecei a ver o elenco, um monte

de amigo que eu não lembrava. O

Anderson Muller fez. Nós somos

amigos do Tablado desde 1984. Não

é aquela coisa de se reencontrar em

trabalhos. Nós fizemos uma turma.

Como foi a experiência de

interpretar a sua mãe?

BEL KUTNER - Foi muito legal.

Eu fazia ela jovem, quando tinha

sido prostituta. Ela era mulher do

Ari Fontoura, com quem eu estou

gravando Gabriela e com quem fiz A

Favorita (2008), amicíssimo da minha

mãe. Eram flashbacks, gravamos na

Lapa, em uma boate. Ela na chuva,

desesperada, grávida, e abandonando

o bebê, que futuramente seria a

Isabela Garcia. Eu fui mãe da Isabela

Garcia (risos).

Aliás, é curioso ver você como mãe

da Vanessa Giácomo, de 29 anos, que

faz uma colegial. Você não tem idade

para isso...

BEL KUTNER - Você acha que eu não

poderia ter uma filha se formando no

colegial? Nos anos 20, uma mulher

de 42 anos era uma matrona, velha,

pronta para morrer. E televisão não é

um retrato, é uma fantasia.

Quando foi que se deu conta de que

Eu tenho uma autoestima boa,

então costumo gostar de

quem gosta de mim (risos).

era filha de atores tão importantes?

BEL KUTNER - Desde pequena. O

assédio era muito grande. Era diferente

a relação do público com os atores.

Minha mãe era heroína de novela, vilã.

Meu pai era um gato selvagem. Era

uma loucura.

Um papel marcante seu foi a

Scarlet de "Vamp" (1991).

BEL KUTNER - Foi uma febre

adolescente. Eu começando na

televisão e já faço uma coisa daquela.

Era um trabalho maravilhoso. Jorge

Fernando botava uma pólvora ali

e tudo pegava fogo. Uma delícia. E

o Antonio Calmon foi meu pai, me

deu vários personagens divertidos e

ótimos. Ele foi o cara com quem eu

mais trabalhei. Foi o responsável por

eu ter insistido nesse caminho.

Tem autores preferidos? Ou com

quem gostaria de trabalhar?

BEL KUTNER - Ah, claro, agora vou

te dizer nomes e depois fico com

meu filme queimado. Eu tenho uma

autoestima boa, então costumo gostar

de quem gosta de mim (risos).

Quem são seus ídolos em relação a

atores e atrizes?

BEL KUTNER - Não sou uma idólatra.

{ entrevista }

Tenho muito respeito e admiração por

muitos: Zezé Polessa, mulher do meu

pai por oito anos; Cássia Kiss Magro,

que faz coisas que só ela pode fazer.

Irene Ravache, por quem tenho paixão

de querer casar com ela e ter três

filhos, mas ela não me quer. E Renata

Sorrah, minha musa. Quem não ama

Marília Pêra, Fernanda Montenegro,

Bibi Ferreira?

Existe um assédio de paparazzi?

BEL KUTNER - Tem nos lançamentos

de novela, mas aí estão trabalhando.

As pessoas têm isso de investigar a

vida. É chato, mas e o custo-benefício?

Vou deixar de dar meu mergulho

porque alguém pode fotografar e eu

sair toda desgrenhada numa foto? Não

Eu não vivo de vender biquíni nem

filtro solar. Eu posso sair desgrenhada,

branca como areia. Isso não vai

mudar nada. Poderia mudar minha

autoestima, mas não é isso que me

incomoda.

O importante é o seu trabalho.

BEL KUTNER - Claro. Eu convivo com

vários atores sensacionais que não são

famosos. E aí, tem um famoso e um

não-famoso no mesmo lugar. É tão

ridícula a diferença, como se fossem

pessoas de importância diferentes.

Se sai de um Big Brother, se acabou

de cometer um crime, ou se está

namorando uma superpoderosa, todo

mundo aparece igual.

Como você lida com isso?

BEL KUTNER - Você vai fazer o quê,

vai destratar as pessoas? Tem gente

que destrata. Pra quê? Dá trabalho.

Tem de manter uma distância.

Acho que tem de ter educação. E

os programas sensacionalistas, que

agridem as pessoas, eu tenho pavor.

Fujo deles. Até porque já ouvi muita

besteira. De gente fazer piada e dizer

coisas do tipo: 'você chorou quando

sua mamãezinha morreu?'

Nesses termos?

BEL KUTNER - Assim. Aquilo me

deixou num estado de catatonia, fiquei

deprimida. Fiquei olhando para o cara:

ele está tentando fazer piada com o

dia em que minha mãe morreu. Eu

fiquei com vergonha alheia.

09


{ profissão } siga-nos em:

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Engenharia Civil

Casas, prédios, viadutos e até barragens, todas essas obras passam pelo gerenciamento de um engenheiro

civil. Entre outras atribuições, o profissional é responsável por acompanhar as mais diversas etapas de

uma construção.

Ser criativo e ter intimidade com cálculos são aliados dos estudantes de Engenharia Civil, já que para

trabalhar na área é preciso estar ciente até dos efeitos que as mudanças de temperatura podem causar nos

materiais de construção escolhidos para a obra e fazer muitas contas, os números tendem a serem os melhores

amigos dos engenheiros.

Atribuições

São muitas as atribuições de um

engenheiro civil, desde o nascimento

de um projeto até a conclusão de

uma obra, tudo passa pelas mãos

deste profissional. De maneira mais

detalhada, o engenheiro analisa o

terreno e o solo onde a obra será

executada, desenha a planta e atua

ativamente neste projeto para que

nada saia errado.

Mas nem só de novas construções

vive este profissional. O engenheiro

também trabalha com reformas,

adequando espaços que já existem

ao que seus clientes precisam

sem que a segurança do local

seja colocada em risco. Além

disso também pode trabalhar na

restauração de prédios e com a

administração de recursos prediais.

Na coordenação do canteiro de

obras, supervisiona os pedreiros,

prazos, custos e segurança da obra,

inclusive para que os funcionários

usem os equipamentos de proteção

individual (EPIs).

