Destaques - Petros

petros.com.br

Destaques - Petros

PAI

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GEM

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2

revista PETROS

PETROS


Rua do Ouvidor, 98 :: Centro :: 20040-030

Rio de Janeiro :: RJ

Telefone :: (21) 2506-0335

Internet :: www.petros.com.br

E-mail :: petros@petros.com.br

DIRETORIA EXECUTIVA

Presidente :: Wagner Pinheiro de Oliveira

Diretores :: Maurício França Rubem, Ricardo

Malavazi e Sergio Queiroz Lyra

Secretário-geral :: Newton Carneiro

da Cunha

CONSELHO DELIBERATIVO

Titulares :: Wilson Santarosa (presidente),

Diego Hernandes, Fernando Leite Siqueira,

José Lima de Andrade Neto,

Paulo César Chamadoiro Martin e Yvan

Barretto de Carvalho

Suplentes :: Ari Marques de Araújo,

Armando Ramos Tripodi, Henyo Trindade

Barreto, Hugo Antônio Fagundes,

Nelson Sá Gomes Ramalho e Newton

Carneiro da Cunha

CONSELHO FISCAL

Titulares :: Paulo Teixeira Brandão

(presidente), Alexandre Aparecido Barros,

Carlos Augusto Lopes Espinheira e Rogério

Gonçalves Mattos

Suplentes :: Antônio José Pinheiro Rivas,

Marcos Antônio Silva Menezes, Mariângela

Monteiro Tizatto e Rodolfo Huhn

E-mail :: conselhofiscal@petros.com.br

revista revista PETROS

PETROS

Editor :: Hélio Pereira (Mtb 20.160/SP)

Redação :: Charles Nascimento (subeditor),

Renata Telles e Raphaela Moura (estagiária)

Gerência de Comunicação :: Washington

Araújo

Projeto Gráfico :: DTECH

Diagramação/Arte :: Ila M. Kohen

Ilustração :: Luiz C. Cabral de Menezes

Fotografia :: Américo Vermelho

Impressão :: Bangraf

Tiragem :: 90 mil exemplares

Filiada à

2004 está chegando ao seu final

e certamente ficará marcado como

um período de importantes avanços

para a previdência complementar

como um todo e os participantes da

Petros em especial. Foi o ano da regulamentação

dos novos institutos

(portabilidade, benefício proporcional

diferido – BPD, resgate e autopatrocínio)

que estavam para entrar

em vigor desde 2001. Foi também o

ano da conquista da isenção tributária

durante o período de acumulação

da poupança previdenciária.

O primeiro dispositivo ampliou

consideravelmente os direitos dos

participantes ao aumentar sua segurança

e autonomia em relação aos

fundos de pensão. Já a edição da

Medida Provisória 209 representou a

concretização de uma luta de 20 anos

do setor, pois incentiva a manutenção

dos recursos nas fundações.

Essas duas medidas resumem bem

o esforço do atual governo de mudar

a feição de todo o sistema previdenciário.

A um só tempo resgatou

a credibilidade e segurança para os

atuais e futuros poupadores e deu o

respaldo necessário para os fundos

retomarem sua vocação de parceiro

estratégico para o desenvolvimento

do país.

Outra importante providência, e

que deve trazer dividendos para a

fundação num futuro não muito distante,

foi o incentivo aos planos instituídos.

Parte do conjunto de propostas

do governo federal para democratizar

o acesso à previdência

complementar, a possibilidade de

criação de planos específicos para

sindicatos e associações de classe

abre um importante filão para as entidades

fechadas.

A Petros já conquistou seis planos

de instituidoras e já abraçou o

desafio de conquistar a adesão des-

se público (uma base de mais de 50

mil sindicalizados) e dos novos da

Petrobras. Tal demanda foi inclusive

definida como um dos eixos centrais

do plano estratégico para 2005.

Quanto aos investimentos, a fundação

está atenta e em consonância

com a retomada do crescimento econômico

do país. Nesse ano que se

finda, pode-se comemorar com certeza

a recuperação dos níveis de

emprego e renda. Quanto à taxa de

juros, se ainda não é a desejada, já

caiu bastante e aponta para um cenário

de migração dos investimentos

da renda fixa para o setor produtivo.

Nesse particular, o debate sobre

as Parcerias Público-Privadas (PPP)

interessa especialmente aos fundos

de pensão e a Petros tem debatido

intensamente a questão e acompanhado

de perto todos os lances. Precisamos

garantir uma legislação que

proteja os interesses das fundações

e seus participantes nessas parceiras,

uma vez que os investimentos

em infra-estrutura casam perfeitamente

com as necessidades dos fundos

de pensão.

São aportes de longo prazo, de

risco e retorno moderados e, mais

importante, geram caixa por todo o

período. Isso além de contribuírem

para o desenvolvimento do país e

para a rentabilização dos demais investimentos

que a Fundação possui

no setor produtivo. Nesse particular,

sem dúvida outro feito a se comemorar

nesse ano que se fecha é

a recuperação da imagem dos fundos

perante a população. Esse fato

se deve justamente à sua maior inserção

na economia produtiva e conseqüente

aumento de sua co-responsabilidade

no sonhado Brasil

para todos.

DIRET DIRETORIA DIRET DIRETORIA

ORIA EXECUTIV EXECUTIV EXECUTIVA EXECUTIV EXECUTIV

Editorial

Editorial

3

revista PETROS

PETROS


Cartas

Cartas

4

revista PETROS

PETROS

EVENT EVENTOS EVENT OS CUL CULTURAI CUL CULTURAI

TURAI TURAIS TURAI

Em primeiro lugar, expresso aqui meus cumprimentos a

toda equipe da revista revista PETROS PETROS. PETROS É um bom trabalho! E

agora a minha sugestão: que nós aposentados do sistema

Petrobras pudéssemos exercer nosso direito de pagar

meio ingresso nos cinemas, teatros, etc. mediante

um cartão que nos identificasse como aposentados. Por

força do convênio Petrobras/INSS, ficamos sem esse cartão.

Já fiz inúmeras tentativas para conseguir isso, mas...

não tive sucesso. Procurei junto ao INSS, depois no órgão

onde me aposentei, Ouvidoria da Petros, Ouvidoria

da Petrobras, lancei a idéia junto ao sindicato e... Eu

continuo frustrada quando vou a um cinema, teatro, exposição

de arte e lá encontro um aviso onde leio “estudantes,

aposentados e maiores de 65 anos pagam 1/2

ingresso” e não posso usufruir deste meu direito por

não dispor de um cartão que de forma prática me identificasse

como aposentada. Será que a revista revista PETROS PETROS que

sempre divulga artigos e dicas para os aposentados não

poderia dar uma forcinha pra que alcançássemos esse

Sirlei Sirlei Machado, Machado, mat. mat. 018006-7, 018006-7,

018006-7, objetivo? Antecipadamen-

via via e-mail e-mail

e-mail

te, agradeço pela atenção.

