Revista União Nº 26 - APCD - Regional Tucuruvi

apcdtucuruvi.com.br

Revista União Nº 26 - APCD - Regional Tucuruvi

Um recurso terapêutico

na correção da mordida

cruzada posterior

na primeira infância

Informativo das Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi

R. Jaboatão, 162 - Cj. 3 - Casa Verde - São Paulo - SP - CEP 02516-010 - Tiragem: 5 mil - Ano V - Jul/Set/2007 - N o 26

Pista Direta

Planas

Nesta edição:

Diagnóstico em Endodontia

1ª Campanha de Prevenção das Regionais

Programação de Cursos

Odontologia e Mercado de Trabalho

5º Encontro do Porco à Paraguaia

Corredores de Rua


Palavra dos Presidentes

Outubro é o mês da saúde bucal.

Em 25 do corrente mês é o Dia

do Cirurgião-Dentista. O que

nós podemos comemorar?

Mais uma vez queremos dizer que o futuro

da Odontologia só depende de nós. Preocupanos

quando escutamos alguns colegas afirmando

que não existe crise na área odontológica. Alguns,

mais pessimistas só sabem reclamar. Pior

ainda é quando analisamos os sinais e sintomas

da situação atual da Odontologia, desde as faculdades

até os consultórios particulares, e vemos

que, assim como em outras áreas, a Odontologia

não está com a saúde muito boa.

As nossas instituições de classe trabalham

cada uma dentro da sua filosofia. Algumas com

mais sucesso, outras; nem tanto. Porém, devemos

fazer uma ponderação: as instituições dependem

dos profissionais da Odontologia e todas as

entidades devem trabalhar em prol de melhores

condições para os Cirurgiões-Dentistas.

Como vamos conseguir que tudo seja convergido

para o bem da Odontologia? Acreditamos

que o trabalho de valorização profissional deva

começar em cada um de nós, ou seja, dentro do

seu consultório na relação com os pacientes, demostrando

para eles que o tratamento dentário

2 - Revista APCD União

e a saúde bucal é muito mais importante do

que roupas caras, alguns cosméticos, peças de

automóveis, etc; nas faculdades, onde cada um

se formou, verificando se estas escolas não estão

destruindo a Odontologia com cursos fracos e

preparando mal os futuros profissionais ou até

transformando as faculdades em concorrentes

direto dos consultórios.

É importante também cobrar dos nossos

representantes o não abandono à luta por

melhorias na Odontologia. Apenas cobrar não

é suficiente, devemos contribuir com o nosso

trabalho e com boas idéias.

Quando acreditamos em alguma coisa,

devemos lutar, procurando sempre o melhor.

Mas se deixarmos de acreditar, por exemplo,

na nossa profissão, não vamos destruí-la e nem

deixar que acabem com ela, permita que a

Odontologia cresça novamente, e seja valorizada

e reconhecida por todos.

Não faça piadas com sua profissão; não

reclame - lute -, tenha orgulho em dizer: sou

Cirurgião-Dentista. Valorize sua profissão.

Em um antigo desenho animado, havia

uma hiena que ao contrário de rir todo tempo,

vivia repetindo com pessimismo: “ó vida, ó

azar”. Mas devemos lembrar que “rir de tudo é

desespero”, como na música do conjunto Barão

Vermelho. Tudo na vida deve ter equilíbrio,

portanto se às vezes a nossa profissão passa por

momentos difíceis, não desista, trabalhe mais,

esperando que brevemente ela consiga atingir os

patamares de equilíbrio de antigamente.

Enfim, nós devemos comemorar o Dia do

Cirurgião-Dentista, sim senhor! A nossa profissão

é a melhor de todas, por isso que nós a

escolhemos e também é o que nós sabemos fazer.

Acreditamos que tudo que conseguimos até hoje,

foi por causa da nobre e honrosa Odontologia.

Para melhorar, só depende de nós.

