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Escrevendo a história no feminino - Fazendo Gênero

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Preconceitos que perduram: gênero nas ‘ciências naturais e exatas’ ST. 25 Elyane Rangel i Unimed-Florianópolis Palavras-chave: trajetória, percalços, médicas. Ela opera como um homem: trajetória e percalços das mulheres na medicina INTRODUÇÃO O conteúdo deste artigo tem como fonte de dados um projeto piloto realizado em Florianópolis sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTS) e geração pós pílula, cujo objetivo foi identificar por meio das falas de mulheres ginecologistas, informações de como as gerações de mulheres pós - pílula anticoncepcional apresentam os significados de corpo sexualizado/socializado vinculado com o corpo biológico e relacioná-los no contexto das teorias sobre gênero e movimentos feministas. Para alcançar tal objetivo, o método da pesquisa foi o qualitativo e o tipo de estudo o Multicasos, com três médicas ginecologistas, formadas nas décadas de 70, 80 e 90, residentes em Santa Catarina (Brasil). Os dados foram coletados por entrevista semi-estruturada. Entre as categorias que emergiram, preconceitos que persistem - a trajetória e percalços de mulheres na medicina - foi o tema considerado relevante para a elaboração deste artigo. O assunto teve por objetivo apresentar a trajetória e percalços das mulheres que ousaram firmar-se na medicina, profissão calcada em um saber vinculado ao masculino, como também abordar depoimentos de ginecologistas formadas nas décadas de 70, 80 e 90, e respectivas barreiras para exercerem o “ato médico” condignamente. Partindo dessas considerações, o tema proposto é apresentado a partir de dados empíricos, relativos a depoimentos selecionados do conjunto de dados das participantes do estudo e analisados com apoio da literatura em Santucci (2005) e Bourdieu (1999). A HISTÓRIA DE GINECOLOGISTAS: TRAJETÓRIA E PERCALÇOS Catarina cita que ao questionar um professor ao final do curso de graduação em medicina sobre a residência média em cirurgia, foi desconsiderada, pois segundo ele, não possuía uma conduta digna da especialidade, porque “eu falava muito alto pelos corredores do hospital”. Conta que esse mesmo professor teceu um comentário sobre a exigência dos plantões nessa especialidade e que as ausências da mulher cirurgiã seria freqüente e não seria permitida pelo esposo caso ela pretendesse um dia casar: [...] ele me disse que se eu me casasse o meu marido não iria 1

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