RESPOST RESPOST RESPOSTA: RESPOST A: A Petros vai estudar uma alternativa para

esses casos. Mas, a participante pode tentar usufruir

dos benefícios utilizando a carteira de identidade e o

crachá de aposentado da Petrobras.

VIVER VIVER SÓBRIO

SÓBRIO

Caríssimos, a matéria da revista evista PETROS PETROS de agosto sobre

nosso trabalho (de combate ao alcoolismo) repercutiu

muito positivamente por aqui. Tenho recebido votos

de parabéns e de incentivo à continuidade do nosso

trabalho e tratamento. Muito obrigado por tão grande

inspiração em suas palavras na matéria. Para alguém que

possa querer o livro (Porque quero viver sóbrio) ou nossa

palestra meus contatos são: (71) 9123.3717, (71)

An Antoni An toni tonio toni o T TTar

T Tar

ar arciso ar ciso Alves Alves d dde

d e M MMor

M or oraes oraes

aes aes, aes 350.3114, rota 821.3114,

mat. mat. mat. 082409-8, 082409-8, Salvador/BA

Salvador/BA residência (71) 287.2958.

CART CART CARTAS CART CART AS À À RED RED REDAÇÃO: RED AÇÃO: Sug Sugestões Sug estões estões, estões , arti artigos arti os os os, os , com comen com en entári en tári tários tários

os

ou ou críticas críticas envie envie para para revista@petros.com.br

revista@petros.com.br

revista@petros.com.br

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ÍNDICE

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6Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Social Social Social Social Social

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PETROS PETROS PETROS PETROS PETROS E E E E E DEMAIS DEMAIS DEMAIS DEMAIS DEMAIS FUNDOS FUNDOS FUNDOS FUNDOS FUNDOS

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ESTÁ ESTÁ ESTÁ ESTÁ ESTÁ MUDANDO MUDANDO MUDANDO MUDANDO MUDANDO IMAGEM IMAGEM IMAGEM IMAGEM IMAGEM DO DO DO DO DO

SISTEMA SISTEMA SISTEMA SISTEMA SISTEMA PREVIDENCIÁRIO

PREVIDENCIÁRIO

PREVIDENCIÁRIO

PREVIDENCIÁRIO

PREVIDENCIÁRIO


Tratam atam atamen atam en ento en to igual par para par tod todos tod os

Em proposta encaminhada à

Federação Única dos Petroleiros

(FUP)/Sindicatos, dia 29 de outubro,

a Petrobras assegurou

que pagará três benefícios

(suplementação Petros mais

INSS) a todos os participantes

aposentados e pensionistas que

fazem parte dos acordos coletivos

pertencentes à Petrobras,

Refap e Petroquisa. Quem já recebeu

2,5 ou 2,75 vezes o valor

da renda a título de incentivo

à migração ao PPV, agora receberá

a diferença. Com a medida,

a companhia atende a

mais uma reivindicação da FUP/

Sindicatos e garante tratamento

isonômico aos migrados e

não migrados.

De acordo com o secretáriogeral

da Petros, Newton Carneiro,

não será necessária nenhuma

contrapartida para receber

o benefício. A companhia optou

por promover um adiantamento,

que será compensado

por ocasião do equacionamento

das questões do plano. Conforme

ficou definido, os valores

serão calculados com base nos

salários-benefício de setembro

de 2004. Newton explicou ainda

que “o pagamento é fruto de

um entendimento entre a

Petrobras e a FUP/Sindicatos e

caberá a Petros apenas a parte

operacional do processo”.

O depósito em conta-corrente,

no entanto, não será feito

automaticamente. Para receber,

os aposentados e pensionistas

deverão assinar um Termo de

Compromisso. A assistente de

diretoria, Luiza Botelho, explicou

que a Fundação enviará um

kit para a casa dos aposentados

e pensionistas, onde constará

carta explicando todo o

processo. “Os participantes que

aceitarem o acordo deverão

assinar o documento e a carta

da patrocinadora – que já irá

assinada pela FUP – e devolver

à Petros”, informou. “O pagamento

terá início em dezembro,

desde que a Fundação receba o

termo assinado até o dia 2/12.”

A proposta não está inserida

em uma cláusula específica do

acordo coletivo, mas é fruto de

compromissos assumidos pela

Petrobras.

Como próximo passo, a

companhia dará continuidade

às discussões que visam a

equacionar a questão do défi-

As assistentes Gema

Martins e Luiza

Botelho e a atuária

Maria Alice

Burlamaqui fazem

parte do grupo de

estudos, juntamente

com o secretáriogeral

da Petros,

Newton Carneiro

cit do Plano Petros e encontrar

uma solução definitiva para os

cerca de 7 mil empregados novos

que ainda estão sem previdência

complementar, assim

como para os antigos problemas

do Plano Petros. Um grupo

de trabalho, que conta com

o assessoramento técnico de

profissionais da Fundação,

prossegue com as discussões

sobre o modelo de previdência

complementar.

Petr etr etrobr etr obr obras obr as pagará pagará três

três

benefícios benefícios a a todos todos os os

os

participantes participantes participantes aposentados

aposentados

e e pensionistas pensionistas que que fazem

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coletivos

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P etr etrobr etr obr obras obr as as, as

Ref Refap Ref ap e e P PPetr

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Acordo Acordo Coletivo

Coletivo

5

revista PETROS

PETROS


Replan

Replan

6

revista PETROS

PETROS

O Programa de

Menores

Assistidos

prepara jovens

para o mercado

de trabalho;

coordenado

pela assistente

social Nilze

Tacio foi um dos

projetos que

ganhou melhor

sistematização

após a

implantação da

SA 8000

Pi Pion Pi on oneir on eir eira eir na r rrespon

r espon esponsabili espon sabili sabilidad sabili ad ade ad e

A Replan fechou 2003 ostentando

o título de primeira

refinaria de petróleo do

mundo certificada pela Norma

de Responsabilidade Social

(SA 8000). Resultado de

um processo intenso que movimentou

a unidade, seus empregados

e fornecedores durante

todo o ano passado, a

certificação elevou o nível de

exigência da companhia para

outro patamar e as demais

unidades passaram a cobiçar

a mesma distinção (Lubnor e

Reduc já chegaram lá!).

“Após essa conquista, a relação

de trabalho, que já era um

dos diferenciais da Refinaria de

Paulínia, melhorou ainda mais”,

destaca o coordenador de Planejamento

e Controladoria,

José Roberto Kaschel Vieira. “A

palavra credibilidade e a

melhoria da comunicação interna

foram destacadas pelos empregados

nas entrevistas que os

auditores realizaram em junho

passado para ratificar a certi-

Arquivo Replan

ficação”, completa Odaléa

Elisabeth Franco de Lima, coordenadora

de Recursos Humanos.

