Revista Securitas Edição 74.pdf
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índice | ficha técnica editorial<br />
Nesta <strong>Edição</strong><br />
EDITORIAL<br />
MENSAGEM<br />
Dar um novo rosto ao Sector<br />
NACIONAL<br />
Não se preocupe com aquilo que não pode mudar<br />
Na vanguarda das soluções inovadoras<br />
Protecção de Trabalhadores Isolados e Móveis<br />
Projecto INOVA <strong>Securitas</strong><br />
Comunicação Interna<br />
Segurança e riscos para o negócio<br />
<strong>Securitas</strong> na Segurança Logística<br />
VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA<br />
Parceria com <strong>Securitas</strong> tem 36 anos<br />
“Damos muita importância à segurança”<br />
“Optámos pela proposta mais competitiva”<br />
“Os serviços da <strong>Securitas</strong> são excelentes”<br />
Flexibilidade da <strong>Securitas</strong> Elogiada<br />
VIGILÂNCIA MOBILE<br />
A vantagem de um único interlocutor na segurança<br />
DESTAQUE<br />
Quem faz a diferença<br />
INTERNACIONAL<br />
Nova Sede da <strong>Securitas</strong> Espanha<br />
<strong>Securitas</strong> Bélgica Responsável pela Segurança do<br />
Parlamento Europeu<br />
<strong>Securitas</strong> no Torneio Stradivarius 2012<br />
RESPONSABILIDADE SOCIAL<br />
2ª Corrida da Criança<br />
Associação de Dadores de Sangue de Évora<br />
<strong>Revista</strong> Visão Braille<br />
| 03<br />
| 04<br />
| 07<br />
| 09<br />
| 11<br />
| 13<br />
| 13<br />
| 14<br />
| 15<br />
| 18<br />
| 27<br />
| 33<br />
| 42<br />
| 51<br />
| 58<br />
| 65<br />
| 72<br />
| 74<br />
| 75<br />
| 76<br />
| 77<br />
| 78<br />
Capa: Vigilantes Paulo Garcia e Joana Inês Matos,<br />
na Celbi, Figueira da Foz<br />
FICHA TÉCNICA<br />
<strong>Revista</strong> <strong>Securitas</strong> Portugal<br />
PROPRIEDADE<br />
<strong>Securitas</strong> - Serviços e Tecnologia<br />
de Segurança S.A.<br />
SEDE<br />
Rua Rodrigues Lobo, n.º 2<br />
Edifício <strong>Securitas</strong><br />
2799-553 Linda-a-Velha<br />
EDIÇÃO<br />
Direcção de Marketing<br />
DIRECTOR<br />
Firmino Fonseca<br />
DESIGN, PRODUÇÃO DE CONTEÚDO<br />
E ACOMPANHAMENTO GRÁFICO<br />
RH Positivo ©<br />
www.rhpositivo.pt<br />
IMPRESSÃO E ACABAMENTO<br />
Multitema - Partners for Printing<br />
FOTOGRAFIA<br />
José Oliveira Ribeiro<br />
Sérgio Botelho (foto do Tribunal Comarca<br />
de Ponta Delgada)<br />
TIRAGEM<br />
8.500 exemplares<br />
PERIODICIDADE<br />
Semestral<br />
DISTRIBUIÇÃO<br />
Gratuita aos Colaboradores da <strong>Securitas</strong><br />
e a Clientes<br />
www.securitas.pt<br />
Alvarás:<br />
MAI, N.º 22A (2004.11.25);<br />
N.º 22B e C (1999.03.04);<br />
N.º 22D (2001.02.07).<br />
Proibida a reprodução total ou parcial sem autorização prévia da<br />
<strong>Securitas</strong> - Serviços e Tecnologia de Segurança S.A.<br />
Em tempos de maior incerteza económica e social, torna-se ainda mais importante e<br />
mesmo decisivo que a segurança de pessoas e bens esteja entregue a empresas capacitadas<br />
para analisar os riscos e vulnerabilidades das entidades contratantes.<br />
Os exemplos dos Clientes que tivemos oportunidade de visitar, relatados nesta edição<br />
da nossa revista, são disso testemunho, nomeadamente no caso da Celbi, com quem,<br />
num verdadeiro espírito de parceria que dura há 36 anos, temos, em conjunto, desenvolvido<br />
as soluções de segurança mais adequadas a necessidades específicas.<br />
Em altura de crise, como se verifica actualmente, a nossa resiliência é posta à prova todos<br />
os dias, bem como a nossa capacidade de adaptação. Somos obrigados a olhar para<br />
as coisas de forma diferente, a procurar novas soluções, a encontrar novos caminhos,<br />
diferenciando-nos ainda mais pelo conhecimento e pela inovação.<br />
Talvez não tenhamos outra alternativa senão olhar o futuro de frente, com confiança. E<br />
o futuro vai-se construindo, passo a passo, com muito trabalho, sem baixar os braços,<br />
ultrapassando os obstáculos com uma atitude positiva, com o sucesso em mente.<br />
O sentido profissional que colocamos no trabalho e o desejo de superar as expectativas<br />
dos Clientes, factores que fazem parte do ADN da <strong>Securitas</strong>, farão toda a diferença e<br />
assegurarão o continuado sucesso da empresa no futuro!<br />
Aproveito esta oportunidade para desejar a todos os Colaboradores e respectivas famílias<br />
um bom e merecido período de férias!<br />
Firmino Fonseca<br />
Director de Marketing<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
2 3
mensagem<br />
ULTRAPASSAREMOS AS DIFICULDADES<br />
Dar um novo rosto ao Sector<br />
Gostaria de iniciar esta mensagem com uma breve referência à actual<br />
situação que se vive no País. Como é do conhecimento geral, Portugal enfrenta<br />
uma situação muito difícil, que se faz sentir ao nível dos particulares e empresas.<br />
A crise local não é única, pois já se chegou à conclusão de que o problema<br />
é sistémico, afectando, em maior ou menor grau, os países Europeus.<br />
O ajustamento que está a ser implementado,<br />
reconhecidamente necessário,<br />
resulta em constrangimentos<br />
significativos, aos quais todos temos<br />
de fazer face, no dia-a-dia. A liquidez<br />
dos particulares e das empresas<br />
é afectada, com impacto directo na<br />
economia, que se vê privada dos recursos<br />
necessários para um salutar<br />
desenvolvimento e crescimento.<br />
Parece estar a fazer-se luz sobre a<br />
urgente necessidade, a nível Europeu,<br />
de se avançar com políticas de<br />
crescimento, sem o que não se vislumbra<br />
ser possível ultrapassar a actual<br />
conjuntura. Penso que deve ser<br />
evitada uma situação de recessão<br />
prolongada, para podermos ter alguma<br />
esperança de que o esforço colectivo<br />
vale a pena e de que o nosso<br />
futuro possa vir a ser razoavelmente<br />
promissor.<br />
Relatório Anual de Segurança<br />
Privada – 2011<br />
Foi divulgado há dias o Relatório Anual<br />
de Segurança Privada – 2011, documento<br />
preparado anualmente pelo<br />
Conselho de Segurança Privada, no<br />
âmbito das directrizes emanadas do<br />
Ministério da Administração Interna.<br />
O Relatório reconhece a importância do Sector no contexto nacional,<br />
em resultado das solicitações dos cidadãos e da sociedade<br />
em geral, visando aumentar a sua segurança e qualidade de<br />
vida, mas aponta para a existência de fragilidades no quadro legal<br />
e na qualidade dos serviços que são prestados.<br />
Assim, no decorrer de 2011, os principais problemas ou nãoconformidades<br />
detectadas nas acções de controlo da actividade<br />
foram:<br />
(i) a existência de Vigilantes na qualidade de prestadores<br />
individuais de serviços de segurança a entidades titulares de<br />
alvará, quando os mesmos devem estar vinculados por contrato<br />
de trabalho;<br />
(ii) o uso indevido de uniformes autorizados;<br />
(iii) incumprimento dos deveres especiais a que estão obrigadas<br />
as empresas titulares de alvará ou licença, nomeadamente<br />
a prova de cumprimento das obrigações fiscais, e das<br />
relativas à Segurança Social;<br />
(iv) ilegalidade e incumprimento dos planos de formação<br />
profissional, por parte de algumas entidades formadoras;<br />
(v) ausência de livro de registo de actividades ou o seu não<br />
preenchimento, tendo sido detectadas situações de ausência<br />
de contrato de prestação de serviços ou de emissão de<br />
facturas legalmente exigíveis;<br />
(vi) utilização de armas de fogo sem que a autorização expressa<br />
da entidade patronal tenha sido comunicada ao Departamento<br />
de Segurança Privada.<br />
Como se compreenderá, as não-conformidades acima expressas<br />
no Relatório revelam situações que põem em causa a justeza de<br />
funcionamento do Sector, distorcendo as regras da saudável concorrência<br />
entre os diversos “players” da indústria.<br />
Jorge Couto, Administrador-Delegado<br />
A constatação destes factos levou a que fossem definidas, para<br />
o ano de 2011, prioridades que visavam analisar e resolver os<br />
problemas acima referidos. Foram também aumentadas as acções<br />
de fiscalização, que totalizaram 7.472 durante o ano, e das<br />
quais resultaram 1.623 contra-ordenações e acções de controlo<br />
em relação a 20.895 Vigilantes.<br />
Em resultado das acções de fiscalização, foram detectados 415<br />
crimes, em relação aos quais foram aplicadas coimas no valor de<br />
1,2 M€.<br />
Intervenção Inspectiva no Sector da Segurança<br />
Privada<br />
Paralelamente aos desenvolvimentos que acabei de referir, a Autoridade<br />
para as Condições de Trabalho (ACT), em conjunto com<br />
os principais parceiros do Sector, avançou com um projecto de<br />
Intervenção Inspectiva que envolve os 40.000 trabalhadores a<br />
desempenhar funções na área da segurança privada.<br />
Este projecto, que decorre durante 2012, pretende alcançar uma<br />
melhoria das condições de trabalho, defender o trabalho digno,<br />
eliminar a concorrência desleal e outras práticas, tais como a duração<br />
excessiva dos horários de trabalho e o não pagamento das<br />
retribuições legalmente previstas.<br />
Estas situações têm ocorrido devido à adopção de práticas comerciais<br />
desleais, nomeadamente a apresentação de preços inferiores<br />
aos do custo dos serviços. Convém também acautelar<br />
a eventual fuga às obrigações fiscais e laborais. Através da resolução<br />
das principais desconformidades detectadas no Sector, é<br />
expectável um aumento considerável do volume de emprego e<br />
das receitas de Segurança Social e fiscais.<br />
Com base em todo o trabalho desenvolvido<br />
pelos parceiros sociais<br />
do Sector, representantes das empresas<br />
e dos trabalhadores, a ACT<br />
recomenda que os preços a praticar<br />
pelas empresas de Segurança Privada<br />
reflictam todos os custos inerentes<br />
à prestação de um serviço, para<br />
evitar que estas empresas e as entidades<br />
adquirentes do serviço cometam<br />
ilegalidades consideradas muito<br />
graves, nomeadamente o dumping<br />
social e a concorrência desleal. Às<br />
entidades adquirentes dos serviços<br />
de segurança privada é recomendado<br />
pela ACT que não negoceiem<br />
a preços inferiores ao do custo dos<br />
serviços, e que assegurem que as<br />
empresas de Segurança Privada estejam<br />
devidamente licenciadas mediante<br />
alvará para a actividade, que<br />
sigam as práticas recomendadas e<br />
que os respectivos trabalhadores estejam<br />
abrangidos pelo Regime Geral<br />
de Segurança Social e que cumpram<br />
com as obrigações para com a Segurança<br />
Social.<br />
Trata-se de uma iniciativa extremamente<br />
importante, que poderá contribuir<br />
para o controlo de situações<br />
abusivas que prejudicam as empresas<br />
que respeitam o quadro legal<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
4 5
vigente, o Estado que perde receita<br />
fiscal, e, acima de tudo, os próprios<br />
Vigilantes do Sector.<br />
Não poderia deixar, nesta ocasião, de<br />
apelar a todos os Colaboradores da<br />
<strong>Securitas</strong> para que focalizem as suas<br />
energias nos objectivos essenciais<br />
da empresa. O espírito de luta, a conjugação<br />
de esforços e a união entre<br />
todos são, agora, ainda mais importantes.<br />
Estou certo de que a <strong>Securitas</strong> conseguirá<br />
ultrapassar as dificuldades do<br />
actual ciclo, surgindo, no futuro, mais<br />
forte e preparada para os novos desafios<br />
que irão certamente surgir.<br />
Jorge Couto<br />
Administrador-Delegado<br />
CONCENTRE-SE NO QUE REALMENTE IMPORTA<br />
Não se preocupe com aquilo<br />
que não pode mudar<br />
“São inúmeras as vezes que recorro à Oração da Serenidade”, de Reinhold Niebuhr, quando<br />
enfrento um desafio na minha vida: “Deus, concede-me a graça de aceitar com serenidade<br />
aquilo que não posso mudar, dá-me coragem para mudar o que deve ser mudado e sabedoria<br />
para distinguir uma coisa da outra”<br />
“Um executivo que se submeteu a um exercício que utilizo nos<br />
meus programas de coaching sobre liderança descobriu que<br />
54% das suas preocupações se relacionavam com coisas que<br />
provavelmente nunca iriam acontecer, 26% eram relativas a acções<br />
passadas que não podiam ser alteradas, 8% diziam respeito<br />
à opinião de pessoas cuja opinião não era importante para ele, 4%<br />
correspondiam a problemas de saúde que, entretanto, resolvera,<br />
e apenas 6% se referiam a problemas reais que mereciam a sua<br />
atenção. Ao identificar as preocupações acerca das quais nada<br />
podia fazer ou que eram desperdício completo de energia, deitando-as,<br />
em seguida, para trás das costas, este homem eliminou<br />
94% dos problemas que o afligiam.”<br />
Sharma, Robin in “Quem Chorará por mim?” Editora Pergaminho,<br />
pág. 178.<br />
Os tempos conturbados que vivemos no nosso país causam<br />
stress, desgaste físico e emocional em todos nós.<br />
A taxa de desemprego atingiu recordes históricos, a situação económica<br />
degrada-se, a imprensa repete até à exaustão parangonas,<br />
notícias sensacionalistas, muitas sem sentido e nós ouvimos,<br />
vemos, assistimos, passivamente… e sofremos!<br />
Quando chegará a minha vez? Será que eu e a minha família vamos<br />
continuar a ter trabalho? Ou pensamos: vou conseguir encontrar<br />
um trabalho, agora que estou desempregado?<br />
Esta autêntica violência causa-nos a nós e aos colegas na Organização,<br />
sofrimento, angústia e tristeza!<br />
Temos de saber digerir muito bem os inputs exteriores, filtrar o<br />
que não tem interesse e concentrarmo-nos naquilo que realmen-<br />
Jorge Martins, Director<br />
de Recursos Humanos<br />
te importa e tem importância na nossa<br />
vida e que está ao nosso alcance<br />
mudar, em particular no que respeita<br />
à nossa actividade profissional:<br />
Não está ao nosso alcance determinar<br />
a taxa de desemprego do País, o<br />
défice externo, o número de empre-<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
6 7<br />
nacional
sas que já encerraram ou vão encerrar,<br />
a taxa de crescimento prevista do<br />
PIB, etc., etc.. Então, se estas questões<br />
não estão ao nosso alcance alterar,<br />
porque é que nos preocupamos<br />
tanto com elas, ao ponto de ficarmos<br />
deprimidos, tristes, angustiados?<br />
Estou realmente empenhado naquilo<br />
que faço? Retiro prazer no meu trabalho?<br />
Faço-o com gosto? Sei qual<br />
é a minha missão no Cliente onde<br />
presto serviço? Conheço os procedimentos<br />
aplicáveis? Já interiorizei as<br />
ferramentas que a empresa colocou à<br />
disposição – Manual do Vigilante? As<br />
Normas Técnicas de Serviço e outros<br />
documentos de suporte estão actualizadas?<br />
Actuamos em função destes<br />
requisitos? Conheço as normas de<br />
Saúde e Segurança no Trabalho aplicáveis<br />
no meu posto de trabalho?<br />
Qual foi a última vez que eu propus à<br />
minha chefia acções concretas, tendo<br />
em vista a melhoria do serviço no<br />
Cliente onde trabalho?<br />
Os registos obrigatórios no âmbito<br />
do SGE – Sistema de Gestão da Empresa,<br />
estão actualizados?<br />
Estas são as questões com as quais<br />
nos devemos preocupar e que devem<br />
merecer a nossa atenção e em-<br />
Vigilantes Sandra Andrade e César Pinto<br />
penho, porque está ao alcance de cada um de nós a sua implementação<br />
e melhoria.<br />
Estes aspectos que acabei de enunciar são os que fazem realmente<br />
a diferença na qualidade de serviço prestado ao Cliente.<br />
Estou certo que nós fazemo-lo bem, melhor que a concorrência,<br />
no entanto, temos a consciência que podemos fazer melhor, com<br />
optimização de custos e outros ganhos.<br />
Os instrumentos de medida que usamos na aferição da qualidade<br />
de serviço ao Cliente – inquéritos de satisfação do serviço prestado,<br />
survey aos Colaboradores e outros, são demonstrativos de<br />
que estamos no caminho certo, no entanto, temos sempre a ambição<br />
de fazer mais e melhor com menos custos.<br />
Ninguém na Organização pode estar alheado destes factos que<br />
estão ao nosso alcance e, porque não dizer alto e bom som, são<br />
da responsabilidade individual de cada um!<br />
Há alguns dias, quando estava numa fila de espera de um serviço<br />
público, ouvi alguém queixar-se: “ … não fui eu que contribuí para<br />
o estado a que o País chegou!...”<br />
É fácil empurrar para o chefe, para a empresa, para o País, para<br />
os políticos e decisores, tudo o que de mal nos rodeia. O difícil é<br />
questionarmo-nos sobre as questões relacionadas com o nosso<br />
trabalho, que podemos e devemos alterar e melhorar.<br />
Estou realmente convencido de que as questões que enumerei<br />
fazem parte dos 6% de preocupações que Robin Sharma refere<br />
no seu artigo, e que realmente devem merecer atenção no dia-a-<br />
-dia da nossa actividade profissional.<br />
Jorge Martins<br />
Director de Recursos Humanos<br />
DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO<br />
Na vanguarda das<br />
soluções inovadoras<br />
Oito meses após o início de actividade do Departamento de Tecnologia e Inovação (DTI),<br />
voltámos ao contacto com o seu responsável, Eng.º Jorge Garção, para nos dar conta dos<br />
desenvolvimentos mais recentes nesta vertente do negócio.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - De que forma tem decorrido a actividade<br />
do Departamento de Tecnologia e Inovação, desde o seu<br />
lançamento?<br />
Jorge Garção - A actividade do Departamento de Tecnologia e<br />
Inovação tem decorrido de forma muito satisfatória, considerando<br />
que apenas decorreram oito meses desde o seu início e que,<br />
durante esse período, começámos a operação da Central Receptora<br />
de Alarmes (CRA), construímos a equipa técnica, concretizámos<br />
a migração de cerca 3.000 Clientes, assumimos o serviço de<br />
assistência técnica a todos os nossos Clientes e estamos a iniciar<br />
um novo desafio de gestão e coordenação de obras. Dentro deste<br />
contexto, tem sido um período exigente, de muito trabalho e<br />
só superado com o empenho e dedicação de todos os profissionais<br />
deste Departamento e com o apoio e cooperação de toda a<br />
empresa.<br />
SP - A formação dos Colaboradores sempre foi considerada<br />
como estratégica na <strong>Securitas</strong>. Qual a relevância que atribui<br />
à formação dos Técnicos que integram o DTI? Neste contexto,<br />
a <strong>Securitas</strong> pode fazer a diferença?<br />
JG - Numa actividade em contínuo desenvolvimento tecnológico,<br />
todos os dias surgem novos equipamentos e novas técnicas. Na<br />
área da segurança electrónica, as soluções estão cada vez mais<br />
dependentes das tecnologias de informação. Há 20 anos atrás, o<br />
técnico de segurança tinha de ter conhecimentos de electricidade<br />
e electrónica geral. Além destas valências, no futuro próximo,<br />
o técnico de segurança terá de ter profundos conhecimentos em<br />
comunicações, informática e gestão de redes. Por esta razão, é<br />
fundamental, criar um plano de formação que responda às necessidades<br />
e permita o desenvolvimento técnico dos profissionais.<br />
A formação técnica, sendo muito importante, não será exclusiva,<br />
estão também previstas acções de<br />
formação na área da segurança no<br />
trabalho e na área comportamental.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
8 9<br />
nacional<br />
Jorge Garção, Responsável do DTI
SP - Um dos compromissos da <strong>Securitas</strong>,<br />
ao lançar o novo Departamento,<br />
era assegurar aos Clientes<br />
um serviço de Assistência Técnica<br />
de qualidade. Qual a importância<br />
deste compromisso? Considera<br />
que o mesmo está a ser cumprido?<br />
JG - A <strong>Securitas</strong> aposta na ligação<br />
duradoura com os seus Clientes. Se<br />
olharmos o nosso portfolio, constatamos<br />
que apesar das dificuldades<br />
económicas e da concorrência,<br />
muitas vezes “desleal”, mantemos<br />
contratos durante muitos anos. Este<br />
facto deve-se à grande preocupação<br />
que temos na execução do nosso<br />
serviço e à satisfação do Cliente.<br />
A actividade de assistência técnica<br />
tem como missão garantir a operacionalidade<br />
dos sistemas de segurança<br />
electrónicos, por esta razão, é<br />
também um aspecto que influencia<br />
a qualidade do nosso serviço global.<br />
O serviço de Assistência Técnica tem<br />
privilegiado a reparação das avarias<br />
no mais curto espaço de tempo.<br />
Nestes oito meses de início de actividade,<br />
realizámos mais de 5.000<br />
intervenções de assistência técnica,<br />
conseguindo tempos de resposta,<br />
ao pedido de intervenção, de 48 horas<br />
no máximo. Apesar de estarmos<br />
muito satisfeitos com estes números,<br />
existe ainda muito trabalho a<br />
Vigilante Sérgio Pereira na Central Receptora de Alarmes<br />
fazer. Estamos a desenvolver uma aplicação (WebTec) que irá<br />
