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Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Coordenador(a) Título

Coordenador(a) Título da pesquisa Agência Parcerias Núcleo Vigência Resumo Yvonne Miriam Martha Mautner Design e industrialização do mobiliário FAPESP – PIPE Oficina de Arte e Design IdéiaMóvel (Góes & Soares, Ind. E Com. de Móveis Ltda. – Mogi-Guaçú) SENAI/CETEMO/RS IPT NAP/PLAC – Núcleo de Apoio à Pesquisa: Produção e Linguagem do Ambiente Construído 2003 – atual A proposta do projeto Design e Industrialização do Mobiliário teve influência estreita das pesquisas realizadas no curso do primeiro ano da FAU em Desenho Industrial (AUP 430 Desenho Industrial I: 1º e 2º projeto) sobre a produção da habitação popular em São Paulo e dos equipamentos que povoam seu interior; assim como do levantamento detalhado do setor moveleiro, para o estudo da competitividade da indústria brasileira feito por Luciano Coutinho. Este mostrou um setor composto de um enorme número de pequenas marcenarias; um grande número de empresas médias, e um número pequeno de grandes empresas; altamente verticalizadas, isto é, onde os vários componentes (madeira, painéis de aglomerado ou MDF, metal e estofados) de seus produtos são manipulados / usinados na própria unidade; e onde as poucas grandes empresas formam o setor de ponta da indústria, com centros de usinagem informatizada e alta participação na produção das duas pontas opostas do mercado: o setor popular e o de exportação. O desenho da “movelpop”, linha de móveis de baixo custo para ambientes pequenos, foi uma resposta tentativa, propondo uma relação inovadora entre o desenvolvimento de projeto e processo produtivo, apoiada na possibilidade de combinar uma forma de produção horizontalizada, isto é, onde diferentes componentes possam ser produzidos por diferentes empresas, com a atividade projetual que necessariamente antecede este desmembramento. No desenvolvimento do trabalho detalhou-se cada componente (painéis portantes de madeira e chapa, gavetas, ferragens e componentes menores) apoiando-se para tal em trabalho em oficinas e testes em laboratórios, para chegar a um projeto executivo com teste de desempenho já aprovado no protótipo. Apesar de não estar diretamente ligada aos procedimentos produtivos, foi incluída no projeto uma pesquisa de gosto junto aos usuários dos móveis, pois a justificativa mais difundida para o veto de novos produtos do setor moveleiro no mercado é dada de acordo com pesquisas sobre o setor, pela atuação da rede de distribuição. Como a proposta é de produção em larga escala, esta pesquisa foi realizada para indicar a aceitação do produto no mercado e ao mesmo tempo procurar elementos para a estratégia de marketing. O projeto “design e industrialização de mobiliário” foi desenvolvido no NAP/PLAC, na empresa Oficina de Arte e Design e na fábrica de móveis IdéiaMóvel (Goes & Soares, Ind. e Com. de Móveis, Ltda. – Mogi-Guaçú). Dele participaram, ainda, 2 bolsistas de nível técnico III, 1 bolsista nível técnico I, além de diversos assessores, entre eles o designer Michel Arnoult, responsável por um dos produtos da linha. Contou, também, com a assessoria técnica do IPT e do SENAC / CETEMO / RS. AUXÍLIO À PESQUISA – NACIONAL – AUXÍLIO REGULAR 189

Coordenador(a) Título da pesquisa Agência Vigência Resumo Vera Maria Pallamin Criação e resistência: tensões e cruzamentos contemporâneos entre o estético e o político FAPESP 2007-2009 A pesquisa indaga as tensões e cruzamentos contemporâneos entre o estético e o político a partir do pensamento do filósofo Jacques Rancière, tomado sob dois campos de referência: o sentido moderno da relação entre criação e resistência, e a crítica ao deslocamento deste sentido, levada a cabo na contemporaneidade. Nos domínios da arquitetura e da arte urbana é estridente a tensão atual entre o estético e o político, advinda da instrumentalização e espetacularização da cultura, promovidas, por um lado, pelas novas tecnologias e pela corrente economia de mercado – frente às quais o alinhamento do projeto de arquitetura tornou-se emblemático, tendo reduzido seu plano do ´desígnio´, outrora pulsante de hipóteses sociais e alternativas espaciais, à mera organização de ambientes previamente classificados – e, por outro, pela ´banalização do novo´, gerando uma indiferença generalizada que, associada ao distanciamento crescente em relação àquilo que é público, perfaz uma atmosfera corrosiva para as proposições de arte urbana. Se para o projeto de arquitetura evidencia-se sua neutralização pelos canais estreitos do mercado, para a arte urbana a multiplicidade de entradas e saídas em sua fatura enfrenta a debilidade da inscrição simbólica ante a proliferação e desaparição incessante de imagens e objetos, sob o motor do consumo. Sob ângulos distintos, ambas apontam para um impasse característico da cena cultural contemporânea: a dificuldade de se articular a criticidade, de se imantar práticas estéticas com eficiência crítica. A perda da radicalidade crítica foi coetânea àquela da radicalidade política. Discursos sobre a emancipação e práticas de superação do presente se pulverizaram de modo centrífugo a ponto de desestabilizar a eficácia teórica de perspectivas analíticas plenamente consistentes em relação à modernidade. Contrapondo-se à via reflexiva que, no campo estético, teria se tornado o lugar em que a tradição do pensamento crítico se metamorfoseou em pensamento de luto, Jacques Rancière busca construir um outro modo de compreensão da inteligibilidade atual do sensível, compreendendo-o como domínio do estético e do político simultaneamente. A política, para o filósofo, tem por força motriz o dissenso, ou o desentendimento, pelo qual se busca atualizar o princípio da igualdade entre os implicados. O estético refere-se à ‘distribuição do sensível’, que determina um modo de articulação entre formas de ação, produção, percepção e pensamento. Ambos estão envolvidos na definição de fronteiras e limites do que é ‘comum’, ao qual associa-se o conceito de ‘partilha do sensível’, que comporta, simultaneamente, tanto a noção de repartição quanto a de exclusão. À luz desta chave conceitual, interessa-nos observar asserções e contradições presentes em algumas práticas estéticas contemporâneas. 190 A FAU PESQUISA NOS SEUS 60 ANOS

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