10

Ana Paula Almeida

ana.paula@freesaopaulo.com.br

Fotos: Divulgação


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Mercado de Trabalho

Ao mesmo tempo em que o mercado está aquecido devido ao

boom imobiliário em grandes cidades, as universidades formam

um número considerável de profissionais todos os anos, ou seja,

para garantir uma vaga é preciso estar bem preparado para

enfrentar a concorrência.

É possível trabalhar para empresas particulares na construção

de prédios, casas, condomínios, com reformas e restaurações

ou para órgãos do governo elaborando projetos de pontes,

viadutos e estradas. Também é possível se arriscar como

autônomo, assumindo projetos ou abrindo o próprio escritório de

engenharia civil.

Formação

Muitas faculdades e

universidades particulares

da Capital oferecem o curso

aos estudantes, além da USP

(Universidade de São Paulo),

onde o estudante consegue

uma vaga após passar

no concorrido vestibular

da Fuvest. Cabe ao aluno

pesquisar as vantagens e

desvantagens de cada curso

e escolher pela melhor

instituição.

O curso é bacharelado,

com duração de cinco anos.

O estudante tem aulas

de matemática, física,

estatística, desenho, lógica

e até disciplinas voltadas à

administração e economia

no que diz respeito às

matérias teóricas. Para

conseguir o diploma, o

estudante deve passar por

estágio, além do trabalho de

conclusão de curso.

Curso:

Bacharel com duração

de cinco anos

{ profissão }

11


{ sáude }

O uso da chupeta pode

causar má formação óssea

Dar ou não a

chupeta aos

bebês? Esse

é o dilema

de muitos pais que se

vêem em situações

em que só a chupeta

acalma as crianças. Que

ela não é recomendável

não é novidade, mas é

preciso esclarecer certas

dúvidas para que, caso

o uso seja inevitável,

as consequências

sejam mínimas. Os

problemas causados

pelo uso excessivo da

chupeta vão desde

a desestimulação a

amamentação natural

no seio da mãe e, em

casos mais graves, até

alterações no sono

e dificuldades de

aprendizado.

De acordo com Gerson

Köhler, especialista em

ortodontia e ortopedia

facial, o ideal é que

o acessório não seja

usado. “Mas se não

houver jeito, que seja

usada apenas quando

a criança estiver

chorando muito, para

acalmá-la, ou em

viagens de avião, para

proteger os ouvidos”,

diz o especialista.

Em viagens de avião

a chupeta auxilia a

minimizar a pressão

no canal auditivo

durante a decolagem

e o pouso da aeronave.

Outro conselho dado

por Köhler é que o

uso deve ser breve. A

ssim que a criança se

acalmar ou pegar no

sono, a chupeta deve ser

retirada.

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Complicações

Oferecer a chupeta a um recém nascido é recomendável? Segundo Köhler, não. “O

uso da chupeta só deve ser feito após o primeiro mês de vida e deve ser encerrado

no máximo até os dois anos de idade”, alerta o especialista em ortodontia e

ortopedia facial.

São muitos os problemas causados pelo uso excessivo do acessório, entre os

mais comuns estão a redução das arcadas dentárias, causando mordida aberta e a

cruzada. Ela favorece a respiração bucal – hábito que leva a outras consequências

nocivas para a saúde da criança (alterações no sono, cansaço e até excesso de peso).

“Afeta, inclusive, o desenvolvimento dos ossos e músculos faciais, altera a postura

corporal, a fala, a mastigação e a deglutição, além de deixar a musculatura das

bochechas, língua e lábios flácidos e sem força para mastigar”, lista Köhler.

O excesso de peso pode ser explicado da seguinte forma: quando há alterações

nas arcadas dentárias e nas posições dos dentes, a mastigação e deglutição ficam

comprometidas, não triturando os alimentos. Quando os alimentos não são

triturados da maneira adequada, o indivíduo não se sente saciado e come mais do

que deveria, favorecendo assim o ganho de peso.

É preciso também se atentar ao modelo da chupeta utilizada pela criança, pois

os modelos não ortodônticos costumam causar prejuízos com maior gravidade à

arcada dentária.

Mas é preciso ficar atento, pois a chupeta não é a única vilã na vida das crianças.

A mamadeira e o dedo costumam causar complicações. “O dedo é ainda mais

prejudicial, já que está sempre disponível e os pais não têm

como controlar o hábito, sem contar que o dedo exerce

mais força contra os dentes”, conta o especialista.


{ capa }

14

Surpresa

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da hora

Por Gil Campos

gil.campos@freesaopaulo.com.br

Fotos: Gil Campos e Divulgação

Na disputa à prefeitura de São

Paulo, Celso Russomanno gruda

no tucano José Serra – atual líder

em pesquisa de intenção de

voto -, não reclama do seu tempo

de TV e diz que está preparado

para governar a cidade

Às 16h de terça-feira, dia 24, o

apresentador Celso Russomanno

ainda não havia almoçado. Sua agenda

estava cheia. Logo nas primeiras horas

havia ido à Feira da Madrugada, no Brás. Quase

não conseguiu caminhar pelo local devido ao

assédio das pessoas que pediam autógrafo,

uma foto ou mesmo faziam reivindicações.

De volta à sua residência, na Saúde,

concedeu diversas entrevistas. E

negou ser uma celebridade. “Sou um

trabalhador que, há 22 anos, vem

lutando pela melhoria do serviço

público”, disse.

Na verdade, Russomanno

– candidato a prefeito pelo

pequeno PRB – se revelou

um grande fenômeno

nas eleições de São

Paulo. Na primeira

pesquisa Datafolha

realizada após o

início da campanha, e

divulgada no último

final de semana,

sua situação é de

empate técnico com

o líder, o tucano José

Serra, que tem 30%

das intenções de voto.

Russomanno passou de 18%,


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em dezembro do ano passado, para

os atuais 26%.

O resultado da pesquisa não lhe

surpreendeu – “venho trabalhando

muito, principalmente com o

Instituto Nacional de Defesa do

Consumidor (Inadec)” -; organização

não governamental que ele fundou

em 1995, e que atende mais de 100

pessoas por dia. O que mais lhe

surpreendeu foram os 94% de grau

de conhecimento, atestado pela

mesma pesquisa.