Drs. Marco Antonio Rocco, Edgard dos Santos

Pimentel e Gilberto Gomes, presidentes,

respectivamente, das Regionais Casa Verde,

Pirituba/Perus e Tucuruvi

Revista APCD UNIão é um informativo da Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas das Regionais CASA

ExPEDiEnTE

VERDE, PIRITUbA/PERUS E TUCURUVI - R. Jaboatão, 162 - Cj. 3 - Casa Verde - São Paulo - SP - CEP 02516-010

apcd

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quais estão sujeitos às normas de mercado e do Código de Defesa do Consumidor. Artigos assinados ou conceitos emitidos são de responsabilidade exclusiva

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Foto Capa: Anissa Thompson


Opinião >

Defesa de Classe

Normalmente nesta coluna você não recebe notícias

muito boas, mas hoje lhes falarei sobre alguns assuntos

que, no meu entender, são melhores. Uma

delas diz respeito à APCDPREV (previdência privada) que a

nossa APCD nos oferece.

Já que a nossa profissão não vai lá muito bem, a APCDPREV

é uma forma de garantirmos um padrão melhor de vida na aposentadoria.

Outro assunto é com relação a Comissão Nacional

de Convênios e Credenciamentos, que acertou a contratação

do índice da Fipe para elaboração do Código Brasileiro Hierarquizado

de Procedimentos Odontológicos (antigo RPO).

Para nossa profissão é uma das prioridades urgente, urgentíssima.

Procure se engajar ou ficar na cobrança desta nossa necessidade

em ter algo em que possamos cobrar dos convênios.

Agora, como nem tudo são flores, venho pensando ultimamente

que os atuais dirigentes de nossas entidades de classe não

estão preparando ninguém que os possam substituir, criando

brechas para oportunistas, que estão cada vez mais preocupados

em aparecer do que fazer algum esforço pela Odontologia.

Há! Já estava esquecendo. Não sei se todos ficaram sabendo

que o presidente do nosso Sindicato faleceu, deixando a presidência

para o seu vice, o Dr. Pedro Petrere, cirurgião-dentista

e político. Esperemos que o senhor Pedro Petrere seja um

dirigente atuante nas causas de interesse da classe.

Dr. Paulo Vicente Pagano / Editor

Reunião do Conselho

de Regionais

No último dia 22 de setembro de 2007, na cidade de

Tupã, estiveram reunidas 40 Regionais da APCD

para discussão de vários assuntos. As Regionais da

capital estiveram representadas por 15 das 17 Regionais que

formam a Macro 11.

Nesta reunião vários assuntos foram tratados, dentre os quais

eu destacaria alguns:

• Agora o associado só terá direito ao Seguro de Responsabilidade

Civil se as Regionais repassarem valor deste seguro,

caso contrário este estará descoberto;

• Implementação do projeto do Dr. Juscelino Kojima da

Regional São Miguel, onde será descontado R$ 0,20 de cada

associado, para criar um fundo para ajudar toda Regional que

necessitar (despesas com a ida da Regional às reuniões do

Core, receber a reunião do Core na sua cidade, etc);

• Parceria da APCD com a Vitalcred, que vai possibilitar o

associado a parcelar o tratamento para seus clientes;

• O novo perigo que ronda a Odontologia com o projeto piloto

da Faculdade de Odontologia São Francisco de Bragança Paulista,

onde esta faculdade loca suas clínicas para atendimento

de pacientes particulares.

Depois da reunião tivemos uma confraternização muito

agradável na sede social da APCD de Tupã. Estas reuniões

são bastante interessantes, pois há possibilidade de trocas de

informações e experiências entre as regionais.

Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - 3


Estudo >

Diagnóstico em Endodontia

Uma das áreas mais complexas

na ciência médica nos dias

atuais é a exatidão do diagnóstico.

A partir deste tem-se com mais

comodidade a noção do tratamento a

ser realizado bem como a avaliação do

prognóstico a ser transmitido ao paciente.