Eles falam com a autoridade

dos que vivenciaram como

ninguém todas as fases do processo,

pois recaiu justamente

sobre suas áreas a maior carga

do desafio da implantação da

norma. Tudo começou, segundo

Kaschel Vieira, com a definição

do plano de gestão para

2003, onde se estabelecem os

programas estratégicos que vão

trazer melhorias para os processos

da unidade de refino como

um todo. A Replan decidiu, naquele

momento, incluir a diretriz

em sua política de conduzir

suas atividades de acordo

com requisitos de Responsabilidade

Social.

“Já certificada nas normas

da ISO 9000 (Qualidade), ISO

14001 (Meio Ambiente) e

OHSAS 18001 (Segurança e

Saúde Ocupacional), a unidade

abraçou o desafio de ampliar o

alcance de seu Sistema de Ges-

tão Integrado, por meio da aplicação

dos requisitos de Responsabilidade

Social estabelecidos

pela SA 8000.”

A primeira providência foi

contratar consultores para saber

em que pé estava a aplicação

de oito dos nove requisitos

exigidos pela norma e capacitar

um grupo de pessoas

para implementação do nono

item, justamente o sistema de

gestão. “Na realidade, o que fizemos

foi sistematizar o processo

que já era adotado na

unidade”, conta o coordenador.

A norma tem como ponto

alto a necessidade de que seja

eleito um representante dos

empregados. A refinaria foi

além e criou um subcomitê de

responsabilidade social na

Replan composto pelo gerentegeral,

representantes dos empregados,

do RH e da alta administração

para o sistema de

gestão integrada.

A essa equipe foi dada como

primeira incumbência sensibilizar

e conscientizar sobre a importância

das normas visando

engajar a todos no programa.

“Além de programas de treinamento,

foram criados canais de

comunicação específicos para

dialogar com os empregados e

implantada uma Ouvidoria para

encaminhar as demandas dos

contratados”, diz Odaléa.

Também foi definido um

programa de responsabilidade

social para os fornecedores da


soci social soci al

Replan, constando de

reuniões periódicas, e

a entrega de um guia

com os requisitos para

os representantes das

contratadas. “O cumprimento

dos 23 itens

contidos nos nove requisitos

da norma foram

posteriormente

checados por auditores

da Petrobras”, completa

a coordenadora.

O prêmio enfim

chegou em 19 de dezembro

de 2003,

quando a equipe de auditores

da empresa Det Norske Veritas

(DNV) recomendou a certificação.

Isso após ouvir empregados

e contratados, inclusive representantes

do Sindicato dos

Petroleiros de Campinas, e verificado

o cumprimento das

normas e o respeito aos direitos

em conformidade com os critérios

da SA 8000.

Na oportunidade, um dos

auditores que atuou nas entrevistas

fez questão de destacar

as boas condições de trabalho,

a alta tecnologia e as oportunidades

profissionais como diferenciais

importantes na Refinaria

de Paulínia. É essa rica

experiência, referência em toda

a companhia, que é compartilhada

pelos 780 empregados

próprios, cerca de 400 contratados

de rotina e um sem número

de prestadores de serviço

eventuais.

Sobre os setores

coordenados por

Odaléa e Kaschel

Vieira recaiu a

maior parcela do

desafio de

implantar a SA

8000

Seja Seja volun voluntári volun tári tário tári

do Fom Fome Fom e Z ZZer

Z er ero er

A Ouvidoria da Petros está cadastrando os

participantes aposentados para trabalhar como

voluntários no Programa Fome Zero da

Petrobras. Até 2006, a maior empresa do país

investirá R$ 303 milhões em propostas do

Petrobras Fome Zero, que beneficiarão a 4 milhões

de pessoas. O objetivo é fortalecer o combate

à miséria no país por meio da geração de

emprego e renda, melhoria das condições de

educação e qualificação profissional para jovens

e adultos, além da garantia de direitos da

criança e do adolescente.

A Petros irá capitanear a participação dos

voluntários, com um papel preponderante: o

de conhecer e adaptar o programa às necessidades

de cada comunidade. Outro aspecto

determinante do Programa Fome Zero será a

atuação das empresas, que deverão adaptar

suas potencialidades particulares para o sucesso

do projeto.

Segundo a ouvidora Vanda Ferreira, cada

parceira fará adaptações à sua realidade e, no

caso específico da Petrobras e da Petros, o objetivo

não será o assistencialismo. “Ao contrário,

procuraremos sempre fomentar o exercício

da cidadania, por meio da capacitação.” Para

mais informações, os interessados deverão entrar

em contato pelos telefones (21) 2506-

0808 ou (21) 2506-0855.

7

revista PETROS

PETROS


Informes

Informes

8

revista PETROS

PETROS

Petr etr etrobr etr obr obras obr as lança Pr Progr Pr ogr ogram ogr am ama am a Cultur Cultural Cultur al

A Petrobras lançou no dia 5

de novembro o edital do Programa

Petrobras Cultural. A segunda

edição do projeto envolve

verba total de R$ 61 milhões,

sendo R$ 45,5 milhões destinados

a seleções públicas de projetos

e R$ 15,5 milhões a iniciativas

culturais de escolha direta

da companhia. O evento

aconteceu no Edise (RJ) e reuniu

autoridades, convidados e

empregados.

O presidente da Petrobras,

José Eduardo Dutra, lembrou

que essa iniciativa reafirma o

compromisso que a empresa

sempre teve com relação ao

desenvolvimento da cultura

nacional. “Incentivo a todos

Eny Miranda

que têm projetos a apresentarem

à companhia. Faremos uma

seleção tão representativa

como a de 2004.”

Na ocasião, o ministro da

Cultura, Gilberto Gil, fez questão

de parabenizar e agradecer pela

iniciativa da Petrobras. “Hoje as

empresas têm um papel importantíssimo

na área cultural”, falou

Gil que ainda deu uma canja

no final do evento.

O gerente de Comunicação

da Petrobras, Wilson Santarosa,

não disfarçou a empolgação ao

divulgar o montante para o investimento

na área cultural.

“Serão mais de R$ 60 milhões!

Nós podemos nos orgulhar e

encher o peito porque nossa

Em Em Em Em Em 30 30 30 30 30 de de de de de outubro outubro outubro outubro outubro comemora-se comemora-se comemora-se comemora-se comemora-se o o o o o Dia Dia Dia Dia Dia do do do do do

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Arquivo

missão de democratizar a cultura

está sendo cumprida.”

Já o presidente da BR Distribuidora,

Roberto Landin,

ressaltou que o projeto deixou

de ser um sonho. “Primeiro

falávamos de promessas, agora

estamos mostrando realidades.”