“Não esperava ser tão conhecido

pela população, mesmo estando

na tevê”, disse se referindo ao

quadro Patrulha do Consumidor

do programa Balanço Geral,

apresentado sempre às 7h15 na

Rede Record. Por conta da legislação

eleitoral, Russomanno está afastado

das telinhas desde o dia 29 de

junho. Mas sua assessoria disse

que, nas ruas, o sentimento é que

o percentual de pessoas que o

conhecem é muito maior. “Ele quase

não consegue andar 10 metros sem

ser agarrado”, afirmou uma de suas

assessoras.

Celso Russomanno irá completar

57 anos no dia 20 de agosto, véspera

do início da programa eleitoral na

tevê, onde dispõe de 2min10s; ele

está atrás de Serra (7min44s), do

petista Fernando Haddad (7min35s)

e do peemedebista Gabriel Chalita

(4min22s). Mesmo assim, considera

seu tempo “muito bom”. E explicou:

“para quem está acostumado a

fazer comerciais, onde temos que

passar várias informações, em

apenas 30 segundos, meu tempo

é muito bom”. Nesse aspecto,

ele não tem dúvidas, de que sua

experiência na TV está valendo

mais do que nunca.

Apesar do aspecto de cansado,

mas demonstrando bom humor

ao conversar com a Revista Free

São Paulo, Russomanno disse que

seu maior adversário político vai

ser levar sua mensagem a toda

população. Garantiu que os 26%

da pesquisa Datafolha não irão

mudar a estratégia de campanha,

que será resgatar a auto-estima e a

cidadania da população a partir da

melhoria dos serviços públicos.

Tragédia particular

sensibilizou o País

{ capa }

O ano era 1990. Na época, Celso Russomanno apresentava o programa

Circuito Night and Day, da TV Gazeta. Sua primeira mulher, Adriana,

de 27 anos, passou mal – vomitava e sentia dores pelo corpo. Ela tinha

infecção e precisava de antibióticos. Levada a um hospital particular,

não recebeu atendimento. Russomanno não pensou duas vezes: foi

para casa e retornou com uma câmera portátil.

Começou a filmar a agonia da mulher enquanto questionava a demora

do atendimento e a falta de médico no hospital. Adriana morreu e

trechos de seu drama familiar foram exibidos na TV Gazeta. Milhões

de pessoas acompanharam o caso e se sensibilizaram.

A partir daí, ele passou a receber inúmeras denúncias semelhantes à

sua, de descaso na saúde pública. Russomanno passou a ser o defensor

do cidadão e, em especial, do consumidor. Assumiu o programa “Aqui e

Agora” a convite do próprio dono do SBT, Sílvio Santos.

Resolveu se candidatar a deputado federal e foi o mais votado do

Brasil, com 233 mil votos, em 1994. Foi um dos maiores incentivadores

da elaboração do Código de Defesa do Consumidor. Foram quatro

mandatos. Há dois anos, resolveu concorrer a governador de São Paulo

e ficou em terceiro lugar com 1,3 milhão de votos. Agora, candidato a

prefeito, disse que está “mais que preparado”.

Incentivo às bicicletas

Celso Russomanno está machucado. Mal consegue

levantar o braço esquerdo. Levou até pontos. No último

final de semana, na cidade de Três Passos, interior do Rio

Grande do Sul, caiu em um buraco enquanto pedalava

sua bike. “Já reclamei tanto dos buracos de São Paulo,

acabei indo cair em um longe daqui”, brincou.

O candidato do PRB é um apaixonado por bicicletas.

Para onde vai – seja Brasília ou casa de familiares –

tem uma a sua espera. “Adoro pedalar. Faz bem para a

saúde e melhora a qualidade de vida”, enfatizou. Mas

disse que está longe de ser um atleta. “Como atleta

não sou exemplo para ninguém”, afirmou às

gargalhadas o candidato de 1m75, pouco mais

de 60 quilos e que mantém uma alimentação

que ele próprio considera saudável – não bebe

(“o álcool não me dá prazer”) e não fuma.

Caso seja eleito prefeito de São Paulo,

promete incentivar o uso de

bicicletas. “As pessoas terão onde

deixar suas bikes com segurança

para irem ao trabalho. Hoje

é muito perigoso pedalar

pelas ruas da capital. Falta

educação de trânsito. O ciclista

é considerado aquele que

atrapalha o trânsito, como de

fato não o é”, disse.

15


{ capa }

16

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“Sou um candidato

de várias igrejas”

Durante a entrevista à Revista Free São

Paulo, o único momento em que Celso

Russomanno franziu a testa foi com a

pergunta: “o senhor é candidato da igreja?”.

Pensou e devolveu a pergunta com outra:

“qual igreja?”. Diante da resposta – Igreja

Universal do Reino de Deus, dona da Rede

Record -, o candidato a prefeito de São Paulo

pelo PRB confi rmou que, realmente, tem o

apoio da IURD. E completou: “também de

outras igrejas evangélicas e católicas”.

Ele fez questão de dizer que é católico, mas

que, acima de tudo, é ecumênico. E lembrou

da mãe, dona Theuda – morta aos 89 anos

no último dia 11 de julho em virtude de

complicações do mal de Parkinson. “Ela

sempre me ensinou a respeitar todas as

religiões e disse que onde tivesse uma porta

aberta onde se falasse em nome de Deus, eu

entrasse”.

Um saudosista

aliviado de ter se

livrado de Maluf

Ao relembrar a infância seus olhos brilham. Celso Russomanno nasceu no

bairro Paraíso e foi criado na Vila Mariana. Brincava na rua como qualquer

outro garoto. Aos oito, nove anos, vendia pipas. “Era muito gostoso. E o

que mais tenho saudade dessa época é da segurança, andávamos por

onde quiséssemos sem o risco de ser assaltado ou sofrer qualquer tipo de

agressão”, lembrou.

Se for eleito prefeito, quer resgatar esse clima de segurança. Disse que

pretende criar os inspetores de quarteirão, e na educação, quer recuperar

o ensino tradicional. “Quero fazer com que os pais voltem a receber os

boletins escolares dos filhos, só assim saberão se eles estão bem ou não na

escola”. Russomanno admitiu ser um saudosista. “Mas só das coisas boas”,

enfatizou.