permitir gerir os pedidos de assistência, bem com a gestão da<br />
comunicação do Departamento com as Filiais operacionais. Esta<br />
aplicação, que está em fase de implementação em toda a empresa,<br />
vai permitir ainda retirar dados de gestão e medição da rentabilidade<br />
da actividade.<br />
SP - A Central Receptora de Alarmes da <strong>Securitas</strong> desempenha<br />
um papel fundamental no serviço prestado aos Clientes.<br />
Considera que a resposta da nossa CRA, a sinais de alarme,<br />
é eficaz?<br />
JG - Todo o projecto da CRA foi pensado de forma a garantir um<br />
bom serviço, desde a infraestrutura de comunicações, à formação<br />
e ao número de operadores.<br />
Apesar de todos os cuidados que tivemos, o serviço de recepção<br />
de alarmes tem períodos diários com picos de actividade, o que<br />
torna muito difícil dimensionar a equipa para esses aumentos de<br />
recepção de alarmes.<br />
Por este motivo, devemos considerar a eficácia do serviço em termos<br />
médios. Os dados de que dispomos permitem afirmar que o<br />
serviço é eficaz, conducente com a responsabilidade de um líder<br />
de mercado, que somos.<br />
SP - Quais os objectivos do DTI num futuro próximo?<br />
JG - Os nossos objectivos futuros são consolidar os processos<br />
organizacionais do Departamento, para garantir um serviço de<br />
Assistência Técnica de qualidade; dinamizar o serviço de monitorização<br />
de alarmes da CRA com novas ofertas; criar iniciativas<br />
para melhorar as competências da empresa na área da segurança;<br />
acompanhar as novidades tecnológicas, de forma a estarmos na<br />
vanguarda das soluções inovadoras; desenvolver meios internos<br />
para o desenvolvimento de produtos na área da integração de<br />
sistemas e monitorização remota.<br />
NOVAS SOLUÇÕES DE SEGURANÇA<br />
Protecção de Trabalhadores<br />
Isolados e Móveis<br />
Num mercado em que a competitividade é significativa, as empresas<br />
têm de criar soluções inovadoras que constituam um factor de diferenciação.<br />
Integrados numa solução global, os sistemas de segurança electrónica<br />
resultam em melhorias de eficácia com benefícios mensuráveis,<br />
quer em termos de qualidade, quer em termos de custo.<br />
Neste contexto, a <strong>Securitas</strong> procura, como sempre, estar à frente<br />
nas soluções que oferece ao mercado, nomeadamente para casos<br />
tão específicos como o dos Trabalhadores Isolados e Móveis.<br />
Um Trabalhador Isolado (Lone Worker) é definido como um empregado<br />
que executa uma actividade de forma isolada, sem supervisão<br />
directa.<br />
A IDC (International Data Corporation) define um Trabalhador Móvel<br />
(Mobile Worker) como qualquer funcionário que gasta mais de<br />
20% por cento do seu tempo fora do escritório.<br />
São diversas as situações em que estamos perante trabalho isolado:<br />
Em locais fixos:<br />
• pessoas que trabalham sozinhas em instalações, como, por<br />
exemplo, pequenos escritórios, postos de gasolina, quiosques<br />
ou lojas;<br />
• pessoas que trabalham a partir de casa;<br />
• pessoas que trabalham separadamente dos outros, por<br />
exemplo, em fábricas, armazéns, estabelecimentos de investigação<br />
e formação, centros de lazer ou feiras;<br />
• pessoas que trabalham fora do horário normal, por exemplo,<br />
em limpeza, segurança, manutenção e assistência técnica;<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
10 11<br />
nacional<br />
Alexandra Amaral, Technology<br />
Solutions Manager
Em mobilidade:<br />
• pessoas que trabalham em sectores<br />
como a construção, manutenção<br />
ou engenharia;<br />
• trabalhadores agrícolas e florestais;<br />
• pessoas que trabalham no sector<br />
de serviços, como comerciais,<br />
motoristas, assistentes sociais,<br />
médicos e todas as funções que<br />
envolvam visitas a empresas ou<br />
casas particulares;<br />
Os trabalhadores móveis têm maior<br />
exposição ao risco de agressão, acidente<br />
ou doença durante o trabalho.<br />
Os riscos a que estes trabalhadores<br />
estão sujeitos podem classificar-se<br />
em duas categorias:<br />
• Risco Social – provocado por outras<br />
pessoas (ameaça de abuso<br />
e ataque);<br />
• Risco Ambiental - provocado<br />
pelo local em conjunto com uma<br />
actividade (ameaça do homem-<br />
-morto “man down”).<br />
A IDC estima que, em 2013, haverá<br />
mais de 1,19 mil milhões de trabalhadores<br />
móveis no mundo, representando<br />
cerca de 35% da população<br />
activa.<br />
A questão da segurança do trabalhador solitário está a tornar-se<br />
cada vez mais ampla, alcançando todos os níveis de uma organização<br />
– longe de ser uma preocupação exclusiva do próprio<br />
trabalhador, gestores e líderes empresariais estão cada vez mais<br />
conscientes do seu dever de protecção ao trabalhador.<br />
O papel da tecnologia<br />
A tecnologia tem um papel muito importante na questão da segurança<br />
destes trabalhadores. Aliada a procedimentos e normas<br />
adequados, a tecnologia irá permitir identificar e agir de modo<br />
mais célere em situações de emergência que afectem um trabalhador<br />
isolado, aumentando a sua segurança e produtividade.<br />
• Botão de pânico;<br />
• “Sign of life”;<br />
• “Man Down” (queda ou ausência de movimento);<br />
• Localização GPS e A-GPS;<br />
• Chamada de escuta (alta-voz);<br />
• Monitorização remota.<br />
Com esta tecnologia será possível a um trabalhador isolado enviar<br />
um alarme de pânico, ou o próprio equipamento gerar um<br />
alarme automático em situações de queda ou ausência de movimentos,<br />
que será recepcionado por uma Central de Recepção de<br />
Alarmes que identificará a localização do trabalhador e despoletará<br />
as acções necessárias, podendo recorrer ao estabelecimento<br />
de chamadas de escuta, optimizando as medidas de auxílio em<br />
função do tipo de ocorrência.<br />
Alexandra Amaral<br />
Technology Solutions Manager<br />
PROPOSTAS EM AVALIAÇÃO<br />
Projecto INOVA <strong>Securitas</strong><br />
A propostas recebidas no âmbito do Projecto INOVA <strong>Securitas</strong> já foram analisadas. Neste<br />
momento está a ser decidido, pelo Comité da Avaliação nomeado para o efeito, se todos<br />
as condições definidas foram satisfeitas, nomeadamente se as propostas apresentadas<br />
constituem efectivamente uma inovação, se são passíveis de implementação operacional<br />
e se poderão traduzir-se num retorno considerado como uma mais-valia para a empresa<br />
e um benefício para o Cliente.<br />
Assim que avaliadas segundo estas perspectivas, serão comunicados os resultados a<br />
toda a Organização.<br />
CORREIO ELECTRÓNICO<br />
Comunicação Interna<br />
Pelo menos 70% dos Colaboradores da <strong>Securitas</strong> já<br />
utiliza o e-mail (correio electrónico) como forma de<br />
comunicação interna, o que permite uma redução de<br />
custos, uma maior eficiência e eficácia das operações<br />
e, globalmente, uma melhoria no serviço.<br />
Mas este processo pode ainda ser melhorado! Apelamos<br />
aos Vigilantes que ainda não tenham comunicado<br />
o seu endereço electrónico, que contactem<br />
os respectivos Supervisores nesse sentido. Ficamos<br />
todos a ganhar, pois a circulação mais rápida de informação<br />
útil, resulta numa melhoria da qualidade do<br />
serviço.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
12 13<br />
nacional
nacional<br />
SEMINÁRIO SECURITAS<br />
Segurança e riscos para o negócio<br />
Sob o tema “A situação da segurança em Portugal e os riscos para o negócio”,<br />
a <strong>Securitas</strong> realizou um seminário dirigido aos seus Clientes, no passado dia<br />
14 de Março, na sua sede, em Linda-a-Velha.<br />
O objectivo deste seminário foi propor uma reflexão e debate<br />
sobre os efeitos da crise, em matéria de segurança, e soluções<br />
preventivas para este tipo de situações.<br />
Além da participação do Administrador-Delegado da <strong>Securitas</strong>,<br />
Jorge Couto, contou com a intervenção de responsáveis por algumas<br />
áreas da empresa, bem como de oradores exteriores.<br />
De facto, a crise económica e financeira que Portugal atravessa<br />
tem reflexos na segurança das organizações e dos indivíduos,<br />
sendo expectável que potencie o aumento da materialização de<br />
incidentes anti-sociais, nas suas mais diversas formas.<br />
Por outro lado, a actual conjuntura impõe que seja considerada<br />
uma atitude de prevenção perante tais manifestações, através da<br />
implementação de soluções eficientes e eficazes.<br />
Aliando o seu conhecimento e experiência multinacionais às<br />
preocupações dos seus parceiros, a <strong>Securitas</strong> pretendeu partilhar<br />
neste Seminário as respostas que achou para estas questões, que<br />
permitem diminuir os vários custos associados a tais incidentes.<br />
Do programa deste Seminário, constou, além da análise da segurança<br />
em Portugal, a identificação dos comportamentos anti-<br />
-sociais e respectivos riscos para o negócio, bem como a apresentação<br />
das soluções integradas da <strong>Securitas</strong>, que envolvem a<br />
componente humana e sistemas electrónicos de segurança, cuja<br />
instalação, manutenção e evolução são garantidas pelo seu Departamento<br />
de Tecnologia e Inovação.<br />
LOGISTICS&SUPPLY CHAIN MEETING 2012<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
14 15<br />
nacional<br />
<strong>Securitas</strong> na Segurança Logística<br />
A <strong>Securitas</strong>, que possui um Segmento dedicado à Segurança Logísitica, participou na edição<br />
deste ano do “Logistics&Supply Chain Meeting”, realizado nos passados dias 10 e 11 de Abril,<br />
numa nave logística em Alverca.<br />
Criar um ambiente de colaboração e ligação entre os diferentes<br />
elos que compõem a cadeia de abastecimento foi a principal<br />
aposta do Logistics & Supply Chain Meeting 2012, organizado<br />
pela <strong>Revista</strong> Logística Moderna.<br />
A edição deste ano, contou com mais de 70 especialistas, 48<br />
conferências, cinco mesas redondas, oito case studies, mais de<br />
2.000 participantes e uma audiência de influentes decisores da<br />
supply chain.<br />
Entre as temáticas abordadas no primeiro dia, importa salientar a<br />
mesa redonda sobre a cadeia de abastecimento como mais-valia<br />
para exportar; e as sessões paralelas sobre o futuro da logística e<br />
dos logísticos: a máxima eficiência nas compras e na gestão de<br />
stocks, a colaboração na supply chain, a melhoria de processos,<br />
a green supply chain e a construção de cadeias ágeis, focadas no<br />
valor e nas necessidades dos Clientes.<br />
No segundo dia, os participantes puderam contar com sessões<br />
dedicadas à importância da gestão da procura e do planeamento<br />
integrado entre vendas e operações, a logística como factor de<br />
resposta à crise, a supply chain e as TI (Tecnologias da Informação),<br />
assim como mesas-redondas sobre o talento e a inovação, a<br />
importância das cadeias de abastecimento no retalho, a aplicação<br />
do processo lean na supply chain e a importância do transporte<br />
marítimo nas cadeias de abastecimento.<br />
Segmento Segurança Logística<br />
O que diferencia as empresas de segurança é a capacidade de<br />
adicionar valor à actividade dos Clientes. Ciente disto e neste<br />
sentido, a <strong>Securitas</strong> coloca à disposição dos seus Clientes a Avaliação<br />
de Risco e Auditorias de Segurança, fundamentais para<br />
garantir que as soluções implementadas<br />
vão exactamente ao encontro<br />
das respectivas necessidades.<br />
A <strong>Securitas</strong>, através do seu Segmento<br />
Segurança Logística, tem a capacidade<br />
de acrescentar muito valor<br />
à actividade dos seus Clientes do<br />
sector, através da oferta de soluções<br />
integradas, que combinam os meios<br />
humanos com os electrónicos, com<br />
vantagens significativas no que se<br />
refere ao binómio preço/qualidade.<br />
A actividade Logística é importante<br />
em qualquer economia. Numa<br />
economia de mercado, competitiva,<br />
esse aspecto torna-se essencial, pois<br />
armazenar matérias-primas, bem<br />
como produto acabado, e transportá<br />
-los até ao destinatário, são processos<br />
onerosos e que não constituem<br />
o core business das empresas produtoras.<br />
Os principais riscos associados à área<br />
da Logística são o roubo e dano de<br />
mercadorias, assaltos, incêndio e<br />
fraude.<br />
As preocupações com a segurança<br />
estão a aumentar, seja numa empresa<br />
com a actividade logística in house,
ou mesmo pertencente ao ramo da<br />
Logística propriamente dita.<br />
Devido às ameaças de furto, sabotagem<br />
ou pirataria, que facilmente podemos<br />
imaginar na chamada “cadeia<br />
de abastecimento”, torna-se imperativo<br />
assegurar que os produtos saiam<br />
do produtor e cheguem em condições<br />
de segurança ao destinatário.<br />
É curioso verificar que, segundo o<br />
Índice de Desempenho Logístico<br />
do Banco Mundial, Portugal caiu do<br />
28.º lugar, em 2007, para o 34.º, em<br />
2010, e um dos motivos mais fortes<br />
para essa despromoção foi a precaridade<br />
do controlo à distância, no que<br />
diz respeito ao trajecto e entrega de<br />
cargas.<br />
Todos os conceitos que estão a ser<br />
desenvolvidos internacionalmente à<br />
volta desta temática, nomeadamente<br />
as certificações AEO, C-TPAT, TAPA,<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
16<br />
e, mais recentemente, a ISO 28000, estão a ser acompanhados<br />
muito de perto pela <strong>Securitas</strong> a nível mundial, incluindo em Portugal.<br />
O Grupo <strong>Securitas</strong>, através do seu International Logistics Competence<br />
Centre, lida com os sistemas de normalização referidos<br />
e promove a partilha de vastas experiências, o que lhe permite<br />
deter todas as condições para estudar soluções de segurança à<br />
medida de cada Cliente.<br />
A <strong>Securitas</strong> está, assim, apta a fornecer aos seus Clientes meios<br />
humanos, com a definição de regras que tenham em vista procedimentos<br />
de segurança adequados ao tipo de instalações, armazéns<br />
e toda a variedade e sensibilidade de produtos neles guardados; e<br />
também meios electrónicos, que podem passar por Sistemas de<br />
Videovigilância (CCTV), Sistemas de Detecção de Intrusão, Sistemas<br />
de Detecção e Extinção de Incêndio e Sistemas de Controlo<br />
de Acessos, capazes de tornar qualquer local de armazenamento<br />
mais seguro; ou para o transporte em segurança de um produto,<br />
que muito frequentemente é pertença de terceiros.<br />
Tecnicamente, a tendência actual incide no recurso aos sistemas<br />
de geolocalização, track and trace ou RFID, ligados a outros sistemas<br />
electrónicos ou mesmo monitorizados por elementos do<br />
Serviço de Segurança.<br />
SECURITAS<br />
clientes
vigilância especializada<br />
CELBI / GRUPO ALTRI<br />
Parceria com <strong>Securitas</strong><br />
tem 36 anos<br />
A Celbi tem uma parceria com a <strong>Securitas</strong>, na área de segurança,<br />
desde há 36 anos, fruto de um relacionamento construtivo, baseado<br />
no conceito win-win.<br />
Deslocámo-nos à sede da Celbi/Grupo<br />
Altri, situada em Leirosa, Figueira<br />
da Foz, para falarmos sobre questões<br />
de segurança e outras específicas da<br />
actividade da Celbi.<br />
Durante a entrevista, trocámos impressões<br />
com o Dr. António Basílio<br />
Moura, Chefe dos Serviços Administrativos<br />
do Pessoal, com o Dr. Silva<br />
Tavares, Gestor do Departamento de<br />
Recursos Humanos, e com o Eng.º<br />
Carlos Van Zeller, Administrador da<br />
empresa.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - A Celbi é<br />
Cliente da <strong>Securitas</strong> desde 1976,<br />
portanto, há 36 anos, o que constitui<br />
uma parceria exemplar. Quais<br />
os factores que têm contribuído<br />
para um relacionamento tão duradouro<br />
entre as partes?<br />
Dr. Basílio Moura – Esta já longa<br />
parceria deve-se ao facto de até<br />
agora a <strong>Securitas</strong> ter respondido de<br />
forma eficaz a todos os desafios que<br />
a Celbi lhe tem colocado, nomeadamente<br />
indo ao encontro das nossas<br />
necessidades no que se refere aos<br />
Vigilantes que nos prestam serviços,<br />
com elevados níveis de qualidade.<br />
Todos eles foram sujeitos a formação<br />
Dr. António Basílio Moura, Chefe<br />
dos Serviços Administrativos do Pessoal<br />
específica e especializada, de acordo com os requisitos de segurança<br />
das nossas instalações.<br />
Por parte da Celbi, foram desenvolvidas aplicações informáticas à<br />
medida, operadas pelos Vigilantes da <strong>Securitas</strong>, para melhor suporte<br />
dos serviços de segurança, É por todos estes factores que<br />
a relação entre as duas empresas tem sido a melhor e se tem<br />
mantido durante estes 36 anos de parceria.<br />
SP - A <strong>Securitas</strong> tem implementada na Celbi uma Solução de<br />
Segurança Integrada, que compreende serviços de Vigilância<br />
Especializada e sistemas electrónicos de segurança. Que<br />
avaliação faz da solução implementada? Esta solução pode<br />
ser desenvolvida?<br />
BM - Esta solução é a melhor, tem evoluído ao longo dos tempos.<br />
O desenvolvimento desta solução é praticamente diário, é um desafio<br />
permanente que a nossa empresa coloca à <strong>Securitas</strong>.<br />
A resposta eficaz por parte dos técnicos da <strong>Securitas</strong> faz com que<br />
se encontre sempre uma solução para o problema apresentado.<br />
O C09, que foi o Projecto de Modernização e Expansão da Celbi,<br />
que decorreu entre 2008 e 2009 e que permitiu a duplicação da<br />
nossa capacidade de produção, implicou um grande desafio em<br />
termos de segurança humana e electrónica.<br />
Após a implementação desse projecto e mais uma vez com a<br />
colaboração da <strong>Securitas</strong>, foi redimensionado todo o sistema de<br />
CCTV (videovigilância), aprovado pela CNPD - Comissão Nacional<br />
de Protecção de Dados.<br />
Nesse período crítico tivemos cerca de 3.000 pessoas externas à<br />
Celbi, das cerca de 80 empresas fornecedoras contratadas para a<br />
execução do nosso projecto.<br />
Foi um desafio enorme. Em termos técnicos, toda a parte de estudo<br />
e coordenação foi feito com a prata da casa. Este redimensionamento,<br />
no anteriori, foi pensado com a <strong>Securitas</strong> em termos de<br />
programação da Vigilância Humana, da creditação de presenças,<br />
do estacionamento, entre outras situações que na altura se nos<br />
depararam.<br />
O contacto com o Supervisor Manuel<br />
Martins Nujo é muitíssimo bom. É<br />
com ele que trato todos os assuntos,<br />
pois é o elemento de ligação entre a<br />
Celbi e a <strong>Securitas</strong>, e os seus Vigilantes<br />
que na nossa empresa desempenham<br />
funções. Entende as nossas<br />
necessidades, descodificando-as e sugerindo<br />
a melhor solução para elas.<br />
As funções deste operacional e o seu<br />
excelente desempenho são extremamente<br />
importantes para nós.<br />
Os Vigilantes são também, na sua<br />
maioria, extremamente proactivos,<br />
têm vindo a sugerir melhorias pontuais.<br />
Todas as suas sugestões são<br />
analisadas com o Supervisor e, no<br />
caso de serem aprovadas, são implementadas.<br />
A área de segurança está a meu<br />
cargo há cinco anos e sou bastante<br />
exigente, pois a responsabilidade<br />
é grande. Nas nossas portarias são<br />
proporcionadas todas as condições<br />
de trabalho aos Vigilantes da <strong>Securitas</strong>,<br />
ou seja, todos os meios para que<br />
a nossa exigência seja exequível.<br />
O controlo de entradas e saídas é<br />
feito informaticamente, foi desenvolvido<br />
um programa específico para o<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
18 19
Dr. Silva Tavares, Gestor do Departamento<br />
de Recursos Humanos<br />
efeito e verificamos que os Vigilantes<br />
têm elevada aptidão e qualidade na<br />
sua utilização.<br />
A videovigilância é de extrema importância<br />
para a Celbi, principalmente<br />
no Verão, no que se refere ao nosso<br />
parque de madeiras, dado o aumento<br />
do risco de incêndios ali verificado.<br />
SP - Como antevê a evolução na<br />
área da segurança, a médio prazo?<br />
Será uma área em que a especialização<br />
das empresas fornecedoras<br />
será cada vez mais determinante?<br />
BM - As necessidades de segurança,<br />
na minha opinião, mantêm-se sempre<br />
presentes. É preciso equacionar,<br />
encontrar o equilíbrio certo entre a<br />
redução de custos que a actual conjuntura<br />
impõe e a minimização dos<br />
riscos.<br />
Hoje em dia, a parte tecnológica da segurança é muito importante.<br />
A videovigilância é de enorme utilidade, pois, além das vantagens<br />
que proporciona em termos de eficácia, permite-nos agilizar<br />
alguns serviços e deslocar Vigilantes para outras tarefas.<br />