Repr Repr Represen Repr Represen

esen esentan esentan

tan tantes tantes

tes tes tes rrrrrecebem ecebem ecebem ecebem ecebem hhhhhom om om omen omen

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O presidente da

Petrobras, José

Eduardo Dutra, e

o ministro Gil

participaram do

lançamento do

programa

evento evento evento evento evento marca marca marca marca marca o o o o o início início início início início de de de de de uma uma uma uma uma aproximação aproximação aproximação aproximação aproximação com com com com com

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Ambep. Ambep. Ambep. Ambep. Ambep. Conheça Conheça Conheça Conheça Conheça os os os os os contemplados contemplados contemplados contemplados contemplados na na na na na página página página página página 2. 2. 2.

2. 2.


O O futur futuro futur o escrito nas estr estrelas estr elas

É É a a sua sua sua vida vida que que eu eu quero quero bordar bordar na na minha/

minha/

Como Como se se eu eu eu fosse fosse o o pano pano e e você você você fosse fosse fosse a a linha/

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E E a a agulha agulha do do do real real nas nas mãos mãos da da fantasia/ fantasia/

fantasia/

Fosse Fosse bordando bordando ponto-a-ponto ponto-a-ponto nosso nosso dia-a-dia

dia-a-dia

Ao alinhavar o texto acima como uma de suas

mais bonitas obras, Gilberto Gil não avaliou que

um dia seria ministro da Cultura. Certamente não

passou também pela sua cabeça que seria ele o

grande articulador e pioneiro como participante

do primeiro plano de previdência complementar

voltado para a classe artística, o CulturaPREV.

Um auditório completamente lotado, durante o

II Encontro Funarte de Trabalhadores da Cultura,

em outubro, sediou o lançamento do plano a

ser administrado pela Petros.

Num discurso emocionado, Gilberto Gil lembrou

de sua participação, em Xangai, de um congresso

de ministros da Cultura de todo o mundo.

No encontro, falou da criação dos Pontos

de Cultura, projeto voltado para ampliar e estimular

manifestações culturais do país, envolvendo

comunidades carentes na produção artística.

Depois de sua fala, a ministra da Cultura do Canadá

perguntou: “Por que nós, de um país do

primeiro mundo, não pensamos nisso antes?”

Gil se inspirou no questionamento

da sua colega para perguntar:

Por que antes não foi feito um

CulturaPREV? O próprio ministro

respondeu: por que agora temos

um presidente que estimula a população,

tendo ministérios, como

os da Previdência e da Cultura,

abertos e prontos para atender às

reivindicações. “Foi em razão desta

abertura, deste estímulo ao

povo, que a cantora Rosemary botou

uma bolsa embaixo do braço,

saiu do Rio de Janeiro e foi até

Brasília bater na porta do Minis-

(Gilberto Gil)

tério da Cultura para solicitar a implantação do

nosso guarda-chuva, do nosso amparo para o

futuro, o CulturaPREV” relatou Gil. “Procuramos

então o Antonio Grassi (presidente da Funarte)

e o Ministério da Previdência para que, depois

de tantos anos, os trabalhadores na Cultura possam

antever um futuro tranqüilo.”

O secretário Adacir Reis, da SPC, enalteceu o

desprendimento do governo Lula ao abraçar a causa

dos fundos instituídos. Por sua vez, o presidente

da Petros, Wagner Pinheiro, conclamou a

todos para a conquista de adesões, afirmando que

há um potencial enorme. Antonio Grassi acentuou

que vê na Petros não só a administradora do

CulturaPREV, mas também uma grande parceira

neste trabalho com o Ministério da Cultura. A cantora

Rosemary, primeira a propor a criação do

plano, não pôde comparecer ao evento, mas

enviou um vídeo onde demonstrou total confiança

na administração da Petros.

Já aderiram ao plano a Cooperativa Paulista

de Teatro, o Sindicato dos Músicos Profissionais

do Rio de Janeiro, a Associação Sergipana de

Autores Musicais, os Sindicatos dos Artistas e

Técnicos (Sated) do Ceará, de Pernambuco e de

Sergipe. O presidente do Sated de Sergipe, Isaac

Galvão, discursou em nome dos participantes.

O ministro da Cultura (ao lado de integrantes da Diretoria Executiva) é um dos

principais entusiastas do fundo instituído pela Petros para a classe artística

CulturaPREV

CulturaPREV

Christiana Rufatto

9

revista PETROS

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Capa

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10

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complementar

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destaque destaque na

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governo governo e e serviu

serviu

para para ratificar

ratificar

uma uma série série de

de

recentes

recentes

conquistas

conquistas

de 1.800 pessoas participaram, em Fortaleza, do congresso que ratificou a importância

desenvolvimento do país

A começar pela escolha do

tema, “Construindo o Futuro”, a

Abrapp, o Sindapp e o ICSS acertaram

em cheio ao organizarem

o 25º Congresso dos Fundos de

Pensão, em Fortaleza. Realizado

entre os dias 27 e 29 de outubro,

o maior evento anual do

sistema reuniu mais de 1.800

pessoas na capital cearense, superando

todas as expectativas.

Entre os participantes, a chancela

de um ministro de Estado e

diversas autoridades governamentais.

Até por essas razões,

não poderia haver momento

mais oportuno para, por intermédio

do debate, se consolidar

os acertos e avançar em temas

que ainda precisam ser mais bem

lapidados.

Também ficou evidenciado,

em mais uma oportunidade, que

o presidente Luiz Inácio Lula da

Silva é um entusiasta da previdência

complementar. Durante o

workshop internacional que antecedeu

ao evento, o presiden-

te da Petros, Wagner Pinheiro,

destacou essa parceria. Segundo

o dirigente, a previdência

passa por um momento propício

ao crescimento, graças principalmente

ao incentivo do governo

federal. Nesse sentido, ele

ressaltou os avanços na legislação

nos últimos anos. “Já existem

marcos regulatórios suficientes

que favorecem ao crescimento

da previdência complementar.”

Essa é a visão do ministro da

Previdência, Amir Lando, expressa

na solenidade de abertura.

Ele defendeu o fortalecimento

dos fundos e anunciou que

em breve o governo editará outras

duas medidas provisórias

importantes para o fomento do

setor. A primeira delas instituirá

a Superintendência de Previdência

Complementar e a outra regulamentará

a criação de um

fundo de pensão para os servidores

públicos – um potencial

de 40 mil novos participantes


cada vez maior dos fundos de pensão para o

em cinco anos. “Estamos trabalhando

para assegurar a estabilidade

institucional dos fundos

de pensão.”

