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UCBC INPOBMA - MO XIII - NS 113 _ IMRÇO DE 1983<br />

ÜNlSO CEISTi: BRASILEIRA DE COMülTICAÇSO SOCIAL<br />

Rua do Sacramento, 230 - Cep 09720 - S.B. Campo - SP<br />

Redatora Responsável: Joana T. Puntel<br />

I MCOHTBO NACIONAL DOS SÓCIOS M ÜCBC<br />

=~i=l Í2 Í2:EÍÍ° r ^- -- ^-Bzií° 5 2 de fevereiro de 1983<br />

Atensaoj_<br />

i. Re gloriai s da^UCBC<br />

Cmn it Pisteil ívftm<br />

K 9 éL£ÍIL<br />

BIBLIOTECA<br />

.■Mnmiinu<br />

Tome nota em sua agenda dos encontros<br />

regionais dos sócios a serem realiza -<br />

dos no Rio de Janeiro, Belo Horizonte,<br />

Curitiba, São Paulo e Recife.<br />

Você receberá convocação indicando lo-<br />

cal, dia e horário da reunião dos soei<br />

os de seu Regional,<br />

2, Nova Anuidade<br />

A Tesouraria comunica que está receben<br />

do as anuidades dos sócios, referentes<br />

a 1983 ou as ainda não pagas referen -<br />

tes a anos anteriores,<br />

A anuidade atual e a seguinte:<br />

-sócio-pessoa física- Cr$ 4.000,00<br />

-sócio-pessoa jurídica-Crl 7.000,00


UMA PAIAVEA DE "EXPLICAÇÃO<br />

UCBC INFORMA<br />

Este e o segundo 'boletim que enviamos aos sócios em 1983.<br />

Trata especificamente do I Encontro Nacional, dos Sócios da UCBC, rea-<br />

lizado em Campos do Jordão de 31 de janeiro a 2 de fevereiro deste ano.<br />

Na seqüência estão apresentados so seguintes temas:<br />

1^ Editorial do Presidente da UCBC,, publicado em "0 São Pou<br />

lo, edição de 20-02-83ç<br />

22 Moção de apoio dada à UCBC pelos participantes do II En-<br />

contro Ecumênico de Comissões e Grupos de Bireitos Huma-<br />

nos;<br />

3- Solidariedade da UCBC aos companlieiros perseguidos;<br />

4 2 Relatório do grupo de estudos que analisou a conjuntura<br />

nacional;<br />

5 e Esquema de relatório referente ao Caminhar Histórico da<br />

UCBC;<br />

62 Projeto de temário do XII Congresso Brasiieiro fle Comuni<br />

cação Social;<br />

72 Análise do Projeto de ICC;<br />

82 Nota sobre o II Encontro Ecumêncio de Bireitos Humanos;<br />

9 2 UCBC, Projeto de Comunicação e Teologia e<br />

102 Lista dos participnates do I -Encontro Nacional dos Sócios<br />

da UCBC.<br />

0 próximo boletim trará os resultados do I Encontro das Esco-<br />

las Confessionais de Comunicação, promovido pela UCBC e organizado pelo<br />

Instituto de Artes e Comunicação da PUC de Campinas, a ser realizado na<br />

quela cidade de 25 a 2? de março.<br />

A Secretaria,


ycBc : _UM_PROJET0^_PABA_OS_COraiCADO^S_OT^ÃOS=DO=BEASIL.<br />

UCBC INFORMA<br />

Ao iniciar seu 142 ano de vida, a UCBC - União Cristã Brasi<br />

leira de Comunicação Social promoveu, de 30 de janeiro a 2 de feverei<br />

ro, em Campos do Jordão, um encontro de reflexão de seus associadosa<br />

Durante quatro dias, avaliando a caminhada histórica da en-<br />

tidade, os participantes do Primeiro Encontro Nacional dos sócios da<br />

UCBC definiram as prioridades de ação para o ano de 1983. Em resumo,<br />

pode-se afirmar que a união dos comunicadores cristãos do Brasil pre-<br />

tende, de forma clara, contribuir para uma mudança da sociedade que '<br />

reflita, tanto as conquistas teóricas no campo do estudo da Comunica-<br />

ção Social, quanto as diretrizesdas»Igrejas comprometidas com a Teol_q<br />

gia da Libertação.<br />

A Pastoral da Comunicação Social é o campo específico da '<br />

UCBC. Neste sentido, os projetos da entidade se colocarão à disposi-<br />

ção das Igrejas e da Sociedade como instrumentos de trabalho, envol -<br />

vendo um número crescente de pessoas interessadas neste tipo de servi<br />

ço.<br />

Durante o Primeiro Encontro Nacional dos sócios fez-se uma<br />

análise da conjuntura em que vive o país nos campos socio-politico-e-<br />

conômico, eclesial e comunicacional. A partir desta análise e da ex-<br />

periência acumulada nestes treze anos, os participantes do Encontro '<br />

reafirmaram o compromisso da UCBC com a luta do povo brasileiro para<br />

o desenvolvimento de uma relação comunicacional mais justa e partici-<br />

pativa.<br />

Os projetos redefinidos foram os seguintes:<br />

1. XII Congresso Brasileiro de Comunicação Social, a reali-<br />

zar-se em Recife, de 29 de outubro a 2 de novembro de 1983, debatendo<br />

o tema "COMUNICAÇÃO, SEGURANÇA E SOCIEDADE", (ver texto anexo)<br />

2. Cursos de Leitura Crítica da Comunicação. A UCBC conti-<br />

nuará a realizar o trabalho iniciado em 19791 mas repensará a estrutu<br />

ra, metodologia e conteúdo do trabalho apresentado. Para itanto^urna !<br />

comissão composta por sócios de São Paulo e Rio de Janeiro, liderada<br />

por José Manuel Morán e João Luis van Tilburg se encarregou de levar<br />

avante a iniciativa. Dentro desta fase de experiências, já estão pro<br />

gramados um curso no Rio de Janeiro e outro em Recife, que terão como<br />

objetivo, também, a capacitação de novos coordenadores para o projeto,<br />

(ver texto anexo)<br />

3. Consulta de Teologia e Comunicação, que representa o fó-<br />

rum de debates que a própria entidade estabelece para repensar a fun-<br />

damentação teológico-pastoral de seu agir (ver texto anexo)