A evolução tem de estar sempre presente com peso e medida,<br />
temos de acautelar a questão económica, mas nunca descurando<br />
a própria segurança.<br />
Esta parceria, com diálogo e equilíbrio constantes entre a Celbi e<br />
a <strong>Securitas</strong>, proporciona a própria evolução.<br />
A política de Recursos Humanos da <strong>Securitas</strong> mostra uma exigência<br />
de qualidade que se verifica no desempenho dos seus Vigilantes.<br />
É esta qualidade que mantém a parceria.<br />
Os Colaboradores da <strong>Securitas</strong> fazem parte da nossa casa, participam<br />
nos nossos eventos, nomeadamente na Festa de Natal e<br />
actividades do Clube Celbi.<br />
SP - Como descreveria a <strong>Securitas</strong> numa frase?<br />
BM - Empresa com profissionalismo muito dedicado.<br />
De seguida foi o Dr. Silva Tavares que nos esclareceu relativamente<br />
à constituição da Celbi, a sua importância na economia<br />
nacional, bem como o desenvolvimento da sua actividade,<br />
nomeadamente a incorporação no Grupo Altri, do qual<br />
fazem também parte as empresas Caima e Celtejo.<br />
Dr. Silva Tavares - A Celbi é uma empresa com origem escandinava.<br />
Foi fundada em 1965, sob a denominação Celulose Billerud,<br />
por iniciativa da empresa sueca Billerud AB em associação com o<br />
Grupo CUF - Companhia União Fabril e um grupo de produtores<br />
florestais.<br />
A sua localização em Leirosa, perto da Figueira da Foz deveu-se<br />
à proximidade das importantes áreas florestais da zona Centro,<br />
fonte de matéria-prima para a produção de pasta de papel, implicando<br />
custos diminutos de transporte; ao facto de ser uma zona<br />
com abundância de água, elemento indispensável para o processo<br />
produtivo; à proximidade do mar e de porto comercial, factor<br />
relevante para a exportação; e disponibilidade de recursos humanos<br />
qualificados, provenientes principalmente da Universidade<br />
de Coimbra.<br />
A Celbi iniciou a sua actividade produtiva em 1967, com uma<br />
capacidade instalada de 80.000 toneladas de pasta solúvel destinada<br />
ao fabrico de fibras têxteis. Em 1970, com a crise que se<br />
instalou no sector têxtil, passou a produzir pasta branqueada de<br />
eucalipto para a indústria papeleira, com uma capacidade anual<br />
de 120.000 toneladas.<br />
Vigilante Maria Isabel Cardoso<br />
Em 1975, o capital português (Grupo<br />
CUF e produtores florestais) foi nacionalizado,<br />
passando o IPE – Investimentos<br />
e Participações do Estado a<br />
deter 29% do capital da Celbi.<br />
Em 1984, um processo de fusão no<br />
sector florestal, na Suécia, fez com<br />
que a Billerud fosse adquirida por outro<br />
grupo sueco, a Stora. Em 1995,<br />
deu-se a privatização do capital que<br />
era detido pelo IPE - Investimentos<br />
e Participações do Estado e a Stora<br />
ficou com 100 por cento do capital.<br />
Em 1998, verifica-se uma nova mudança<br />
de accionista com a fusão<br />
entre a sueca Stora e a Enso, finlandesa,<br />
dando origem ao Grupo Stora<br />
Enso, um autêntico gigante, um dos<br />
maiores grupos mundiais na área da<br />
transformação e comercialização de<br />
produtos de origem florestal.<br />
O sucesso da Celbi reside na sua<br />
preocupação pela qualificação profissional<br />
dos seus Colaboradores, preparando-os<br />
para os desafios futuros,<br />
perseguindo objectivos ambiciosos,<br />
onde a ambição para melhorar, inovar<br />
e estar na vanguarda está sempre<br />
presente.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
20 21
Eng.º Carlos Van Zeller,<br />
Administrador da Celbi<br />
Em Setembro de 2005, este Grupo decide desinvestir na Celbi.<br />
Em Julho de 2006, é anunciado que a Altri é vencedora do concurso<br />
de alienação das acções da Celbi. A operação concretiza-se<br />
em Agosto.<br />
A Altri, SGPS surge em Fevereiro de 2005 com o “spin-off” de<br />
acções do Grupo COFINA, de forma a autonomizar a sua área industrial,<br />
constituída pela Celulose do Caima (pasta de papel), F.<br />
Ramada (sector do aço) e a EDP – Bioelétrica, uma joint-venture<br />
com a EDP (produção de energia através da biomassa). Ainda em<br />
2005, adquiriu a Celtejo, em Vila Velha de Rodão, que então se<br />
designava por Portucel Tejo.<br />
Assim, existem três áreas controladas pelo mesmo Grupo de<br />
Accionistas: a Cofina, na área dos media; a Altri, na fileira florestal;<br />
e a F. Ramada, na indústria do aço.<br />
A esta altura, o Dr. Silva Tavares passou a palavra ao Eng.º<br />
Carlos Van Zeller, Administrador com a responsabilidade da<br />
Direcção Industrial da Celbi, pois melhor nos poderia prestar<br />
informações sobre a participação da Celbi na EDP Bioeléctrica.<br />
Engº. Carlos Van Zeller – Este projecto da EDP Bioeléctrica utiliza<br />
a casca proveniente do processo de produção de pasta de<br />
papel e biomassa, comprada a fornecedores externos.<br />
O projecto é uma parceria entre a EDP e a Altri, cabendo à Celbi a<br />
gestão operacional da unidade. Funciona bem por dois motivos:<br />
a EDP não tinha muita experiência no negócio da biomassa e os<br />
resultados obtidos nas três unidades da Altri são muito bons, pelo<br />
que a EDP sabe que somos especialistas na matéria. De facto,<br />
tem corrido muito bem esta parceria.<br />
Esta unidade de energia renovável produz 200 GWH (gigawatts/<br />
/hora/ano).<br />
Em termos de importância na economia nacional, praticamente<br />
toda a produção é exportada, o que é significativo para a entrada<br />
de divisas no nosso país.<br />
O Grupo Altri, com o Projecto de Expansão que duplicou a sua<br />
capacidade de produção de pasta de papel e tendo passado a<br />
tratar da sua comercialização, exporta cerca de 85 por cento em<br />
termos da Europa Comunitária, e os restantes 15 por cento para<br />
a Ásia, nomeadamente para a China.<br />
SP - Qual o actual volume de produção de pasta de papel da<br />
Celbi? Quais os principais mercados a que se destina?<br />
CVZ- Em 2011, produzimos 600 mil toneladas e para 2012 estão<br />
previstas 640 mil. A Celbi é a maior unidade de produção de<br />
pasta de papel da Península Ibérica e é uma das maiores da Europa.<br />
A Celbi não ficará por aqui, porque estamos em fase de optimização<br />
e o objectivo é aumentar a produção através da diminuição<br />
dos estrangulamentos.<br />
SP – Quais os factores de sucesso da Celbi, os desafios que<br />
enfrenta actualmente e as perspectivas futuras?<br />
CVZ – A Altri caracteriza-se por ser um Grupo de estrutura compacta<br />
e de decisão célere, com gestão participada e um grande<br />
foco na competitividade. A questão da qualidade é fundamental,<br />
há uma uniformidade nesta aposta.<br />
Vigilante Pedro Silva<br />
A certificação é, por isso, para nós essencial.<br />
A última, obtida recentemente,<br />
foi numa nova norma de gestão<br />
energética, a Norma ISO 50001.<br />
A Celbi foi considerada a Empresa do<br />
Ano de 2011 do sector de Celulose e<br />
Papel, pela <strong>Revista</strong> Exame (com base<br />
nos dados de 2010).<br />
O que nos distingue é a qualidade<br />
de gestão, a formação dos nossos<br />
quadros e demais Colaboradores. A<br />
formação para nós é um investimento,<br />
não um custo, que se reflecte na<br />
produtividade, sendo uma vantagem<br />
competitiva. Tem havido uma aposta<br />
na formação estruturante.<br />
O primeiro grande desafio é a política<br />
florestal, ou seja, a ausência de uma<br />
política clara neste âmbito. O sector<br />
da Fileira Florestal e da Pasta de Papel<br />
depende muito destas políticas,<br />
por isso, os privados terão de ser o<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
22 23
motor para que se definam. Quando<br />
se compara com outros países, nomeadamente<br />
da América do Sul, que<br />
têm políticas favoráveis, constata-se<br />
que são uma ameaça para a indústria<br />
europeia, nomeadamente a ibérica,<br />
o que nos deixa apenas a opção da<br />
qualidade.<br />
A crise económica não atingiu a Celbi<br />
tão fortemente pelo facto de sermos<br />
exportadores. No entanto, assistimos<br />
à pouca disponibilidade da banca<br />
para o financiamento de novos projectos,<br />
o que cerceia completamente<br />
as hipóteses de novas apostas de<br />
desenvolvimento, nomeadamente<br />
de expansão.<br />
Tem de haver equilíbrio, não pode<br />
haver só austeridade, há que não<br />
asfixiar a economia.<br />
Desta crise há que aprender a comprar<br />
português. Temos de fazer um<br />
esforço nesse sentido.<br />
CELBI em números:<br />
2007 2008 2009 2010 2011<br />
PRODUÇAO (mil tons.) 325 275 398 540 599<br />
Investimento (milhões €) 58 225 82 20 7,6<br />
Vendas Líquidas (milhões €) 197 145 158 329 333<br />
Resultados Operacionais<br />
(milhões €)<br />
59,8 16 29,2 101,4 74<br />
Nr. Médio de Trabalhadores 222,9 237,3 239,5 239,7 243,8<br />
Horas formação por<br />
Ttrabalhador<br />
65 83 22 31 17<br />
Sinistralidade /<br />
/ Indice de Gravidade (*)<br />
0,15 0,29 0,48 0,70 0,15<br />
(*) dias perdidos por acidente por mil horas trabalhadas<br />
Vigilantes Francisco Duarte e Joaquim Nobre<br />
JOSÉ CORDEIRO – GESTOR DOS SERVIÇOS<br />
DE VIGILÂNCIA ESPECIALIZADA DAS<br />
FILIAIS DE COIMBRA E LEIRIA<br />
José Cordeiro é um dos Colaboradores mais antigos da <strong>Securitas</strong>,<br />
em Portugal, desde que, em 1978, passou a fazer<br />
parte dos nossos quadros. Pelas suas actuais funções, a Celbi<br />
é uma empresa que está sob a sua responsabilidade, razão<br />
porque lhe colocámos algumas questões sobre este nosso<br />
Cliente.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - A Celbi, com 36 anos de parceria, é um<br />
dos mais antigos Clientes da <strong>Securitas</strong> no nosso País. Como<br />
tem sido possível este relacionamento tão duradouro?<br />
José Cordeiro - Creio que este relacionamento se mantém devido<br />
a uma parceria muita activa entre a Celbi e a <strong>Securitas</strong>. A Celbi<br />
está sempre muito atenta às questões da segurança e a <strong>Securitas</strong><br />
empenha-se em dar as respostas adequadas à evolução das necessidades<br />
do Cliente.<br />
SP - Qual o papel que, ao longo dos tempos, os Vigilantes e<br />
Supervisores da <strong>Securitas</strong> têm desempenhado no desenvolvimento<br />
do relacionamento com o Cliente?<br />
JC - A Celbi é um Cliente muito exigente, tem centenas de Colaboradores,<br />
Fornecedores e Visitantes em geral, que passam diariamente<br />
pelas portarias de segurança. A capacidade e o dinamismo<br />
dos nossos Vigilantes são diariamente postos à prova, quer<br />
em termos de controlo, quer de comunicação. A competência das<br />
equipas de trabalho, devidamente coordenadas pelos Supervisores,<br />
tem sido um factor decisivo em assegurar o relacionamento<br />
profícuo com o Cliente.<br />
24 25<br />
SP - Depois de tantos anos de<br />
proximidade à Celbi/Grupo Altri,<br />
como vê os últimos desenvolvimentos<br />
deste Grupo, nomeadamente<br />
o redimensionamento da<br />
sua capacidade produtiva e o que<br />
esse facto possa implicar para um<br />
prestador de serviços como a <strong>Securitas</strong>?<br />
JC - É com grande satisfação e orgulho<br />
que acompanhamos o crescimento<br />
e o progresso deste nosso<br />
Cliente. É uma das empresas que<br />
desempenha um papel activo no desenvolvimento<br />
económico do País. A<br />
<strong>Securitas</strong> tem como objectivo dar o<br />
seu contributo para proporcionar as<br />
condições de segurança que garantam<br />
o dia-a-dia das diversas actividades<br />
que constituem o negócio da<br />
Celbi, adicionando-lhes valor. E, desta<br />
forma, reforçarmos as relações de<br />
parceria e de confiança mútuas.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL
MANUEL MARTINS NUJO -<br />
- SUPERVISOR<br />
Manuel Martins Nujo é o elemento<br />
que supervisiona directamente<br />
os Vigilantes que prestam serviço<br />
na Celbi, sendo também o elemento<br />
de contacto entre este nosso<br />
Cliente e a estrutura da <strong>Securitas</strong>,<br />
estabelecendo a ponte com o<br />
Gestor da Filial. Falámos com este<br />
Supervisor sobre as suas funções<br />
e sobre a Celbi.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Descreva-nos o<br />
seu percurso na <strong>Securitas</strong>.<br />
Oriundo de uma empresa de Segurança<br />
Privada que, em 1994, foi<br />
adquirida pela <strong>Securitas</strong>, ingressei<br />
nesse ano nos seus quadros, mais<br />
propriamente na Filial de Coimbra.<br />
Primeiro, como apoio à Equipa de<br />
Supervisão, num processo de integração<br />
da carteira de Clientes e<br />
respectivos Vigilantes e, posteriormente,<br />
como Escalador, função que<br />
mantive até ao ano de 1998. Desde<br />
então e até ao presente momento,<br />
exerço as funções de Supervisor (Vigilante-Chefe).<br />
SP - Em termos gerais, como é o seu dia-a-dia de trabalho?<br />
Quantos Clientes tem sob a sua responsabilidade?<br />
MN - Tenho à minha responsabilidade cerca de 45 Clientes e<br />
mais de 150 Vigilantes, distribuídos por uma área geográfica<br />
muito diversificada e dispersa, factos que me obrigam a efectuar<br />
um planeamento de trabalho criterioso, tendo como principais<br />
objectivos a satisfação dos Clientes e a racionalidade dos custos<br />
inerentes à própria actividade.<br />
SP - Desde há quantos anos tem tido contacto directo com<br />
a Celbi/Grupo Altri, e como encara o trabalho que aí tem desenvolvido?<br />
MN - Tenho mantido um contacto directo com este Cliente praticamente<br />
desde que ingressei na <strong>Securitas</strong>, como referi, primeiro<br />
como Escalador e, posteriormente, como Supervisor, desempenhando<br />
um papel de coordenação entre o Cliente, os Vigilantes<br />
e a <strong>Securitas</strong>, num acompanhamento de completa entrega e de<br />
disponibilidade.<br />
SP - Quais os principais factores que têm levado ao sucesso<br />
no relacionamento com a Celbi/Grupo Altri? Considera que o<br />
seu trabalho acrescenta valor à actividade do Cliente?<br />
MN - Prontidão nas respostas, seriedade, humildade e disponibilidade<br />
são, no meu entender, os pilares desta relação de sucesso.<br />
É óbvio que considero que o meu trabalho acrescenta valor à actividade<br />
da Celbi, mas não serviria de nada se não tivesse uma equipa<br />
capaz e à altura de corresponder às expectativas do Cliente.<br />
GRUPO RICON<br />
“Damos muita importância<br />
à segurança”<br />
O Grupo Ricon, que tem como principal actividade a produção e a representação<br />
de conceituadas marcas de vestuário, nomeadamente Decénio e Gant, escolheu<br />
a <strong>Securitas</strong> para a segurança da sua sede e instalações fabris.<br />
Sobre esta parceria, que tem seis anos, conversámos com o<br />
Eng.º Justino Ramalho, Building and Mainteinance Director, e<br />
também com a Dr.ª Ana Neves, Marketing Director, sobre aspectos<br />
relativos à evolução do Grupo Ricon.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Qual a importância da segurança nas actividades<br />
do Grupo Ricon?<br />
Eng.º Justino Ramalho - Damos muita importância à segurança,<br />
é uma prioridade em relação aos nossos Colaboradores, Clientes e<br />
instalações. Somos exigentes, pretendemos a excelência, queremos<br />
rigor nos serviços de vigilância.<br />
Com a actual crise económica e social, cada vez a segurança é mais<br />
importante para nós.<br />
SP - Como avalia os serviços prestados pela <strong>Securitas</strong>?<br />
JR - A <strong>Securitas</strong> tem prestado um serviço excelente, tem correspondido<br />
quer no cumprimento das tarefas pré definidas quer nas solicitações<br />
a necessidades extra e pontuais que têm sido bastantes e<br />
variadas. Os Vigilantes têm demonstrado sempre uma grande disponibilidade,<br />
estão sempre prontos a ajudar e são de bom trato com<br />
todos.<br />
São vários os tipos de serviço que a <strong>Securitas</strong> presta na nossa sede<br />
e nas fábricas. Na Ricon Industrial e na Delcon - Indústria de Confecções<br />
temos também serviços de Vigilância Especializada nas portarias.<br />
O Grupo Ricon, dedicando-se também ao comércio de automóveis,<br />
tem igualmente contratado com a <strong>Securitas</strong> o Serviço de Vigilância<br />
para os Centros Porsche, no Porto e em Braga.<br />
26<br />
27<br />
vigilância especializada<br />
Eng.º Justino Ramalho, Building<br />
and Mainteinance Director<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
SECURITAS PORTUGAL
Dr.ª Ana Neves, Marketing Director<br />
SP - Como descreve a relação entre o Grupo Ricon e a <strong>Securitas</strong>?<br />
JR - Tem sido uma boa relação, que esperamos manter por longo<br />
tempo. A somar a tudo o que foi dito relativamente à excelência<br />
do serviço prestado pela <strong>Securitas</strong>, temos igualmente uma boa<br />
relação em termos de custos.<br />
SP - Em sentido lato, como deverão evoluir as questões ligadas<br />
à segurança, a médio prazo?<br />
JR - Cada vez estamos mais atentos à segurança, principalmente<br />
pelas questões sociais com que nos deparamos, agravadas pela<br />
crise que afecta o nosso País. Se necessitarmos de acrescentar<br />
algum serviço, tomaremos essa decisão. A segurança é um tema<br />
cada vez mais em foco.<br />
O Eng.º Justino Ramalho passou a palavra à sua colega Dr.ª<br />
Ana Neves para nos falar sobre a evolução do Grupo Ricon,<br />
que passou pela aposta noutros sectores além da Moda.<br />
SP - Quais as principais actividades do Grupo Ricon actualmente?<br />
Dr.ª Ana Neves - Temos uma raiz industrial, começámos com<br />
uma unidade fabril, a Ricon Industrial. A denominação do Grupo<br />
tem origem na Ribeirão Confecções Têxteis. Neste momento temos<br />
mais duas unidades fabris na área da confecção, que são a<br />
Delos e a Delcon. Sempre nos posicionámos numa perspectiva<br />
de parceria com os nossos Clientes, com aconselhamento baseado<br />
em pesquisas de mercado. Foi desta forma e com este tipo de<br />
relação que representamos marcas como a Gant.<br />
Ficámos com a distribuição desta marca para Portugal, Angola e<br />
Brasil. A empresa do Grupo que tem a licença da Gant é a Delveste.<br />
Actualmente, temos 13 lojas da Gant em Portugal. No Brasil<br />
possuímos três lojas, além da distribuição para o canal multimarca.<br />
Em Angola só trabalhamos este canal.<br />
Além da Gant, criámos uma marca própria que é a Decenio. Surgiu<br />
na década de 70 e o seu objectivo foi que abarcasse desde o<br />
desenvolvimento de produto até à distribuição. Possuímos o total<br />
domínio desta marca com 23 lojas próprias no território nacional,<br />
de norte a sul do País, incluindo Regiões Autónomas, bem como<br />
duas lojas em regime de franchising. Temos quatro corners no El<br />
Corte Inglês, em Espanha.<br />
Relativamente à distribuição, é a Ricon Comercial que tem por<br />
objectivo representar várias marcas. Assim, detém a representação<br />
da marca lifestyle italiana de segmento alto Henry Cottons,<br />
a marca francesa Daniel Cremieux e ainda a Jacob Cohen, marca<br />
italiana de jeanswear de segmento alto, com as quais só estamos<br />
a trabalhar no canal multimarca.<br />
A Ricon Comercial opera também sob a marca de outlets Lessismore,<br />
com a qual opera com um total de sete lojas com maior<br />
implantação no norte, mas no sul está presente no Campera e<br />
Freeport. A Lessismore comercializa várias marcas, nomeadamente<br />
Gant e Decenio.<br />
O Grupo Ricon, além da área da Moda, dedicou-se à área automóvel.<br />
Encaramos esta diversificação numa linha de continuidade,<br />
no que chamamos “affordable luxury”, ou seja, um conceito que<br />
se aplica aos bens de luxo. Por isso, fomos escolher marcas que<br />
se inserem neste conceito. Entre outras, destaca-se a Porsche,<br />
detendo o Grupo o Centro Porsche Braga. Este ano, em Janeiro,<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
28 29
adquirimos o Centro Porsche Porto.<br />
A perspectiva de serviço, que temos<br />
no mundo da Moda, estende-se à<br />
área automóvel.<br />
SP - O que torna o Grupo Ricon diferente?<br />
AN - O dinamismo que nos caracteriza,<br />
a forma como encaramos as<br />
oportunidades que nos aparecem e<br />
também as que procuramos. O nosso<br />
posicionamento na excelência,<br />
privilegiando a qualidade, detendonos<br />
nos detalhes, é aquilo que consideramos<br />
que faz a diferença.<br />
SP - Qual a importância da especialização<br />
e inovação no Grupo?<br />
AN - Na área da indústria têxtil, a<br />
inovação é de enorme importância.<br />
Estamos extremamente atentos à<br />
inovação tecnológica, temos um Departamento<br />
de Investigação & Desenvolvimento,<br />
pesquisamos desde<br />
feiras aos Fornecedores de âmbito<br />
internacional.<br />
À esquerda, Vigilante Nuno Martins<br />
em cima, Vigilante Bernardete Faustino<br />
A especialização é o fundamento do Grupo Ricon, estamos dedicados<br />
à área da Moda em todos os seus conceitos: serviço excelente,<br />