A Secretaria de Previdência

Complementar (SPC) esteve presente

na maioria dos painéis. O

próprio titular do órgão, Adacir

Reis, participou da plenária “Cidadania

e desenvolvimento social

e econômico”. Mas o ponto

positivo do congresso, para ele,

foi a participação maciça de autoridades,

dirigentes, conselheiros

e representantes dos participantes.

Sobre o engajamento

da SPC, Reis reiterou que tal fato

espelha a sinergia entre o governo

– que fixa as diretrizes regulatórias

– e o sistema em geral.

Reis ressaltou ainda a importância

da comunicação para demonstrar

a transparência do sistema,

elogiando a comissão da

Abrapp voltada para área por ter

realizado um ciclo de seminários

para jornalistas.

Numa referência às recentes

conquistas alcançadas

pelo setor, destacou

o avanço da gestão

dos fundos, o

novo modelo tributário

com a regulamentação

da MP 209, a criação

da previdência

associativa, o aprimoramento

do quadro

técnico da SPC e

a melhora da imagem

do sistema junto à

opinião pública. “Torcemos

para que os

fundos se mantenham

nesse processo

evolutivo. E se hoje o sistema é

melhor que ontem, amanhã será

melhor ainda.”

No que tange ao futuro, parece

que a estratégia de investimentos

das fundações passará

necessariamente pelas Parcerias

Público-Privadas (PPP), tema de

uma sessão plenária bastante

concorrida. Reis defendeu que

seja retirada da lei das PPP o limite

para as aplicações dos fundos

de pensão uma vez que “as

entidades já têm regras de aplicações,

com uma série de limites”.

Além disso, possuem conselhos

que avaliam esses investimentos.

O presidente da Funcef, Guilherme

Lacerda, mostrou sua indignação

ao rechaçar a proposta

que limita a participação dos

fundos nas PPP. Ele disse que o

projeto não é uma invenção do

governo, mas um instrumento

para fortalecer a política econômica.

“Estão achando o quê?

Que somos incapazes de gerir

empreendimentos? Ao contrário,

somos gestores de primeira, administradores

plenos.”

A polêmica que gravita em

torno do assunto fez com que a

Abrapp aprovasse uma moção de

repúdio a qualquer estabelecimento

de limites, além dos previstos

nas normas vigentes, para

os investimentos em que os fundos

de pensão venham a participar.

As fundações estão convencidas

que as PPP são uma

boa opção de rentabilidade no

cenário de juros declinantes que

se desenha.

Um dos painelistas,

o assessor econômico

do Ministério de

Planejamento, Orçamento

e Gestão, Flávio

Sottomayor, esclareceu

uma das principais

dúvidas acerca

do tema ao explicar

que, da forma como o

projeto foi elaborado,

o risco do negócio

será da iniciativa privada.

Além disso, o governo não

irá desembolsar um centavo sequer

na fase de criação. “A proposta

que tramita no Senado

não será a solução para todos

os problemas de infra-estrutura

do país, mas um instrumento jurídico

para permitir investimentos

por parte do governo.” Ainda

segundo ele, desmistificando

o que vem sendo dito, o modelo

brasileiro das PPP não é cópia

de nenhum outro país, mas

resultado da troca de experiências

com inúmeros dirigentes internacionais.

Técnicos Técnicos Técnicos do

do

Ministério Ministério da

da

Previdência

Previdência

e e da da SPC SPC

SPC

participaram

participaram

em em quase

quase

todos todos os

os

painéis

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11

11

revista PETROS

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Capa

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12

12

revista PETROS

PETROS

Workshop

internacional,

organizado pela

OCDE, debateu a

gestão nos fundos

de pensão

LOCOM LOCOMOTIV LOCOM TIV TIVA TIV A DO DO P PPAÍS

P AÍS

A cultura previdenciária brasileira

passa por mudanças significativas

e tem plenas condições

de crescer, adequando-se

ao momento político-econômico

atual. Em linhas gerais, essa

foi a conclusão dos especialistas

ao término do

congresso. Alguns

pontos, como a

reforma da previdência,

carecem

de maior debate,

como foi exposto.

Mas, a inserção de

temas universais

na pauta do governo

e a modernização

da legislação

são vistas com

bons olhos.

Essas temáticas foram os

pontos-chave dos painéis que

trouxeram à tona vários consensos,

mas também suscitaram

polêmicas. Um assunto que despertou

interesse foi “A inclusão

social pela previdência complementar”.

O economista e professor-adjunto

da Fundação Getúlio

Vargas, Flávio Marcílio

Rabelo, defendeu a redução do

Painéis ainéis

suscitaram

suscitaram

polêmicas, polêmicas,

polêmicas,

como como como a

a

proposta proposta de

de

redução redução do

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teto teto teto para para

para

algo algo em em torno

torno

de de R$ R$ 800

800

teto do INSS para valores mais

próximos à média salarial da

população, hoje em torno de

R$ 800. Para ele, a previdência

oficial deveria ser suficiente

para cumprir apenas as necessidades

básicas do cidadão,

porque da maneira

como está configurada

drena recursos

da população

mais pobre

em favor da classe

média.

No painel “Proposta

de um modelo

tributário

para a previdência

complementar” o

secretário-adjunto

da Receita Federal,

Ricardo Pinheiro, listou uma série

de avanços da legislação como

a edição da Medida Provisória

209. O secretário observou

que as alterações no modelo tributário

dos fundos de pensão

se inserem num conjunto de

ações destinadas a estimular o

investimento produtivo no país.

Na mesma linha, o deputado

José Pimentel (PT/CE), disse que

Autoridades

governamentais,

executivos dos

principais fundos de

pensão, dirigentes

da Abrapp/Sindapp/

ICSS e de entidades

dos participantes

compuseram a

mesa na solenidade

de abertura

a MP foi uma conquista “que eleva

o Brasil ao patamar de países

mais evoluídos em matéria de

tributação”. Já o economista

Paulo Rabello de Castro salientou

aspectos positivos da MP

209, mas propôs a redução em

10 pontos percentuais nas alíquotas

previstas, chegando à

isenção fiscal em sete anos.

Para o ex-diretor do Banco

Central, Gustavo Loyola, “os fundos

estão pressionados pela

necessidade de melhorar a rentabilidade

porque os juros dos

títulos públicos cairão”. Ele participou

do painel “Opções de investimentos

pelos participantes:

as experiências dos fundos de

pensão” e avaliou que o cenário

macroeconômico melhorou em

relação ao passado.

Durante o painel “Como estimular

o crescimento da cultua

previdenciária”, o jornalista

Wellington Silva, titular da área

na Previ e membro da Comissão

Técnica Nacional de Comunicação

da Abrapp, insistiu que

o novo desafio de todos os fundos

é disseminar a cultura

previdenciária no país. Segundo

ele, o momento nunca foi

tão propício para o crescimento

do setor.


