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Rosangela de Araujo Lima - Fazendo Gênero

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Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder Florianópolis, de 25 a 28 de agosto de 2008 Desigualdades de gênero na morte por câncer: por que só há cuidadoras? Rosangela de Araujo Lima - UFPB Morte; Gênero; Câncer S T 34 - Vínculos familiares em questão: representações e práticas sociais de gênero e suas implicações Ao longo dos séculos, o ser humano tem-se deparado com um profundo dilema e limite à sua existência: a Morte. Todas as culturas e civilizações conhecidas empenharam-se em estabelecer uma forma de representá-la social e psicologicamente, de modo a estabelecer uma maneira de lidar com ela. Registros apontam que o homo sapiens enterrava seus/ suas mortos/as “sentados/as”, com os joelhos encurvados e amarrados aos pulsos, o que leve à crença de que havia um temor da volta dos/as mortos/as para à vida ,com intuito ,principalmente, de vingança ou resolução de pendências Ao longo desse artigo (que faz parte do primeiro capítulo de minha tese de doutoramento), apresentarei muitas dessas representações culturais e enfatizarei, sobremaneira, a representação atual da morte, na contemporaneidade. Num primeiro momento, é importante destacar que um estudo sobre a morte é na verdade, um estudo sobre a vida, posto que ninguém voltou da morte para fazer um relato de como é realmente morrer (ELIAS, 2001). O ser humano vê a morte do outro, e por isso ocorrer, tem a ilusória sensação de que não sucumbirá à ela. A angústia que sente é pela perca de quem morre, não de tomar real consciência que é um ser- para- a–morte . Esta se configura como um longínquo devir [...] numa velhice em que nada há para sentir sobre o término da vida. Nesse fio condutor, todas as mortes que não correspondem a esse modelo ,são taxadas de acidentais, extraordinárias, ao ser esse o processo explicativo que a contemporaneidade se apropriou para lidar com o término da vida, o qual não admite mortes precoces. Ao estudar a morte, enquanto fenômeno de pesquisa científica há, no mínimo, dois caminhos a seguir: sua representação e como lidar com o corpo. Nesse trabalho opto pelo primeiro, não me detendo aqui, sobre questões relevantes ao segundo. Promoverei uma análise das representações sobre a morte e o morrer constituídas e construídas em pacientes com câncer em estágio terminal, isto é, Fora de Possibilidades Terapêuticas (FTP), seus familiares (mais próximos, os cuidadores /as, cuidadoras ) e a Equipe de Saúde envolvida diretamente com esse processo, os quais formam uma tríade ; essa pesquisa ocorrerá nas dependências do Hospital Napoleão Laureano, o qual destina-se ao tratamento do câncer no Estado da Paraíba . Trabalho com a Sociologia Formal de Georg Simmel, o qual se debruça sobre a interação entre indivíduos e entre esses e os grupos sociais a que pertencem, gerando um estudo

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