UCBC INI 1 0EMA2<br />

Outros projetos da UCBC dizem respeito à assessoria às ?a -<br />

culdades de Teologia, na introdução da disciplina sobre Comunicação '<br />

Social nos seus currículos; um esforço de reunir as Faculdades Cris -<br />

tãs de Comunicação para repensar sua identidade e sua contribuição a<br />

sociedade dentro das propostas de Puebla e dos documentos sociais das<br />

Igrejas representadas na UCBC; a publicação dos debates realizados du<br />

rante os Congressos e seminários da UCBC; a participação da UCBC no<br />

esforço de cem entidades que lutam pelos Direitos Humanos no Brasil.<br />

A execução dos vários projetos será o campo especifico para<br />

a criação e desenvolvimento dos Regionais da UCBC. Para tanto serão<br />

^pronubvidas reuniões no Rio de Janeiro, Curitiba, ^Recife e São Paulo,<br />

tendo como pauta inicial a discussão sobre o temário do próximo Con -<br />

gresso.<br />

Reunindo, atualmente, 250 sócios em todo o país, a UCBC a -<br />

credita poder apresentar-se à Sociedade, às Igrejas e aos agentes da<br />

pastoral da comunicação como uma alternativa parado debate das gran -<br />

des ide'ias que animam uma ação para a transformação social a luz do E<br />

vangeUao.<br />

Ismar de Oliveira Soares<br />

Presidente da UCBC.<br />

M 0g^0-gQ-n-gg C) QNTR0_ ECUIC&NICO DE COMISSgES_E_GRU|OS^gE^DI^ITOS^HUMA<br />

NOS Í_UCBC - UNIÃO CRISTÃ BRASILEIRA^DE=COMICAg£0_SOCIAL<br />

Nos, participantes do II Encontro Ecumênico de Direitos Hu-<br />

manos, reunidos em Taboão da Serra, Sao Paulo, de 25 a 29 de janeiro<br />

de 1983, vimos manifestar à UCBC - União Cristã Brasileira de Comuni<br />

cação Social - reunida em Campos de Jordão para avaliar seus treze a-<br />

nos de trabalho, nossa esperança de sempre contarmos com o apoio e a<br />

participação desta entidade na luta pelos direitos dos oprimidos no '<br />

Brasil e na America latina,<br />

Queremos também deixar manifestada nossa alegria pela pre -<br />

sença da UCBC entre as entidades que iniciaram, em janeiro de 1982, '<br />

na cidade de Petrópolis, esta caminhada ecumênica das Comissões e Gru<br />

pos de Direitos Humanos e sugerir a todos os pesquisadores, professo-<br />

res, profissionais e estudantes de Comunicação Social, além dos comuni<br />

cadores populares associados à UCBOque utilizem os espaços dispom -<br />

veis junto á opinião pública para a divulgação de nossas lutas, a pu-<br />

blicação de nossas denúncias e para o anúncio de nossas vitorias em •<br />

termos de união e organização do povo.<br />

Entendemos, finalmente, que a promoção dos direitos humanos,<br />

nessa nova perspectiva poderá ser uma das principais^contribuições '<br />

dos companheiros comunicadores sociais para a caminhada que vem sendo<br />

realizada em todas as regiões do Brasil e nos demais países da Améri-<br />

ca Latina,<br />

Taboão da Serra, 29 de janeiro de 1983


§OLIDARI^ADE_A_COI:^ANHEIROS_PERSEGUIDOS;<br />

Caríssimo irmão e companiieiro<br />

Antônio Iladdad,<br />

ANTÔNIO IIADDAD E JUVÊNCIO MAZZAROLLO<br />

UCBC INPOEMA<br />

Reunidos em Campos do Jordão, de 29 de janeiro a 3 de feve-<br />

reiro de 1983, no Primeiro Encontro Nacional dos Sócios da UCBC, para<br />

lima avaliação de -uma caminhada, refletimos sobre o seu sofrimento ne_s<br />

ses últimos meses. E nos sentimos plenamente solidários com você ( e<br />

com nossa irmã que foi vítima da mesma vilania perpetuada pelas for -<br />

ças da morte, assim como aos seus familiares), nesse momento de dor.<br />

Estamos certos de que esse sofrimento que vocês sentiram na<br />

própria carne e uma parcela do sofrimento da grande maioria do povo '<br />

brasileiro, submetido cotidianajnente a todo tipo de violência e priva<br />

do dos seus direitos mais elementares,<br />

Com voei, está sofrendo toda a Igreja do Brasil, peréeguida<br />

por estar assumindo em plenitude a opção preferencial pelos pobres.<br />

Fraternalmente,<br />

Prezado Companheiro<br />

Juvencio Mazzarollo^<br />

(seguem assinaturas)<br />

Reunidos em nosso Primeiro Encontro Nacional dos Sócios da<br />

UCBC (União Crista Brasileira de Comunicação Social), queremos expres<br />

sar-lhe nossa solidariedade.<br />

Seu exemplo de coragem na luta pela justiça e pelos direi -<br />

tos humanos representa, para todos nós, uma lição de coragem e de es-<br />

perança^<br />

Apoiamos a luta que os movimentos democráticos e populares<br />

vtn promovendo pela sua libertação. Protestamos, ainda, contra os a-<br />

busos que vem sendo cometidos - com base na LSN - contra aqueles que<br />

se comprometem com os pobres no Brasil,<br />

Fraternalmente,<br />

(seguem assinaturas)<br />

RELATÓRIO GERAL DA ANÁLISE DE CONJUNTURA FEITA EM GRUPOS<br />

A partir da conjuntura so-<br />

cio-econômico-política, em três<br />

grupos, os sócios da UCBC reuni<br />

dos neste encontro se propuse


as seguintes:<br />

Em primeiro lugar, ficou ela<br />

ra a necessidade de se elaborar<br />

esta análise e, registrá-la ao me<br />

nos como documento de trabalho,<br />

pois a conjuntura atual, de janei<br />

ro de 1983, encontra-se mudada em<br />

relação ao período pre-eleitoral,<br />

quando a ÜCBC se reuniu, represen<br />

tativamente, pela última vez, em<br />

novembro de 1982.<br />

... MOMMTOJniSTÓHICO M<br />

QUE VIVEM AS IGREJAS<br />

0 primeiro grupo (Pelix, Fa-<br />

xina, Clarencio, Pedro Gilberto,<br />

Attílio, Eliane e Rosa) que se '<br />

propõe discutir o momento em que<br />

vive a Igreja, levantou os seguin<br />

tes fatos;<br />

1. 0 Governo perdeu as elei-<br />

ções nos Estados mais importantes<br />

2. 0 Governo tenta a coopta-<br />

ção dos meios de resistência, a -<br />

través de mudança de gestos e do<br />

modo de se apresentar ao povo;<br />

3. Várias denoginações de I-<br />

grejas cristãs fundam o CONIC .<br />

As Igrejas se definem e se dife -<br />

reneiam não mais pelas suas deno-<br />

minações, mas pelo lugar no qual<br />

colocam o homem nas suas propôs -<br />

tas de "salvação". A definição '<br />

se situa a partir do "lugar so -<br />

ciai" no qual se insere o agente<br />

de pastoral.<br />

4. É preciso estar atento '<br />

mais à expressão não-verbal das<br />

Hierarcjuias, porque o discurso '<br />

teórico é cheio de ambigüidades,<br />

permitindo múltiplas interpreta -<br />

ções;<br />

5. Os setores reacionários<br />

(Governo) deixaram de atacar a I-<br />

greja em bloco e passaram a ata -<br />

car apenas a "Igreja da CNBB", de^<br />

fendendo a "Igreja do Papa", como<br />

UCBC INFORMA 4<br />

estratégia para abalar a coe-<br />

são da Igreja frente à agres-<br />

são,<br />

6. Observa-se uma reação<br />

cohservadorq nas Igrejas em '<br />

relação aos movimentos popula<br />

res. Isto se observa mais pe<br />