SEMINÁRIO SEMINÁRIO INTERNACIONAL

INTERNACIONAL

Para aproveitar a presença de

importantes autoridades do sistema

previdenciário em Fortaleza,

a OCDE (Organização para a

Cooperação e o Desenvolvimento

Econômico), organizou no

dia 27 o workshop internacional

“O estado da arte na gestão

dos fundos de pensão”. No painel

“Educação financeira e comunicação

corporativa”, o presidente

da Petros lembrou que

o setor passa “por um momento

singular, incentivado pelo governo

federal”.

Wagner Pinheiro disse que o

efetivo acompanhamento da

política de investimentos, por

parte dos participantes, é fundamental.

“Mostrar transparência

e estar próximo dos beneficiários

é nossa obrigação.”

Nesse sentido, salientou que a

Petros já envia regularmente

uma série de documentos legais,

explicando sua política de investimentos.

Segundo o dirigente,

de forma pioneira, o diretor Financeiro

e de Investimentos,

Ricardo Malavazi, tem ministrado

palestras pelo país, numa

tentativa de aproximação e

transparência cada vez maiores.

Também fizeram parte do

painel o presidente da Previ,

Sérgio Rosa, e a analista sênior

da Diretoria Financeira da OCDE,

Barbara Smith. Entre os tópicos

abordados, destaque para a importância

da educação financeira

para a formação da poupança

previdenciária, as experiências

dos países da OCDE nesse

processo de ensino corporativo

e os meios utilizados no processo

de comunicação para informação

dos participantes.

PRESENÇA PRESENÇA E E A AATU

AA

TU TUAÇÃO TU AÇÃO MARCANTES

MARCANTES

Nos Nos três três dias dias dias de de congresso, congresso, foramforamforam foram foram realizados realizados realizados realizados realizados dez dez dez dez dez papapapapa- inéis, inéis, inéis, inéis, inéis, quatro quatro quatro quatro quatro plenárias plenárias plenárias plenárias plenárias e e e e e 14 14 14 14 14 apresentações apresentações apresentações apresentações apresentações técnicas, técnicas, técnicas, técnicas, técnicas, com com com com com

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históricohistóricohistórico histórico histórico da da da da da evolução evolução evolução evolução evolução dos dos dos dos dos planos planos planos planos planos de de de de de previdência previdência previdência previdência previdência no no no no no BraBraBraBraBra- sil. sil. sil. sil. sil. Ele Ele Ele Ele Ele lembrou lembrou lembrou lembrou lembrou que que que que que os os os os os planos planos planos planos planos de de de de de benefício benefício benefício benefício benefício definido, definido, definido, definido, definido,

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O O O O O gerente gerente gerente gerente gerente de de de de de Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia Engenharia e e e e e Administração, Administração, Administração, Administração, Administração, Cláudio Cláudio Cláudio Cláudio Cláudio

Bastos, Bastos, Bastos, Bastos, Bastos, participou participou participou participou participou da da da da da apresentação apresentação apresentação apresentação apresentação técnica técnica técnica técnica técnica sob sob sob sob sob o o o o o título título título título título

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13

13

revista PETROS

PETROS


Intercâmbio

Intercâmbio

14

14

revista PETROS

PETROS

Fun Fundos Fun os conhecem PPP PPP em em Portugal ortugal

No início do mês, executivos

dos maiores fundos de

pensão do país fizeram uma

viagem técnica de quatro dias

a Portugal para aprimorar informações

sobre o modelo das

Parcerias Público-Privadas

(PPP) do país. O intercâmbio

foi patrocinado pelo Banco

Espírito Santo, com o propósito

de explicar como esses

investimentos têm se comportado

por lá desde a regulamentação,

ocorrida há aproximadamente

seis anos.

A comitiva brasileira teve

audiência com o ministro das

Obras Públicas, Transportes e

Modelo Modelo de de PPP

PPP

proposto proposto para para

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o o mercado mercado brasileiro

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está está muito muito próximo

próximo

do do que que vigora

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de de seis seis anos

anos

Comunicações português, Antônio

Mexia, com gestores das

construtoras Mota-Engil e

Somague, empresas já atuantes

em projetos de infra-estrutura,

e com dirigentes da empresa

Fertagus, que administra

a linha ferroviária entre as

cidades de Lisboa e Setúbal.

Nas estradas onde não há cobrança

de pedágio, o gover-

no remunera a concessionária

de acordo com as estimativas

de veículos que circulam pelo

local. No caso dos trens, o

poder público aluga a utilização

da linha, mas começa a receber

somente depois de alcançado

um determinado número

de passageiros. O grande

debate atual é quem realmente

deverá pagar essa conta:

o contribuinte ou o consumidor

(usuário do serviço).

Diante dessa controvérsia, os

contratos estão sendo renegociados

para reestabelecer o

equilíbrio financeiro-econômico

das partes.

A comitiva brasileira retornou

com a impressão de

que a PPP é uma tendência

cada vez mais forte em toda

União Européia e, no caso específico

de Portugal, os investidores

ainda disseram-se satisfeitos

com os resultados.

Tanto que as parcerias agora

começam a se expandir para a

área de saúde, com o início da

construção de dez hospitais

públicos, que deverão estar

concluídos até 2008. Conforme

as regras, no caso das

obras, os riscos de construção

e de manutenção são exclusivamente

do investidor privado

e o governo português pagará

pela disponibilidade dos

recursos dos hospitais por um

período de 30 anos. A operação

dos serviços, por sua vez,

é regulamentada por um ou-

tro contrato, com validade de

dez anos – e o governo paga

pelos serviços prestados à população.

O presidente Wagner Pinheiro

disse que a visita foi proveitosa

porque a proposta brasileira

se aproxima do modelo

português e por isso, segundo

ele, o Brasil pode aperfeiçoar

seu projeto. Para o executivo,

o ponto forte das PPP é a oportunidade

de alavancar investimentos

do setor privado num

volume muito superior às possibilidades

do governo. Além

disso, o grande desafio da proposta

que tramita no Senado é

estabelecer um equilíbrio entre

o risco e o retorno. Transferir

todo o risco para a iniciativa

privada não será a solução para

as PPP porque o preço final do

serviço poderá ficar muito caro.

Do outro lado da balança,

“não dá para o Estado assumir

todas as possibilidades de perda,

porque a conta acabará também

no bolso do contribuinte”.

Além do presidente da Petros e

do assistente da Presidência,

Mário Sérgio Castanheira, participaram

da comitiva representantes

da Previ, Abrapp, Valia

Funcef, Caixa Econômica Federal,

Fundação Real Grandeza,

Fundação Codesc de Seguridade

Social, Fundação Casan, Previg,

Banco de Sergipe, Fapes,

BNDES, Ministério do Planejamento

– Brasil, Bes Investimento

do Brasil.


