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Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Pesquisas FAU 2007/2008 - fauusp

Laboratório Ano de

Laboratório Ano de formação Líder(es) do grupo Site Ementa Linhas de pesquisa Equipe Laboratório Ano de formação Líder(es) do grupo Ementa Linhas de pesquisa Equipe LABIM – Laboratório da Imagem 2001 Issao Minami www.fau.usp.br/depprojeto/labim O Laboratório da Imagem objetiva o estudo da imagem em todas as suas aplicações vinculadas ao fazer do arquiteto e do designer. Voltado para a pesquisa da produção da imagem, desenvolve os aspectos referentes à sua concepção e produção. Portanto, abrangendo arte e técnica. O caráter das pesquisas é experimental, pela própria característica que um laboratório deve assumir. Assim, este laboratório contém material e equipamento suficientes e necessários para atender os vários meios: desenho, pintura, gravura, experimentações em objetos, performances e instalações, nas várias modalidades e técnicas (óleo, acrílico, xilogravura, metal, água forte, etc.). Além dos meios ditos artesanais, também são contemplados os meios eletrônicos, que exigem equipamentos hard e softwares. Assim o laboratório conta com estações para tratamento de imagens e vídeo para renderização bidimensional e tridimensional e captura e exportação de vídeo, atuando na edição de imagens, desenho, modelagem tridimensional, animação, edição de vídeo, efeitos especiais e autora em multimídia. A edição de vídeo comporta o padrão analógico e digital. Por outro lado, o laboratório dá condições de construção de modelos tridimensionais em escalas e materiais apropriados em estreita colaboração com outros laboratórios. Comunicação visual ambiental urbana Pesquisadores Issao Minami Sérgio Regis Moreira Martins NÙCLEOS, LABORATÓRIOS E GRUPOS DE PESQUISA Cláudio Tozzi Takashi Fukushima LABINDUS – Laboratório de Industrialização da Arquitetura 1998 Alessandro Ventura - aventura@pq.cnpq.br O objetivo do laboratório é determinar os parâmetros que orientam a produção manufaturada aplicada à arquitetura e à construção, analisando em particular o caso das escolas secundárias para o Estado de São Paulo. Consideramos dois aspectos preponderantes: a mobilidade construtiva e o emprego de novas formas estruturais em madeira laminada (LVL), analisados à luz da manufatura integral em fábrica. Propomos a construção de módulos habitáveis, em madeira, leves e transportáveis, que ao serem acoplados no sítio definitivo constituem uma escola. A manufatura modular é examinada à luz do novo paradigma de organização da produção, criado pela era da informação. A partir de suas origens no campo da informática, verificamos suas extensões a outros campos da produção manufaturada, como na indústria automobilística e na indústria da construção. Procuramos definir as características básicas da produção modular e especulamos sobre as modificações que a introdução destes conceitos pode causar no pensamento arquitetônico. A adoção destes procedimentos produtivos pode significar uma renovação na forma de conceber os edifícios, constituindo uma possível linha de vanguarda da produção arquitetônica no século XXI. Industrialização da arquitetura Produção seriada e Projeto Arquitetônico: estudo de produção em série de edifícios para escolas secundárias Pesquisadores Alessandro Ventura Luciano Ferreti 31

Equipe Estudantes André Luis Cardoso Orlandi Gustavo Caminati Anders Ciro Ghellere Guimaraes René David Jezler Nicolau Eduardo Galli Ewbank Sydnei Marssal de Oliveira Laboratório Ano de formação Líder(es) do grupo Ementa Técnicos Caio Antonio Grandi de Tolosa - Graduação - Assistente de Pesquisa Everaldo Lima - Ensino Médio (2º grau) - Operador de Máquinas e Equipamentos Josué Pinto Correa Neto - Ensino profissional de nível técnico - Operador de Máquinas e Equipamentos Laboratório de Culturas Construtivas – Canteiro Experimental 1998 Reginaldo Luiz Nunes Ronconi O Canteiro Experimental da FAU, batizado de “Canteiro para Espaços Experimentais da Arquitetura- Antonio Domingos Bataglia”, foi fundado em 1998 e apóia o desenvolvimento de atividades didáticas para a graduação e o desenvolvimento de pesquisas diversas ligadas ou não ao programa de Pós-Graduação. Completa, neste ano, 10 anos de trabalho planejado, construído e voltado para o fortalecimento de um exercício socialmente responsável do ofício. Ao trabalhar com a graduação, hoje seu foco principal, o Canteiro Experimental procura explicitar um espaço onde o processo torna-se mais importante que o produto. Onde o erro, em lugar da habitual conotação de detrimento, ganha a oportunidade da valorização de um ponto no percurso para o acerto, para o aprendizado, para o amadurecimento. A ação pedagógica corresponde à visão política com a qual a escola olha seu relacionamento com a sociedade. Ao Canteiro Experimental interessa que o estudante seja capaz de exercitar a organização de seus conhecimentos (adquiridos na escola ou não) na concepção de uma solução. Ao percorrer esse caminho, o estudante irá interagir com os técnicos do laboratório, com seus colegas, com seus orientadores, com colegas que estão em outros momentos do curso. Irá compreender o contexto no qual está inserido o seu exercício e irá trabalhar com suas reais capacidades para superar a situação proposta. A transformação do seu desejo nascido no plano abstrato da idéia, passando pelo registro do projeto e enfrentando a materialização da construção ganha uma inserção de dimensões reais únicas e exclusivas para cada aluno. Esse processo é emancipador e por conseqüência fortalece seu sujeito para o enfrentamento com os mais diversos problemas. Incentivar a capacidade de decisão e o óbvio rebatimento 32 A FAU PESQUISA NOS SEUS 60 ANOS

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