Ia prática dessas Igrejas que<br />

contradiz o seu discurso.<br />

SITUAÇSO_DA_GOMUNICAÇSq_SOCIAL<br />

0 Grupo 2 (Martha, Ir.<br />

Carvalhinho, Ir. Portof Onési<br />

mo, Gilda, Manolo, Martini, '<br />

Ismar) discutiu a situação a-<br />

tual da comunicação e levantou<br />

os seguintes fatos:<br />

1. Após o golpe de 64, o<br />

governo, mesmo num período e-<br />

conômico difícil, investiu no<br />

processo de modernização do '<br />

sistema de comunicação no Bra<br />

sil ( desenvolveu o sistema '<br />

de TV, telefonia, criou o Mi-<br />

nistério das Comunicações, '<br />

permitiu a abertura da maioria<br />

das atuais Faculdades de Comu<br />

nicação). Com o milagre eco-<br />

nômico o "boom" econômico foi<br />

acompanhado pelo "boom" da co<br />

municação.<br />

2. Ao mesmo tempo se aper<br />

feiçoou o sistema institucio-<br />

nal de repressão (1969-AI-5)<br />

com violenta censura ate mes-<br />

mo em jornais hoje considera-<br />

dos conservadores (Estadão, •<br />

Jornal do Brasil, Globo),<br />

3. A frrça da repressão é<br />

reforçada por forças externas,<br />

como o SIP.<br />

4. Neste contexto (1970)<br />

a Imprensa Alternativa se ex-<br />

pandiu (0 Pasquim chegou a ter<br />

250 mil assinaturas. A gran-<br />

de imprensa tenta tomar este<br />

espaço de debates de questões<br />

pollmicas.


5. Com o processo de"abertu-<br />

ra" , a grande imprensa debate te-<br />

mas democráticos, mas sob o con -<br />

trole do governo e grupos econômi<br />

cos dominantes. Como por exemplo^<br />

Conselho Editorial de certos jor-<br />

nais (Estadão, JB) estão sob con-<br />

trole direto de grupos econômicos<br />

6. Atualmente a censura mudou<br />

de forma, mas não de fundo. Atra<br />

ves do credito e da publicidade<br />

controla as empresas jornalisti<br />

cas. Verifica-se demissões de '<br />

jornalistas críticos ao sistema.<br />

0 Governo controla a linha ideolo<br />

gica dos MCS. Exemplo recente e<br />

a cooptação por parte do Governo<br />

central dos jornais de interior<br />

por meio de concessão de publici-<br />

dade.<br />

7. Do ponto de vista teórico<br />

nesta década foram difundidas as<br />

teorias de Macluhan, Umberto Ecof<br />

da Escola de Frankfurt, de Althus<br />

seri<br />

Após a exposição deste rela-<br />

tório, o plenário lembrou outros<br />

fatos importantes como: desenvol-<br />

vimento dos pequenos meios (68),<br />

a fundação da UCBC (69), revitali<br />

zação da UCLAP, criação da asses-<br />

soria ao Setor de Comunicação da<br />

CNBB, o desenvolvimento das novas<br />

tecnologias em comunicação, o en-<br />

gajamento na linha libertadora de<br />

órgãos tradicionais como "Família<br />

Cristã" e "Sem Fronteiras" e, por<br />

contrapartida, a falsificação de<br />

boletins católicos e a criação da<br />

"Revista Communio" para contrapor^<br />

se à Teologia da libertação.<br />

UCBC IRPORtfxA<br />

A COKJÜHTÜBA ECONÕMIOO-POLÍTIGà<br />

0 terceiro grupo (Bonadio,<br />

Jorge Cláudio, Reinaldo, Anaiua<br />

ria, Pedro Braga, João Luis van<br />

Tilburg e Antônio Accioli), se<br />

propôs discutir a conjuntura '<br />

cultural e educacional mas ae<br />

deteve sobretudo na conjuntura<br />

econômico-política, levantando<br />

os seguintes fatos:<br />

1. 0 desenvolvimento brasi<br />

leiro que vinha se apoiando no<br />

tripé de empresas nacionais, es<br />

tatais e multinacionais, após<br />

64 passou a fortalecer mais as<br />

duas últimas em prejuízo das em<br />

presas nacionais.<br />

2. Isto marca o atrelajcien-<br />

to definitivo da economia bra-<br />

sileira ao capital monopolista<br />

multinacional.<br />

3* Com a crise econômica<br />

do Brasil, a emergência da cor^<br />

testação popular, institui-se<br />

o processo de abertura do regi<br />

ne (1980-Golbery) como única<br />

alternativa de se manter o con<br />

trole do poder nas mãos da '<br />

classe dominante.<br />

4. Em 1982, aprofundou-se<br />

a crise econômica (inflação,<br />

desemprego, recessão, recurso<br />

ao FMI) e política (vitória das<br />

oposições).<br />

5. A crise agravada levou<br />

o operariado a uma situação de<br />

desespero e desmobilização, na<br />

busca de se lutar apenas pela<br />

manutenção do emprego. Com is


so, os movinentos sindicais pare-<br />

cem não ter possibilidades de '<br />

crescer, baseando-se em reivindi-<br />

cações econômicas,<br />

6, Os outros movimentos popu<br />

lares são desafiados na defesa dos<br />

direitos humanos.<br />

CAMINHAR HISTÓRICO DA UCBC<br />

UCBC INFORMA 6 _<br />

7, 0 trabalho no campo<br />

da cultura e âducaçao cons. -<br />

cientizadora parece se tor -<br />

nar o espaço privilegiado em<br />

que o movimento popular pode<br />

se desenvolver, sobretudo a<br />

partir da percepção de unida<br />

de entre sistema de produção<br />

e comunicação»<br />

Apresentamos o esboço histórico organizado por Ismar de Oli<br />

veira Soares, acrescido dos principais apartes apresentados pelos pre<br />

sentes,<br />

1. Fundação da UCBC<br />

A UCBC nasceu em São Paiilo, a 18 de julho de 1969, na PUC<br />

de São Paulo, durante o IV" Congresso da UCLAP. Na ocasião"foi eleita<br />

uma comissão provisória, tendo como secretário-executivo o Frei Romeu<br />

Dale, que organizou un congresso no Rio de Janeiro, em julho de 1970,<br />

ocasião em que foram aprovados os estatutos da sociedade, cujo nome '<br />

definitivo passaria a ser UNIÃO CRISTÃ BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO SO -<br />

CIAL", (Comunicação e Ideologia, p, 16)<br />

2. Objetivos<br />

"Assim sendo, a UCBC nascia comprometida com três princípios:<br />

1, opor-se ao autoritarismo e defender a liberdade de expressão; 2.<br />

rejeitar a atomização da atividade da comunicação, reunindo pessoas<br />

de todos os setores e veículos, das empresas e das escolas; 3. conde-<br />

nar a intolerância, agregando participantes de todas as confissões re<br />

ligiosas e de todas as correntes de pensamento, engajados na prática<br />

de um autentico cristianismo" (idem)<br />

3. Boletim UCBC-INFORMA<br />

Surge em 1970 o boletim UCBC-INFORMA; mimeografado, redigi-<br />

do por Frei Romeu e editado por Hilda de Azevedo Soares. De 77 a 80,<br />

a redação passa para Ismar. Em 1981 tentou-se uma experiência de im-<br />

pressão off-set, sob a coordenação do Prof. Assis Fernandes e poste -<br />

riormente de Dermi Azevedo, com o co-patrocínio da Loyola, das Pauli-<br />

nas e dos Salesianos. Os custos e as dificuldades de edição comprome<br />

teram esta experiência,<br />

A partir de 1980, motivada pelos Congressos, a UCBC passou<br />

a editar boletins preparatórios, com a participação de alunos da Meto<br />

dista de S.B. Campo (1980) e da UFSC (1981).