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Que tal viajar pelo mundo e

conhecer cidades históricas? Ou

então, voltar ao passado e

acompanhar uma linda história

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O O CÓDIGO CÓDIGO DA DA VINCI, VINCI, DE DE DAN DAN BROWN BROWN - - Um assassinato dentro do

Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma verdadeira conspiração a

fim de revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta

desde os tempos de Jesus Cristo.

QUEM QUEM TEM TEM MEDO MEDO DE DE DE ESCURO ESCURO, ESCURO , DE DE SIDNEY SIDNEY SHELDON SHELDON - - Quatro mortes

aparentemente acidentais em diferentes partes do mundo são a ponta

do iceberg de um plano que pode afetar o destino do planeta. Só

duas jovens viúvas podem impedir a concretização de uma trama de

assassinato e corrupção.

OLGA, OLGA, DE DE FERNANDO FERNANDO FERNANDO MORAES MORAES - - O livro conta a história de Olga Benario,

judia e comunista, que foi companheira de Luís Carlos Prestes e acabou

assassinada nos campos nazistas. Poucas obras alcançaram no

Brasil o sucesso desta biografia.

NÃO NÃO LEVE LEVE A A VID VIDA VID A TÃO TÃO A A SÉRI SÉRIO, SÉRI , DE DE HUGH HUGH PRA PRA PRATHER PRA THER - - A vida não

precisa ser tão complicada quanto o ser humano insiste em torná-la.

A simples decisão de não se agarrar aos problemas pode melhorar – e

muito – a vida das pessoas.

BUDAPESTE, BUDAPESTE, DE DE CHICO CHICO CHICO BUARQUE BUARQUE - - O personagem principal de “Budapeste”

é o ghost-writer José Costa. Em uma viagem para participar de

um congresso em Istambul, José Costa faz uma escala forçada na

Hungria. Após o evento, resolve voltar à capital húngara para aprender

o idioma, e torna-se amante de sua professora.

15

15

revista PETROS

PETROS


Comunicação

Comunicação

16

16

revista PETROS

PETROS

Uma pr previ pr evi evidên evi dên dênci dên ci cia ci cad cada cad a vez vez m mmelh

m elh elhor elh or

Segundo o

assessor de

comunicação do

MPS, a prioridade

da atual gestão

é a modernização

da previdência

No decorrer deste ano, a

Previdência Social pagará 23

milhões de benefícios, injetando

aproximadamente R$ 130

bilhões na economia. Da maneira

como é administrada,

essa montanha de dinheiro

transforma-se na principal ferramenta

de distribuição de

renda do país e na locomotiva

de centenas de pequenas cidades,

que se mantêm principalmente

com a renda vinda

dos aposentados.

Mesmo assim, segundo o

assessor de comunicação do

Ministério da Previdência, Cid

Furtado Filho, não está sen-

A A população população pode

pode

ajudar ajudar o o INSS

INSS

denunciando

denunciando

qualquer qualquer tipo tipo de

de

esquema esquema

esquema

fraudulento

fraudulento

do fácil melhorar a imagem

da instituição perante a opinião

pública. “Na verdade, o

nosso grande desafio é a imagem

da previdência, muito

desgastada e constantemente

atacada pela imprensa”,

explicou o jornalista durante

reunião realizada recentemente

com oito fundos de

pensão na sede da Petros.

Furtado reconhece que o

INSS precisa melhorar seus serviços,

mas atribuiu parte do

desgaste à própria imprensa

“que prioriza o noticiário sensacionalista

e que normalmente

vende mais jornal”. Muitas

vezes, segundo ele, a população

esquece as ações positivas

implementadas pelo órgão. “É

preciso vencer o desafio de publicar

boas pautas nos meios

de comunicação, o que é realmente

complicado.”

Sob a batuta do ministro

Amir Lando, ele afirma que a

prioridade da atual gestão é a

modernização da previdência.

“É fundamental melhorar os

nossos sistemas, combater a

corrupção e fechar os ralos de

escoamento dos recursos da

previdência.” O jornalista disse

que o ministro deseja ver a

previdência com um atendimento

mais humano, porque “o

trabalhador merece respeito,

conquistado por todos os anos

de contribuição para o desenvolvimento

do país”.

No que tange especifica-

mente à corrupção, Furtado salientou

que alguns avanços já

podem ser contabilizados. “Fechando

os ralos de desvios de

recursos, existe uma expectativa

de redução do déficit, previsto

para R$ 29,7 bilhões este

ano, muito considerável.”

Para ele, a população também

poderia ajudar com medidas

simples: denunciando

quando for contatada para participar

de um esquema fraudulento;

ou mesmo não aceitando

a compra e venda de lugares

enquanto espera na fila.

Ele admitiu que salvaguardar

a imagem de uma empresa

ou evitar possíveis escândalos

nem sempre é fácil. Com

relação à poupança previdenciária,

ele opina que a tarefa

é ainda mais complexa porque

não faz parte da cultura

brasileira, que busca sempre

resultados imediatistas. Nesse

contexto, os fundos terão

papel fundamental ao levar

essa imagem de solidez ao

sistema. “Para isso, é necessário

ter uma estratégia de

comunicação bem definida,

pois a imagem institucional

de uma empresa é seu maior

patrimônio.”

Na opinião do profissional,

a área de comunicação é um

dos órgãos vitais de uma companhia,

visto que tem a responsabilidade

de manter a integridade

e a boa imagem

diante de seu público externo.


Caipir Caipira Caipir sim senh senhor! senh or!

Apesar do bloqueio imposto

pelas rádios FM, que se rendem

aos modismos para impor

uma programação comercial aos

ouvintes, sempre haverá no

país espaço para a boa e velha

música genuinamente brasileira.

É caso do estilo sertanejo de

raiz que resiste bravamente ao

tempo por esse ‘interiorzão’ afora.

Enquanto houver ao menos

uma viola ou sanfona espalhadas

por aí, o sucesso desses baluartes

da musicalidade parece

estar garantido.

Que o diga o mineiro aposentado

José Adail Dias, 61

anos, que revela “ter nascido

apaixonado pela música”. No

Rio de Janeiro desde o final da

década de 1950, onde chegou

aos 16 anos meio sem destino,

logo começou a trabalhar como

contratado na terraplanagem

da Reduc. Com os primeiros salários

comprou um acordeão e

depois de algumas aulas passou

a tocar de ouvido.

Mostrou certo talento, mas

sempre viu a música como um

hobby em vez de profissão.

“Faço isso somente pelo gosto”,

avalia. “É muito difícil viver da

música no Brasil.” Talvez por

isso tenha recusado inúmeros

convites para sair pelo mundo

aventurando-se na carreira artística.

