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meninos e meninas de rua, sexu - Fazendo Gênero

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meninos e meninas de rua, sexu - Fazendo

Sexualidade, gênero e reprodução na juventude- ST 28 Priscila Pinto Calaf UnB Palavras Chaves: meninos e meninas de rua, sexualidade, esperteza. “Mais esperto que muito marmanjo”: Sexualidade e esperteza nas construções identitárias em um grupo de meninos e meninas de rua de Brasília. A proposta do que escrevo a seguir é apontar caminhos para a análise de como os construtos sociais de gênero e identitários se imbricam para matizar e delinear o cotidiano ordinário e extraordinário de indivíduos, ou melhor dizendo, crianças e adolescentes que fazem da rua seu espaço principal de convivência e sobrevivência. Venho me dedicando ao estudo de meninos e meninas de rua desde a graduação i , e, no mestrado, proponho-me a estender minhas reflexões sobre como as construções acerca da sexualidade e da violência são as principais responsáveis pela circulação destes sujeitos entre o ser adulto e o ser criança. Indo contra o processo de menorização conceitual da infância, apontado por Luis Fernando Dias Duarte, minhas reflexões se propõem a analisar os constantes movimentos de reformulação de identidades deste grupo específico .Discorrer sobre como meninos e meninas de rua se transformam ora em crianças, ora em adultos, pensando-se e repensando-se constantemente e construindo suas identidades de adultos baseadas na esperteza e na sexualidade é uma das minhas principais propostas. Neste sentido, tento entender como os construtos sociais de gênero , o ethos masculino da rua e a violência interpessoal cotidiana modelam as identidades possíveis de meninos e meninas divididos entre a nostalgia de serem protegidos (em uma casa sempre presente nas memórias e em suas representações como "meninos e meninas de família") e o horror a serem controlados (por uma "casa- prisão", em oposição à rua como espaço de liberdade). Dentro deste contexto, o eixo principal de análise, neste artigo, gira em torno do papel(ou dos papéis) da sexualidade nas representações identitárias deste grupo (que se auto-intitula Galera do Gramado ii ). Busco demonstrar como a disposição ativa para o sexo é fator fundamental na construção das identidades masculinas , enquanto a sexualidade feminina, atrelada ao desejo e ao prestígio masculinos parece ser também o passaporte para a entrada definitiva no mundo adulto, por meio da maternidade. Analisando alguns casos de gravidez dentro do grupo estudado, procuro também refletir sobre o impacto das políticas de prevenção às DSTs/AIDS voltadas para esta população,

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