Em Endodontia o domínio desta arte leva

certamente o profissional a receber por

parte do paciente uma maior colaboração

no ato terapêutico devido a confiança

transmitido em função do conhecimento

percebido por este.

O conhecimento prévio das ciências

como Anatomia, Biologia, Microbiologia,

Bioquímica, Fisiologia e Patologia Humana,

representa juntamente com a interpretação

dos métodos de exame clínico

e dos exames complementares, a base

apropriada para a elaboração mental,

correlacionando os sinais e os sintomas

das doenças pulpares e periapicais,

proporcionando a correta identificação da

patologia e a escolha precisa da terapia

a ser empregada.

O conjunto de manifestações da

- Revista APCD União

doença (sinais e sintomas) deve ser

identificado e valorizado, pois é o único

caminho para a formulação do diagnóstico

preciso.

Os sinais correspondem às manifestações

clínicas das doenças, como por

exemplo a mudança da coloração da

gengiva ou dente, e edemas percebidos

visualmente (inspeção intra-oral) ou

pela sensação táctil (palpação). Já, os

sintomas referem-se às alterações da

normalidade que somente o paciente tem

a capacidade de avaliar, como a sensibilidade

dolorosa. Deve-se lembrar que a

dor é um fenômeno amplo, individual e

subjetivo, mas que seguramente permite

uma leitura.

Algumas vezes, se identificará a doença

em estágio subclínico, evitando-se que

evolua até manifestações perceptíveis.

Por exemplo, os achados radiográficos

nos casos de lesões periapicais crônicas

possibilitam o tratamento endodôntico

sem que ocorra a agudização desse

processo.

O diagnóstico das alterações pulpares

e periapicais deve ser confirmado durante

e após o tratamento endodôntico

instituído e executado. O processo de

elaboração do diagnóstico fica facilitado

quando a doença apresentar sinal característico,

isto é, sinal patognomônico.

Exemplificando, o pólipo pulpar, quando

presente, identifica a alteração da polpa

denominada de inflamação pulpar crônica

(fotos).

Entretanto, o prognóstico é o juízo

médico baseado no diagnóstico, no dano

anatômico e funcional

gerado, nas condições

de saúde física

e psíquica do paciente

e nas possibilidades

terapêuticas, acerca

da duração, evolução

e termo de uma doença.

Este procedimento

é multitemporal, obrigando

o dentista a

prever a evolução da

situação clínica.

A presença da alteração

patológica gera

a necessidade do seu

tratamento. Assim,

os recursos terapêuticos e a condição

sócio-econômica do paciente são fatores

que modulam e viabilizam a realização

concreta do tratamento. Na seqüência,

deve-se sempre fazer o controle clínico

e radiográfico no qual verifica-se a cura,

o controle da doença e a necessidade ou

não de reintervenção terapêutica.

Extraído do Projeto Técnica Endodôntica

Coordenação

Prof. Dr. José Luiz Lage-Marques


Cidadania >

1ª Campanha de Prevenção das Regionais

Dia 6 de outubro a Regional Pirituba/Perus em conjunto

com o Colégio Beka e com o apoio do Deputado

Celino Cardoso e do Vereador Claudinho realizou a

sua campanha de Prevenção nas dependências do Circo Escola

Penteado na Vila Penteado.

As crianças tiveram a oportunidade de assistir a apresentação

de uma peça de teatro criada pela Dra. Angela Siqueira com

os alunos do Colégio Beka, em seguida receberam lanche e

a apresentação das Dras. Cristiane e Patricia Calderami com

uma palestra sobre escovação e finalizaram com a entrega de

kit de escovação cedidos pelos alunos do Colégio Beka e a

escovação propriamente dita em escovódromo.

Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - 5


Capa >

Pista Direta Planas

Um recurso terapêutico na correção da mordida

cruzada posterior na primeira infância

Recentes levantamentos epidemiológicos

realizados no Brasil

revelaram alta prevalência de

más-oclusões em crianças em estágio

de dentadura decídua. A importância do

diagnóstico precoce, o conhecimento

da etiologia das oclusopatias não deve

ficar restrito ao especialista em ortodontia

ou em ortopedia funcional dos

maxilares, mas sim, ser do domínio de

odontopediatras e de clínicos gerais que

realizam atendimento infantil e também

fonoaudiólogos, otorrinolarigologistas e

principalmente pediatras, uma vez que

estes têm a oportunidade de atuar na

criança desde o seu nascimento.

A hereditariedade e o estado geral da

criança são fatores que contribuem para

a instalação e/ou agravamento de uma

má oclusão, mas na maioria dos casos

são as condições funcionais adquiridas

como a respiração bucal, sucção digital,

utilização de mamadeiras e chupeta,

deglutição atípica, consistência da dieta

alimentar, mastigação viciosa que irão

interferir no desenvolvimento adequado

do sistema estomatognático.

Perímetros compatíveis

de maxila e mandíbula

6 - Revista APCD União

A mordida cruzada posterior é a má

oclusão mais prevalente na dentadura

decídua podendo ser uni ou bilateral,

funcional ou esquelética.

Na mordida cruzada unilateral funcional

os perímetros da maxila e mandíbula

são compatíveis, existe desvio de posição

da mandíbula devido à interferências

oclusais e desvio da linha mediana para

o lado cruzado, como mostram os esquemas

1 e 2 (Gribel, 99).

Quando a mandíbula vai entrar em

oclusão com a maxila, procura fazê-lo

de forma centralizada (oclusão cêntrica),

mas na presença de algum contato prematuro

(fig. 1), antes desse fechamento,

a mandíbula se desviará para esquerda

ou direita buscando uma máxima intercuspidação

(fig. 2, 3 e 4). Muitas vezes só

desgaste seletivo é suficiente para estabilizar

a posição centralizada da mandíbula

devolvendo ao sistema a possibilidade

de um desenvolvimento adequado, no

entanto existem mordidas cruzadas funcionais

posteriores unilaterais que além

do desgaste seletivo necessitam de outro

recurso para sua completa correção: a

Desvio de posição de mandíbula

Fig. 2, 3 e - Mordida cruzada unilateral funcional esquerda

Pista Direta Planas.

A Pista Direta Planas é um recurso

terapêutico muito importante da Ortopedia

Funcional dos Maxilares que foi

idealizado justamente para ser aplicado

na fase de dentição decídua e dentição

mista pois consegue atuar precocemente

nas más oclusões. Desenvolvida por Pedro

Planas na década de 70, segundo os

princípios da Reabilitação Neuro-Oclusal

esta técnica indicada por vários autores,

como Simões, Brandão, Gribel, Oliveira,

Santos e Santiago, consiste basicamente

na adição de resina composta somente

sobre os dentes decíduos nas suas faces

oclusais e /ou incisais, individualmente,

nunca nas proximais e, respeitando os

pontos de contato. Nos casos de Mordida

Cruzada Funcional Posterior, a pista

deverá ser colocada no lado da mordida

cruzada ou excepcionalmente no outro

lado. No sentido ântero-posterior deverá

ser paralela ao Plano de Camper. No

sentido transversal deverá ser mais

alta na cúspide vestibular dos molares

superiores e mais baixa nas suas cúspides

palatinas, nos molares inferiores

Fig. 1 - Contatos prematuros

nos caninos decíduos


Fig. 5 - Inclinação da Pista Direta Planas

no sentido transversal, em

casos de mordida cruzada (Gribel) Fig. 6 - Mordida cruzada posterior

funcional unilateral

Fig. 7 - Ajuste oclusal Fig. 8 - Correção do desvio de

posição da mandíbula

Fig. 9 - Pista Direta Planas Fig. 10 - Lateralidade esquerda Fig. 11 - Lateralidade direita

deverá ter inclinação oposta (fig. 5). O

desvio da mandíbula deverá ser corrigido,

centralizando-a. Para se conseguir isso é

necessário promover alguns desgastes

seletivos nos dentes que impedem esse

movimento, eliminando as interferências

oclusais.