Antes de terminar a entrevista, uma provocação. A reportagem perguntou

o que ele achou da polêmica foto entre o seu antigo padrinho político,

Paulo Maluf (PP), ao lado de Lula e do candidato petista Fernando Haddad.

Russomanno suspirou fundo e lembrou o desabafo que fez ao ver a

imagem: “Ahhhh, que bom que agora não tenho mais que explicar Maluf

na minha vida!”. Antes de ir para o PRB, o apresentador era filiado ao PP, de

onde saiu após divergências com o “doutor Paulo”.


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{ moda } siga-nos em:

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Relógios,

muito mais que simples acessórios

Os acessórios são cada vez mais importantes na composição

de looks e não apenas na produção das mulheres. Os homens

estão cada vez mais preocupados com a moda e tendências

que possam deixá-los sempre elegantes. E os relógios têm

grande peso na composição do visual masculino.

As marcas de relógios deixaram de enxergar as peças como

simples acessórios para ver as horas. Robustos, os relógios

passaram a ser fundamentais nas produções de moda,

alguns cronógrafos apresentam traços esportivos atrelados a

detalhes mais formais. A Armani Exchange é uma das grifes

que tem apostado neste estilo.

Exemplo disso é o UAX1211, que une o requinte do metal

na caixa à casualidade da borracha na pulseira, sem contar

nos detalhes como o logo estampado na pulseira, que torna

o acessório indispensável. Nessa mesma linha também há

o UAX1212, que se destaca pela sobriedade que transmite

através da tonalidade escura por toda a peça.

Sem desagradar os mais tradicionais, a marca traz também

o UAX1213 com pulseira em metal prateado, que agrega mais

charme para compor produções mais clássicas.

18

Ana Paula Almeida

ana.paula@freesaopaulo.

com.br

fotos: Divulgação

Tendências

As marcas estão apostando em modelos

modernos e sofisticados, cores clássicas, design

arrojado e informalidade, peças que prometem

agradar homens dos mais variados estilos.

Para homens formais, a grife italiana Empórium

Armani possui modelos clássicos, inclusive

na caixa retangular de seus três lançamentos.

Dois modelos dão sequência à linha Meccanico,

tradicional coleção que tem como atrativo um

mostrador com as engrenagens funcionando.

Dois desses modelos são em aço escovado,

um preto e um prata, ideais para harmonizar a

produção. Mas também há modelos esportivos. O

HAR4239 é todo preto e com pulseira em borracha.

Para atender homens de todos os estilos, a

Fóssil se baseia no espírito Vintage. Os despojados

podem contar com um acessório informal com

pulseira em borracha, azul e com destaque na

caixa metalizada e no aro decorado com pequenas

ranhuras. Assim é o o modelo FFS4703.

Rapazes mais formais podem apostar na

elegância do metal mais escuro, em tom de cinza

do FJR1355, mais clássico e ideal para qualquer

ocasião.


{ especial }

20

Ana Fabrício

Fotos: Divulgação

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Drogas:

sinônimo da

adolescência

É cada vez maior o número

de jovens que começam,

muito cedo, a fumar, beber

e usar todo tipo de drogas

lícitas e ilícitas

Aos 14, Mirella bebe

e já fuma maconha

"Saio para festinhas com amigos e, às vezes,

também filhos de amigos dos meus pais, com

hora para voltar e tudo mais. Já no caminho,

sempre alguém tem vodca ou tequila e tomamos

um shot (dose), além de fumar cigarros e até

baseados (cigarros de maconha). E meus pais nunca

desconfiaram”, conta, com naturalidade, Mirella, 14

anos (cujo nome completo pede para manter em

segredo, assim como as outras pessoas entrevistadas

nesta reportagem).

No caso de Mirella, o uso de álcool e maconha

acontece fora da escola. Mas um número muito

grande de adolescentes começa a se drogar nos

colégios. Segundo levantamento recente feito pelo

Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas

Psicotrópicas (Cebrid), 42,4% dos adolescentes já

provou algum tipo de bebida alcoólica; outros 3,7%

fumaram maconha e 5,2% usaram solventes, de

acetona a lança-perfume.

O estudo do Cebrid, realizado em 2010 junto

a estudantes com idades entre 10 e 19 anos, de

escolas públicas e também particulares de todo o

Brasil, mostra que a relação dos jovens com a droga

é constante e, em grande parte, ocorre dentro das

escolas. E isso em uma proporção bem maior nas

escolas particulares. De acordo com a pesquisa, os

usuários na rede particular são 13,6%, contra 9,9% da

rede pública.

“Fui usuário de cocaína e de todo tipo de bebida, além

?


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Adolescentes são imprevisíveis. Todo mundo

sabe disso. Afinal, eles se encontram em

transição entre a infância e a idade adulta,

em uma espécie de mutação biológica

que transforma seus corpos drasticamente de um

momento para outro.

Felicidade, tristeza, agressividade, agitação e preguiça

são alguns dos estados e das emoções que variam

entre extremos nessa fase de intensa mudança

hormonal, além dos questionamentos existenciais

sobre a percepção de uma nova identidade no mundo.

Uma transição que exige muita compreensão dos pais

e adultos, que, enfim, também já passaram por isso.

Até aí, tudo muito normal. O problema começa

quando o desejo de pertencer a um determinado

grupo ou tribo - também característica desse período

- pode levar os adolescentes a experimentarem drogas

lícitas ou ilícitas. E as escolhas desse momento podem

ter efeitos duradouros e até mesmo comprometer

toda uma vida.

Enganam-se os pais que pensam ter o controle sobre

os filhos nessa idade e que dizem saber o que eles

estão fazendo. Para tentar ajudar a mostrar um pouco

do que ocorre nesta importante fase da vida, a Revista

Free São Paulo inicia uma série de reportagens sobre a

adolescência. Nesta e nas próximas semanas, o tema

será discutido aqui.

de outras drogas. Meus pais descobriram e ficaram

arrasados, pois pagavam caro a escola em que eu

estudava e onde comecei a experimentar, primeiro,

bebida normal, tipo cerveja, e depois outras mais

fortes. Aí comecei a misturar outras coisas. E, quando

vi, estava viciado. Agora, estou em tratamento”, diz

Henrique, 17 anos, usuário de drogas desde os 13.