qualidade, bons produtos, que se resumem no conceito<br />
“affordable luxury”. Quando construímos marcas imprimimos-lhe<br />
esses conceitos e evoluímos nessa expectativa.<br />
>> Empresas do Grupo: Ricon Industrial, Delos, Delcon,<br />
Delveste, Decenio, Ricon Serviços, Ricon Comercial, XRS<br />
Motor, Ricon Imobiliária.<br />
>> O Grupo Ricon, desde a sua formação em 1973, distingue-se<br />
pela clara postura diferenciada e inovadora,<br />
consolidando, ao longo dos anos, a sua apetência para as<br />
marcas de prestígio do segmento de affordable luxury,<br />
quer ao nível da produção, quer da distribuição e retalho.<br />
Mais do que uma estratégia, é uma cultura interna numa<br />
relação de sinergias propícias à criatividade, imaginação<br />
e integridade, herdada da geração que iniciou o percurso<br />
do Grupo.<br />
>> A inovação e criatividade imperam na forma como o<br />
Grupo Ricon actua nas várias áreas, aliadas à competência<br />
técnica e domínio tecnológico. As marcas que gere, ao<br />
nível do retalho, têm implícito um estilo de vida próprio<br />
bem definido. As marcas com quem se compromete na<br />
melhor oferta industrial são operadores internacionais de<br />
prestígio.<br />
SANDRA SOUSA - GESTORA<br />
DOS SERVIÇOS DE VIGILÂNCIA<br />
ESPECIALIZADA DA FILIAL DE BRAGA<br />
Sandra Sousa está na <strong>Securitas</strong> há 21 anos e é actualmente<br />
Gestora dos Serviços de Vigilância Especializada da Filial de<br />
Braga, sendo responsável pelo contrato com o Grupo Ricon,<br />
pelo que trocámos impressões com esta Responsável sobre<br />
o seu percurso na nossa empresa e sobre este Cliente.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Qual o seu percurso na <strong>Securitas</strong>?<br />
Sandra Sousa - Entrei para a <strong>Securitas</strong>, em 1991, para exercer a<br />
função de Vigilante. Em 1997, passei para o Serviço de Escalas,<br />
onde permaneci durante 12 anos. Considero que foi muito útil ter<br />
desempenhado estas funções, pois deram-me uma base importante<br />
para assumir outras responsabilidades.<br />
Em 2009, fui convidada para exercer a função de Gestora da Filial<br />
de Braga, lugar que ocupo actualmente.<br />
SP - Como surgiu a oportunidade de prestação de serviços<br />
no Grupo Ricon, e como tem decorrido a prestação destes<br />
serviços?<br />
SS - A oportunidade surgiu através do nosso Consultor Comercial,<br />
que teve conhecimento de que o Grupo Ricon não estava satisfeito<br />
com os serviços prestados pela empresa que até então ali<br />
prestava serviços. A <strong>Securitas</strong> apresentou na altura uma proposta<br />
bem fundamentada, que satisfazia plenamente as necessidades<br />
do Grupo Ricon. Devido ao nosso profissionalismo e empenho, a<br />
prestação dos serviços tem decorrido bem.<br />
30 31<br />
SP - Na sua opinião, quais são as<br />
mais-valias que a <strong>Securitas</strong> pode<br />
oferecer a Clientes como o Grupo<br />
Ricon?<br />
SS - A <strong>Securitas</strong> detém um conhecimento<br />
e uma experiência sem paralelo<br />
no sector, o que permite oferecer<br />
soluções especializadas. É, assim,<br />
possível estabelecer uma relação de<br />
parceria com os Clientes, que visa<br />
primordialmente corresponder às<br />
necessidades e expectativas de cada<br />
uma das partes.<br />
SP - Como encara os desafios que,<br />
a nível profissional, enfrenta no<br />
dia-a-dia? Considera que a <strong>Securitas</strong><br />
está preparada para responder<br />
aos desafios colocados pelos<br />
Clientes?<br />
SS - Encaro os meus desafios diários<br />
com optimismo, pois penso que<br />
para cada problema hei-de encontrar<br />
sempre uma solução. A <strong>Securitas</strong><br />
está bem alicerçada no mercado, devido<br />
à sua preocupação constante de<br />
manter os Colaboradores motivados<br />
e preparados, através da formação<br />
contínua. O relacionamento muito<br />
próximo com os Clientes e o conhecimento<br />
e especialização, permitem<br />
à <strong>Securitas</strong> fornecer a melhor qualidade<br />
de serviço. Assim, marcamos a<br />
diferença pela positiva!<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL
JOÃO PAIS -<br />
- SUPERVISOR<br />
João Pais é Supervisor da <strong>Securitas</strong>,<br />
sendo o elo de ligação entre o<br />
responsável do Grupo Ricon pela<br />
área da segurança e os Vigilantes<br />
que ali prestam serviço, cuja actividade<br />
coordena. Por sua vez, é<br />
também o elemento que reporta à<br />
Gestora da Filial de Braga, concelho<br />
onde este nosso Cliente exerce<br />
a sua actividade. Reproduzimos<br />
aqui a conversa que com ele tivemos<br />
sobre as suas funções e este<br />
nosso Cliente.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Qual o seu<br />
percurso na <strong>Securitas</strong>?<br />
João Pais - Entrei para a <strong>Securitas</strong><br />
em 1996, pelo facto de ter então<br />
sido adquirida a Sonasa, onde tinha<br />
iniciado o meu percurso como Vigilante,<br />
no ano anterior.<br />
Até ao ano de 2000, prestei serviço<br />
em vários Clientes e, nesse mesmo<br />
ano, foi-me proposto o estágio com<br />
todos os Supervisores da Filial do<br />
Porto, com a finalidade de os substituir<br />
durante as férias.<br />
Em Janeiro de 2002, foi-me atribuída<br />
a área geográfica de uma das Filiais<br />
do Porto, onde substituí um Colega<br />
que tinha saído da Supervisão. Um<br />
mês depois, foi-me proposta uma<br />
curta estadia em S. Miguel, com o<br />
objectivo de levar o conhecimento<br />
e experiência adquiridos, até então, para a Filial dos Açores. Os<br />
resultados positivos obtidos implicaram a minha estadia lá até<br />
Dezembro de 2003.<br />
Em Janeiro de 2004, fui integrado noutra Filial do Norte, a desempenhar<br />
as funções de Supervisão.<br />
Em Maio de 2005, com a segmentação do mercado, passei a fazer<br />
parte da Filial Educação, Energia e Administração Pública.<br />
A partir de Julho de 2011, ingressei na Supervisão da Filial de<br />
Braga.<br />
SP - Como encara as suas responsabilidades como Supervisor<br />
de Serviços de Vigilância Especializada, na Filial de Braga?<br />
JP - Um desafio diário, quer pela gestão operacional, numa Filial<br />
que é geograficamente dispersa; quer pela gestão do pessoal, ao<br />
nível do trabalho que também desenvolvo na parte de Escalas.<br />
SP - O facto de o Grupo Ricon ser um Cliente exigente constitui<br />
para si um desafio?<br />
JP - Sim. Trabalhar com um Cliente exigente é motivador. Faz<br />
com que esteja em permanente contacto com o nosso interlocutor,<br />
a analisar as necessidades de segurança para as suas instalações,<br />
a responder prontamente com soluções adequadas, ir<br />
à procura de melhorias e aplicar os conhecimentos adquiridos,<br />
acompanhar e instruir os Vigilantes nas portarias. É com Clientes<br />
exigentes que evoluímos e aprendemos a ser cada vez mais profissionais<br />
naquilo que fazemos.<br />
SP - Na sua perspectiva, quais as características mais importantes<br />
que os Vigilantes devem ter, para prestarem um serviço<br />
de qualidade?<br />
JP - Na minha opinião, destaco como características importantes<br />
a responsabilidade, a honestidade e o profissionalismo, factores<br />
primordiais para alcançarmos um serviço de qualidade.<br />
HOSPITAL BEATRIZ ÂNGELO<br />
“Optámos pela proposta<br />
mais competitiva”<br />
A <strong>Securitas</strong> foi a empresa escolhida para garantir a segurança<br />
do novo Hospital Beatriz Ângelo, localizado em Loures, inaugurado<br />
no princípio deste ano.<br />
Tendo iniciado a prestação de serviços ainda na fase de acabamento<br />
desta unidade hospitalar, a <strong>Securitas</strong> assegurou igualmente<br />
a segurança no dia da sua inauguração, onde estiveram<br />
várias individualidades, incluindo o Ministro da Saúde, Dr. Paulo<br />
Macedo.<br />
Falámos com o Administrador Executivo da SGHL – Sociedade<br />
Gestora do Hospital de Loures, S.A., Dr. Artur Vaz, sobre questões<br />
de segurança e também relativas ao funcionamento do Hospital.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Qual a importância da segurança numa<br />
unidade hospitalar?<br />
Dr. Artur Vaz - É muita. O aspecto que me preocupa mais é a<br />
segurança das pessoas, embora a segurança dos bens também<br />
seja naturalmente importante, em virtude de dispormos de bons<br />
equipamentos nas nossas instalações.<br />
Nas urgências recebemos todo o tipo de pessoas, tanto pacientes<br />
como acompanhantes, sejam eles familiares ou amigos. A<br />
segurança neste tipo de serviço é essencial. É preciso que a entidade<br />
que contratámos para esta área tenha know-how e competência<br />
para gerir as eventuais situações que possam surgir.<br />
A empresa de segurança é a cara do hospital, pois o contacto<br />
inicial do utente é com o Vigilante, é o primeiro momento da<br />
verdade.<br />
Vim de Coimbra, onde trabalhei em todos os hospitais daquela<br />
cidade, para abrir o Hospital Amadora-Sintra, em 1996, numa<br />
zona mais problemática do que esta em termos de segurança.<br />
Em Coimbra a realidade é diferente, tem características sociais<br />
diferentes da Amadora, onde há uma relação mais tensa do que<br />
a que estava habituado em Coimbra, que é mais calma.<br />
32<br />
33<br />
vigilância especializada<br />
Dr. Artur Vaz, Administrador<br />
Executivo da SGHL<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
SECURITAS PORTUGAL
Em 2003 saí do Amadora-Sintra e<br />
vim para o Grupo Espírito Santo.<br />
SP - Considerando os padrões de<br />
avaliação e selecção de Fornecedores<br />
para o Hospitalar Beatriz<br />
Ângelo, quais os motivos específicos<br />
que levaram à escolha da <strong>Securitas</strong>?<br />
AV - Fizemos este exercício em relação<br />
a todos os aspectos do outsourcing.<br />
Fomos consultar apenas<br />
empresas que têm qualidade no<br />
mercado, excluímos outras de “vão<br />
de escada”, embora o preço fosse<br />
inferior.<br />
Os nossos interesses, baseados em<br />
exigências, foram os seguintes: nível<br />
de serviço, adequação da proposta<br />
às necessidades concretas do edifício<br />
e zona de estacionamento, bem<br />
como preço.<br />
Nunca tinha trabalhado com a <strong>Securitas</strong>.<br />
Consultámos o mercado e<br />
optámos pela proposta mais competitiva.<br />
Nós quisemos dizer claramente<br />
ao mercado que há que ser concorrencial.<br />
SP - Os serviços prestados pela <strong>Securitas</strong> têm correspondido<br />
às expectativas inicialmente criadas?<br />
AV - Sem dúvida nenhuma. Como disse, nunca tinha trabalhado<br />
com a <strong>Securitas</strong>. Estes meses têm corrido muito bem. Colocaram<br />
aqui um Coordenador excelente, muito tranquilo e calmo, que<br />
sabe gerir a sua equipa. Neste primeiro trimestre de cooperação a<br />
parceria tem sido excelente. A inauguração, com requisitos muito<br />
específicos e exigentes em termos de segurança, decorrentes da<br />
presença do Ministro da Saúde, foi muito bem sucedida.<br />
Dr.ª Marisa Raposo, Responsável pela Segurança do Hospital<br />
e Chefe de Grupo, Alexandre Nunes<br />
O êxito deveu-se também à boa articulação com os serviços hoteleiros.<br />
A Responsável pela gestão do contrato de segurança<br />
tem igualmente a coordenação da área de hotelaria, possuindo<br />
formação e experiência adequadas, pois anteriormente exerceu<br />
funções idênticas no Hospital da Força Aérea.<br />
Antes da inauguração, a <strong>Securitas</strong> começou por garantir a segurança<br />
dos equipamentos. Nunca tive uma experiência tão boa<br />
como com a <strong>Securitas</strong>. Não desapareceu qualquer equipamento,<br />
correu lindamente.<br />
No Hospital Beatriz Ângelo temos sistemas electrónicos de segurança<br />
próprios, instalados de raiz, como controlo de acessos, sistemas<br />
anti-rapto na área Pediátrica, entre outros, que a <strong>Securitas</strong><br />
gere, fazendo a sua monotorização.<br />
SP - Como prevê a evolução das necessidades de segurança<br />
desta unidade hospitalar?<br />
AV - São crescentes, no sentido de que a evolução da nossa actividade<br />
tem como consequência o aumento de risco. Com o tempo,<br />
os utentes começam a conhecer cada vez melhor o hospital,<br />
o que nos obriga a ser mais ágeis a nível de segurança. Por outro<br />
lado, a experiência traz o aumento de eficiência, portanto prevejo<br />
que as necessidades de segurança não irão ser muito maiores.<br />
SP - Porque foi escolhido o nome “Beatriz Ângelo” para este<br />
Hospital?<br />
AV - A anterior Ministra da Saúde, Dr.ª Ana Jorge, propôs que o<br />
hospital tivesse o nome de uma mulher. A escolha recaiu sobre<br />
Beatriz Ângelo, que concluiu o curso de Medicina em 1902 e foi<br />
a primeira mulher a operar no Hospital de São José e também a<br />
Vigilante André Cunha<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
34 35
primeira a votar em Portugal. Diz-se<br />
que na casa dela é que se bordou a<br />
primeira bandeira republicana. Sufragista<br />
e destacada militante republicana,<br />
aproveitou uma indefinição da lei<br />
para a subverter a seu favor, pelo facto<br />
de consignar que só podiam votar<br />
os “cidadãos portugueses com mais<br />
de 21 anos que soubessem ler e escrever<br />
e fossem chefes de família”.<br />
Na qualidade de viúva, apresentouse<br />
nas eleições para a Assembleia<br />
Constituinte de 28 de Maio de 1911,<br />
alegando que era chefe de família e<br />
médica, portanto sabia ler. Depois,<br />
foram tomadas medidas legislativas<br />
que impediram as mulheres de votar,<br />
através do Código Eleitoral de 1913.<br />
Só cerca de 20 anos mais tarde, em<br />
1931, lhes foi concedido o direito de<br />
voto, mas com restrições tendo por<br />
base o género, só totalmente abolidas<br />
depois do 25 de Abril de 1974.<br />
SP - No contexto da sua implantação<br />
geográfica e dos cuidados<br />
de saúde que presta aos utentes,<br />
quais as necessidades que o Hospital<br />
Beatriz Ângelo veio colmatar?<br />
O hospital serve uma população de aproximadamente 278 mil<br />
pessoas, dos concelhos de Loures, Mafra, Odivelas e Sobral de<br />
Monte Agraço. O impacto do Hospital Beatriz Ângelo é de 30%<br />
em relação aos utentes do Hospital de Santa Maria.<br />
Lisboa está a perder pessoas, pois muitas têm vindo a deslocar-<br />
-se para a periferia, para os chamados concelhos dormitórios.<br />
Este movimento deu origem aos hospitais de Almada, de<br />
Amadora-Sintra, Loures, Vila Franca de Xira e Cascais.<br />
No entanto, Lisboa continua a ter os mesmos hospitais, que são<br />
distritais, concelhios, regionais. Portugal não é suficientemente<br />
rico para manter todos, há que proceder a uma reorganização.<br />
Esta discussão tem de ser feita, pois o país não tem meios para<br />
esta acumulação de unidades hospitalares. A rede de hospitais<br />
de Lisboa tem de ser reestruturada, de forma a que apenas seja<br />
posta em causa a existência daqueles que não fazem falta, e não<br />
a de todos.<br />
SP - Como tem decorrido a actividade do Hospital desde a<br />
sua inauguração?<br />
AV - Tem corrido de acordo com o previsto. As urgências no período<br />
do Inverno costumam aumentar, diminuindo nas estações<br />
seguintes.<br />
Abrimos em Fevereiro num pico, com a gripe que se verificou a<br />
afectar especialmente os idosos. Caiu-nos o “Carmo e a Trindade”<br />
em cima, por assim dizer. Nessa altura e a cada dia, registámos<br />
um aumento de utentes nas urgências da ordem das 50 pessoas<br />
até um total de 400. Ao fim de 15 dias a situação normalizou-se.<br />
Chefe de Grupo Alexandre<br />
Nunes e Vigilante André Duarte<br />
Por vezes, temos alguns picos de procura, mas vamos tendo flexibilidade<br />
para resolver as situações.<br />
O aumento da esperança média de vida também afecta a nossa<br />
unidade hospitalar.<br />
Por outro lado e sem querer ser mal interpretado, a crise pode<br />
melhorar a saúde, porque acaba por se reflectir na alimentação e,<br />
em muitos casos, comer menos é mais saudável. Diminuem também<br />
as mortes por acidente de viação, porque circulam menos<br />
automóveis.<br />
Os hospitais vivem de duas situações dos seus utentes: doença<br />
aguda e acidente, que são 30% dos casos. Os outros 70% são<br />
doenças crónicas que se agravam, que entopem as urgências e<br />
Construção em números:<br />
>> Área total: 166.000 m 2<br />
>> Área de implantação: 19.233 m 2<br />
>> Área bruta de construção do hospital: 63.241 m 2<br />
>> Lugares de estacionamento: 1.270<br />
>> 420 camas<br />
>> 9 salas operatórias<br />
>> 5 quartos de parto e 2 salas de cesarianas<br />
>> 44 gabinetes de consulta<br />
>> 23 salas de exames/tratamentos<br />
>> 93 postos de Hospital de Dia<br />
>> 3 Serviços de Urgência<br />
(Geral, Pediátrica e Ginecologia/Obstetrícia)<br />
aumentam os internamentos. A crise<br />
agrava estas situações crónicas,<br />
porque as pessoas têm de optar em<br />
relação aos medicamentos que podem<br />
comprar. E verificam-se casos<br />
de fome, de subnutrição extrema,<br />
pessoas extremamente fragilizadas<br />
pelas dificuldades económicas.<br />
SP – Quais as perspectivas para o<br />
futuro?<br />
AV - Abrimos o hospital num tempo<br />
recorde de 19 dias. O “senhorio”, o<br />
Estado, deu-nos a instalação e conseguimos<br />
abrir em tão pouco tempo,<br />
cumprindo religiosamente a data de<br />
abertura programada.<br />
Nós abrimos todas as áreas e valências<br />
do Hospital de Loures entre 19<br />
de Janeiro e 27 de Fevereiro. Aqui,<br />
há dois anos e meio, andavam cabras<br />
a pastar.<br />
Acho que as perspectivas de manter<br />
e desenvolver o hospital são bastante<br />
boas, mas dependem da forma<br />
como o nosso País e os mercados<br />
se vão comportar, estamos todos no<br />
mesmo “barco”.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
36 37
LUÍS SILVA – GESTOR DE<br />
FILIAL E RESPONSÁVEL<br />
PELO SEGMENTO SAÚDE<br />
Luís Silva, que ingressou na <strong>Securitas</strong><br />
há 14 anos, pela inerência do<br />
seu actual cargo, que ocupa desde<br />
2005, tem sob a sua responsabilidade<br />
o contrato de segurança com<br />
o Hospital Beatriz Ângelo, pelo que<br />
lhe pedimos que nos falasse sobre as<br />
especificidades deste nosso Cliente,<br />
em particular, e do Segmento Saúde,<br />
em geral.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Qual o know-<br />
-how da <strong>Securitas</strong> no Segmento Saúde?<br />
Esse factor é determinante para<br />
o sucesso na prestação de serviços,<br />
nomeadamente no novo Hospital<br />
Beatriz Ângelo, em Loures?<br />
Luís Silva - Sendo a <strong>Securitas</strong> a primeira<br />
empresa a efectuar Serviços<br />
de Vigilância em Portugal, a nossa experiência<br />
é muito rica. Mais uma vez,<br />
a <strong>Securitas</strong> inovou, em 2004, com o<br />
conceito de Especialização ao nível<br />
dos Segmentos de Mercado, onde se<br />
inclui, entre outros, o Segmento Saúde.<br />
Este olhar diferente, através da<br />
Segmentação, permitiu trabalhar a<br />
experiência acumulada de mais de<br />
45 anos de actividade e não nos limitarmos<br />
a executar simplesmente<br />
o nosso serviço, mas também a conhecermos<br />
profundamente a própria<br />
actividade dos nossos Clientes, quer<br />
se trate de uma Clínica ou de um<br />
Hospital.<br />
Este know-how da <strong>Securitas</strong> no Segmento Saúde, por sua vez, tem<br />
reflexo na Selecção, Formação, Operação e Gestão do Serviço/Cliente.<br />
Foi claramente um dos factores determinantes para que a Administração<br />
do Hospital Beatriz Ângelo tenha seleccionado a <strong>Securitas</strong>, como<br />
parceiro no projecto aliciante que é a segurança deste Hospital.<br />
SP - Como assegura que a capacidade de resposta adequada, por<br />
parte da <strong>Securitas</strong>, seja garantida no Hospital de Loures?<br />
LS - Tudo tem um início, e o que nos levou a agarrar este projecto foi<br />
a certeza de que a <strong>Securitas</strong> tem a capacidade, o conhecimento, e<br />
essencialmente os recursos humanos para este projecto ser um êxito.<br />
Antes mesmo de termos apresentado a nossa proposta, já estavam<br />
identificados os recursos humanos fundamentais para realizarmos o<br />
serviço. É através dos nossos Colaboradores, da forte coesão da equipa<br />
que desempenha serviço no Hospital e do apoio da restante estrutura<br />
da Filial, que a <strong>Securitas</strong> assegura a boa capacidade de resposta,<br />
a todos os níveis, no Hospital Beatriz Ângelo.<br />
De salientar, desde o primeiro dia, o empenho de todos, a começar<br />
pelos Vigilantes, passando pelo Coordenador da equipa, Alexandre<br />
Nunes, pelo Supervisor José Pires, pelo Escalador Luís Fernandes<br />
e também pelo próprio Hospital Beatriz Ângelo, na pessoa do seu<br />
Presidente, Dr. Artur Vaz, e também da Dr.ª Marisa Raposo e do Dr.<br />
Miguel Teixeira.<br />
