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Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Título do projeto

Título do projeto Coordenador(a) Agências de fomento Parcerias Vigência Resumo Título do projeto Coordenador(a) Agências de fomento Parcerias Vigência Resumo Ferramentas para a Gestão Integrada da Bacia Hidrográfica do Alto do Tietê – Empreendimento AT-263 Ricardo Toledo Silva Fundo Estadual de Recursos Hídricos - FEHIDRO do Estado de São Paulo Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê 2006-2008 O objetivo principal deste projeto é desenvolver modelos, procedimentos analíticos e aplicativos (ferramentas computacionais) orientados à racionalização das decisões técnicas na gestão integrada da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê - BHAT. Essa contribuição à racionalidade decisória na gestão dos recursos da BHAT é articulada com âmbitos decisórios de outras jurisdições setoriais e territoriais com as quais o sistema de gestão de bacias interage. A equipe do projeto também interage com equipes de projetos que tratam de temas afins como o “Projeto para Elaboração do Plano de Bacia do Alto Tietê”. Principais resultados do projeto: - Sistema para escolha de processo de tratamento de esgoto em fase-piloto - SEPTE-BHAT; - Sistema de informações urbanas dos municípios componentes da BHAT em fase-piloto - SIU-BHAT; - Procedimento para estimativa da população de uma bacia hidrográfica por meio do geoprocessamento de dados de: setores censitários (Censo 2000), mapa de uso do solo (Emplasa) e contorno da bacia; - Os recursos financeiros (R$151.529,00) são originários do Fundo Estadual de Recursos Hídricos - FEHIDRO do Estado de São Paulo. Brasil Sem Chamas – 1ª fase José Carlos Tomina – IPT Rosária Ono FINEP – Financiadora de Estudos e Projetos / Ministério da Ciência e Tecnologia IPT/ FAUUSP/ EPUSP / INT-MCT / Corpos de Bombeiros Militares do Estado do Ceará e do Distrito Federal 2006-2007 O projeto Brasil Sem Chamas tinha como objetivo o estudo da área de segurança contra incêndio em edificações no Brasil. Buscou-se uma integração inédita de esforços de apoio ao desenvolvimento do setor de Segurança contra Incêndio no país, tanto a curto, médio como também em longo prazo. Os resultados deste estudo devem gerar proposições para o setor, visando à segurança contra incêndio da sociedade brasileira através da melhoria da competitividade dos seus segmentos e da qualidade dos produtos e serviços envolvidos. Para tanto, o projeto teve três grandes grupos de atividades: 1) Diagnóstico e prognóstico (Grupo de Trabalho 1) - Levantamento dos dados estatísticos relativos às perdas (número de incêndios, perdas humanas e materiais); custos com prevenção e combate, seguros, tratamento de vítimas; economia movimentada pelo mercado na área (indústria, comércio e serviços de segurança contra incêndio, envolvendo fabricação, venda, instalação e manutenção de equipamentos, assim como treinamento de pessoal, entre outros); Pesquisa e Desenvolvimento na área (investimentos e financiamentos); organização, competência e responsabilidade institucionais, nos âmbitos federal, estadual e municipal;- Modelagem do setor (cadeia produtiva) com base nos levantamentos; - Avaliação do desempenho do setor; - Identificação de variáveis a serem prospectadas; - Elaboração do Prognóstico por método adequado de prospecção. PROJETOS PESQUISA/EXTENSÃO 241

Título do projeto Coordenador(a) Agências de fomento Parcerias Vigência Site Resumo 2) Marco regulatório (Grupo de Trabalho 2) - Avaliação crítica do marco legal de modo a estabelecer os parâmetros básicos para a proposição de uma legislação de âmbito nacional. 3) Observatório (Grupo de Trabalho 3) - Proposta de estrutura que contribua para a visibilidade e acessibilidade às fontes de informações e documentação do setor. A FAUUSP foi co-executora do Projeto no Grupo de Trabalho 1. São co-executores: IPT, FAUUSP, EPUSP, INT/MCT, CBMDF e CBMCE. Alunos da FAUUSP envolvidos: Mestrado acadêmico (2); Doutorado (1). Integrantes: Professores José Carlos Tomina (Responsável); Rosaria Ono (FAUUSP); Alfonso Antonio Gill (FAUUSP); Alexandre Itiu Seito (NUTAU/USP); Marcos Vargas Valentim (FAUUSP); Adriana Portella Prado Galhano Venezia (FAUUSP); Luiz Reynaldo de Azevedo (EPUSP); Orestes Marracini Gonçalves (EPUSP); João Luiz Hanriot Selasco (INT/MCT); Vera L M Lellis (INT/MCT); José Ananias Duarte Frota (CBMDF); Marcos Antonio Moreira dos Santos (CBMDF); George Cajaty Barbosa Braga (CBMDF); Sossígenes de Oliveira Filho (CBMCE). Obs: A 2ª fase deste projeto foi aprovada em 2008, com o aprofundamento dos estudos, incluindo as questões no âmbito urbano e nos meios aquático (marítimo) e florestal. Plano Nacional de Habitação - PLANHAB Nabil Georges Bonduki / LABHAB Ministério das Cidades Oscip Instituto Via Pública Logos Engenharia 2007-2008 www.cidades.gov.br/secretarias-nacionais/secretaria-de-habitacao/planhab O governo federal, por meio da Secretaria Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, mediante licitação pública, contratou o Consórcio constituído pela Oscip Instituto Via Pública, FUPAM / Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP - representada pelo LabHab - e a empresa Logos Engenharia, para a elaborar o Plano Nacional de Habitação (PlanHab). O PlanHab é etapa essencial para a implantação da nova Política Nacional de Habitação e vem a se somar a um conjunto de ações e medidas de natureza institucional, econômica e jurídica que têm por objetivo dar corpo e consistência ao Sistema Nacional de Habitação. Nesse conjunto de ações e medidas, destaca-se a aprovação da Lei Federal 11.124/05 – projeto de lei de iniciativa popular – que instituiu o Sistema e o Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (SNHIS/FNHIS) e seu Conselho Gestor, criando as condições legais e institucionais de para a consolidação do setor habitacional como política de Estado. No momento em que o governo federal, por intermédio do Programa de Aceleração ao Crescimento (PAC), e o setor privado ampliam significativamente os recursos destinados à habitação, o PlanHab cumpre a indispensável tarefa de planejar as ações públicas e privadas para médio e longo prazos, num horizonte de 16 anos, com o propósito de direcionar da melhor maneira possível os recursos existentes e a serem mobilizados para enfrentar com eficácia as necessidades habitacionais do país. Por meio do PlanHab está sendo criada uma estratégia consistente para articular as 242 A FAU PESQUISA NOS SEUS 60 ANOS

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