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Escrevendo a história no feminino - Fazendo Gênero - UFSC

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Anais do VII Seminário Fazendo Gênero 28, 29 e 30 de 2006 Práticas corporais e esportivas – ST 21 Luciene Neves Santos i UNEMAT/UFSC Palavras-chave: gênero, currículo, jogos indígenas Gênero e sexualidade nas práticas curriculares: uma possibilidade em construção De onde falo: Esse texto é resultado da participação de acadêmic@s e professor@s do curso de Educação Física nos Jogos Indígenas em Sapezal, um município situado a aproximadamente 150 km de distância de Tangará da Serra, na qual está sediado o campus universitário da UNEMAT (Universidade do Estado de Mato Grosso), ao qual estamos vinculad@s. Essa experiência a partir do componente denominado de prática curricular ii , que se destina, entre outras coisas, a promover atividades em que ocorra o confronto entre o vivido e teorizado, sendo uma rica oportunidade que o currículo proporciona para a reflexão sobre a realidade. Cabe salientar que @s profissionais que atuam no curso são selecionad@s a cada novo semestre, visando justa adaptação às especificidades de cada disciplina, pois o curso está sendo ofertado para apenas uma turma. Por conta disso, utilizamos a estratégia de ter um planejamento flexível, sempre inserindo novas atividades e ajustando-as de tal forma que possibilite a participação de tod@s os docentes no processo. A disciplina de Antropologia foi determinante para essa atividade, a profissional responsável propôs nossa participação, mesmo que só na condição de expectadores, nos Jogos Indígenas Regionais que estavam previstos para aquele semestre. iii Sua proposta foi rapidamente aceita, com a justificativa de que é preciso conhecer diversos processos culturais relacionadas ao movimento corporal. Tivemos o cuidado para que não ganhasse uma conotação de exótica, pois compactuo com a reflexão de Katz apud Louro (1997, p. 50) que o interesse maior nas culturas de minoria, nem sempre denota um acolhimento ou valorização positiva. Inicialmente desejávamos evidenciar uma certa distância que existe entre a visão dos livros didáticos ou das concepções que construímos baseando-nos nas histórias que nos chegam por intermédio de outros sujeitos, iv em contraste com o que se pode ver com os próprios olhos ao conviver na aldeia, mesmo que só por um dia festivo. Além disso, estávamos interessados em lançar um olhar sobre uma manifestação diferente do esporte convencional, v além de oportunizar uma profícua discussão sobre educação inclusiva. 1

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