SP - Como caracteriza os diferentes tipos de Clientes, aos quais<br />
a <strong>Securitas</strong> presta serviços na área da Saúde, e quais são os serviços<br />
prestados a estas entidades?<br />
LS - Regra geral, a tipificação dos Clientes na área da Saúde, compreende<br />
instalações/entidades de carácter Administrativo, Clínicas e<br />
Hospitais/Centros Hospitalares.<br />
Nas instalações/entidades de carácter Administrativo, os serviços<br />
habitualmente prestados compreendem a Vigilância Especializada<br />
e a protecção das instalações com sistemas electrónicos de segurança.<br />
Nestes locais, a vertente de serviço da Vigilância Especializada é<br />
muito específica, dado que, na maioria dos casos, os nossos Colaboradores<br />
são o primeiro contacto com os utentes do nosso Cliente,<br />
tendo uma dupla responsabilidade, a de representar a <strong>Securitas</strong> e,<br />
em simultâneo, o próprio Cliente.<br />
Nas Clínicas, os serviços habitualmente efectuados assentam na<br />
presença da Vigilância Especializada nos períodos pós-laboral e<br />
nocturno, bem como o recurso a meios electrónicos de segurança.<br />
Nos Hospitais/Centros Hospitalares, o serviço é essencialmente de<br />
Vigilância Especializada. Estamos a falar em instalações nas quais<br />
trabalham em média 2.500 a 3.000 Funcionários, com uma frequência<br />
média diária de 5.000 a 6.000 Utentes.<br />
É realizado muito trabalho de prevenção, gestão de conflitos, de vigilância,<br />
controlo de acessos, monitorização de meios electrónicos<br />
de segurança, incluindo a colaboração com os Serviços Internos do<br />
Hospital.<br />
SP - Quais as mais-valias que a <strong>Securitas</strong> pode oferecer a estes<br />
Clientes?<br />
LS - As principais mais-valias que a <strong>Securitas</strong> oferece aos Clientes<br />
do Segmento Saúde, são o seu know-how, a análise, a avaliação dos<br />
serviços e a sua adequação às necessidades reais.<br />
Acreditamos que um serviço de segurança não permanece válido<br />
desde o primeiro dia para todo o sempre. O que oferecemos aos<br />
nossos Clientes é uma Solução de Segurança, que vai evoluindo à<br />
medida que a actividade do Cliente se desenvolve.<br />
38<br />
39<br />
SP - Como tem sido a experiência<br />
que tem vivido, enquanto Gestor do<br />
Segmento Saúde?<br />
LS - A experiência tem sido claramente<br />
positiva e enriquecedora, pela especificidade<br />
das necessidades dos Clientes<br />
deste segmento.<br />
O valor a proteger nos Clientes do<br />
Segmento Saúde, não está relacionado,<br />
por exemplo, com dinheiro. Desenvolvemos<br />
o nosso trabalho em entidades<br />
para as quais os seus Utentes e<br />
Acompanhantes se deslocam por força<br />
maior, emocionalmente expostos, pelo<br />
que a nossa capacidade de comunicar<br />
assertivamente é fundamental.<br />
O feedback dos Clientes tem sido globalmente<br />
positivo, com especial referência<br />
para os nossos recursos humanos.<br />
Estamos perante uma nova fase, com<br />
novos desafios, em que assistimos à<br />
reorganização dos Serviços de Saúde<br />
Pública e, simultaneamente, um peso<br />
cada vez maior dos Grupos Privados<br />
de Saúde.<br />
Assim, também a <strong>Securitas</strong>, como fornecedora<br />
de serviços de segurança, se<br />
tem adaptado e ajustado rapidamente<br />
às mudanças necessárias. A nossa<br />
atitude pró-activa tem garantido que<br />
este objectivo seja alcançado.<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
SECURITAS PORTUGAL
ALEXANDRE NUNES -<br />
- CHEFE DE GRUPO<br />
Alexandre Nunes é responsável<br />
pela coordenação da equipa de<br />
Vigilantes da <strong>Securitas</strong> que presta<br />
serviço no Hospital Beatriz Ângelo.<br />
Quisemos saber mais pormenorizadamente<br />
as suas funções e<br />
como decorre ali o trabalho.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Quais as suas<br />
responsabilidades neste novo<br />
Hospital?<br />
Alexandre Nunes - Desempenho a<br />
função de Coordenador dos Serviços<br />
de Vigilância, sendo da minha responsabilidade<br />
organizar e dirigir todo<br />
o Serviço de Segurança, verificando,<br />
de forma permanente, o cumprimento<br />
dos respectivos procedimentos e<br />
medidas de prevenção. É igualmente<br />
da minha responsabilidade, para<br />
além das Inspecções Sistemáticas<br />
de Segurança, garantir uma vigilância<br />
permanente, incidindo sobre a tota-<br />
lidade das instalações. Estas acções de vigilância contemplam o<br />
objectivo de manter as condições de segurança do Hospital Beatriz<br />
Ângelo e prevenir no dia-a-dia os riscos inerentes à actividade<br />
deste estabelecimento hospitalar. Estou ainda incumbido de<br />
representar a <strong>Securitas</strong> nos contactos com os Responsáveis do<br />
Hospital Beatriz Ângelo, em matéria de Segurança.<br />
SP - Como tem decorrido a prestação de serviços no Hospital?<br />
AN - O Hospital Beatriz Ângelo, que iniciou a sua actividade em<br />
Janeiro de 2012, é um complexo hospitalar de grande dimensão,<br />
de seis pisos, composto por vários corpos, interligados entre si, e<br />
com pátios interiores.<br />
Face ao exposto e tendo como referência o facto da <strong>Securitas</strong><br />
ter estado presente ainda em fase de “obra”, permitiu-nos criar<br />
o que chamo “bases de sucesso” que acompanharam todas as<br />
fases de evolução do Hospital Beatriz Ângelo até à presente data,<br />
possibilitando que o serviço prestado pela <strong>Securitas</strong> tenha estado<br />
a decorrer de forma exemplar.<br />
SP - Quais os factores que considera serem importantes para<br />
o sucesso do serviço prestado?<br />
AN - Existem vários factores de extrema importância, nomeadamente,<br />
uma estrutura sólida, composta, além de mim, pelo Gestor<br />
de Filial Luís Silva, Supervisor José Pires e Escalador Luís Fer-<br />
nandes e Equipa de Vigilantes, que deram sempre o seu apoio e<br />
contributo imediatos a todas as solicitações, com um profissionalismo<br />
exemplar. Este sucesso deve-se também a uma Gestão Hoteleira<br />
magnífica, sob a responsabilidade da Drª. Marisa Raposo e<br />
do Dr. Miguel Teixeira, que têm sempre colaborarado e apoiado<br />
de forma extraordinária a Equipa da <strong>Securitas</strong>, o que permitiu criar<br />
uma relação de parceria invulgar.<br />
SP - Quais as características especificas que os Vigilantes devem<br />
ter para prestar serviços em ambiente hospitalar?<br />
AN - Os Complexos Hospitalares estão sujeitos a diversas ocorrências,<br />
que podem originar situações de emergência. A sua principal<br />
característica e o que os distingue das demais instalações é<br />
o tipo de ocupação, bem como as actividades que neles se desenvolvem.<br />
Face à exposição a que os Vigilantes estão sujeitos,<br />
devem possuir robustez física e mental para lidarem com situações<br />
muito específicas. Como características especiais devem<br />
apresentar prontidão operacional, ser discretos, leais, íntegros,<br />
honestos e possuírem formações especificas, entre as quais Gestão<br />
de Conflitos.<br />
SP - Como encara os desafios que lhe são colocados no seu<br />
dia-a-dia?<br />
AN - As medidas de prevenção, por vezes, não são suficientes<br />
para evitar as situações que envolvem Riscos de Emergência.<br />
40<br />
41<br />
É objectivo da Equipa de Vigilância<br />
do Hospital Beatriz Ângelo assegurar<br />
a capacidade de intervenção,<br />
no sentido de reduzir ao mínimo as<br />
consequências originadas por estas<br />
situações que, apesar das medidas<br />
activas e passivas adoptadas, tenham<br />
evoluído para Situações de<br />
Emergência. É este o nosso grande<br />
desafio que será sempre encarado de<br />
uma forma positiva e com um grande<br />
profissionalismo, para que possamos<br />
continuar a prestar ao Hospital Beatriz<br />
Ângelo um Serviço de Segurança<br />
de elevada qualidade.<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
SECURITAS PORTUGAL
vigilância especializada<br />
FORUM CASTELO BRANCO – CUSHMAN & WAKEFIELD<br />
“Os serviços da <strong>Securitas</strong><br />
são excelentes”<br />
A <strong>Securitas</strong> tem a seu cargo a segurança do Forum Castelo Branco antes mesmo<br />
da sua inauguração, que ocorreu a 30 de Outubro de 2007, prestando desde então<br />
serviços de Vigilância Especializada que incluem a responsabilidade da Central<br />
de Monitorização deste Centro Comercial.<br />
Eng.º Hélder Pereira, Director de<br />
Operações da Cushman & Wakefield<br />
Estivemos com o Eng.º Hélder Pereira, Director de Operações<br />
da Cushman & Wakefield (C&W), empresa que gere o Forum<br />
Castelo Branco, com quem trocámos impressões sobre os serviços<br />
que ali prestamos.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Qual a importância da segurança no funcionamento<br />
diário do Forum Castelo Branco?<br />
Eng.º Hélder Pereira - Sendo o Forum Castelo Branco um pólo<br />
de atracção, devido à sua excelente oferta comercial, recebe diariamente<br />
um elevado número de visitantes, aos quais todos os dias<br />
queremos prestar um serviço de excelência. É neste patamar de<br />
atendimento que também se inserem os elementos da equipa da<br />
<strong>Securitas</strong>, com a qual temos uma muito boa parceria.<br />
A equipa da <strong>Securitas</strong> contribui diariamente para promover uma<br />
imagem de marca de um Centro Comercial acolhedor e seguro, em<br />
que a simpatia e eficiência são a nossa assinatura. Acrescentamos<br />
ainda o papel importantíssimo da <strong>Securitas</strong> desempenhado na relação<br />
com os nossos parceiros e Lojistas, garantindo não só o cumprimento<br />
dos procedimentos operacionais do Centro, como também<br />
a sua eficácia.<br />
SP - Como avalia os serviços prestados pela <strong>Securitas</strong>? E qual<br />
o contributo da <strong>Securitas</strong> nas áreas do Ambiente e Qualidade?<br />
HP - A segurança de um Centro Comercial tem de ser sempre muito<br />
presente, mas ao mesmo tempo discreta, características que são<br />
essenciais para os nossos Clientes e Lojistas.<br />
Na área da segurança, os serviços da <strong>Securitas</strong> são excelentes, não<br />
podíamos ter melhor, consideramos os Colaboradores da <strong>Securitas</strong><br />
como parte da nossa equipa. Contamos com duas peças fun-<br />
damentais: o Gestor de Segmento, Miguel Ventura; e o Auxiliar de<br />
Operações, cargo que é desempenhado pelo Marco Mendes e Carlos<br />
Agostinho.<br />
A equipa da <strong>Securitas</strong> é praticamente a mesma desde o início da<br />
actividade do Forum Castelo Branco, o que é uma mais-valia.<br />
No que respeita às áreas do Ambiente e Qualidade encontramos<br />
aqui duas das principais mais-valias da <strong>Securitas</strong>, relativamente a<br />
outras empresas existentes do mercado, nomeadamente através<br />
do apoio prestado pelos seus Vigilantes-Chefe à Administração do<br />
Centro Comercial nestas matérias.<br />
O Forum Castelo Branco é certificado ambientalmente, desde Abril<br />
de 2009, e foi esta uma das nossas preocupações iniciais. Este patamar<br />
foi conseguido com o esforço conjunto entre Administração<br />
e o Auxiliar de Operações da <strong>Securitas</strong>.<br />
Com esta equipa conseguimos alcançar e manter este desafio, tendo<br />
o processo da Certificação Ambiental sido recentemente renovado<br />
até 2015.<br />
SP - Em que consiste o O-TIP (Operational Tenant Improvement<br />
Programme)? Em que medida é que a <strong>Securitas</strong> tem contribuído<br />
para o seu sucesso?<br />
HP - O O-TIP é o programa operacional que, através do acompanhamento,<br />
cooperação e responsabilização dos Lojistas, possibilita<br />
a melhoria de performance, criando nas suas instalações níveis<br />
crescentes de segurança e conforto, assim como o desempenho de<br />
boas práticas.<br />
Visa a organização e regularização da<br />
documentação legal, implementação<br />
das medidas necessárias de Autoproteção<br />
de Segurança, AVAC (Aquecimento,<br />
Ventilação e Ar Condicionado),<br />
HACCP (Hazard Analysis and Critical<br />
Control Points), e ainda a melhoria das<br />
condições de limpeza, energéticas e<br />
ambientais.<br />
Este programa, na área de Safety, foi<br />
desenvolvido no Forum Castelo Branco<br />
e está a ser aplicado nos outros<br />
Centros Comerciais que a C&W gere.<br />
Candidatou-se igualmente a nível interno,<br />
dentro da C&W, a um projecto<br />
de Best Practices, podendo ainda este<br />
ano ser apresentado na nossa sede<br />
em Nova Iorque, se for considerado o<br />
melhor.<br />
A <strong>Securitas</strong> neste programa assume<br />
um papel importante porque, utilizando<br />
o conhecimento dos Vigilantes envolvidos<br />
neste processo, são por eles<br />
efectuadas as visitas periódicas às lojas<br />
que integram o Centro Comercial,<br />
onde são recolhidos e tratados todos<br />
os dados obtidos, no sentido de corrigir<br />
possíveis não conformidades verificadas<br />
no interior das lojas.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
42 43
Encontra-se também em fase de<br />
desenvolvimento o Programa O-SIP<br />
(Operation Surveillance Improvement<br />
Programme), que consiste em optimizar<br />
o que se refere à parte humana da<br />
Vigilância, naquilo que são os registos<br />
da sua actuação diária. Trata-se da informatização<br />
dos relatórios de ocorrência,<br />
que constituem uma ferramenta<br />
usada pelos Vigilantes.<br />
SP – Como descreve a relação entre<br />
a equipa da Cushman & Wakefield,<br />
que assegura a gestão do Forum<br />
Castelo Branco, e a equipa da <strong>Securitas</strong><br />
que neste Centro Comercial<br />
presta serviços de Vigilância. É<br />
uma mais-valia o facto da <strong>Securitas</strong><br />
ter um Gestor do Segmento Retail<br />
específico para os Centros Comerciais?<br />
HP - Só um tipo de relação proporciona<br />
as condições favoráveis para conseguirmos<br />
atingir os resultados que<br />
nos autopropomos, aquela que exige<br />
uma grande sintonia, forçosamente<br />
aliada a um grande empenho e motivação<br />
dinâmica conjuntos. É essa relação<br />
que existe entre a Cushman &<br />
Wakefield e a <strong>Securitas</strong>.<br />
A relação entre ambas as empresas não podia ser melhor. Temos<br />
mesmo de estar em harmonia, a “remar” no mesmo sentido. Há<br />
uma interactividade muito saudável, que nos permite tomar as melhores<br />
medidas em termos operacionais.<br />
Por isto e por tudo o que referi até agora, obviamente que o facto<br />
da <strong>Securitas</strong> ter um Gestor de Segmento Retail específico para Centros<br />
Comerciais é, para nós, uma mais-valia fundamental e consideramo-lo<br />
indispensável neste tipo de processos, pois ele consegue a<br />
interação entre o efectivo de Vigilância, que lidera, e a Administração<br />
do Centro Comercial.<br />
Auxiliar de Operações Marco Mendes<br />
e Chefe de Grupo Nuno Pinto<br />
SP - Quais as perspectivas de evolução das necessidades de<br />
segurança, tendo em consideração a conjuntura sócio-económica<br />
nacional?<br />
HP - No cenário sócio-económico que estamos a atravessar, a segurança<br />
propriamente dita é um bem cada vez mais precioso, pois<br />
todos estamos conscientes da tendência crescente de crimes, que<br />
se está a verificar e a aumentar diariamente, na sua forma e intensidade.<br />
O mesmo se aplica aos aspectos de prevenção (Safety), no referente<br />
a todas as operações de preparação, manutenção e estado<br />
de vigilância para a emergência, que consideramos de extrema<br />
importância. O que implica a necessidade de um controlo muito<br />
rigoroso de todos os equipamentos de apoio à emergência (Sistemas<br />
Automáticos de Detecção de Incêndio, Redes de Incêndio<br />
Armadas, entre outros), ensaios periódicos a estes equipamentos,<br />
sendo que, no final de cada ciclo, todo o trabalho é testado,<br />
mediante um exercício de simulacro aplicado a todo o Centro Comercial,<br />
com a colaboração de todas as equipas: Administração,<br />
Lojistas e Clientes, para assim garantir o elevado padrão de excelência<br />
do estado da Vigilância.<br />
Mas a Vigilância dos dias de hoje tem de ser muito mais do que<br />
apenas segurança!<br />
No Forum Castelo Branco, para além de todos os aspectos da segurança<br />
seguirem exemplarmente os procedimentos adequados a<br />
cada situação, o que é assegurado pela <strong>Securitas</strong>, existem outros<br />
valores importantíssimos que inserimos também na nossa equipa<br />
local. Como exemplo disso temos as já faladas Certificações Am-<br />
Auxiliar de Operações Marco Mendes<br />
e o Vigilante Marco Caetano,<br />
da Central de Monitorização<br />
biental e da Qualidade, Energética, o<br />
O-TIP e o O-SIP, este último ainda em<br />
fase embrionária, como referi.<br />
A equipa de Vigilância residente da <strong>Securitas</strong><br />
tem cada vez mais de ser uma<br />
equipa multidisciplinar e estar em estreita<br />
sintonia com a Administração do<br />
Centro Comercial, não apenas nas suas<br />
funções operacionais (todas as já referidas),<br />
mas também e para além disso<br />
nos apoios aos eventos de marketing,<br />
onde se verifica um grande envolvimento<br />
com os nossos visitantes.<br />
Em resumo, qualquer empresa de segurança<br />
para poder afirmar-se no mercado,<br />
nos dias que correm, tem de se<br />
apresentar com Vigilantes altamente<br />
credenciados e multidisciplinares, capazes<br />
de operar com todas as ferramentas<br />
descritas.<br />
A <strong>Securitas</strong> está a fazê-lo muito bem.<br />
Os seus Vigilantes recebem também<br />
formação prestada por nós.<br />
Não se pode olhar para um “segurança”<br />
como um “soldadinho de chumbo”,<br />
mas como um Vigilante que sabe falar<br />
inglês, pode prestar primeiros socorros,<br />
entre outras valias.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
44 45
SP – Desde que ano é que a<br />
Cushman & Wakefield opera em<br />
Portugal? Sendo líder em consultoria<br />
imobiliária, que serviços inovadores<br />
oferece ao mercado nacional<br />
e especificamente presta no Forum<br />
Castelo Branco?<br />
HP - A Cushman & Wakefield está<br />
em Portugal desde 1991 e é líder de<br />
mercado desde então, fornecendo<br />
soluções integradas aos seus Clientes,<br />
bem como serviços de consultoria<br />
para Clientes nacionais e internacionais<br />
que operam em Portugal.<br />
A Cushman & Wakefield é a maior empresa<br />
privada de serviços imobiliários<br />
do mundo. Fundada em 1917, possui<br />
231 escritórios em 58 países, contando<br />
com mais de 13.000 profissionais<br />
de imobiliário. A Cushman & Wakefield<br />
fornece soluções integradas aos seus<br />
Clientes, ao aconselhar, implementar e<br />
gerir activamente todas as etapas do<br />
processo imobiliário, em representação<br />
de proprietários, inquilinos e investidores.<br />
Estas soluções incluem não só<br />
aconselhamento para venda, compra,<br />
financiamento, arrendamento e gestão<br />
de activos imobiliários, mas também<br />
avaliações, planeamento estratégico e research, análise de portfolios<br />
e assistência na selecção de localizações, entre muitos outros serviços.<br />
Somos reconhecidos mundialmente pela qualidade dos nossos<br />
estudos sobre os mais variados sectores de imobiliário.<br />
SP – Desde quando a Cushman & Wakefield é responsável pela<br />
gestão do Forum Castelo Branco? Como é gerir o Forum no dia-<br />
-a-dia e quais os principais desafios com que se tem deparado<br />
neste Centro Comercial?<br />
HP - Desde Junho de 2010, a Cushman & Wakefield afirma-se<br />
como o gestor de excelência do Forum Castelo Branco, mas este<br />
não é o único caso em Portugal, pois o seu “irmão mais novo”,<br />
o Forum Barreiro, passou a ser também gerido nessa data pela<br />
C&W. A gestão destes Centros Comerciais insere-se na nossa<br />
linha de gestão para este mercado.<br />
Actualmente, a C&W gere cinco<br />
Centros Comerciais em Portugal: no<br />
Barreiro, Castelo Branco, Aveiro, Bragança<br />
e Portimão.<br />
A gestão eficiente de um Centro Comercial<br />
implica que exista uma grande<br />
capacidade de resposta e conhecimentos<br />
sólidos numa vastíssima<br />
panóplia de áreas e assuntos que, no<br />
caso do Departamento de Operações,<br />
vão desde a elementar gestão da manutenção<br />
de equipamentos, gestão<br />
de equipas (jardinagem, manutenção,<br />
limpeza, segurança, entre outras), licenciamentos,<br />
ocorrências criminais,<br />
sinistros, até à gestão de resíduos e<br />
optimização de recursos energéticos<br />
alternativos.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
46 47
Chefe de Grupo Nuno Pinto<br />
Os principais desafios passam pela<br />
inovação e pelo compromisso constante<br />
de estarmos sempre um passo<br />
à frente, de forma a poder oferecer o<br />
que está na vanguarda e existe de melhor<br />
em todas as áreas, tecnológicas<br />
ou não, aos nossos Clientes.<br />