Mas o que fazer para inibir o uso de entorpecentes

entre os adolescentes? Infelizmente, não há um

método seguro. E repressão pura pode ser um tiro

pela culatra. Talvez o primeiro passo seja tentar

compreender a relação do adolescente com as

drogas e o que verdadeiramente o impulsiona para

o uso dessas substâncias.

É importante também ficar atento ao

comportamento da garotada, que costuma mudar

bastante. Um dos sinais é o afastamento do convívio

familiar. “Meu filho, que era sempre cuidadoso

com as coisas dele, lá pelos 14 anos começou a

ficar relapso, distante e isolado da gente lá em

casa. Trancava-se no quarto e ficava durante horas

sozinho, além de começar a dormir muito mais

que o normal, alimentar-se pouco e não estudar”,

relata Roberta (que também pede para omitir o

sobrenome), mãe de um ex-viciado. “Um dia achei

maconha escondida no quarto dele. Conversamos,

mas não adiantou. Daí para outras drogas e bebidas

foi um pulinho. Depois de muitas idas e vindas a

clínicas para tratamento, hoje ele está bem.”

{ especial }

21


{ especial }

22

Uma enganação

A atração por drogas tem um forte componente

biológico. Uma das razões é que o sistema inibitório

- área do cérebro responsável pela ponderação

das atitudes - ainda está em desenvolvimento na

adolescência. E a dificuldade de dizer "não" abre

caminho para o estímulo do sistema dopaminérgico,

relacionado à busca de recompensa. As substâncias

psicotrópicas influenciam a produção de hormônios

responsáveis pela sensação de prazer.

O ambiente é outro fator a ser considerado. Porém, é

um erro acreditar que jovens de famílias de menor

renda sejam mais propensos ao consumo.

Pesquisas apontam que os maiores índices

acontecem nas camadas médias. Mas nem

todo adolescente experimentou ou pensa

em usar drogas. “Na minha turma alguns

bebem e até usam drogas mais pesadas. Já

me ofereceram maconha e me convidaram

para beber. Mas não quis. Não gosto nem

de cigarros. Tudo bem. Continuo na turma”,

conta Janaína, 15 anos.

O que pode levar o adolescente ao consumo

de drogas é muito mais o desejo de

transgredir, a curiosidade, a vontade de

contestar uma proibição adulta e quebrar

regras, além de buscar novas sensações e

emoções características dessa faixa etária.

“E os jovens não têm discernimento para

entender que a prática de um esporte pode

trazer sensações mais prazerosas e saudáveis

do que o uso de substâncias químicas”, diz

Pedro Katz, psiquiatra do Hospital Samaritano

e diretor técnico do Serviço de Atenção

Integral ao Dependente (Said) - clínica pública

e gratuita para o tratamento de dependentes

químicos que atende adolescentes e adultos.

“No caso de entorpecentes, ganha relevância

o grupo social, que passa a ser o ponto de

referência e, de apoio e sustentação.”

Ainda segundo o médico, na estrutura da

família atual não há mais alguém que faça

o papel de “juiz”. O resultado é a perda do

lugar ou função de autoridade, que se tornou

indefinida. Um diz sim, o outro diz não e

nenhum assume o papel impopular de negar,

dar limites e repreender.

“É comum os pais reclamarem de que a

comunicação com seus filhos se torna

cada vez mais difícil e que os atritos são

inevitáveis. O difícil é determinar quem não

está compreendendo quem, tanto em assuntos

delicados como na comunicação do dia a

dia. Dizer não a um filho é cada vez mais

penoso. Embora eles não o façam, julgam que

alguém tem de fazê-lo”, explica Katz. “Pais

educam e escolas ensinam. É papel dos pais

estabelecerem regras claras e limites precisos.”

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Predisposições ao

uso de entorpecentes

É preciso estar alerta para distinguir as diferentes

relações estabelecidas com as drogas. Nem sempre

o uso das substâncias químicas se torna um vício.

Existem pelo menos três comportamentos diferentes

em relação a isso: o uso esporádico (experimentação

que acontece uma ou poucas vezes e até nunca mais),

o abuso (apenas ocasional, mas excessivo, como beber

“até cair”) e o vício (de uso constante).

Para os especialistas, são múltiplas as razões que

levam ao vício: genéticas, biológicas, sociais e

ambientais, além do próprio poder das substâncias.

E não há como saber se alguém que experimentou

a droga uma vez nunca mais experimentará, se

usará de vez em quando ou sempre. Porém, expor ao

adolescente os perigos dessa relação - mostrando-lhe

que as consequências provavelmente serão para o

resto da vida - é uma forma de incentivá-lo a escolhas

mais prudentes.

Quanto a mudanças comportamentais e sinais

de possível uso de drogas, é fundamental que,

para perceber uma mudança, se saiba como era

o comportamento anterior. Então, pais que não

conhecem seus filhos terão dificuldades em observar

alterações que sejam indicativas de uso, ou abuso de

drogas. As principais são:

- Modificação do comportamento habitual.

- Mudanças nas rotinas de alimentação e sono.

- Perda de peso, irritabilidade e impaciência.

- Dificuldade de raciocínio e concentração.

- Mudanças repentinas de humor e mudanças na

forma de se relacionar com as pessoas.

- Abandono dos antigos amigos.

- Passar a mentir ou esconder fatos.

- Desrespeito a regras e limites da casa, antes seguidos.

- Surgimento de autoestima rebaixada e dificuldade de

lidar com frustração e a não aceitação de um “não”.

- O repertório (discurso) pode se tornar repetitivo, pobre

e difícil de ser compreendido.


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Crack é a droga mais usada

A cocaína, na forma de crack, é a

droga mais utilizada isoladamente

(30% dos casos) pelos pacientes

atendidos pelo Serviço de Atenção

Integral ao Dependente (Said),

projeto da Secretaria Municipal

da Saúde em parceria com o

Hospital Samaritano de São Paulo

em funcionamento desde agosto

de 2010 - e que já realizou 739

atendimentos até junho deste ano.