Caso clínico: Menina J.P.- 2 anos e

10 meses com mordida cruzada posterior

unilateral funcional do lado esquerdo,

incluindo o dente 62, com desvio da

linha mediana para o lado da mordida

cruzada (fig. 6).

Instalou-se a Pista Direta Planas, cujas

as inclinações estimularam a centralização

da mandíbula (fig. 8) e sua altura

corrigiu a dimensão vertical por acréscimo

de material nos elementos 62, 63, 64.

Foi realizado ajuste oclusal no elemento

53 e 73 para eliminar interferências (fig.

7 e 9) proporcionando movimentos de

lateralidade direita e esquerda semelhantes,

favorecendo uma mastigação

bilateral e alternada, estimulando assim

um desenvolvimento fisiológico do sistema

estomatognático (fig. 10 e 11).

A mordida cruzada foi corrigida em

uma única sessão, logo após o ajuste

oclusal e a colocação da Pista Direta

Planas.

A Ortopedia Funcional dos Maxilares é

portanto uma das opções para a prevenção

e tratamento de más oclusões com

recursos terapêuticos que não se limitam

apenas em diversas aparatologias, como

por exemplo, os desgastes seletivos e

as pistas diretas Planas, recursos estes

que não necessitam ser realizados

exclusivamente por especialistas. Todos

os cirurgiões-dentistas podem e devem

diagnosticar e intervir o mais precocemente

possível, restabelecendo assim, o

equilíbrio sistema estomatognático.

Dra. Simone Sperandio

Especialista em Ortodontia

Especialista em Ortopedia Funcional

dos Maxilares

Membro da Academia Brasileira de

Fisiopatologia Cranio-oro-cervical

Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - 7

Anissa Thompson


Os interessados nestes cursos devem entrar em contato com as Regionais para confirmação de datas e vagas

RegiOnal Casa VeRde

RegiOnal PiRiTUBa/PeRUs

BenefíCiOs COnVêniOs

Panorama global do Uso dos Micro

implantes na Terapêutica Ortodôntica

Ministrador: Prof. Dr. Adilson Sakuno

Data: 17 de outubro de 2007 - Quartafeira

- 20h

Uso da Homeopatia na Clínica Odontológica

Ministradoras: Profª. Dra. Joyce Pereira

de Mattos e Prof. Dra. Ana Paula

Basile

Data: 24 de outubro de 2007 - Quartafeira

- 19h30

gestão na Área da saúde

Ministradora: Profª. Drª. Maria José

Carvas Pedro

Data: 6 de novembro de 2007 - Terçafeira

- 20h

Terapia de energia de equilíbrio e

saúde

Ministradora: Dra. Miriam Zelikowski -

Mestre Reiki-Karuna - Nível Ii Seichim.

Terapia alternativa e complementar a

qualquer tratamento médico ou psicológico

(stress-depressão-ansiedade)

- sem contra indicação e sem efeitos

colaterais.

Data: 22 de novembro - quinta-feira

- 20h

Câncer Bucal - diagnóstico e atualização

para o Clínico geral

Ministradoras: Profª. Dra. Joyce Pereira

de Mattos e Prof. Dra. Ana Paula Basile

Data: 29 de novembro de 2007 - Quintafeira

- 19h30

Atenção! Dispomos de apenas 20

vagas. Todas as palestras são gratuitas,

com certificado, coffee-break e

distribuição de brindes aos presentes.

Faça já sua inscrição pelo tel. (11)

3858-0765/7130-9145 c/ Rita.

