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Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Título do projeto

Título do projeto Coordenador(a) Agências de fomento Parcerias Vigência Site Resumo ganham novos atributos que este Estudo pretende começar a explorar, apontando os caminhos para novas demandas que incluam áreas como o Vetor Leste do Centro. Ao estabelecer as premissas para analisar o Vetor Leste, esse Estudo procurou enfatizar as questões que melhor o caracterizam do ponto de vista urbano. Foram selecionados os seguintes aspectos: a evolução histórica, os componentes ambientais, o impacto do transporte público dado o crescimento da Zona Leste da Cidade e da Metrópole e o seu impacto no Vetor Leste, o perfil e a intensidade das novas atividades produtivas instaladas e um patrimônio histórico no qual a atividade industrial tem um papel fundamental, considerando tanto as glebas e os terrenos industriais, quanto os edifícios fabris, os quais poderão ser ainda decisivos para as atuais propostas de renovação de uso. Os novos programas funcionais para esse Vetor ganharam, nessa perspectiva, grande importância e deverão ser objeto de proposição em futuros trabalhos de prospecção de usos compatíveis nesse setor urbano. Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos: pesquisa e ação Maria Cecília França Lourenço USP Prefeitura Municipal de Santos – Secretaria de Educação Prefeitura Municipal de São Vicente – Secretaria de Educação UNISANTOS – Universidade Católica de Santos 2002 - atual www.usp.br/prc/engenho A relação contínua entre ensino, pesquisa e extensão constitui um desafio, porquanto envolve distintos pesos, nessas partes, e reside no equilíbrio o alvo para um professor trabalhar em uma universidade gratuita e de qualidade, junto às questões dos bens culturais. Particularmente, quando se atua em um monumento nacional, como as Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos, situado no sopé do Morro da Caneleira, na Zona Noroeste santista, reconhecido como patrimônio nos distintos âmbitos governamentais e que abriga entre os remanescentes uma luta de desigualdades. O antigo engenho enlaça todos os fortes contrastes paradoxais, imperantes na sociedade brasileira: de um lado originando riquezas açucareiras do período colonial; igualmente por apresentar permanência ao ser o único preservado entre os primeiros mandados erigir por Martim Afonso de Sousa; igualmente pelo fato de que pesquisas da USP localizaram e identificaram sua autenticidade, em ação interdisciplinar; acrescido do predicado de manter uma nesga de Mata Atlântica, com a característica biodiversidade e que a USP vem lutando para ser mantida, neste momento com boas perspectivas. Em contraste, sempre se deve lembrar que existe na suas entranhas um cemitério em que parcela da população foi enterrada sem nenhum ritual, seja cristão, negro ou indígena, um evidente sinal de dizimação; vidas foram torradas nas moendas, em que o trabalho escravo PROJETOS PESQUISA/EXTENSÃO 245

epresentou um açoite deplorável à dignidade humana; o lucro pouco restou no território; e acrescente-se - além dos seres, usurparam-se a mata e as construções, por ataque de piratas, já no século XVI, sendo finalmente esquecido e abandonado. O reconhecimento desses fatores e a política pública adotada têm sido obra de gerações de professores, pesquisadores, alunos e funcionários da USP. Desde 2002, na condição de gestora do bem, julguei fundamental pesquisar as distintas vertentes, não para retificar ou erigir a chamada interpretação rósea, mas sim para interpretar os contrastes, por pesquisa em arquivos de várias latitudes, que vêm sendo editados e fazer dos resultados uma mola para repensar o futuro desejado. O foco vem sendo levar os resultados em trocas aos diferentes setores, por meio de projetos educativo-culturais voltados para as distintas frações sociais, a incluir público escolar, vizinhança, alunos adultos, universitários e de escola técnica e aquele em geral, por meio de convênios com as prefeituras de Santos e de São Vicente. A pesquisa gera ação, programação e compartilhamento de gestão com os vários envolvidos, sejam do âmbito público, seja da comunidade organizada em associações e entidades. Projetei valores para fertilizar as ações, transformando os dados e a indignação em práticas. Para tanto estabeleci alguns vetores, em parte aqui transcritos: RESISTÊNCIA: esforço sistemático e continuado para suspensão e conscientização sobre silenciamentos de grupos humanos escravizados. ETERNIZAÇÃO: apreender e ressaltar a humanidade das Ruínas, relacionando-as ao cenário local, aos diversos tempos, formas e concomitância, seja de povos, seja ante o ambiente, vegetação e vida animal (...). PROTEÇÃO: prevenir, alertar e lutar contra deslizamentos, em especial sobre a escolar próxima; erigir Base Avançada de Cultura e Extensão Universitária (...). GERMINAÇÃO: encadear programas capazes de germinar posturas distintas, já no presente e, portanto, no futuro, como denúncia dos descaminhos, que durante séculos nele se concretizaram (...). Deixo assinalado que o diferencial maior ocorreu a partir do concurso de educadores, com que conjuntamente venho elaborando os vários programas, com base em pesquisa, como se observa no site das Ruínas. O ano de 2008 marca os 50 Anos da passagem para a USP por doação, junto com outros legados nessa data. Igualmente se inaugura a primeira parte da Base Avançada de Cultura e Extensão Universitária assinada pelo mestre da FAU, Julio Roberto Katinsky. O trinômio se mostra fértil, mas a ação como denominador comum da tríade, sem dúvida se constitui em um dado a ser ressaltado. 246 A FAU PESQUISA NOS SEUS 60 ANOS

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Seleção de prioridades de pesquisa em Saúde, 2008.
Pesquisa Fapesp edição 149 julho 2008 - Revista Pesquisa FAPESP
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1 - Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro
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MEIO - Centro de Documentação e Pesquisa Vergueiro