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Masculinidade e Homofobia em O Ateneu ... - Fazendo Gênero

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Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder Florianópolis, de 25 a 28 de agosto de 2008 Masculinidade e Homofobia em O Ateneu Fernando de Figueiredo Balieiro (UFSCar) O Ateneu; homofobia; masculinidade ST 9 – Discursos, políticas e representações no masculino Sociedade de Normalização e Dispositivo de Sexualidade Muitos estudos contemporâneos ressaltam a constituição de uma sociedade pautada pela norma no Brasil, especialmente nos centros urbanos, nos fins dos oitocentos. Respondendo à urbanização da capital imperial, demandou-se um novo tipo de controle demográfico e político. Do limitado poder repressivo do aparelho jurídico-policial, devido à insuficiência numérica dos meios jurídico-legais e incompetência da legalidade jurídica de penetrar na esfera privada, formaram-se mecanismos de controle mais eficazes e que alcançassem o nível do detalhe (COSTA, J., 1999). Estabelece-se uma imbricação entre poder disciplinar e biopoder. Foucault analisa tal imbricação a partir da nova configuração social que se estabelecia na Europa industrializada e de crescimento demográfico contínuo (FOUCAULT, 1999, p. 302). O poder disciplinar centra-se no corpo, especialmente dentro das instituições, através de um campo de visibilidade que se expressou de forma máxima na figura arquitetural do panóptico. O segundo se aplica à população que surge então como problema político: frente à explosão demográfica e industrialização demandou-se do Estado medições estatísticas para o controle populacional. Neste processo, Foucault constata que o controle da sexualidade é elemento central à necessidade do Estado de gerir a vida, controlar a população. Porém, seus efeitos e sua eficácia dependeram em grande parte do poder disciplinar (FOUCAULT, 1999). Evidenciou-se a eminência do dispositivo de sexualidade, complexo mecanismo de estratégias de saber e poder que se referem à estimulação dos corpos, incitação aos discursos, formação dos conhecimentos, entre outros atributos que visem, em relação à sexualidade, a “inserir em sistemas de utilidade, regular para o bem de todos, fazer funcionar segundo um padrão ótimo” (FOUCAULT, 1988, p. 27). Verifica-se uma produção incessante de saber e poder sobre o sexo. Considerou-se que o sexo oferecia perigos ilimitados; é teorizado enquanto campo de alta fragilidade patológica que demandava intervenções. Como o enredo do romance aqui analisado se passa em um internato da elite brasileira, centraremos em um mecanismo estratégico do controle da sexualidade: a pedagogia do sexo. Esta pode ser definida como um mecanismo de controle da sexualidade infantil a fim de

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