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Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder Florianópolis, de 25 a ...

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suporte do enfrentamento

suporte do enfrentamento da violência. Essa violência torna-se publicizada nesse espaço, podendo a mulher sentir-se beneficiada com um processo de separação menos morosa, pois enquanto não há separação o vínculo entre o casal persiste havendo mais chances da violência ser reincidida. Poderá haver possíveis encaminhamentos às políticas públicas como Delegacia da Mulher, Cevic (Centro de Atendimento a Vítima de Crime), dentre outros. Referências Bibliográficas ÁVILA, Eliedite Mattos. Mediação Familiar - Formação de Base. Tribunal de Justiça de Santa Catarina, Florianópolis. Maio/2004 AZEVEDO, Maria Amélia. Mulheres espancadas. São Paulo: Cortez Editora, 1985. BANDEIRA, Lourdes. Violência sexual, imaginário de gênero e narcisismo. In: BANDEIRA, Lourdes e SUÁREZ, Mireya (orgs). Violência, Gênero e Crimes no Distrito Federal. Brasília: Paralelo 15. Editora Unb, 1999. BONETTI, Alinne de Lima. Entre Feministas e Mulherista – Uma etnografia sobre promotoras legais populares e Novas. Dissertação de Pós Graduação em Antropologia Social (PPGAS-UFSC) Florianópolis, 2000. CHAVES, Nadja Mary e MACIEL, Saidy Karolin. Mediação Familiar nos casos de dissolução de sociedade e vinculo conjugal. IN: CRUZ, R.M.; MACIEL, S.K.; RAMIREZ, D.C. O trabalho do psicólogo no campo Jurídico. Casa do Psicólogo, São Paulo. 2005. CENTRO FEMINISTA DE ESTUDO E ASSESSORIA. Lei Maria da Penha: do papel para a vida, comentários a Lei 11.340/2006 e sua inclusão no ciclo orçamentário. Brasília: CECIP, 2007. CÔRREA, Mariza. Os crimes da paixão. São Paulo: Brasiliense, 1981. FARAH, Marta Ferreira Santos. Gênero e políticas públicas. Revista Estudos Feministas, 2004, vol.12, n. 1, ISSN 0104-026X. FOUCAULT, Michel. A verdade e as formas jurídicas. Trad. Roberto Cabral et al. Rio de Janeiro: NAU Ed., 2003. GREGORI, Maria Filomena. Cenas e queixas: um estudo sobre as mulheres, relações violentas e prática feminista. Rio de Janeiro: Paz e Terra: 1993. GROSSI, Miriam Pillar. Rimando amor e dor: reflexões sobre a violência no vínculo afetivoconjugal. IN: PEDRO, Joana M. e GROSSI, Miriam Pillar. Masculino, Feminino, Plural – gênero na interdisciplinaridade. Florianópolis. Ed. Mulheres, 1998. ________________ O Significado da Violência Nas Relações de Gênero No Brasil. SEXUALIDADE, GÊNERO E SOCIEDADE, Rio de Janeiro, v. 2, n. 4, 1995. ________________. Violência, Gênero e Sofrimento. Texto mimeografado, 2007. HEILBORN, Maria Luiza. Mulher e Violência. In: VELHO, Gilberto e ALVITO, Marcos (orgs). Cidadania e Violência. Rio de Janeiro: Ed. Da UFRJ, 1996. MAGNANI, José G. C. Festa no pedaço – cultura popular e lazer na cidade. 2 ed. São Paulo: Hucitec UNESP: 1998. RIFIOTIS, T. As delegacias especiais de proteção à mulher no Brasil e a judicialização dos conflitos conjugais. Revista Sociedade e Estado, Brasília,2004 v. 19, n. 1, p. 85-119. SOARES, Bárbara Musumeci. Mulheres Invisíveis: violência conjugal e as novas políticas de segurança. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1999. 1 Trabalho oral apresentado no Simpósio Temático: Direitos humanos, democracia e violência, sob a coordenadoção de Eva Alterman Blay e Lourdes Maria Bandeira Fazendo Gênero 8: Corpo, Violência e Poder - 25 a 28 de agosto de 2008 - UFSC - Florianópolis/SC 2 Professora do curso de psicologia da UNISUL. Psicóloga, Pedagoga, doutoranda em Psicologia (UFSC) e pesquisadora do Nigs (Núcleo de Identidade de Gênero e Subjetividade) do CFH-UFSC. 6

3 Mediador (a) estou me referindo ao profissional (advogado, assistente social ou psicólogo) que realiza junto a assistência judiciária a mediação familiar, que se configura como uma prática de intervenção alternativa e interdisciplinar com casais em situação de conflito familiar com demandas de separação judicial, dissolução de união estável, ação de alimentos, guarda, visita e verificação de paternidade.(Ávila, 2004). 4 Notas de campo coletada no Serviço de Mediação Familiar do Fórum da Comarca de São José, no qual supervisiono estágio curricular do curso de Psicologia da UNISUL. 5 Triagem é o primeiro procedimento realizado na mediação. Nessa entrevista inicial o requerente narra a situação familiar, que se caracteriza como conflito. O(a) mediador explicita os critérios e a metodologia para participar desse programa, e agenda a primeira mediação da qual as partes participarão juntamente. 6 Termo jurídico pela qual nos referenciamos a um dos cônjuges tanto homem quanto mulher que procura o serviço de mediação com uma queixa inicial. É com o requerente que é realizado a triagem. O outro cônjuge não presente denomina-se requerido. 7 Estou referindo-me a relações conjugais heterossexuais, pois não evidenciei nesse serviço de mediação o atendimento de casais homossexuais. Isto me faz pensar que provavelmente esses casais não buscam os serviços de mediação, pelo fato que a justiça não considera a união estável como legítima. 8 Mudança advinda da Lei Maria da Penha, pois retira dos juizados especiais criminais a competência para julgar este tipo de crime e determina a criação de juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher. Em Santa Catarina esses juizados não foram criado (até o momento) sendo os casos encaminhados para a vara cível e criminal. 9 Não tenho como precisar, pois não existem pesquisas para confirmar esse dado, no entanto, no cotidiano do serviço de mediação, geralmente o tempo de duração aproxima-se a três meses. 7

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