Desses atendimentos, de acordo

com informações prestadas pelos

próprios pacientes, em 63% dos

casos há associação de cocaína

(crack), álcool, tabaco e maconha. A

segunda substância que mais gera

dependência é o álcool, que também

está presente como comorbidade

(doença atrelada à dependência

principal) em 7% dos dependentes.

O tabaco aparece como uso nocivo/

dependência em quase 100% dos

pacientes, mas não é a droga que

motiva a internação.

O Serviço de Atenção Integral

ao Dependente (Said) possui

uma área de 7 mil m², com

consultórios odontológicos, quadras

poliesportivas, oficinas terapêuticas

e salas de aula e de atividades

individuais e em grupo, além de 80

leitos.

Segundo o diretor-técnico do

projeto, o psiquiatra Pedro Katz,

após dois anos de funcionamento,

a metodologia aplicada está cada

vez mais sedimentada e adaptada

para o perfil de atendimento ao

dependente químico do município,

tendo como base um modelo

norte-americano utilizado com

sucesso nas unidades assistenciais

da Chestnut Health Systems,

de Bloomington, IIlinois (EUA).

“Buscamos um atendimento global

e humanizado, com o objetivo de

recuperar não só o dependente

químico, mas também sua condição

de cidadão e a retomada de

contato com seus familiares e/ou

responsáveis.”

Segundo Rosangela Elias,

coordenadora de Saúde Mental,

Álcool e Drogas da Prefeitura de São

Paulo, o município dispõe de 372

leitos destinados exclusivamente à

dependência química, que, somados

aos para internação psiquiátrica,

totalizam 1.377.

“Mas nem todo tratamento de

dependência requer um leito de

internação. A decisão pela internação

de um paciente por dependência

química é uma decisão médica”, diz

Rosangela, acrescentando que há

ainda alternativas terapêuticas que

vão desde a atenção ambulatorial

por meio dos 25 Centros de Atenção

Psicossocial Álcool e Drogas (Caps

AD) da cidade até as internações de

longa permanência nas comunidades

terapêuticas ou no Said.

Os Caps AD funcionam de segunda

{ especial }

a sexta-feira, das 7h às 17h ou

das 8h às 18h, e os usuários são

atendidos em níveis de atenção

diferenciados: intensivo, semiintensivo

e não intensivo. A

frequência na unidade é indicada

de acordo com o projeto terapêutico

individual, considerando as

peculiaridades de cada caso. O

atendimento é realizado sem

necessidade de encaminhamentos

prévios ou marcação de hora ou

consulta. Nos Caps AD não há lista

de espera para o acolhimento.

O projeto terapêutico

individualizado é direcionado

ao paciente e à sua família e

coordenado por uma equipe

multidisciplinar, além da

medicação e consultas

psiquiátricas. O objetivo é a

melhora dos usuários em seus

sintomas e quadros clínicos,

incluindo ações de promoção da

cidadania, inserção social, garantia

de direitos de educação, trabalho e

moradia.

“É importante ressaltar que

a oferta desse serviço evita

internações recorrentes, deixando

os leitos hospitalares para os casos

de urgência, que extrapolem a

complexidade do Caps. Caso o

usuário necessite de atendimento

hospitalar, o Município de São

Paulo também está preparado para

atendê-lo”, informa Rosângela.

O organismo pede socorro

Estas são algumas das doenças ou sintomas associados com o

uso de drogas:

- Bronquite recorrente, tosse crônica, halitose, rinorréia,

epistaxes, sinusite, olhos congestionados e vermelhos.

- Hematomas e lesões cutâneas, marcas de agulhas

endovenosas.

- Hipertensão arterial, taquicardia, dor precordial

(angina de peito).

- Dor abdominal, perda de peso, anorexia, náuseas e vômitos,

hepatomegalia, úlceras digestivas.

- Debilidade, hipotonia, perda de forças, transtornos do sono.

- Perda de memória, desatenção, irritabilidade, tremores.

- Desorientação, confusão mental, perda do bom senso,

alucinações, depressão, tentativa de suicídio.

- Infecção com o HIV ou hepatite-b por agulhas contaminadas

ou atividade sexual.

23


{ viagem }

Fuja de

Campos do Jordão

Arquitetura européia,

gastronomia de dar

água na boca e hotéis

de luxo? Se o primeiro

lugar que nos vem a cabeça quando

pensamos em viajar no inverno

é Campos do Jordão, saiba que é

possível encontrar essas e outras

características em cidades menos

badaladas, mas localizadas na

mesma Serra da Mantiqueira e são

tão atrativas quanto sua vizinha.

Há ainda lugares na divisa de São

Paulo ou já em Minas Gerais, que

prometem satisfazer turistas com

seus atrativos turísticos neste

inverno.

Segue uma lista de cidades e seus

principais atrativos para que você

possa conhecer um pouco de cada

uma delas antes de decidir o destino

de sua próxima viagem.

Cunha

A 235 km da capital paulista, Cunha

é um destino pouco conhecido, mas

muito atraente para os turistas.

Uma das principais atrações são

as cerâmicas produzidas em alta

temperatura cuja técnica foi trazida

ao país pelos japoneses. A cidade

obtém renome internacional por

sua excepcional produção artística,

estima-se que haja cerca de 130

artistas que moram lá.

Como estamos vivendo um inverno

onde as manhãs são frias, mas

os dias estão com temperaturas

mais agradáveis, é possível ainda

conhecer as cachoeiras, entre as

mais famosas estão a

Cachoeira do Desterro,

Cachoeira do Jericó,

Cachoeira do

Pimenta e

Cachoeira do

Pimenta.

24

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Santo Antônio do Pinhal

Localizada na Serra da Mantiqueira, Santo Antônio dos Pinhais tem vários

pontos turísticos para o visitante se divertir no inverno. Entre as principais

estão a Estação Eugênio Lefréve, considerada uma relíquia da História

Ferroviária do país, conhecida também por “Estação do Bondinho”, onde é

possível realizar um passeio para conhecer outras cidades da região.