Gerir o Forum Castelo Branco é um<br />
desafio constante, diariamente deparamo-nos<br />
com situações diferentes a<br />
todos os níveis. Além das questões<br />
de segurança, limpeza e jardinagem,<br />
deparamo-nos com questões energéticas,<br />
pois temos de optimizar consumos.<br />
O Forum Castelo Branco veio trazer à região uma nova e<br />
diversificada oferta comercial, bem como actividades de<br />
cultura e lazer. Assume-se como uma nova forma de viver a<br />
cidade. É um polo dinamizador, um ponto de encontro, um<br />
espaço onde tudo acontece.<br />
Este Centro Comercial, com 18.300 metros quadrados e<br />
dois pisos, está situado, junto à saída do IP2, uma das maiores<br />
artérias do distrito de Castelo Branco. Servido por um<br />
parque de estacionamento à superfície para 1.000 veículos,<br />
comporta cerca de 1.000 postos de trabalho directos.<br />
As suas áreas de influência estendem-se a cerca de 30 minutos<br />
das localidades limítrofes, como Fundão ou Covilhã,<br />
a norte; e Portalegre, a sul. Actualmente, o Forum Castelo<br />
Branco conta também com cerca de 30% de Visitantes da<br />
vizinha Espanha.<br />
O número de Visitantes situa-se, anualmente, nos três<br />
milhões e meio. O Forum Castelo Branco procurou, desde<br />
logo, estabelecer um indicativo de colaboração significativa<br />
para a região de Castelo Branco, quer do ponto de vista<br />
cultural, através de eventos e acções próximas da comunidade<br />
local, quer no ímpeto de vinda de Visitantes à cidade,<br />
proporcionando grandes oportunidades de negócio<br />
e, desta forma, cooperando para o emprego e a criação de<br />
riqueza na região.<br />
>> Número total de lojas: 75<br />
>> Lojas-âncora e lojas principais: SportZone, Zara e C&A<br />
>> Hipermercado: Pingo Doce<br />
>> Cinema: Castello Lopes - 4 salas<br />
Vigilante Marco Caetano<br />
MIGUEL VENTURA - GESTOR DO<br />
SEGMENTO RETAIL, CENTROS COMERCIAIS<br />
Miguel Ventura foi recentemente nomeado para o cargo de<br />
Gestor do Segmento Retail. Conversámos sobre a sua carreira<br />
profissional, as novas funções que passou a desempenhar<br />
e, especificamente, sobre a prestação de serviços da <strong>Securitas</strong><br />
no Forum Castelo Branco.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Descreva-nos o seu percurso na área da<br />
segurança, em geral, e, em particular, na <strong>Securitas</strong> Portugal.<br />
Miguel Ventura - Iniciei o meu percurso, em 1997, na área da<br />
segurança dos Centros Comerciais, passando, no ano de 2004,<br />
para o ramo hoteleiro, onde fui exercer o cargo de Director de<br />
Segurança. Em 2009, entrei para a <strong>Securitas</strong> como Consultor<br />
de Segurança na Área Sul e, em Abril de 2012, abracei este<br />
projecto.<br />
SP - Foi recentemente nomeado Gestor do Segmento Retail,<br />
com responsabilidades na área dos Centros Comerciais.<br />
Como encara esta nomeação e os desafios que a mesma proporciona?<br />
MV - Esta nomeação representa o reconhecimento da nossa empresa<br />
pelo trabalho que desenvolvi em funções anteriores. Considero<br />
que este novo cargo apresenta desafios claramente distintos,<br />
mas não menos aliciantes, em que o gosto pela operação<br />
proporciona uma forte motivação para o bom desempenho.<br />
48 49<br />
SP - O que pensa ser mais importante<br />
na gestão da segurança de<br />
um Centro Comercial? Neste contexto,<br />
a <strong>Securitas</strong> faz a diferença?<br />
MV - Um dos factores mais importantes<br />
é o conhecimento da operação<br />
e o conhecimento que passamos<br />
aos operacionais no terreno. Neste<br />
domínio a <strong>Securitas</strong> lidera processos,<br />
pois aposta bastante na formação, o<br />
que possibilita aos operacionais executarem<br />
de forma exemplar as suas<br />
tarefas.<br />
SP - Como tem decorrido a prestação<br />
de serviços no Forum Castelo<br />
Branco?<br />
MV - A meu ver, esta prestação corre<br />
de uma forma exemplar, pois a<br />
parceria estabelecida com o Cliente<br />
tem por base o conceito win-win, em<br />
que ambas as partes têm uma participação<br />
construtiva. Todos os intervenientes<br />
ficam a ganhar: o Forum<br />
Castelo Branco, os Lojistas, os Clientes<br />
do Forum, a <strong>Securitas</strong> e os seus<br />
Operacionais.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL
MARCO MENDES -<br />
- AUXILIAR DE<br />
OPERAÇÕES NO FORUM<br />
CASTELO BRANCO<br />
Marco Mendes integra a equipa da<br />
<strong>Securitas</strong> no Forum Castelo Branco,<br />
que ali presta serviços desde<br />
a etapa final da sua construção.<br />
Numa breve conversa, falou-nos<br />
das suas actuais funções e como<br />
as exerce neste Centro Comercial.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Descreva-nos<br />
o seu percurso profissional na <strong>Securitas</strong><br />
Marco Mendes - Ingressei na <strong>Securitas</strong>,<br />
em 2007, e tive desde logo<br />
uma preparação inicial rigorosa, para<br />
fazer parte da equipa de segurança<br />
que ajudou a preparar a cerimónia de<br />
abertura do Forum Castelo Branco.<br />
Desde esses tempos, em que eu era<br />
Vigilante, agarrei a oportunidade de<br />
passar a Chefe de Grupo e, depois de<br />
sensivelmente um ano, fui proposto<br />
pela Administração do Forum para o<br />
cargo de Auxiliar de Operações. Tem<br />
sido uma experiencia notável, não<br />
só a nível profissional como pessoal,<br />
através da qual tenho incorporado<br />
vários valores e conhecimentos, tendo<br />
em mente que são para os transmitir<br />
a toda a equipa de trabalho,<br />
para que consigamos em conjunto<br />
atingir os objectivos acordados com<br />
o Cliente.<br />
SP - Porque optou por trabalhar<br />
num Centro Comercial? Como encara<br />
as suas funções como Auxiliar<br />
de Operações, no Forum Castelo<br />
Branco?<br />
MM - A opção de trabalho num Centro Comercial veio pelo gosto<br />
de interacção directa com pessoas (Clientes/Lojistas/Administrativos,<br />
etc.), podendo ser prestável nas variadas situações<br />
que ocorram, desde as quotidianas, passando pelas actividades<br />
inerentes ao meu cargo, como a responsabilidade pela coordenação<br />
diária das equipas residentes, até participar como RODA<br />
(Responsável de Operações e Ambiente) na implementação e<br />
manutenção do Processo de Certificação Ambiental, entre outros<br />
programas para desenvolvimento do Centro.<br />
SP - Gosta de aceitar os desafios que as suas funções lhe colocam?<br />
Considera que o seu trabalho acrescenta valor à actividade<br />
do Forum Castelo Branco?<br />
MM - Sim, sem dúvida, os desafios são um modo simplificado<br />
de aprendizagem. Tenho presente a ideia de que estando numa<br />
posição de elo de ligação, entre a <strong>Securitas</strong> e a Administração do<br />
Forum Castelo Branco, faz com que exista uma motivação a nível<br />
pessoal para um bom funcionamento no grupo de trabalho.<br />
SP - Quais as características pessoais mais importantes para<br />
o desempenho da função de Auxiliar de Operações?<br />
MM – As características gerais que um Auxiliar de Operações deverá<br />
ter, incluem:<br />
• Uma posição neutra;<br />
• Ser assertivo em todas as decisões tomadas;<br />
• Conhecer bem o funcionamento/regras para poder tomar<br />
decisões;<br />
• Ter uma acção imediata, no que diz respeito às operações;<br />
• Ser líder perante todas as situações que possam surgir na<br />
dinâmica dos grupos de trabalho;<br />
• Responder pelos actos tomados;<br />
• Conciliar o conceito Operações/Cliente/Lojistas para uma<br />
boa harmonia no trabalho, também entre Administração e<br />
equipas residentes.<br />
OZ ENERGIA GÁS<br />
Flexibilidade da <strong>Securitas</strong> elogiada<br />
A OZ Energia Gás, desde a sua constituição, confiou a segurança à <strong>Securitas</strong>, cujos requisitos são<br />
de elevada exigência, dadas as características das suas instalações e da sua actividade, e de acordo<br />
com a directiva Seveso e a Certificação segundo o código ISPS (International Ship and Port Security<br />
Code), a que está sujeita.<br />
Estivemos no Terminal da Trafaria<br />
da OZ Energia Gás, onde<br />
falámos com o seu Superintendente,<br />
Eng.º Nelson Marques,<br />
para saber como avalia a Solução<br />
de Segurança Integrada da<br />
<strong>Securitas</strong> ali implementada e<br />
outros aspectos relativos à segurança,<br />
assim como questões<br />
ligadas à actividade ali desenvolvida.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Qual a razão<br />
que levou a OZ Energia Gás<br />
a escolher a <strong>Securitas</strong> para lhe<br />
confiar a sua segurança?<br />
Eng.º Nelson Marques - Esta<br />
parceria já tem pelo menos seis<br />
anos, pois já vem da antiga Esso<br />
Portuguesa, que foi adquirida<br />
pelo Grupo Gestmin, em Dezembro<br />
de 2009. A nossa opção deveu-se<br />
ao facto da <strong>Securitas</strong> ser<br />
uma empresa de referência na<br />
área da segurança, e por ter apresentado<br />
uma proposta adequada<br />
aos nossos requisitos.<br />
SP - Quais as vantagens da Solução<br />
de Segurança Integrada<br />
da <strong>Securitas</strong>, implementada nas<br />
vossas instalações da Trafaria?<br />
50<br />
51<br />
vigilância especializada<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
SECURITAS PORTUGAL
O serviço prestado pela <strong>Securitas</strong><br />
tem correspondido às vossas expectativas?<br />
NM - A principal vantagem da solução<br />
integrada, pelo seu próprio conceito,<br />
é que permite haver um só interlocutor<br />
em matéria de segurança.<br />
Esta solução da <strong>Securitas</strong>, que engloba<br />
serviços de Vigilância Especializada<br />
e sistemas electrónicos de segurança,<br />
salvaguarda os aspectos de<br />
Safety e Security, integrando as duas<br />
vertentes que estão intimamente ligadas<br />
e aumentando a capacidade<br />
de resposta, já que permite-nos ver<br />
onde não estamos fisicamente e,<br />
assim, ter uma cobertura e controlo<br />
completos das instalações.<br />
Estas componentes de Safety e Security<br />
são essenciais, pois na área de<br />
Safety verifica-se que esta instalação<br />
insere-se no âmbito da directiva Seveso,<br />
pelo que as exigências de segurança<br />
são muito elevadas. Do ponto<br />
de vista de protecção, esta instalação<br />
tem também Certificação de acordo<br />
com o Código ISPS, o que se traduz<br />
numa exigência acrescida para esta<br />
parceria com a <strong>Securitas</strong>.<br />
O serviço da <strong>Securitas</strong> tem correspondido às nossas expectativas.<br />
Saliento a flexibilidade da <strong>Securitas</strong> na resposta às nossas<br />
necessidades e o facto de, em conjunto, termos vindo a introduzir<br />
melhorias, no sentido da optimização do serviço, tendo em conta<br />
o binómio custo/qualidade.<br />
Procuramos, sem prejuízo do já referido, novas melhorias e soluções<br />
para responder à evolução das necessidades na área da<br />
Segurança.<br />
SP - Qual a importância da segurança para a actividade da OZ<br />
Energia Gás, nomeadamente no vosso terminal do Parque da<br />
Trafaria? Quais os requisitos especiais destas instalações em<br />
matéria de segurança que a <strong>Securitas</strong> tem de assegurar?<br />
NM - A segurança, conforme referi, quer na sua vertente Safety,<br />
quer na sua vertente Security, é fundamental para a nossa actividade,<br />
especialmente no Terminal da Trafaria, pela natureza da<br />
instalação e das matérias com que operamos.<br />
Como também mencionei, do ponto de vista de Safety, temos a<br />
conformidade com a directiva Seveso e, a nível de Security, temos<br />
a Certificação de acordo com o código ISPS, de onde decorrem<br />
obrigações e exigências de carácter legal.<br />
A <strong>Securitas</strong> tem obviamente um papel relevante nos nossos<br />
planos de Safety, nomeadamente sendo um dos intervenientes<br />
activos do Plano de Emergência Interno e, do ponto de vista de<br />
Security, no Plano de Protecção da instalação portuária.<br />
SP - Em termos gerais, como vê a evolução das necessidades<br />
de segurança, a médio prazo?<br />
NM - A segurança torna-se cada vez mais necessária, decorrente<br />
da conjuntura que vivemos e da evolução tecnológica actual.<br />
É, por isso, natural que evoluamos para sistemas cada vez mais<br />
eficientes, tentando andar um passo à frente, no sentido de cada<br />
vez assegurar melhor a segurança das instalações, não só em termos<br />
dos seus activos, mas principalmente das pessoas.<br />
SP - Pode dar-nos um breve historial e descrever as áreas de<br />
negócio da OZ Energia Gás?<br />
NM - A OZ Energia Gás é uma empresa do Grupo Gestmin, que<br />
iniciou a sua actividade em Dezembro de 2009, tendo sido criada<br />
a partir dos activos adquiridos à antiga Esso Portuguesa.<br />
As áreas de negócio em que operamos, particularmente no Terminal<br />
da Trafaria, são a armazenagem de GPL (Gás de Petróleo<br />
Liquefeito) e combustíveis líquidos, o enchimento de garrafas de<br />
GPL, e comercialização de GPL embalado e em granel.<br />
O Terminal da Trafaria iniciou a sua actividade em Janeiro de<br />
1966, inicialmente apenas na área dos combustíveis e depois, em<br />
1970, também na área do GPL.<br />
SP - Qual o factor de diferenciação da OZ Energia Gás relativamente<br />
à oferta de outras empresas que operem no mesmo<br />
mercado?<br />
NM - A OZ Energia Gás é uma empresa que tem uma identidade<br />
totalmente Portuguesa, operando a nível nacional através de uma<br />
Eng.º Nelson Marques,<br />
Superintendente do Terminal<br />
da Trafaria da OZ Energia<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
52 53
Da esquerda para a direita: Vigilantes Manuel Martins<br />
e Paulo Frasquilho, Vigilante Chefe Velosa Alves,<br />
Vigilante Joaquim Lurdes, Gestor de Filial José<br />
Guimarães e Vigilante Alcides Letras<br />
rede de cerca de 150 revendedores,<br />
tendo uma estrutura com uma dimensão<br />
que lhe permite ter flexibilidade<br />
e proximidade com os Clientes<br />
e parceiros de negócio, procurando ir<br />
ao encontro das suas expectativas.<br />
SP - Quais os principais desafios<br />
da OZ Energia Gás e perspectivas<br />
de crescimento?<br />
NM – Essencialmente, o Terminal da<br />
Trafaria vai continuar a trabalhar na<br />
procura da eficiência dos seus meios<br />
humanos e técnicos para o desenvolvimento<br />
da sua actividade própria,<br />
bem como na área da prestação<br />
de serviços a terceiros. Desta forma,<br />
procuraremos desenvolver e consolidar<br />
a actividade para assegurar a satisfação<br />
dos nossos Clientes.<br />
A OZ Energia, que faz parte do Grupo Gestmin, é um dos quatro<br />
maiores distribuidores de gás embalado em Portugal, actuando<br />
em quatro distintas áreas de negócio: OZ Energia Gás, OZ Energia<br />
Fuels, OZ Energia Jet e OZ Energia Canalizado.<br />
É das poucas empresas do sector que dispõe de um terminal<br />
fluvial próprio, viabilizando o abastecimento de infraestruturas<br />
de tancagem de combustíveis por via marítima, assim tendo a<br />
capacidade para concorrer a novas oportunidades que surjam no<br />
mercado dos combustíveis.<br />
Com uma vasta rede de distribuição, de âmbito nacional, a OZ<br />
Energia possui:<br />
120 Lojas<br />
155 Revendedores<br />
5.000 Pontos de Venda<br />
A OZ Energia continua a apresentar crescimentos anuais regulares<br />
na actividade do gás engarrafado, da ordem dos 0,6% a 0,7%<br />
ao ano, consolidando uma quota de 10% deste mercado e confirmando<br />
a estabilidade deste segmento de negócio e a fidelidade<br />
dos seus Clientes.<br />
O volume de vendas da OZ Energia aumentou 48% no último ano<br />
e o seu Ebitda (lucros antes de impostos) cresceu 26%.<br />
JOSÉ GUIMARÃES -<br />
- GESTOR DA FILIAL DE SETÚBAL<br />
Trocámos impressões com José Guimarães, Gestor da Filial de<br />
Setúbal, responsável pela segurança de um conjunto alargado<br />
de Clientes, incluindo a OZ Energia Gás, S.A., que nos elucidou<br />
sobre os principais desafios que enfrenta na sua área de<br />
responsabilidade.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Como caracteriza o mercado, na área<br />
geográfica coberta pela Filial de Setúbal?<br />
José Guimarães - O mercado na qual a Filial de Setúbal se encontra<br />
inserida é essencialmente composto por empresas dos sectores<br />
industrial e retalhista, bem como das áreas de serviços e hotelaria.<br />
SP - Que características específicas definem os Clientes nesta<br />
área?<br />
JG - Falamos de entidades cujos requisitos de segurança são cada<br />
vez mais especializados, o que implica que o Vigilante tem de ter<br />
um conhecimento significativo para a execução do seu trabalho.<br />
O grau de exigência do Cliente é maior, quer no conhecimento que<br />
o Vigilante tem de ter em Security — saber o que é mais relevante<br />
a observar para minorar o risco da materialização de uma ameaça,<br />
prevenindo comportamentos anti-sociais; quer na capacidade para<br />
operar com sistemas electrónicos de auxílio ao serviço, quer ainda<br />
na execução de procedimentos internos de cada Cliente, sabendo<br />
que cada vez mais os serviços estão optimizados, obrigando a uma<br />
maior capacidade de resposta.<br />
SP - Quais os principais desafios de gestão que enfrenta no<br />
dia-a-dia?<br />
JG - A capacidade de fazer mais com menos, pois a conjuntura<br />
económica está a criar dificuldades às empresas, o que as obriga<br />
54 55<br />
a rentabilizar ao máximo os serviços<br />
por nós prestados, como opção para<br />
que não seja descurada uma área essencial<br />
ao seu bom funcionamento.<br />
SP - A OZ Energia Gás, S.A. apresenta<br />
certamente requisitos de<br />
segurança e exigências muito particulares.<br />
Como tem decorrido a<br />
prestação de serviços neste Cliente?<br />
JG - É relevante referir que nas mesmas<br />
instalações trabalhámos com<br />
duas empresas distintas e em momentos<br />
produtivos diferentes, nomeadamente<br />
a Esso e, agora, a OZ<br />
Energia.<br />
Esta mudança de entidade obrigou a<br />
uma adaptação dos serviços, de forma<br />
a corresponder às expectativas da<br />
Oz Energia, quer na optimização do<br />
serviço, quer no reforço de conhecimentos<br />
que providenciámos aos Vigilantes,<br />
para aumento da sua capacidade<br />
de resposta.<br />
Salientamos ainda a excelente relação<br />
que possibilitou uma participação activa<br />
do Cliente e permitiu desenhar o<br />
que chamamos um “fato à medida”,<br />
ou seja, direccionámos a nossa intervenção<br />
para pontos muito precisos e<br />
identificados em conjunto, originando<br />
uma melhor resposta dos nossos serviços.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL
SP - Qual a avaliação que faz das<br />
soluções de Segurança Integrada<br />
que a <strong>Securitas</strong> tem implementado<br />
num número cada vez mais significativo<br />
de Clientes? Qual o grau de<br />
satisfação dos Clientes que optaram<br />
por este tipo de solução?<br />
JG - As soluções de Segurança Integrada<br />
são a chave para a conjuntura<br />
económica que actualmente atravessamos,<br />
dão resposta à necessidade<br />
de optimização dos serviços e permitem<br />
manter índices de segurança elevados,<br />
sendo um elemento muito eficaz<br />
na prevenção, criando barreiras à<br />
materialização de ameaças, permitindo<br />
em tempo útil reagir às mesmas.<br />
O grau de satisfação dos Clientes é<br />
elevado.<br />
SP - Um dos compromissos da <strong>Securitas</strong><br />
para com os seus Clientes é<br />
o de prestar um serviço de qualidade,<br />
que acrescente valor à sua actividade.<br />
Nesta perspectiva, considera<br />
que a <strong>Securitas</strong> é realmente<br />
diferente, como empresa fornecedora<br />
de serviços de segurança ?<br />
JG – Sim, sem dúvida. A cultura <strong>Securitas</strong><br />
incute-nos a necessidade de<br />
procurarmos todos os dias estar perto<br />
dos nossos Clientes, para podermos<br />
sentir os desafios que estes têm e as<br />
necessidades na nossa área, para sermos<br />
cada vez mais céleres nas respostas.<br />
Para atingirmos esta capacidade, temos<br />
investido num processo contínuo<br />
de atribuição de competências,<br />
que está a ser praticado e desenvolvido<br />
em toda a nossa empresa.<br />
VELOSA ALVES – VIGILANTE CHEFE<br />
Velosa Alves tem o cargo de Vigilante-Chefe, que exerce<br />
na Margem Sul de Lisboa, a sua área de actividade<br />
desde que passou a integrar os quadros da <strong>Securitas</strong>,<br />
há mais de 35 anos.<br />
Trocámos impressões sobre o exercício das suas funções,<br />
particularmente na empresa OZ Energia Gás, já<br />
que supervisiona os Vigilantes da <strong>Securitas</strong> que prestam<br />
serviço nas instalações deste nosso Cliente.<br />
SP - Descreva-nos o seu percurso profissional na <strong>Securitas</strong><br />
Velosa Alves - O meu percurso na <strong>Securitas</strong> iniciou-se em<br />
