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GÊNERO, MASCULINIDADE E DOCÊNCIA: - Fazendo Gênero

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Gênero, masculinidade e docência: visões de alunos de Pedagogia – ST 23 Raimundo Cassiano Ferraz PPGE/UFPB Masculinidade – docência – Pedagogia Gênero, masculinidade e docência: Visões de alunos de Pedagogia “...pensar é ver e é falar, mas pensar se faz no entremeio, no interstício ou na disjunção do ver e do falar. É, a cada vez, inventar o entrelaçamento, lançar uma flecha de um contra o alvo do outro, fazer brilhar um clarão de luz nas palavras, fazer ouvir um grito nas coisas visíveis.” (Gilles Deleuze. Foucault p.124) Este texto pretende mostrar, ainda que sinteticamente, o contexto de problematização inicial da pesquisa Gênero, Masculinidade e Docência. i Esta enquadra-se na perspectiva teórica dos Estudos Culturais, tecendo um diálogo-interlocução com referenciais pós-estruturalistas. Este posicionamento teórico, de acordo com Tomaz Tadeu da Silva (1994), toma a linguagem como algo que vai além da simples nomeação da(s) realidade(s), mas sobretudo como constituidora dessa(s). Foco nesse sentido o espaço de formação profissional, no caso o Curso de Pedagogia, enquanto lugar de construção/formação das subjetividades de professor@s, em interação com práticas discursivas tais como o currículo. Sabe-se que ainda persiste nos cursos superiores a concentração de mulheres e homens em carreiras distintas. No curso de Pedagogia da UFPB, que forma docentes para o magistério infantil, além da EJA, nota-se um aumento, embora pequeno, do ingresso de homens. Aqui pretendo discutir, a partir de resultados preliminares de meu diálogo com alunos do curso de Pedagogia do sexo masculino, o que eles estão buscando em termos de formação e exercício profissional, como se posicionam em relação à chamada feminização do magistério, e como vivenciam e ‘falam’ de seu processo de formação, bem como da docência nas séries iniciais do ensino fundamental. Na história recente, quando pensamos na docência, os olhos e a fala de nosso pensamento se inclinam a associá-la à imagem feminina, sobretudo quando o alvo é o exercício dessa profissão em salas de aula do ensino Infantil e do primeiro segmento do Ensino Fundamental. A denominada “feminização do magistério” tornou-se problemática das “ciências” da educação, de pesquisas de viés historicista, elencando, quase sempre, as causas, motivos e implicações de tal fenômeno. O fenômeno da generificação e da divisão sexual do trabalho na sociedade moderna norteia- se pelos princípios de que o espaço público e o campo produtivo e econômico seriam “lugares” da ação masculina; às mulheres caberia o espaço privado e da reprodução, onde se localizam as

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