UCBC INPOHMA 7<br />

A partir de 1980, a diretoria, para suprir as deficiências<br />

dos boletins passou a enviar circulares aos sócios. Poran impressos<br />

"folders" relacionados aos congressos de Florianópolis e PUC/SP.<br />

Em 1983, o UCBC-INPOBMA volta a ser mimeografado, sob a coor<br />

denação de Joana Puntel,<br />

4. Sobre o PIMEIRO NÚCLEO DE EEELEXÕES DA UCBC (1970-1976)<br />

0 primeiro núcleo de reflexões da UCBC teve como preocupa -<br />

ção estudar a natureza da centralização da comunicação social no Bra-<br />

sil e suas implicações na descaracterização da cultura nacional. Por<br />

outro lado, a UCBC atendia a uma sugestão de Vaticano II que pedia u-<br />

ma reflexão sobre as sub-culturas^<br />

Os estudos da UCBC realizavam-se, principalmentej em seus '<br />

congressos:<br />

lo.igyo-Rio de Janeiro-"Comunicação Social e Educação"<br />

22_i972-Guaratinguetá- "Comunicação Regional e Cultura Popu<br />

lar"<br />

3 2 -1974—Belo Horizonte-"Comunicação Popular e Região, no '<br />

Brasil"<br />

4.o_i975_Campinas- "Incomunicação Sücial"<br />

52_i976-Rio de Janeiro-"Comunicação de Massa e Descaracteri<br />

zação da Cultura Brasileira"<br />

5; Dificuldades com a Polícia Eederal<br />

A UCBC enfrentou dificuldades cor a Polícia Federal, 0 3 2 '<br />

Congresso estava sendo planejado para Juiz de Fora, bem como o 5 2 pa-<br />

ra Brasília, Por ordem expressa da PF não se realizou o de Juiz de '<br />

Fora^ optando-se por uma sala de aula da Universidade Católica de Be-<br />

lo Horizonte, com um número reduzido de pessoas. Quanto a não reali-<br />

zação do Congresso de Brasília, a UCBC ainda não obteve os esclareci-<br />

mentos necessários do sócio, e na época Conselheiro, que se encarrega<br />

ra dos preparativos. Ha poucos dias do Congresso, enviou comunicado<br />

seco e lacônico: não será realizado o evento e peço meu desligamento<br />

da entidadei<br />

A presença de agentes da polícia foi uma constante nos con-<br />

gressos da UCBC, Em Natal, por exemplo5 maio de um terço dos inscri-<br />

tos pertencia aos quadros da PFI Houve agentes que se inscreveram co<br />

mo sócios, tendo sido excluídos assim que identificados.<br />

6, Quadro Administrativo (1970-1976)<br />

Durante a primeira fase de dabates da UCBC a entidade foi<br />

dirigida por duas diretorias, A primeira foi presidida por Marcelo A<br />

zevedo e a segunda por José Marques de Melo. Frei Romeu foi o primej.<br />

ro Secretário-Executivo e Hilda Azevedo Soares acumulou os cargos de<br />

Secretária e Tesoureira, No Conselho figurarar expressivas personali<br />

dades na área da Comunicação Social, vinculadas a organismos de pes -<br />

quisas ou a veículos católicos de comunicação.


')<br />

UCBC IKPORKLA 8<br />

A eleição de José' Marques representou, tambe'n, um ato de so<br />

lidariedade às perseguições que vinha sofrendo en sua vida profissio-<br />

nal, por motivos de ordem política, com sua expulsão da USP pelos a -<br />

gentes do sistema que administravam a ECA/USP.<br />

7. Intervenção da UCBC no Congresso de liturgia de Radio e TV<br />

Em 1975, alguns sócios da UCBC, entre eles Maioelo Azevedo,<br />

Frei Clarêncio Neotti, Pe. Attílio Hartmann tomam parte em Apucarana,<br />

do II Congresso Brasileiro de liturgia de Radio e Tolevisão, apresen-<br />

tando, em nome da entidade, importantes teses que objetivavam dar o '<br />

devido lugar ao comunicador na condução da reforma liturgica»<br />

8. livros COMOTIICAÇlO/lRCOMUNICAÇÃO KO BRASIL. Coord. de José' Marques<br />

de Melo, Loyola, 1976.<br />

9. Cursos de Comunicação; nesta primeira fase, a UCBC realizou uma s£<br />

rie de cursos de comunicação. Os subsidies financeiros arrecadados<br />

revertiam para a entidade. Sócios da UCBC foram convidados a minis -<br />

trar cursos para Bispos católicos, coordenados pela CNBB.<br />

Pode-se afirmar' oxu6 a UCBC exerceu influencia na renovação<br />

de algumas práticas pastorais, quer junto a membros da Hierarquia, '<br />

quer junto a veículos de comunicação da Igreja,<br />

Inicia-se neste período uma maior aproximação dentro da<br />

UCBC, entre sócios de diferentes denominações cristãs. A^presença do<br />

Pastor Reinaldo Brose será marcante a partir de 1976, ate fins de 1978,<br />

quando, continuando como sócio, volta à sua pátria, a Alemanha,<br />

10.Sobre o SEGUNDO NÚCLEO DE REFLEXÕES DA UCBC<br />

Com a "abertura", ainda que sob vigilância, a UCBC passa a<br />

preocupar-se com o estudo das relações sistemas de comunicação-recep-<br />

ção crítica. Em São Leopoldo nasce, a partir de proposta de Brose, a<br />

preocupação com a leitura crítica dos MCS,<br />

Registra-se, a partir de 1977, uma maior participação de en<br />

tidades, pesquisadores e estudantes de comunicação nos congressos:<br />

62_são Leopoldo- l, Conscientização dos Pequenos Grupos"<br />

72-Bragança- "Comunicação e Consciência Crítica"<br />

82-Natal- "Comunicação e Ideologia"<br />

11.Livro: COMUNICAÇÃO E CONSCIÊNCIA CRÍTICA, Coord0 Clarêncio Neotti,<br />

Loyola, 1979.<br />

12.Intervenções da UCBC<br />

.Moção da UCBC, pedindo o adiamento da implantação do novo<br />

currículo das Faculdades de Comunicação - 1978;<br />

.Contribuição da UCBC, após várias reuniões de grupos de s^<br />

cios, para os debates do VIII Encontro Nacional de Pasto -<br />

ral de Comunicações Sociais (Brasília. 23 a 25 de maio de<br />

1978). 0 Presidente da UCBC, Frei Clarêncio Neotti, apre-<br />

sentou um longo documento, analisando a situação da comuni<br />

cação cristã no Brasil, propondo linhas de ação.