Outubro de 1976, como Vigilante na Filial de Setúbal, na<br />
altura coordenada pelo Capitão Brito da Cruz, no Cliente<br />
Petrogal, em Porto Brandão. Um ano depois, fui informado<br />
de um concurso interno para preenchimento de duas<br />
vagas para Vigilante Chefe, às quais me candidatei, tendo<br />
sido um dos seleccionados para o seu preenchimento.<br />
SP - Quantos Clientes e Vigilantes tem actualmente<br />
na área geográfica sob a sua responsabilidade, e como<br />
encara o seu dia-a-dia de trabalho?<br />
VA - Relativamente aos Vigilantes sob minha supervisão,<br />
são de momento 197, distribuídos por 33 Clientes, entre<br />
Almada, Seixal, Barreiro, Palmela e Pinhal Novo.<br />
Na nossa actividade existem diversos factores imprescindíveis<br />
para um bom desempenho profissional, entre os quais realço a<br />
honestidade e integridade como das mais importantes. A satisfação<br />
dos Clientes é diariamente um desafio a que me proponho<br />
sempre com elevados níveis de exigência, não descurando nunca<br />
os objectivos da nossa empresa, assim como a implementação<br />
de melhorias que elevem a qualidade do serviço prestado.<br />
SP - Um Cliente como a OZ Energia Gás S.A. requer especial<br />
atenção, pela área de negócio a que se dedica. Quais as características<br />
pessoais/profissionais que os Vigilantes devem<br />
ter para assegurar que toda a operação decorra de acordo<br />
com as expectativas do Cliente?<br />
VA - A OZ Energia é um Cliente cuja natureza da actividade obriga<br />
a que os Vigilantes sejam criteriosamente seleccionados, sendo<br />
o sentido de responsabilidade e profissionalismo alguns dos<br />
atributos imprescindíveis para um desempenho adequado nesta<br />
instalação, passando todos por um processo de sensibilização relativamente<br />
aos riscos inerentes ao serviço, assim como o nível<br />
de exigência por parte do Cliente.<br />
SP - Quais os conselhos que daria aos candidatos à função de<br />
Vigilante? Considera que a formação dada pela <strong>Securitas</strong> ao<br />
Vigilante é importante, e que o seu trabalho adiciona valor à<br />
actividade dos Clientes?<br />
VA - A Segurança Privada assume um papel cada vez importante<br />
na nossa sociedade, pelo que é importante que os novos<br />
Vigilantes evidenciem os princípios da integridade, honestidade<br />
56<br />
57<br />
e responsabilidade no exercício das<br />
suas funções, de forma a alcançarmos<br />
inequivocamente a nossa meta<br />
fundamental que é a satisfação dos<br />
Clientes.<br />
A formação inicial e contínua ministrada<br />
pela <strong>Securitas</strong> assume um papel<br />
de fundamental importância, de<br />
forma a munir os Vigilantes de conhecimentos<br />
que os vão ajudar a desempenhar<br />
as suas funções nas mais<br />
variadas situações do dia-a- dia.<br />
O trabalho dos Vigilantes adiciona<br />
valor à actividade dos Clientes, uma<br />
vez que a formação e preparação de<br />
que beneficiam permitem prestar um<br />
serviço de qualidade que, na maioria<br />
dos casos, julgo ultrapassar as expectativas<br />
dos Clientes.<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
SECURITAS PORTUGAL
vigilância mobile<br />
YOKOHAMA IBÉRIA<br />
A vantagem de um único<br />
interlocutor na segurança<br />
A segurança da sucursal portuguesa da Yokohama Ibéria, localizada em Vila do Conde,<br />
é garantida pela <strong>Securitas</strong> desde há oito anos, através de uma Solução de Segurança<br />
Integrada, que engloba a prestação de serviços de Vigilância Mobile (Rondas) e sistemas<br />
electrónicos de segurança.<br />
Dr.ª Elisabete Figueiredo, Credit<br />
Manager da Yokohama Ibéria e<br />
Responsável da Área de Segurança<br />
Conversámos com a Dr.ª Elisabete Figueiredo, Credit Manager<br />
da Yokohama Ibéria e também responsável pela área<br />
de Segurança, sobre a parceria com a <strong>Securitas</strong> e aspectos<br />
da actividade desta multinacional japonesa da indústria de<br />
pneus.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Porque foi selecionada a <strong>Securitas</strong> para<br />
a segurança da Yokohama?<br />
Dr.ª Elisabete Figueiredo – Optámos pela <strong>Securitas</strong> em 2003,<br />
tendo o contrato sido estabelecido em Dezembro desse ano. A<br />
selecção da <strong>Securitas</strong> deveu-se à melhor relação qualidade/custo<br />
apresentada e ao facto de ter uma presença internacional, como<br />
a Yokohama.<br />
SP - Como tem decorrido o Serviço de Vigilância Mobile<br />
prestado pela <strong>Securitas</strong> e qual a respectiva importância?<br />
EF - Até à data, a <strong>Securitas</strong> tem respondido ao que pretendemos,<br />
garantindo a segurança das nossas instalações de acordo com o<br />
que está contratualizado entre as partes. Apostamos na prevenção<br />
e reconhecemos que este serviço, para além da própria segurança,<br />
exerce também uma função dissuasora.<br />
SP - Quais as vantagens da Solução de Segurança Integrada<br />
que foi implementada?<br />
EF – Além da Vigilância Humana, esta solução integra sistemas<br />
de CCTV (videovigilância), sistemas de detecção de intrusão e<br />
sistemas de detecção de incêndio. Tem a vantagem de estar tudo<br />
concentrado numa só empresa fornecedora, permitindo uma melhor<br />
coordenação entre ambas as partes. Ter um único interlocutor<br />
ao nível da segurança torna as questões mais simples de gerir.<br />
A nível de videovigilância, foram<br />
feitas recentemente algumas alterações<br />
consideradas pertinentes.<br />
Mantemos um bom diálogo<br />
com a <strong>Securitas</strong>, que se mostra<br />
construtivo de parte a parte.<br />
SP - Quais os ingredientes<br />
necessários para o desenvolvimento<br />
de uma verdadeira<br />
parceria entre o Cliente e o<br />
Prestador de Serviços de Segurança?<br />
A <strong>Securitas</strong> tem correspondido<br />
a esses requisitos?<br />
EF – Essencialmente é a comunicação<br />
entre as partes. O diálogo<br />
é fundamental. Como empresa<br />
Cliente estamos à vontade para<br />
expressar as nossas necessidades<br />
e problemas a resolver, da<br />
parte da <strong>Securitas</strong> contamos que<br />
lhes seja dada resposta cabal. O<br />
que se tem verificado, pois os<br />
acertos têm sido feitos, de acordo<br />
com as necessidades que se têm<br />
revelado.<br />
À medida que fomos crescendo,<br />
a solução de segurança foi adaptada,<br />
foram feitas as alterações<br />
convenientes. Neste momento<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
58 59
não temos qualquer exigência, porque<br />
tudo se foi resolvendo.<br />
SP - Quer referir-nos um breve historial<br />
da Yokohama Ibéria S.A. e o<br />
porquê da sucursal em Portugal?<br />
A Yokohama Ibéria tem a sua sede<br />
em Espanha e uma sucursal em Portugal.<br />
Esta foi criada em 1996. A sucursal<br />
serve de plataforma logística a<br />
nível Ibérico.<br />
Toda a mercadoria, proveniente principalmente<br />
das unidades de produção<br />
do Japão, Filipinas e Tailândia é<br />
recepcionada através do Porto de<br />
Leixões, sendo o armazém ibérico<br />
em Portugal. Daqui é feita a distribuição<br />
a nível nacional, bem como o<br />
transporte para Espanha do material<br />
destinado ao mercado do país vizinho.<br />
SP - Qual a actividade da Yokohama e os seus principais produtos?<br />
EF – A nossa actividade consiste na distribuição de pneus para revenda,<br />
provenientes das fábricas da Yokohama. Os nossos revendedores<br />
são empresas multimarca, com as quais temos acordos<br />
estabelecidos.<br />
A nossa gama abrange os pneus de turismo, entre os quais os<br />
destinados à competição, os pneus para veículos pesados e os de<br />
engenharia (para todo o tipo de máquinas).<br />
SP - Quais os factores críticos de sucesso nesta actividade?<br />
EF – A Yokohama é uma marca de referência com peso no mercado,<br />
que está associada a pneus de alta performance e tecnologia,<br />
inspirando a confiança necessária à fidelização dos seus Clientes.<br />
A Yokohama foi fundada em 1917 e possui actualmente um total<br />
de 15 unidades de produção: sete no Japão, duas no EUA, uma<br />
nas Filipinas, uma no Vietname, uma na Tailândia, duas na China<br />
e uma na Rússia. Integra mais de 13 mil Colaboradores, a nível<br />
mundial, e possui representantes espalhados pelos cinco continentes.<br />
A empresa é fabricante de pneus de elevada qualidade desde<br />
a sua fundação e há mais de 45 anos especializada em pneus<br />
para competição. A Yokohama mantém um rigoroso controlo de<br />
qualidade e investe em tecnologia de ponta, de forma a oferecer<br />
produtos de vanguarda e continuar a responder às expectativas<br />
dos seus Clientes.<br />
SP - Quais as perspectivas de desenvolvimento no futuro?<br />
EF – A nossa perspectiva será sempre a de angariar novos Clientes<br />
em Portugal, onde ainda existe mercado potencial. Temos uma<br />
equipa comercial que cobre todo o território nacional, incluindo as<br />
Regiões Autónomas, o que também acontece em Espanha.<br />
Em termos mundiais e a nível de avanços tecnológicos, a Yokohama<br />
irá certamente continuar a surpreender o mercado automobilístico,<br />
como o fez recentemente ao recorrer ao óleo de laranja,<br />
ampliando resultados e performance, além de contribuir para a<br />
preservação do meio ambiente, reduzindo o uso de derivados do<br />
petróleo.<br />
O desenvolvimento dos chamados Pneus Eco Racing foi iniciado<br />
em 2008 e testado na pré-temporada e nas provas de 2009 da<br />
Super Taikyu Series, campeonato de endurance japonês. O óleo<br />
de laranja possui uma afinidade muito grande com a borracha,<br />
sendo fácil de misturar em polímeros. O resultado dessa inovadora<br />
experiência foi um produto com maior aderência, menor perda<br />
de performance, melhor dirigibilidade e estabilidade, bem como<br />
menor desgaste.<br />
>> Crescimento sustentável.<br />
>> Preocupação ambiental e obtenção de excelente performance<br />
e poupança de combustível e desgaste.<br />
>> A Yokohama é fornecedora exclusiva do WTCC - World<br />
Touring Car Championship com a introdução dos pneus<br />
Eco Racing.<br />
Vigilante Euclides Vieira<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
60 61
NUNO SANTOS –<br />
– GESTOR DA FILIAL<br />
DE VIGILÂNCIA MOBILE,<br />
BRAGA<br />
Nuno Santos, pelas atribuições do<br />
seu cargo, tem a responsabilidade<br />
pelo contrato com a Yokohama e<br />
por todos os que foram estabelecidos<br />
entre a <strong>Securitas</strong> e empresas<br />
da região de Braga às quais são<br />
prestados serviços de Vigilância<br />
Mobile. Pedimos-lhe que nos falasse<br />
sobre eles, a sua relevância<br />
na actual conjuntura e os principais<br />
factores que distinguem a<br />
<strong>Securitas</strong> de outras empresas do<br />
sector.<br />
<strong>Securitas</strong> Portugal - Descreva-nos o<br />
seu percurso na <strong>Securitas</strong>.<br />
Nuno Santos - Fui admitido na <strong>Securitas</strong><br />
a 1 de Agosto de 2007, como<br />
Consultor de Segurança de Vigilância<br />
Mobile, na Filial de Braga. No ano<br />
de 2008, desempenhei funções de<br />
Team Leader da Equipa Comercial<br />
Norte, passando ainda, em 2009, a<br />
acumular funções de Gestor do Seg-<br />
mento da Administração Pública em Clientes de âmbito nacional.<br />
Em 2011, passei a Gestor da Filial de Vigilância Mobile em Braga,<br />
funções que desempenho até a data.<br />
SP - Como caracteriza o mercado de serviços de Vigilância<br />
Mobile na região de Braga, e quais os principais desafios com<br />
que se depara no seu dia-a-dia?<br />
NS - No distrito de Braga e nas zonas contíguas, existe uma forte<br />
presença de Pequenas e Médias Empresas (PME’s), as quais,<br />
dependendo da sua actividade económica, têm necessidades específicas<br />
de segurança, o que representa um potencial acrescido<br />
para os serviços de Vigilância Mobile nesta região. Por outro lado,<br />
são essas PME’s que mais estão a sentir dificuldades no actual<br />
contexto económico, o que representa um desafio para a área de<br />
Vigilância Mobile, pois obriga-nos a reflectir de maneira diferente,<br />
perspectivando soluções flexíveis que têm de ir ao encontro das<br />
expectativas e possibilidades de cada empresa.<br />
SP - Quais as mais-valias que os Serviços de Vigilância Mobile<br />
podem oferecer aos Clientes da <strong>Securitas</strong>?<br />
NS - Em Braga, dispomos de uma base de apoio operacional, a<br />
partir da qual é efectuada toda a gestão dos circuitos, o que, na<br />
prática, nos permite ter uma capacidade de resposta adequada<br />
face às exigências dos nossos Clientes.<br />
Considero ainda que o serviço de Vigilância Mobile constitui-se<br />
como uma mais-valia, pois os seus Clientes podem usufruir de<br />
um conjunto alargado de soluções humanas e técnicas, as quais,<br />
combinadas numa só solução, acrescentam valor ao serviço pres-<br />
tado e proporcionam uma relação de qualidade /preço única no<br />
mercado, podendo, deste modo, o Cliente focalizar-se no seu<br />
core business sem ter de se preocupar com o factor segurança.<br />
SP - Com a actual situação sócio-económica que o país atravessa,<br />
os Serviços de Vigilância Mobile ganham maior relevo?<br />
NS - Certamente, porque perante as actuais dificuldades sócio-económicas,<br />
de um modo geral, as empresas e os gestores<br />
querem gerir os seus custos. Por outro lado, face ao aumento da<br />
criminalidade, originada por factores de instabilidade social, verifica-se<br />
uma necessidade acrescida de serviços de segurança.<br />
Com uma solução de Vigilância Mobile feita à medida, em que<br />
exista uma adequada articulação de meios humanos e técnicos,<br />
as empresas podem obter um padrão de segurança sólido e eficaz,<br />
com um custo acessível e com as vantagens de uma gestão<br />
personalizada.<br />
SP - O que diferencia a <strong>Securitas</strong> da maioria das empresas<br />
concorrentes?<br />
NS - Em primeiro lugar, a <strong>Securitas</strong> tem um know-how e uma cultura<br />
de segurança muito próprios, em que os valores da empresa<br />
— Integridade, Vigilância, Serviço — estão patentes e fazem parte<br />
do dia-a-dia de cada um dos nossos profissionais, originando um<br />
sentido de compromisso e de responsabilidade no cumprimento<br />
dos nossos deveres. Isto é sentido e valorizado pelos nossos<br />
Clientes, traduzindo-se esta relação de confiança em parcerias<br />
comerciais de longa duração, pois de facto existem contratos<br />
com vinte e trinta anos.<br />
62<br />
63<br />
A nossa cobertura geográfica alargada<br />
e a aposta contínua em melhorar<br />
os nossos meios técnicos de apoio<br />
e controlo dos serviços de Vigilância<br />
Mobile (Rondas), bem como os<br />
de registo de ocorrências, são também<br />
um ponto de diferenciação no<br />
mercado, pois os Clientes podem<br />
receber diariamente, através de meio<br />
informático, os relatórios do serviço<br />
efectuado.<br />
Por último, devo salientar a capacidade<br />
da <strong>Securitas</strong> poder fornecer e<br />
integrar soluções, que vão desde a<br />
Vigilância Humana, Vigilância Mobile<br />
(Rondas), Serviço de intervenção<br />
a alarmes (piquete), montagem e<br />
ligação de sistemas electrónicos de<br />
segurança, Central de Monitorização<br />
de Alarmes e Serviços de Assistência<br />
Técnica num único serviço, e com<br />
um único interlocutor.<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
SECURITAS PORTUGAL
destaque<br />
SECURITAS<br />
QUEM FAZ A DIFERENÇA<br />
Estamos gratos por continuadamente recebermos cartas e e-mails de louvor, de agradecimento<br />
e reconhecimento, por parte dos nossos Clientes, em relação aos nossos<br />
Vigilantes e Supervisores, nos quais dão destaque ao seu profissionalismo para além de<br />
qualquer expectativa.<br />
A estes nossos Colaboradores manifestamos também a nossa gratidão, pela forma como<br />
representam a <strong>Securitas</strong> e pelo brio que demonstram no desempenho das suas funções.<br />
Que sejam uma inspiração para todos nós!<br />
Publicamos integralmente alguns desses louvores e apresentamos outros em síntese,<br />
pela impossibilidade de aqui os reproduzirmos totalmente.<br />
From: Dalila Casanova<br />
Sent: quarta-feira, 21 de Março de 2012 15:19<br />
To: MENDONCA Luis Vilhena; AMARAL Alice dos Santos Pinto; FONSECA Carla Cristina<br />
Cc: administracao@mail.securitas.pt<br />
Subject: Agradecimento à equipa de segurança do Cascaishopping<br />
Prezados/as Srs./Sras. da Administração do Cascaishopping,<br />
No passado dia 28 Fevereiro 2012, pela hora do almoço aproximadamente, quando me encontrava na área de restauração do piso 1 do Cascaishopping, fui<br />
surpreendida por um episódio de asfixia do meu filho Gustavo de 5 meses, ficando este roxo e sem qualquer tipo de reacção.<br />
Ainda estava eu a proceder à primeira massagem para o ajudar a voltar a si e já se encontravam dois seguranças ao meu lado prontos para me ajudar, o Sr.<br />
Luis Verissimo e o Sr. Nuno Figueira.<br />
Gostaria de agradecer, primeiramente, a estes dois profissionais pela forma exemplar como conduziram toda a situação, ao Sr. Luis Verissimo por ter assumido<br />
o controlo da situação inicial quando nós pais tentavamos encaixar a situação, tendo levado o Gustavo em modo de urgência para a clínica no andar de baixo<br />
assim que se deu o 3º/4º episódio de asfixia a fim de este ser rapidamente avaliado e ao Sr. Nuno Figueira por nunca me ter deixado sozinha estando eu num<br />
estado de nervos notável e por se ter dado ao cuidado de me manter sempre informada sobre o estado de saúde do meu filho.<br />
Uns minutos mais tarde, mas ainda quando me encontrava na área de restauração, recebi a visita do Sr. João Simões, outro exemplar de profissionalismo que<br />
teve uma função incansável de me acalmar e de me acompanhar pelos elevadores internos ao andar de baixo onde o meu filho estaria novamente a passar<br />
por mais um episódio de asfixia, o que seria o 5º desde que começara.<br />
Desde que tudo começou nunca me senti sozinha, apesar de o estar familiarmente, tendo em conta que o meu marido se ausentara por breves minutos, estes<br />
três profissionais têm o meu agradecimento pessoal e muito especial por me terem socorrido, acompanhado e acalmado numa situação deveras dificil em que<br />
qualquer um perde o sentido do que é passível de ser feito estando um bébé em risco de ficar inconsiente.<br />
Este meu gesto prende-se com o facto de ter vivido neste Centro Comercial uma experiencia de uma “presença humana” excepcional e de louvar que gostaria<br />
de partilhar com a administração que é quem contrata estes serviços e que seguramente também agradecerá tomar conhecimento de episódios não só<br />
negativos como também positivos da prestação dos seus colaboradores.<br />
O Gustavo está bem, ficou internado 3 dias para observação onde se diagnosticou uma gastroentrite.<br />
Muito obrigado pela vossa ajuda. Cremos enquanto pais que toda esta prestação cautelosa e eficaz nos levou a um acesso mais rápido ao INEM que salvaguardou<br />
de imediato o oxigénio que o Gustavo precisava para poder ser conduzido ao hospital da forma segura como chegou.<br />
Se tiverem algum mural com fotografias que costumam guardar, aqui fica a do Gustavo são e salvo pela vossa equipa de seguranças, em especial, pelos Srs.<br />
Luis Verissimo, Nuno Figueira e João Simões.<br />
Obrigado<br />
Dalila Casanova<br />
Da esquerda para a direita:<br />
Gestor de Filial Luís Freire, Vigilante José Gomes, Eng.º Ricardo Santos,<br />
Eng. Pedro Fernandes, Vigilante Luís Verissimo, Vigilante João Sequeira<br />
e Graduado Nelson Duarte.<br />
Ao Vigilante Nuno Figueira, que não estava presente aquando da realização<br />
da fotografia, enviamos o nosso agradecimento e reconhecimento<br />
pelo desempenho meritório descrito.<br />
A Administração do CascaiShopping<br />
fez-nos chegar um e-mail que<br />
lhe foi dirigido por uma Cliente daquele<br />
Centro Comercial, expressando<br />
os seus agradecimentos<br />
pela rápida e exemplar intervenção<br />
dos Vigilantes da <strong>Securitas</strong><br />
Luis Veríssimo e Nuno Figueira,<br />
secundados pelo Auxiliar de Operações<br />
da Sonae, João Simões, relativamente<br />
à situação de asfixia<br />
ali sofrida pelo seu filho de cinco<br />
meses.<br />
65<br />
SECURITAS PORTUGAL
Equipa Comunitária de Psiquiatria de Cascais<br />
com Vigilante José França Gomes<br />
e Gestor de Filial Luís Silva<br />
Do Hospital de São Francisco<br />
Xavier foi-nos enviado um louvor<br />
e agradecimento relativamente<br />
ao nosso Vigilante José<br />
França Gomes, pelo desempenho<br />
das suas funções na Equipa<br />
Comunitária de Psiquiatria de<br />
Cascais.<br />
Por incumbência do Secretário<br />
de Estado da Solidariedade e Segurança<br />
Social foi-nos remetido,<br />
pelo seu Chefe de Gabinete, um<br />
e-mail de uma Utente do posto de<br />
atendimento da Segurança Social<br />
