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Elas na pauta: mulheres e canções ST. 3 Karelayne de ... - UFSC

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Elas na pauta: mulheres e canções ST. 3 Karelayne de Assis Coelho Bezerra UFSC Palavras-chave: samba – intérprete – mulher “O que é que a baiana tem?”: um estudo sobre Carmen Miranda, a mulher que deu samba! Os anos de 1930 a 1935 trariam para o Brasil, além do namoro com o Rádio, alguns nomes que ficariam marcados para sempre no cenário musical de nossa História. Entre os engomadinhos bigodes de Ary Barroso, Lamartine Babo, Noel Rosa e um jovem Cartola, brilharia uma estrela feminina para quem os holofotes mundiais estariam completamente voltados nos anos futuros: a Pequena Notável, como ficaria conhecida graças ao locutor César Ladeira, Carmen Miranda. A portuguesa mais carioca que a Lapa já conhecera, Carmen, de Portugal só traria a paixão por tamancos e o jeito despojado de berrar palavrões. Numa época em que os cantores lançavam uma média de um disco por mês (e aqui, leia-se “disco” como algo bastante provinciano, de 78 rpm, com uma música em cada lado), Carmen bateria recordes de gravações, chegando sua gravadora, a Victor, a lançar 3 discos da beldade por mês no mercado nacional. Entre as mulheres, não é mesmo necessário falar que chegou a ser a cantora mais bem paga, mas isso era apenas o começo. Num futuro bem próximo, seria também mais bem paga que qualquer outro artista, homem ou mulher, do mundo inteiro! A história de Carmen Miranda com a música começou numa brincadeira, enquanto cantarolava sucessos da época para os colegas, numa chapelaria onde trabalhava. Por namorar um rapaz socialmente influente num Rio de Janeiro ainda Distrito Federal, Carmen freqüentava os points da época e, assim, acabou conhecendo pessoas que não demorariam para reconhecerem seu talento. Era a mulher certa na hora e no lugar certos, porque foi exatamente naquela época que o samba – melhor amigo de Carmen ao longo de toda a sua trajetória – se tornaria a música brasileira por excelência. A primeira gravação de Carmen Miranda que explodiu na boca do povo foi uma marchinha de carnaval, composta por Joubert de Carvalho e conhecida por todos nós até os dias atuais: “Taí” ou “Pra você gostar de mim”, como todos chamavam, foi gravada para o carnaval de 1930. Antes disso, teria gravado “Se o samba é moda” e “Não vá

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