JJCBC INPOEMÁ 9 _<br />

.Intervenção da UCBC no debate sobre a implantação da TV-pcir<br />

Cabo: enviada, carta, ao líinistérià das Gonunicaçoes pedindo<br />

que qualquer decisão neste sentido fosse tonada com a par-<br />

ticipação da sociedade, reservando-se espaços de participa<br />

çao no novo veículo aos grupos organizados. (14/09/79)<br />

.Denúnica sobre a transferencia das Assessorias de Seguran-<br />

ça e Informação dos "campi" universitários para as delega-<br />

cias estaduais do MEC. Natal, 1979.<br />

13.Livro: COMUNICAÇÃO E IDEOLOGIA. Coord. Olarsncio Neotti, Loyola,<br />

1980.<br />

14.Reestruturação da UGLAP: A UCBC e convidada a participar nas reu-<br />

niões preparatorioas para o congresso que, estatutarlamente, a '<br />

UGLAP deveria realizar para eleição de sua nova diretoria. Na epo<br />

ca o Presidente da UGLAP, D. Genaro Prata, estava praticamente im-<br />

possibilitado de conduzir a entidade devido à situação política da<br />

Bolívia. Em 1981, no Congresso da UGLAP em Belo Horizonte, a dire<br />

ção da entidade passa para as mãos de uma equipe liderada por Prei<br />

Clarencio Neotii,<br />

15•Prestação de serviços à sociedade: cursos de Leitura Crítica da Co<br />

municação, A partir de 1979, a UCBC iniciou a prestaç~o de serviços<br />

a educadores e agentes de pastoral, ministrando cursos de capacitação<br />

ou de leitura crítica da comunicação. A partir de 1980 estes cursos<br />

foram melhor estruturados. Em abril de 82, o Conselho da UCBC e -um<br />

grupo de sócios iniciaram um processo de reflexão, que se aprofundou<br />

em fevereiro de 83, em Campos de Jordão, cujo objetivo e a adequação<br />

do trabalho a uma linha de ação dondizente com o trabalho glebas que<br />

a entidade deseja levar avante.<br />

16,Colaboração com a AEG: -^m 1981, a partir de contatos mantidos com<br />

a AEG, na preparação da Campanha da Fraternidade, pelo Presidente e<br />

Secretário da UCBC, Ismar de Oliveira Soares e Attílio Hartmann, ini-<br />

ciou-se um processo de colaboração com a Associação de Educação Cris-<br />

tã de São -^aulOf que resultou na realização de mais de 10 cursos de<br />

LGC, em várias cidades do Estado, durante o ano de 1982<br />

Ainda como conseqüência destes contatos, a UCBC preparou um<br />

número especial da revista da AEG (maio de 1982), dedicado à COMUNICA<br />

ÇSO E EDUCAÇÃO.<br />

Em 1983 serão realizados cursos de aprofundamento para as '<br />

pessoas que participaram dos cursos de LGC patrocinados pela AEG.<br />

A coordenação do projeto encontra-se nas mãos de José Manu-<br />

el Morán,<br />

17.Relacionamento com entidades congêneres<br />

UGLAP - Colaboração na organização do Congresso de Belo Ho-<br />

rizonte (maio de 198l)<br />

- Equipe da UCBC assume a direção da UGLAP<br />

- Participação no Seminário sobre NOMIG e DH, Quito,<br />

1982.


UCBC INPOEIA io_<br />

UTTm - Co-patrocínio ( juntamente con UCLAP, SAL-OCIC, UNESCO)<br />

do Seminário sobre IGREJA E NOMIC - Enbu,SP, outu -<br />

bro de 1982.<br />

CELADEC - CELADEC esteve presente nos Congressos de Scão Ber -<br />

nardo e Florianópolis;<br />

- UCBC esteve presente no seminário sobre Educação Po- ■<br />

pular, Quito, 1980<br />

- Intercâmbio de material<br />

- CELADEC participa de consulta sobre comunicação e '<br />

teologia, promovido pela UCBC em Piracicaba, en ju -<br />

nho de 1982<br />

- UCBC e r.-presentada na Assemble'ia Geral de CEIABEC,<br />

realizada em Porto Rico, em julho de 1982. A repre-<br />

sentante da UCBC e eleita para o Conselho de CELADEC<br />

- Co-patrocínio do curso ministrado por Mattelart ( jun<br />

tamente com a Metodista de São Bernardo) em 1981,<br />

WACC - Visita de Dom Roper ao Brasil, em 1981, No relato -<br />

rio final Dom Roper recomenda o trabalho desenvolvi-<br />

do pela UCBC<br />

- UCBC tem aprovado seu projeto para cursos de LCC,<br />

18,Consulta sobre COMUNICAÇÃO £ TEOLOGIA - 1^ Consulta - Piracicaba,<br />

julho de 1982; 2â Consulta - Petrópolis, abril de 1983. Estas con -<br />

sultas, reunindo sócios de diferentes denominações^especialistas,<br />

quer em teologia, quer em comunicação, tem como objetivo consolidar a<br />

identidade cristã da entidade e contribuir para o debate que outras '<br />

instituiçõea como o CEIAM e o CLAR, já ver. realizando sobre o tema,<br />

19.Sobr6o TERCEIRO NÚCLEO DE REFLEXÕES DA UCBC<br />

Os três últimos Congressos representaram o esforço da UCBC<br />

em abrir espaço para que os sócios, os interessados e as entidades en<br />

volvidas com as mesmas preocupações pudessem debater os possíveis ca-<br />

minhos de transformação da sociedade brasileira a partir da ótica '<br />

de uma comunicação libertadora.<br />

Os Congressos foram:<br />

1980-São Bernardo do Campo-"Comunicação e Educação Popular"<br />

1981-Florianópolis- "Comunicação, Juventude e Parti-<br />

cipação"<br />

1982-Sao Paulo- :, Comunicação e Direitos Humanos"<br />

20,Relação com Universidades<br />

Os Congressos da UCBC têm sido realizados com o co-patrocí-<br />

nio de várias Universidades brasileiras, como a Católica de Minas Ge-<br />

rais, a UNIPINOS de São Leopoldo, a Franciscana de Bragança Paulista,<br />

a Federal de Natal, a Metodista de São Bernardo, a Federal de Floria-<br />

nópolis, a PUC de São Paulo, a Católica de Campinas, a Metodista de •<br />

Piracicaba, Algumas sediaram o Congresso, outras colaboraram na sua<br />

realização.