da Av. Estados Unidos da América,<br />
em Lisboa, agradecendo a delicadeza<br />
e elevado profissionalismo<br />
da nossa Vigilante Luísa Teresa<br />
Carvalho.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
66 67
Do Tribunal Judicial da Comarca<br />
de Ponta Delgada chegou-nos um<br />
ofício da Secretária de Justiça,<br />
destacando e louvando a extraordinária<br />
dedicação do nosso Vigilante<br />
Hugo Veríssimo, muito além<br />
das suas atribuições.<br />
Da esquerda para a direita:<br />
Graduado Milton Costa, Gestor de Filial Ricardo<br />
Sousa, Vigilante Hugo Veríssimo e Dr.ª Valdemira<br />
Gouveia, Secretária de Justiça do Tribunal Judicial<br />
da Comarca de Ponta Delgada<br />
A Bosh Portugal enviou-nos um<br />
To: “Sandra.Sousa@<strong>Securitas</strong>.pt”<br />
e-mail de agradecimento à Equipa<br />
Cc: “Pessoa Nathalia (BrgP/COM)”<br />
da <strong>Securitas</strong> Date: 18-04-2012 em funções 15:06 no “Experience<br />
Day 2011”, comemorando<br />
o 125.º aniversário da Bosch e os<br />
Bom dia<br />
100 anos da Bosch em Portugal.<br />
From: “Carvalho Carlos (BrgP/HSE-/DSO-/PSO)”<br />
Subject: Agradecimento “Experience Day - 2011” na Bosch em Braga<br />
Da esquerda para a direita:<br />
No topo: Vigilantes Hélder Araújo, Hélder Costa, Luís<br />
Vitorino, Bruno Lima, Filipe Oliveira, Dinis Pereira, Fernando<br />
Marcos e Paulo Ferreira<br />
Em baixo: Vigilantes Susana Macedo, Carla Lemos e Chefe<br />
de Grupo Ana Maia<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
68 69<br />
D. Sandra Sousa<br />
Na continuidade da excelente prestação de serviço a que já nos já habituaram, venho por este meio manifestar o meu reconhecimento<br />
e agradecimento á equipa de vigilância da <strong>Securitas</strong> pela elevada dedicação, disponibilidade e profissionalismo<br />
demonstrado no “ Experience Day 2011 ” no âmbito das Comemorações dos 125 Anos da Bosch e dos 100 anos da Bosch<br />
em Portugal, realizado nas nossas instalações no passado dia 2 de Julho de 2011.<br />
Melhores Cumprimentos / Mit freundlichen Grüssen / Best Regards<br />
Carlos Carvalho<br />
BrgP/HSE-DSO-PSO
RESUMO DE LOUVORES<br />
Equipa da <strong>Securitas</strong><br />
Cliente: E.Leclerc (Portimão)<br />
Carta de agradecimento a toda a<br />
Equipa de Vigilância Especializada<br />
da <strong>Securitas</strong>, bem como à Equipa de<br />
Vigilância Mobile, especialmente ao<br />
Vigilante Pedro Lourenço, pela sua<br />
intervenção que impediu um assalto<br />
à instalações deste nosso Cliente.<br />
Vigilantes António Soares de Magalhães,<br />
Mário Coelho Silva, André<br />
Santos, Rui Barbosa e Supervisor<br />
Pedro Duarte e Gestor de<br />
Filial Rui Vasconcelos<br />
Cliente: Instituto do Emprego e<br />
Formação Profissional (IEFP - Centro<br />
de Emprego de Matosinhos)<br />
Através de um ofício, o IEFP formalizou<br />
o seu reconhecimento a estes<br />
nossos Colaboradores, dando igualmente<br />
parabéns à <strong>Securitas</strong> pela<br />
qualidade do seu desempenho, salientando<br />
“a sua dedicação, empenho<br />
e elevado profissionalismo, que ultrapassou<br />
largamente as atribuições iniciais”,<br />
segundo foi expresso pelo Director<br />
daquele Centro de Emprego.<br />
Vigilante Chefe João Sequeira e Vigilante José Gomes<br />
Cliente: Cascaishopping<br />
Utente: Aurélio Marmelo<br />
Por parte do Director deste Centro Comercial, foi-nos remetida<br />
carta de Utente, agradecendo a competência e humanidade, demonstrados<br />
especialmente pelo nosso Vigilante-Chefe, no desmaio<br />
da sua mulher e seguidamente do seu, distinguindo as suas<br />
qualidades como socorrista e expressando os seus agradecimentos<br />
pela sua intervenção e auxílio.<br />
Vigilante Cláudia Silva<br />
Cliente: Cascaishopping<br />
Utente: Maria Antónia Vargas Batista<br />
Em impresso próprio do Cascaishopping, a Utente daquele Centro<br />
Comercial deixou expresso um louvor ao atendimento da nossa<br />
Vigilante, perante a situação de perda da sua carteira. Atendimento<br />
esse que descreveu como “uma atitude de competência,<br />
solicitude, educação e gentileza inexcedível”, pelo qual deixou<br />
igualmente os seus agradecimentos.<br />
Vigilante Orlando Godinho<br />
Cliente: Departamento de Psiquiatria e Saúde Mental<br />
do Centro Hospitalar de Lisboa<br />
A Coordenadora da Equipa Comunitária da Parede daquele<br />
Departamento, enviou-nos uma carta de agradecimento pela<br />
“presença discreta e atitude colaborante” do Vigilante Orlando<br />
Godinho que ali presta serviço.<br />
Vigilante Lurdes Porteiro<br />
Cliente: Grupo Tecnimede<br />
Da Directora de Recursos Humanos daquela Grupo, recebemos<br />
um e-mail elogiando o desempenho da Vigilante Lurdes Porteiro,<br />
exercendo as suas funções “com máximo de zelo e diligência”,<br />
o que considerou ser uma mais-valia no âmbito da sua área de<br />
trabalho.<br />
Vigilante António Anes<br />
Cliente: Sintra Museu de Arte Moderna<br />
O Conservador daquele Museu fez-nos chegar uma carta de<br />
elogio ao nosso Vigilante António Anes, que considera ser “uma<br />
pessoa muito acessível, educada, comunicativa e de trato fácil”,<br />
traduzindo-se numa mais-valia, nomeadamente, no contacto<br />
com os Visitantes do Museu. “Demonstrou grande profissionalismo,<br />
dedicação, disponibilidade para aprender, boa camaradagem,<br />
sentido de responsabilidade, relativamente a todas as tarefas que<br />
lhe foram atribuídas”, segundo declarou.<br />
Equipa da <strong>Securitas</strong><br />
Cliente: Sonae Sierra<br />
Este nosso Cliente transmitiu-nos um elogio por parte do Vereador<br />
e do Director do Serviço Municipal de Protecção Civil de<br />
Cascais à equipa de Vigilantes da <strong>Securitas</strong> “pela excelente colaboração<br />
no Evento do Community Day”, elogio esse que incluiu<br />
o Auxiliar de Operações João Simões, “que teve uma participação<br />
absolutamente louvável”, segundo foi referido.<br />
Equipa da <strong>Securitas</strong><br />
Associação Empresarial do<br />
Concelho de Cascais (AECC)<br />
O Presidente da AECC enviou-<br />
-nos um e-mail expressando o<br />
seu agradecimento por todo o<br />
apoio e colaboração prestados<br />
pela Equipa da <strong>Securitas</strong>, que<br />
garantiu a segurança da 5.ª <strong>Edição</strong><br />
do Stock & Fashion Market,<br />
que foi um sucesso. “A <strong>Securitas</strong><br />
é para nós um parceiro fundamental,<br />
e mais uma vez os vossos<br />
Vigilantes demonstraram um<br />
enorme profissionalismo”, segundo<br />
declarou.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
70 71
internacional<br />
APOSTA NA INOVAÇÃO E TECNOLOGIA<br />
Nova Sede da<br />
<strong>Securitas</strong> Espanha<br />
A <strong>Securitas</strong> Espanha mudou a sua sede para novas instalações, de forma a poder<br />
continuar a aplicar a estratégia do Grupo <strong>Securitas</strong>, centrada na aposta nas novas<br />
tecnologias de segurança e na formação dos Colaboradores.<br />
As novas instalações estão dotadas<br />
dos avanços tecnológicos necessários<br />
para desenvolver adequadamente<br />
a área da Inovação e Tecnologia,<br />
para a qual se criou uma grande Central<br />
de Monotorização de Alarmes<br />
(CMA), passando a partir desta a ser<br />
feita a gestão de todos os serviços<br />
da <strong>Securitas</strong> Espanha, sendo a base<br />
de operações de todo o pessoal da<br />
Vigilância Mobile e Vigilância Especializada.<br />
A CMA é, provavelmente, a maior e<br />
mais moderna Central de Monitorização<br />
de Alarmes do Sector de Segurança<br />
Privada, em Espanha, e constitui<br />
a grande novidade técnica da<br />
nova sede, que também conta com<br />
um sistema de segurança de última<br />
geração. Além disso, dispõe de um<br />
showroom para demonstração dos<br />
sistemas de segurança comercializados<br />
pela <strong>Securitas</strong>.<br />
Outra das grandes novidades da<br />
nova sede refere-se a uma decidida<br />
aposta na formação, através da criação<br />
do novo Instituto <strong>Securitas</strong>, que<br />
integra uma Escola de Segurança,<br />
uma Escola de Gestão e uma Escola<br />
de Soluções de Segurança.<br />
A nova sede da <strong>Securitas</strong> Espanha, que já se encontra em funcionamento,<br />
está situada no Complexo Empresarial La Gavia, em<br />
Madrid, que, por sua vez, está localizado num parque com abundância<br />
de zonas verdes, sendo de fácil acesso viário e bem servido<br />
de transportes públicos.<br />
O edifício, com a máxima qualificação bioclimática, respeita o<br />
meio ambiente, integrando diversos meios de poupança energética.<br />
É constituído por piso térreo e mais cinco andares, com um<br />
total de 6.300 metros quadrados.<br />
Outras inovações técnicas:<br />
• As instalações foram projectadas para ter uma autonomia eléctrica<br />
de 48 horas, no caso de uma eventual quebra de abastecimento.<br />
• Dispõem de um gerador de corrente próprio.<br />
• As comunicações foram projectadas<br />
com tecnologia IP (Internet<br />
Protocol)<br />
• Sistema Wi-Fi disponível em todas<br />
as áreas do edifício.<br />
• Sistema de identificação de matrículas<br />
para o acesso de veículos ao<br />
parque de estacionamento de 112<br />
lugares.<br />
Aspectos ambientais do edifício:<br />
• Sensores de presença para ligação<br />
de luzes em zonas comuns.<br />
• Sensores luminosos em toda a fachada<br />
para poupança energética.<br />
• Produção de água quente através<br />
de painéis solares<br />
• Em virtude da localização, orientação<br />
e construção do edifício, é possível<br />
dispensar o ar condicionado,<br />
alcançando os 23 ou 24 graus de<br />
temperatura quase em metade do<br />
ano, proporcionando uma significativa<br />
economia de energia.<br />
• Existência de um eco-ponto para<br />
recolha e classificação de todo o<br />
tipo de resíduos gerados pela empresa.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
72 73
internacional<br />
CONTRATO ASSINADO EM ABRIL<br />
<strong>Securitas</strong> Bélgica Responsável pela<br />
Segurança do Parlamento Europeu<br />
A <strong>Securitas</strong> Bélgica foi selecionada para garantir a segurança do edifício do Parlamento<br />
Europeu em Bruxelas. Este grande e prestigiante contrato, assinado no passado mês<br />
de Abril, inclui Vigilância Especializada e sistemas electrónicos de segurança.<br />
No dia 15 de Abril entrou em vigor o<br />
contrato estabelecido entre o Parlamento<br />
Europeu, para a segurança do<br />
seu edifício em Bruxelas, e a <strong>Securitas</strong><br />
Bélgica que passou a ser o seu parceiro<br />
de segurança na capital belga.<br />
Este prestigiante contrato inclui a<br />
prestação de serviços de Vigilância<br />
Especializada de 480 efectivos da<br />
<strong>Securitas</strong> que, desde aquela data,<br />
passaram a assegurar a acreditação<br />
e intervenção nas áreas de Security e<br />
Safety, bem como a instalação de um<br />
novo sistema de controlo de rondas e<br />
registo biométrico.<br />
A <strong>Securitas</strong> Bélgica nomeou dois Gestores para condução deste<br />
contrato, de forma a garantir o melhor desempenho da vasta equipa<br />
constituída para prestar serviços a este Cliente.<br />
Esta equipa integra especialistas de diferentes Departamentos: Recursos<br />
Humanos, Formação, Logística, Finanças, Planeamento, Segurança<br />
Interna e Comunicação. Com as suas forças unidas e bem<br />
coordenadas garantiu que a transição da prestação de serviços de<br />
segurança, que ocorreu na noite de 14 para o dia 15 de Abril, fosse<br />
um sucesso.<br />
Passado apenas um mês de desempenho da equipa da <strong>Securitas</strong><br />
Bélgica, já este Cliente se mostra realmente satisfeito com o sério<br />
progresso no nível do serviço demonstrado, em relação à empresa<br />
de segurança que anteriormente tinha sido contratada.<br />
No entanto, a <strong>Securitas</strong> Bélgica tem de lidar com enormes desafios<br />
operacionais. O Parlamento Europeu aumentou substancialmente<br />
os requisitos de segurança, em particular os critérios para os Vigilantes<br />
que desempenham funções nas suas instalações. Por exemplo,<br />
os Vigilantes precisam de ter pelo menos dois anos de carreira<br />
como seniores e um alto nível de fluência das línguas francesa e<br />
inglesa.<br />
Entre várias medidas implementadas, foi dada prioridade a uma<br />
comunicação clara e transparente com os homólogos no Parlamento<br />
Europeu.<br />
A <strong>Securitas</strong> foi também seleccionada para dar continuidade ao serviço<br />
que já prestava no Conselho Europeu, por um período adicional<br />
de cinco anos.<br />
COM O VIOLINISTA ALEXANDRU TOMESCU<br />
<strong>Securitas</strong> no Torneio<br />
Stradivarius 2012<br />
internacional<br />
Após quatro Torneios Stradivarius, cada um com a sua história, na edição deste ano,<br />
sob o título “Obsessions”, o virtuoso violinista romeno Alexandru Tomescu combinou<br />
as sonatas para violino solo de Eugène Ysaÿe com teatro não-verbal, representado pelos<br />
actores Ana Pepine e Paul Cimpoieru.<br />
Stradivarius 2012 realizou-se inicialmente em Bucareste, a 12 de<br />
Junho, percorrendo de seguida um total de 16 cidades.<br />
“A família da <strong>Securitas</strong>”, como Alexandru Tomescu gosta de lhe<br />
chamar, esteve com ele durante todo o torneio, tornando-lhe<br />
mais fácil transpor para o público as emoções e os sons do famoso<br />
violino Stradivarius Elder-Voicu 1702 que, em 2007, ganhou<br />
o direito de tocar por um período de cinco anos, através de um<br />
concurso organizado pelo Ministério da Cultura e do Museu Nacional<br />
George Enescu.<br />
De facto, criar uma história baseada em sons e através da dança<br />
dos dois actores não é fácil. A sensação que Alexandru Tomescu<br />
ofereceu foi de calma profunda, como se o menor ruído pudesse<br />
dissipar o som e fazer a história desaparecer. A <strong>Securitas</strong> Roménia<br />
foi responsável por manter este clima de tranquilidade necessário<br />
para que Alexandru Tomescu conseguisse expressar os sentimentos,<br />
os medos e as obsessões que um maestro enfrenta na<br />
criação das suas óperas. Por isso, acompanhou-o durante todo<br />
o torneio, protegendo-o e ao célebre violino Stradivarius, instrumento<br />
de um valor inestimável, que faz parte do Património Nacional<br />
da Roménia.<br />
Com uma carreira impressionante, que se estende por quatro<br />
continentes e mais de 30 países, Alexandru Tomescu é de longe<br />
o líder da jovem geração de violinistas romenos.<br />
O palmarés de Alexandru Tomescu conta com mais de 100<br />
primeiros prémios nacionais e 26 distinções internacionais em<br />
competições de prestígio. Nos últimos anos, o jovem violinista foi<br />
convidado a juntar-se aos professores de violino mais famosos<br />
nos júris de concursos internacionais na Itália, França ou Roménia.<br />
Ao longo de mais de 20 anos de concertos,<br />
os sons do violino do jovem<br />
romeno ressoaram nas maiores salas<br />
de concerto do mundo: Carnegie<br />
Hall (Nova Iorque), Concertgebouw<br />
(Amesterdão), Filarmónica de Berlim,<br />
Théâtre des Champs Elysees<br />
(Paris) ou Metropolitan Arts Center<br />
(Tóquio), ao lado de orquestras de<br />
prestígio, dirigidas por maestros famosos<br />
como Kurt Masur, Valery Gergiev<br />
e Christoph Eschenbach.<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
74 75
esponsabilidade social<br />
2ª CORRIDA DA CRIANÇA<br />
<strong>Securitas</strong> com a APCOI<br />
No âmbito da Responsabilidade Social, a <strong>Securitas</strong> deu o seu apoio à “2ª Corrida da Criança”,<br />
promovida pela APCOI - Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil, que se realizou no<br />
passado dia 20 de Maio, Dia Europeu da Obesidade, nos Jardins do Casino do Estoril.<br />
Esta corrida sem fins competitivos,<br />
sob o lema “Vem correr contra a obesidade”,<br />
com o objectivo de transmitir<br />
às crianças a importância da<br />
actividade física no combate ao sedentarismo<br />
e à obesidade infantil de<br />
uma forma divertida, juntou cerca de<br />
2.500 famílias num percurso de 1,5<br />
quilómetros.<br />
A festa começou com uma aula de<br />
aquecimento para todos os participantes,<br />
sob a orientação de instrutores<br />
profissionais do Holmes Place.<br />
Seguiu-se a “Corrida dos Heróis”, que<br />
contou com a participação de várias<br />
mascotes infantis e alguns personagens<br />
da televisão.<br />
O Parque dos Heróis foi outra novidade desta segunda edição<br />
da corrida. Para além de ofertas exclusivas para os participantes<br />
inscritos e da presença de mascotes como o Rik & Rok, Sapo e<br />
T-Jays, decorreram sessões de autógrafos com desportistas nacionais.<br />
Na restante área do recinto, foi instalada a Praça da Criança com<br />
acesso gratuito e funcionamento no período das 9 às 14 horas,<br />
incluindo diversas actividades, entre as quais o maior ginásio infantil<br />
ao ar livre, avaliações nutricionais efectuadas pelos nutricionistas<br />
da APCOI, ateliers infantis pedagógicos sobre alimentação<br />
saudável, aulas de yoga, massagens e workshops.<br />
Todas as crianças inscritas na prova receberam uma t-shirt, dorsal<br />
e laço de equipa, oferecidos pela TMN Kids, entre outras surpresas.<br />
O valor da inscrição reverteu para o projecto educativo “Heróis da<br />
Fruta - Lanche Escolar Saudável”.<br />
ASSOCIAÇÃO DE DADORES DE SANGUE DE ÉVORA<br />
<strong>Securitas</strong> Garante Segurança<br />
de Espectáculo<br />
A <strong>Securitas</strong>, no âmbito da sua política de Responsabilidade Social, prestou<br />
apoio à Associação de Dadores Benévolos de Sangue do Distrito de Évora,<br />
garantindo a segurança do espectáculo de solidariedade que esta Associação<br />
promoveu no passado dia 28 de Abril, na Arena d’Évora.<br />
Este espectáculo, cujo objectivo foi o de angariar fundos para a<br />
construção de uma nova sede para a Associação de Dadores Benévolos<br />
de Sangue do Distrito de Évora, contou com a participação<br />
de várias figuras da música portuguesa e teve “casa cheia”.<br />
Graças à ideia do Presidente da Associação, José Rosado, e<br />
à pronta adesão de António Sala para o ajudar a concretizar a<br />
iniciativa, estiveram em palco os UHF, Miguel Gameiro, Paulo<br />
Vintém, Daniela Pimenta, Miguel Ângelo, Luís Jardim, José Carlos<br />
Pereira, José Reza, Mico da Câmara Pereira e Toy.<br />
A apresentação do espectáculo ficou a cargo de António Sala,<br />
como não podia deixar de ser, que convidou a actriz Alexandra<br />
Lencastre para o acompanhar.<br />
responsabilidade social<br />
SECURITAS PORTUGAL SECURITAS PORTUGAL<br />
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esponsabilidade social<br />
REVISTA VISÃO<br />
<strong>Securitas</strong> Patrocina <strong>Edição</strong><br />
em Braille<br />
A <strong>Securitas</strong> patrocina, desde o início, a edição da revista Visão em braille,<br />
destinada especialmente a cegos e amblíopes, um apoio que se enquadra<br />
na sua política de Responsabilidade Social.<br />
Em 2005, com a “Visão Braille” deu-<br />
-se início ao Projecto Braille no Grupo<br />
Impresa Publishing, à qual se juntaram<br />
a “Visão Júnior Braille” e a “Activa<br />
Braille”, cada uma delas dirigida para<br />
segmentos bem diferenciados. Este<br />
projecto só tem sido possível graças<br />
ao apoio de muitas instituições e empresas<br />
bem representativas do tecido<br />
sócio-empresarial português, que<br />
se identificaram com este projecto<br />
de responsabilidade social. A <strong>Securitas</strong><br />
apoia este projecto desde o seu<br />
início e, em particular, a Visão Braille.<br />
As edições em braille são distribuídas<br />
gratuitamente por um amplo<br />
número de instituições e indivíduos,<br />
desde delegações, núcleos ou associações<br />
nacionais de cegos e amblíopes,<br />
até escolas de ensino especial,<br />
lares, bibliotecas municipais, universidades<br />
que têm disciplinas de<br />
ensino especial nos seus cursos e<br />
outros organismos públicos. A Visão<br />
Braille é mensal e tem uma tiragem<br />
de 1.500 exemplares. A Visão Júnior<br />
Braille e a Activa Braille têm tiragem<br />
de 1.200 exemplares cada uma,<br />
sendo as duas bimensais.<br />
SECURITAS PORTUGAL<br />
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A revista Visão em braille é feita em parceria com o Centro Professor<br />
Albuquerque e Castro, pertença da Santa Casa da Misericórdia<br />
do Porto, que assegura a transcrição dos textos para braille e a<br />
produção mecânica das edições.<br />
A coordenação do projecto está a cargo de Fernando Ribeiro da<br />
Cruz, autor da ideia e profissional com experiência anterior em<br />
edições em braille associadas a projectos jornalísticos.<br />
A edição em braille da revista Visão está igualmente disponível<br />
nos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, no Chile, na<br />
República Checa e no Egipto.