Além disso, é possível voar de paraglyding em vôos duplos, com instrutores

certificados, onde o turista pode conhecer toda a Serra da Mantiqueira por

uma vista privilegiada, do alto. Os saltos acontecem do Pico do Agudo, sede

de diversas etapas dos Campeonatos Brasileiro e Paulista de vôo livre.

A Praça Benedito Marcondes Raposo e a Igreja de Santo Antonio também

atraem muitos visitantes. A praça, arquitetada em homenagem à colônia

japonesa, é palco de apresentações. Já a Igreja de Santo Antonio, conhecida

como Igreja Matriz, foi construída em 1836 e encontra-se em perfeito

estado de conservação, atraindo grande número de visitantes, fiéis ou

apenas turistas em busca de histórias.

Outros pontos da cidade que merecem uma visitação são a Fazenda

Renópolis, a Bodega – Alambique Rústico, Cachoeira do Lajeado e o Jardim

dos Pinhais Ecco Parque, que fica na rodovia SP 46 – km 164,5 nº 2.600.


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Monte Verde

Deixando o Estado de São Paulo para trás, Monte Verde, no sul

de Minas Gerais, é uma das vilas mais charmosas de todo o país.

Destino para quem quer fugir do comum, descansar e se divertir

num clima serrano, sem badalações. O frio do inverno, a família

reunida e a natureza, não há como não se sentir em casa nesta

cidade tão acolhedora.

Há trilhas ótimas para toda a família, uma das principais é a do

Pinheiro, a mais famosa da região. São 1560 metros de altitude

e o fim dela dá no Aeroporto de Monte Verde, de onde o turista

pode sair para um vôo panorâmico pela cidade.

O turismo ecológico também não é deixado de lado. Escalada,

tirolesa, rafting, rapel e até paintball, é diversão na certa!

{ viagem }

São Francisco Xavier

Já próximo da divisa com Minas Gerais surge São Francisco

Xavier, cidade pequena, mas já consolidada no que diz respeito

ao Turismo Serrano. Entre os principais atrativos da cidade estão

a Serra do Queixo D’Anta, que fica a 1.600 metros de altitude, já

no limites com Sapucaí, em Minas Gerais. A vista panorâmica

da serra é de encher os olhos, além de render belas fotos para

guardar de lembrança.

O Pico do Selado, já na divisa com Camanducaiá, em Minas, e

Joanópolis, em São Paulo, é ótimo para a prática do alpinismo.

No inverno, as temperaturas ficam entre 5º e 12º negativos e se

o turista tiver sorte pode até ver neve. O turista pode também

conhecer o Pico do Focinho D’Anta, Pedra Redonda, Pedra

Chapéu do Bispo, Pedra Vermelha e Pedra Pouso do Rochedo.

Todas garantem aos visitantes vistas espetaculares.

Os católicos também podem conhecer a Igreja São Francisco

Xavier, construída originalmente em taipa de pilão, em 1914,

em sistema de mutirão pelo povo do distrito. Em 1951 ela foi

reformada e só a torre se manteve da construção original.

Mesmo que o turista não arrisque um banho nas águas geladas,

as cachoeiras também são um espetáculo a parte para os

aventureiros.

25


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Qual criança não gosta de um joguinho nas horas

de folga, mesmo no período de aulas? Servem para

descontrair quando o dever de casa já está concluído,

para a alegria dos pequenos. A Free São Paulo traz

opções de jogos de tabuleiro, de cartas e de vídeo-game

para que as crianças possam se divertir quando dão

um tempo das obrigações da escola!

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Show de Mágicas

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Jogo da Vida

R$ 94,90

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Jogo Detetive

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Jogo Super Banco

Imobiliário

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Teatro

O Teatro Décio

Almeida Prado

será o palco da

peça Valsa nº 6, de

Nelson Rodrigues,

que estreia em

3 de agosto, às

21h, e que traz

Renata Calmon

em seu elenco.

Valsa nº 6 é a

narrativa de uma

memória em que

tempo e espaço

se deslocam

constantemente

para se contar

a angústia de

uma garota de

15 anos, um ser

que escapa da

previsibilidade.

Em curta

temporada, Valsa

nº 6 segue até

12 de agosto

em cartaz, com

apresentações às

sextas e sábados

(21h) e domingos

(19h). Teatro Décio

Almeida Prado, rua

Cojuba, 45B, Itaim

Bibi. Informações

pelo 3079-3438.

{ cultura }

Kurt Cobain no Teatro

Guitarrista, compositor e vocalista do Nirvana,

uma das maiores bandas de rock dos anos 90, Kurt

Cobain é o personagem principal da peça “Aberdeen

– Um possível Kurt Cobain”, que fica em cartaz na

Galeria Olido até 29 de julho. No monólogo, Kurt é

interpretado por Nicolas Trevijano, que começa uma

reflexão sobre a vida do artista no instante seguinte

do disparo da arma, ótimo programa para os fãs do

cantor e da banda. Galeria Olido, avenida São João,

473, Centro. Informações 3331-8399 e 3397-0171.

Entrada gratuita.

Bonecos

Até dia 29 de julho, nove premiadas companhias de

teatro nacionais e internacionais invadem o Shopping

Jardim Sul e prometem divertir a garotada no final

de suas férias. No total, desde a estreia do programa

em 5 de julho, serão 16 apresentações. Esta é a

12º edição do Festival de Teatro de Bonecos, cujas

apresentações acontecem sempre de quinta-feira a

domingo, às 17h. Shopping Jardim Sul, avenida

Giovanni Gronchi, 5819 – Piso T – Morumbi.

Informações pelo 3379- 3900, entrada

gratuita.

27


na tela

por: Vito Zanella

redacao@freesaopaulo.com.br

fotos: Divulgação

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“Batman

O Cavaleiro das Trevas Ressurge”

Desfecho ótimo para trilogia brilhante

Assim como “Os Vingadores”, com

certeza “Batman - O Cavaleiro das

Trevas Ressurge”, que estreia esta

semana nos cinemas brasileiros,

é também um dos filmes mais

aguardados do ano. E ele faz jus

à espera. Baseado sempre no

personagem Batman da DC Comics,

o diretor Christopher Nolan (de

“A Origem”) encerra com maestria

a trilogia iniciada em 2005 com

“Batman Begins”, seguida de “Batman

- O Cavaleiro das Trevas”, de 2008 -

todos dirigidos por Nolan.