8 - Revista APCD União

Programação de Cursos

Curso Teórico-demonstrativo: faceta

em Porcelana - Preparo ao Vivo com

Paciente

Ministrador: Dr. Luiz Henrique Vinagre

Data: 25 de outubro de 2007 - Quinta-feira

- 19 às 22h

Conferência: Uso de Mini-implantes

para ancoragem Ortodôntica

Ministrador: Prof. Dr. Adilson Sakuno

Data: 8 de novembro de 2007 - Quintafeira

- 20h

Curso de Capacitação para auxiliar de

Consultório dentário (aCd)

Ministradora: Dra. Lusiane Borges e

equipe

Duração: 6 meses

Data: Sábado - Quinzenal - 8h30 às

16h30

VAGAS LIMITADAS - NÃO PERCAM

Mais informações: Regional Pirituba/

Perus (11) 3903-0956 c/ Nadir.

RegiOnal TUCURUVi

Curso de iniciação à Mecânica Ortodôntica

Corretiva Typodont edgewise

Convencional

Ministrador: Equipe do Dr. Humberto

Braghetti

Data: Quartas-feiras - Quinzenal - 19h30

às 22h30

Início: 2007 - Duração: 6 meses

Investimento: 8 x R$ 250,00

Vagas: 12 alunos por turma

Conferência gratuita: nos dias de hoje

qual é o mercado de trabalho do Cirurgião-dentista?

Ministrador: Dr. Paulo Vicente Pagano

Data: 27 de novembro de 2007 - Terçafeira

- 20h

Mais informações: Regional Tucuruvi

(11) 6991-5780 c/ Elaine.

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Empreendedorismo >

Odontologia e Mercado de Trabalho

Ultimamente os jornais e veículos

de comunicação da área

odontológica têm destinado

amplos espaços para o exame de proficiência,

o que isto tem relação com o

mercado de trabalho odontológico? Será

que é este o caminho? Ou a solução?

Desde que me formei, há 25 anos, a

queixa é a mesma: não há mercado de

trabalho na odontologia; mas o pior é

que as respostas continuam também as

mesmas! Que existe um grande número

de formados a cada ano; o aumento do

número de faculdade que se abrem;

os convênios remunerando muito mal

nossos profissionais; a existência de

sub-empregos, enfim, as desculpas são

sempre iguais.

Será que só o mundo muda e a área

odontológica ficou “congelada” no tempo?

Será que ainda não percebemos a

globalização? O quanto ela pode afetar

a nossa atividade?

É exatamente nesta situação que

tenho me atentado ultimamente. Isto me

incomoda muito; pois, para uma situação

que dizem não ter solução, estas são as

mais merecedoras de estudos, até que

as mesmas sejam encontradas.

Certo dia, ministrando uma palestra,

respondi a uma pergunta com a seguinte

resposta: “se o tratamento não é eficaz

o problema pode não ser a técnica, mas

que esteja na imprecisão do diagnóstico”.

Enquanto voltava para São Paulo comecei

a pensar se o mesmo não estaria

acontecendo com a Odontologia.

Acredito que sim! Acredito que o

problema esteja no “diagnóstico”, no enfoque

da questão. O problema esteja no

fato do cirurgião-dentista não se enxergar

como empreendedor.

Se o consultório é uma empresa, o

dentista é o empresário que vende um

produto, no caso o tratamento odontológico;

ele é um empreendedor.

Em outras palavras, se o profissional

insistir em não reconhecer a sua condição

de empreendedor, isto por si só já

o tira do mercado de trabalho. Quantos

colegas que conheço que infelizmente já

mudaram de profissão, sendo que eram

muito bons tecnicamente! Mas os que

acreditam no seu potencial empreendedor

e passam a se ver como tal, voltam a

ter este mercado que foi perdido.

