Views
5 years ago

O Domínio Ideológico de dois gêneros é suficiente? - Itaporanga.net

O Domínio Ideológico de dois gêneros é suficiente? - Itaporanga.net

p.118), o slogan dos

p.118), o slogan dos teóricos queer deveria ser. “Fudemos com categorias”. Portanto, todas essas representações de gênero e de sexualidade se tornam visíveis através de códigos e de sinais culturais. Quando nos auto-identificamos como “normais” usamos vários códigos, gestos, e recursos para mostrar quem somos, para nos representarmos como homem e mulheres. CONSIDERAÇÕES FINAIS Para Pesavento (2008, p.40) A representação é uma construção do real, ou seja, feita a partir dele. Não é a reprodução absoluta do ausente, mas verossimilhança. A representação envolve processos de percepção, identificação, reconhecimento, classificação, legitimação e exclusão. Historicamente e culturalmente os(as) travestis e outras pessoas “trans” de todo o mundo trazem novos insights para o pensamento convencional sobre gênero e sexualidade. Por tanto, as lutas e reivindicações por direitos das pessoas trans estão intrinsecamente ligados as metas dos movimentos como forma de sensibilização e de resistência. Neste contexto, quando optamos por um método contextualista de análise, tendo como objeto de pesquisa: O MUSEU TRAVESTI DO PERU concluímos que: Em primeiro lugar, existe uma relação direta entre o contexto e a produção das imagens em exibição no Museu, na medida em que as exposições estão comprometidas com as concepções de linguagem e de representações do travestismo no Peru. Em segundo lugar, considerando O MUSEU TRAVESTI DO PERU, como objeto de pesquisa, estabelecemos de certa forma, parâmetros para o desenvolvimento de novas abordagens acadêmicas voltadas para recortes até então pouco utilizados na história cultural. Finalmente, concluímos durante a pesquisa que por ser uma construção sócio- cultural, o “travestismo” no Peru difere do brasileiro, considerando o relativismo cultural e social dos dois países. Esperamos, com este trabalho, ter contribuído para fomentar novas reflexões. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BUTLER, Judith. Criticamente subversiva. In: transgressoras. Uma antologia de estúdios queer. Barcelona: Icário, 2002. LOPEZ, Denílson. O homem que amava rapazes e outros ensaios. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2002. LOURO, Guacira Lopes. O Corpo estranho. Ensaios sobre sexualidades e teorias queer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. MORTON, Donald. El nascimento de lo ciberqueer. In: Jimenez, Rafael M. Mérida. Sexualidade transgressoras. Uma antologia de estúdios queer. Barcelona: Icária editorial, 2002. PESAVENTO, Sandra Jatahy. História e História cultural. 2 ed. Reimp, Belo Horizonte: Autentica, 2008. Travestimuseum. Disponível em: http://www.geocities.com/travestimuseum. Acesso em: 30 jun. 2011.

Teoria Queer: contribuições nas questões de gênero - Itaporanga.net
ALICIA SCARANZI E A SUBVERSÃO DO GÊNERO ... - Itaporanga.net
ELA É A IMPERFEIÇÃO DA EVOLUÇÃO HUMANA ... - Itaporanga.net
Corpo, gênero e sexualidade em travestis de ... - Fazendo Gênero
homossexualidade: qual a sua visibilidade na ... - Fazendo Gênero
Televisão - Entre a Metodologia Analítica e o Contexto Cultural