UCBC INFORMA 11<br />

21.Livro: PUEBLA-BRASIL COMÜinCAÇÃO: UM ESTULO CRÍTICO, Coord. Clarên<br />

cio Neotti, Loyola, 1981.<br />

22.Direitos Ilumajios: UCBC participa da articulação dos movimentos de<br />

defesa dos Direitos Il-umanos. Em janeiro de 1982, em Petrópolis; Em<br />

janeiro de 1983, em São Paulo. Hoje são mais de cem grupos em todo o<br />

país que participam desta articulação.<br />

23.Assessoria às Faculdades de Teologia (sócios da UCBC ministram au-<br />

las ou colaboram na elaboração de currxculos)<br />

24.UCBC estuda a identidade das Faculdades Cristãs de Comunicação:<br />

já foram realizadas quatro reuniões.<br />

25.Livro: JUVENTUDE E DOMINAÇÃO CULTURAL, Coord. Ismar de Oliveira »<br />

Soares e Reinaldo Matias Fleuri, Paulinas, 1982,<br />

26.Assessoria às Edições Paulinas: criação do SEPAC<br />

Durante a reunião do Conselho juntamente com um grupo de sç^<br />

cios, em abril de 1982, ficou decidido que a UCBC proporia às Edições<br />

Paulinas uma forma de colaboração para a execução do Projeto de LCC.<br />

A proposta encaminhada ao Conselho da Província das ^rmãs Paulinas re<br />

sumia-se na criação de um centro de pastoral da comunicação que conta<br />

ria com a participação conjunta das duas entidades.<br />

As Irmãs Paulinas, levando em consideração decisões anterio<br />

res de partir para um trabalho de produção de material impresso desti<br />

nado às classes populares e de prestação de serviços aos grupos que^<br />

se dedicam ao trabalho de base, decidiram fundar o SEPAC - Serviço à<br />

Pastoral da Comunicação, como um órgão dependente do seu Setor Edito-<br />

rial, A UCBC seria chamada a colaborar com o SEPAC na realização de<br />

projetos específicos e seus sócios teriam precedência na ocasião da '<br />

contratação de profissionais para coordenar tais projetos.<br />

0 SEPAC nasceu, pois com duas finalidades: produção de mate<br />

rial popular e formação de agentes da pastoral da comunicação. Em<br />

carta ao Conselho da UCBC, a Provincial das Paulinas, Irmã Elide Puli<br />

ta, agradeceu a colaboração da entidade nos momentos iniciais da for-<br />

mulação do projeto e convidou dois sócios para participar da equipe:<br />

"Reinaldo Matias Fleuri'e Ismar de Oliveira Soares,<br />

Durante o Encontro Nacional dos Sócios, a assembléia soliçi<br />

tou ao Vice-Presidente para Projetos, José Manuel Morán, que promovejs<br />

se uma reunião com as Irmãs responsáveis pelo SEPAC para debater as ■<br />

/ formas de cooperação entre as duaa entidades.<br />

27,Primeiro Encontro Nacional dos Sócios da UCBC - Janiro/fevereiro<br />

de 1983, em Campos do Jordão,<br />

28,Quadro Administrativo (1976-1984)<br />

Nos últimos seis anos a UCBC foi dirigida por uma equipe re<br />

sidente na maioria dos seus membros, em São Paulo e Rio, com represen<br />

tantes de Recife, Florianópolis, Belo Horizonte e Natal. Foram presi<br />

dentes Frei Clarêncio Neotti (1976-1980) e Ismar de Oliveira Soares (<br />

\ 198O-I984), tendo sido, ambos, reeleitos para um segundo mandato. Ej3


UCBC INFORMA 12<br />

tas duas administrações promoveram reformas estatutárias, A última £<br />

correu durante Assembléia Extraordinária , realizada em setembro de<br />

1982, cujo objetivo foi inserir no texto dos estatutos alguns dados '<br />

da "Carta de Irincípio" apresentada aos sócios na Assembléia Geral de<br />

Florianópolis e ampliar o quadro dos membros da Comissão Executiva '<br />

que passou a ter três Vice-Presidentes (José Manuel Morán, Onésimo de<br />

Oliveira Cardoso e Dermi Azevedo); Dois Secretários (Joana Puntel e E<br />

liane da Silva Ramalho); Dois Tesoureiros (Flora Lovato e Reinaldo '<br />

Fleuri), 0 Conselho,boje, é composto por irei Romeu Dale (São Paulo)<br />

Regina Festa, (São Paulo), Moacir Pereira (Florianópolis), Felix Gal-<br />

vão Batista Filho (Recife), João luis van Tilburg (Rio de Janeiro), A<br />

namaiia Fadul (São Paulo), tendo como suplentes Marialva Monteiro (Rio<br />

de Janeiro) e Margariada Maria Krohling Kunsch (São Paulo).<br />

OBS:- A assembléia, após debater o relatório, solicitou que fosse en<br />

caminhado aos sócios um pedido no sentido de recuperar toda a<br />

documentação sobre a entidade que se encontra fora da sub-sede<br />

de São Bernardo,<br />

üí CONGRESSO BRASILEIRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL<br />

