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Entre o público e o privado: Interpretações sobre ... - Fazendo Gênero

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Fazendo Gênero 8 - Corpo, Violência e Poder Florianópolis, de 25 a 28 de agosto de 2008 Entre o público e o privado: Interpretações sobre estórias de abuso sexual em narrativas jornalísticas Luciana Kraemer (PPGCS-PUC-RS) Abuso sexual; violência; jornalismo ST 24 – Universo infanto-juvenil: gênero, poder e violência Este trabalho apresenta resultados da dissertação em Ciências Sociais sobre o abuso sexual de crianças e adolescentes em narrativas jornalísticas construídas em dois dos jornais de maior circulação da região sul do Brasil, a Zero Hora (RS) e a Gazeta do Povo (PR), entre setembro de 2006 a outubro de 2007. Na investigação, buscou-se compreender como as notícias no período retrataram a violência sexual através de três posições sociológicas: a vítima, o sujeito abusador e a cena de abuso. Outro objetivo foi identificar elementos que permitissem apontar maior ou menor receptividade destes meios de comunicação ao discurso de uma organização não governamental que tem se colocado como porta-voz dos direitos da infância no campo jornalístico e que trabalha para regular o discurso de profissionais dos dois jornais. Que estórias de abuso as narrativas nos contam? O jornal gaúcho Zero Hora e o paranaense Gazeta do Povo são canais de comunicação representativos dos media, que especialmente no último século se consolidaram como fonte de poder de construção da realidade – um poder que não raro prevalece sobre o de outras fontes de condicionamento de fatos sociais (SASSOON, 2005). Inúmeros são os campos do conhecimento que historicamente têm se debruçado sobre a temática do abuso sexual na infância, especialmente a psicologia e a medicina. Um dos desafios deste estudo é abordar sociologicamente parte da construção social acerca deste tema e assim escapar ao discurso mítico que situa a casa como espaço habitado por “violência inocente” (ALMEIDA, 1999) e não reconhece a complexidade e incoerência dos atos humanos. De acordo com pesquisas, estudos, o abuso sexual se apresenta como uma violência quase nunca explícita, nem sempre física, que ocorre normalmente no espaço privado, envolve com freqüência relações entre pais e filhos ou pessoas próximas, e refere-se a valores. O tema tem sido associado a pecado, perversão, monstruosidade e está ligado ao tabu universal do incesto. Sem ignorar que estes sentimentos de repulsa acerca do assunto constituem as humanidades de cada indivíduo, e estão presentes nos profissionais (jornalistas) que produzem as narrativas – busca-se investigar em que medida as notícias fornecem condições para que a sociedade compreenda e enfrente o problema. A leitura das narrativas é feita a partir de três

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