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trabalho do - Fazendo Gênero

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em duas direções. Às

em duas direções. Às meninas, sedimentando sua posição de subalternidade ao doméstico. Para os meninos, dando naturalidade aos seus privilégios. A desigualdade de gênero, associada ao contexto de restrições econômicas, educacionais e bens culturais, restringe a perspectiva de formação das meninas para uma reflexão crítica sobre sua condição de mulher. Estas privações criam restrições para o rompimento destas desigualdades e ainda tencionam a reprodução desses valores culturais atribuído ao sexo feminino. Apesar dos desafios e das conquistas obtidas ao longo da história de ser mulher, elas ainda lutam ativamente para superar estas contradições, desmistificando sua história do passado, para um presente igualitário e mais humano. Referencia Bibliográfica BRITO, Jussara Cruz. Enfoque de gênero e relação saúde/trabalho no contexto de reestruturação produtivo e precarização do trabalho. Caderno Saúde Pública. Rio de janeiro, v. 16, n.1, p. 195-204, jan./mar. 2000. COSTA, Albertina de Oliveira. Conciliação entre trabalho e família. Cadernos de Pesquisa. V.37, n. 132, p. 535-536, set./dez. 2007. DAUSTER, Tânia. Uma infância de curta duração: trabalho e escola. Caderno de Pesquisa, São Paulo, n. 82, p. 31-36, ago. 1992. DUQUE-ARRAZOLA, Laura Suzana. O cotidiano sexuado de meninos e meninas em situação de pobreza. In: MADEIRA, Felícia Reicher. (org.) Quem mandou nascer mulher? Estudos sobre crianças e adolescentes pobres do Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Rosa dos Tempos,1997. p.347-402. GÓMEZ, Carlos Minayo; MEIRELLES, Zilah Vieira. Crianças e adolescentes trabalhadores: um compromisso para saúde coletiva. Caderno saúde Pública. Rio de Janeiro, v.13, (Sup.2), p. 135-140, 1997. HEILBORN, Maria Luíza. O traçado da vida: Gênero, idade em dois bairros populares no Rio de Janeiro. In: MADEIRA, Felícia Reicher. (org.) Quem mandou nascer mulher? Estudos sobre crianças e adolescentes pobres do Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Rosa dos Tempos, 1997. p. 291-342. HIRATA, Helena; KERGOAT, Daniele. Novas configurações da divisão sexual do trabalho. Cadernos de Pesquisa. v. 37, n. 32, p 595-609, set./dez. 2007. LOURO, Guacira Lopes. Educação e Gênero: A escola e a produção do Feminino e do Masculino. In: SILVA, Luiz Heron da; AZEVEDO, José Clovis de. (orgs.) Reestruturação Curicular: teoria e prática no cotidiano da escola, Petrópolis, Rio de Janeiro: Ed. Vozes, 1995. p.172-182. MADEIRA, Felícia Reicher. A trajetória das meninas dos setores populares: escola, trabalho ou reclusão. In: MADEIRA, Felícia Reicher. (org.) Quem mandou nascer mulher? Estudos sobre crianças e adolescentes pobres do Brasil. Rio de Janeiro: Ed. Rosa dos Tempos,1997. p.45-133. PENA, Maria Valério junho; CORREIA, Maria C; VAN BRONKHORST, Berenice. Em busca da equidade de gênero. A questão de gênero no Brasil. Estudos Feministas. Florianópolis, v. 15, n. 1, p. 243-266, jan./abr. 2007. PINHO, Osmundo de Araújo. A vida em que vivemos: raça, gênero e modernidade em São Gonçalo. Estudos Feministas, Florianópolis, v. 14, n. 1, p. 169-198, jan./abr. 2006. SANTOS, Edmilson Santos; MANDARINO, Cláudio Marques Juventude e religião: cenários no âmbito do lazer. Revista de Estudo da Religião, São Paulo, n. 3, p. 161-177, 2005. 6

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