"Comunicação, Segurança e Sociedade" será o tema do XII.<br />

Congresso Brasileiro de Comunicação Social que a UCBC promoverá em RJS<br />

cife, Pernambuco, de 29 de outubro a 2 de novembro deste ano, com o f<br />

eo-patrocínio do Setor de Comunicação do Regional Nordeste II da CNBB,<br />

Centro de Comunicação Social do Nordeste e Universidade Católica de '<br />

Pernambuco, Os primeiros detalhes do próximo congresso da UCBC (união<br />

CristS Brasileira de Comunicação Social) foram debatidos em Campos do<br />

Jordão, São Paulo no I Encontro Nacional de sócios da UCBC, de 30 de<br />

janeiro a 3 de fevereiro de 19832.<br />

Serão estes os sub-temas do congresso, que darão base para<br />

as mesas redondas e painéis:<br />

1, Comunicação, segurança e poder no Brasil<br />

1.1. Debate conceituai (aspectos geopolíticos)<br />

1.2. Legislação e políticas de comunicação<br />

1.3. Aparelhos políticos repressivos do Estado e controle<br />

da informação no Brasil,<br />

1.4. Articulação dos sistemas não hegemônicos da informa-<br />

ção no Brasil.<br />

2. Contexto internacional<br />

2.1. Nova Ordem Mundial da Informação e da Comunicação e<br />

ditaduras militares na América latina,<br />

2.2. Doutrina de Segurança Nacional e novas tecnologias<br />

da Comunicação<br />

2.3. Segurança Nacional numa perspectiva democrática(o pa<br />

pel da Comunicação)<br />

2.4. Comunicação, Segurança Nacional e modelos econômicos.


3. Segurança Nacional . e Sociedade brasileira hoje<br />

JJCBC iNFcem ij<br />

3.1. Segurança Nacional e relações Igreja/Estado no Brasil<br />

pos-64 (0 papel da Comunicação)<br />

3.2. SN e a questão da terra no Brasil.<br />

3.3. SN e cultura brasileiras,<br />

3.4. SN e penetração de seitas norte-americanas (estraté-<br />

gias d© Comunicação)<br />

3.5. SN e pi^ticas de Comunicação no Brasil pos-64<br />

3.6. SN e violência policial (0 papel da Comunicação),<br />

Com vistas à preparação desse XII Congresso, a UCBC deci -<br />

diu promover Encontros Regionais dos Sócios em março próximo, com o '<br />

seguinte cronograma; 5 de março, sábado, no Rio de Janeiro; 12 de mar<br />

ço, sábado, em Belo Horizonte; 19 de março, sábado, em Curitiba; 26<br />

de março, sábado, em São Paulo, Durante a Semana Santa, em Recife,<br />

iiavera a primeira reunião conjunta entre a vice-presidência da UCBC<br />

para congressos e a equipe responsável pelo XII Congresso, coordenada<br />

pela Irmã Ivanise Porto, membro do Conselho da UCBC e responsável pe-<br />

lo Regional Nordeste II da CNBB (Setor de ComunicaçSo Social),<br />

A partir da segunda quinzena de abril? a UCBC iniciará a di<br />

vulgação mais intensiva do congresso em todo o país.<br />

Depois dos estudos de Dom Cândido Padin e do padre Joseph<br />

Comblin, nos anos 68, será esta a primeira vez em que se debaterá, em<br />

um congresso de alcance nacional (com ampla participação latino-ameri<br />

cana) a questão da Segurança Nacional sob o enforque da Comunicação,<br />

Este Congresso-para o qual serão convidadas entidades representativas<br />

da sociedade civil como a CNBB, ABI, CONIC, OAB e outras-representará<br />

também a síntese de todas as campanhas que vem sendo feitas, a nível<br />

nacional, pela revogação da lei de Segurança Nacional vigente e pelo<br />

fim das leis excepcionais ainda em vigor, baseadas na Doutrina de Se-<br />

gurança Nacional,<br />

EROJECO LCO -p- LEITDBA CRÍTICA .DA_COMUNICAÇÃO<br />

Durante .Q~Encontro dos Sócios, um grupo de estudos refletiu<br />

sobre o Projeto ICC,<br />

Aqui, o relatório finalj assinado pelo Vice-Presidente Mane-<br />

lo Morán,<br />

1. Evolução do ICC<br />

São cursos de análise dos meios de comunicação, que surgem<br />

a pedidos de comunidades religiosas, pastorais e educacionais, com '<br />

mais intensidade a partir de 1979c Param dados mais de 20 cursos o '<br />

que fez amadurecer sua metodologia e estruturação.<br />

São dois os projetos IGC atualmente do-senvolvidos pela UCBC<br />

a)LCC Análise<br />

Para educadores, agentes de pastoral e comunidades. Bus-<br />

ca-se aperfeiçoar a capcujiüaàe de anal: se dos meios de comunicação, '<br />

de sua linguagem, de sua ideologia e do como utilizá-los meliior no '


\<br />

•<br />

UCBC IN5'0IMA 14<br />

dia a dia. A filosofia do LCC busca seu referencial na Teologia da »<br />

Libertação e na busca de uma Nova Ordem da Comunicação (NOMIC). Às '<br />

reflexões no Projeto de Comunicação e Teologia são fundamentais para<br />

explicitar o referencial teórico do ICC.<br />

b)LCC-Capacitação<br />

0 objetivo fundamental ê aprimorar tecnicamente cristãos<br />

que trabalham na área de comunicação ou que se interessam por algum<br />

meio, em particular. Uma experiência bastante intensa foi realizada<br />

no Regional Nordeste II cia CNBB, em julho de 1981 e em janeiro de '<br />

1982, a convite da Irmã Porto, com três espcializações: Jornalismo P£<br />

pular, rádio e audiovisuais.<br />

Numa reunião de dois dias, em abril de 1982, para pensar<br />

o LCC o Conselho da UCBC apoiou a iniciativa de se refletir sobre um<br />

LCC mais voltado para os setores populares, menos dirigido e mais par<br />

ticipativo, onde a comunidade faça sua própria análise e organize se-<br />

us próprios processos e meios de comunicação. Houve alguns contatos<br />

com pessoas que trabalham com grupos populares, mas ate agora não con<br />

seguimos avançar significativamente.<br />

2. Avaliação do LCC<br />

A maior parte dos "cursos" tiveram um caráter mais informa-<br />

tivo do que participativo. Um dos grandes entraves é o tempo escasso<br />

de convivência com cada grupo: um fim de semana. Ha pouco aprofunda-<br />

mente das questões tratadas, um acúmulo de informações e principalmen<br />

te, não foi possível acompanhar o resultado posteriormente, apesar de<br />

alguns pedidos. As avaliações, apesar destes dados, são positivas, 0<br />

LCC desperta interesse. Para muitos foi uma descoberta. Alguns gru-<br />

pos querem multiplicá-lo nas suas comunidades ou escolas.<br />

Os textos básicos hoje estão mais elaborados, ao menos para<br />

trabalhar com educadores, Um primeiro resultado foi a publicação pe-<br />

la equipe do n s 44 da Revista da AEC(Associação de Educação Cristã) •<br />

sobre o tema Comunicação e Educação, Atualmente cada texto será revi<br />

sado, esquematizado melhor e alguns totalmente reformulados. Ao que-<br />

rer analisar a televisão, o cinema, o jornal e outros meios multipli-<br />

camos excessivamente as informações sem um ponto de partida comum. É<br />

preferível a partir de agora concentrar a análise na televisão e por<br />

extensão aplicá-la a outros meios. È fundamental a constatação de<br />

que a leitura fundamental não e dos meios, mas de toda a sociedade, '<br />

da comunicação enciuantoj reveladora dos sistemas contraditórios vigen-<br />

tes,<br />

Tivemos o apoio do Instituto Metodista na cessão de equipa-<br />

mento de videoteipe para analisar alguns programas de televisão., Mas<br />

essa dependência não nos possibilitou a liberdade necessária para po-<br />

der programar os cursos, as gravações, etc. Solicitamos o ano passa-<br />

do a WACC( Associação Mundial de Comunicação Cristã) uma subvenção pa<br />

ra a compra de equipamento e para a remuneração de professores e coor<br />

denadores do LCC, de forma a não sobrecarregar as comunidades mais ca<br />

rentes,, Com a resposta positiva da V/ACC será possível obter uma mai-<br />

or agilidade na utilização do videocassete como instrumento básico de<br />

análise da televisão. Também será mais viável ampliar a equipe muiti.<br />

plicadora do projeto LCC e implantá-lo em outras regiões..