Em 1974, ingressou na

Petrobras por intermédio de

concurso público para trabalhar

na área de suprimento (DTSE).

Lá, o destino aproximou Dias e

o colega petroleiro Celso Renato,

que no horário de almoço

criaram composições em parceria.

Dias aproveitava a maior parte

do tempo vago para rascunhar

suas letras. Em paralelo,

sempre que tinha oportunidade

fazia shows juntamente com o

irmão mais novo, Miguel. O ponto

alto da dupla Adail e Miguel

foi, em 1990, o convite para participar

do concorrido programa

de auditório do Bolinha, exibido

na TV Bandeirantes.

Somente em 1993, depois

da aposentadoria, ele ficou à

vontade para se dedicar à música.

Com recursos próprios

gravou o LP “Toque toque

sanfoneiro”, obra que em

2000 foi remasterizada em CD,

acrescido de duas novas canções

inéditas. O trabalho em

vinil abriu as portas para outros

convites e participações

especiais como os arranjos melódicos

elaborados para o CD

Mulher bonita, de autoria de

Diel e Edil.

Dias hoje já contabiliza mais

de 100 músicas no repertório.

Seu processo criativo é espontâneo

e, para não ser traído pela

memória, sempre que surge

uma idéia anota imediatamente.

É avesso ao estrelato e toda

vez que convidado se apresenta

em festividades simples

como batizados e casamentos.

A seleção para o novo disco

está no forno e tão logo consi-

Arquivo pessoal

ga juntar dinheiro, lançará um

outro CD independente.

Casado e com duas filhas

que preferem o estilo pop, Dias

acredita que a música deve ser

uma devoção. E para estar próximo

dessa paixão, foi apresentador

nas rádios Solimões e

Sertão Alegre, voltadas para o

público sertanejo. Na programação

não podia faltar a dupla

Tião Carreiro e Pardinho, da qual

é fã. Ele aproveita a oportunidade

para pedir aos amigos da

época da ativa para entrarem

em contato: (21) 2776-3739.

Arquivo

Em 1990,

a dupla Adail e

Miguel

participou

de um dos

programas

com maior

audiência nas

tardes de

sábado, o Show

do Bolinha

Nossa Nossa Gente

Gente

17

17

revista PETROS

PETROS


Números Números do do Mês

Mês

18

18

revista PETROS

PETROS

Resum Resumo Resum dos números

de e setembr setembro/2004

setembr o/2004

FONTE: FONTE:

FONTE:

Gerência de

Controle

Fundação Fundação Fundação Fundação Fundação investiu investiu investiu investiu investiu

R$ R$ R$ R$ R$ 22,8 22,8 22,8 22,8 22,8 bilhões bilhões bilhões bilhões bilhões no no no no no mês; mês; mês; mês; mês;

desse desse desse desse desse total, total, total, total, total, 68,8% 68,8% 68,8% 68,8% 68,8%

foram foram foram foram foram em em em em em renda renda renda renda renda fixa fixa fixa fixa fixa

Resultado Resultado Resultado da da Petros

Petros

Janeiro a Setembro/2004 (milhões de reais)

Descrição Valores

Receita de contribuições das

patrocinadoras e participantes 553

Benefícios pagos aos participantes -1.133

Despesas administrativas -52

Fundos administrativo/Outros -46

A -678

Reavaliação dos compromissos

com pagamentos de benefícios B -1.985

C=A+B -2.663

Resultado dos investimentos D 2.546

Déficit Déficit Técnico Técnico do do período período período

E=C+D E=C+D -117

-117

Déficit Déficit Técnico Técnico acumulado acumulado em em 31/12/200 31/12/2003 31/12/200 F -2.240

-2.240

Déficit Técnico em 30/09/2004 -2.357

Ajuste de Títulos mantidos até o vencimento G 4 9

Equilíbrio Equilíbrio Técnico Técnico em em 30/09/2004 30/09/2004 H=E+F+G H=E+F+G H=E+F+G -2.308

-2.308

Investimentos Investimentos da da Petros

Petros

R$ 22,8 bilhões em Setembro de 2004

68,85%

Renda Fixa

Renda Variável

Investimentos

Imobiliários

Projetos de

Infra-Estrutura

Operações com

Participantes

20,83%

4,20%

2,30%

3,82%

Situação Situação Situação Patrimonial Patrimonial da da Petros

Petros

Setembro/2004 (milhões de reais)

Descrição Valores

Patrimônio para cobertura

dos compromissos A 23.527

- Investimentos 22.669

- Contribuições a receber e outros ativos 977

- Outras obrigações -119

Fundos

Patrimônio para cobertura

B -603

dos compromissos

Compromissos com benefícios

C = A + B 22.924

já concedidos D -17.057

Disponível para benefícios a conceder E = C + D 5.867

Compromissos com benefícios a conceder F -8.175

Resultado Resultado em em 30/09/2004

30/09/2004 30/09/2004

G G = = E E + + F F -2.308 -2.308

-2.308

Rentabilidade Rentabilidade dos dos Investimentos Investimentos Petros

Petros

comparada comparada a a a referências referências referências de de de mercado mercado mercado (variação %)

Referencial/Investimento Setembro/2004

CDI CDI

1,24

1,24

Renda fixa sem NTN-B - Petrobras 1,34

IBX IBX IBX - - 50 50

5,94

5,94

Carteira de ações (giro) 4,63

IBX IBX - - 100 100

5,50

5,50

Fundos de small caps 4,11

Metarial Metarial (IPCA (IPCA + + 6% 6% ao ao ano) ano)

1,18

1,18

NTN-B – Petrobras (1)

(1) 1,12

Carteira de ações (permanente) 3,50

Investimentos imobiliários (2)

Empréstimos a Participantes (2)

(2) 0,68

(2) 1,45

Projetos de infra-estrutura 1,75

Referencial Referencial Ponderado Ponderado

1,80

1,80

Total otal d ddos

d os Investim Investimen Investim en entos en tos 1,82

1,82

Diferença Diferença em em pontos pontos percentuais percentuais entre entre a a rentabilidade

rentabilidade

total total dos dos investimentos investimentos investimentos e e a a meta meta atuarial atuarial

0,64

0,64

IPCA IPCA de de Agosto Agosto

0,69

0,69

(1) (1) As NTN-B – Petrobras oriundas do pagamento da antiga dívida da Petrobras têm

rendimento igual à meta atuarial e esta diferença aqui observada deve-se a

peculiaridades dos procedimentos de cálculo. (2) Rentabilidade preliminares.

Fonte: onte: Gerência de Administração Financeira. Elaboração: Elaboração: Gerência de Controle.

Calendário Calendário de de Pagamento Pagamento de de de Benefícios Benefícios Petros

Petros

Mês Data/Crédito Mês Data/Crédito

Novembro/2004 25 Dezembro/2004 20


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