Este fato só vem a reforçar a minha

tese, que o profissional para ter mercado

de trabalho precisa e deve agir como empreendedor,

acompanhar a globalização

e mudar junto com o mundo. Este mudar

não significa apenas que seu consultório

esteja tecnologicamente atualizado, mas

entender o que acontece externamente,

como queda da bolsa de valores em

Tókio ou Nova York, por exemplo, irão influenciar

seu mundo odontológico. Como

fazer melhores aplicações, como fazer

seus rendimentos aumentarem, enfim,

agir de forma profissional.

Sem empreendedorismo é praticamente

impossível ter “seu talento”

reconhecido, permitindo assim que sua

empresa fique numa situação difícil;

portanto se este foco não for ampliado

e o profissional não acompanhar a

globalização, a reversão da situação é

praticamente impossível.

Quem tem foco e visão globalizada:

tem qualidade de vida e resiste ao mercado,

por mais difícil que ele se encontre.

Dra. Maria José Carvas Pedro - CROSP 24.238

Mestra e doutoranda em

Administração de Empresas

Gestão de Consultórios

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Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - 9

Steve Woods


INDICADOR PROFISSIONAL

Casa Verde

Dra. Celi de Fátima R. Rocco - CRO 29923

Dr. Marco Antonio Rocco - CRO 38051

Odontopediatria

Especialista em Ortopedia Funcional dos Maxilares

pelo Conselho Federal de Odontologia

Rua Jaboatão, 162 - 1º andar - Casa Verde

Tel.: (11) 3856-0348

Dr. Hugo Franco de Abreu Neto - CRO 16165

Ortodontista

Rua Atílio Piffer, 271 - 1º and. - Casa Verde

Tel.: (11) 3966-5865 / 3858-2193

Dr. Maurício Teixeira Duarte - CRO 46283

Mestre em Periodontia e Estomatologia

Praça Amadeu Amaral, 47 - Cj. 51 - Paraíso

Rua Parapuã, 1835 - Freguesia do Ó

Tel.: (11) 3288-6581 / 3921-8051

Dr. Wagner Seroli - CRO 29361

Estomatologia e Cirurgia Buco Dental

Av. Casa Verde, 235

Tel./Fax: (11) 6236-4678 / 6236-3456

10 - Revista APCD União

Pirituba/Perus

Dr. Carlos Maeda - CRO 15102

Estomatologia - Diagnóstico e Cirurgia

Av. Mutinga, 2778 - Pirituba - Tel.: (11) 3904-1316

Dra. Eliana barbosa de Souza - CRO 55145

Endodontia - Tratamento de casos difíceis,

Cirurgia Parendodôntica

Graduação e especialização pela USP

R. Roma, 620 - Cj. 137-A - 13 0 and. - Lapa

Tel.: (11) 3673-4041

Dra. Vanessa de oliveira Alves

CRO-SP 81201

Endodontia com Microscopia

R. Silvio Bonilha, 35 - Piqueri

Tel.: (11) 3976-5515

Dra. Verônica Diaz Parada Pimentel - CRO 30447

Especialista em Endodontia

Av. Benedito de Andrade, 642 - Pirituba

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Tel.: (11) 6204-2977

Dr. Paulo Vicente Pagano

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Notas >

5º Encontro do Porco à Paraguaia

Flagrante do nosso 5º encontro do Porco à Paraguaia, realizado

pela APCD Regional Tucuruvi, no dia 26 de agosto, que mais

uma vez surpreendeu com a presença maciça dos Associados

e Colegas de outras Regionais que muito nos orgulhou, prometemos

continuar e tornar o evento cada vez mais atraente.

Corredores de Rua

A APCD Regional Casa Verde pretende formar um grupo

de colegas interessados em montar uma equipe para competir

em corridas de rua. O objetivo é contar com um treino técnico,

matendo a equipe sempre preparada para as competições, além

de incentivar também a participação nos eventos sócio culturais

promovido pela Regional. Os interessados devem entrar em

contato com a Rita, tel. 3858-0765.

Regionais Casa Verde, Pirituba/Perus e Tucuruvi - 11

Jennifer Marr

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