UCBC INPOEMA 15<br />

Atualmente, a UCBC conta para a realização do LCC, com os '<br />

seguintes sócios: José Manuel Morán (Manolo) e Áttílio Ilartmann (coor<br />

denadores), Dermi Azevedo, Ismar de Oliveira Soares, Luiz Fernando<br />

Santoro, Jorge Cláudio Ribeiro e a colaboração de José Marques de Me-<br />

lo, Anamaria Padul, Prei Romeu Dale, Regina Festa, Flora Lovato, Elia<br />

ne Ramalho, entre outros.<br />

3. Propostas<br />

Na reunião de Campos do Jordão uma equipe ficou encarregada<br />

de pensar novamente os caminhos do LCC. João Luis Tilburg fará a pri<br />

meira redação da atualização do projeto LCC e será discutida em abril<br />

com os seguintes sócios: Attílio (SP), Manolo (SP), Gilda (Rio), Pe -<br />

dro Gilberto (Curitiba), FelJX (Recife), Lia,rtèt?Aà0Vwdôo(Porto Alegre),<br />

EÍiane (SP)i<br />

E importante pensar e realizar o LCC nas diversas regiões '<br />

do ~raail interessando os sócios em uma, atividade concreta dentro da<br />

UCBC. Está previsto um LCC no fijLo de Janeiro, organizado pela sócia<br />

Gilda, quG serviria como objeto de discussão e de multiplicação para'<br />

sócios do Rio de Janeiro. 0 mesmo processo se repetirá em Recife, or<br />

ganizado pelo Felix, Ilá um projeto de continuação de trabalho feito<br />

com educadores através da ABC para este ano, Um professor de cada co<br />

legio que realizou o projeto, participará de três etapas de aprofunda<br />

mente nos diversos temas, visando oferecer maior segurança a esse pro<br />

fessor no seu trabalho multiplicador com os alunos e suas famílias.<br />

Em julho será dado um LCC para religiosos.<br />

Alguns estudantes de comunicação e outros agentes de pasto-<br />

ral solicitaram participar do projeto LCC. É pensamento da Diretoria<br />

da UCBC organizar um encontro específico para preparar melhor esses '<br />

participantes, que serão incorporados puao a pouco nos diversos cur -<br />

sos programados,<br />

Ê importante encontrar fórmulas de apoio de instituições in<br />

teressadas como o Instituto Metodista de São Bernardo, a UNIMEP, o<br />

SSPAC das Irmãs Paulinas, etc, para depender cada vez menos de insti-<br />

tuições internacionais.<br />

Manolo Morán<br />

0 II Encontro Ecumênico de comissões e grupos de Direitos '<br />

Humanos do Brasil teve lugar no Taboão da Serra, São Paulo, de 25 a<br />

29 de janeiro. Estiveram presentes cerca de 120 pessoas, representan<br />

do mais de 60 entidades, entre as quais a UCBC, sediadas em 17 Esta-<br />

dos da Federação, LeiClos, católicos, padres, religiosos e religiosas,<br />

pastores metodistas, além de alguns representantes de organismos da '<br />

sociedade civil, puseram em comum suas experiências com relação a lu-<br />

ta pelos Direitos Humanos, procuraram detectar as raízes das violaçõ-<br />

es desses Direitos e estabelecer pistas de ação para defende-los e '<br />

promove-los, A Sra, Marina Bandeira, Consultora da Pontifícia Comis-<br />

são de Justiça e Paz, acompanhou os trabalhos do primeiro dia. Suas


UCBC INFORMA 16<br />

intervenções foram no sentido de se somar forças na luta comum pelos '<br />

direitos humanos. 0 Cardeal Arns também trouxe o seu apoio. Represen<br />

taram a UCBC, Anamaria Fadul, Dermi Azevedo e Pedro Braga.<br />

* Pistas de ação - Terra, trabalho e repressão apareceram como constan<br />

te nos depoimentos e reflexões* Em resposta, as entidades presentes '<br />

se comprometeram a lutar pelo fortalecimento, multiplicação e manuten-<br />

ção dos movimentos populares, A Conselheira Anamaria Padul coordenara<br />

a Comissão de Direitos Humanos da UCBC,<br />

Histórico<br />

já em 1969 (quando foi idealizada) e em 1970 (quando foi fun<br />

dada), a UCBC preocupou-se em realizar um diálogo ecumênico sobre Comu<br />

nicação e Teologia. Em 1974, um de seus sócios fundadores, Prei Romeu<br />

Dale, participou do Seminário sobre Teologia da Comunicação, promovido<br />

pelo Departamento de Comunicação Social do CEIAM (Conselho Episcopal •<br />

Latino-Americano) em Santa Inês, Lima, Peru. Nos anos 78, a UCBC par-<br />

ticipou ativamente da preparação da Conferência de Puebla, fazendo do-<br />

cumento encaiainhado como subsídio, àquela reunião (cf. livros publica-<br />

dos pela entidade),<br />

É importante destacar que essa reflexão vem sendo realizada<br />

ha vários anos, a nível confessional, seja na Igreja Católica, seja '<br />

nas Igrejas Evangélicas, A Conferência Latino-Americana de Religiosos<br />

CIAR - também vem refletindo sobre o tema.<br />

Em 19S1, durante seu Congresso em Florianópolis, a UCBC deci<br />

diu tomar posição oficial na área da Comunicação e Teologia; seu Cons^<br />

lho aprovou um projeto com este nome e definiu as diretrizes para sua<br />

contribuição, São as seguintes:<br />

A caminhada da UCBC na reflexão e prática inter-disciplina -<br />

res em Comunicação e Teologia orienta-se, antes de tudo, por um ponto<br />

de partida e um lugar social bem definidos: a realidadei dos pobres no<br />

Brasil e na América latina, E tem como objetivo primordial contribuir<br />

para £ processo de libertação integral dos pobres, neste continente.<br />

Neste sentido, a caminhada é também autônoma (sem vínculo o-<br />

ficial com Igrejas Institucionais), integrada (participando dos esfor-<br />

ços congêneres realizados nos mais diversos setores) e ecumênica (bus-<br />

cando realizar, na práxis transformadora e libertadora, a recomendação<br />

de Jesus Cristo "para que todos sejam um".<br />

0 projeto "Comunicação e Teologia", da UCBC continuou a ser<br />

implementado em 1982, realizando-se em julho, na Universidade Metodis-<br />

ta de Piracicaba, a I Consulta sobre o tema "0 que é Teologia". Parti<br />

ciparam - além dos comunicadores - teólogos católicos, metodistas, an-<br />

glicanos e presbiterianos, A tônica dos debates foi a reflexão inter-<br />

disciplinar sobre as duas áreas, a partir de uma abordagem crítica.<br />

Estão sendo preparados os anais dessa I Consulta,


UCBC INFORMA 17<br />

A destacar também a presença do teólogo Juan. Cano, da CELADEC Peru.<br />

No segundo semestre do ano passado, foram aproftindados os con-<br />

tactos a nível nacional e internacional, destacando-se o intercâmbio '<br />

com a CELADEC e os primeiros contatos com o Centro de Estudos sobre Comu<br />

nicaçao e Cultura, de Londres, através do seu Diretor, Padre Robert Whi-<br />

te.<br />

Perspectivas<br />

A II Consulta sobre Comunicação e Ttologia está marcada para '<br />

os dias 8 a 10 de abril próximo em Petrópolis, Rio de Janeiro, sobre o<br />

tema " 0 que I Comunicação Libertadora? 0 que é Teologia da Libertação?"<br />

Esse segundo encontro será muito importante para uma reflexão<br />

sobre as perspectivas desta caminhada inter-disciplinar. Algumas quês -<br />

t5es estão sendo levantadas para facilitar essa reflexão: como ler criti<br />

camente a Teologia que nasce do povo? Como a Comunicação pode contri -<br />

buir nesse processo? 0 que é ser Cristão hoje no complexo mundo da Comu<br />

nicação? A partir do lugar social dos pobres, quais seriam os principais<br />

desafios para o diálogo interdisciplinar entre Comunicação e Teologia?<br />

A UCBC inclui este projeto entre os seus trabalhos, prioritá-<br />

rios e, neste sentido, está aberta, evidentemente, à participação dos S£<br />

cios e não sócios preocupados com o tema, A perspectiva do projeto - va<br />

le repetir - não é de fazer dilentatismo ou exercícios verbais, mas a de<br />

contribuir para que avance o projeto de construção de uma sociedade mais<br />

justai igualitária e humanai<br />

Dermi Azevedo<br />

..coordenador oordenador do^-tronetp,,<br />

do,T,PrDjeto,<br />

"Comunicação e Teologia"<br />

LISTA DOS PARTICIPANTES DO I ENCONTRO NACIONAL DOS SÓCIOS DA. UCBC<br />

Anamaria Padul<br />

Antônio Acioli Siqueira<br />

Attílio Ilartmann<br />

Clarêncio Neotti<br />

Dermi Azevedo<br />

Edson Faxina<br />

Eliane Ramalho<br />

Eelix Batista Pilho<br />

Piora Lovato<br />

Prei Romeu Dale<br />

Geraldo Bonadio<br />

Gilda Vieira<br />

Irmã Carvalhínho : -.<br />

Ismar de Oliveira Soares-<br />

Ivanise Porto<br />

João Luis van Tilburg<br />

Jorge Cláudio Ribeiro<br />

Jcse Manuel Morán<br />

Martha Azevedo<br />

Onésimo 0, Cardoso<br />

Pe, Pedro Gilberto Gomes<br />

Pedro Braga Santos<br />

Reinaldo Matias Pleuri<br />

Rosa Maria Cardoso

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