E para que esse desfecho

desse certo, o diretor conseguiu

transformar o longa não em

um filme isolado e sim em uma

complementação final da franquia.

Mas se engana quem pensa que o

personagem acabou, Nolan deixou

uma pequena abertura para uma

possível continuação (talvez uma

nova franquia), principalmente

com novos personagens que nem

existem nos quadrinhos. O certo é

que o cineasta não voltará à série,

assim como o ator Christian Bale

28

(“As Flores da Guerra”), protagonista

de todos os três filmes.

Também se engana quem

espera que este seja o melhor

da trilogia. Particularmente, o

segundo (“Batman - O Cavaleiro das

Trevas”) ainda é o melhor, mas este

último consegue equilibrar ação,

suspense, emoção e humor, e fechar

o círculo satisfatoriamente. Outra

boa característica nesta última

parte é que não existe só um herói

(Batman) ou só um vilão (Bane):

outros personagens participam para

salvar ou destruir Godam City. Um

exemplo é a mulher-gato, vivida

por Anne Hathaway (de “Diário de

Uma Princesa”; “Agente 86”). Outro é

Joseph Gordon-Levitt, no papel de

um policial dedicado, e de futuro

“promissor”.

O roteiro não

é totalmente

perfeito, tem

algumas

falhas, como

um melhor

aprofundamento sobre o vilão

Bane (Tony Hardy, de “A Origem”) -

nos quadrinhos, por exemplo, são

explicadas melhor a sua origem e

sua força fora do normal -, assim

como reviravoltas previsíveis. Mas

nada que afete a evolução do filme

e seu desfecho.

“Batman - O Cavaleiro das Trevas

Ressurge” é inspirado na série de


siga-nos em:

freesaopaulo.com.br na tela

quadrinhos Batman: Knightfall

(1993), série que marcou o

surgimento do vilão "Bane"; em The

Dark Knight Returns (1997), em que

Batman volta a Gotham City após

uma ausência de dez anos, e em

Terra de Ninguém (1999), em que um

grande terremoto abala Gotham.

Aqui, se passaram oito anos

desde que Batman saiu de cena,

passando de herói para fugitivo,

ao assumir a culpa pela morte

de Harvey Dent (o Duas Caras

do filme anterior, “Batman

- O Cavaleiro das Trevas”),

onde o Cavaleiro das Trevas

sacrificou tudo pelo que ele e o

Comissário Gordon esperavam

ser o melhor. Por um tempo

a mentira funcionou, as

atividades criminosas em

Gotham City foram esmagadas

pela lei anti-crime de Dent.

Mas tudo começa a mudar

com o aparecimento de Bane, um

super terrorista, cujos planos para

Gotham tiram Bruce de seu exílio

voluntário.

No elenco, destaque para Marion

Cotillard (de “Piaf - Um Hino ao

Amor”) e a volta de Michael Caine

(como o mordomo Alfred), Gary

Oldman (Comissário Gordon) e

Morgan Freeman (novamente no

papel de Lucius Fox).

Batman - O Cavaleiro das Trevas

Ressurge (The Dark Knight Rises) -

EUA, 2012. Direção de Christopher

Nolan. Com Christian Bale, Gary

Oldman, Anne Hathaway,

Joseph Gordon-Levitt, Tony

Hardy, Marion Cotillard,

Michael Caine, Morgan

Freeman.

Duração: 2h45.

Distribuição: Warner

Bross.

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facebook.com/FreeSaoPaulo Por Gregório Queiroz horóscopo

ÁRIES

O ambiente familiar

pode se modificar

neste momento.

Então, hoje, trabalhe para que seja

para melhor. Melhorias também

em sua moradia são possíveis por

agora.

LEÃO

Os problemas

antigos precisam ser

superados para você

poder ter um futuro renovado. É

tempo de limpar a área para que

novas motivações de vida possam

surgir.

SAGITÁRIO

Momento para se

decidir por eliminar

algo que já não funciona em

sua vida. Em outros casos, algo

necessita ser regenerado por

completo. Desfaça-se do que for

preciso.

GÊMEOS

Os negócios

e atividades

materiais podem se

desenvolver bem. Mas é preciso

que você atue com decisão.

Enfrentar as dificuldades sem ter

preguiça é fundamental.

LIBRA

É tempo de trabalhar

para definir a carreira

profissional. Boa hora

para constituir a profissão como

você quer. Um pequeno passo lhe

dará uma direção importante.

AQUÁRIO

É positivo mudar a

forma de trabalhar

ou mesmo mudar o

ambiente de trabalho,

de acordo com os sonhos pessoais.

Um passo mais amoroso pode ser

dado no trabalho.

casamentos - aniversários - batizados

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TOURO

A forma de sua vida

cotidiana precisa ser

definida nestes dias.

A agenda, as rotinas, as pessoas

e tudo o mais deveriam ter uma

configuração mais de acordo com

você.

VIRGEM

O conjunto de sua

vida precisa agora ser

definido, enquanto

direção, enquanto projeto. É

tempo de fazer a vida valer a

pena, tendo um sonho pessoal

que a conduza.

CAPRICÓRNIO

As uniões,

associações e a vida

a dois estão em momento de

decisão. Nelas, você precisa incluir

um pouco mais de seus sonhos

pessoais e íntimos.

CÂNCER

Aposte no melhor

de você e faça valer

sua vontade. Nada

de ficar repetindo situações só

porque elas lhe fornecem uma

segurança já envelhecida que lhe

apequena.

ESCORPIÃO

O momento

requer alguma

decisão quanto

ao encaminhamento da vida A

vontade agora é de crescer como

pessoa e aperfeiçoar-se no sentido

psicológico e espiritual.

PEIXES

É tempo de se decidir

nos assuntos afetivos

e amorosos. Há uma

bela promessa no ar, mas ela se

realizar depende de sua própria

afirmação destes sentimentos.

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